Posts Tagged ‘Mia Wasikowska’

Porque nunca é um Matthew Goode sentadinho lindamente no sofá de casa?

Março 12, 2013

mia-wasikowska-matthew-goode

Porque Cher? Porque?

Será que Alice, The Alice, tem uma resposta aceitável para nos dar?

Indignado & enfeitiçado, claro. Höy!

 

ps: leio/vejo/ouço Goode (que deveria se rebatizado para “Damn Goode”, rs) e logo lembro de “A Single Man”, “Match Point” e o tolo “Leap Year” que vale pela paisagem da Irlanda antiga e pela barba invejável do mesmo. #ASSOCIAÇÕES

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Que “Restless” descanse em paz

Maio 2, 2012

Um filme sobre um estranho amor juvenil. Estranho demais…

Realmente “Restless” é um filme de amor dos mais estranhos, do tipo que apesar do apelo, não chega a comover, apesar de ter a direção do sempre excelente Gus Van Sant. Humpf!

E não me entendam errado, porque todos sabem que eu adoro uma estranheza, mas talvez eu tenha encontrado um dos meus limites. Histórias trágicas de amor até que me comovem, bem pouco, mas também o meu sangue não é composto de água gelada a ponto de conseguir não sentir absolutamente nada (as vezes sinto raiva por usarem um plot tão recorrente e fácil de emocionar qualquer um). Mas tentar comover com o óbvio, não é nem de longe, o meu tipo de emoção preferida. Nem quando a história ganha o olhar primoroso de um diretor como o do próprio Gus Van Sant.

A mocinha com câncer, Annabel (Mia Wasikowska) que decide viver os três últimos meses da sua vida da melhor forma possível, sem grandes dramas, talvez até mesmo para esquecer um pouco da doença, que no seu caso, não encontrou o caminho da cura. Conformismo? Poderia até ter, se o diagnóstico não tivesse um histórico antigo e talvez fosse mesmo a hora de relaxar um pouco mais, já que o problema parecia sem solução, até mesmo para quem entende mais do assunto.

Apesar da doença ainda ser terrível, acho que já está na hora de escolher um outro plot recorrente como a doença da vez, não? Ainda mais com o histórico atual de cada vez mais vítimas do câncer atingirem um final feliz, isso quando diagnosticados precocemente e quando tem o direito ao tratamento adequado (que deveria ser um direito de todos!), algo que nos dias atuais eu acho que não condiz mais com esse tipo de drama, embora seja sempre uma barra e só quem tenha enfrentado o problema de frente possa falar com mais propriedade sobre o assunto. Não sou do tipo super esperançoso, que se apega a fé em busca da cura, nada disso. Mas acho que as estatísticas recentes provam que há boas possibilidades de mais finais felizes para quem estiver passando por esse tipo de problema e nisso eu acredito.

Mas o problema do filme nem é esse e sim o outro lado da história, a relação totalmente estranha do personagem masculino do casal e o seu modo de viver cercado da morte. Enoch (Henry Hopper) é um jovem triste e solitário, que em seu tempo livre como lazer, escolhe a tarefa de frequentar funerais de desconhecidos. Ele que tem um passado trágico que envolve a sua família, o que mais tarde, é revelado ser o grande motivo dele ser figurinha frequente nas despedidas de pessoas que ele não chegou a conhecer. E embora o personagem seja extremamente triste e tenha esse passado obscuro, o que coopera muito com o seu atual modo de encarar a vida, falta emoção para o personagem, em todos os sentidos. Desde o seu trauma pessoal, até a forma em que ele nos é revelado durante o filme, onde tudo fica beirando a total falta de emoção e vc pouco consegue se envolver com a história do personagem, muito por conta do seu atual modo de vida.

Até ai tudo bem também, isso seria apenas um probleminha, digamos assim. Mas o problema maior e que talvez tenha feito o filme perder todo e qualquer sentido para mim, foi o fato dele manter um fantasminha kamikaze de estimação. Ahhh, faça me o favor!

