Posts Tagged ‘Michelle Dockery’

E o red carpet do Emmy 2013 conseguiu ser tão preguiçoso quanto a própria premiação…

Setembro 29, 2013

neil-patrick-harris-emmys-2013

Sim já faz uma semana que aconteceu o Emmy 2013 e sim, ficamos morrendo de preguiça (não vou mais usar a desculpa da falta de tempo, prometo… #CRUZANDOOSDEDOS) de comentar a premiação que foi um excelente sonífero para o último domingo (sério gente, o que foi aquilo?), mas como não somos do tipo que deixa qualquer red carpet passar tão batido assim, resolvemos comentar as escorregadas e os acertos delas todas mesmo assim. Então levanta a barra dessa saia, segura a respiração toda presa nessa cinta emagrecedora sem furo para facilitar qualquer emergência no banheiro (como podem vender esse tipo de cinta, me respondam?) e reza para o guache vermelho do Louboutin do truque não resolver ficar perdido por aí e entregar sua atual condição no cheque nada especial.

E já começamos colocando o NPH no nosso cantinho do #ThinkAgain, porque por mais que até eles tenham feito piada sobre o fato do ator apresentar 24 a cada 24 premiações, suas piadas já estão ficando tão recorrentes como qualquer plot sem gracinha de HIMYM, assim como seus números musicas, todos muito bem feitos, temos que reconhecer pelo menos isso, que mesmo assim já estão com cara do mesmo do mesmo, imprimindo como se estivéssemos assistindo a uma reprise de quando tudo aquilo ainda era novidade. Saudades no NPH provocando o Hugh Jackman no palco do Tonny? Sim, talvez, porque sempre aceitamos ver duas amigas ameaçando uma a outra com grampos de cabelo afiados, mas confessamos que já estamos cansados e não é possível que em toda Hollywood não exista um outro ator, gay, que saiba cantar, dançar, representar e sapatear. (se eu descer e fizer uma audição agora na esquina da minha casa, certeza que aparecem pelo menos uns 358 em 5, 4, 3, 2, 1, jazz hands!

himym 2

himym

Mas Neil não foi o único do seu elenco que errou e suas companheiras de série, também não estavam tão inspiradas assim.

Alyson Hanigan insistiu no look sereia, que ficou pesado demais e mesmo com o tom certo de cabelo para tal, acabou imprimindo mais halloween do que qualquer outra coisa. Ela até tentou fazer piada postando um vídeo com toda a sua dificuldade para sentar no carro com esse modelo, mas a verdade é que tudo isso poderia ter sido evitado com algo simples chamado bom gosto. Apenas…

Já a Cobie Smulders, essa fez a linha lençol de rica com 387 mil fios egípcios que a gente sabe que apesar da qualidade do “ticido”, quase nunca funciona. Sinto que alguém que ainda se importe com HIMYM (não me importo, mas vou ver o series finale, claro) deveria falar para a Cobie todos os dias que ela é uma das mulheres mais lindas da TV atual e que nem por isso ela precisa se esforçar quase nada ou tentar ficar horrorenda toda vez que decidir sair em público. Obrigatô!

Girls

Das Girls que nós AMAMOS (estou revendo a Season 1 agora em DVD, e tenho me emocionado tudo de novo e continuo achando Girls uma das melhores séries de dramédia da atualidade, categoria que deveria passar a fazer parte das premiações para que elas fiquem mais justas), quem se deu melhor foi a Zosia Mamet, que apostou no fundamento da estampona bacana, sem ser muito óbvia e com um modelo todo bem pensado e renovado, apesar de ter uma certa cara de “clássico”.

Já a Lena Dunham….

Lena

Tenho sempre a impressão que ela vai de pernas de pau em toda e qualquer premiação (lembra quando ela ganhou aquele outro prêmio e caminhou até o palco parecendo estar com mais dificuldades do que uma senhora da terceira idade em seu andador?) e ela realmente deveria evitar modelos que além de aumentar a sua silhueta, ainda podem servir como motivo de piada do tipo que ela provavelmente deve ter escondido todo o buffet de salgadinho + a fonte de chocolates debaixo dessa saia.

#NAOTABOMNAO (mas a estampa e as cores estavam lindas, vai?)

zooey

Além da própria premiação em si, nada foi mais preguiçoso nesse Emmy 2013 do que a escolha da Zoey Deschanel, que até que fugiu do fundamento 50’s/60’s de sempre, mas ainda assim ficou naquela cartela de cores batida dela.

É, nada foi mais preguiçoso que isso exceto sua atuação em New Girl, que continua lamentavelmente sofrível.

amanda-peet-

OK, apesar da excelente companhia (Höy!), algo de muito ruim deve estar acontecendo com a Amanda Peet. não? Porque apenas alguém com sérios problemas emocionais e ou espirituais escolheria algo desse tipo, não é verdade? (R: SIM!)

Hey Netflix, já pensou em trazer de volta Jack & Jill e quem sabe salvar uma atriz da depressão? (pelo menos as reprises, vai? Já estou cansado daquele catálogo capenga, exceto pelas sérias originais e a 6 dúzia de coisas que eu não vi ainda…)

Claire Danes

Claire Danes provou que além de vencedora, é uma mulher de peito (pequenos, mas é) e apesar de não ter muito do que se orgulhar de seus gêmeos, ela conseguiu segurar um decotão como esse com cara de vencedora e deitou com todas. Sem contar que só pelo Hugh Dancy que a acompanha, ela já pode dizer que venceu na vida. #RESPECT

Julianna

Já a Julianna Margulies pode até continuar nos irritando, pode até ser a boa esposa demais, pode até ter ido vestida também de lençol com detalhes de origami (sim, o vestido tinha alguns detalhes do outro lado de quem vê), mas vai sempre merecer o nosso respeito se continuar aparecendo em premiações com o acessório certo. Höy!

gunn

Quem resolveu aparecer de bonita foi a Anna Gunn (que eu nunca achei uma mulher lindíssima em Breaking Bad, mas nos últimos tempos vem aparecendo sempre linda nos red carpets todos) com um vestido que não nos diz nada de novo, mas mesmo assim não deixou de ser uma boa escolha para ela. #NICE

bb

E os meninos de Breaking Bad podem até não ter levado nada para casa (nos prêmios individuais, claro), mas ano que vem, a gente já sabe onde as estatuetas de melhor ator coadjuvante em série dramática e melhor ator em série dramática, devem parar, não?

Se deus for mesmo uma mulher justa, ninguém tira essa deles. (e toda e qualquer outra futura indicação de Breaking Bad também!)

Brody

Venho a público dizer que mesmo com uma cabeça do tamanho do lado maior de um Kinder Ovo de Páscoa, o Brody continua com a magia confirmada, sendo o meu terrorista arrependido e ruivo preferido EVA.

Höy!

Downton

De todas as lindas mais lindas da noite, vou ter que dizer que a minha preferida foi a Michelle Dockery e isso porque apesar do seu vestido ter cara de clássico e quase nenhuma inovação, ele tinha cor, mais do que uma, um laço gigantesco nas cotas (imaginem isso sentada e apoiada naquela poltrona?) e isso a diferenciou das demais.

Isso e o fato dela ser inglesa, claro. Höy!

A propósito, sinto que ela vai sofrer da síndrome do Jon Hamm em toda e qualquer premiação, ele que é sempre (ou quase sempre) lembrado, mas nunca leva. Humpf!

E por falar em Jon Hamm…

hamm

Nada nem ninguém…

Wolk

(nem o James Wolk, o novo boy magia do momento que a gente já está de olho faz tempo e isso mesmo antes dele namorar o Max de Happy Endings, que fique bem claro)

… esteve mais magia mágica do que ele e sua barba (e a companhia na imagem acima acima, sem contar que eu ofereceria meu dedo mindinho para ter ido na festa dos perdedores, organizada por ele e a Amy Poehler)). Höy!

rs_560x415-130923065301-1024-JenniferWestfeldt-JonHamm-ElisabethMoss

E não adianta tentar esconder aquilo que todos nós desejamos, Hamm… (e seria esse tom de loiro o equivalente a barba do Jon Hamm para a Elizabeth Moss quando de férias de Mad Men?)

HÖY!

connie-britton

E como prêmio do pior look do Emmy 2013, e por pior querendo dizer extreamente cafona, gostariamos de agraciar a Connie Britton com nossas honras nesse veludo com dourado pesadíssimo. Isso sem contar o make e ou o cabelo também nada acertados. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

poehler fey

E para finalizar, Emmy, por favor, no ano que vem considere essas duas como a salvação para a premiação de vocês. (dupla que a gente encararia até na TV Senado, não? #PoehlerFey #FeyPoehler)

a_560x0

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Não acredito que é esse Tom Cullen que vai ser o novo boy magia da Lady Mary em Downton Abbey? (♥)

Julho 4, 2013

michelle-dockery-tom-cullen-

De vez em quando demoramos para associar o nome a pessoa (não me lembro se já tinha comentado essa notícia por aqui, mas fiquei surpreso de qualquer forma. Blame o delay do meu cérebro, rs), mas digamos que ao descobrir que o Tom Cullen que vai ser o novo interesse da Lady Mary durante a Season 4 de Downton Abbey (devido aos acontecimentos que nós não gostamos nem de lembrar. Arhg!) é o mesmo Tom Cullen do excelente e apaixonante “Weekend” (filme obrigatório para quem gosta de uma história de amor bem boa), já é motivo suficiente para nos deixar apaixonados novamente. Ai ai…

Ansiosos? Animados? Apaixonados?

Eu já estou com corações saltando dos olhos em neon com gliter. Höy!

(♥)

ps: recentemente foi anunciado que o Paul Giamatti também vai fazer parte do elenco da série em sua Season 4, interpretando o irmão playboy da Cora, mas dizem que ele só vai aparecer no final…

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

No regabofe dos Obamas desse ano, podemos dizer que quem se deu melhor veio diretamente de outras vizinhanças

Maio 2, 2013

Primeiro de tudo, uma pergunta importante e honestamente honesta: será que eles servem coxinha, bolinho de queijo e ou risoles misto na casa do presidente? (esses dias passei em frente a uma escola e senti um cheiro de risoles tão delicioso e que me lembrou tanto a minha infância, que quase subornei uma das crianças para comprar um para mim, mesmo correndo risco de acabar preso injustamente, rs. Sério)

No finde passado aconteceu o já famoso White House Correspondents’ Association Dinner (2013), que na verdade nada mais é do que um regabofe na casa do presidente, onde obviamente todos fazem questão de aparecer e que para a nossa sorte, a maioria deles parece não fazer tanta questão assim de aparecer muito bem, se é que vocês conseguem me entender. (enxergar já ajuda, rs)

Em meio a figurinhas repetidas de sempre e gente que veio de longe para ser recebida pela America antiga pelo atual dono daquilo tudo, percebemos que durante essa edição, os Obamas acabaram sendo envergonhados pelas pratas da casa e quem se deu bem mesmo veio de outras vizinhanças com sotaques diferentes.

Ficaram curiosos? Então vamos logo servindo os salgadinhos enquanto está tudo quente (detesto comida fria) que o jantar já vai começar…

 

Não basta ser linda, tem que ser inglesa, recém viúva e herdeira de Downton, não é mesmo Michelle Dockery?

michelle-dockery-white-house-correspondents-dinner

Sim Michelle Dockery, sabemos que você é tudo isso mesmo e ainda por cima vem com essa pele de dar inveja a qualquer pessoa que viva em um país que tem uma relação mais próxima com o sol.

Dockery que foi quem mais acertou durante o jantar com o presidente, mesmo estando com um vestido até que simples, apesar da cor (linda por sinal). Certeza que a Rainha e todos de Downton, principalmente a criadagem, se sentiram orgulhosos nesse momento. Só não vale se apaixonar demais por um hot dog e meia dúzia de bagels e logo considerar pedir a cabeça da sua personagem na série inglesa como muitos de seus coleguinhas, que isso a gente jamais vai perdoar, como não perdoamos o que aconteceu com o seu finado marido. O capeta e todos nós estamos de olho…

Agora, o melhor da imagem é a cara da Elaine ao fundo, apavorada por alguém ter acertado muito mais investindo na mesma cor que ela. Quem manda pegar seus conselhos sobre moda com o Seinfeld

#GHOLGEOUS

 

Ainda com sotaque inglês, outra que divou durante o jantar também veio da mesma vizinhança…

emily-mortimer-white-house-correspondents-dinner

… e essa foi a Emily Mortimer (com um modelo bem simples também), que apesar de ter escolhido esse vermelho mais aberto que não é dos meus preferidos (prefiro os fechados e ou queimados), também conseguiu se destacar em relação à suas amigas americanas, evitando inclusive de ser confundida com o tapete, algo que é sempre o pesadelo de todas que resolvem investir na cor.

ps: saudades de The Newsroom, que volta dia 14 de julho na America antiga. Anotem na agenda da Hello Kitty…

 

OK, nem só de inglesas divando sobreviveu o jantar do presidente desse ano

amy-poehler-white-house-correspondents-dinner

E como boa representante da America antiga, eu diria que até surpreendentemente (sorry Amy, eu tem AMO, mas nem sempre você acerta e isso talvez aconteça porque nós ainda não somos amigos. Me liga, pede para alguém te apresentar, rs) foi a Amy Poehler, que acertou bem com o seu longo branco, rico em bordados e que ainda por cima conseguiu dar mais altura para ela, algo que é sempre bem vindo no seu caso, rs. (e quando é que e a Tina Fey serão as apresentadoras dessa festa também, hein produção?)

 

Por favor, voltem para Nashville IMEDIATAMENTE

hayden-panettiere-white-house-correspondents-dinner

Lembra quando a gente gostava da Hayden Panetone em Heroes?

E lembra quando a gente gostava de Heroes? (que vergonha ter que admitir isso minha gente. E qualquer dia eu sorteio por aqui o meu box da Season 1 que eu não sei o que fazer com ele. Só para ninguém dizer que esse é um blog que nunca sorteia nada, rs)

Agora, alguém conhece alguém que tenha uma máquina do tempo (um segundo… Alôr? Doutor?) capaz de voltar no passado e nos dizer para não perder tempo com essas duas grandes bobagens da nossa história televisiva recente?

Obrigatô.

Sério, que vestido pavoroso em amarelo (e poderia ser em qualquer outra cor) é esse?

#CREDINCRUZ

Sem contar que esse tipo de saia, mesmo no tom de amarelo errado, continua imprimindo a saia da Bela de “Beauty And The Beast”. Fato.

Não que Hayden mereça usar algo do tipo, nem de brincadeira (bate na madeira x3), mas talvez ela tenha achando que a festa era a fantasia e vulgar do jeito que parece ser, talvez tenha alugado uma fantasia de “Bela Sexy” que é o que todas elas sempre fazem.

Pode reparar que todas com disposição para um biscatismo tem “Sexy” na descrição de suas fantasias.

