Posts Tagged ‘Michelle Williams’

Look 4 Today

Abril 11, 2013

michelle-williams-haircut

Pq hoje nós não queremos ser ninguém menos do que a Michelle Williams com o seu picumã novo.

Maravileeeandta!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Se não fosse por todo o caminho de tijolos amarelos, o James Franco e a Michelle Willians, eu veria “Oz: The Great and Powerful” só por ele:

Março 7, 2013

Zach Braff

Zach Braff (Höy!), que nesse preludio da Disney (com cara de Alice) faz o assistente e também a voz do macaco que acompanha o mágico. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (e essa luz verde nele meio Bruxa do Oeste?)

E sim, eu stalkeio o Zach no Twitter (ele, o JT, o John Krasinski, o Mayer Hawthorne, o Russel Tovey, a Lena Dunhan, a Mindy Kaling…) e espero um dia conversar por horas com ele a respeito do seu excelente “Garden State” e essa conversa tem que ser no formato do musical de Scrubs. Sim, sou desses.

Com direção de Sam Raimi (sim, aquele da trilogia de Spider-Man), “Oz: The Great And Powerful” estreia amanhã nos cinemas.

Ansiosos?

 

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Da séries casais que nós amamos indo ao Zoológico: Michelle Williams + Jason Segel

Setembro 4, 2012

Michelle e o Jason levando a Matilda para uma visita ao Zoo do Bronx. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: me lembro de ter ido muito ao zoológico quando criança e me lembro também de nunca ter entrado naquele labirinto escuro e medonho que tinha lá dento, na área do parquinho das crianças. Todo mundo entrava, mas eu não tinha coragem, rs (e o tal labirinto vivia cheio de areia e eu percebia que todas as crianças saiam de lá com os joelhos ralados, ou seja, mais um motivo para eu nunca ter entrado lá, rs)

 

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Da séries casais que podem estar formando uma nova família e nós estamos amando: Jason Segel + Michelle Williams

Julho 31, 2012

Alguém consegue medir o quanto a gente gosta da Matilda? (não tem fita métrica certa!)

E achamos que o Jason parece ser um bom homem… (além de ser bem engraçado, já ter feito um filme com os Muppets – ♥ – e cantar super bem, hein? Go Michelle! Go Michelle!)

(♥)

 

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E a Comic-Con 2012 foi ou não foi bem meio assim?

Julho 26, 2012

Tirando o painel de Breaking Bad, que a gente adoraria ter participado, o de Doctor Who que é o nosso sonho do momento enquanto não temos ainda a nossa própria TARDIS (na esperança…)  e o de Fringe, porque somos curiosos no nínel mais alto do colapso entre os universos azul & vermelho, eu diria que a Comic-Con 2012 foi no mínimo bem preguiçosa.

Pouquíssimas novidades, uma ou outra informação sem muita relevância e quase nenhum acontecimento capaz de fazer nós, os nerds que ficaram em casa, a realmente sentir inveja deles, os nerds que compareceram ao evento desse ano… (quem eu quero enganar? Essa inveja vai sempre existir no coração 8-bit de todos nós…humpf!)

Falando em Breaking Bad, que foi sim o painel mais animado EVA da edição desse ano da Comic-Con, cheguei a ficar impressionado com a forma como a série vem se promovendo com muito mais força durante essa sua Season 5, que diga-se de passagem, não está nada menos do que sensacional! (sério, o que foi aquele segundo episódio? Clap Clap Clap! – de pé)

Mas é claro que eles regularam spoilers. Mas vcs querem saber a minha opinião para o final da série?

Walter percebe o monstro que se tornou e o caminho sangrento que percorreu para chegar na sua reta final e acaba se rendendo a morte (por esse ou por aquele momento) e quem deverá sobreviver dessa história toda é mesmo o Jesse, gritando “Yeah Bitch! Magnetics” como se não houvesse amanhã.

Esse é o meu palpite/desejo não mais secreto. Sem mais.

Alguém precisa falar: como a  Anna Torv estava magrona, estava gatona e estava gostosa no painel de Fringe hein?

HÖY! (em caixa alta)

HÖY! (de novo pq ela interpreta 2 papeis na série, rs)

Peter Pacey agradece a sinceridade. 

Mas a nossa mágoa com Fringe esse ano na Comic-Con fica por conta daquele trailer preguiçoso que eles passaram por lá dizendo ser da sua nova temporada, que de novo não tinha nada. NA-DA!

Custava filma 2 segundos em um cenário aleatório com cara de futuro e dizer “2036 is coming…”?