Tudo bem que eu respeito quem vive esse tipo de experiência (embora confesse que eu morreria de medo se fosse comigo, sério. Xocotô!), mas ele não só fala com o seu fantasma, como joga Batalha Naval, conversa sobre meninas e mais tarde, chega a apresentar a própria namorada ao amigo do outro plano. Sério. Tudo na maior naturalidade, com ela não só aceitando muito bem tudo aquilo (existem pessoas mais espiritualizadas e com menos tempo a perder para questionar o mundo, Essy – disse a minha consciência), como também acaba fazendo parte daquela relação com o além, do qual ela está perto de fazer parte e talvez por isso tenha tanta facilidade em aceitar aquela situação exótica.

Mas sinceramente? Achei de um mau gosto total! Não só porque ele mantinha esse tipo de relação com o além, que pode ou não ser uma realidade, dependendo das suas crenças (eu prefiro acreditar em quase tudo), e isso já em sua vida adulta, mas também porque fica nítido no filme que não tratava-se de uma pessoa sensível e suscetível a esse tipo de experiência e sim, que aquele garoto tinha sérios problemas, facilmente diagnosticáveis. (quando ele revelou que não pode se despedir dos seus pais e culpava a tia pelo acidente dos mesmos, por exemplo)

No final, mesmo com a relação dos dois até que sendo bonitinha, em uma série de cenas foufas entre o casal (exceto por aquele momento em que eles ensaiam a morte dela, que foi péssima, além do momento constrangedor onde ele confronta o médico responsável pelo tratamento dela também), porém, mantendo um nível alto de estranheza, eu não consegui sequer me emocionar com o desfecho final e totalmente previsível da história, que já havia sido anunciado desde o seu começo, diga-se de passagem. Em nada me surpreendi e não consegui achar uma história sensível ou emocionante, em nenhum momento do filme.

Achei que nada evoluiu e no final das contas, tudo acabou da mesma forma como começou. A garota fadada a morte teve o seu fim e o garoto com probleminha, muito provavelmente permaneceu com seus probleminhas, embora dessa vez ele tenha tido a chance de se despedir. (mesmo permanecendo mudo na hora do discurso no funeral)

Assim posso dizer que “Restless” é um filme equivocado, principalmente no quesito emoção e só prova que em um mundo cada vez mais visual e de aparências, um bom poster combinado com a assinatura de peso de um bom diretor, podem nos enganar completamente.

R.I.P Restless

ps: apesar de tudo, gostei bastante do figurino do casal

O problema de cortar o cabelo curto muito curto é:

Junho 20, 2011

Quando chega a hora de deixa-lo crescer novamente. Sempre um drama, fikdik

ps: vou deixar passar os vários tons de pele, pq ela foi Alice, The Alice, e por isso merece respeito. E tmbm pq pode ser por conta da qualidade da foto…

Mia Wasikowska parando tudo de vermelho em Cannes

Maio 13, 2011

Sempre acho um drama usar vermelho no red carpet, mas olha só esse modelón poder (by Roland Mouret) que a Mia Wasikowska usou na premiere do seu novo filme “Restless” em Cannes.

Cor + modelagem + fundamento, tudo perfeito e simples. Höy!

Digno, não?

Mia Wasikowska maravileeeandra para a BlackBook de Abril

Março 25, 2011

Maravileeeandra não?

E essas cores? Inspirador

É, acho que as crianças estão preparadas…

Dezembro 27, 2010

Direto e delicado e sexy ao mesmo tempo. Um casal normal vivendo a crise da meia idade, “living the dream” em sua grande casa no suburbio, lidando com o fato de que os seus filhos já não são mais crianças e todo o resto que acompanha o pacote “família”. Basicamente, esse é o tema de “The Kids Are All Right”, acrescentando o detalhe de que o casal da vez é um casal gay, um casal de mulheres, mas que nem por isso se torna o ponto central da história, sendo apenas um detalhe mesmo.

O que eu achei de mais importante no filme é que ele não levanta grandes questionamentos, bandeiras ou qualquer coisa do tipo como de costume. Tudo é muito mais simples do que isso e na verdade a história poderia acontecer com qualquer outro casal (e como acontece…). Clap Clap Clap Lisa Cholodenko (Hung, A Sete Palmos, The L World)

O filme aborda a questão do relacionamento entre famílias, ou o que alguns gostam de chamar como “nova famílias”. Eu acho o termo até que ok, uma vez que novas possibilidades de família vem surgindo. Que eles acham que vem surgindo agora, porque na verdade, sempre existiram, fatão! A diferença é que agora eles mostram a sua cara e exigem os seus direitos, como todo o resto do mundo. Finalmente!