#NAOTABOMNAO

connie-britton-white-house-correspondents-dinner

O mesmo vai para Connie Britton, que descobrimos recentemente ser o sonho de MILF de muitos marmanjos (vai entender a cabeça desses homens) e mesmo que não esteja vulgar como sua colega de elenco daquela série que preferimos não ver, errou feio por ter escolhido algo fácil de ser visto em um álbum de casamento qualquer.

#NAOTABOMNAO

 

Alguém sabe onde foi a promoção dos vestidos com tecidos meio assim?

elizabeth-banks-white-house-correspondents-dinner

Hein, Elizabeth Banks?

Uma mulher da Capitol me aparecer assim em público, não pode ser certo, não é mesmo?

#NAOTABOMNAO

E se alguém te oferece um vestido desses, nessa cor e tecido, você faz o que?

( ) Faz a pessega para não criar confusão

(X) Assume que confusão é o seu nome do meio e parte logo para o atraque e já vai arrancando os brincos e as extensões no cabelo, por precaução…

 

Digamos que ela é tão engraçada quanto o seu vestido é bacana e ou bonito…

julie-bowen-white-house-correspondents-dinner

ou seja, quase nada. E é só isso.

Siga

Sempre

Sorrindo, Julie Bowen. Um velório que aceitaríamos numa boa em Modern Family. Pensem nisso roteiristas…

 

Não faz essa cara de azeda não, porque quem escolheu ir de verde guacamole passada foi você mesmo, Kathya…

katy-perry-white-house-correspondents-dinner

Ainda bem que para compensar o pavor do vestido, Káthya espertamente foi com esse “cinto” que mais parece um arranjo exótico de Ferrero Rocher e se a gente estivesse por lá, já passaria a mão em pelo menos uns 5 deles para colocar na bolsa e comer no carro, depois de passar no Siri Cascudo, porque comida desse tipo de jantar é sempre meio assim e ninguém tem coragem de repetir porque não quer fazer a sem limites no por quilo e ou porque o gosto não é dos melhores. (e dizem que as vezes vem de morna para fria e isso a gente não aceita nunca jamais!)

 

Responda rápido: o que acabou de chegar para a Sharon Stone?

sharon-stone-white-house-correspondents-dinner

Um Fedex carimbado como urgente, com pelo menos 20 anos a mais para ela carregar daqui para frente.

Sério, quantos anos Sharon ganhou desde a última vez que qualquer um de vocês viu uma imagem dela?

#CREDINCRUZ

(R: todos aqueles que suas inimigas conseguiram desejar que ela ganhasse. WOO)

 

Glenn Close tomou uma dose extra de xuvenil em gotas ou o que?

arquette-house-correspondents-dinner

Não, foi a Patricia Arquette que parece estar fazendo a dieta dos vinte anos (a mais) em vinte minutos.

Dieta super bem sucedida, não? Indique para a sua inimiga mais próxima.

#CREDINCRUZ

 

Se o casal Dancy Danes não fosse tão talentoso…

claire-danes-hugh-dancy-white-house-correspondents-dinner

… a gente até poderia falar qualquer coisa de ruim em relação ao modelo dela da noite, que para ser feio precisava ser menos horrorendo e ou pavoroso, mas vamos tentar ignorar devido ao crédito que ambos tem com a gente por ser o melhor casal da TV atualmente, ela na sua sempre excelente Homeland e ele na recente Hannibal, que é sensacional.

Ainda bem que as duas nem passam no mesmo período, ou seria muita crueldade com os demais casais atore atualmente trabalhando na TV. Sorry, but I’m not sorry…

 

Ô gentê, ninguém fez amizade com a menina ainda?

sophia-bush-white-house-correspondents-dinner

Mas Hollywood é mesmo uma terra de malditas não?

Não acredito que até agora ninguém fez amizade com a Sophia Bush para dizer que ela ficou pavorosa com essa franja que ela continua insistindo em manter…

Será que é por causa do sobrenome? Vale dar a carteirada de One Tree Hill, para despistar e lembrar que ela é bacana?

Tadinha, mas #NAOTABOMNAO

 

1 sonho:

julia-louis-dreyfus-white-house-correspondents-dinner

Construir uma relação de intimidade com a Amy Poehler que me permita esse tipo de reação.

O mesmo vale para a Tina Fey, a Lena Dunham, a Mindy Kaling e as meninas do Broad City. #HELLYEAH

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A nossa lista “diferenciada” para o SAG Awards 2013

Janeiro 29, 2013

Resolvemos dar uma revolucionada na lista das premiações e por isso, resolvemos criar a nossa própria lista dos premiados no SAG Awards 2013, já que é tudo sempre a mesma coisa de sempre e estamos um tanto quanto cansados desse mesmismo.

ps: detestamos a palavra “diferenciada”. Sério. 

 

Melhor olhar para o horizonte da magia mágica

Cooper

Bradley Me Ame Me Adora Cooper. Sempre uma visão e nesse caso, observando uma visão divina qualquer.

Höy!

 

Melhor look da Tina Fey em red carpets desde sempre

Tina Fey

Tina Fey, que está numa ótima fase com a moda, não? (e essa semana termina 30 Rock. Tears)

Ela que sempre escolhe aquele volumão em uma área que ninguém jamais deveria escolher… (AKA retaguarda ou montanhas traseiras do sul)

Tá magronaa, tá gatona, tá gostosa, Tina!

 

Melhor apresentadora para se fazer dupla em noite de premiação

amy poehler

Amy Poehler. Sério, não precisa nem dizer nada, basta observá-la ao lado de qualquer um, mesmo que esse qualquer um seja uma placa de madeira com uma carinha desenhada com giz de cera. (o que não é o caso do NPH, que fique bem claro)

(♥)

Melhor look dramático horrorendo que a Claire Danes deveria ter deixado trancado na CIA para todo o sempre

Claire Danes

Claire Danes, com esse Givenchy que ela deveria ter deixado preso na CIA e ter aparecido no SAG 2013 vestindo um de seus terninhos de Homeland, mesmo que fosse aquele meio cáqui… (tem um cáqui, não tem?)

Talvez a cara pálida demais, com o cabelo claro e o make escuro tenha contribuído ainda mais para esse desaste. Talvez…

 

Melhor dupla da revolução mágica da magia ruiva

Brody

Desse tipo de encontros, eu acho que merecia acontecer magicamente algum tipo de reprodução em massa caso alguém passasse com uma Fanta Laranja ao lado, só pela proximidade das magias raras. Sem mais.

Höy!²

ps: Julianne Moore, continua linda, com tudo em cima, mas não a ponto de investir nesse tipo de decote. Evite…

ps2: Brody com a mão na barriga e eu não vejo um laser vermelho refletindo no seu tux. E a America antiga se achando um país agora super seguro, sei…

 

Melhor pior chapinha quadrada da história cafona moderna

Nicole Kidman

Aí Nicole, tá ficando cada dia mais difícil lembrar que você já foi Satine na noite…

#CREDINCRUZ

 

Melhor pior cabelo, pior ainda do que o da própria Nicole Kidman, que nunca mais foi o mesmo

kaley-cuoco

Kaley Cuoco. Sério, eu gostaria de saber com o que a Kaley Cuoco estava na cabeça, literalmente, nessa noite, hein? #CREDINCRUZ

Estaria Penny perdendo seus cabelos assim como declarou recentemente a January Jones?

E essa camada generosíssima de make? Estaria Penny tão necessitada assim?

Será que ela também tem TOC e tem que bater com uma camada generosa de make três vezes na cara, assim como o Sheldon na sua porta?

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

 

Melhor acessório que não havíamos reparado ainda na fila da magia dos até então desconhecidos em noite de premiação

Good Wife

Julianna Margulies e o seu marido, Keith Lieberthal. Höy!

E quando a gente achava que não tinha muito o que aprender com a boa esposa (boazinha demais para o meu gosto, por isso não consegui gostar da série), vem ela e nos dá aquele tapa na cara no formato de um novo (bem novo) feitiço. PÁ!

 

Melhor prêmio odeio admitir mas a Amanda Seyfried estava sim maravileeeandra

Amanda Seyfried

Amanda Seyfried, que realmente estava maravileeeandra nesse marinho, apesar de reconhecer um certo nível de preguiça nesse cabelo ondulado todo de lado (que já estamos fartos!), que apesar de tudo, funcionou muito bem nesse caso.

Maravileeeandra, mas que em 2013 ela não esteja no elenco de 697 dos 597 filmes lançados ao longo do ano e ou nunca mais faça a filha da Meryl, porque achamos que ela não merece. AMÉM!

 

Melhor Dior para se evitar em noite que você tem alguma chance de sair como uma das vitoriosas da noite

J-Law

J-Law, que além de não ter feito a sua melhor escolha para a noite do SAG 2013 (porque esse Dior era bem do meio assim), ainda teve que amargar essa vergonha ao subir no palco, onde ela quase acabou pagando uma Katniss involuntariamente… (não consegui entender até agora o que aconteceu com o forro desse vestido. Teria ele partido, ou só subiu mesmo? A Dior disse que era assim mesmo, em duas partes, apesar do visível incidente… – pena que retiraram o vídeo do Youtube)

Ficamos morrendo de pena porque entendemos o drama dramático desse tipo de situação e temos pesadelos constantes com algo parecido, sempre! Que o espírito de Chanel nunca nos deixe passar por esse tipo de situação. #AMEM  (o meu mais constante é que eu saio de casa descalço ou com sapatos diferente em casa pé. Sério)

 

Melhor decote fundamento indeed da noite

Michelle Dockery

Michelle Dockery, provando que na terra da Rainha, elas também aprenderam algumas coisinhas, rs

Maravileeeandra, quase toda coberta e revelando apenas alguns detalhes. Coisa de mulher phina e que poucas entendem em noite de premiação.

 

Melhor date com quem a gente adoraria ter caminhando lindamente nesse red carpet e deitado com todas

justin-timberlake

Justin Timberlake, que para tornar o momento mais especial, só mesmo se ele tivesse cantando e dançando ao som do seu novo single, “Suit & Tied”.

Rebolativo, no falsete e todo no plaid, seria algo imbatível por pelo menos duas gerações da magia. Höy!

(♥)

E esse foi o nosso SAG Awards 2013. Mas a verdadeira lista com os vencedores você também pode conferir a seguir:

 

Male actor in a supporting role

Tommy Lee Jones, Lincoln

Female actor in a supporting role

Anne Hathaway, Les Misérables

Cast in a motion picture

Argo

Male actor in a leading role

Daniel Day-Lewis, Lincoln

 Female actor in a leading role

Jennifer Lawrence, Silver Linings Playbook

Ensemble in a drama series

Downton Abbey

Ensemble in a comedy series

Modern Family

Male actor in a drama series

Bryan Cranston, Breaking Bad

Female actor in a drama series

Claire Danes, Homeland

Male actor in a comedy series

Alec Baldwin, 30 Rock

 Female actor in a comedy series

Tina Fey, 30 Rock

Male actor in a television movie or miniseries

Kevin Costner, Hatfields & McCoys

Female actor in a television movie or miniseries

Julianne Moore, Game Change

Stunt ensemble

Boardwalk Empire

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Golden Globes 2013, a premiação dos nossos sonhos que teve um red carpet que foi um verdadeiro pesadelo

Janeiro 14, 2013

Se o Golden Globes 2013 de ontem a noite se concretizou como a premiação dos nossos sonhos, seu red carpet não conseguiu atingir o mesmo feito e acabou virando um pesadelo.

Mas não dos grandes, tão pouco com direito a direção do Tarantino. Sorry. Não foi para tanto e digamos que esse, embora tenha sido um pesadelo escuro, porém morno, foi também bem preguiçoso e quase sem esforço nenhum.

Mesmo assim, conseguimos separar as melhores e piores da noite, que é a nossa tarefa preferida em noite de premiação e todo mundo sabe disso!

 

E o prêmio de pior colagem com cola quente vai para:

Sienna

Quem quer que seja o responsável por esse look horrorendo em duas peças da Sienna Miller. Sério, que coisa mais pavorosa é essa, Sienna?

Porque se isso não foi um presente de dia das mães enviado diretamente do futuro pelo seu filho recém nascido, gostaríamos muito de ouvir a sua justificativa para tamanho erro. Deve ser algo interessante, porque olha isso…

Sério, desembucha Sienna. Alguém te obrigou? Você não pode contar porque estão ameaçando a sua família?

Ela que também ganhou o prêmio no quesito melhor cara de castor da noite. Clap Clap Clap!

By Erdem

#NAOTABOMNAO

 

Quem escolhe ir de calva em uma premiação onde você tem grandes chances de ser uma das vencedoras?

Chastain

_ Vai de que hoje dona Xhasssstain? (língua pressa)

_ Ah bee e se a gente tentasse aquele look calvo?

Aposto como o casamento do Hugh Jackman é real, pelo menos na Australia antiga e que pode significar qualquer outra coisa no dialeto dos cangurus (rs), que esse foi o papo de salão da Jessica Chastain com a bee vingativa e ou incompetente que cometeu esse crime na sua cabeça.

E se o cabelo já não estava bom, ela fez o que mesmo?

Coroou o desastre da noite com esse vestido pavoroso e com decote generoso que ninguém olhou por que estava todo mundo feito aquela figurante passando ali atrás, sem entender como é que alguém escolhe assumir a careca em dia de premiação.

#NAOTABOMNAO e o que é pior, a imagem entrou para a história porque ela foi uma das premiadas. E a gente faz a dancinha do #TOLDYOUSO.

By Calvo Harrys… quer dizer, Calvin Klein

 

Falando nela, não aprendeu mesmo nada com a Karen Walker, não é mesmo Grace?

debra-messing

Viveu por 8 temporadas cercadas das bees (e hoje trabalha em Smash, uma série musical, ou seja, continua cercada das bees, rs), com uma assistente impiedosa como a saudosa Karen Walker e até hoje parece que a Debra AMO Grace Messing não aprender nada na fila da buatchy moderna, não é mesmo?

Quem precisa de todo esse volumão logo no quadril?

#NAOTABOMNAO

By Donna Karan

 

Quando até a sua prima mais feia tem coragem de rir da sua cara e julgar o seu look, é sinal que #NAOTABOMNAO

Halle Berry

Viu Halle Berry, a única berry que nós não gostamos nada (porque as outras, blue + black + red, são todas bem vindas, rs), quando até a sua prima mais feia, que é como vamos aproveitar para identificar aquela senhoura de xale e flor branca na cabeça passando ali atrás, tem coragem de rir descaradamente da sua escolha, isso só pode ser um sinal claro & evidente de que #NAOESTABOMNAO mesmo.

E o desespero de colocar tudo de fora, inclusive a pose eternizada por Joliezão para tentar pelo menos virar meme? Nunca serás!

Nem meme de “You Suck” com GIF da sua “Catwoman” em qualquer uma das cenas daquele filme vale (cuspida no chão em formato de bola de pelo), porque ninguém consegue lembrá-la desde que a Anne Hathaway passou a ocupar o mesmo espaço com muito mais graça e fundamento. Meow!

