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A temporada “feeling blue” de Don Draper

Junho 19, 2012

Don Draper está mais triste do que de costume. Essa foi a maior impressão que eu tive durante esse Season 5 de Mad Men e por isso eu digo que essa foi uma temporada “feeling blue” até mesmo para a série. Apesar de estar vivendo um bom momento pessoal, casado com uma mulher mais de acordo com o que ele esperava e obtendo cada vez mais sucesso na  Sterling Cooper Draper Pryce, foi ficando cada vez mais evidente que Don ainda possuí um vazio dentro dele.

Agora, falando totalmente do que eu penso sobre a série em seu momento atual, eu sinto que essa foi uma forma sútil que o seu criador Matthew Weiner encontrou para demonstrar os seus próprios sentimentos em relação ao futuro da série. Eu sei que tudo isso pode parecer um achismo muito grande, mas todo mundo sabe o drama que foi para a série ser renovada pelo AMC, que relutou para atender a todas as exigências do próprio Weiner para essa recém encerrada temporada que estamos falando nessa review e talvez todo esse climão meio “feeling blue” no ar seja um forte indício de que a série talvez esteja perto de começar a considerar o seu fim, por mais que isso possa doer em todos nós, fãs de Mad Men.

Sendo muito sincero nesse momento, eu reconheço que talvez seja realmente a hora de considerar o encerramento dessa história. Tudo bem que com Mad Men no ar, temos a chance de assistir uma das melhores séries de TV da atualidade, das mais bem cuidadas e que inclusive, acabou fazendo escola com o seu ritmo antigo e mais pausado escolhido para contar a sua história. O que eu até acho que nesse caso, esse ritmo bem menos acelerado casa perfeitamente com a proposta da série, combinando muito bem com o clima da década de 60, onde as coisas eram bem diferentes de hoje (algumas nem tanto), o que não chega a me incomodar quanto as demais séries que insistem em seguir esse mesmo padrão que só consegue ser suportável e bem aproveitado em uma série como Mad Men. Sorry para as demais… (The Walking Dead, The Killing, GOT, Bordwalk Empire…)

Mas sinceramente, eu tenho a sensação de que já vimos o suficinete de Mad Men durante todos esses anos (Season 1Season 2Season 3 e Season 4). Boas histórias, cenários sensacionais, atuações de deixar qualquer um com orgulho, prêmios acumulados nas prateleiras de todos os envolvidos na produção, ou seja, só coisa boa. Mas fico com medo de que insistindo em se manter viva por muito mais tempo, a série acabe se perdendo e se torne mais uma das quais a gente só continua assistindo por apego ou respeito. Sinto inclusive que nós já passamos pelos grandes plots dessa história, mesmo com eles nos surpreendendo a cada temporada com algo novo e mesmo assim, por esse motivo, eu acho honestamente que o prazo de validade de Mad Men precisa ser determinado, afinal, não é porque um produto é bom, que ele vem validade eterna.  O que eu até sinto que talvez tenha sido a intenção quando a série foi criada lá no passado, onde sempre me pareceu que ela foi criada para que durasse apenas uma década dentro do tempo deles (o que não significa que ela tenha que durar 10 anos). Ou seja, por todo os 60’s. E já nos encontramos em 66 nesse exato momento, o que demonstra que o tempo está sim passando na NY antiga. Ou vcs conseguem imaginar um Don Draper chegando no escritório vestindo calças boca de sino, ou uma Joan de Ginger Power?

Ao mesmo tempo que sentimos essa necessidade de encarar que a série esteja perto do seu fim, é inegável que é sempre uma delícia acompanhar o texto sempre excelente que encontramos em Mad Men, mesmo quando a série não é inteira tão genial assim, como chegamos a comentar sobre a temporada anterior. E mesmo no meio de toda aquela “aparente seriedade” da década antiga, ela sempre acaba nos rendendo momentos de bastante humor também, como quando o Don Draper chegou a chamar a sua ex e o seu novo marido de casal Morticia e Tropeço, ou quando os funcionários da empresa resolvem encarar as suas diferenças no tapa e dentro da sala de reuniões.