Conversas deliciosas regadas a muit vinho e  comida orgânica entra filhos e  pais com almas hippies. De um lado, a mãe liberal (Julianne Moore), que desistiu da carreira por conta da sua família e que agora se permite aventurar por novos caminhos. E nesse caso, a escolha da vez é o paisagismo (que eu AMO!). A outra, a provedora da família, médica (Annette Bening), que traz o bolo de dinheiro maior para casa mas que nem por isso é a mais importante (mas as vzs se esquece disso). Essa, sonhou um dia com a família perfeita, com esposa e filhos , mas acho que nunca pensou muito no que isso representaria para a vida e sonhos da outra.Ambas com um filho cada, do mesmo pai, um até então desconhecido doador de esperma.

Até que a curiosidade dos filhos fala mais alto e eles acabam encontrando o tal “pai”. E a partir disso, todos tem que aprender a lidar com a presença de mais um membro da família e tentar conhece-lo.

A gente tende a achar que a família do outro é sempre mais legal do que a nossa, principalmente quando se é jovem. Os seus pais sempre te deixam envergonhados, mas os pais dos seus amigos (que fazem praticamente as mesma coisas que os seus), esses sim são legais. To-los!

Na verdade, basta vc olhar com mais atenção que vai acabar percebendo que família é tudo igual. A diferença são os métodos, as crenças, os princípios. Isso sim faz toda a diferença, as o fundamento é o mesmo.

Mas esse tipo de coisa não é tão fácil de ser percebida, é preciso muito tempo de convivência para isso e talvez por isso sejamos tão experts sobre as nossas próprias famílias, ou pelo menos o que conhecemos dela (…). E com tanto conhecimento sobre o assunto vem as frutrações, as opiniões diversas e algum julgamento. Dra-ma!

A questão da traição no filme, de uma das mães com o pai “biológico” das crianças eu achei um tanto quanto sacanagem. Mas é difícil parar para pensar no quanto aquele erro que vc esta cometendo poderá influenciar a vida das demais pessoas relacionadas com o problema, não? Quem nunca?

Essa sabedoria eu gostaria de ter (eu e o resto da humanidade), mas na maioria das vezes o impulso fala mais alto (e outras coisas também, rs). Egoísmo puro eu diria, principalmente quando vc não se importa com a relação dos seus atos impensados na vida dos demais, humpf!

Só acho que nesse caso, o caso poderia ter sido com a namorada do doador neam? Eu acharia bem chic! (rs)

Mas como resistir ao Mark Ruffalo? Ainda mais quando ele parece um rebelde que deu certo, apostou no seu sonho e se deu bem, amigo da natureza (euri)  e ainda me aparece vestindo couro e em cima de uma moto neam? Muita magia a ser resistida, fatão! Difícil lutar contra e talvez por isso eu tenha perdoado a Julianne Moore nessa.

Na verdade,  pra mim, o quesito “traição” sempre só pode ter dois motivos:

Motivo 1: Big T, também conhecido como pura sacanagem!

Quando vc acha que não da para resistir, por algum motivo, seja ele físico, químico ou whatever! Acontece e eu acho esse até que compreensível. (e isso não quer dizer “perdoável”, que fique bem claro para quem interessa, rs)

Motivo 2: Falta de atenção da outra parte. Clássico!

Na verdade, a grande desculpa de uma maioria de traidores (rs). Um se sente menos valorizado pelo outro do casal e por isso resolve ter um caso. Esse tipo de situação eu acho bem pior na verdade, porque é quase uma regra que quem faz esse tipo de coisa por esse motivo, faz pura e simplesmente para magoar de alguma forma o outro e não para satisfazer o seu próprio prazer, o que eu acho triste na verdade. Acho essa forma de traição mais maldosa e talvez por isso eu ache pior (mesmo achando as duas formas erradas neam? De novo, que fique bem claro a quem possa interessar, rs)

No final, um discurso direto e sincero, em frente aos filhos que fazem parte do problema e participam dele, ao contrário do que acontecia no passado, quando os filhos eram ignorados nessa hora e assim vem o pedido de desculpas da forma mais honesta possível, revelando a quem realmente interessa o quanto difícil é o casamento. Revelando o quanto é difícil envelhecer ao lado de outra pessoa, dividindo o dia a dia e o quão exaustivo isso pode ser. E a certeza de que as coisas podem ser resolvidas, pelo menos para alguns…

Achei esse um dos melhores discursos sobre traição e ou “pedido de desculpas” mais honesto do cinema atualmente. Uma excelente alternativa para quem esta passando por algo parecido ter uma idéia de como lidar honestamente com o problema.