 

Falando em desespero…

eva-longoria

… lembramos de desemprego e tem gente fazendo de tudo para conseguir entrar em um casting qualquer, não é mesmo Eva Longoria?

Se o decote na frente não existisse e só houvesse o das costas (e ele tinha um decotão em U nas costas) e também não existisse essa fenda, porque ninguém estava pedindo por tanta generosidade assim, estaria perfeita. Mas…

#NAOTABOMNAO

By Emilio Pucci (pucci some clothes on, rs)

 

Alguém segura as gêmeas Deschanel da Deschanel?

zooey-deschanel

Ela que mais uma vez não foi de Chanel e nem de chapéu (que é o meu sonho dizer por aqui, nessa ordem e e isso significa que A- A FOX está sem prestígio, ou B- A FOX não paga bens) Mas tem que ser alguém que se importe, caso contrário, pode deixar assim mesmo para a gente morrer de rir da falta de sustentação das gêmeas.

E as unhas que estavam cheias de desenhos e ela fez questão de dividir isso com o mundo em seu Estragão?

Certeza que a Alcione já mandou copiar. Certeza!

#NAOTABOMNAO

 

Suck it, Taylor Swift

taylor-swift

Taylor foi com a mesma cor da Lena Dunham. Bitch. Mas errou. YEI

Taylor estava concorrendo na categoria melhor cara de alface. Bitch. Mas perdeu para a Adele. YEI. Mas se fosse só pela cara de alface mesmo, seria merecido! rs

Taylor quase soltou um palavrão do tipo “boba feia” quando perdeu. Ohhh, bitch. Mas se segurou e fez cara de constipada com um 1/2 sorriso de lado. MORREMOS de rir por três gerações diferentes com o momento em close.

E que grotesca essa parte “sereia” do vestido, não? EW!

By Dona Karan

#NAOTABOMNAO

 

Desde o seu final em #TDKR, perdemos Marion, é isso?

marion-cotillard-

Não, não é isso e só pela cara dela de emoção no momento do discurso da Jodie Foster The People, nós ainda podemos garantir que ela é uma ótima atriz.

Mas ultimamente tem feito cada escolha.. como essa saia de bico horrorenda. Sério?

Volte a ser linda, Marion!

By Christian Dior Haute Couture

#NAOTABOMNAO

 

Momento contraditório

rachel-weisz-daniel-craig

Isso porque eu amo tudo no vestido da Rachel Weisz e ao mesmo tempo, não gosto nada dele. Acho que é porque desde que esse hype apareceu, nunca fui muito fã.

E sério, ao bater o olho pela primeira vez na imagem dela com o Daniel Craig de óculos, pagando a permuta, achei que ela estava acompanhada do Psy, rs #CREDINCRUZ

E o high five mais sensacional do Golden Globe desse ano foi do James Bond himself + Adele. Invejável e sensacional!

By Louis Vuitton

ps: esse foi o ano dos escuros, pretos e ou vermelhos na premiação, não? Tomem nota, porque pode cair na chamada oral… rs

 

Muito menos é mais mais

katharine-mcphee

Menos decote, menos fenda, mais tiras nessa sandália pavorosa e mais cuidado com esse coque, Katharine Mcphee.

By Olivier Theyskens for Theory

#NAOTABOMNAO

 

Nunca se vai na festa da concorrente vestida como a estatueta da outra

Anne Hathaway

Essa é uma regra básica dos bons costumes que a Glorinha não contou no seu livro e nem em seu programa, mas que a Anne Hathaway deveria ter pensando por ela memso antes de escolher esse vestido que se fosse em dourado, ela estaria a própria estatueta do Oscar, não estaria?

Aliás, suas duas últimas escolhas foram completamente meio assim…

By Chanel (esse que deve ser um número 2 e 1/2 no máximo, porque não chega ao 5)

#NAOTABOMNAO

 

Agora uma pausa para repor o milk shake de Nutella para aproveitar e dizer 3 verdades sobre os meninos na noite de ontem, porque eles também merecem a nossa atenção no red carpet, ou vocês pensam que aquele tapete se estende sozinho em noite de premiação? E é por isso que precisamos deles, ainda mais quando estamos de pele e cabelo feito e todo mundo sabe disso. Lidem com essa informação meninos…

day lewis

Daniel Day-Lewis, esse é um homem bonito, o resto é tudo aprendiz de feiticeiro. Tirando alguns, claro, eles que já estão na classe avançada. (rs)

Höy e beijo para toda a gangue de NY! #RESPECT

sofia-vergara

Esse foi o homem que mais acertou no tux na noite de ontem. Lindo, interessante, com cor, textura e de quebra, Ben Affleck ainda saiu com dois prêmios, melhor diretor e melhor prêmio. Está bom para vocês? Höy!

sofia-vergara

Agora e toda essa gracinha dele para cima da Gloria de Modern Family (que não levou nada, eu acho. Suck it! – mesmo assim)? Não sei não viu, até ela pareceu não acreditar no que estava acontecendo naquele momento. Mas achamos que por enquanto, Jenn não tem com o que se preocupar. Apenas por enquanto…

Apesar de que, sempre achamos que os meninos agem como bobos em apenas duas ocasiões: quando querem alguma coisa e não sabem como e o que fazer para conseguir e ou quando estão no seu estado normal, sendo apenas meninos. #Meh (rs)

O capeta está de olho…

damian-lewis

E esse é um representante digno da magia mágica ruiva, não?

Por isso, i do declare Brody, que com tanto talento, você acabou de entrar para o clã raríssimo da magia mágica ruiva, sir. Höy!

Agora voltando aos trabalhos, vamos ver quem esteve melhor no Golden Globes 2013, porque nem só de pesadelos vive o homem. WOO

 

Megan Crossfox, finalmente acertando na vida

90210s

E não, eu não cai de cabeça no chão ou entrei em um buraco negro no universo de onde eu jamais deveria ter saído para fazer esse tipo de declaração sobre a Megan Fox, de quem todo mundo sabe que a gente não gosta.

Mas dessa vez ela se deu bem, não pelo fundamento, beleza ou qualquer outra coisa do tipo e sim porque ela fez a melhor cara de arrogante da noite para quem foi acompanhada do David de 90210 original. PÁ!

Se tivesse voltado no tempo e conseguido ir com o Brandon ou o Dylan antigo, ganharia ainda mais pontos positivos, mas como o assunto é o presente e o David é o único que nos resta da turma digno de atenção, aceitamos o feito. Höy!

ps: ela que foi uma das pelo menos 3 recém paridas que já voltaram ao seu shape antigo e original, não? O milagre? Ninguém conta…

 

Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando, eu poderia estar defendendo esse floral da Lucy Liu…

Lucy Liu

… que tinha uma estampa linda, que deu vontade de forrar a cama ou mandar revestir toda uma poltrona com cara de antiga e ou vintage com ele (vestido que com menos volume, ficaria bem melhor) mas eu prefiro me atentar ao detalhe ao fundo, do lado direito de quem vê, com o que parece ser a primeira aparição em público do Valentino himself travestido de mulher. E nasce uma DIVA!

HAHA. Sério, nada nessa vida me convence de que aquela não é ele e se alguém souber se o Valentino andou passando férias na Tailândia, a gente pode confirmar se o salame ficou por lá mesmo e virou presunto de Parma, rs

Aguardando contatos…

By Carolina Herrera

 

Vamos dar um vale crédito para a Michelle Dockery usar com sabedoria?

michelle-dockery-

Ela que acabou de chegar na America antiga, possivelmente sem marido (drama dramático da mágoa do caboclo indeed) e que tinha tudo para ter acertado no modelo de ricah, se ele não tivesse marcado tanto a underwear. (principalmente em outra imagem, que eu não vou postar porque tenho esperança do meu nome aparecer no testamento de Downton, onde estava tudo marcado de forma grotesca, pior do que esse costurão do corpo do vestido)

Go Mary! Go Mary!

 

Não sabemos quando de fato é a rainha, a Meryl Streep ou a Glenn Close, mas em todo caso

hellen mirren

Precisamos dizer que queremos crescer conservados nesse shape. #AMEM (que nem hoje em dia está tudo isso, rs)

#GODSAVETHEQUEENINAGOODSHAPEFOREVER

E aquela figurante ali no fundo, se não tivesse removido os seus canais lacrimais em sua última intervenção cirurgica, certamente estaria chorando enquanto chegava a conclusão de que se não tivesse feito tantas intervenções na cara, teria a chance de envelhecer dignamente assim. Tarde demais minha senhoura, tarde demais.

 

Se já gostamos de casal que combina o pantone, imaginem então o que sentimos por aqueles que mantem o mesmo fundamento no picumã

ryan + hough

O vestido era lindo, mas casal que divide até as escovas/escovadas, é só amor. Nada a declarar porque pouco importa quem eles são além do fato de viverem essa relação perfeita de salão… rs (sorry Ryan)

 

Porque nós AMAMOS um vestidão vermelho casca de ferida

naomi-watts

Sim, vermelho casca de ferida, do tipo quando quase madura, é a nova cor do momento. Anotem…

E qualquer pessoa coberta nesse nível, não está para brincadeira, não é mesmo Naomi Watts? (ela que na busca por um prêmio está indo em todas as festas da temporada, inclusive regabofe de coxinha fria em noite de eleição de novo sindico na reunião de condomínio mais ou menos)

 

Deitando todas em P&B by Julianne Moore

Julianne Moore

 

Eu sou linda, eu sou ricah, eu sou premiada, eu sou ruiva. Sem mais. 

 

Esse deveria ser o resumo do perfil da Julianne Moore para a vida e ou o refrão do seu funk.

MARAVILEEEANDRA!

 

(♥)

lena-dunham

AMAMOS ainda mais premiada e vestida de princesa nessa Zac Posen, em dia da premiere da nova temporada da sua série, pela qual você voltou para casa com dois prêmios por sua temporada antiga.

#TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem. (♥²) #Ghols

 

Morena Baccarin, aquela que ninguém suporta em Homeland e só consegue perder para a sua filha insuportável e pedante na mesma, nos fazendo engolir o seu Valentino escolhido por dedos de fadas

damian-lewis

SIM, depois daquele crime que ela cometeu contra ela mesmo no PCA 2013, Baccarin estava mesmo precisando se redimir e nada melhor do que um Valentino como esse para deitar com todas, não?

MARAVILEEEANDRA

 

Assim chegamos ao fim do nosso pesadelo, para você que conseguiu resistir bravamente até o final desse post, recomendamos uma encarada na imagem do Day-Lewis por pelo menos 13 minutos e 1/2 antes de tentar dormir novamente. Isso porque nós sempre desejamos o bem para os nossos leitores. SEMPRE!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Downton Abbey, parte 3

Janeiro 11, 2013

DOWNTON-ABBEY-S3

Uma temporada de perdas para Downton Abbey, em todos os sentidos.

De todas as temporadas excelentes de Downton Abbey até agora, essa sem dúvidas foi a mais fraca de todas. Mas falar de fraqueza em uma série de época, inglesa, um dos produtos mais bem cuidados da TV atual, é falar de uma fraqueza leve, quase como se ela não conseguisse afetar efetivamente tudo o que a série conseguiu representar até hoje. Resta saber se somando essa fraqueza a quantidade de perdas que acabamos sofrendo ao longo da temporada, se Downton ainda conseguirá sobreviver de forma interessante daqui para frente.

E já começamos a temporada com a descoberta de uma grande perda, essa financeira, menos dolorosa para todos nós enquanto audiência, mas pesada para os bolsos dos Crawleys, que pela primeira vez tiveram que reavaliar seus costumes e passar a considerar um estilo de vida bem mais humilde ao que a propriedade e todos os envolvidos estão acostumados. Demonstrando um período real da economia inglesa (mundial até) em um período pós-guerra e no começo dos anos 20, vimos que assim como muitas famílias naquele período, os Crawleys também foram afetados com os efeitos da guerra, além de uma má administração ao longo dos anos e a insistência do Robert em manter-se distante das mudanças que o tempo estavam apresentando naquele momento.

Em meio a essa nova realidade da família, embora ainda sem conhecimento de todos eles, começamos a temporada já com um grande acontecimento, o casamento da Mary e Matthew (cuspida de fogo no chão), algo que para os fãs da série acabou funcionando como um presente logo de cara. Uma noiva linda, que chegava para estabelecer de uma vez por todas essa relação de amor que sempre foi a nossa preferida dentro da série. Um casamento grandioso, como era de se esperar para a filha mais velha da família, que estava aguardando por esse momento faz tempo, assim como todos nós que torcemos desde sempre pela personagem. Apesar desse ter sido o nosso primeiro casamento em Downton, Lady Mary não foi a primeira delas a se casar e dando continuidade aos acontecimentos da temporada anterior, Lady Sybil também já havia resolvido essa questão em sua vida, só que na Irlanda e sem que a gente pudesse acompanhar mais essa cerimônia. Detalhe que eu até cheguei a achar meio assim por parte da série, que poderia ter mostrado também esse casamento, mais simples e envolvendo outras tradições e diferenças religiosas (que acabaram aparecendo mais tarde), mas que devido aos rumos da história da personagem, acabou sendo justificado de certa forma.

4d

Claro que o fato da filha de um aristocrata ter casado com um dos ex empregados da casa, geraria algum desconforto por parte de todos os envolvidos, mas a gente só não esperava que esse desconforto maior fosse acontecer logo por parte dos próprios empregados, que achavam um absurdo tudo o que aconteceu, principalmente o Carson (que eu amo e queria que fosse o meu próprio mordomo dos sonhos. Ele e o Alfred do Batman, tomando um chá e jogando críquete de vez em aquando. Imaginem só que visão! rs), que nessa hora brilhou mais do que nunca demonstrando toda a  sua repulsa e indignação sempre ao fundo de cada cena, tendo que servir aquele que até pouco foi um dos membros da sua equipe. Uma implicância deliciosa, diga-se de passagem. Apesar desse tradicionalismo muitas vezes pouco tolerante do Carson, eu realmente AMO o personagem.

Mas essa implicância acabou tomando proporções ainda maiores quando descobrimos que Branson estava envolvido com a política irlandesa, que passava por uma grande crise/revolução naquele momento e que ele com todo o seu idealismo, estava mais do que envolvido em algumas questões relacionadas a famílias locais que viviam da mesma forma que a família daquela que agora era a sua mulher. Mulher que inclusive se encontrava grávida e teve que fugir do país pelo fato dele estar sendo procurado pela polícia, sozinha, em perigo em meio a toda essa situação de violência, para desespero dos Crawleys. Um verdadeiro drama e que poderia facilmente se transformar em um escândalo ainda maior para uma família como aquela, que digamos que já bem que andava meio que falada no chá das cinco da vizinhança, rs.