Mas para uma temporada feeling blue, até que começamos mais animados essa Season 5 de Mad Men, com um Don Draper completando 40 anos (fiquei chocado quando descobrimos que ele só tem 40, apesar da magia do Jon Hamm continuar a mesma desde sempre. Höy!), ganhando uma festinha surpresa, além de uma performance inesquecível da sua nova mulher ao som de “Zou Bisou Bisou”, que mais tarde ganharia uma versão sensacional em formato de piada no episódio ao vivo de 30 Rock, que contou inclusive com a participação do próprio Jon Hamm.

E ao lado da sua nova parceira, bem mais nova do que ele, diga-se de passagem, Draper parecia ainda mais confiante, principalmente enquanto ambos dividiam o trabalho, o que acabou mudando bastante quando ela decidiu abandonar a sua carreira de primeira dama da publicidade, para perseguir o sonho de ser atriz. Mas a dinâmica do casal em casa também foi bem divertida, com a Megan deixando bem claro que ela não tem nada da ex do Don, que se contentava em ser apenas a esposa ideal e mãe dos seus filhos, o que também eu não acho nenhum crime, mas certamente estamos falando de um tipos de mulheres bem diferentes. Megan além de muito mais jovens, é cheia de sonhos que ainda não foram realizados e que ela não quer mais perder tempo sem correr atrás de todos eles, antes que seja tarde demais e que ela se torne mais uma pessoa infeliz e não realizada.

Com isso, ganhamos também um conflito inevitável dessa diferença de idade, que naquela época deveria parecer muito maior do que seria hoje em dia (considerando que com 40 anos, Draper já se sente como uma ancião) e foi ficando cada vez mais visível que o próprio Don Draper acabou percebendo essa diferença, sentindo na pele que ele já não tinha o mesmo ritmo da sua atual esposa. E pra mim, um dos grandes destaques dessa temporada foi realmente o personagem da Megan, interpretada lindamente pela atriz Jessica Paré, que além de maravileeeandra, demonstrou-se bastante talentosa a ponto de conseguir segurar muito bem esse maior destaque que a sua personagem acabou ganhando durante a temporada. Megan que aprendeu a se posicionar muito bem dentro daquela história, não aceitando tudo tão facilmente e batendo de frente com o seu marido quando necessário. É Don Draper, os tempos mudaram…

Um dos meus momentos preferidos dessa Season 5, foi aquele episódio em que os dois foram viajar juntos, onde ele acabou ignorando todas as vontades da nova esposa e acabou sofrendo as consequências dessa falta de atenção com a sua pareceira de vez. E foi delicioso ver que com a Megan a coisa é bastante diferente e esse negócio da mulher frágil, já não funciona mais (isso já naquela época hein atrasados?) e temos certeza de que depois daquele chá de cadeira sem saber o paradeiro da sua amada, Don Draper deve ter aprendido a lição de que com uma mulher com personalidade não se brinca. Aliás, com a resolução do casal depois desse plot (Höy!), fica também cada vez mais claro de que Megan é mesmo a Senhora Draper ideal para aquele homem, que parece gostar muito dessa nova dinâmica na sua relação conjugal, tanto que surpreendentemente, ele se manteve fiel a nova esposa.