Não, não custava.

#CHATIADO

Agora, vamos falar de moda na Comic-Con?

Que preguiça é essa minha gente? Tô odiando essa postura “sou nerd e não ligo para as modas”, que todo mundo sabe muito bem que não é verdade e sim recalque.

E como lidar com as escolhas do elenco de Community?

Até na festa de aniversário do meu vizinho irritante com filhos mais irritantes ainda da qual eu não fui convidado a participar (sem ressentimentos, mas é sempre de bom tom mandar um kit festa para o vizinho, com bolo, doces sortidos e no mínimo quatro brigadeiros e toda a família brasileira sabe disso) tinha gente mais bem vestida do que isso, ou pelo menos mais esforçada…

Vou fingir que não vi esse amarelo pavor da Gillian Jacobs e continuar a amando loucamente. Te AMO Britta/Gillian! (♥)

E continuar desejando a morte da Annie na próxima temporada. Lá e em Mad Men, claro. Desculpa qualquer coisa, Annie’s boobs!

Já a Mayim Bialik, eu não ligo a mínima que seja cafonona, só porque eu respeito a Blossom até a morte. Ainda mais porque nada que ela vista hoje, seria pior do que o que ela já usou com orgulho no seriado antigo. A não ser que seja algo vintage daquela época antiga, rs.

E quem é vc para falar o contrário, se eu não vejo nenhuma coroa de diamantes na sua cabeça nesse exato momento. Hein?

#RESPECT

I ♥ Amy Farrah Fowler

Se eu encontro o Howard vestido assim na Comic-Con, vou logo achando que é um assistente do office boy e vou logo pedindo o meu mocca chocolata yah yah. Mas tem que ser bem quente.

Não foi buscar ainda querido? (tá, eu me visto assim de vez em quando e se vc me pedir um café eu te mando o doce. WOO)

Gostaria de dizer que mesmo com a Michelle Williams aparecendo maravileeeandtra assim na Comic-Con (e o target? Confere? Mesmo? São pergunta que ela deverá fazer assim que receber o próximo convite), ela não foi a minha muse desse ano. Fuém!

Desculpa qualquer coisa, Mi! (rs)

Falando em muse, gostaria de deixar bem claro que por motivos pessoais, seremos audiência certa na série Arrow, só por conta da magia do Stephen Amell, claro.

Höy!

OK, a gente ama o Zachary Levi, que é o nosso príncipe Disney preferido,  mas não tanto assim a ponto de conseguir ignorar esse outfit em um nível alto de preguiça. Certo?

Certo. Precisa nos conquistar primeiro para depois relaxar Zachy, regra básica para qualquer relacionamento (para o começo e/ou o fim deles, rs)

#NAOTABOMNAO

MUSO da Comic-Con 2012 = Darren Criss

Achamos que ele deve esquecer o gel de vez e assumir o seu curly com orgulho na nova temporada de Glee (que a gente torce para que seja bem boa, só para ter outro TGP, que é melhor ainda, claro!)

Höy!

ps: mantenha a barba. A puberdade deve chegar no McKinley High!

Já que chegamos a essa ponto, vamos falar de magia?

Magia ruiva =  Michael C. Hall = Höy!

A gente não liga mais para o Dexter já faz duas temporadas, pelo menos. Mas é humanamente impossível ignorar o Michael C. Hall em qualquer coisa que ele faça na vida.

Magia da Barba Ruiva = Dave Annable = Höy!

Não temos a menor vontade de assistir sua nova série, a 666 Park Avenue, mas achamos importante alguém em Hollywood escolher assumir o grisalho, mesmo tão novo como o Dave. Acho corajoso e honesto.

ps: beijo para os Walkers antigos, que empatam com a minha própria família no nível de fofoca ao telefone, rs. 

Magia sueca =  Alexander Skarsgard = Höy!

Sempre 3 metros dele. PÁ!

O Frodo a gente nunca vai ter certeza se é legal, por isso passamos…

Mas quem nunca sonhou em fazer a Maria Garupa em Sons Of Anarchy com o agora magia (o único por lá) chefe de tudo?

TODAS! Höy!

Agora parece que é oficial: acabou para o Bill!

Depois dessas 5 últimas temporadas de True Blood, vc ainda consegue achar que ele se parece em alguma coisa com aquele vampiro sentado no Merlotte’s no começo da Season 1?

Eric continua o mesmo desde que cortou o cabelo e fez balaiagem pela primeira vez, tornando-se assim um vampiro de respeito

Mas não parece mesmo!