Para tentar salvar Downton da tal crise, como medida desesperada quando todos tomaram conhecimento de sua atual situação financeira, parte das mulheres da família não se intimidaram ao tentar de qualquer forma manter o que elas haviam conquistado (herdado na verdade) até então. Aliás, gosto muito dessa forma prática como eles lidam com dinheiro, sem vergonha de admitir que são bem interessados no assunto e estão dispostos a tentar de tudo (que não seja ilegal ou de caráter extremamente duvidoso) para manter tudo como sempre esteve naquela família. Nessa hora, ganhamos a presença da adorável Shirley MacLaine interpretando a avó americana mencionada por diversas vezes na série, mãe da Cora e que chegava sendo uma esperança de trazer o dinheiro que faltava para Downton. Algo que ela tratou muito bem de eliminar rapidinho, dizendo que toda a sua fortuna já estava comprometida, um recurso que é claro que foi utilizado para dificultar um pouco mais o caminho. E que delicia aquela sua proposta de jantar americano devido ao caos que se transformou a cozinha da casa, não? Aliás esse foi um dos momentos de alívio cômico mais engraçados dessa temporada.

tumblr_mam6owt7Pn1rng1ydo1_500

Mas se por um lado eles acabaram dificultando dessa forma as coisas, por outro, eles acabaram trazendo um plot recorrente a essa altura para a série, que foi o fato do Matthew novamente estar prestes a receber uma grande herança, dessa vez por parte da família da sua ex noiva, algo que salvaria Downton de tudo o que estava prestes a acontecer de forma quase que milagrosa e que viria muito a calhar naquele momento. Uma saída fácil, uma vez que isso tudo já havia acontecido com o personagem, de uma outra forma, mas que foi a sua introdução na série lá no passado. Mesmo assim, após relutar um pouco e estremecer ainda mais a sua relação com a própria Mary, que não conseguia enxergar os seus motivos para não aceitar a tal herança, ainda mais dentro daquelas circunstâncias  Matthew acabou cedendo e assim acabou se tornando também uma espécie de “sócio” da propriedade. Algo que a princípio funcionou como uma alívio para o sogro Robert, mas que em pouco tempo se tornou sua grande dor de cabeça, devido as diferenças administrativas de gerações de ambos. Nada que eles não conseguiram resolver no final e que de quebra, ainda garantiu a entrada de uma vez por todas do Branson também aos negócios da família.

Até que chegamos ao ponto que achamos que seria a maior das perdas da temporada, isso porque ainda não tínhamos uma ideia exata de tudo que ainda estaria por vir até o final. Sinceramente, eu não esperava perder um dos Crawleys tão cedo, ainda mais porque são todos uns queridos de todo o público e também porque aparentemente, não havia motivos para acontecer uma morte tão cedo na série, apesar da vida ser sempre uma surpresa e tudo mais (ZzZZZ). Mas quando a gente menos esperava, eis que eles surgiram com o plot da complicação no parto da Sybil (que apesar de doloroso, foi um ótimo plot médico para a série), que teve uma menina, mas não resistiu e acabou morrendo de forma totalmente inesperada e deixando Downton e todos nós de luto, pegando todos de surpresa.

Uma despedia inesperada, mas que acabou se fazendo necessária por vontade da própria atriz (mais uma cuspida de fogo no chão), que já havia conversado com os criadores da série e revelado a sua vontade de sair da produção inglesa para tentar uma carreira em Hollywood, algo que acabou se tornando um plot mais do que recorrente para os demais atores do elenco, que acabaram usando a mesma desculpa para negociar salários menores que justificassem a sua permanência na série e ou também acabaram se despedindo de Downton. Segunda opção que falaremos mais tarde, deixando toda essa mágoa para o momento certo. O que podemos adiantar é que todas essas saídas, apesar de vivermos em um mundo livre, acabam imprimindo uma falta de respeito pela história da série, assim como de seus personagens. Me desculpem, mas a impressão que fica nesses casos nunca é das melhores.

10d

Algo que apesar de extremamente triste para a história, acabou trazendo também um drama para a dinâmica dos pais da família, colocando marido e mulher em lados opostos, com Cora culpando Robert por conta da morte da filha. Observando a injustiça de Cora, estava ela que é sempre excelente e cada uma de suas lines me colocam um sorriso mais largo do que a extensão do rio Tamisa na cara, a adorável Violet (Profª Minerva! ♥), que observando tudo como sempre e usando toda a sua sabedoria, acabou aproveitando o momento para manipular um pouco a situação (algo que ela adora fazer) e encerrar de vez essa picuinha entre o casal. Aliás, ela e a avó americana dividiram momentos também bastante especias para a série, devido as diferenças culturais muito bem representadas por ambas naquela situação, sempre com uma alfinetada e ou crítica em relação ao modo de vida e costumes uma da outra.

Se do lado da família Crawley a coisa estava bastante movimentada e nada estava muito fácil ultimamente, para os empregados e lacaios de Downton Abbey, também não faltaram plots dos mais variados possíveis. Desde a entrada de vez do novo empregado, o ruivo mais alto e desengonçado que Downton já conheceu, Alfred, que pasmem, apesar da inocência e da sua vontade de se tornar um cozinheiro respeitável, ele era sobrinho de ninguém menos do que a empregada mais amarga de todos os tempos, O’Brien, que durante essa Season 3 esteve em guerra declarada com Thomas, seu antes fiel escudeiro e parceiro certo para toda e qualquer falcatrua.

Falando nele, Thomas também teve momentos ótimos e importantes durante toda essa temporada. Gosto dele amargo, sempre gostei, implicante, arrogante, mas fico comovido com todos os plots relacionados a sua sexualidade, que pela primeira vez acabou vindo a tona explicitamente, em uma época onde qualquer tipo de PDA entre duas pessoas do mesmo sexo poderia levar os envolvidos para a cadeia. Sério, dá para imaginar uma coisa dessas? (em pensar que em alguns lugares, ainda não evoluímos a esse ponto, inclusive onde achamos que evoluímos  Humpf!) Ele que acabou ganhando um candidato a boy magia, Jimmy, um também novo empregado que apesar de um comportamento bastante dúbio e manipulado pela própria O’Bryen, que como toda boa vilã, já estava imaginando a possibilidade antes mesmo dela acontecer, ele acabou se rebelando contra a atitude de Thomas, que depois de muito tempo acabou dando um passo a frente e se arriscou a tentar alguma coisa com quem ele sentia que de certa forma o correspondia. Algo que chegou a cair no conhecimento do Carson e da Mrs Hughes, que nessa hora tiveram a chance de debater o assunto e até se posicionam de uma forma bem bacana de acordo com as circunstâncias e principalmente, para a época.

Mrs Hughes também esteve ameaçada durante essa temporada devido a um câncer, que teria sido bem triste caso tivesse sido levado mais adiante. Ufa! Mas nessa temporada, ficou ainda mais evidente que ela e o Carson vivem uma história de amor, das mais foufas possíveis, embora ambos ainda não tenham coragem de admitir. Na verdade, adoro as lições de moral que ela sempre acaba dando nele, demonstrando que apesar da idade e de seus costumes, ela é uma mulher aberta e muito a frente do seu tempo, apesar de ser extremamente tradicional e porque não dizer conservadora, quando o assunto é a sua própria vida.

Season-3-downton-abbey-32238674-3000-2000

Ainda falando dos menos abastados porém limpinhos na série, ainda temos o casal Anna + Bates, que para falar a verdade, eu cheguei a cansar um pouco. Adorava a dinâmica dos dois em Downton lá no começo, mas quando tudo isso foi levado aos tribunais e acabamos assistindo a Anna afastada dos demais do elenco em suas visitas a cadeia, eu sinceramente acabei perdendo o gosto e o interesse pelo casal e por suas histórias. Para mim, se Matthew é o sortudo que ganha na loteria das heranças de grandes montantes de moeda de ouro a cada nova temporada, Bates é o azarão de Downton, aquele com quem tudo de pior acontecer. E esse detalhe para ambos os personagens eu confesso que acaba me dando bastante preguiça por ser tão recorrente e uma saída fácil demais para ambas as partes. Sempre.

Agora, se teve alguém que ganhou o seu momento de redenção definitivo para a série (porque eles bem que já haviam tentando timidamente antes), essa foi a Lady Edith, que tinha tudo para se jogar da torre mais alta da propriedade, mas deu a volta por cima e hoje pode ser considerada como uma das mulheres mais fortes e interessantes de Downton. E quem poderia imaginar? Primeiro, imaginei que o mundo a odiasse, porque dentro da série, ela sempre esteve envolvida em plots meio assim ou pouco interessantes no geral. Depois comecei a achar que até quem escrevia Downton Abbey odiava a personagem, ainda mais quando ela ganhou o seu tão sonhado casamento dentro da série, também durante essa Season 3 e foi deixada no altar na frente de todo mundo. Algo que cheguei a imaginar que seria demais para ela como mulher até.

Mas que nada, Edith sacudiu os tecidos nobres e pesados da época e foi para a vida, resolveu encarar tudo aquilo de uma outra forma, apesar de bem amarga a princípio (também pudera neam? Até eu aumentaria o meu teor de cacau nessa hora para uns 95%), mas que no final das contas acabou sendo convidada para escrever uma coluna no Times e através dessa sua entrada no mundo editorial, ela acabou conhecendo seu novo pretendente. Mas como as coisas nunca são muito fáceis para a personagem, ele também está envolvido em um drama familiar com a esposa meio maluca e tudo mais. Sim, ele é casado, com uma pessoa fora de si, mas é casado e lembrando que acabamos de chegar nos 20’s. Nesse caso, ainda teremos que aguardar para ver o que vai dar, mas desde a temporada anterior, comecei a achar que a personagem finalmente estava fazendo por merecer algo mais além de se tornar a solteirona amarga da turma. Go Edith! Go Edith!

6d

Por fim, chegamos ao episódio especial de Natal, ele que chegaria com a notícia mais triste da série até hoje, fazendo a morte da Sybil parecer uma pequena bobagem em relação ao que estaria por vir durante a Season 4, já que o tal acontecimento foi guardado até o momento final da temporada. Quem acompanha o Guilt já sabia que a gente havia comentado sobre a insatisfação do ator Dan Stevens em se ver preso a uma produção na TV inglesa (cinco cuspidas de fogo seguidas no chão e em ordem crescente), uma vez que ele começou a enxergar uma possibilidade de carreira na America antiga, ou seja, uma vitrine com poder de alcance bem maior, mesmo considerando o atual sucesso de Downton Abbey no mundo todo. Pois bem, sua permanecia na série já era dada com incerta, até que tivemos a comprovação nesse que não teve o menor gosto de presente da Natal da série. Confirmou, perdemos Matthew! (mas não consigo nem escrever um “humpf” de lamentação nesse caso…)

Apesar da ótima história dos empregados animados com a festa local, plots casamenteiros de última hora e uma viagem meio assim dos Crawley, que provavelmente dela eles acabarão trazendo uma nova personagem (já conhecida até) para a trama, a tensão maior ficou mesmo para os acontecimentos dos minutos finais, que muito provavelmente, chegariam para mudar a série para sempre. Nele tivemos Mary prestes a dar a luz, também sofrendo algumas complicações, mas ganhando um final muito mais feliz e merecido, entregando para seus pais o segundo neto da família, o primeiro homem entre eles. Um momento aguardadíssimo por todos os fãs da série, que sabemos das frustrações do Robert por não ter tido um filho homem (e as complicações absolutamente injustas que isso acabou causando a própria Mary, sua filha mais velha em relação a herança da família), além do que, aquele momento coroava a história de amor que mais nos conquistou desde sempre dentro da série, com a chegada do primeiro filho do casal Mary e Matthew, que além de finalmente terem ficado juntos (algo que só aconteceu durante essa temporada, porque antes ficamos naquele quase interminável jogo da conquista e o tempo que não se encontrava entre os dois, isso até o especial de Natal da Season 2) estavam agora começando uma família.

2d

Até que, com aquela narrativa excelente, enfrentamos a triste realidade de ver o Matthew sofrendo aquele terrível acidente de carro, algo que muito provavelmente e devido a saída do ator do elenco da série já confirmada, será utilizado como recurso para justificar a sua morte. Morte essa que como fã da série eu nem consegui lamentar, uma vez que aquela acabou sendo uma medida necessária para justificar a ausência do personagem daqui por diante. Além disso, fica difícil lamentar a perda sabendo dos reais motivos e mais difícil ainda é a partir de agora conseguir torcer pela carreira do Dan Stevens longe da série. Como não gostamos de prejudicar ninguém e ou não queremos carregar esse karma indeed, que ele tenha sorte daqui por diante. Mas o que vai acontecer com a sua mãe, hein? Gosto tanto dela e passei a gostar ainda mais nessa temporada, com ela ajudando a empregada que acabou se prostituindo para conseguir cuidar do filho, esse que também foi um plot bem bacana dentro da série e eu também AMO os desentendimentos dela com a Violet. (Violet que sempre nos surpreende buscando soluções ótimas os problemas de todos, não?)

Com essa saída, ganhamos algo que talvez seja difícil de se recuperar em Downton Abbey. Matthew sempre foi um personagem cativante, desde a sua primeira entrada na série e ao lado da Lady Mary, ambos acabaram construindo uma das relações mais adoráveis e pela qual nós mais torcemos a favor ultimamente na TV. Cheguei até a declarar que eles era o meu “Ross and Rachel” preferidos e época. Uma pena essa despedida ter acontecido dessa forma, ainda mais pensando no que tudo isso pode representar para a Mary e principalmente para a série em si, que com essa morte acabou perdendo a sua melhor história de amor desde a Season 1. Lamentável.

Por esse motivo, com tantas perdas e apesar dessa talvez ter sido a temporada mais movimentada em Downton (embora sempre tenha sobrado bons plots para todo mundo desde a primeira temporada), é praticamente impossível não acabar torcendo o nariz para essa que não dá para ser considerada com uma das melhores temporadas da série. Não com tantos plots recorrentes esse que talvez, por apego e ou amor a série, a gente até conseguiria deixar passar, mas não com tantas perdas e tanta mudança que tudo isso possa acabar trazendo para o futuro da série. Nos preocupamos com aquilo que gostamos, como já diria a minha mamma.

Apesar de já ter uma Season 4 confirmada e notícias dando conta de que alguns dos principais atores já haviam renovado seus contratos até uma possível Season 5, fica difícil acreditar que Downton Abbey continuará sendo a mesma depois de tantas perdas e despedidas, embora sejamos totalmente fiéis a série e acreditamos em sua qualidade em todos os sentidos, algo que é indiscutível. Além de todo o nosso amor por cada um desses personagens, que são todos bem especiais, inclusive os menores. E logo agora que eles finalmente chegaram nos 20’s e a gente achava que seria uma era ainda mais mágica para a série (os figurinos pelo menos nunca estiveram tão lindos e variados, inclusive os da “sexta casual”, rs). Humpf!