Também é sempre bacana ver Mad Men falando de coisa séria e assuntos reais que fazem parte da nossa história, como o movimento dos negros logo no começo da temporada, lutando por uma chance no mercado de trabalho e ganhando o seu merecido espaço (como para todos) dentro da SCDP, agência que sempre se mostrou estar a frente do seu tempo, mesmo com muito para aprender ainda aqui ou ali. E é bastante importante ver como um assunto como o preconceito racial ainda pode ser abordado de forma digna como aconteceu na série, em cenas do tipo quando o Lane não quis deixar a carteira esquecida dentro do taxi com o próprio taxista, muito provavelmente por ele ser negro, ou quando a Peggy ficou meio assim em deixar a nova secretária do Don Draper dormir em sua casa, tão perto da sua bolsa cheia de dinheiro, descobrindo nela um preconceito que até então ela desconhecia e recebendo um tapa na cara como resposta a esse comportamento na manhã seguinte, que é como a gente se sente quando se vê sendo alguém que vc não gostaria de ser. Cenas lindíssimas por sinal, delicadas, sutis, mas que não deixaram de tocar no ponto exato dessa ferida exposta até hoje, quase 50 anos depois.

Outra surpresa foi encontrar a Rory de Gilmore Girls aparecendo lindíssima em Mad Men do meio do nada e sem nenhum aviso prévio. Se bem que, eu não consegui lidar muito bem com a Alexis Bledel assumindo um lado mais sensual na série, com pele demais a mostra (meu lado cidadão de Stars Hollow protetor das Gilmore falando mais alto), o que eu achei que acabou demais para mim, fã assumido de GG, apesar de achar que aquela sua cara linda combina perfeitamente com o ambiente de agora. Ela que chegou para abalar as estruturas do casamento do Pete, que se encontra o mesmo chato de sempre, casado com a mesma chata de sempre e vivendo a vida chatíssima também de sempre. ZzZZZ. Mas que nós descobrimos ao final da temporada que ele poderia ser ainda pior, quando o personagem assumiu de vez o posto de amante na relação, algo que eu acho que ainda pode render mais no futuro da série… (vejo um final trágico e passional para os dois)

Dos plots mais interessantes da temporada, tivemos o Lane sofrendo por estar sem dinheiro devido a problemas com impostos, ele que acabou revelando uma amizade bem bacana com a Joan, até ser revelado que aquela relação de amizade, pelo menos por parte dele, poderia ir bem além, o que eu achei totalmente desnecessário. Se bem que, quem não se apaixonaria pela Christina Hendricks? Ele que chegou até a falsificar a assinatura do Don Draper para tentar dar um jeito em suas finanças, mas que ao ser descoberto, acabou sendo despedido pelo próprio, ainda ganhando a última chance de não sair com o bandido da história. O que foi a gota d’água para o personagem que não resistiu a pressão do fracasso a essa altura de sua vida, se sentido completamente injustiçado pela empresa que ele ajudou a reerguer (em partes, com toda razão…) e resolveu encerrar com a própria vida, não sem antes deixar uma parcela de culpa bem grande para o Don Draper carregar adiante, assim como um cheque bem gordo do seu seguro de vida para a Joan.

Joan que também ganhou ótimos momentos durante essa temporada, a princípio com o plot do seu casamento falido com o patriota viciado em guerra, que realmente já foi tarde e eu achei que agora, finalmente ela ganharia o Roger para chamar de seu, mas esse romance entre os dois ficou bastante adormecido durante essa temporada. E o ex marido se foi, mas não sem antes deixar mais uma mágoa para Joan carregar, com ele mesmo entrando com o pedido de divórcio, o que levou a personagem a quase perder a linha que ela sempre pareceu conseguir controlar muito bem co a sua pose de total lady. E mais para o final da temporada, ela ainda ganhou o que talvez tenha sido o seu maior momento dentro da história de Mad Men, com o plot da proposta indecente para salvar a conta da Jaguar, que viria a ser a conta de maior importância para o futuro da empresa.

Tudo isso em um episódio sensacional (5×11 The Other Woman), onde todos os sócios mantiveram-se a favor de colocar um preço no decote farto da Joan, tendo apenas o Don Draper como oposição. Algo que ele tentou evitar que ela caísse em tentação até o último momento, onde com isso, ganhamos momentos preciosos entre os dois personagens, que caso fossem um casal, seriam o casal com a maior magia da TV atualmente, sem o menor exagero. HÖY! Achei lindo quando ele revelou que nunca tentou nada com ela por se sentir totalmente intimidado com a sua postura e ela admitindo que sempre achou ele lindo demais. Demais inclusive para ela. #TEMCOMONAOAMAR?

Um episódio que causou um certo barulho em torno da série por conta de sua resolução, com a personagem aceitando a tal proposta indecente em troca da inclusão do seu nome naquela sociedade. O que pensando friamente e deixando de lado qualquer julgamento de valores, acabou fazendo todo o sentido para a personagem naquele momento, que nada tinha a perder (tá, eu sei que tinha, mas na verdade não tinha, não naquele momento da sua vida…) e que talvez não tivesse uma outra forma de acabar sendo reconhecida como peça fundamental da engrenagem daquela empresa, como o próprio Lane chegou a reconhecer enquanto ela estava totalmente insegura durante o seu período de licença maternidade.

Esse que talvez tenha sido o ponto mais alto da temporada, com as mulheres demonstrando as suas diferenças e revelando suas armas para conseguirem aquilo que desejam, principalmente com o contraponto da história da Peggy nesse mesmo episódio, que ao também não conseguir o que lhe era de direito (acho muito engraçado esse termo na verdade, rs) acabou tendo que se virar de outra forma para alcançar os seus objetivos profissionais. Duas mulheres totalmente diferentes desde o começo, onde a reação de cada uma delas é totalmente compreensível dentro da trajetória dos seus personagens, o que não aconteceria se tivesse sido trocado com uma no lugar da outra, por exemplo.

Mas embora eu até consiga aceitar essa resolução pensando na Joan desde o começo da série, eu acho fundamental que o Don Draper tenha mantido a sua postura contrária a essa plot todo, deixando bem claro que na cabeça dele, existiam outros meios para que a Joan conseguisse o que acabou conquistando dessa forma (e a ironia dela ter recebido o cheque do seguro do Lane depois disso tudo, hein?), evidenciando assim os lados opostos dessa história. Ele que agora sempre vem com uma indireta e parece que já até se esqueceu do seu próprio passado pessoal e profissional. Nós sabemos o que vc fez na campanha do verão passado, senhor Draper. Nós sabemos!

E é claro que quem nos emocionaria mais uma vez durante essa temporada, seria novamente ninguém menos do que ela, Peggy, que em parceria com o Don Draper, se torna ainda mais imbatível. Sempre fui um fã incondicional da personagem, sempre a admirei como mulher, como profissional e em todos os sentidos. Eu seria uma Peggy, tenho certeza disso e me vejo nela em diversos momentos, rs. E nessa temporada, Peggy mais uma vez se viu inferiorizada na empresa por ser mulher, o que para ela já não era mais aceitável, não depois do brilhantismo da sua trajetória de trabalho dentro daquela agência. E com a forma com que o Draper acabou a tratando naquela cena onde ela estava apensas exigindo os seus direitos, de forma errada mas com razão,  se tornou extremamente necessário que ela tomasse alguma atitude a respeito do que ainda a fazia infeliz dentro daquela empresa, colocando a prova o seu valor naquele universo.

Esse que foi outro momento sensacional da série para essa temporada, com a Peggy sendo reconhecida como profissional na agência concorrente e que fica a cargo do aqrui-inimigo do Draper e o momento onde ela anunciou a saída da agência para o seu mentor, não poderia ter sido mais especial, com ambos magoadíssimos dentro daquela sala perante a postura um do outro, engolindo o choro para não admitir o grande erro que estavam cometendo naquele momento e tentando manter uma postura no mínimo profissional (embora o corpo acabasse denunciando o verdadeiro sentimento de cada uma deles naquele momento) diante daquela situação que ambos não gostariam de estar enfrentando.