#NAOTABOMNAO

ps: do Sam eu morro de preguiça, por isso prefiro ignorar e bastava colocar a Tara ali do lado para completar o time daqueles que se morressem, a gente não sentiria a menor falta em True Blood. Sim. 

Agora sim, o meu painel preferido ever dessa Comic-Con. Painel Who?

Karen Gillan, Arthur Darvill e Matt Smith, também conhecido como o melhor Doutor de todos os tempos. Höy!

Posso dizer que foram os que menos se esforçaram e que mesmo assim conseguiram imprimir da magia a sedução?

Cool Cool Cool! (♥³)

E para a Karen Gillan com esse cabelo maravileeeandro em ruivo, vai o posto de nossa MUSE da Comic-Con 2012.

Não só por ela ser a garota que esperou (♥), nem só por ela ter aparecido linda assim (com essa bolsa que é só amor!) e sim por ela ter dito que adoraria ver um episódio de Doctor Who com todos eles presos dentro de um piano (sério, quem diria uma coisa dessas?) e praticamente se convidar para participar de Community, no episódio especial em que eles vão a um evento do Inspetor do Tempo. Howcoolcouldbethat?

I ♥ Amy Pond

Höy!

ps: e não, não tivemos uma preview da Season 7 de Doctor Who esse ano. Humpf!

 

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Da série casais que nós ainda estamos nos acostumando: Michelle Williams + Jason Segel

Junho 26, 2012

Sim, ainda estamos nos acostumando com o casal, que já ganha pontos a seu favor por não ser assim tão óbvio…

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E como a Matilda nos lembra alguém, hein?

Abril 20, 2012

Super foufa e a cara de alguém que a gente morre de saudade.

Matilda!

Março 20, 2012

Mas que enorme que está essa Matilda, hein?

Daqui uns dias Michellão não consegue mais carregá-la, rs (que era o que todo mundo dizia para a minha mãe quando eu era criança, rs)

Foufa mil!

Uma semana meio assim com Marilyn

Março 14, 2012

Quando a insegurança mostra que tem o poder de acabar com qualquer um, inclusive com a Marilyn Monroe.

Será que eu sou boa o suficiente? Será que ninguém vai me enxergar como eu realmente sou? Será que eu vou conseguir dar conta de interpretar outra pessoa, mesmo sem conseguir me interpretar?

Questões que certamente passaram pela cabeça de Marilyn Monroe, na versão de “My Week With Marilyn” para o cinema dirigida por Simon Curtis. Um filme melancólico, que escolheu mostrar o outro lado de um dos maiores ícones de beleza do mundo, sem ignorar o fato dela talvez ter sido a mulher mais desejada dos últimos tempos, fator que é claro que não poderia ser deixado de lado. Mas nessa versão, ganhamos uma Marilyn completamente insegura, frágil, bem diferente daquela explosão que todos nós estávamos acostumados a ver nas telas do cinema (no nosso caso, nas telas de TV mesmo, rs).

O filme é literalmente um sonho, como se estivéssemos vivendo esse tal sonho sobre o olhar do personagem principal, Colin Clark (Eddie Redmayne), personagem esse que dá vida ao autor do livro que resultou no longa. Ele que acaba conquistando a confiança da Marilyn em um momento bastante complicado de sua vida, quando ela estava prestes a se separar do seu terceiro marido, o dramaturgo americano Arthur Miller. E isso do alto dos seus trinta e poucos anos e em uma época totalmente diferente da nossa, o que já dá até para imaginar um pouco mais desse drama todo de ver mais um casamento não dando certo e isso tão cedo em sua vida.

Quase como se ele não acreditasse no que estava vivendo, Colin vai se aproximando timidamente da grande estrela por conta do seu trabalho como terceiro assistente durante as filmagens de “O Príncipe Encantado”, filme que marcou a primeira passagem da estrela de Hollywood por terras inglesas. Obviamente que ele já carregava uma grande admiração pela mesma, como qualquer outro mortal naquela ou em qualquer época, embora tentasse esconder toda a euforia de trabalhar bem próximo a um dos grandes ícones do cinema, isso logo em seu primeiro trabalho na industria cinematográfica, que sempre foi a sua grande paixão. Devido a essa proximidade e por manter um olhar diferente ao que ela estava acostumada receber, com um enorme respeito além da admiração, algo que aparentemente não parecia ser o forte das pessoas daquela época em relação a um ícone tão importante (algo bastante comum e que ainda hoje se repete), ele assim acaba despertando o interessa de Marilyn, que escolhe passar um tempo na companhia do assistente, enquanto tenta se encontrar e resolver as suas questões pessoais.

E nesse caso, a Marilyn Monroe interpretada dignamente pela atriz Michelle Williams também chega com toda a força de uma grande musa do cinema, atraindo todas as atenções, os flashes e todos os olhares por onde ela passava, nada diferente ao que já ouvimos falar sobre o mito. Exceto quando ganhamos alguma intimidade com a personagem,  em momentos em que ela se revela como uma mulher completamente insegura e visivelmente triste, vivendo quase que em um pesadelo de ter que atender sempre as necessidades do outros, sem poder se mostrar como ela realmente gostaria de ser vista.

No filme, Marilyn parece viver algo que hoje poderia ser rotulado como “síndrome do pânico” por exemplo, demonstrando claramente uma sensação quase que claustrofóbica quando ela se vê cercada de fãs no meio do nada por exemplo, ou quando se sente insegura em relação a interpretação dos seus personagens. E essa sensação é evidenciada em closes intimistas com flashes estourados registrando cada um desses momentos, mostrando claramente o incomodo da personagem em relação ao meio em que vive e a sua insatisfação.

Nesse momento, perdemos a grande estrela dos cinemas para ganhar uma mulher completamente frágil, que apesar de ter um ideia do que ela gostaria para a sua vida, parece não ter força para buscar os seus objetivos sozinha, encarando duramente as consequências dessa falta de coragem.

Talvez por esse motivo, ela vivesse cercada de funcionários, que acabavam controlando-a como uma marionete, enchendo-a de remédios para tornar mais fácil a convivência com a sua personalidade depressiva, mantendo assim os lucros de todos os interessados em enriquecer a troco da vida e do talento desse grande ícone.

Engraçado que se vc parar e pensar no assunto, esse tipo de comportamento do passado se repete até hoje com as nossas atuais “musas” das mais diversas áreas, que se cercam de sua entourage, em uma tentativa desesperada de blindagem, evitando de certa forma lidar com a realidade para que os seus egos continuem inflados o suficiente para que assim elas possam sobreviver em um mundo cada vez mais cheios de opiniões por todos os lados. É claro que isso não é o que acontece com todas e a personalidade individual de cada uma delas pode ser um fator importante para essa inclinação ao mesmo tipo de  insegurança da Marilyn dessa versão no cinema, por exemplo. Algumas aproveitam essa entourage para fazer algo cada vez mais profissional, tomando conta de suas carreiras por todos os lados, aproveitando para cuidar de perto de tudo, enquanto outras sucumbem a praticidade de ter alguém resolvendo todo e qualquer tipo de problema por elas e assim vão perdendo (as vezes até sem perceber) o controle de suas próprias vidas. Dois nomes atuais podem ilustrar bem essa minha teoria: Madonna e Britney Spears (nessa ordem).

Enquanto assitia ao filme, fiquei pensando o tempo todo que se a Marilyn de ontem achava difícil viver no passado, imagino o curto período que ela duraria nos dias de hoje, em um mundo cada vez mais “profissional” no assunto celebridades e ao mesmo tempo sem o menor limite ou até mesmo respeito por todas elas. (em alguns casos…)

Eu, que sempre fui um grande fã da Marilyn Monroe, sinto em dizer que nessa hora faltou um pouco mais de personalidade e até mesmo de força para aquela mulher. Não adianta reclamar e lamentar que o mundo não consegue enxergá-la de outra forma, quando vc se mostra para ele do mesmo jeito o tempo todo (mesmo contrariada), sem ao menos tentar deixar uma outra impressão qualquer e no filme ela sequer faz muito esforço para isso, pelo menos não durante aquela semana. Fazer isso porque convém, porque alguém disse que tem que ser assim, ou porque foi assim que vc se tornou conhecida, me parece o caminho mais fácil (e lucrativo), o que em muitos casos, pode também ser o mais doloroso, por tamanha omissão a sua verdadeira identidade.

Normalmente eu tenho pena desse tipo de pessoa, mas ao mesmo tempo não tenho a menor paciência para gente insegura que precisa de elogios o tempo todo para se sentir melhor, ou qualquer outro tipo de características que indiquem falta de personalidade. Muito provavelmente, esse foi um dos fatores determinantes para a vida infeliz de Marilyn no campo amoroso, como mostra o filme. Não há beleza que resista a tamanha insegurança, não há! Ao mesmo tempo, eu também acho que depressão é uma coisa muito séria e muito mais profunda,  uma doença do tipo que é necessário bem mais do que uma simples conversa com um amigo, por melhor que ele seja (mas as vezes já ajuda), o que significa que quando necessário, deve-se procurar uma ajuda mais especializada no assunto. Algo que talvez também tenha faltado para a nossa Marilyn.

Deixando um pouco de lado essa questão toda da fraqueza demonstrada pela personagem no longa, tenho que dizer que as interpretações no filme estão excelentes. Desde o “vilão” da história, o ator e diretor Sir Laurence Olivier (Kenneth Branagh), que também se revela como uma pessoa insegura, em um outro nível de insegurança, do tipo que opta por um comportamento mais agressivo como mecanismo de defesa, ele que morria de medo de não conseguir acompanhar o futuro da arte que exercia e por isso acabou pressionando demais a própria Marilyn no filme enquanto trabalharam juntos, aproveitando de sua fragilidade em um bullying constante e totalmente desnecessário em alguns momentos. No longa, contamos também com a interpretação sempre excepcional da atriz Judi Dench, essa sim interpretando uma mulher invejável, a atriz Dame Sybil Thorndike, completamente segura do seu talento e disposta a ajudar uma novata insegura perdida em terras desconhecidas, com uma generosidade pouco comum dentro desse e qualquer meio. E quem já foi estagiário por exemplo, sabe exatamente do que eu estou falando, rs.

Outro que me chamou muito a atenção no filme foi o jovem ator Eddie Redmayne (Höy!), que conseguiu traduzir em sua deliciosa interpretação bastante do encantamento de estar diante de um ícone como a Marilyn Monroe. De fã encantado diante de sua musa, ao homem apaixonado pela ideia de ter a sua própria Marilyn, ele vive lindamente esses sete dias ao lado da grande estrela, completamente em êxtase,  mesmo sem tratá-la como tal, apenas considerando-a como uma pessoa comum que naquele momento precisava de companhia, que na verdade, era tudo o que a Marilyn desejava na vida, companhia. Mas é difícil exigir companhia o tempo todo e não conseguir encontrar nada de positivo nos momentos em que vc se encontra sozinha. Bem difícil.

Michelle Williams realmente fez um ótimo trabalho no papel dessa nova versão para a Marilyn Monroe. Eu que nem acho ela muito parecida com a estrela do passado, fiquei impressionado com a semelhança que ele conseguiu atingir em algumas cenas do filme, algo que chega a ser quase assustador. Como no momento onde ela está completamente fora de si, deitada em uma chess (maravileeeandra, diga-se de passagem) no meio do seu camarim e é surpreendida por Colin. Ou em outro momento, esse durante as gravações da cena em que ela ensaia uma coreografia animada em um cenário lindíssimo para o longa que estavam filmando. Fiquei impressionado também em como eles conseguiram modelar o corpo da atriz, fazendo com que ele lembrasse aquelas curvas de antigamente, hoje tão fora dos padrões de beleza. Mas a sua interpretação não chega a surpreender, porque nós já vimos a atriz interpretar mulheres mais ou menos parecidas em outras ocasiões (ou pelo menos, mulheres que enfrentavam situações parecidas na vida), mesmo tendo realizado um trabalho excelente nesse caso, interpretando alguém que realmente existiu. (mais ou menos o mesmo que eu achei da Kirsten Dunst em “Melancolia”, uma excelente performance, mas sem grandes surpresas, sabe?)

Mas é claro que todos agradecem por ela ter sido a escolhida para dar vida a essa versão da Marilyn (o que apesar de não ter me surpreendido, eu repito que ela realizou um excelente trabalho) do que uma Scarlet Johansson, por exemplo.

Apesar do filme tratar de uma alma feminina ao extremo como todos nós imaginamos ser a Marilyn Monroe, ele parece extremamente masculino em diversos momentos e aspectos. Seja pela prática como a história é contada, ou até mesmo na organização dos elementos em cena, tudo muito alinhado, detalhes que ficam mais evidentes no começo do filme até, algo que imprime uma organização tipicamente masculina. As cores também são lindas, tudo meio apagado, frio, com o clima exato do que se espera de Londres em qualquer época do ano, fazendo o contraponto com a luz da própria Marilyn, que iluminou aqueles cenários como ninguém com a sua enorme beleza.

O figurino é bem sóbrio e pouco rico. Não existem muitas trocas, tudo é bem clássico, estruturado e elegante. Nessa caso, o maior trabalho talvez tenha sido feito com os personagens masculinos do longa, que são de maior número e abusam mais da alfaiataria. Tudo muito sóbrio e correto. Durante o filme, chega ser engraçada a dificuldade com que a Marilyn tem ao se locomover dentro de um dos figurinos, mostrando que não é de hoje que as mulheres sofrem em nome da beleza.