Veremos…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Renovou! Downton Abbey ganha a sua Season 4

Novembro 26, 2012

SIM, a melhor série de drama atual da terra da rainha acaba de ser renovada para sua Season 4, algo que de acordo com seu enorme sucesso, não chega a ser exatamente uma surpresa para ninguém.

Apesar de termos ganhado motivos para comemorar, andam dizendo que dessa vez é o Dan Stevens (Matthew = ♥ – ele que atualmente está na Broadway em The Heiress, ao lado da Jessica Chastain) quem está fazendo mimimi em relação a renovação do seu contrato, ele que como a maioria dos atores do elenco, alega que está na hora de sair da série e tentar carreira na america antiga. O mesmo estaria acontecendo com a sua parceira em cena, a atriz Michelle Dockery e essa vem sendo um desculpa recorrente para os atores do elenco, uma vez que a Jessica Brown Findlay que interpretava a adorável Lady Sybil usou a mesma desculpa para se despedir da série, algo que quem acompanha Downton Abbey sabe muito bem como foi que essa despedida acabou acontecendo. (sim, tem um pouco de spoiler nessa última line. #MYBAD)

Ainda não foram confirmados os nomes de quem já se garantiu no elenco da série para a próxima temporada, mas esperamos que a praga da america antiga não acabe chegando definitivamente em Downton, acabando de uma vez por todas com o elenco de uma das melhores séries da TV atual.

#sixteenseasonsandamovieindeed

 

ps: SIM, eu amo esse casal (eles que estão no nosso header desse mês) e sim, nós iremos falar da Season 3 de Downton Abbey aqui no Guilt como fizemos com as outras duas temporadas(Season 1, Season 2), mas só depois do Especial de Natal desse ano, claro. 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Um red carpet dos mais coloridos para o Emmy 2012

Setembro 24, 2012

Quem apostou no nude/bege, no branco ou no preto, imprimiu fraqueza e acabou não sendo muito feliz no red carpet do Emmy 2012 de ontem a noite, que além de ter sido uma premiação especialmente ruiva esse ano (aposto que eu e o Charlie Brown temos alguma influência nisso, rs),  o que já denunciava que eles estavam sedentos por cor (rs),  acabou nos mostrando que a tandancé da vez são as cores, das mais variadas possíveis.

O que pode ser um sinal de que as coisas estão mudando em Hollywood (graças a Cher!) e elas finalmente começaram a entender que nem tudo é branco, preto ou bege nessa vida, mesmo para eventos de gala e a noite. Outra tandánce da vez no 64th Annual Primetime Emmy Awards foram os decotes, que nunca estiveram tão generosos e ou equivocados em transparências bem meio assim…

Mas chega de falar, que o que a gente quer mesmo é conferir quem é que se deu bem e principalmente quem é que foi #WÓ na premiação da televisão que nos faz ter cada vez mais certeza que assistimo quase tudo, rs. Então vamos lá:

 

Yeah, They Were All Yellow

Claire Danes ao lado do seu Hugh Dancy magia (Höy! – que bem poderia estar em um outra categoria mais abaixo desse mesmo post) que estava lindíssima nesse amarelo da Lanvin, lembrando que a atriz além de tudo está gravidíssima do seu filho com o boy magia e estamos ansiosíssimos para conhecer o nosso sobrinho Dancy Danes.

#MUSE

#MARAVILEEEANDRABIPOLAR&PREMIADA

Gosto de quem se arrisca, ainda mais quem não precisa mais provar nada para ninguém, como a Julianne Moore por exemplo, que todo mundo está cansado de saber que é ruiva e linda (mentira, nunca cansamos da sua beleza Jul!) e que me resolveu aparecer linda assim em um amarelo da Dior Couture que até poderia ser bem básico se fosse em preto, mas que nesse tom acabou ganhando uma leitura deliciosa!

#MARAVILEEEANDRA

Mas parece que o sol não brilhou para todas e esse modelo também em amarelo da Kaley Cuoco by Angel Sanchez, não estava entre as melhores que escolheram a cor para a noite de ontem.

E quer saber porque?

Porque esse amarelo tem cara de antigo, diferente dos outros dois, que apesar de mais fortes, não tem vergonha de ser amarelo (rs) e imprimem uma modernidade muito maior do que esse amarelo antigo escolhido pela Kaley, que tem cara de vestido de madrinha de casamento que se encontra para alugar em qualquer esquina.

#NAOTABOMNAO

 

Verde Guacamole

E um verde guacamole, a gente aceita?

Até aceitaria, se ele não fosse a escolha da Julie Bowen, que a gente não aguenta mais sendo indicada a prêmio que ela não merece nem mesmo dentro do próprio elenco.

Sorry, mas gosto mais da moldura do quadro da abertura de Modern Family do que da sua personagem.

#NAOTABOMNAO

#NEWMONICA

 

Conselho de amigués para a Sofia Vergara

A gente te adora, te aceita com toda essa gostosura que vc insiste em esfregar nas nossa cara em todo red carpet, mas está na hora de parar de fazer a gostosona hein Sofia?

Avalie esse juri, que a gente sabe que deve ter algumas mulheres e pelo menos umas 55 bichas invejosas e mostrando todo esse corpão sempre em dia, suas chances de ganhar qualquer coisa só diminuem, porque todo mundo sabe que a inveja triunfa!

Cubra-se de vez em quando para surpreender pelo menos uma vez na vida (apesar do vestido Zuhair Murad ser lindo também), em algo que valorize as curvas mas não mostre demais. Aposto que assim vc seria mais bem vista no Team Contra Gostosas e tiraria de uma vez por todas esse prêmio que a gente não aguenta mais indo parar nas mãos da sua colega de elenco.

ps: AMAMOS sua Gloria!

 

Muito “Princesas Disney” para o meu gosto…

Gostamos da Zooey Deschanel (antes de The New Girl, a gente até gostava mais) só que tem um problema, essa aura de princesa Disney dela não convence muito…

Tudo bem que somos #TeamFelicidade e AMAMOS pessoas simpáticas, mas eu não conseguiria conviver com alguém que só consegue ver o lado bom da vida. (por isso não leio muito o seu blog, apesar de ter meninas ótimas escrevendo lá, não consigo levar muito a sério quem tende a ignorar as coisas que não gosta só para não se comprometer muito…)

Esse tule da saia do vestido Reem Acra é lindo, mas nessa cor e com esse movimento + essa cara que esbanja alegria “espontaneamente”, acabou imprimindo muito Princesas Disney para o meu gosto…

#NAOTABOMNAO

#SEJANATURAL&RECLAMONADEVEZEMQUANDOZOOEY

 

Black Fraqueza

Quem foi de preto esse ano acabou imprimindo fraqueza e temos três bons exemplos disso na sequência.

O primeiro deles com esse Zac Posen da January Jones (que até que é bem bacana), ela que eu já reparei que gosta de se arriscar mais quando o assunto é red carpet, mas que dessa vez foi infeliz no make, que acabou com a coitada que a gente sabe que de coitada e feia não tem nada.

Olha essa cara de quem foi obrigada a ir na festa de 15 anos da prima que ela nem gostava tanto assim?

#NAOTABOMNAO

ps: por favor, nunca façam nenhum penteado com um fio solto de lado, acho super cafona! Obrigado.

Ok, não querendo ser nada cretino, me parece que a Melissa McCarthy levou muito a sério a lição de que o preto emagrece, não?

Nesse caso, o look é assinado por ela mesmo e isso já vale a nossa simpatia pela iniciativa, mas fiquei sentindo falta de algum contraste já que nessa parte superior por exemplo, temos três peças e assim de longe, quase não dá para perceber.

#NAOTABOMNAO

Amy Poehler foi um dos grandes decotes da noite, algo que até nos surpreendeu um pouco… (devido as circunstâncias do seu atual momento)

Como eu não quero ser aquela pessoa horrível que falou qualquer coisa negativa a respeito da Leslie Knope, só vou dizer que se ela tivesse ido com um dos terninhos da personagem e passado naquele “barbeiro de Pawniee antes da premiação (rs), teria se dado muito melhor, hein?

#NAOTABOMNAOMASDESSAVEZFALANDOBEMBAIXINHOPARAELANAOOUVIR

 

Branco Qualquer Coisa

Jessica Paré, que a gente sabe que é linda, mas que me resolveu aparecer com esse modelo branco qualquer coisa.

Lindo, mas um pouco preguiça demais, do tipo que a gente não consegue imaginar ela cantando “Zou Bisou Bisou” com muita intensidade e parando toda uma cobertura em pleno 60’s, rs

#MAISESFORÇOPORFAVOR

 

ACE todo branco fosse assim!

Emilia Clarke  não levou seus dragões (acho difícil reconhecê-la sem a caracterização de GOT) mas foi com esse branco não tão branco assim da Chanel, que estava maravileeeandro!

E ela a gente mesmo que não estivesse tão bem a gente evitaria provocar para não sair chamuscado, rs

#MARAVILEEEANDRA

 

Parabéns Tina Fey!

Que pelo menos dessa vez resolveu nos ouvir e abandonou de vez os modelos sereias horrorendos de sempre.

Simples, mas ficamos com orgulho, ainda mais da etiqueté escolhida. (Vivienne Westwood)

 

Antigo Demais

O modelo da Vera Wang até vai, é comum mas é bacana, mas a cor e o combo com esse cabelo da Julia Louis-Dreyfus imprimiu algo antigo demais.

Pior que ela ganhou e vai ter que se lamentar por ter feito essa escolha duvidosa para o resto da sua vida. #FUÉN

#NAOTABOMNAO

 

Futurista Demais…

Versace, com cara de alegoria de escola de samba investindo no futurismo.

Elementar minha cara Watson, que vc não precisava desse tamanho todo de lantejoulas…

#NAOTABOMNAO

 

Muito simples, muito espanhola e muita falta de compostura

Kristen Wiig fez a simplesinha demais e acabou ficando com cara de quem foi de lingerie na premiação. (e o decote com transparência e renda desse Balenciaga não ajudou muito. Quase nem acreditei que era um Balenciaga…)

Outra cor ou em outro evento, ela estaria maravileeeandra. Mas hoje não deu para o seu monólogo no SNL

#NAOTABOMNAO

Peggy não estava em um bom dia e além de não ter levado o prêmio para casa, acabou também não sendo muito feliz na sua escolha, investindo nesse estampado Dolce & Gabbana que se tivesse alguns pontos em vermelho, seria a caracterização da própria espanhola, rs

#NAOTABOMNAOPEGGY

ps: Peggy também fez o que ninguém deveria fazer em dia de premiação ou qualquer outra coisa importante, que é retocar a raiz no mesmo dia…

Sabe aquela pessoa que vc se arrepende de ter convidado para a festa? Então,  Connie Britton, que quando não vai vestida de qualquer coisa totalmente fora das demais, não sabe muito bem como se comportar em público.

E olha que nós adoramos as bafoneiras, mas para isso vc precisa ser alguém na noite Connie. O que não é o seu caso…

E o tom de caramelo mais artificial do que qualquer bala Toffee?

#NAOTABOMNAOETALVEZNUNCAMAISRECEBAOCONVITE

 

Bi-Leeeandra!

Quase não reconheci a Edie Falco nesse bicolor maravileeeandro!

Tudo bem que eu não gosto nada desse cabelo, mas esse vestido tinha umas costas linda toda em branco, que merece o desvio das nossas atenções para o que realmente interessa.

#MARAVILEEEANDRA

 

De Downton para o mundo

Michelle Dockery linda de Vuitton azul. #TEMCOMONAOAMAR?

Tudo bem que esse é aquele típico vestido que foi feito para ficar de pé, caso contrário amassa inteiro como podemos bem observar na imagem, mas quem se importa sabendo que Mary casou-se recentemente com primo Matthew e talvez tenha sido a noiva mais linda que eu já vi na minha vida. (e olha que eu nem sou muito fã de noivas)

E como sabemos que ela veio de longe, perdoamos o amassado.

#MARAVILEEEANDRA (♥)

Agora, quem me surpreendeu mesmo foi a Joanne Froggatt, também de Downton Abbey, que me apareceu com essa cara de muse antiga que é claro que todos nós amamos.

O vestido poderia ser em outra cor (acho essa cor muito madrinha de casamento americano atual), mas mesmo assim, vamos dar um desconto por todo o resto.

#MARAVILEEEANDRA

 

A melhor vingança foi  a do seu vestido contra vc mesma…

… que não te favoreceu em nada e aproveitamos o momento para revelar que essa maquiador também não deve gostar muito de vc hein,  Emily VanCamp? Mais um para incluir na sua vingança…

#NAOTABOMNAO

ps: não assisto a sua série porque te acho #WÓ e credito a sua existência o péssimo desenrolar de Brothers & Sisters desde que vc apareceu na série pela primeira vez. 

 

Sorry! Não respeito quem combina a cor do cabelo com a cor do vestido

ps: Tutubarão pediu os dentes de volta, rs. Mas sério, dá para devolver?

 

Festa boa de verdade, tem que ter climão

Sabe quando o seu boy magia (nosso, porque acho que ela nem pode muito dizer isso, tisc tisc) resolve dar aquela atenção a mais para a vagabunda que vc não suporta nem pintada de vermelho do próprio sangue?

Sempre um climão.

#ESTAMOSCOMVCCHRISTINAHENDRICKS

ps: não disse que esse ano foi tudo sobre os decotes no Emmy? Höy!

 

Floral da noite

Julianna Margulies  e o seu Giambattista Valli, que foi a estampa floral mas linda da noite.

#MARAVILEEEANDRA

 

Acessórios poder da noite

Kat Dennings que além dos seus invejáveis gêmeos (sorry, não resisti, mas vc foi vc quem provocou! rs), que foi acompanhada do seu Nick Zano, boy magia que é sempre um acessório indispensável em noite de premiação.

Höy!

ps: decotes generosos, eu disse. 

Jennifer Westfeldt, que investiu no seu Jon Hamm exclusivo, acessório mais do que invejado por todas e não é de hoje.

Höy!

E a nova namorada do Michael C. Hall que a gente até aprendeu como se chama, mas já esquecemos, visivelmente deslumbrada carregando tamanha magia ruiva no Emmy 2012.

Reação mais do que humana diante da magia ruiva dele.

Höy!

 

Momento “Bow Ties Are Cool!” (♥²)

Bryan Cranston e Aaron Paul, ambos adorkables e nos fazendo morrer de tanto orgulho com suas gravatas borboletas.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

Girls³

Lena Dunham diabólica de Prada (e o cabelo novo está maravileeeandro! Mas ela estava ou não estava meio que de cara fechada?), Allyson Williams de Oscar de La Renta e a Zosia Mamet nesse bicolor, que eu acho o melhor dos três, by Bihbu Mahopatra.

#TEMCOMONAOAMAR essas meninas? (mas sentimos falta da Tessa, que teve bebê recentemente! Smacks)

 

#SÓAMOR (♥)

Adam Driver, o Adam da Hannah. Höy!