Foi lindo ver que mesmo fragilizada e enfrentando um momento importante na sua carreira, Peggy segurou firme a sua postura diante daquela situação e não precisou ser ingrata naquele momento, reconhecendo diante do Draper a sua total importância não só para a sua carreira, como também para a vida dela. Nesse momento, se Draper já havia passado por diversas situações de desconforto ao longo dessas cinco temporadas de Mad Men, acabou ficando bem claro que a despedida da Peggy talvez tenha sido o que mais doeu para o personagem e não tem divórcio certo e nem morte de ex melhor amiga, deixando-o visivelmente abalado naquele que talvez tenha sido mesmo o pior rompimento da sua vida. Talvez nessa hora ele tenha sentido pela primeira vez algo próximo do que é a sensação de estar perdendo o amor da sua vida. (outro tipo de amor, claro)

Nessa hora, vale reconhecer mais uma vez o excelente trabalho do ator Jon Hamm, que nesse momento parecia que teria um ataque cardiaco a qualquer momento, nos convencendo de toda a sua dor e ódio durante aquele rompimento que o pegou totalmente de surpresa. Coisa de ator bem bom mesmo, que não injustamente é indicado todo ano a quase todos os prêmios da TV por sua atuação sempre tão boa. Clap Clap Clap!

E a série ainda tem o Roger sendo o Roger, tomando LSD e entrando em uma viagem sensacional, tem visita ao backstage do show dos Rolling Stones, tem o drama de conseguir uma música dos Beatles para uma de suas propagandas,  além da Sally Draper, que está crescendo e vem se destacando bastante ao longo dos anos, encarando até o ciumes do seu pai por ela não querer mais se vestir como uma criança, rs. Quem andou sumida foi a January Jones durante essa temporada, que teve zero de importância para a trama e quase não nos lembramos mais do porque dela ainda fazer parte daquela história. E esse conjunto de fatores somados a qualidade da série e ao excelente texto de cada episódio, garantem que Mad Men seja notada todos os anos pelos mais variados prêmios, onde seria absolutamente impossível que algo tão bem feito como a série, passasse sem ser no mínimo notada por sua indiscutível qualidade.

Mas apesar de tudo isso, a sensação que fica dessa Season 5 é exatamente a de que essa não foi uma temporada feliz para o Don Draper enquanto personagem e isso ficou ainda mais claro durante o episódio final, onde ele terminou encostado em um balcão de bar qualquer, sendo notado pela mulherada sempre disponível para a sua magia, sem demonstrar a menor empolgação além do seu 1/2 sorriso naquele balcão. A sensação que temos é que Draper já se encontra cansado e um tanto quanto decepcionado, encarando o fato de que uma nova geração se aproxima com grandes ideias (por isso a rivalidade com o novo personagem da criação, que tem ótima ideias e que ele chegou até a sabotar em um determinado momento) e com um talento compatível ao dele, o que de certa forma o deixa inseguro em relação a sua própria vocação, o que todos nós sabemos que é uma grande bobagem e que qualquer outra mente brilhante que apareça do dia para a noite dentro do mundo publicitário, vai precisar de um longo caminho para acumular a bagagem de um Don Draper da vida.

Talvez Draper esteja realmente infeliz, ou talvez ele esteja apenas encarando o fato de que está envelhecendo. Será que o peso da idade também vai alcançar Mad Men?

Veremos na próxima temporada…


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Quer dizer que vamos ficar até 2012 sem Mad Men novo?

Março 30, 2011

Sim, é isso mesmo e foi o próprio AMC quem disse. Dra-ma!

Diz que tá um drama as negociações entre o elenco, o criador da série Matthew Weiner e o canal AMC e por isso a Season 5 de Mad Men foi adiada para 2012.

Ou seja, nada de Don Draper durante todo o ano de 2011, tsá? Fom forom fom fom

Recomendo a todos uma maratona então, para relembrar a série e para quem não assistiu ainda não perder mais tempo.

E eu fico aqui, em crise de abstinência…humpf!

ps: na américa antiga, acaba de ser lançado o box da sensacional Season 4, enquanto por aqui nessa terra de ninguém, acabaram de lançar a Season 2. Zzzz


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