Nele, ainda ganhamos uma deliciosa viagem ao castelo de Windsor, com direito a uma visita à biblioteca do local e o encontro da Marilyn com a casa de boneca dos sonhos de muitos. Nesse momento ela  chega até a brincar com o seu próprio estereótipo, aceitando “fazer a Marilyn” para os funcionários do palácio, como agradecimento a toda gentileza com que foi recebida por lá.

Outro ponto forte que eu acho que vale a pena destacar sobre “My Week With Marilyn” é o bom humor da personagem, sempre com uma tirada engraçada sobre alguma coisa, carregando vestígios do típico humor americano. Um bom exemplo disso é quando ela é questionada sobre não usar nada a não ser perfume na hora de dormir (uma lenda que eu acredito ser conhecida por todos) e ela retrucar dizendo que como dessa vez ela estava na Inglaterra, ela não usava nada a não ser a lavanda Yardley, fragrância famosa da terra da rainha. Será que ela tinha uma resposta pronta para cada locação? Fico imaginando qual seria a resposta caso a pergunta fosse feita no Brasil…

Como o filme é baseado no livro “My Week With Marilyn” do autor Colin Clark, no seu desfecho final, vc acaba sentindo um pouco de falta da alma feminina dessa história. O que pode parecer até impossível quando o assunto é Marilyn Monroe com personagem principal por exemplo, mas a verdade é que o filme acaba devendo um pouco mais de sentimento, algo a mais que fizesse vc entender um pouco mais aquela personagem, do que apenas observá-la de longe e sentir pena. Eu diria até que ele tem uma visão quase que machista para a história, com aquele homem (Colin) se considerando como uma espécie de solução para os problemas da Marilyn, mesmo que isso tenha acontecido quase que timidamente no filme. Como se toda aquela insegurança fosse resolvida com um história de amor com final feliz com o encontro do homem certo para aquela mulher. E a insegurança da profissional como atriz, resolvemos como? Por isso, considero que o problema nesse caso era bem mais embaixo do que uma par de calças bem cortadas.

Digo isso porque eles fizeram tanta questão de ressaltar essa questão da atriz não querer ser vita apenas como um pedaço de carne, ou uma mulher bonita e vazia, mas ficou visivelmente faltando algo mais para reforçar essa teoria, uma sensibilidade maior para reforçar que ela realmente não era apenas aquilo que a maioria das pessoas conseguiam enxergar e que parecia ser o que mais uma vez ela estava mostrando ser. Mas como essa foi a impressão do autor, que viveu de fato uma semana ao lado da Marilyn e o filme conta a visão dessa minúscula parte da sua vida, nós não podemos discutir impressões que não foram as nossas naquele momento. Ainda assim, trata-se de um bom filme, com uma nova versão da história desse icone, o que é sempre bem bacana, além de contar com interpretações sensacionais dos demais atores no elenco.

E vale um pouco também como reflexão sobre quem são/foram os nosso ídolos… (para pensar…). Aliás, estamos com ótimos materiais sobre Marilyn por esses tempos não? Além do filme, vale lembrar também que temos a nova  série da NBC,  Smash, que conta a história dos bastidores de um musical sobre a Marilyn, sendo produzido nos dias de hoje e que também nos conta um pouco mais sobre a vida desse grande ícone que foi a Marilyn Monroe.

O que faltou no red carpet do Oscar 2012?

Fevereiro 27, 2012

Faltou tudo. Faltou emoção, faltou glamour, faltou erros, faltou, faltou, faltou!

O saldo do red carpet no Oscar 2012 pode até ser positivo, porque elas estavam até que adequadas para a noite de premiação, o que já é quase um milagre pensando no histórico de cada uma delas. Mas nada saltou os olhos, nada comoveu e o conjunto todo acabou deixando todo mundo com preguiça. Muita preguiça…

Queremos sofisticação! Queremos erros pavorosos! Queremos material para trabalhar (e se divertir)! Queremos uma razão para viver! (aquele que exagera)

Mas, mesmo com tanta preguiça reunida em alguns metros de carpete vermelho barato, vamos ver quem se deu melhor e quem não foi tão bem assim no Oscar 2012. Só não vale dormir no meio do post, hein?

 

Dona Beiça

Dona Beiça, também conhecida como Angelina Jolie (ou a mãe de todos, rs) me apareceu assim, com essa cara de PÁ no red carpet do Oscar 2012.

Não sabemos o que a Dona Beiça tomou na limousine a caminho da premiação, mas sugerimos que ela continue nesse caminho, que está melhor do que a cara fechada e gélida de sempre.

Será que a Angie antiga está despertando dentro dela e logo logo teremos alguém voltando a colecionar facas e com colares carregando o sangue de quem for da sua família? Go Tomb Raider!

Mas e o vestido?

Um pretinho fundamento, em veludo, bem bacana, se não tivesse essa fenda enorme que sempre imprime uma vulgaridade que ninguém precisa.

By Versace

 

Não faz a estatueta Meryl!

Meryl Streep, deusa musa onipresente em toda e qualquer premiação, sábia que é, apareceu ela mesmo vestida de Oscar.

Esperta neam? Vai que ela saísse com as mãos abanando? rs

O modelón dourado era um Lanvin, que eu achei o colo sensacional, mas deixaria essa barra da saia mais solta e talvez um pouca mais longa. Nesse caso, ouro nunca é demais. (rs)

 

Outro que não se fez de rogado e levou a sua própria estatueta foi…

…o George Arrume uma Namorada Da Sua Idade Pelo Menos Uma Vez E Tente Ser Feliz Clooney,  que levou o seu novo troféu preguiça para a premiação, já sentindo que ele mesmo não levaria nada além de um bom chá de calcinha dourada para casa.

 

Um Alexander McQueen sempre merece por obrigação um cabelo mais fundamento

Viu Jessica Chastain? Não basta ser ruiva, tem que se esforçar.

Vestido lindo, com fundamento, mas imprimiu que vc estava na prova e não no evento final. WOO!

 

Verdes que entregam a idade, ou pelo menos a sua condição

Três tons de verde que no mínimo entregam a idade, ou a sua condição.

O primeiro é o verde poder da noite, escolhido pela atriz Berenice Bejo.

Jovem (detalhe importante), leve, delicado, com cara de antigo, mas moderno ao mesmo tempo, uma delícia de maravileeeandro.

O segundo tom de verde da noite foi escolhido pela nossa queridíssima Glenn Close, a gêmea má da Meryl Streep, rs.

A escolha da Patty Hewes foi meio assim, com essa cor e a cauda, cor essa que eu sempre associo á mulheres mais velhas.

Vai me dizer que vc nunca foi a um casamento com uma madrinha de meia idade vestindo algo da mesma cor?

Por isso, acho que esse tom de verde denúncia a idade, portanto, evitem!

Viola Davis cortou o cabelo e já parece até outra mulher não?

Aliás, se a gente comparar a sua personagem com a sua figura nas últimas premiações do cinema e agora no Oscar 2012, temos 3 mulheres totalmente diferentes. Coisa de atriz boa.

Mas eu não sei, o tecido dessa parte de cima do vestido dela não imprimiu luxo e sofisticação, mesmo ela tendo apostado no pantone Ariel, que eu já disse que sempre funciona (ruivo + verde)

 

Beiges e nudes que insistem em resistir ao tempo

Se é para ir de beige ou nude, tem que ter fundamento, ou a gente não consegue aceitar. Pelo menos não é um bandage dress, o que já é um alívio.

Apesar do vestido da Cameron Diaz ter uma saia bem bacana, não imprimiu novidade e só eu tive a sensação que nós já vimos muitas vezes algo parecido por ai?

Acho preguiça, acho sem graça e mais do que tudo, eu acho sinceramente que a Cameron está precisando de um amigo mais sincero ainda para falar para ela parar de colocar tanta coisa nessa cara, ou daqui uns dias ela não consegue mais abrir esses olhos com tanta bochecha. WOO!

By Gucci

Ainda falando em beiges sem gracinha, Kristen Wiig se deu melhor em sua escolha, que embora também seja preguiça, pelo menos tinha essa saia maravileeeandra e que dava até vontade de tocar.

 

Volumão no volumão, NÂO!

Nesse caso, a imagem fala por si só. #NAOTABOMNAO

 

Blowtox? 

Tô dentro, pacotinho! (euri)

Se puxar mais esse cabelo para aumentar o efeito do truque, J-LO vai conseguir o sonho de muitas, que é ter os olhos nas costas. WOO!

 

O que é isso Penelope? Seu vestido de Sweety Sixteen?

Mulheres do universo, não é porque vcs já se tornaram mãe que a magia acabou para vcs, hein?

Cadê o encanto? Cadê a latinidade? Cadê a pomba gira do Almodóvar?

Não aceito Penelope Cruz vestida de debutante. Não aceito.

NOW MOVE!

By Giorgio Armani

 

Eike preguiça…Zzzz

O dia em que a Sandra resolver me aparecer decente e com fundamento, nem que for para ir na padaria, talvez o mundo volte a ter alguma esperança. Cadê a silhueta?

Sabe preguiça? Então…

By Marchesa

 

Brilho de diva antiga, mas faltou alguma coisa…

Achei sensacional o pretinho com esse detalhe nada básico que a Judy Greer escolheu para a noite de premiação.

Imprimiu diva antiga (mas faltou alguma coisa. Uma boa joia, talvez? Ou um cabelo mais decidido se seria com cara de época ou não)

 

Também faltou algo para a Natalie Portman ficar realmente maravileeeandra

Acho que uma faixa na cintura desse vestido iria bem, em outra cor, escura talvez, com brilho. Não sei, mas faltou alguma coisa…

Vida, talvez?

By Dior

 

E a fantasma stalker de American Horror Story, foi convidada para a festa? Confirma esse nome na lista pra mim, produção?

Mas os fantasmas da série não só podiam sair daquela casa pavorosa somente no Halloween?

Fiquei confuso…

Mas com essa postura, parece que ela ainda está no personagem. BOO!

 

Vamos precisar de um tempo para nos acostumar com a saia peplum

As tendências aparecem, mas as vezes demora um pouco para a gente se acostumar com elas.

Geralmente eu acho que isso acontece quando não é uma tendência das bem boas…

Digamos que na Michelle Williams, a saia peplum nem me incomodou tanto assim, mas acho que foi mais o combo da nova tendência + a cor nada comum que acabou contribuindo para o look ficar meio assim…

Mas pensando bem, eu até acho que eu gostei…pelo menos nela, mas não acho que seja um look fácil e nem para qualquer uma.

By Louis Vuitton

 

Porque premiação que é premiação boa, tem que ter alguma corajosa!

E a representante desse ano foi a Emma Stone, que foi com esse vestido pink até que básico, se não fosse por essa gola com o mega laço de lado.

Acho sempre importante quando alguém tem coragem de ser mais ousada, mesmo quando bem discretamente.

Go girl!

 

A noite do branco

Juro que o vestido branco da Milla Jovovich assim parado na imagem do red carpet, não era quase nada se comparado com ele em movimento durante a premiação.

Maravileeeandro! (talvez o melhor da noite)

Rooney Mara foi outra que apostou na cor e se deu mais do que bem.

Em um determinando momento durante a premiação, achei que ela estava a cara da Audrey Hepburn, em uma versão meio futurista, rs.

Maravileeeandra!

Outra tendência que ficou bem em evidência durante a noite do Oscar de ontem, são os vestidos com mangas longas que algumas delas resolveram investir no fundamento.

Como esse, também em branco, da atriz Shailene Woodley, que foi outra das que apostaram certeiramente na cor.

Maravileeeandra!

Agora vamos ao branco polêmico da noite?

…o Tom Ford da Gwyneth Paltrow. Até que eu achei bem bonito e com certeza a dúvida maior é a capa.

Que nem me incomoda muito (acho uma bela capa até. Me empresta Gwen? Para eu completar a minha fantasia de Super Essy? rs), mas acho que o problema é que o combo cabelo + rosto + o look, estão todos na mesma direção e de novo, sinto a sensação de que faltou alguma coisa…

 

E em um mundo cada vez mais em falta de boys magia, eis que surge uma esperança, que de quebra ainda vem com sotaque francês: Jean Dujardin. Höy!

Brad Pitt e Geoge Clooney estão naquela situação dfícil que a gente já conhece, Tom Cruise não dá,  e o Ryan Gosling não deu o ar da sua graça, com toda razão, depois de ter sido ignorado por dois anos seguidos na premiação.

Mas com uma magia do tamanho de um Jean Dujardin, que além do sotaque francês, vem também com cara de galã + o combo talento (que levou o prêmio de melhor ator), a gente até começa a ter mais esperança por um mundo com mais magia.Höy!

E nada melhor do que terminar um post com um red carpet preguiça como esse, com alguma esperança por um mundo melhor, ou pelo menos, com mais magia!

ps: mas que faltou alguma coisa esse ano no red carpet do Oscar, isso faltou. Quem sabe elas compensam em 2013? TO-MA-RA! Porque se vier mais preguiça que isso, não sobra uma alma fashionista acordada em noite de premiação.


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