Alguém me diz se é possível não se apaixonar completamente pelo personagem dele em Girls?

 

E a noite de ontem foi mesmo dela: Snow White!

E a cara de arrogante da Ginnifer Goodwin de quem tem certeza que deitou com todas nesse tangerina maravileeeandro by Monique Lhuillier?

Clap Clap Clap!

#MARAVILEEEANDRA

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Downton Abbey, parte 2

Agosto 1, 2012

Agora, devidamente trocado por meu lacaio Jerry (inimigo #1 do Thomas, rs) e sentado na minha biblioteca esperando o jantar enquanto tomo um vinho antigo (também conhecido como chocolate quente de PJ sentando em frente ao computador, rs) estou pronto para falar da Season 2 de Downton Abbey. Tão pronto que já posso começar dizendo que eu não tenho palavras para expressar a vergonha que estou sentindo nesse exato momento por não ter começado a assistir a série mais cedo. Porque nada na vida inglesa no campo seria capaz de justificar essa minha falha comigo mesmo indeed. (#SHAMEONYOUESSY)

E seu eu já achava quase que inexplicável a quantidade de boas histórias que eles conseguiram contar com aquele número grande de personagens e em tão pouco tempo durante a primeira temporada(algo em que GOT poderia se espelhar por exemplo…), fiquei ainda mais impressionado com tudo que eles conseguiram nos contar durante essa Season 2, onde novamente de tudo aconteceu, mas de tudo mesmo. Temporada essa que teve apenas um episódio a mais do que a anterior, além de um especial de Natal, que nós esperamos que seja mantido como tradição (como em Doctor Who) ao longo dos próximos anos, só para deixar nossas noites de Natal ainda mais especiais. (esse inclusive poderia ser considerado um episódio de noite feliz, no melhor dos sentidos – ♥)

Em tempos de guerra, Downton não é mais a mesma e isso nós já conseguimos perceber durante a premiere da segunda temporada, que nos trouxe os personagens figurando em diversos outros cenários, além dos inúmeros cômodos daquela casa gigantesca. Talvez por isso eu tenha sentido que esse primeiro episódio tenha sido mais fraco do que o piloto (comparação infeliz, eu sei), mas essas mudanças de cenário foram totalmente justificáveis e serviram para nos situar sobre os atuais rumos dessa história agora enfrentando uma guerra.

Com isso, o clima em Downton não  poderia ser dos melhores. E como poderia? Afinal, aquela família embora viva bem longe da realidade de uma maioria, já mostrou que eles são muito mais do que uma fachada para a aristocracia inglesa e sendo assim, era visível a tristeza no olhar dos Crawley em tempos de guerra, eles que se sentiam quase que ofendendo o seu país mantendo um padrão de vida que naquela hora, fazia pouco ou nenhum sentido para todos eles, mesmo para os mais tradicionalistas.

Robert (Hugh Bonneville) estava visivelmente triste, ainda mais quando descobriu que o seu novo titulo impresso naquela farda militar naquele momento, só servia mesmo para mostrar o seu status para os demais e nada além disso, uma vez que ele sequer esteve em campo de batalha dessa vez. Sybil (Jessica Brown Findlay) cresceu, foi estudar para ser uma enfermeira e observando pessoas próximas a ela sendo afetadas com os efeitos da guerra (que são sempre negativos), acabou despertando para algo mais que ela poderia fazer em prol de todas aquelas pessoas ao seu redor, onde a sua pacata vida em Downton de escolhas de vestidos e jantares em família já não era mais o suficiente. Sybil queria fazer a diferença e realmente conseguiu. Primeiro ela se arriscou na cozinha, para o desespero e diversão da Mrs Patmore (Lesley Nicol) e da Daisy (Sophie McShera) e depois, conseguiu acabar trabalhando diretamente com o que ela mais gostava de fazer na vida, que sempre foi ajudar os outros.

E foi assim que Downton acabou virando uma espécie de “casa de recuperação” por boa parte dos episódios dessa temporada, que foi a forma que os Crawley conseguiram encontrar para fazer a sua parte dentro daquele período da história e que nos rendeu um entra e saí frenético dentro daquela casa, para desespero de Violet (Maggie Smith), que mais uma vez esteve impagável durante toda essa temporada, sempre com uma line divertidíssima e super apropriada para a situação, revelando toda a sabedoria dos seus fios de cabelos brancos. E mesmo um tanto quanto contrariada por ver a propriedade da família ser tomada por soldados e desconhecidos por todos os lados, ela sabia que era a coisa certa a se fazer naquele momento, desde que fosse algo temporário e no final, foi ótimo ver ela e a Cora (Elizabeth McGovern) unindo forças para acalmar o espirito benevolente e caridoso demais da prima Isobel (Penelope Wilton), mãe do primo Mattew (♥), que queria a todo custo transformar Downton em um centro de recuperação eterno.

Mas nada foi mais angustiante durante essa temporada do que todas as vezes em que o primo Matthew (Dan Stevens) partiu para cumprir o seu papel em campo na guerra. Toda vez que aquele homem partia, meu coração ficava apertado junto com o da Lady Mary (Michelle Dockery), que chegou até a rezar pedindo proteção para o homem da sua vida, que era só o que ela poderia fazer diante daquela situação.Isso, mesmo com ele me aparecendo noivo de outra durante o começo dessa temporada, a jovem Lavinia (Zoe Boyle), que escondia alguns plots em relação ao seu passado, mas nada que conseguisse a fazer ser odiada nem pela Mary e nem por nós, apesar de torcermos desde o começo para que esse noivado não chegasse ao altar. E apesar da nova pretendente, ficava cada vez mais evidente que o amor entre Mary & Matt só crescia e cada despedida dos dois envolvendo um plot de guerra, era um momento de partir o coração de qualquer um. O que foi a Mary entregando o seu amuleto da sorte para ele e depois, sua mãe querendo doar o mimo para uma criança qualquer e ele ficando totalmente desesperado? Só amor! (♥)

Matthew sofreu bastante durante essa temporada e de tudo aconteceu com o seu personagem em relação a guerra, nos trazendo um outro lado para o mesmo, esse bem mais sombrio do que o que estávamos acostumados anteriormente. E ele ficou sumido por um tempo, reapareceu em um momento super foufo, dividindo um número musical sensacional com a própria Mary, em uma das festas em Downton para entreter os soldados em recuperação. Depois ganhou o reforço do William sob seus cuidados na guerra, desapareceu de novo, dessa vez por mais tempo, ressurgiu seriamente ferido para o nosso desespero (ambos inclusive), impossibilitado de andar e com a possibilidade de nunca mais ter filhos. (DRA-MA)

E a Mary esteve ali, firme e forte ao seu lado, em todos esses momentos e tendo que esconder muito bem os seus sentimentos por conta dele estar envolvido com outra que com o tempo, acabou meio que até virando sua amiga, mesmo tendo Mary também um novo pretendente, Richard, que parecia até gostar dela, mas de uma forma obsessiva demais e que certamente não seria o ideal para a personagem. E foi linda a forma como ela acabou cuidando do Matt, mesmo com ele super amargo, fingindo não se importar mais com a vida devido a sua atual condição naquele momento e tentando afastar todo mundo, o que de certa forma também era bastante justificável. Até mesmo nesses momentos mais duros da convivência entre os dois, era nítido o amor no ar entre aquelas duas pessoas e sobrava espaço até mesmo para algumas piadinhas com o mais alto nível do humor inglês, que são sempre deliciosas em Downton Abbey. Para a sorte de todas, o diagnóstico do Matt foi errado (e quem confia naquele médico da série? Sério?) e o momento em que ele descobriu ter recuperado seus movimentos foi dos mais emocionantes possíveis, com Robert acordando a casa inteira para comemorar o que havia acontecido (AMO a forma com que o Robert trata o Matthew, praticamente como um filho), quase que milagrosamente.

Tudo bem que essa história toda super carregada no drama a princípio pode até parecer meio forçada, mas ao mesmo tempo, com uma Primeira Guerra Mundial como plano de fundo, isso antes da década de 20 (onde tudo era bem diferente), tudo se tornava bastante crível, apesar dos exageros em relação a quantidade de plots negativos para um único personagem (que em guerra, estava mais suscetível a isso também, fato). E dessa forma, eles conseguiram também mostrar o  quanto uma guerra como aquela acabou afetando o país, com o aparecimento das viúvas da guerra a procura de um emprego para sustentar seus filhos (onde até ganhamos uma nova personagem para a série, que viria a ter alguma importância mais adiante, como todos os demais personagens sempre tem, diga-se de passagem), os soldados precisando recomeçar suas vidas, passando sérias necessidades (e foi também bem lindo ver as cozinheiras juntando forças para amparar os necessitados de algo tão básico, mesmo com a tentativa da O’Brien de estragar tudo – sempre ela, bitch), voltando para a casa em busca de uma nova oportunidade e com inúmeros traumas psicológicos e até mesmo físicos.

Sem contar que as cenas da guerra foram todas muito bem conduzidas e de uma beleza absurda, se é que podemos assim dizer de uma paisagem ao mesmo tempo tão triste e devastadora. Nesse cenário, tivemos Matt, Thomas (Rob James-Collier) e depois William (Thomas Howes), dividindo o espaço em meio a trincheiras e uniformes militares (lindíssimos por sinal), lutando para sobreviver em meio ao caos. Linda também foi a forma como eles conseguiram demonstrar os dois lados dessa história, tendo o Matt e o William como heróis, capazes de arriscar a própria vida em busca de um bem maior (que eles fizeram questão de mostrar, com os adversários se rendendo no final das contas) e do outro lado, a covardia do Thomas se ferindo propositalmente apenas para sair daquele cenário pesado demais até mesmo para ele. Ainda falando em guerra, tivemos outras duas histórias bem bacanas, como a do novo empregado da casa que vivia um trauma pós guerra dos mais problemáticos, se mostrando completamente apavorado só de imaginar a hipótese de ter que voltar para aquele lugar, além da história do sobrinho da Mrs Patmore, morto em campo de batalha por covardia, uma história que apenas nos foi contada e que mesmo assim acabou funcionando muito bem, como tudo na série até aqui.

Claro que seria pouco provável que Downton não sofresse nenhuma baixa durante a guerra e acabou sobrando para o William esse plot de despedida trágica. Que foi outro momento super emocionante também, com a casa toda em luto, não só pela sua morte ter afetado diretamente a todos em Downton, mas sim pela forma como todo o seu envolvimento com a guerra foi conduzido, desde ele querendo se alistar e o pai sendo contra, depois com a Violet tentando a todo custo poupar os empregados de seguirem para o campo de batalha (#TEMCOMONAOAMAR a Violet?) inclusive ele e mais tarde com toda a sua história de amor em relação a Daisy, com direito a um casamento as pressas, recheado de muita culpa por parte dela, que acabou sendo convencida a aceitar o pedido de casamento mesmo não estando muito convicta disso. (ela que acabou ganhando um conselho lindo da Violet em um momento bem importante e mais tarde acabou lucrando uma nova família disso tudo)

E digamos que essa foi uma temporada do B Side para Downton Abbey, onde todos os personagens ou pelo menos a maioria deles, acabaram ganhando a chance de nos mostrar um outro lado de suas personalidades, algo desconhecido até então. Foi assim com o Matt da depressão por conta de tudo o que ele passou durante esse período de guerra, ou com o Thomas reforçando o seu lado megabitch mas mostrando que ele também pode ser bom e agradecido quando algo lhe convém. O’Brien (Siobhan Finneran) trabalhada na culpa, tentando se redimir a qualquer custo pelo que fez com a Cora no passado, Cora que também acabou nos revelando um lado um tanto quanto meio assim e que de certa forma, acabou colaborando para que o Robert deixasse escapar o seu lado de homem infiel também.

Mas de todos eles, quem realmente foi a grande surpresa da temporada nesse sentido foi a Lady Edith (Laura Carmichael), a filha do meio que a gente achava ser apenas uma jovem de alma bem velha e invejosa. Mas que nada, durante a Season 2, Edith conseguiu se revelar como uma boa alma, tanto quanto suas irmãs e talvez ela só tenha agido daquela forma no passado por ter sido negligenciada a vida inteira. Foi bem bacana também a forma como ela se dedicou ao tratamento dos soldados feridos, sem qualquer tipo de interesse em jogo e nada mais que justo ela ter sido reconhecida por seu trabalho durante aquele período tão sofrido para todo mundo. Com isso, sua personagem acabou mudando de lado e agora já é possível até mesmo começar a torcer para que ela também seja feliz. (e será que aquele era ou não era o primo morto no Titanic hein? Não fiquei muito convencido nem que sim, nem que não…)

Aliás, se a gente já AMAVA as filhas da família Crawley, essa temporada só veio nos reforçar o porque desse sentimento por todas elas. E como não amar o plot da Sybil apaixonada pelo motorista, Tom (Allen Leech)? Diga-se de passagem, se tem uma coisa que eles sabem criar muito bem em Downton Abbey, são as relações de amor. E essa, apesar de bastante improvável, foi das mais adoráveis possíveis, com a Violet desconfiando que a neta andava saindo com quem não deveria (mas poderia) e mais tarde, suas irmãs descobrindo o romance dos dois e de certa forma dando o apoio necessário para que aquela história tivesse pelo menos alguma chance de um final feliz para todo mundo.

E foi bem emocionante ver a forma com que o Robert se opôs em relação ao romance da filha caçula com um de seus empregados, assim como foi sensacional ver o Mr Carson (Jim Carter) visivelmente ofendido com a postura do funcionário por quem ele era responsável. Tudo bem que em um determinado ponto da história, eu acabei achando o chofer um pouco irritadinho demais, mesmo já conhecendo a sua postura política/sonhadora/irlandesa, rs. Mas quem é que nunca disse a coisa errada no calor do momento? E outro momento ótimo também dessa temporada foram as irmãs pegando o carro escondido no meio da noite, na companhia da sempre fiel Anna (Joanne Froggatt – e quem não queria ter uma Anna?), tentando evitar que Sybil tomasse a posição errada em relação ao seu futuro. Ainda bem que no final deu tudo certo e mesmo com a gente tendo ficado sem o casamento deles em Dublin (que eu adoraria ter visto, humpf!), Robert apesar de magoado, acabou tomando a atitude certa cedendo as vontades da filha, que para estar disposta abrir mão de tudo na sua vida por uma amor, só poderia estar realmente apaixonada e por alguém que deveria valer a pena. Go Sybil!

