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Arrested Development e a nova forma de assistir TV que nem é tão nova assim…

Outubro 25, 2013

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Depois de muito se falar sobre o assunto, finalmente ganhamos uma nova temporada de Arrested Development (e ainda existe uma possibilidade de filme e ou nova temporada, logo, YEI!).  Para quem ainda não conhece a série (se é que existe alguém), trata-se apenas de uma das melhores comédias feitas para a TV até hoje, uma série não tão popular assim, mas com um elenco invejável, direção e desenvolvimento precisamente arrastado e deliciosamente delicioso.

Comecei a assistir a série anos atrás, em um noite de insônia, quando liguei a TV e acabei me deparando com algo diferente do habitual. Já tratava-se de uma de suas incansáveis reprises na TV e depois disso, passei a acompanhá-la, sem muita pressa, mas com a garantia de que cada novo episódio eu encontraria a diversão certa. Depois descobri que a série passava até na TV aberta, também nas madrugadas de um canal aí, onde acabei revendo um ou outro episódio, apenas para me distrair antes de dormir. Até que a série chegou ao seu final injusto, com um cancelamento precoce, como acaba acontecendo sempre com quase tudo que encontramos de realmente bom na TV. Na época, mesmo sem ter acompanhado a temporada final como deveria (só assisti depois), acabei assistindo pelo menos o series finale, porque me sentia na obrigação de me despedir da família Bluth como ela merecia.

Até que o Netflix resolveu realizar o nosso sonho e nos trouxe a história dessa família trambiqueira de volta para uma nova temporada, nos entregando os 14 novos episódio no colo, todos de uma só vez, Há quem considere essa uma nova forma de assistir TV, mas para nós que somos viciados no assunto séries de TV e acompanhamos algumas delas desde uma outra época, quando a internet não era exatamente a melhor opção (ou a mais rápida) para isso, se puxarmos na memória, vamos conseguir nos lembrar facilmente de um tempo em que acabávamos assistindo algumas séries apenas quando seus boxes eram lançados por aqui (muitos com preços absurdos), algumas com um atraso gigantesco em suas exibições na TV a cabo (que finalmente acordaram, mas ainda nem todas…) e por isso, essa sensação de “uma nova forma de assistir TV” talvez não seja tão verdadeira ou honesta assim.

A propósito, preciso reconhecer que o Netflix é uma excelente nova opção para essa tal nova forma de se ver TV, apesar da novidade não tão nova assim. Algo que acaba funcionando muito mais para suas séries originais, como foi o caso da aguardadíssima nova temporada de Arrested Development (e House Of Cards, Orange Is the New Black), do que para os demais produtos disponíveis no catálogo do serviço aqui no Brasil, que ainda não é dos mais convidativos, a não ser que você ainda seja um principiante na arte de assistir séries de TV ou filmes, porque dependendo do seu nível de interesse no assunto, você poderá se deparar com uma série de opções não tão grandes assim para a sua watchlist dos ainda não vistos. Mas de qualquer forma, vale reconhecer que o serviço funciona perfeitamente, tanto para quem assiste pela TV ou no computador (em outros meios também), além da vantagem de estar tudo disponível facilmente, sem ter que aguardar uma longa espera para que o seu programa preferido da vez seja carregado ou algo do tipo. Essa talvez seja inclusive a sua maior vantagem e com um catálogo mais completo, acredito que o serviço facilmente se tornaria um dos melhores do gênero, mas é claro que isso tudo envolve outras questões, como direito autorais e a exibição dos seus produtos na TV a cabo por aqui, que nem sempre ou quase nunca consegue acompanhar o resto do mundo.

Mas voltando a falar da nova temporada de Arrested Develpment (me sinto ridículo dizendo “nova”, sendo que ela estava disponível faz tempo e tendo visto logo que saiu, mas apenas 1 episódio por dia e só estar comentando agora #MYBAD), é sempre bom reencontrar com a família Bluth e todas as confusões que eles estão sempre envolvidos, ainda mais encontrando a história basicamente do mesmo ponto em que nos despedimos da mesma tão precocemente anos atrás. Todos juntos novamente, só que separados, tentando se adaptar a suas novas realidades e ainda tendo que se envolver com os problemas dos demais personagens dessa família, que diga-se de passagem, não são poucos.

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Michael (Jason Bateman) tentando seguir a sua vida, recomeçando após mais um fracasso, tendo que dividir a vida de universitário com o filho, George Michael (Michael Cera), que obviamente não fica nada feliz com a presença do pai. Gob (Will Arnett) perseguindo o sonho de se tornar um grande mágico, encontrando no caminho o seu pior inimigo, além dos seus problemas todos envolvendo a própria sexualidade e ou seu relacionamento anterior com uma adolescente. Tobias (David Cross) e Lindsay (Portia de Rossi) continuavam tentando viver juntos, ou separados, sempre envolvidos em novos casos amorosos nada ou pouco saudáveis para ambos e com a Maeby (Alia Shawkat) ainda perdida no meio dos dois, tentando fazer com que eles enxerguem o óbvio, algo que estava além de um peru cru e vivo servido no jantar de Thanksgiving (cena sensacional!) e nesse meio tempo, ainda encontrando tempo para ser genial e se tornar alguém bem sucedida na vida, mesmo sem ter terminado o colegial ainda e por alguns anos consecutivos, só para tentar atrair a atenção de seus pais. Isso é claro que além dos chefes dessa família, Lucille (Jessica Walter) e George Bluth (Jeffrey Tambor), com ambos envolvidos em trambiques pesados como a construção de um muro de separação do México e os USA e ainda tendo que enfrentar de perto seus respectivos irmãos do lado negro da força. E ainda tinha o Buster (Tony Hale) e a sua devoção a mãe que ele acompanhava de perto em sua prisão domiciliar, facilitando até mesmo o seu hábito proibido naquele momento de fumar (sério, não me lembro de ter tido um ataque de riso tão desesperado em muito tempo), além dos seus plots todos envolvendo o exército e o implante de uma mão gigantesca, motivo do meu segundo ataque de riso compulsivo ao longo da nova temporada.

Ou seja, toda a loucura dessa família estava reunida novamente, exceto pela forma como recebemos a nova temporada dessa vez, algo que envolvia a logística de todos os grandes nomes envolvidos em sua produção. Por se tratar de um elenco de peso, completamente envolvido com outras atividades, principalmente o cinema, a nova temporada de Arrested Development acabou tendo que ser realizada de uma forma diferente, separando seus personagens e com cada um deles ganhando um ou dois episódios ao longo da mesma, separando de vez a família Bluth, algo que sabemos que não é a melhor opção tendo um elenco tão bacana e personagens tão sensacionais nas mãos. Ainda mais com eles tendo sempre se completado tão bem, algo que acabou fazendo e muita falta ao longo dessa Season 4.

E para dar conta da demanda dos novos episódios, eles tiveram que se virar na edição, gravando inclusive utilizando o recurso do fundo verde, quando não era possível agendar os atores para a mesma data. Algo que apesar de ser prejudicial, não chegou a afetar tanto assim a produção, mesmo sendo possível perceber de longe esse tipo de montagem (o que acabou deixando tudo ainda mais engraçado), mas fato é que tudo teria sido muito melhor se a nova temporada tivesse sido gravada normalmente. Uma pena, mas é o que temos no nosso catálogo e só dela ter sido realizada, acho que nem podemos reclamar.

Separando os personagens dessa forma, alguns deles acabaram sendo bastante prejudicados, algo que deixou alguns episódios muito melhores do que os outros, por exemplo, isso é claro que levando em consideração o carisma do mesmo. Mas para nos compensar desses pequenos problemas de logística envolvendo a produção, a série acabou nos entregando junto com esses novos episódios uma série de participações mais do que especiais, mesmo que algumas delas tenham durado pouco mais de uma cena de 1 ou 2 minutos.  Isso sem contar todas as referências a mitologia da série, que foram todas sensacionais.

Assim, recebemos sim o aguardadíssimo retorno da família Bluth, que pode não ter sido como antigamente ou qualquer coisa do tipo, mas é sempre bom reencontrar com todos eles, mesmo que em um fundo verde ou acumulados em uma dose forte de episódios inéditos lançados de uma só vez, que por experiência própria, é recomendável que sejam vistos com calma, um por vez, porque apesar dessa ser uma série de comédia (que costumamos assistir em um tapa), ela não é uma série de comédia como uma qualquer. O bom de tudo isso é que além dos novos episódios e a série talvez ainda ganhar mais um pouco de sobrevida, o Netflix traz em seu catálogo as temporadas anteriores, o que chega a ser uma covardia de convite para uma maratona dessa que foi a melhor série de comédia do seu tempo.

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George-Michael Bluth

Agosto 10, 2012

Michael Cera e Jason Bateman no set de filmagens da volta de Arrested Development. Howcoolisthat?

A série já esta sendo gravada graças ao Netflix, que resolveu dar uma última temporada (Season 4) para a série que é simplesmente sensacional (e todos nós agradecemos) isso depois de algum tempo do seu cancelamento e existe até a possibilidade de que a série ganhe um filme. Cool Cool Cool!

Durante essa Season 4 teremos 10 episódios, sendo que cada um deles será focado em um dos membros da família (e alguns poderão retratar mais do que um só personagem) e serão todos exibidos pelo Netflix em 2013.

Ansiosos?

ps: Arrested Development foi a série que me fez conhecer e ficar apaixonado pelo Michael Cera e pelo Will Arnett no passado. (♥)

 

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Arrested Development não só vai virar filme, como vai ganhar mais uma temporada? É isso mesmo ou nós estamos sonhando?

Outubro 3, 2011

OMFG…que notícia mais sensacional foi essa?

Pois bem, não é que vai rolar mesmo e a deliciosa série (obrigatória!) Arrested Development vai ganhar mais uma temporada, além do já comentado filme? Howcoolisthat?

A notícia saiu no finde e diz que além do próprio filme, será produzida mais uma temporada de até 10 episódios, focado em 1 personagem por vez e que deverá funcionar como uma introdução para o longa, que será a conclusão disso tudo.

Preciso dizer o quanto eu fiquei feliz com a notícia?

Ansioso mil!

Childrens Hospital e Sirens arruinaram Grey’s Anatomy pra mim

Agosto 19, 2011

Midseason é um boa época para se fazer descobertas. Algumas boas, outras nem tanto. Também é hora de colocar os boxes em dia, além de tentar diminuir aquela lista interminável de sempre das séries que a gente gostaria de assistir se tivesse mais tempo disponível.

E foi o que eu fiz, mas dessa vez me arrisquei no território das séries médicas, mas nada muito convencional como estamos acostumados desde E.R e Grey’s Anatomy, pq essa cota na minha vida já esta preenchida (rs). Da minha própria lista eu aproveitei para colocar em dia Childrens Hospital, série que eu sempre tive vontade de assistir, mas faltava tempo e que atualmente se encontra em sua Season 3. Agora, por ouvir boas recomendações de diversos lugares diferentes, acabei encarando também uma maratona de Sirens (UK), essa encarando ainda a sua recém encerrada Season 1. E quer saber? Fiz excelentes escolhas no quesito diversão e fundamento…

Childrens Hospital

Uma série total nonsense. Não sei nem se pode ser considerado como uma comédia de escracho, acho que esta até mais para uma classificação como “comédia do absurdo”, de tão imprevisível e realmente absurda que a série consegue ser.

Tudo começou como web série e depois ganhou o seu espaço na tv. O elenco reune pencas de excelentes comediantes conhecidos de todos nós por seus outros trabalhos na tv e a história da série conta a rotina de um hospital infantil nada convencional (e que embora seja um hospital infantil, não trata apenas de crianças, rs).

Todos os médico são completamente malucos, donos das técnicas mais absurdas e sem o menor compromisso com a realidade. A começar por Blake (Rob Corddry, que também é o criador da série) médico palhaço, que dá até arrepios com o mix do seu make foufurice (e para alguns de pavor, rs) e mancha de sangue na sua roupa de cirurgião em formato de coração/borboleta. Assustador, mas foufo.

E tudo é tão absurdo na série, que fica até difícil de escrever. Detalhe que eles afirmam que o hospital fica no Brasil em diversos momentos soltos na série e a uma certa altura eles resolvem provar isso, com dois dos médicos do elenco saindo para comprar um churros na praia no meio do expediente, caminhando por paisagens do Rio de Janeiro de ver-da-de. Há quem tenha ficado ofendido com a piada no Rio, que envolve um vendedor ambulante de substâncias ilícitas, mas essa indignação fica para quem não tem humor. Ou pelo menos para quem não entende esse tipo de humor.

Atualmente em sua Season 3, eles aproveitam também para tirar o maior sarro de todo e qualquer clichê das séries médicas, principalmente de Grey’s Anatomy (e na carona Private Practice), que me parece ser o alvo preferido deles. As piadas sobre a narração na série por exemplo, são inesgotáveis e talvez por isso eu nunca mais consiga encarar um narração poética e fundamento da Dr Grey sobre a vida, sem lembrar das piadas de Childrens Hospital. É, Grey’s nunca mais será a mesma para mim e eu já estou ciente disso.

E como a comédia é recheada de absurdos, tudo é possível, mesmo com o plano de fundo sendo um hospital infantil. Religião, pegação nos corredores, limpar o nariz na cara do paciente. Pode tudo, rs.

Existem momentos musicais na série, episódio de flashback, um episódio ao vivo fake e um episódio primoroso de terror envolvendo crianças e seus lápis super apontados. Todos momentos hilários, que vc que gosta de um humor mais pesado, certamente vai adorar, fikdik.

As participações são sensacionais tmbm, como o Jason Sudeikis, a Eva Longoria e pasmem, até o Jon Hamm dá o ar da sua graça em um dos episódios e sobrevive na série no corpo de uma loira. Sério, acreditem. Até o Michael Cera empresta a sua voz para alguns momentos bem divertidos na série, fikdik.

Outro que aparece de vez em quando é o Nick Offerman, o sensacional Ron de Parks And Recreation e que interpreta um policial ex parceiro de um dos médicos na série. Ele que na vida real é casado com a Megan Mullally (a Karen de Will & Grace), que interpreta a chefe da equipe do Childrens Hospital e que rouba a cena como sempre. Tem um episódio no qual ela é perseguida por um maníaco (aparentemente até então), que me fez rolar de rir e tudo isso por conta da sua deficiência física, pode? Só para dar um gostinho do tipo de piada que eles conseguem fazer na série.

Além da deliciosa Megan, o elenco tem também vários outros atores que fazem papéis menores em algumas séries que conhecemos, como o namorado da Holly em The Office, o ator Rob Huebel, ou o Ron (Ken Marino) de Party Down, ou a Rachel de How To Make It in America (Lake Bell), que em alguns casos, até para a minha surpresa, se revelaram como excelentes comediantes.

E o ponto alto da série esta no momento “previously’, que é sempre muito, mas muito engraçado. (amo a sequência do Glenn falando com a mãe de um dos pacientes que se repete por alguns episódios, rs)

Mas tem que assistir sem aquele filtro do politicamente correto que algumas pessoas insistem em forçar de vez em quando para tentar parecer pessoas melhores (…), porque o humor aqui é pesado e nem todo mundo entende ou gosta. Para animar todos vcs a assistirem a série, vale a pena comentar que cada episódio tem apenas 10 minutos, ou seja, dá para ver fácil fácil hein?

Sirens (UK)

Outra grande surpresa do midseason foi a descoberta de Sirens, série inglesa do Channel 4.

A série tmbm fala de um ambiente hospitalar, mas nesse caso temos paramédicos em sua ambulância percorrendo as ruas atrás de suas vítimas, tudo bem very britsh.

Sirens tem até mais características bem parecidas com Grey’s Anatomy por exemplo, como a narração que fica por conta do personagem Stuart (Rhys Thomas), que ao contrário do que acontece na série americana, não tenta empurrar nenhuma lição de vida, ou faz um pensamento muito filosófico sobre um assunto qualquer. A narração nessa caso é mais direta e soa até mais honesta, com algumas verdades que ninguém quer ouvir sendo despejadas pelo personagem ao longo do texto. Ele que tem excelentes teorias sobre diversos assuntos e certamente vai fazer vc no mínimo repensar/concordar com os seus pensamentos. Coisa phina, bem humorada e com aquele clássico humor britânico que a gente tanto gosta, já tão característico das dramédias.

Outra característica que distancia um pouco a série inglesa dos médicos do Seatle Grace é o fato do elenco principal ser praticamente todo masculino. Temos Stuart, o mais inteligente da turma e responsável pelas teorias mais sensacionais na trama, aquele que aproveita para esconder atrás de uma armadura muitas vzs prepotente e até mesmo prática ou fria, toda a sua insegurança e seus medos.  Ashley (Richard Madden, que nós conhecemos tmbm como o Robb Stark de Game Of Thrones)  que é o escape gay da trama e que repete um pouco daquele estereotipo que a gente tinha e adorava em Queer As Folks, com o gay bem resolvido e com uma cabeça bem “masculina” para quebrar um pouco do estereotipo (mais ou menos quebrar e mais para entender mesmo, fikfik), Por fim, temos o terceiro elemento do grupo de paramédicos, Rachid (Kayvan Novak) o novato/estagiário estrangeiro e boy magia do deserto (Höy!), que é o mais descontraído entre eles, a veia cômica mais goofy da série.

No meio de todos esses meninos temos também uma representante do sexo feminino para quebrar um pouco dessa testosterona toda. E ela é Maxine (Amy Beth Hayes), que apesar de ser loira e insegura como a maioria das mulheres/pessoas normais desse mundo quando o assunto é a sua vida, talvez seja o lado de maior força da série, muito disso por conta do seu cargo como policial, mostrando que muitas vezes as mulheres são muito mais duronas do que qualquer cara. Suck it!

Os três dividem o espaço em uma ambulãncia verde e amarela pelas ruas inglesas, a procura de socorrer novas vítimas e enquanto isso, vão vivendo e discutindo várias situações do cotidiano, como o medo de compromisso que todo mundo tem, inseguranças, sexo e até as relações muitas vezes complicadas com a própria família que muita gente pode se identificar.

Aqui temos um humor bem menos escrachado do que em Childrens Hospital por exemplo, mas nem por isso a série perde a graça. As piadas são todas muito bem construídas e geralmente em torno do fracasso, o que ultimamente vem sendo o meu tipo de humor preferido.

Eu sempre acho as produções do Channel 4 bem modernas e essa vontade hipster é possível de ser percebida facilmente em Sirens e isso pelas sequências fundamento, sempre com a câmera buscando algum ângulo diferente ou uma nova perspectiva para que a gente possa enxergar a série. Cool! Algo que me lembrou o começo de Skins, lá em sua famosa Season 1 e em um dos episódios, eles aproveitam bem o fundamento da melhor série teen para começar o ep e melhor, ainda fazem piada com isso, com todo o delicioso e amargo sarcasmo inglês.

Apesar de poder soar a princípio como mais uma série médica, Sirens foge logo de cara de qualquer um desses estereótipos que nós já conhecemos e é possível perceber isso logo de cara, onde em um curto espaço de tempo vc já começa a se importar com a história dos personagens que até então vc desconhece, se envolvendo cada vez mais com a rotina daqueles caras e a relação de amizade e intimidade que eles vão criando ao longo da temporada. Impossível não torcer para que no final da temporada, o trio de paramédicos permaneça juntos.

Stuart e Ashley mantém uma relação de amizade sincera, que com o tempo vc vai percebendo que algo importante foi construído entre eles, provavelmente por conta da convivência no trabalho, além de uma óbvia identificação é claro. Um respeita o espaço do outro e consegue entender os seus limites. Tipo BFF, tanto que um é o “I.C.E.”  (piada para quem já assistiu a série…) do outro, mesmo que ele não saiba disso. Já o Rachid chega para bagunçar um pouco a relação e balançar as estruturas. Apesar de mais cara de pau, tentando se intrometer em assuntos que ele não tem a menor noção de até onde ele pode chegar, fica claro que ele esta tentando conquistar o seu espaço dentro daquela relação. Rola até uma disputa divertidíssima pelo posto de macho alpha da ambulância, howcoolisthat? E ao final da temporada é possível perceber o orgulho dos outros 2 personagens, em ver o grandalhão crescendo na profissão e merecendo de vez o seu espaço dentro da ambulância.

Acho excelente o episódio com o primeiro “roxo” do Rachid, um dos meus preferidos. Honesto e algo que eu sempre me perguntei quando penso em qualquer pessoa que trabalha na área da saúde e tem que enfrentar aquele tipo de situação, ainda mais pela primeira vez.

Outro ponto alto da série é a competitividade entres os paramédicos e bombeiros, bombeiros esses que sempre acabam chamando mais a atenção por sua mangueira imensa (Höy!) e a fama de herói que eles carregam. Além das piadas com a eterna arrogância dos médicos que se acham no topo da pirâmide da saúde e que ainda não entenderam que trata-se de um trabalho em conjunto.

Ao final da temporada, ainda ganhamos um grande descoberta (que eu já desconfiava da suas intenções desde o princípio) e uma versão super foufa de um deles em miniatura. Além de uma excelente representação nada óbvia do que pode ser o luto para algumas pessoas.

E a série ainda mostra que tem fundamento, pq é baseada no livro escrito por Tom Reynolds, um paramédico da vida real e que conta um pouco dessa rotina. Cool!

E se nada do que eu falei agora fez vc ter vontade de assistir Sirens, fikdik de que a série tem uma das trilhas mais deliciosas e com fundamento da tv atualmente. No mesmo nível de Skins, mas com a diferença de que eles não são muito “temáticos”, rs

Por enquanto encerramos a Season 1, com apenas 6 eps de 45 min, ou seja, larga de tanta preguiça porque não tem porque não assistir hein?

E com certeza depois dessa maratona de midseason, nunca mais Grey’s Anatomy será a mesma para mim, rs. O que não significa que eu tenha desistido do Seatle Grace, só que agora não tem mais como eu não enxergá-lo com outros olhos…

We are Sex Bob-omb

Novembro 15, 2010

Sabe aquele tipo de filme que vc assistiria todo o dia? Um dia estava eu escolhendo um filme para assistir com o afilhado da minha mãe, um garoto de 10 anos que veio passar o finde na nossa casa. Ficamos um tempão diante da minha coleção, tentando chegar a alguma conclusão de afinal, qual filme assisstir?  Ele queria ver “300”, de novo (toda vez ele quer levar o filme para casa e eu sempre prometo que vou comprar para ele mas esqueço, humpf!) pela 105 vez  e já eu queria diminuir a minha lista dos meus próprios filmes que eu ainda não assisti. Em meio a nossa pequena briga (rs), chegamos a conclusão de que iriamos assistir “Meet The Robinsons” da Disney, que ele me confessou ter assistido naquela mesma semana na tv. Mesmo tendo assistido ao mesmo filme naquela mesma semana, ele olhou pra mim e disse: tá bom vai, vamos assistir esse de novo, porque esse é o tipo de filme que a gente não consegue enjoar”. Achei tão foufo e é claro que  euri.

Então,  contei essa pequena história antes de mais nada para ilustrar que é exatamente o que acontece com “Scott Pilgrim vs The World”, um filme que vai te deixar com vontade de viver dentro de um game.

Primeiro de tudo, a linguagem de video game que o diretor Edgard Wright usa para contar a sua história é sensacional! Divertida, moderna, cool! Talvez um marco para a cultura pop contemporânea e como eu já disse por aqui, nada me surpreende se a nova safra de filmes do gênero para os próximos 2 anos seguirem essa mesma linha, fikdik

Preciso confessar que desde quando foi anunciado que finalmente sairia um filme baseado na HQ do Scott Pilgrim, eu já tinha ficado bem animado. Acho a HQ linda, gosto do traço, do preto e branco, dos personagens que são super atuais e da simplicidade moderna da revista. Ou seja, me empolguei desde o começo (e contei tudo para vcs aqui).

Até que, já tem duas semanas (sim, assisti no outro feriado pq tenho amigos influentes e infelizmente o filme estreou por aqui em poucas salas na semana seguinte, humpf…) que eu finalmente consegui assistir ao filme e todas as minhas expectativas foram confirmadas. E quer saber? Eu adoro quando isso acontece. Porque eu sou uma pessoa que acredita neam? Zzz, rs

O filme já tinha tudo para dar certo só pelo fato do próprio Pilgrim ser interpretado pelo muso indie que não tem nada de muso mas é muso mesmo assim, o ator Michael Cera, a quem eu dedico um amor de irmão (sério, eu queria muito que ele fosse meu irmão!) desde os tempos de Arrested Development e o seu querido George Michael. Em “Juno”, ele conquistou de vez o meu coração com suas pernas de saracura e o seu vício em tic tac de laranja. E sem contar o sensacional e mais recente “Paper Heart”, que é muito, mas muito foufo.

Com a atitude loser característica de Michael e os super poderes em nome do rock, o Scott Pilgrim do cinema traz acima de tudo uma nova linguagem que vai além do visual e chega ao modo novo de se contar uma história. Nada muito revolucionário, técnológico ou qualquer coisa do tipo. Mas o fato de montar o filme com se fosse uma história em quadrinhos, com intervenções, tipografias e abusando de referências a jogos de video game, isso trouxe um ar de novidade para a produção, além de nos deixar feliz por tratar-se de algo novo, ainda mais quando se trata de um filme sobre um “super herói”, onde todos os estereótipos das mais diversas franquias já foram tão explorados em diversas linguagens, algumas até já desgastadas. Scott Pilgrim é diferente dos demais e isso por si só já deveria ser um grande atrativo para vc levantar essa bunda do sofá e correr para o cinema. Now!

E o elenco é sensacional, cheio de jovens talentos e rostos conhecidos do mundo das séries. Tem a filha da Tara (Brie Larson) de United States Of Tara, tem a filha da dark porém ainda cool Lorelai em Parenthood (Mae Withman)e  o sensacional cara de Bored To Death (Jason Schwartzman), como o maior vilão da história e a Anna Kendrick, na pele da irmã de Scott. Além de rostos conhecidos, como Chris Evans (Fantastic 4, Captain America The First Avenger) e o Brandon Routh (Superman Returns) ,  coincidência ou não, ambos com histórico de super heróis em suas carreiras.

Outro que faz parte do elenco é o ator Johnny Simmons, que eu tenho visto em várias produções atualmente, um menino que eu acho bem talentoso por sinal, embora o seu espaço seja pequeno nesse filme.

Agora, todo o destaque vai para o irmão do Macaulay Culkin, o sensacional melhor amigo gay e roommate de Pilgrim no filme, o ator Kieran Culkin. Primeiro que a semelhança com o seu irmão é algo notável a assustador (eu até achei que era o próprio Macaulay quando eu vi o trailer pela primeira vez) e segundo que o garoto é divertido mil e me pareceu ser bem talentoso tmbm. Fofoqueiro, direto, promíscuo,  folgado e mais esperto, é dele os momentos mais divertidos do filme. O que foi ele pegando o namorado da irmã do Scott? E a sua fixação por meninos de óculos? E ele fazendo fofoca até dormindo? Euri

Outra bem foufa, de quem eu chegue a ficar com pena durante o filme é a Ellen Wong, a namorada com status de stalker de Scott Pilgrim. Mas achei sensacional a sua relação com o final da história. E quem nunca conheceu uma garota(o)  assim que atire a primeira tintura para cabelos azul celeste hein?

E tem a Ramona neam? O motivo de toda essa agitação na vida do herói. Com um atitude meio blase e too cool 4 u, ele não me conquistou tanto assim, cofesso. Mas ai tem a música, do Beck e com o título “Ramona”, que me faz repensar os meus sentimentos por ela. Fato tmbm que o seu figurino é o mais legal de todos e a luta onde ela tira aquele “martelo” gigante da bolsa é algo de incrível, não?

A trilha, que tem em sua grande parte a assinatura do Beck (que assina as músicas da Sex Bob-Omb, banda de Scott) não poderia ser melhor e a interpretação animada dos integrantes da banda de Scott Pilgrim é bem boa. Alias, os momentos musicais do filme são bem excelentes viu? Vale a pena encomendar a trilha tmbm, vão por mim (que eu bem já tenho a minha, rs)

Para mim, além dos momentos de luta do filme, que são sensacionais e te fazem ter a sensação de estar em um jogo de video game (sem sangue), que são muito bem coreografadas e que sempre terminam com aquela chuva de paetes gigantes + gliter prata + moedas, além disso, eu destacaria as cenas de insegurança de Scott, com sua aparência e principalmente com o seu cabelo, como as minhas preferidas do filme. Sério, ro-lei em cada uma delas. Michael Cera, vc realmente deveria ser meu irmão viu? (euri)

E quando Scott ganha a espada com o “poder do amor”  e logo depois usando a sua outra vida, quando ele ganha a espada do poder do “amor próprio” hein? Achei sensacional! Clap Clap Clap! Ahhh, e os quadrinhos originais tmbm fazem a sua participação afetiva no filme. Well done!

O saldo final é dos mais positivos para o filme, nem entendi muito bem o pq que ele não foi tão bem nas bilheterias americanas e tão pouco o porque que quase não passou pelos cinemas daqui. É, talvez o Michael Cera seja realmente too cool para a maioria…

Ainda assim acho que vale comprar aquela barra de chocolates gigante (TOBLERONE!!!) e aproveitar o feriado para se divertir e muito com Scott Pilgrim!

Espero ansiosamente pelo DVD Edição de Colecionador para colocar na minha prateleira especial ao lado dos meus outros heróis preferidos, fatão!

A juventude revoltada de Michael Cera

Setembro 8, 2010

Michael Cera sendo ele mesmo (+ ou menos, na verdade no filme ele faz o Nick Twisp)  e o seu alterego francês chamado François Dillinger. Divertideeenho vai?

Seria esse o novo “O último americano virgem”? Hein?

Não sei, acho que não. Acho que ainda falto fôlego para tanto. Mas vale uma vaga para a Sessão da Tarde, rs.

E  ter o Michael Cera com um jovem incendiário, fingindo ser quem ele não é mas pode muito bem ser se quiser, tramando para conseguir fazer com que a sua amada seja expulsa do colégio e ainda sendo preso vestindo um vestido de estampa floral cafona mil é no mínimo engraçado hein?

Vale a pena assistir tmbm pelas intervenções que rolam no filme, em forma de animação. E cada um com um estilo diferente, bem criativo. Cool!

Aguarde os créditos ou perderá algo bem foufo, fikdik.

Mas eu fico pensando que já esta na hora do Michael Cera (embora tenha aquela mesma cara de menino de sempre) parar de interpretar sempre um estereótipo dele mesmo, não? Talvez acabe ficando marcado, fikdik.

Trilha cool, meio “indie”, do jeito que a gente gosta. Filme bom para assistir a tarde, enrolado nas cobertas, comendo chocolate e sem compromisso, rs.

Paper Heart, um filme de amor para leigos

Agosto 4, 2010

Amor para leigos. Não consigo pensar em uma definição melhor do que essa para “Paper Heart” filme de Nicholas Jasenovec, que é pura foufurice foufa.

Primeiro que o filme começa com uma grande questão, que é a pergunta que não quer calar da protagonista dp filme: o que é o amor hein?

Ou melhor: What is love?

Baby Don’t hurt me, don’t hurt me, no more…

Desculpem a piada infame (estou tendo problemas com piadas infames por esses dias), mas eu senti a necessidade ridícula de cantar essa música agora. Blame 90’s e essas músicas chicletes.

E com essa pergunta na cabeça e um clima de documentário, nós passamos a seguir a vida de Charlyne Yi (que é a personagem principal do filme e tmbm foi escritora dele ao lado do ditetor), que viaja pelos USA (e um pouco do mundo tmbm) a procura de uma resposta concreta sobre o assunto, ou quem sabe algo que a faça entender melhor essa questão.

Entre especialistas, professores, amigos e casais apaixonados, ela vai ouvindo as mais diversas teorias sobre esse sentimento que nos faz querer estar com alguém (awnnn!). Achei bem digno quando um dos professores usa a ciência para tentar explicar para ela como que acontece a atração entre as pessoas e tudo mais e no final de tudo ele diz que apesar de todo o conhecimento da ciência, existe tmbm um pequeno toque de magia que acontece quando vc se apaixona por alguém, algo um tanto quanto inexplicável. Foufo mil.

Enquanto a menina segue a sua busca, ela acaba conhecendo o Michael Cera (que eu AMO) e a partir dai um romance entre os dois começa a acontecer. Mas nada muito convencional e nem bocó como de costume.

O delicioso do filme é que vamos descobrindo esse sentimento junto com Charlyne e vamos acompanhando o crescimento de tudo isso, o que eu achei bem divertindo e sensível tmbm. E o filme passa por todas as etapas, do começo ao fim do relacionamento, melhor dizendo.

Ao longo do filme, temos o depoimento de vários casais apaixonados, geralmente casais com mais idade. E eles vão contando a sua história de amor, que é ilustrada no filme com uma espécie de teatro de marionetes/fantoches de papel, onde os bonecos passam a interpretar a história  que o casal esta nos contando. Foufo mil!. E tudo isso feito de forma simples, quase que precária, com quase nada de recurso e muita criatividade. O resultado são cenas maravileeeandras e completamente lúdicas.

Uma das que eu mais gostei, foi a do casal onde o marido estava na guerra e que voltou para o nascimento do seu filho, onde quando ele chegou no quarto de hospital e viu deitados na cama, a mulher da sua vida juntamente com o seu filho que tinha acabado de nascer, ele não aguentou e desmaiou, literalmente. (euri)

E tem tmbm a cena do parque, com as crianças explicando o que é o amor para elas e o que elas entendem por esse sentimento. E com estamos falando de crianças, as respostas são as mais absurdas possíveis.

Por ter sido feito com essa característica tão forte de documentário, onde o próprio diretor do filme, no filme é interpretado por um ator, as histórias vão se confundindo e desde o começo vc passa a achar que aquilo é real.

O filme é simples, muito simples na verdade, com poucos recursos e uma excelente idéia eles conseguem resolver aquilo de forma muito digna, talvez criando um novo conceito de história de amor. Conceito esse que eu acho bem mais interessante, fikdik.

No final, somos poupados de mais um encerramento de história óbvio e ganhamos a versão interpretada por bonecos (como nas demais histórias), sobre o que enfim aconteceu com o casal Yi & Cera.

E achei bem chic  ela ser a heroína com os braços fortes, no final, rs.

Foufo mil!

Pantsless Saturday para a GQ

Julho 28, 2010

Eu adorei esse ensaio de parte do elenco de Scott Pilgrim, sem calças, circulando por ai. Já tinha mostrado para vcs a versão do Capitão América pego de calças curtas no metrô e agora chegaram as outras fotos do ensaio. Rolei!

E o que é esse look da garotinha ruíva? Báfu! O ensaio divertido  é para a GQ, Höy!

A minha nova estréia mais aguardada do ano: Scott Pilgrim vs The World

Julho 23, 2010

Esse ano eu fiquei ansioso mil com alguns lançamentos no cinema. Primeiro tivemos Alice In Wonderland, do Tim Burton, filme que eu aguardei ansiosamente, praticamente contando os dias para a sua estréia. Depois, Toy Story 3, foufo mil e que me fez chorar pencas e ainda tivemos o novo Sex And The City (2) que é sempre divertido e aguardado. E agora para finalizar o ano com força total chega ele, Scott Pilgrim vs- the World. Yei!

O filme é baseado na HQ do Bryan Lee O’Malley e tem esses traços de foufurice foufa pura, uma certa influência de mangás e personagens de jogos de video game  meio retrô, meio moderno e totalmente nerd. Cool!

Além de personagens foufos e com esse traço mais moderno e até bem clean em comparação com outras HQ’s, o filme traz para viver o próprio Scott, ninguém menos do que Michael Cera, que eu amooo desde Arrested Development e o seu George Michael super foufo. Sem contar que em Juno, ele ganhou definitivamente o meu coração, and anyone else but you. Sou filho único, mas eu bem queria ter ele como meu irmão (e um dia eu  até sonhei com isso, rs)

No filme, veremos Scott Pilgrim se apaixonar por Ramona, mas com um detalhe: para poder ficar com ela, ele terá que enfrentar os seus 7 ex namorados, em batalhas pra lá de animadas como podemos ver no trailler do filme. E entre os 7 estão:  Chris Evans, Brandon Routh e o Jason Schwartzman. Höy!

Abusando de referências pop e linguagem dos quadrinhos e games, o filme traz essa nova proposta de linguagem, que provavelmente veremos se repetir e muito depois da estréia do filme em todo mundo. Na américa antiga, o filme estréia no dia 13 de Agosto, mas nós aqui dessa ilha distante, teremos que esperar até Outubro para conferir essa belezura (euri).

Além da feliz escolha do Michael Cera para protagonizar o filme, a trilha tmbm promete, com a assinatura de ninguém menos do que o Beck (o dono do nome desse Blog que eu AMO!) para as músicas tocadas pela banda do Scott Pilgrim no filme (SEX BOB-OMB). Foufo mil neam? Alguém ainda duvida que o filme vai ser mesmo um báfu? Sem contar o quanto os dois são parecidos fisicamente neam? (Cera+Beck)

E olha só o tracklist:

01 SEX BOB-OMB (Beck): “We Are SEX BOB-OMB”
02 Plumtree: “Scott Pilgrim”
03 Frank Black: “I Heard Ramona Sing”
04 Beachwood Sparks: “By Your Side”
05 Black Lips: “O Katrina!”
06 Crash and the Boys (Broken Social Scene): “I’m So Sad, So Very, Very Sad”
07 Crash and the Boys (Broken Social Scene): “We Hate You Please Die”
08 SEX BOB-OMB (Beck): “Garbage Truck”
09 T. Rex: “Teenage Dream”
10 The Bluetones: “Sleazy Bed Track”
11 Blood Red Shoes: “It’s Getting Boring by the Sea”
12 Metric: “Black Sheep”
13 SEX BOB-OMB (Beck): “Threshold”
14 Broken Social Scene: “Anthems for a Seventeen-Year-Old Girl”
15 The Rolling Stones: “Under My Thumb”
16 Beck: “Ramona (Acoustic)”
17 Beck: “Ramona”
18 SEX BOB-OMB (Beck): “Summertime”
19 Brian LeBarton: “Threshold 8 Bit”

Além do filme incrível, do visual sensacional, da trilha báfu e pencas de produtos que devem aparecer por conta do lançamento (toys, que eu vou querer com certeza!) e um game que já foi anunciado, com um ar retrô e fiel ao visual da HQ…

… ainda tem essa brincadeireeenha aqui onde vc pode criar o seu own avatar do filme. Esse ai da imagem acima (com fundo vermelho) é o meu, foufo mil vai?

Agora, se nada do que eu disse até agora sobre o filme for o suficiente para te convencer a tmbm ficar ansioso para o seu lançamento, prepare-se para ver o trailler e depois me diga de vc não mudou de idéia?

Guilt wishlist – Meus nomes preferidos para ser o novo Spider Man

Janeiro 20, 2010

Eu promteti e disse que faria uma lista não é mesmo? Pois aqui esta , coloquei nela algumas apostas, na verdade mais desejos mesmo de quem eu gostaria de ver na pele do Spidey!

Já contei para vcs que o Spider é o meu herói preferido? É sim, LOVE Spider Man, LOVE!  E isso não é coisa da franquia milhonária não viu? Vem desde criança, quando eu tinha uma umbrella inseparável (ainda mais para uma criança que mora em SP, com esse tempo tão incerto)  com um Spider Man enorme estampado nela. LOVE! Era minha companheira para me levar até a escola todos os dias, me lembro de andar pelas ruas andando olhando para cima, só para ver a estampa dele, que era enorme e ocupava uns 60 % da umbrella. Era incrível mesmo, me deu até saudades agora (snif).

Por isso tenho um relaçán pessoal com o filme e gosto de defende-lo e sendo assim, listei os atores que eu acho que teriam alguma chance de fazer um bom trabalho na pele do meu herói preferido. Levei em consideração alguns ítens como a idade do personagem, características físicas e pessoais, sempre achei que o Spider Man não poderia ser alguém com muito apelo sexy, nem bad boy demais, tem que ter um olhar foufo, um sorriso foufo, praticamente um geek neam? rs

E vc fãs (daqueles que leêm todos os quadreeenhos) podem até não concordar comigo, mas nem confi, a lista é minha, eu que fiz e coloco quem eu bem quiser nela. Aquele bem amargo neam? Brinks

A minha wishlist tem 15 concorrentes e eu sinceramente espero que pelo menos 1 deles leve o papel de Spider Man.

1º Adan Brody

Adan Brody foi o responsável pelo inesquecível e adorável Seth Cohen em The O.C, que na série era um geek viciado em histórias em quadrinhos. Só isso já poderia garantir a ele o papel não é mesmo? Mas além disso, ele é um ótimo ator (embora não tenha feito nada de importante depois do final da série) e tem  todas as características que eu considero importantes para interpretar o meu herói. Dizem que ele seria o Flash, mas como não existe uma produção do filme  até o momento, acharia bem digno se ele fosse o escolhido.

2º Nicholas Hoult

Quem assistiu as Sesons 1 e 2 de Skins sabe que o Nicholas Hoult é mesmo incrível. Ele conseguiu fazer em apenas 2 temporadas (de poucos eps como é característico em Skins) todo mundo odiar e amar ele ao mesmo tempo. Tudo bem que ele parece bem mais noveeenho, mas é um bom ator tmbm e recentemente  fez “A Single Man“, o filme do Tom Ford e como eu sei que o grande responsável pela Gucci é uó e controla tudo em suas produções, é claro que ele não perderia tempo com um ator meia boca. Também acho que seria uma ótima escolha.

3º Joseph Gordon Lewitt

Joseph Gordon Lewitt seria uma boa escolha para o ser o novo Spider Man tmbm hein? Ele que me encantou completamente em “500 Days Of Summer” e havia sido escolhido para ser o herói na montagem da Brodaway. Com certeza faria um excelente papel na pele do personagem, fato. Seria uma boa opção pq ele não tem os mesmos traços do Tobey…o que talvez seja uma linha a ser seguida pelos produtores de elenco do próximo filme, fikdik. Minha maior aposta eu diria!

4º Anton Yelchin

Anton Yelchin talvez seja um dos menos conhecidos por aqui e mesmo assim é um dos maiores concorrentes para o papel, na minha opinião é claro. “Alpha Dog”, “Terminator 4”, “Star Trek”, “Charlie Bartlett”, foram apenas alguns dos filmes no qual Anton participou. E ele sempre é muito elogiado pela crítica, além de ter bem um tipo do Spider neam? Eu acharia digno se ele for o escolhido!

5º Andrew Garfield

Andrew Garfield nem é muito conhecido ainda, mas pra mim ele quase que roubou a cena no quesito foufurices com o seu personagem Anton em “The Imaginarium of Doctor Parnassus”. Eu realmente não o conhecia antes disso, mas acho que isso pode até contribuir para que ele seja o escolhido, já que Andrew uni o fato de ser pouco conhecido e ter talento para segurar o papel. Fora esse sobrenome foufo milneam?

6º Daniel Radcliffe

Não tem como não pensar nele quando o assunto é jovem ator possível novo Spider Man, fato. Daniel Radcliff é amaaaado pelo  mundo inteiro e talvez a sua tamanha notoriedade como Harry Potter não deixe que ele faça o papel. Uma pena, pq acho tmbm que ele seria uma escolha incrível. Mas como ainda faltam 2 filmes da série de “Harry Potter” para estreiar no mundo todo, acho que talvez os estúdios prefiram procurar um pouco mais antes de tomar qualquer decisão.

7º Elijah Wood

E porque não o Frodo? Se Harry Potter seria um pouco demais para o papel, talvez o Elijah Wood seja a melhor opção hein? Não tem como negar a semelhança entre ele e Tobey Maguire neam? Bom ator, caracterísitcas fisícas okayam…eu acho que seria uma boa pedida…mesmo ele sendo um anão neam? rs

8º Robert Pattinson

Esse aqui é o nome da vez e só por ter escrito seu nome aqui no blog eu já ouço gritos de uma fã desesperada a quarteirões de distância, rs. É claro que o nome Robert Pattinson surgiu na lista como um dos mais possíveis substitutos para o papel, mas eu não sei não hein? Com a franquia de “Twilight” rendendo pencas e com uma série de filmes ainda para serem rodados eu acho pouco provável que ele seja o escolhido. Mas caso role eu até que acharia digno, mesmo odiando o filme bocó dos vampiros.

9º Zachary Quinto

Tah, agora um pouco das minhas viagens, os próximos da lista eu acho bem pouco provável que peguem o papel, mas eu vou colocar aqui mesmo assim pq acho digno. Ué, e porque não o Zachary Quinto? Puberdade demais? rs. Acharia bem digno ele ganhar o papel pq eu acho que ele é um ótimo ator, fato. Mas será que ele ficaria muito metido sendo o Spock em “Star Trek” e o Spider Man ao mesmo tempo? Não sei não, eu ficaria, rs

10º Chris Pine

E se o Spock pode entrar na lista o Capitão Kirk tmbm pode não é mesmo? Eu fiquei apaixonado por ele na pele do Capitão Kirk em “Star Trek”, que além de tudo me fez rir mil no filme. Só acho ele um pouco grandão demais para o papel, talvez não role. E tmbm tem cara de mais velho embora não seja…não sei, acho que ele tmm não pega não. Quem sabe o Capitão América, hein Chris Pine?

11º Josh Hartnett

Josh Hartnett pode até ter mais de 30 já, mas vai ficar para sempre com essa careeenha de 15 anos e perdido na vida, Höy! Acho ele bem incrível e em muito tempo eu não tenho visto nada sobre o trabalho dele que me chame atenção, talvez seja a hora de uma nova chance hein Josh? Bora pro casting?

12º Jim Sturgess

Hey Jude! Awwwwwnnnnn. LOVE Jim Sturgess, LOVE! Jim é incrível e me fez chorar em “Across The Universe” (tah, eu choro com tudo mesmo neam?). Mas ele é grandão tmbm…e um foufo, Talvez seja uma ótima opção para fugir dos esteriótipo “Tobey” de ser…mas não acho que ele pega o papel tmbm não. Bem que eu gostaria, mas, esses produtores são sempre tão caretas!

13º Justin Bartha

Awwwwwnnn…outro foufo vai? Tudo bem que ele não tem feito nada de muito importante e seu papel em “The Hangover” foi uó neam? Mas quem sabe essa é a sua chance Justin Bartha? Bora pro casting?

14º Michael Cera

Eu acho ele digno e sou apaixonado pelo seu trabalho, afinal ele participou de uma das séries mais legais de todos os tempos ever, Arrested Development. E “Juno” diz alguma coisa para vcs? Foufo mil vai? Eu acharia bem digno se ele fosse o escolhido é claro, mas não acho que vai rolar viu Michael Cera? Blame seu físico de gafanhoto! Euri

15º Essy (euri)

Mas é claro que eu, Essy, não poderia jamais ficar de fora dessa lista neam? Todo gateeenho (euri), superparecido com o Tobey Maguire (quando eu assisti o 3 filme, uma criança bem disse isso na saída do filme, fatão e eu tenho testemunhas) , ótimo ator (euri), descolado, moderno e versátil (eurieurieuri). Canto, danço, represento e ainda faço o figurino e o design do filme. Melhor opção dos 15 eu diria…fatão! E eu acho que vou bem para o casting hein? Será que eu pego? Quero ver todos os meus leitores na torcida hein? Alôka! Meosonho usar aquele collant! rs

E essa é a minha humilde wishlist para o novo Spider Man, espero que Hollywood seja mesmo antenada e seja leitora aqui do Guilt hein? Fikdik! (e que levem em consideração que eu seria perfeito para o papel hein?)


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