Posts Tagged ‘Max’

XL-Tina Aguilera apresentando o seu irmão mais velho

Julho 21, 2011

Prazer em conhecê-lo. Euri

Eu não saberia dizer quem é quem. Dizem que até o Max ficou confuso.

Mommy?

Todas Taras Choram – O final de United States Of Tara

Junho 24, 2011

O final perfeito para uma série deliciosa.

United States of Tara nunca foi uma série fácil, do tipo que agrada todo mundo. Mas mesmo com a sua temática difícil acabou agradando uma legião de fãs (onde eu me incluo!). Não o suficiente para manter a série por mais algumas temporadas (humpf…), mas antes terminar a série no seu auge, do que acabar no limbo e sem deixar saudades alguma, não?

Sinceramente, quando começamos essa Season 3 eu me peguei pensando: hmmm, onde é que isso vai parar hein? Ou melhor, quando é que isso vai parar?

Não conseguia ver um futuro distante para a série, infelizmente, mesmo achando deliciosa a ideia da introdução de novas personalidades para Tara. Mesmo assim, estava feliz com o seu caminho até então.

E foram 3 temporadas deliciosas, de muita insanidade e momentos que certamente vamos lembrar com saudade por muito tempo.

É óbvio que o melhor da série sempre foi mesmo a interpretação primorosa da atriz Tony Collette, que mereceu todos os prêmios que ganhou pelo seu papel na série e também os que ela não ganhou (rs) e que conseguia mudar de um personagem para o outro em questão de segundos, demonstrando uma facilidade assustadora para isso. E foi uma delícia conhecer todas as suas personalidades, ou melhor, todas as Taras. A minha preferida? Shoshana, só porque eu gosto de dizer Shoshanna (ainda vou dizer esse nome na Starbucks e vou demorar para pegar o meu pedido, só para ficar ouvindo o atendente chamando “Shoshana” rs)

O final foi uma delícia, com resoluções bacanas para todos os personagens. E a carga dramática maior da série que sempre foi de Tara e sua várias versões dela mesmo, dessa vez ficou por conta de Moosh e Max. Algo merecido até, pq depois da Tara e todas as sua versões, os dois sempre foram os meus preferidos.

Moosh ganhou uma força maior ainda com a morte do seu ex boy magia e no episódio anterior, quando ele enfrentou Bryce, a versão psicopata da sua mãe, depois daquele tapa na cara dentro do seu próprio quarto, foi realmente uma delícia. No final eu já esperava por aquela resolução e somente a Tara, que sempre teve uma relação invejável com o seu filho poderia ajudá-lo em uma situação tão difícil como aquela e naquele momento recuperar tudo o que eles construíram dentro dessa relação mãe e filho.

Agora, para o Max chegou a hora de botar para fora tudo aquilo que estava contido dentro dele afinal, aguentar aquele “rotina” por tanto tempo, não deve ter sido nada fácil. E aquele alívio que deram para ele durante esse episódio final foi delicioso, primeiro com alguns momentos de alívio fake, apenas imaginários, até um surto completo com direito ao pato do jantar sendo esmurrado e jogado contra a parede. Algo que eu confesso que me comoveu e me fez rir ao mesmo tempo. Uma situação totalmente compreensível para um homem que segurou lindamente toda essa barra de ter que lidar com uma Tara diferente a cada instante por todo esse tempo. Super merecido o seu solo Max! Clap Clap Clap!

Para Tara, sobrou a tarefa de afogar em uma sessão de tortura o seu pior inimigo, Bryce. Algo que só poderia acontecer vindo dela mesma, em uma atitude bem mais corajosa do que o psicopata de 14 anos poderia pensar. Suck it Bryce!

Os demais personagens todos também tiveram suas resoluções, tudo com muito carinho, apesar da pouca importância deles para a história. E só eu gritei “Yrra!” quando o Neil negou o pedido de casamento da Charmaine? Depois ele voltou atrás, mas ela merecia aquele primeiro não, hein?

No final tivemos Tara partindo para o seu tratamento em Boston, mas carregando junto o que ela apenas suas partes boas, além de sua coragem: Alice, T e Buck, ainda meio quebrados do pesadelo com a chegada de Bryce em suas vidas, mas resistindo fortemente até o final e acompanhando Tara em sua vida, pq afinal, quem não é um pouco maluco nessa vida, não é mesmo?

E sem dúvida  nenhuma United States Of Tara foi umas das séries mais originais dos últimos tempos, muito bem escrita, com piadas inteligentes e situações completamente nonsenses. Certamente, vamos sentir saudades de todas vc Tara. Bye Bye!

Max + Aguilera muito bem acompanhados!

Janeiro 13, 2011

Foufos mil!

ps: Hey Donald!

Max tmbm é o Batman?

Outubro 22, 2010

Xiiiiii, Kingston, vai ter que dividir a fantasia com o Max hein? Foufo mil

Yupie!

Outubro 18, 2010

Foufo mil esse momento Aguilera + Max hein?

Hey Max!

Outubro 15, 2010

Seu foufo! (e boa sorte para a Xtina quanto ao báfu que não devemos falar na frente do Max neam?)

Eu quero dividir minha lata de leite condensado com Mary e Max

Setembro 30, 2010

Quando a solidão e a tristeza mostram a sua beleza em forma de uma amizade foufa e improvável. Talvez eu tenha acabado de assistir a animação mais encantadora de todos os tempos. Logo eu, que tmbm pertenço a geração Disney de animações, que cresci ouvindo histórias de contos de fadas, princesas e seus príncipes corajosos. Pouco tempo depois uma nova geração de animações ganhava o reforço inevitável da tecnologia e tmbm me conquistava com uma série de novos clássicos que foram surgindo ao longo dos anos.

Até que eu me deparo com a história do filme “Mary And Max”, uma produção australiana, despretensiosa, franca e profundamente sentimental. Impossível de não se apaixonar e impossível também de conter as lágrimas, fatão!

Mary em seu universo australiano em tons de marrom, que vem a ser a sua cor preferida, uma jovem menina de 8 anos, tímida, com uma marca de nascença tmbm marrom em sua testa, extremamente curiosa e sem amigos, onde a sua maior alegria é assistir ao seu progama preferido na tv, devorando uma lata de leite condensado ao lado do seu inseparável galo de estimação. Howcuteisthat?

Max, um senhor de quarenta e poucos anos, escondido em seu apartamento minúsculo em NY, em meio aos seus animais de estimação, tmbm muito tímido e que sofre da mesma ausência de amigos em sua vida, assim como Mary. Max tmbm é viciado em uma de suas receitas preferida e inventada por ele mesmo: cachorro quente de chocolate.

As coincidências entre as vidas dos dois não param por ai. Ambos são apaixonados pelo mesmo desenho de tv, colecionam os seus personagens, cada um do seu jeito (euri dos brinquedos criativos que ela mesmo fazia) e que descobrem toda essa semelhança a partir da brilhante idéia dela de se comunicar com outras pessoas do mundo.

Max é escolhido aleatoriamente pela garota e a partir de uma simples primeira carta, ambos passaram a se corresponder com freqüência. Conversavam sobre tudo, tudo mesmo, trocavam experiências, lembranças, além de Mary deixa-lo completamente desconfortável com suas perguntas.

A minha pergunta preferida é sobre o táxi: se um táxi andar para trás é o taxista quem tem que nos pagar? Ro-lei

Até o dia em que ela resolve perguntar algo sobre o amor para Max, que faz com que  ele tenha uma de suas maiores crises de ansiedade e acaba entrando em colapso, que é quando descobrimos que Max sofre da Síndrome de Asperger (algo recorrente nas produções americanas atuais e que eu sinto que vem daqui o fundamento hein?). E essa pergunta leva a dupla a uma longa pausa de 8 meses sem trocar uma simples correspondência.

E o filme é recheado de cenas lindas, cheias de sentimento, com diálogos sinceros de situações do cotidiano dos dois personagens, que apesar da grande diferença de idade e cultural, parecem em alguns momentos ser a mesma pessoa, dividindo o mesmo tipo de sofrimento e dúvidas.

A amizade entre os dois é tão inocente e verdadeira, que acaba durando por anos, onde Max enquanto envelhece, acompanha o crescimento de Mary até ela se tornar uma mulher casada, formada e de sucesso com sua tese que seria lançada em breve onde o assunto era a Síndrome de Asperger, e que foi baseada na experiência da relação dos dois (pausa dramática).

O que leva a história do filme para caminhos mais obscuros e com assuntos mais pesados que acontece a partir da grande briga entre os dois devido ao lançamento do livro, algo que não deixa Max nem um pouco feliz. Mostrando-se completamente indignado ao ver a sua história sendo contada para o mundo todo, Max não vê outra forma de demonstrar a sua fúria a não ser enviando para Mary a letra M da sua velha máquina de escrever. Quer uma atitude mais dramática do que essa? Cool, penso em entregar umas letras do meu teclado tmbm por ai, fikfik… (talvez eu tenha que passar a escrever ikdik, rs)

Ela por sua vez, profundamente triste por ter magoado o seu amigo com o seu próprio trabalho, resolve então não lançar mais a sua publicação, deixando de lado uma carreira de sucesso e entrando em um nível de depressão assustador, que acaba levando-a até a uma tentativa de suicídio, em uma cena linda com Mary se despedindo das fotos das pessoas que passaram por sua vida ao som de “Que Será Será”, tudo isso com a corda no pescoço e a boca cheia de Valium. Dra-má-ti-co!

Mas uma simples atitude do seu vizinho, que demorou 45 anos para toma-la, acaba evitando um final trágico para a sua vida.

Um filme um tanto quanto “sombrio” para crianças, mas tudo é tão real e contemporâneo, mesmo com o filme se passando entre os 70’s e os 80’s. E como tudo é tratado tão naturalmente, a história pode sim ser retratada como um filme infantil, do tipo que não infantiliza as crianças e prefere mostrar a realidade. Digno, muito digno.

Os assuntos abordados no filme, apesar de serem considerados pesados, são todos tratados dignamente e de forma simples e sutil, talvez por isso eu considere o filme como uma das melhores animações que eu já assisti em toda a minha vida. Além de toda a beleza e melancolia da historia é claro.

Como nada na vida é perfeito, ambos acabam passando por grandes decepções, fracassos e até algumas tragédias em suas vidas, até que se dão conta que a imperfeição não pode ser uma barreira para que eles se relacionem com outras pessoas. Até o marido de Mary no filme, o seu amor desde criança a abandona para viver um amor gay com o seu amigo e agora parceiro, com quem ele também se correspondeu por anos. Dra-ma neam? Mas ele bem que deixava uns fikdik ae no meio do caminho, Mary é quem foi tola…

E o anel do humor vcs lembram? Pois é, esse é um dos itens preferidos de Mary, do qual ela só se desfaz no enterro da sua mãe.

O filme termina de forma triste é claro, mas com o aguardado encontro entre Max e Mary, onde a garota cumpre a sua promessa de visita-lo em NY, dessa vez carregando o seu próprio filho, já adulta e encontra em seu apartamento o lindo registro daquela amizade de anos, que de certa forma alimentava e conduzia a vida daqueles dois por todos esses anos. Objetos, as cartas, o livro com as faces e as suas lágrimas, tudo estava ali, no apartamento de quem ela descobriu ser o seu grande e melhor amigo durante quase toda a sua vida. (glupt!)

E com a devolução da letra M à máquina de Max, ambos se despedem de vez dessa grande história de uma amizade sincera e pura. Chorei, chorei em vários momentos durante o filme e estou chorando até agora só de lembrar dessa história enquanto escrevo o post. Se esse post fosse escrito no tempo deles no filme, estaria certamente todo manchado.  E se vc não chorar tmbm ao assistir o filme, pode ter certeza que vc não passa de um pobre alma sem coração. (rs, mas é verdade hein? Hmm)

Não tenho o DVD ainda, mas o vi em um supermercado um dia desses, vcs acreditam? Completamente perdido no meio a todos os outros, fazendo um contraste óbvio com todo o seu PB brigando com as capas hipercoloridas das demais aninações.

Ahhhh, e a dublagem da Mary e do Max é feita por ninguém menos do que Toni Collete e Philip Seymour Hoffman, tsá?

Claro que eu vou compra-lo e digo mais, vai para a minha prateleira especial como o meu novo preferido. Filme pra comprar a edição especial, guardar para sempre e assistir um dia emocionado e cercado dos meus filhos, dividindo dessa vez a nossa lata de leite condensado e quem sabe comendo um cachorro quente de chocolate rs.

+ 1 Batman?

Maio 13, 2010

Depois do confronto do século, uma nova versão do Batman resolveu aparecer. Max, o filho da Aguilera fazendo a linha Batman antigo. Foufo mil!

Max

Maio 10, 2010

Awwwwwnnn! Que foufurice foufa esse menino neam? Adorei o fundamento fashion dele, aliás o Max  esta sempre muito bem montado. Parabéns Aguilera, pelo menos ele me parece bem original, já o seu novo video…

Max, já mandei meu colorista copiar o tom

Março 10, 2010

Que foufo esse Max hein? Preciso dizer que ele é filho da Aguillera? Não neam? Os leitores do Guilt supersabem!

E esse picummã esta incrível neam? Ricoh! Copiei

ps: mas e essa pai hein? Lembrando que Xtina esta gravando um filme ao lado do Cam Gigandet e eu posso até imaginar o carão de desanimo ao chegar em casa pós work, prontofalei!


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