Agora, falando do lado assalariado da força em Downton, de tudo o que aconteceu com os empregados daquela casa, eu confesso que o que eu menos gostei foi o plot do drama todo envolvendo o Bates (Brendan Coyle). Gosto da relação dele com a Anna (gosto de todas em Downton), adorava a presença da sua ex diabólica sempre tentando lucrar de alguma forma, mas não gostei muito da sua resolução, apesar do seu plot ter levado alguns dos nossos personagens preferidos na série para o seu julgamento, que foi outro momento bem bacana para a temporada, além de super dramático. Entendo que nessa hora, estamos falando de um homem de meia idade, sofrido, inglês, que talvez seja exatamente daquela forma, centrado, quase frio. Mas custava ter apresentado alguma reação mais calorosa durante aquele julgamento que poderia levá-lo a morte? Fiquei me imaginando naquela posição até… (se bem que os tempos são outros e certamente eu sou bem menos educado do que qualquer um deles, rs) Mas será que aquela sua postura pode significar algo mais? Eu duvido, mas…

Mesmo assim foi ótimo ver a Lady Mary presenteando o novo casal com uma noite em um dos quartos da casa, como presente de noite de núpcias. E também foi bem bacana ter ela reconhecendo a importância da Anna na sua vida, permanecendo ao lado da empregada em um momento tão difícil e retribuindo com carinho toda a dedicação que aquela mulher sempre teve com ela. De chorar.

Ainda na parte menos nobre da casa, tivemos plots sensacionais como o Thomas quebrando a cara e tendo que enfiar o rabinho entre as penas, pedindo quase que “asilo” em Downton após a sua volta triunfal (rs) e tendo que trabalhar para merecer uma segunda chance naquele lugar, apesar dele ter tentado sumir com a Isis (sim, é uma cachorra e eu sempre tive essa dúvida, rs), na intenção de roubar o posição do Bates que naquele momento estava vaga. E só eu fiquei com o coração na mão quando ele serviu um chá para o Mr Carson? Achei que mais alguém iria cair duro no quarto em Downton e que dessa vez não seria um amante turco. (que eu tenho certeza que morreu pelas mãos do Thomas…)

O’brien também não sabia mais o que fazer para se redimir da culpa do que ela fez (criminosamente e sem perdão) ao final da temporada anterior, o que acabou a colocando em uma posição mais favorável até mesmo para os nosso olhos. Carson continuou sendo adorável e vê-lo dividido entre ter que abandonar Downton para seguira com a Mary (que ele considera como filha e já declarou ser a sua preferida) no seu casamento, foi um momento também bastante importante. Isso até ele descobrir as verdadeiras intenções do noivo da Mary e não aceitar mais partir com os dois por se recusar a trabalhar para um homem que ele não respeita (Howcoolisthat?), deixando-a bastante magoada, mas que nós sabemos que foi para o seu bem. O mesmo vale mara a Mrs Hughes (Phyllis Logan), que com uma certa parcela de culpa por ter demitido a nova empregada ruiva que se engraçou por um dos soldados que habitaram Downton durante esse período, acabou ajudando a ex empregada a criar o seu filho fruto dessa relação que obviamente não teve um final muito feliz e quase que virou um “Casos de Família”, dentro da série, rs. (e o que foi a empregada sentada com o bebê dentro daquela dispensa cheia de animais mortos pendurados no teto? EW! E viva o progresso, rs)

A season finale não poderia ter sido mais aflitiva, porque nela, além dos preparativos para o casamento do Matthew com a Lavinia (e Mary mais perto ainda de também se casar com Richard), eles que se casariam em Downton (imaginem o seu boy magia dos sonhos se casando com outra dentro da sua própria casa? #CHERMELIVRE!), ainda em meio a isso tudo tivemos a gripe espanhola chegando para atormentar a casa da família Crawley e fazer algumas vítimas fatais dentro dessa história.  Apesar desse ter sido um episódio final cheio de resoluções importantes, ele acabou deixando algumas outras questões ainda pendentes, como a história do casal Mary & Matt por exemplo, que havia ganhando um plot ainda mais dramático a essa altura da história, que chegou a soar quase como uma posição definitiva por parte do Mathew (que a gente entende também, porque ele é todo certinho, foufo, um lord! rs), assim como o futuro da Sybil e o destino de Bates, para citar apenas algumas situações que ainda não estavam muito bem resolvidas.

Com isso, acabamos ganhando aquele episódio sensacional de Natal com 1h30 de duração, que seria o tempo necessário para que essa história encerrasse muito melhor a sua Season 2, ou pelo menos, que nos deixasse um pouco mais esperançosos e porque não dizer mais felizes com suas resoluções de fim de ano. Como não é muito comum que os episódios de Natal tenham alguma relevância com a história em si na maioria das séries, acabei imaginando que em Downton Abbey teríamos algo parecido, o que para a minha sorte não passava de um engano meu. Nele tivemos a continuação dessa história, que nos levaria até o começo da década de 20, que é onde começaremos a próxima temporada, que eu mal posso esperar para ver o que eles vão fazer a respeito da moda dentro da nova década, moda que é sempre um assunto tratado de uma forma linda de ser ver na série inglesa.

Falando nisso, preciso comentar que o figurino de Downton Abbey (by Susannah Buxton) é uma das coisas mais bem feitas da TV de todos os tempos e não é a toa que já levou um Emmy por Melhor Figurino de Minissérie, Filme ou Especial e esse ano, como a temporada acabou ficando maior, irá concorrer como Melhor Figurino para Séries de TV. Tudo é muito bem cuidado e de extremo bom gosto, além de ser quase que uma aula de história da moda para quem gosta do assunto. Durante essa Season 2 com a guerra, ganhamos tecidos mais pesados e cores mais sóbrias do que os tons pasteis da temporada anterior e dessa vez tivemos o uso de muito preto para todas as personagens e um toque de vermelho, além de fardas militares e uniformes alinhadíssimos. Gosto muito dos vestidos de noite dessa temporada, pretos ou escuros, com muito bordado e mais brilho. Durante a temporada anterior, esqueci de dizer que em uma das cenas, a Violet acabou aparecendo com um vestido roxo coberto por uma blusa em renda meio off-white, que era de encher os olhos de puro amor em renda inglesa, rs. Os homens também estão sempre impecáveis e os uniformes de caça usados durante essa temporada, com muita estampa em xadrez e tecidos mais encorpados e com uma alfaiataria invejável, estavam todos sensacionais. E elas já avisaram que com a chegada da década de 20, as mulheres em Paris já estão de cabelos mais curtos, meio “masculinas” e eu estou ansiosíssimo para ver Downton ganhando esse upgrade durante a próxima temporada.

Mas voltando ao episódio especial de Natal que encerrou essa temporada de Downton Abbey, ainda tivemos o plot do julgamento do Bates que acabou abalando todos eles, ainda mais com o antigo empregado sendo declarado culpado e tendo como pena a forca e foi praticamente impossível não ficar emocionado com o grito de desespero da Anna nesse momento. Mas acabamos recebendo de última hora, como esperança de tempos melhores, a notícia de que sua pena havia sido revista e que agora ele teria que ficar preso para sempre, o que deixa uma oportunidade para que ele consiga tempo para ser declarado como inocente. Nele também tivemos um plot sensacional do jogo de tabuleiro Ouija (Jogo do Copo), que acabou ajudando a própria Daisy a resolver suas questões pessoais (e totalmente compreensíveis) em relação a morte do William e a sua relação com o pai dele, que também não poderia ter sido mais foufa.

Mas esse episódio ainda nos reservava um momento aguardado por todos nós, que seria a hora em que Robert finalmente tomaria conhecimento do que aconteceu com a sua filha Mary no passado. Até imaginei que ele fosse ficar mais indignado do que ficou, mas tendo o personagem meio que “perdido” uma filha recentemente de uma forma que ele não esperava, quase que sem volta (o que graças aos conselhos da sempre impagável Violet acabou não acontecendo) e tendo ele mesmo vivido uma história de traição a sua mulher (que quase morreu) com um empregada de Downton, estava mais do que na hora mesmo dele esquecer essa vida de aparências que eles parecem se importar cada vez menos e investir mais no suporte e na felicidade da sua família, que foi quando ele ofereceu todo o seu apoio para filha em ser feliz com quem ela quisesse, encorajando a própria a seguir seus instintos, viajar até a america (que é onde vive a mãe da Cora, que é americana) para fugir do escandâlo que sua vida pessoal poderia se tornar (a medida que o caso do passado viesse a público por meio do seu ex noivo que sabia das coisas), nem que para isso ela tivesse que trazer um cowboy americano para Downton. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E apesar de quase tudo estar praticamente resolvido nessa história, uma pendência ainda me incomodava durante essa temporada, que era a história de amor entre o Matt e a Mary, que durante os especial de Natal acabou ganhando novas camadas, mas que ainda estava sem o final que a gente gostaria de ver. Tudo bem que eles dois vivem uma relação de encontros e desencontros, como se ainda estivessem desajustados ao tempo um do outro (que acontece, humpf!), mas não seria justo com os dois depois de tudo o que eles viveram juntos até então (ainda mais depois da guerra), ter que terminar separados por mais uma vez, mesmo não sendo essa a vontade de ambos e não tendo mais quem os impedisse.

Uma leitora do Guilt já havia me avisado que tudo terminaria bem durante essa temporada e eu estava ansiosíssimo a respeito da resolução para essa que é a minha história de amor preferida em Downton Abbey desde o começo. A essa ponto, já estava quase que desacreditado que essa história fosse resolvida naquele momento, mesmo como o Matt tentando se aproximar da Mary durante aquele episódio, mudando de ideia sobre o que ele achava da relação dos dois depois do que aconteceu com a Lavinia e ainda sendo provocado por sua própria mãe a tomar uma posição naquela história toda e brigar por ela, algo que era mais do que evidente para todo mundo o quando eles mereciam e deveriam ficar juntos. (quando o casal dançou no baile dos empregados, era possível observar uma discreta admiração por parte de todos que observavam os dois dançando naquele momento)

Para a nossa sorte, o episódio ainda guardava alguns minutos finais, que seriam mais do que especiais. Com a neve chegando a Downton, no clima perfeito após o baile dos empregados (que foi sensacional e teve coreôs impagáveis de casais que a gente nunca imaginou ver juntos!) e após a Mary já ter revelado a sua história com o turco no passado e o Matt aceitando que todos eles já viveram o suficiente a ponto de carregarem alguma bagagem para a vida, acabamos ganhando o final perfeito para aquela história de amor que nós tanto AMAMOS e torcemos por tanto tempo. Chorei neam? Compulsivamente e com o coração transbordando! (sim, eu sou do tipo que se envolve com os personagens que eu gosto, por isso não me julguem e me abracem, ok?)

E assim, em meio a chegada da neve e com esse momento maravileeeandro e para o qual nós estávamos torcendo faz tempo, terminamos essa Season 2 de Downton Abbey completamente satisfeitos com tantas histórias sensacionais que esses ingleses conseguem nos contar tão bem e em tão pouco tempo. Para quem não viu ainda, o Globosat HD irá exibir a Season 2 da série em Novembro desse ano (a primeira temporada acabou de ser encerrada, praticamente quando eu escrevi o meu post a respeito da Season 1) e na mesma época, o DVD da primeira temporada será lançado por aqui. (e vai direto para a minha prateleira especial)

A respeito da Season 3 de Downton Abbey, nós já sabemos de algumas informações que nos foram reveladas durante o painel da série no TCA desse ano. Além da chegada da mãe da Cora, interpretada pela atriz Shirley MacLaine, sabemos que após a guerra, muitas famílias passarão a ter alguns problemas financeiros e dentro desse cenário, teremos a família Crawley. Teremos também a visita de Sybil e do seu agora marido, algo que irá gerar um certo desconforto no resto dos empregados da casa e vamos ter algumas questões políticas relacionadas a Irlanda (que é onde Sybil vive com ele). Novidades vão surgir para a história do Bates, mesmo com ele ainda preso, onde iremos descobrir como a sua ex mulher acabou morrendo. E para o nosso total desespero, parece que a história de amor entre o casal Mary & Matt não vai estar nada bem apesar de agora eles finalmente estarem juntos e noivos (quem não tinha certeza de que isso iria acontecer, hein?). A previsão de estreia para a Season 3 é de Setembro desse ano, lá do outro lado do oceano, sendo que na america antiga a nova temporada só será exibida no começo de 2013 e por aqui ainda não há previsão. (ou seja, Setembro, rs)

Ansiosos? Eu não consigo comentar outra coisa no meu chá das cinco a não ser o meu amor inglês por Downton Abbey. E o que mais me deixa encantado com a série é que apesar da pompa e da grandiosidade de Downton, eles conseguem nos apresentar histórias super simples mais muito bem contadas, recuperando uma inocência que a gente vem sentindo falta e não é de hoje. O tipo de série para se assistir com pontualidade inglesa, pelo menos a partir de agora. (rs)

ps: não me aguento com a trilha perfeita para cada um desses promos. #SÓAMOR

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Downton Abbey, parte 1

Julho 16, 2012

Faz tempo que eu venho procurando uma série do tipo novelão, sabe? Do tipo que reunisse um pouco de tudo. Intriga, romance, jogos de poder, humor, vilanices, tudo em um pacote só. Até que me deparei com Downton Abbey, série inglesa que a gente tem ouvido falar muito bem atualmente, que vem ganhando diversas indicações nos mais variados prêmios e que certamente deveria ter o seu mérito. Por falta de tempo e por meu interesse em histórias de época não ser dos maiores (quando é muito histórico eu até gosto, mas não de tudo…), acabei deixando a série para assistir depois, aproveitando o marasmo da summer season, que é sempre um período entregue as moscas.

Mal sabia eu que estava prestes a me apaixonar perdidamente por mais uma série inglesa indeed. Eu sei, eu sei que eu tenho repetido isso bastante ultimamente e pode parecer até um exagero do meu sangue inglês falando mais alto (se jura?), mas acreditem, Downton Abbey merece mesmo toda a comoção em torno da riqueza e detalhes de sua produção, que chega a ser assustadora quando pensamos que essa é apenas uma série de TV e não um produto do cinema, como bem poderia ser. E o melhor de tudo, a série consegue ser tudo isso sem ser pedante, chata ou datada demais, o que já é uma grande vantagem quando falamos de algo que se passa em uma outra época.

Em Downton começamos em 1912, anos antes da Primeira Guerra Mundial, em um período marcado pela tragédia do Titanic e temos como plot central a vida de uma família nobre importante da região e sua rotina em Downton, herança que eles cuidam a todo custo para que permaneça sob os cuidados da família, que funciona dentro de uma sistema de hierarquia nos moldes antigos, por isso o drama. Dentro daquela casa de campo com um arquitetura lindíssima e de tirar o fôlego, temos muitos empregados, dos tipos mais variados possíveis. Alguns bem felizes com suas posições e agradecidos pelo oportunidade de servir, outros mais ambiciosos e cada um deles carregando uma história deliciosa, seja ela envolvendo o seu passado, que vamos descobrindo ao longo do tempo, ou até mesmo falando do momento presente de suas vidas na série.