Filme delicioso, recheado de piadeeenhas sutis,  sobre família e seus problemas, que eu recomendo para todos os meus leitores assistirem comendo um salada de produtos orgânicos e com “produtos orgânicos” eu quero dizer M&M’s (o pacote grande!)

ps: mais uma vez eu gostaria de deixar registrada a minha indignação em relação as traduções dos títulos dos filmes do inglês para o português. Nesse caso por ex, o título do filme por aqui ficou como “Minhas Mães e Meu Pai”, howlameisthat? Totalmente apelativo e sem a menor ligação com o propósito ou o fundamento do filme. Sinceramente, eu aceitaria esse trabalho, pq títulos como esses, afastam pessoas como eu dos cinemas, fikdik.

Poster lindo do novo filme do Gus Van Sant

Novembro 5, 2010

Hein? Achei bem foufo esse poster do Gus Van Sant, que além do fundamento foufurice,  ainda tem a Mia Wasikowska no elenco, tsá?

O filme me parece ser bem bom tmbm, mas é só para 2011, humpf!

#QUEROVER

Alice! The Alice?

Outubro 29, 2010

Sim, the Alice! Maravileeeandra essa Mia Wasikowska não? Höy

E isso me faz lembrar que já chegou o DVD e o Blu-ray de Alice in Wonderland! Yei!

Prefiro mil a capa do DVD simples, mas nem vou comprar agora pq vou aguardar a edição dupla de colecionador que certamente vai sair neam?

A parte phina da primeira fila da Miu Miu

Outubro 7, 2010

Alexa Chung musa magia, Mia  Wasikowska ou Alice para as intimas de Oliveira e Dakotona Ffanning, que passou o título de “Dakotinha” para a sua little sister, na primeira fila da Miu Miu, a versão “Young Prada” para jovens ricahs, fato. Phinas não?

Momento tendencismo Guilt:

Eu bem reparei e o Sartorialist até fez um post sobre o assunto, que revelou o it shoe do momento em Paris. E trata-se desse modelón do Valentino, que a Alexa Chung bem da esperta esta usando na primeira foto.

Essy diz: estagiário, temos um close?

Sim, temos um close! E não me aparece com esse close pra ver só? Humpf! (euri)

A minha viagem de volta a Wonderland, finalmente!

Março 20, 2010

Brilhante é pouco para descrever esse universo que eu acabei de ver com os meus próprios own olhos. Eu diria que é algo de extraordinário! Quando os estudios Disney anuciaram que um novo filme de “Alice In Wonderland” seria feito e ainda contaria com a direção de ninguém menos do que o pai do Edward Scissorhands, eu já sabia que só poderia vir coisa boa pela frenre! Quase que um sonho ter o meu clássico Disney preferido sendo dirigido por um dos meus diretores atuais preferidos. Passei a contar os dias a partir disso, ansioso mil!

E através desse novo e brilhante olhar eu fiz a minha segunda e sensacional viagem a Wonderland, ontém a noite. Contando com a companhia de antigos e queridos personagens só que com uma diferença, dessa vez o “síndico” do lugar dos sonhos era o Tim Burton, Yei! Preciso dizer mais alguma coisa? É claro que preciso! Chorei, do começo ao fim…fatão!

 

O universo recriado por Burton em seu novo trabalho com os estudios Disney é um absurdo de tão lindo. O tom azulado e sombrio tão característico dos filmes do diretor servem para dar o peso do drama na história, contrastando com todas as cores das maravilhas daquele país. Cores, muitas cores! O verde da grama é muito verde, o azul é bem azul, tudo é muito. Exageros que tornam as imagens do filmes únicas e singulares, além de maravileeeandras!

E quanta imaginação hein? Cavalos de brinquedo voadores com asas de borboletas e mini dragões são apenas alguns dos muitos detalhes do filmes. A cara dramática das flores da floresta, as arvóres com curvas exageradas e tmbm dramáticas se encontram com a natureza imperfeita do universo de Tim Burton. E parece que Edward Scissorhand andou por aquela floresta hein? Uma das coisas que mais me encanta em seu trabalho é esse dom que ele tem em enxergar a beleza no imperfeito. Trabalho primoroso diga-se de passagem.

 

Alice agora não é mais criança, já cresceu e esta prestes a completar 20 anos e com isso o peso de ser mulher naquele tempo começa a surgir, junto com a pressão de não se tornar um “peso” para a sua família. E para isso ela deve se entregar a um casamento arranjado do qual ela não concorda. Alice tem uma alma de heroina, contestadora e corajosa, do tipo que não aceita fácil qualquer imposição que venham a fazer à ela. E em uma tentativa de fugir desse destino, tentada mais uma vez pela imagem do coelho branco, ela acaba mergulhando no buraco escuro e embarcando novamente a um lugar que ela acredita ser apenas um sonho recorrente. Seja bem vinda a Wonderland novamente Alice!

 

Dessa vez a história é diferente, Alice foi praticamente convocada a voltar à Wonderland para enfrentar toda a tirania da enlouquecida Red Queen, que tem dominado o lugar desde que Alice partiu pela primeira vez quando ainda criança. Wonderland continua sendo um lugar de sonhos e absurdos, mas dessa vez existe algo mais obscuro no ar. E a missão de Alice dessa vez é derrotar o Jabberwocky e recuperar a coroa para a White Queen que foi roubada por sua irmã invejosa, a Red Queen.

 

E assim Alice segue por Wonderland, meio desacreditada pois ainda existe uma dúvida se essa agora jovem seria realmente a mesma Alice de outros tempos. Sendo assim, ao lado dos personagens mais foufos ever como o White Rabbit, Tweedledee & Tweedledum, Caterpillar, ela segue em sua busca de cumprir a sua missão nessa aventura, sendo ela a única esperança de devolver a liberdade para  Wonderland e suas criaturas.

 

Meu momento mais esperado foi o seu reencontro com o meu personagem preferido de Wonderland, o Cheshire Cat. Lindo e sedutor como sempre, ele aparece mais encantador do que nunca, com seu sorriso de meia lua e sempre com um ar  de misterio em tudo aquilo que diz. Foufo mil ele provocando o Mad Hatter, dizendo que o sonho dele era usar aquele chapéu.

 

E o que é o Mad Hatter do Johnny Depp hein? Sua interpretação é tão digna que não tem como não se apaixonar pelo atormentado personagem. Mais maluco do que nunca, suas nuances de humor mudam agora com mais frequência e um tom mais sombrio tmbm o cerca. Mas mesmo com toda essa nuvem negra ao seu redor, Johnny Depp conseguiu emprestar uma doçura para o personagem que é comovente. Um excelente trabalho de caras e bocas sem exageros, acertando o tom de comédia. Brilhante!

 

Se Depp já era sem dúvidas um dos meus atores preferidos ever, como o seu Chapeleiro Maluco ele acaba de conquistar o meu coração de vez, fatão! LOVE Mad Hatter, LOVE! E que essa parceria Burton + Depp continue para sempre. Sério, ele esta impagável no papel de Chapeleiro Maluco, Clap Clap Clap!

Outra que me deixou muito feliz com a sua primorosa interpretação foi Helena Bonhan Carter e a sua enloquecida Red Queen. Invejosa, divertida, arrogante, cômica e doce em alguns momentos, um verdadeiro presente ter a sua interpretação em um dos personagens mais deliciosos dessa história.

Seus momentos são tão cômicos no filme, que fica difícil de nomear a minha cena preferida. Mas a inicial, com os sapos em seu palácio, foi realmente muito divertido hein? Euri

Ficaria muito feliz em ver o seu trabalho sendo devidamente reconhecido e premiado por ae hein? Ela e Johnny Depp merecem hein? Fikdik

 

Os figurinos tmbm estão absurdos nessa adaptação da obra de Lewis Carrol. Alice tem várias trocas devido ao sua mudança constante de tamanho em Wonderland, que eu achei uma solução bem criativa e divertida para a personagem, que chega a aparecer nua em uma das cenas (mas não como vcs imaginam toleeenhos). Mas os demais persongens tmbm circulam pela história com figurinos absurdos, desde ao começo do filme onde todos estão no gazebo a espera do pedido da mão de Alice em casamento, até os personagens que circulam no palácio da Red Queen. Tudo muito bem eleborado e desenhado com muita criatividade, ricos em detalhes, coisa de quem gosta de moda neam? LOVE o figurino do White Rabbit, LOVE!

 

 

Vale dizer que todos os personagens foram muito bem cuidados nessa nova versão de uma obra tão querida. Todos muito dignos e com interpretações absurdas de seus atores, mesmo aqueles que não tem tanto destaque na trama. O que é de tão engraçada a White Queen da Anne Hathaway? Maluca coma a irmã, mas com um nível diferente de insanidade.

 

Um dos meus cenário preferidos do filme foi quando Alice teve que entrar no castelo da rainha pela primeira vez e para isso ela teve que atravessar um “pântano” de cabeças flutuantes que cercava o castelo, cabeças essas das vítimas da fúria da rainha que ordena a todo o momento “Off with the head!”. Uma fotografia sensacional! Off  With The Heads!

 

O filme é recheado de humor negor e piadeeenhas de duplo sentido escondidas por toda parte o que garantem o tom certo da comédia. O que não poderia ser diferente uma vez que sempre rolaram muitas especulações em torno dessa história que de tão incrível e popular que é pelo mundo, acabou ficando cheia de teorias e lendas em torno dela.  E muitas referências ao clássico animado da Disney tmbm estão presentes no filme, assim como algumas imagens da primeira visita de Alice a Wonderland, que me deixou beeem emocionado. Foufo mil!

E os cenários hein? Bom nesse caso foram praticamente inexistentes durante as filmagens, já que os efeitos e os truques de câmeras foram o ponto forte dessa produção. Mas o resultado final são de obras de arte, cada quadro de uma cena qualquer poderia estar pendurado em uma galeria de arte, ou na parede da minha casa, rs. Um filme lindo de ser ver, o nascimento de um clássico, certamente. Hello, Disney? Vamos modificar os parques e dedicar um bom espaço para o novo filme da Alice? Hein?

Ainda tem um momento “coreo” prometida e realizada pelo Mad Hatter que é sensacional (euri)!  No final, Alice repete o fato e é claro que euri de novo!

Ao final do filme podemos observar a transformação de Alice caminhando para a sua vida adulta como uma heorina, uma mulher diferente e a frente do seu tempo, que prefere seguir em busca dos seus sonhos a ficar acomodada em uma casamento abastado e infeliz. O que justifica o fato de ter sido escolhida por Wonderland e assim, já que Alice é capaz de entender os maiores absurdos do país das maravilhas, chegou a hora de conquistar o mundo! Go girl!

Eu que sou apaixonado por essa história desde quando ainda criança, me senti extremamente realizado com esse novo filme. Alice sempre foi o meu clássico preferido, sempre assistia ao filme quando criança que geralmente passava na semana de Natal na tv. Cresci amando os personagens, trabalhei pencas o tema no meu trabalho com moda e as vezes nos meus trabalhos como  designer tmbm e fiquei feliz igual criança quando ganha a sua primeira bicicleta quando ganhei o meu Cheshire Cat, presente dos meus primos foufos que trouxeram da Disney especialmente para mim (disseram que foi todo um báfu para acha-lo)  e que fica do meu ladeeenho aqui na messa do meu computador. Sou apaixonado por esse universo de imaginação e absurdos e fiquei completamente encantado com essa nova versão feita por uma das mentes mais criativas dos últimos tempos. Sensação de sonho realizado! Já posso dizer para todo mundo que o Tim Burton fez um filme para mim! (+1 porque ele tmbm fez o Edward para mim, neam?)

E como é dito no filme que as pessoas mais legais do mundo são um pouco malucas, acho que já posso me considerar supercool! Rá!

Thnks Tim Burton, mais uma vez vc me emocionou com a sua visão e sensibilidade! LOVE  (tears)


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