Dentro da família Crawley, que são os donos do pedaço, também temos as mais adoráveis e diferentes criaturas, como o casal Robert (Hugh Bonneville) e Cora Crawley (Elizabeth McGovern), que são ótimos juntos, de uma foufurice absurda, apesar de não esconderem ou negarem que aquele casamento a princípio tenha sido arranjado por puro interesse (por parte dele), prática mais do que comum naquela época (só naquela época? Sei…). Juntos eles tem três filhas mulheres, o que dificulta a sucessão da herança da família, que naquela época (bem injustamente) era feita apenas através de um descendente homem, o que leva a família a se preocupar e muito com o futuro de Downton e de uma herança que eles cuidam como ninguém, que vai muito além apenas da propriedade em si.

Entre as filhas temos Lady Mary (Michelle Dockery), a mais velha delas e que estava noiva de um pretendente que acabou sendo vítima do naufrágio do Titanic (que é o acontecimento histórico que data o início dessa história). Mary é super ambiciosa, mas tem algo que vai além disso na sua personalidade conflitante. Ela não gosta de ser mandada e não aceita muito bem a ideia de ter que se casar por esse ou por aquele motivo, algo que ela vem sendo pressionada a fazer rapidamente por conta da herança da família, que é algo que ela não aceita muito bem sem que a decisão seja inteiramente dela. No começo, ela pode até parecer mais interesseira do que qualquer outra coisa, mas na verdade, no decorrer da história, vamos percebendo que Mary está mais do que certa em bater o pé e não aceitar que a sua herança acabe nas mãos erradas apenas pelo fato dela ser mulher, o que acaba nos revelando um outro lado da personagem, esse muito mais interessante e apaixonante até. Mary tem a alma de uma mulher livre, do tipo que quer ser dona do seu próprio nariz.

Com filha do meio temos Lady Edith (Laura Carmichael), que cai perfeitamente naquele velho estigma do filho do meio que acaba dividindo demais as atenções com os irmãos das pontas (rs) e sempre acaba se sentindo um pouco deixado de lado. O problema é que ela, apesar de se sentir injustiçada e até mesmo os seus pais reconhecerem que ela é prejudicada por ser a filha do meio (com aquele recurso do humor inglês que é sempre ótimo), Edith carrega também aquela competição eterna muito presente dentro do universo feminino, a qual ela nutre com todas as forças contra a irmã mais velha Mary, a quem ela julga não saber aproveitar as possibilidades que para ela nunca aparecem. Verdade é que Edith não só se sente como a filha injustiçada, como ela parece ter uma inveja imensa da felicidade alheia e está sempre torcendo para que as irmãs “mais perfeitas” se deem mal para que ela possa se sentir melhor. Edith tem a alma de uma velha amarga, que não tem forças para lutar a favor de si mesmo, buscando essa força que lhe falta na inveja, o que a leva a ser facilmente apelidada de Lady Envy, rs.

Representando os sonhos da juventude e uma visão de futuro, temos Lady  Sybil (Jessica Brown Findlay), a caçula do clã dos Crawley que é a foufurice em pessoa. Linda, ela é doce com os empregados e está sempre disposta a ajudar (AMO o plot dela tentando ajudar a empregada a perseguir o sonho de se tornar secretária). Cheia de opiniões e ideais, apesar de levar uma vida considerada fácil dentro do seu “castelo” cercado de empregados, Sybil é super politizada e uma grande ativista em prol dos direitos das mulheres, que naquela época eram tratadas como seres bastante inferiores (só naquela época? Sei…), sem direito a voto ou até mesmo uma voz mais ativa em diversas circunstâncias. E ela é a mais ousada de todas as filhas e quem tem uma visão mais adequada ao futuro, arriscando-se até a ser a primeira das três a usar calças em público em noite de jantar em família. Sybil tem a alma moderna, de uma jovem sonhadora que não se importa em lutar para alcançar aquilo que deseja para ela ou para os demais.

Ainda falando um pouco mais da família, temos uma outra personagem que não mora em Downton, mas que faz visitias constantes e sempre muito divertidas, que é a Condessa de Grantham, Violet Crawley, mãe do patriarca da família e avó de todas elas, que é deliciosamente interpretada pela excelente atriz Maggie Smith (I ♥ Professor Minerva). Sério, ela é impagável para a série. Impagável! Com uma inquietude no olhar e até nos trejeitos, sempre com aquele ar de nobreza que ela não perde por nada nesse mundo e sempre lutando para manter as tradições das coisas como ela acha que devem ser, a personagem é sempre um ganho em cena, mesmo quando intolerante e até mesmo com um olhar bem preconceituoso sobre as coisas. Mas ao contrário do que se possa imaginar, Violet apesar de ter fortes posições a respeito de tudo, as vezes bem equivocadas e questionar o tempo todo as mudanças da modernidade, a personagem se mantém bastante aberta a aceitar e entender que essas mudanças sejam inevitáveis em diversas áreas, dando um banho de jogo de cintura na terceira idade daquela família e mostrando que ela pode ser uma mulher muito mais moderna do que aparenta, desde que ela seja convencida do contrário.

E #TEMCOMONAOAMAR a reação da personagem com a novidade da energia elétrica, a qual ela acha um total desperdício e diz não estar acostumada ainda, ou quando ela experimenta pela primeira vez na sua vida a sensação de se sentar em um cadeira giratória? Fora a relação em conflito que ela mantém com a prima Isobel (Penelope Wilton), que chega trazendo o possível novo herdeiro de Downton, com a qual ela trava excelentes brigas de conhecimento, como quem é capaz de dar um diagnóstico mais preciso sobre um problema de saúde de um dos empregados, ou a batalha sobre quem manda mais no conselho do hospital local, ou até mesmo a disputa para ver quem é que tem o jardineiro capaz de criar a rosa mais bonita da região. Plots divertidíssimos que terminam com a resolução de “parte” da mágoa entre as duas no season finale, de onde eu espero que surja uma amizade em nome de um bem comum de interesse de todos, inclusive de todos nós.

E esse interesse todo fica por conta do personagem Mathew Crawley (Dan Stevens), ele que é o primo magia da família e que chega para assumir a sua parte na herança, uma vez que a família não tem nenhum filho homem. Ele que não é um nobre, mas aparentemente foi um homem muito bem educado, que recebe a proposta de ter uma grande mudança na sua vida do dia para a noite, que começa no momento em que ele aceita o convite para mudar-se para Downton. Mas Mathew tem outros interesses, ele trabalha nos dias de semana (o que eles consideram um absurdo e a Condessa chega a perguntar com um certo nível de espanto sobre o significado de “finais de semana”, rs) e que obviamente não é muito bem recebido por parte de Mary, que porque não é casada ainda, é para ele que ela vai perder a sua parte da herança.

A princípio ambos não se dão muito bem, mais por parte dela do que dele, que o considera um homem comum, impossível dela se interessar. Muito disso por conta de que existe um interesse no ar por conta de sua família, onde se ela acabar se casando com Mathew, seus problemas em relação a herança estariam todos resolvidos. Uma imposição que ela não aceita e ele até entende o porque, mas que ao mesmo tempo, começa a despertar um certo clima de romance no ar entre os dois, que é construído de uma forma linda e bem natural durante a temporada, onde acaba ficando mais do que evidente que eles foram feitos um para o outro. Mas é claro que nem tudo é tão simples assim e eles até ensaiam um começo para o final feliz dessa história, que acaba logo em seguida, com um outro momento bem importante da temporada que eu não preciso contar exatamente qual para não estragar a surpresa de quem ainda não assistiu Downton Abbey.

Mas posso falar? Estou completamente apaixonado pelo casal Mathew & Mary, que rapidamente conseguiu ganhar o status do meu novo “Ross & Rachel” de época antiga, rs. Aliás, eu acho a Mary lindíssima e super entendo a personagem (além de me indentificar e muito com ela), mas é humanamente impossível terminar pelo menos essa primeira temporada da série inglesa sem não estar pelo menos um pouquinho apaixonada pelo primo Mathew. Sério. Te amo Mathew! (rs – ♥)

Do lado dos serviçais da família Crawlie, também temos ótimas figuras que são divertidíssimas e muito bem exploradas, mesmo quando em papéis menores (que são menores não por serem serviçais, tipo a Lady Edith, por exemplo). Fato é que Dowton Abbey não é uma história apenas sobre uma família rica que tem vários empregados e sim uma grande história sobre todas as pessoas envolvidas nessa trama e suas relações, sejam elas nobres ou não. E tem de tudo naquele lugar, desde as empregadas mais especiais, que dedicam a sua vida ao trabalho e acabam abdicando do sonho de constituir uma família ou uma vida fora de Downton, como a adorável Anna (Joanne Froggatt) e a Mrs Hughes (Phyllis Logan), que são super queridas com todos eles, ou tipos mais voltados para o lado negro da força que quase não conseguem enganar ninguém, sempre muito ambiciosos e visando lucrar de alguma forma com a proximidade do seu trabalho com aquela família, como os odiosos Thomas (Rob James-Collier, que o que tem de maravileeeandro tem de megabitchness) e a Sarah O’Brien (Siobhan Finneran, feia, amarga e má, rs), que como vilões da trama as vezes parecem ser apenas pessoas amargas ou revoltadas com suas condições inferiores, mas que acabam nos revelando que são realmente pessoas de caráter bem duvidoso. (imperdoável o que a Sarah fez, mesmo se arrependendo logo em seguida…)

Mas é bem bacana ver a forma como aqueles empregados dedicam o seu tempo ao trabalho que parece nunca ter fim dentro daquele lugar gigantesco e cheio de normas e regras. Um trabalho que precisa ser impecável aos olhares dos chefes de todos eles, Mr Carson (Jim Carter, que quem diria que teria uma passado daqueles hein? rs) e da Mrs Hughes, que parece durona no comando da ala feminina, mas que é uma foufa e tem escondido no seu passado uma história linda de amor. Entre eles ainda temos o doce William (Thomas Howes), que mantém um amor platônico pela Daisy (Sophie McShera), ajudante apatralhada da excelente e estressada cozinheira Mrs Patmore (Lesley Nicol), que também passa por maus bocados durante essa temporada e que não mais do que justamente, é totalmente amparada pela família. Sem contar o motorista socialista, que já começou a dar indícios de uma paixão por Sybil, com quem divide alguns interesses em comum, assim como o misterioso Bates (Brendan Coyle), que chega como um velho conhecido do Robert, mas que ainda mantém alguns segredos que nos são revelados aos poucos durante a temporada.

E essa relação entre patrão e empregado em Downton Abbey é muito bem construída também, onde fica sempre bem claro a gratidão que aquela família tem com os seus empregados e vice versa, mesmo sem que isso fique muito evidente a todo momento. Alguns conseguem perceber isso de imediato e passam a ter uma relação linda com seus patrões, como é o caso da cumplicidade da Anna ou da Gwen com as filhas do casal, enquanto outros, preferem se distanciar dessa proximidade, sem deixar se envolver demais com a situação, a não ser para tirar algum proveito daquilo tudo, como o Thomas, que não mede esforços para sair da sua vida atual, roubando e tentando ganhar qualquer vantagem com o privilégio de informações que ele recebe em Downton, assim como a O’Brien, que se sente inferiorizada, pouco querida dentro daquele cenário e por isso resolve tomar atitudes de pura crueldade, quando em uma dessas situações (a mais cruel delas) a empregada recebe de troco um tapa na cara em formato de elogio à sua importância para aquela família, que ela não foi capaz de perceber antes e agora tem que conviver com esse grande remorso em sua vida cada vez mais amarga. (bi-a-tch)

O bom é que de tudo acontece em Downton, onde as correspondências correm solto com as fofocas mais sórdidas daquele lugar, isso até a chegada do telefone agora no season finale, que deve mudar um pouco a forma de se espalhar a informação aos quatro cantos da região. E temos tudo mesmo ali, fofoca, intriga em família, plots religiosos, políticos, romances lindos, aquela dinâmica de sempre entre empregado e patrão, amantes turcos morrendo do nada no meio da noite (sabemos que foi vc, Thomas) e empregados que se atracam com os pretendentes da filha do patrão (vimos que foi vc, Thomas). Sem contar o charme de um época que não vivemos, cheia de regras de comportamento e até mesmo de educação e respeito, coisas raríssimas de serem vistas hoje em dia.

Mas é bacana como toda a história da série na verdade é bem mais simples do que pode parecer e suas resoluções todas não poderiam ter sido melhores, pelo menos não nessa Season 1. Tudo é tratado de forma bem simples e acaba funcionando mesmo assim, o que eu não acho que seja apenas mérito do nosso interesse em um tempo que não vivemos e sim uma qualidade que se encontra naquele texto delicioso, que além de ser super bacana, é também super ágil e bem dinâmico, onde há espaço para todos se destacarem nessa que já se tornou a minha série novela do momento. E que atores sensacionais, não?

Ao final da Season 1, tivemos importantes resoluções para todos os personagens, onde nada que nos foi proposto ficou pendente, além de um plot bem triste para a família, o que acabou afetando inclusive a relação entre o casal Mathew e Mary (para meu desespero), que se não fosse pelas influências externas, já poderiam ter resolvido essa situação. No final, chegamos ao ano de 1914, dois anos após a data de início da série, onde terminamos a temporada com o anúncio da notícia da chegada da Primeira Guerra Mundial, com os ingleses se declarando em guerra contra a Alemanha em um momento que certamente deverá afetar os rumos da próxima temporada, que eu começo a assistir assim que terminar de escrever essa review, rs. E apesar de avançarmos dois anos a frente dessa história, a série inglesa tem apenas sete episódios em sua primeira temporada, onde parece até impossível eles terem conseguido desenvolver tantas histórias de forma tão completa em um espaço de tempo tão curto como esse. Mas acreditem, eles são ingleses, que não tem o costume de se atrasar ou nos enrolar com episódios medianos ou fillers e mesmo com uma temporada enxuta dessas, conseguem nos entregar essa delícia de série, que justifica toda e qualquer comoção em torno do seu nome.

E a minha maratona continua indeed, onde eu fico feliz de ter mais uma temporada já exibida para acompanhar nos próximos dias, em uma Season 2 com oito episódios + um especial de Natal e já estou super ansioso para o começo da Season 3, que estreia ainda nesse semestre do lado de lá. Lembrando que a sua primeira temporada começou a ser exibida em Maio por aqui, no canal Globosat HD (pertinho do meu niver, o que só pode ter sido um presente. Thnks Família Crawley, rs) e já foi anunciado que o DVD com a Season 1 será lançado no Brasil até o final de 2012, ou seja, mais um para a nossa coleção indeed. Mas o melhor de tudo isso é saber que Downton Abbey já tem os contratos de boa parte de seu elenco muito bem renovados e garantidos até uma Season 5, ou seja, por enquanto não precisamos nem nos preocupar com o fantasma do cancelamento. Howcool&britishisthat?

E se vc conseguir assistir a esse promo sem ficar arrepiado em partes do seu corpo que vc não havia descoberto ainda, considere-se uma pessoa desalmada indeed.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


%d bloggers like this: