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E valeu mesmo a pena dar aquela chance para The Mindy Project?

Junho 7, 2013

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Digamos que se não fosse a nossa amizade antiga e o carinho que sempre tivemos pela Mindy Kaling, talvez a história da sua série a essa altura não fosse a mesma. Pelo menos não com a gente. Quando assistimos o piloto, percebemos que a ideia de The Mindy Project até que parecia ser bacana (ou parecia ter alguma chance de se tornar mais bacana), nada demais também, sem nenhuma grande inovação ou ideia genial, mas ao mesmo tempo sentimos que a nova série, principalmente pela assinatura da Mindy Kaling, poderia se tornar uma boa opção de comédia desde que tivesse algum tempo a mais para se desenvolver, porque o seu piloto apesar de não ter nos ofendido em nada, não foi exatamente dos mais animadores também. Mas sabíamos que apesar de tudo, Mindy era o tipo de garota que merecia a nossa atenção, por isso resolvemos dar essa chance para ela. (sabe quando você quer gostar mais do que acabou gostando a princípio de qualquer coisa? Então… apesar da espera não ter sido um grande esforço também, algo que se tivesse acontecido, mas nem a nossa amizade imaginária com a Mindy teria resistido, rs)

Mas confiamos e continuamos seguindo a temporada, que não começou muito bem e já logo de cara foram necessários alguns ajustes para que ela seguisse em frente (alguns sugeridos pelo próprio canal) e tivesse alguma chance de permanecer na grade. O lado mais comédia romântica antiga da série teve que ser deixado mais de lado, a linguagem precisou ser ajustada e alguns personagens precisaram sair de cena (alguns até voltaram de vez em quando, como a amiga casada e com filhos…) para que a coisa toda fosse ganhando uma outra cara. E vamos combinar que essa ideia de fazer uma série com uma personagem que se baseava em sua memória afetiva de comédias românticas, apesar de ser bem bacana, poderia também acabar custando bem caro (imaginem problema em relação aos direitos autorais daquelas imagens dos filmes que apareceram na série de vez em quando? Isso considerando mesmo os que fossem da casa…), além de poder também acabar limitando seus caminhos e a própria abordagem da série com o tempo.

Mindy (Mindy Kaling) nunca foi o grande problema em questão nesse cenário, uma vez que a personagem em pouco tempo acabou sendo definida com aquela aura quase que completamente fútil, mas ao mesmo tempo foufinha, bem profissional quando necessário (sem ser chata ou pedante) e extremamente feminina, do tipo bem fácil de se identificar (mesmo que você não seja tão feminina, rs), ainda mais com o recurso do humor, assunto que nós sabemos pelo seu histórico que a Mindy Kaling entende e muito bem. E um humor gostosinho apesar de bem fácil, sem muito compromisso (principalmente no começo), do tipo bem guilty pleasure mesmo, que basicamente foi o que acabou nos segurando enquanto sua audiência por um bom tempo, algo que talvez não fosse o suficiente para uma outra série novata de comédia qualquer.

Apesar disso, os personagens mais secundários e até mesmo os mais importantes, os dois médicos sócios da Mindy na clínica, precisaram de alguns ajustes. Danny (Chris Messina) foi ficando cada vez mais carrancudo no começo da série, um homem bem a moda antiga, do tipo que as nossas mães adorariam ter como genros, mas que pra gente considerar qualquer coisa além do óbvio (sempre opcional, claro), precisava de alguns ajustes. Alguns não, vários, a começar por uma postura bem menos machista, diferente da que o personagem sustentava a princípio e que precisou também ser mais deixada de lado para que a gente criasse algum tipo de empatia com   ele.

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Jeremy (Ed Weeks) nos ganhou logo de cara pelo sotaque, mas também por ser um tipo de “Mindy de calças bem cortadas, ajustadas e europeias”, meio superficial e dono de uma alma bem mais feminina do que o Danny, por exemplo. Mas a verdade é que o personagem foi praticamente abandonado ao longo da temporada, provavelmente por não terem conseguido um par a altura para o mesmo, que ficou vagando entre alguns personagens bem menores (como a recepcionista que sobrou na série), antes de ser colocado ao lado do Morgan (Ike Barinholtz), que foi quando ele voltou a ganhar alguma força. Morgan que é meio que o Andy de Parks And Recreation dentro de The Mindy Project e tem exatamente o mesmo perfil, mudando apenas o cenário. Mas apesar das semelhanças, ele sempre acaba funcionando justamente por ser o alívio cômico da parte do humor totalmente sem limites da série, que a partir de um certo momento, resolveu recorrer a esse perfil mais pastelão, algo que poderia ser um risco enorme para a série que ainda não havia se estabelecido.

E para a nossa surpresa, foram exatamente nesses momentos mais pastelão que a série conseguiu se dar muito bem, algo que costuma funcionar ao contrário para séries do tipo. Naquele episódio de Natal por exemplo (1×09 Josh and Mindy’s Christmas Party, que contou ainda com a ótima participação da Erin de The Office), com a festa no apartamento da Mindy, com todos convidados e colegas de trabalho, que foi quando descobrimos que o seu namorado da vez, Josh, na verdade era um verdadeiro cretino (algo que na época eu achei uma pena, porque ele era ótimo) e por esse motivo tivemos um dos primeiros momentos com esse humor mais pastelão e escrachado na série, algo que quase que inexplicavelmente, acabou funcionando e muito bem para aqueles personagens e a série começou a se encontrar a partir desse ponto.

A outra parte da série, aquela com as tentativas no amor da Mindy continuou sendo bem bacana, mesmo tendo abandonado aquele estereótipo das comédias românticas das quais a personagem se dizia fã. Um abandono que não foi por completo e a certa altura ganhamos o episódio “Harry & Sally” de The Mindy Project (1×13), que além de tudo marcava o encontro da atriz com o seu parceiro de trabalho de longa data, o B.J. Novak (The Office), que é claro que na série seria mais uma das tentativas furadas de romance da personagem. Plot que acabou durando dois episódios até (1×14 Harry & Mindy) e além de ter sido super divertido e de ter contado com as participações das atrizes Allison Williams (Girls, que a Mindy fez questão de deixar “caolha” na série assumidamente para tentar sabotar a sua beleza, que mesmo assim permaneceu praticamente intacta, rs) e a Eva Amurri Martino, filha da Susan Sarandon, nos trouxe também um texto excelente e que de quebra ainda ilustrou perfeitamente a relação da própria Mindy Kaling com o B.J; Novak e a forma como todos nós nos confundimos o tempo todo em relação aos dois, rs.

Outra dinâmica bem bacana que eles conseguiram encontrar dentro da série foi a rivalidade com a outra clínica que ocupa o mesmo prédio que a deles, ela que trabalha com uma medicina completamente alternativa, algo que eles repudiam fortemente e que apesar da Mindy ter até tentando alguma coisa com um dos irmãos sócios da tal clínica (inclusive participando de um dos seus tratamentos “naturais”), acabou nos rendendo uma rivalidade ótima para a mitologia de The Mindy Project.

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A participação de todos os seus boys magia também foram excelentes para a série (assim como as participações especiais, como o Ed Helms e o Seth Rogen. Mas só eu fiquei esperando uma participação mais do que especial – e magia – do John Krasinski na série? Ouvi dizer em uma das entrevistas da Mindy que ela pediu para ele tentar convencer o Messina a participar do projeto no passado…), a começar pelo Josh, que eu achava ótimo até descobrir seus probleminhas (ela visitando ele na rehab foi outro momento excelente), assim como aquele que descobrimos ser garoto de programa, que foi outro daqueles momentos meio comédia sem limites bem bons dentro da série. Mas ao mesmo tempo em que Mindy foi se aventurando com novos personagens (inclusive tivemos uma volta excelente do personagem do Bill Hader mais perto do final), eles sempre deixavam transparecer um climão entre ela e o Danny Castellano, que apesar de nunca ter acontecido nada entre eles além de uma consulta ginecológica super detalhada com a Mindy como sua paciente, de alguma forma sempre esteva no ar. Só não entendi até agora o porque que eles trouxeram a Chloë Sevigny para interpretar a ex mulher do Danny sendo que em quase nada a atriz foi aproveitada na série. Será que não deu tempo ou na verdade a Mindy só estava tentando jogar na nossa cara o quanto ela é muito bem relacionada? Não duvido nada se algum dia a Lena Dunham não acabe aparecendo por lá, ou mais alguém do elenco de Girls, tipo a Shosh, que na verdade seria uma excelente nova melhor amiga para a Mindy.

Apesar de alguns bons momentos ao longo da temporada, The Mindy Project só foi conseguiu se afinar mesmo lá pelo episódio 19 (1×19 My Cool Christian Boyfriend) dessa Season 1 de 24 episódios, onde a partir daquele momento a série justificava e muito bem a nossa permanência enquanto sua audiência. E foi com aquela divertidíssima e totalmente fora de controle visita a uma penitenciária feminina que a série conseguiu encontrar a sua melhor fórmula, com todos eles muito bem afiados e enlouquecidos em meio ao caos que se tornou aquela visita. Sério, quando uma das detentas cortou um tufo enorme do cabelo da Mindy, eu tive praticamente um ataque de riso aqui, de verdade.

A partir disso, a sequência de episódios que encerrou a série foram todos excelentes, verdadeiramente os melhores da sua temporada de estréia, com boas piadas para todos os personagens e histórias paralelas bem bacanas, sem contar o namorado pastor/missionário/padre da Mindy (Casey/Anders Holm, que é ótimo por sinal), que é realmente excelente e aquela cena do chuveiro entre os dois, nada fantasiosa e super realista, também foi excelente! Sem contar o plot da barraca, com ele derrubando o óculos dela com uma parte do corpo no mínimo curiosa, rs.

Em determinado ponto da temporada, cheguei até a pensar se a Fox não teria apostado demais na série, com a compra de uma temporada completa logo de cara, uma vez pouco tempo depois da sua estreia, o próprio canal exigiu algumas mudanças e adaptações para que a série continuasse na grade, o que demonstrava que talvez se eles tivessem apostado em uma temporada mais curtas (13 ou 16 episódios), tudo poderia ser diferente. Mas ao julgar pela salvamento da série só ter acontecido de fato á beirando o episódio de número 20 (salvamento por parte da qualidade da série mesmo), ficamos agradecidos que eles tenham acreditado da forma certa no trabalho da Mindy Kaling, que realmente merecia esse crédito. (You go girl!)

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E The Mindy Project conseguiu encerrar a sua temporada de estreia até que muito bem, nos entregando um final todo bonitinho, com resoluções foufas para os personagens e ainda deixado no ar a possibilidade de existir algo mais entre ela e o Danny, que a essa altura a gente já tem certeza que de fato existe. Fazendo uma comparação rápida com a sua colega de canal New Girl, podemos dizer que The Mindy Project apesar dos tropeços e da demora para de fato deslanchar e encontrar o seu caminho, pelo menos nunca chegou a nos ofender como New Girl em seu passado (presente também, porque eu bem andei assistindo um ou outro episódio da série, que continua a me ofender, não tem jeito) e tendo melhorado tão consideravelmente como fez perto do final da sua Season 1, chegamos até a ficar animados com o que podermos encontrar durante a Season 2, garantida pela Fox para a próxima Fall Season. E se for para continuar assim, a série tem tudo para se tornar realmente o nosso mais novo guilty pleasure.

 

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The Office escolhendo se despedir da melhor forma possível. That’s what she said!

Maio 25, 2013

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The Office sempre foi aquela série bem constante (inclusive já falamos sobre esse mesmo assunto durante a temporada anterior), queridíssima entre seus fãs, mas que nem sempre foi a mais comentada por todos os cantos ou a mais amada da temporada, exceto quando surgiu e era a grande novidade em meio as comédias e sitcoms que já estavam bem cansados a essa altura daquele formato mais tradicional e com cara de antigo, que parece ter voltado com força (forçada) agora. Mas quem gostava dessa proposta mais simples sobre o cotidiano de uma empresa cujas funções não eram as mais animadoras possíveis, simplesmente gostava e isso parecia ser o suficiente para a série se manter viva.  Ao mesmo tempo, The Office também nunca nos incomodou profundamente (como algumas de suas colegas fizeram, principalmente durante essa temporada 2012/2013) a ponto de nos fazer sentir vontade de pedir demissão daquele trabalho temporário semanal de anos, nem com a saída do Michael Scott, que muitos consideraram ser a sua sentença de morte e que foi sim, bastante sofrida e difícil para todo mundo, mas que nem por isso levou a série a uma morte súbita como muitos apostavam que aconteceria. E por nove temporadas seguidas a série continuou sendo exatamente a mesma, se mantendo em uma constante bem bacana, difícil de se alcançar e isso até o seu final, que não poderia ter sido mais especial.

Muito bem executada, com um elenco excelente, bem difícil de ser reunido (como eles bem lembraram durante documentário que foi exibido por lá antes do final da série e que vale super a pena ser visto) e popularizando o fundamento do mockumentary (que não foi um invenção deles na TV, mas que talvez seja da série originalmente inglesa a sua grande popularidade e influência atualmente), a série conseguiu se manter muito bem por todos esses anos, mesmo não se mantendo perfeita o tempo todo e encontrando seus altos e baixos no meio do caminho, algo bem natural também para todo mundo. Sempre acho importante lembrar que The Office foi uma série que lidou perfeitamente dentro de suas limitações, onde quase tudo de importante dentro da sua história e ou mitologia, acabou acontecendo dentro daquele escritório em um cenário de paredes fixas, limitado, difícil de se realizar uma história que mesmo com um série de limitações físicas por uma questão simples de espaço mesmo, conseguiu atingir a marca de nove temporadas e só por isso talvez eles já mereçam todo o nosso respeito. É claro que também adoramos quando saímos daquele ambiente de trabalho da série e nos deparamos com aqueles personagens com roupas mais casuais e em outras situações, como o memorável (um dos melhores episódios da série) jantar na casa do Michael Scott, ainda durante a quarta temporada e com o seu amor do passado, Jan. Mas basicamente, tudo de importante que já aconteceu dentro da série até hoje, ocorreu exatamente entre as paredes e repartições daquele escritório, que a essa altura conhecemos como se fosse o nosso próprio ambiente de trabalho.

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Com o passar dos anos fomos conhecendo cada vez mais aquelas pessoas, nos familiarizando com suas personalidades e nos aprofundando um pouco mais em suas histórias, mesmo que bem de leve por parte de alguns que apareciam sempre ao fundo, com pouco destaque (principalmente no começo) e assim fomos nos importando cada vez mais com cada um deles e nada mais do que justo que nessa reta final, todos ganhassem a devida atenção, como acabou acontecendo mais perto do fim. Claro que com o passar dos anos a série foi se desgastando também, algo natural para um cenário que poderia ser extremamente limitado para algumas de suas concorrentes do gênero, enfrentando algumas barreiras que eles conseguiram derrubar com a força gigantesca daquele elenco reunido, que sempre foi muito bom, inclusive aqueles que pouco apareceram durante esses anos todos. Certamente o maior exemplo disso talvez tenha sido mesmo a saída do Michael, onde muita gente apostou que seria o fim dessa história, mas ao contrário do que parecia como certo, eles conseguiram se manter apenas com o que tinham, abortando a ideia de trazer nomes de peso para o posto de “melhor chefe do mundo” (que eles até trouxeram, mas apenas para algumas participações) e mostrando que a série apesar de todo o carisma do Michael Scott (e do Steve Carell), não era apenas uma série de um homem só. Sem contar que foi super merecida a escolha final do Andy para assumir esse posto, que desde que ele chegou na série, parecia ser do personagem e de ninguém mais, exceto para a resolução final da série, onde acabamos ganhando um velho novo rosto conhecido para o ocupar o cargo.

Começamos essa Season 9 enfrentando mais uma vez a rotina do escritório, com toda a excentricidade do Andy no comando da Dundler Mifflin, continuando aquele perfil de chefe que pouco se importa com o trabalho e ou não tem muita certeza de quais sãos suas verdadeiras funções naquele ambiente, algo que conhecemos bem desde os tempos do Michael, mas que o Ed Helms conseguiu encontrar muito bem a sua própria identidade dentro daquele mesmo ambiente naquele momento e só funcionou bem porque a história do personagem já existia, algo que seria bem mais difícil no caso de uma contratação de fora, por exemplo. No escritório, as coisas pareciam estar bem tranquilas, apesar do caso do Oscar com o “senador” gay da Angela, uma relação que sempre despertou o ciúmes do Dwight e que de quebra acabou ganhando o Kevin como o único deles que descobriu sem querer  exatamente o que estava acontecendo com seus vizinhos de mesa e para seu total desespero, não podia compartilhar com ninguém a fofoca da vez.

Do lado pessoal de cada um dos personagens, algumas mudanças estavam acontecendo também, como a falência dos pais abastados do Andy, até a herança que o Dwight acabou sendo obrigado a receber junto com seus irmãos (o plot da tia rabugenta foi ótimo também!), que conhecemos em um episódio que acabou não sendo tão bacana como gostaríamos que fosse, nesse que teria sido a sua deixa para o spin-off que o personagem acabaria ganhando, ideia que acabou sendo abortada mais tarde pela própria NBC, por reconhecer que o certo seria mesmo que aquela história se encerrasse por ali. Mas a maior mudança na dinâmica da série acabou acontecendo mesmo com a relação Jim + Pam, com ele começando uma nova empresa de marketing esportivo, longe de Scranton, pela qual ele foi obrigado a ter que trabalhar apenas meio período na Dundler Mifflin e mais tarde teve até que dividir um apartamento com o Darryl na outra cidade por conta do crescimento dos negócios (a briga envolvendo a convivência dos dois dividindo o mesmo teto também foi bem boa) e consequentemente por conta dessas novas tarefas em sua vida, Jim foi deixando sua família ao lado da Pam um pouco mais de lado, algo que percebemos que ela não estava recebendo muito bem, apesar de ser tudo extremamente profissional por parte dele e ela nem precisar se preocupar com outros aspectos bem mais preocupantes que poderiam aparecer com o tempo devido a essa distância, carência, ou qualquer desculpa esfarrapada do tipo.

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Nessa hora, como uma medida desesperada de acabar criando um climão desnecessário porém até que compreensível dentro da relação do casal (por parte dela, apesar da motivação “fraca”), vimos The Office apelando descaradamente ao tentar afastar seu casal principal, provocando algumas brigas entre eles (que nunca apareceram antes) e especialmente colocando a Pam em uma posição que ela que sempre foi tão bacana quanto o Jim, não merecia estar. Se sentindo preterida e minimizada em relação as novas conquistas do marido, Pam acabou dificultando o que já não estava tão fácil assim para o Jim, apesar de “parecer o contrário” (e que apesar de estar longe do dia a dia da família, estava conseguindo manter seus dois empregos, mesmo com ela ficado sobrecarregada com os dois filhos e tudo mais…), e mesmo com eles tentando forçar um lado mais egoísta do Jim que nós não conseguimos enxergar com tanta clareza, nós também não conseguimos comprar essa ideia, afinal, Jim + Pam foram feitos um para o outro e aquele não parecia ser um motivo consistente o bastante, capaz de fazê-los considerar uma separação. (e até na terapia de casal eles foram parar. Sério?)

E foi quando ganhamos o interesse do sonoplasta do documentário pela Pam (a primeira vez na série em que a equipe por trás das câmeras chegou a ser vista), ele que descobrimos ser uma espécie até de amigo do casal por todo esse tempo e nesse momento tudo ficou ainda pior, com ela se vendo no mínimo tentada dentro daquela situação toda, algo que o Jim no passado, quando teve a nova funcionária e substituta da Pam literalmente se jogando no seu quarto de hotel durante uma viagem de trabalho, nem chegou a cogitar como interesse ou possibilidade e por isso, toda essa historia além de forçada, acabou parecendo bem injusta com ambos os personagens. Por sorte, eles meio que abandonaram essa ideia de ter outras pessoas envolvidas com a história do casal e mantiveram esse plot dos desentendimentos entre eles apenas por uma questão geográfica e profissional mesmo. Ufa! No final das contas, ver o  Jim abandonando o emprego do sonhos por conta do seu casamento foi até que bonitinho (peso que eu não gostaria de carregar de ambos os lados), mas não conseguiu superar a injustiça que a Pam o fez ser obrigado a enfrentar ao ter que escolher entre sua vida já pré estabelecida em Scranton ou o novo trabalho cheio de novas possibilidades, que estava crescendo e já gerava lucros importantes, embora ele tenha jurado de pé junto que não foi como ele se sentiu em relação a sua decisão. Ainda bem que no final, eles encontraram um jeito bem bacana de consertar tudo isso (consertar, não apagar…), algo que também foi bem especial e pelo menos somos gratos por eles não terem escolhido ignorar o assunto ou se contentarem apenas com uma resolução mais preguiçosa para essa história de amor que nós gostamos tanto.

E me desculpem, mas apesar de ter entendido a motivação da Pam para todo esse plot mais dramático do casal, eu realmente precisava desabafar em relação a minha total desaprovação dessa parte específica da história, principalmente nessa reta final da série, que além de injusta com ambos os personagens como eu já disse anteriormente, acabou soando também como uma medida desesperada de criar algum suspense e ou expectativa para essa reta final, algo que uma série como The Office já não precisava mais a essa altura e tão pouco com esses personagens. Tudo bem também que durante esse tempo todo, apenas nós conseguimos assistir e perceber o quanto aquela relação parecia perfeita (simples, fácil, o sonho de todo mundo que já experimentou o outro lado na verdade, rs), mas mesmo assim, foi uma pena ver dois personagens que nós gostamos tanto e torcemos mais ainda para ficarem juntos (algo que inclusive até que demorou bastante para acontecer), tendo que enfrentar uma situação tão forçada como aquela.

The Office - Season 9

Em meio a tudo isso, inclusive os tropeços, a rotina de trabalho também continuou sendo uma delícia (sem euforia, mas uma delícia), com episódios dentro de um escritório móvel montado dentro de um ônibus, ou o plot do piolho, que fez com que a Meredith fosse obrigada a raspar a cabeleira ruiva do meio do nada, tudo por conta das suspeitas sobre a epidemia apontarem diretamente para ela devido ao seu histórico meio assim (mesmo com a culpa sendo dos filhos da Pam e do Jim e estando a Pam ciente de tudo isso, rs), além de um excelente episódio de Natal tradicionalmente alemão, seguindo as tradições exóticas e divertidíssimas da família Schrute, é claro. E mesmo em sua última temporada, ales ainda encontraram tempo para introduzir novos personagens, com a chegada dos novos Jim e Dwight, sendo que um deles acabou se tornando o pesadelo do Andy em relação a Erin, que acabou sendo abandonada pelo próprio Andy anteriormente, Andy que ao lado do irmão, precisou tirar férias por conta própria, sem comunicar a empresa, só para resolver essa questão familiar e por isso foi “obrigado” a abandoná-la.

Mas isso tudo o que aconteceu durante essa nona temporada da série, acabou sendo apenas uma ótima distração enquanto caminhávamos para a reta final de The Office, com os seis últimos episódios (2 episódios duplos e um grandão que não se assumiu como duplo na verdade) onde todas as resoluções para essa história começaram a aparecer e todas essas amarrações não poderiam ter sido mais especiais. Tudo começou a ser preparado para o final quando começaram a sair os promos do tal documentário que eles vinham gravando esse tempo todo para a PBS, onde todos eles acabaram ficando extremamente excitados por estarem prestes a aparecer na televisão, mas toda essa excitação acabou durando pouco tempo quando eles se deram conta de que na verdade, podres pessoais envolvendo alguns dos funcionários do escritório e terceiros, estavam prestes a se tornarem públicos e isso poderia se tornar um grande transtorno.

Andy foi quem mais se empolgou com a possibilidade de ficar famoso, embora não tenha reagido muito bem as críticas feitas pelos comentários de quem assistiu ao promo (algumas feitas propositalmente pela Nellie, que praticamente sumiu durante essa reta final, que para quem conhece o trabalho da Catherine Tate, sabe o quanto isso foi um total desperdício), trazendo de volta o seu comportamento bipolar, que acabou lhe rendendo uma “demissão” da Dundler Mifflin, para que ele tivesse mais chances de seguir o seu sonho de se tornar um grande artista, além de um audição vergonhosa em um programa de TV de talentos musicais a capella, que tinha em seu elenco de jurados nomes como o da Santigold, o Sugar Ray antigo (sim, aquele mesmo) e o Clay Aiken. Isso além do Stanley estar preocupadíssimo com a sua mulher podendo descobrir sobre o seu caso de anos com uma amante e a dupla da contabilidade, Oscar e a Angela, estarem envolvidos até o pescoço com o caso do senador gay que inclusive enrolava ambos com outros. Sem contar que foi impagável o B Side da Angela finalmente aparecendo, com ela morando naquele apartamento minúsculo e cercado de seus gatos, se encontrando totalmente desgrenhada e no limbo, sendo obrigada mais tarde (por motivos de ter sido despejada do condomínio) a ir morar com o Oscar e se ver dormindo dentro do seu armário, algo que ele mesmo faz questão de ressaltar a ironia em um dos seus depoimentos. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

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Além de tudo isso, é claro que nós estávamos esperando algo mais para alguns personagens importantes dentro da mitologia da série, a grande recompensa por esses anos todos dentro do escritório e esse momento aguardadíssimo por todos os fãs de The Office acabou acontecendo em um episódio pra lá de especial, com o Dwight se tornando um faixa preta de karatê ao lado do seu novo sensei, trazendo de volta algo que fez parte da série no passado (lembra da luta entre ele e o Michael? E o Jim pegando a Pam no colo e ambos ficando extremamente constrangidos depois? rs) além de trazer o merecidíssmo dia em que o David Wallace resolveu reconhecer que ninguém no mundo seria capaz de comandar a Dundler Mifflin melhor e de forma mais apaixonada e dedicada do que o próprio Dwight. Um momento lindo para a série, que além de tudo teve a participação do Jim, que foi a quem o David recorreu para perguntar sobre a vocação do Dwight para o cargo e que ele sem perder o humor, embora visivelmente emocionado com a recompensa que o seu amigo disfarçado de nemesis estava prestes a finalmente receber, disse que não poderia imaginar alguém mais apaixonado ou perfeito para aquela posição (♥). O mais legal de tudo isso foi ver o Dwight imediatamente reconhecendo a atitude do seu “maior adversário” (talvez pela altura e ou magia, quem sabe? rs) dentro do escritório, oferecendo ao Jim a vaga de “assistente do gerente regional” que ironicamente já foi ocupada por ele mesmo no passado (na era Michael Scott) como forma de piada do escritório.

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Mas as recompensas ainda não haviam chegado ao fim para o Dwight e ele que estava prestes a se casar com a moça da fazenda vizinha com cara de top model alemã, ainda precisava acertar uma parte importante da sua vida, que ainda estava em aberto com a Angela, que desde de sempre nós sempre soubemos que era a sua verdadeira alma gêmea. E a forma como ele acabou reconhecendo que o filho da Angela era realmente seu filho (algo que ele sempre suspeitou) não poderia ter sido mais especial, com ele e a criança olhando encantadoramente da mesma forma para uma “Galactica”, um dos brinquedos que ele fez questão de trazer para o escritório que agora estava em seu comando. Juro que o meu coração nerd fã de ambas as séries quase explodiu de tanta felicidade nesse momento e obviamente que isso tudo acabou resultando em lágrimas e muitas, principalmente quando a Angela aceitou seu pedido de casamento no acostamento da estrada, revelando de quebra que o menino (lindo por sinal) era sim seu filho. CHOREI, feito criança. Confesso. Um momento que certamente deixou todos os fãs da série bastante emocionados, mas que apesar de ter sido absolutamente especial, em nada se comparava com o que estávamos prestes a assistir durante o series finale de The Office, que certamente entrou para uma das minhas preferidas na vida. Sem o menor exagero.

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E o Dwight não foi o único que ganhou resoluções importantes a essa altura na série não e o casal Jim + Pam também  nos garantiu um pouco mais de lágrimas durante esse episódio, com o Jim pedindo a ajuda da equipe do documentário após ouvir as inseguranças da Pam por conta da sua escolha de ficar com ela e a família em Scranton e abandonar o seu sonho profissional (só fiquei decepcionado nessa hora porque imaginei que o Jim escolheria algo do Travis como trilha sonora para o vídeo), em um tentativa de provar para a mulher o quanto ele a amava e o quanto essa história sempre significou para ele, entregando para a mesma um vídeo adorkable com momento lindos da história do casal (desde aquela cochilada dela no ombro dele durante a Season 1, sabe?  ♥), além da narração perfeita para o momento (feita por ele mesmo, mas falando sobre a história do Dwight com a Angela), com  ele finalmente entregando para a Pam aquela declaração de amor que ele escreveu nos primórdios da série, em um dos episódios de Natal onde o personagem comprou uma chaleira verde de presente para a até então apenas colega de trabalho e ao se deparar com a realidade de que a Pam estava de volta com o noivo do passado (também adorei os dois comparecendo no casamento perfeito do ex noivo da Pam durante essa temporada), ele acabou retirando do meio do presente a tal declaração que havia feito para ela naquela época e acho que a gente jamais poderia imaginar que um detalhe tão simples como esse pudesse voltar a tona em um momento tão importante para a história do casal. Sério, por mais que a gente não tenha visto o que estava escrito naquela carta, esse foi certamente um dos momentos mais comoventes da história do casal. E quem sabe a gente não acaba ganhando a revelação do conteúdo da carta nos extras do DVD? Se bem que eu acho que nem precisa… (mas é claro que ficamos curiosos)

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Em seu episódio duplo de despedida, The Office escolheu dar um salto no tempo, mostrando como se encontrava a vida de todos aqueles personagens exatamente um ano após a era Dwight e também após a estréia do documentário, tendo como plot principal o casamento do mesmo com a Angela, que contava com o Jim como best man e uma reunião de personagens importantíssimos para a história, como a participação da Kelly e do Ryan, dos quais a gente sempre morreu de saudade, principalmente daquele relação praticamente doentia de ambos. Além disso, nesse episódio o Jim nos reservava suas últimas pranks para cima do seu antigo “nemesis”, um clássico da mitologia da série de ambos os personagens (que sempre viveram uma das minhas relações preferidas desse cenário), agora rebatizado como “Guten prank” e que foram acontecendo até o momento do casamento.

Com os negócios indo extremamente bem sob o comando do Dwight, algo que já era de se esperar, nesse momento final ainda dentro do escritório, ganhamos algumas resoluções importantes também para a mitologia da série e seus personagens mais secundários, com o Stanley finalmente se aposentando (algo que desde o começo ele falava sobre) e com o Toby e o Kevin sendo demitidos (e ser demitido com um bolo deve ser no mínimo reconfortante, não? Mas só se ele for de chocolate… rs), algo que meio que funcionou como o empurrão que ambos precisavam para fazer algo mais de suas vidas além de permanecer naquele escritório por pura comodidade. Toby se tornando uma espécie de ex agora stalker da Nellie e o Kevin como dono do bar onde foi realizada parte da despedida de solteiro do Dwight (propositalmente por culpa do Jim) foram resoluções ótimas para esse final. (e o que foi o Dwight arrependido, morrendo de saudade do ex funcionário, desenhando o Kevin naquele joguinho? Awnnn!)

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E como todo casamento tradicionalmente acaba pedindo por uma despedida de solteiro, os meninos e as meninas se dividiram nessa hora para aproveitar os últimos momentos da dupla. Elas bem mais comportadas, em casa, mas contratando um stripper para animar a festa, que descobrimos ser ninguém menos do que o filho da Meredith (sério, #TEMCOMONAOAMAR?) que não ficou nada constrangida ao descobrir o filho naquela situação e aproveitou o momento para ensinar alguns de seus truques para o próprio, algo que é claro que deixou todas as demais extremamente constrangidas com aquela família tão disfuncional.

Do lado dos meninos, com o Jim responsável pelas últimas horas do Dwight ainda como solteiro, tivemos momentos sensacionais, como ele presenteando o amigo com um tiro de bazooka (nada seria mais apropriado para o Dwight), além de presenteá-lo também com uma típica “lap dance” que obviamente o Dwight não conseguiu entender para que servia exatamente (AMO a inocência do Dwight. AMO!). Jim que de quebra ainda incluiu o Mose na brincadeira, que assim como o Dwight, também não entendeu exatamente qual era o espírito da coisa e acabou sequestrando a Angela, que passou horas trancada dentro de um porta-malas.

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Vendo o Jim novamente voltando a ser quem ele era no passado, embarcando em todas as loucuras do novo chefe Dwight no escritório e se importando pouco com o trabalho e mais com a diversão, Pam acabou entendendo de uma vez por todas do que ela acabou privando o marido de alcançar e automaticamente acabou percebendo o quanto foi injusta com ele durante todo esse período meio assim do casal (provocando uma espécie de regressão no Jim), que foi quando ela finalmente decidiu colocar aquela casa linda deles a venda (ela que também já havia ganhado como resolução a conclusão de seus dois murais de arte pela cidade. Sim, 2!) e seguir a vida com o Jim na empresa que ele ajudou a criar no começo da temporada e que a essa altura, já estava sendo bem sucedida, algo que o deixava extremamente frustrado por não fazer mais parte de tudo aquilo, ainda mais com a chegada do Darryl para a despedida da série, ele que se encontrava super bem sucedido devido a sua permanência na tal empresa, algo que apesar de ter sido bacana para o personagem, acabou soando também como uma arrogância desnecessária por parte dele (apesar de honesta), que na verdade sempre foi bem ambicioso e nem sempre conseguiu encontrar as oportunidades que desejava dentro do antigo ambiente de trabalho. Mas foi bem foufo também durante um dos episódios anteriores, ver os demais funcionários da Dundler Mifflin exigindo uma despedida mais adequada do Darryl, que para isso teve que se despedir dançando com cada um deles, em outro momento memorável dessa temporada de despedida.

Antes do casamento, ainda tivemos outro momento excelente para essa reta final, que foi uma espécie de painel que eles todos acabaram participando em comemoração ao sucesso do documentário. Durante o painel, tivemos uma série de pequenos presentes, como o Andy finalmente superando o trauma de ter se tornado uma piada instantânea do Youtube, algo que mais tarde o fez ser reconhecido em Cornell, que acabou se tornando o seu novo ambiente de trabalho perfeito. Ainda nesse cenário, tivemos também uma resolução bastante importante e super foufa para a Erin, que acabou conhecendo no meio da platéia não só a sua mãe (que ela chegou a procurar no passado) como também o seu pai, com quem descobrimos que ela dividia uma série de semelhanças.

Nesse momento, The Office aproveitou também para tocar no assunto sobre o plot da quase separação do casal Jim +Pam, colocando a audiência do painel para fazer uma série de perguntas que provavelmente foram as que mais eles ouviram os fãs da série fazer durante essa tentativa de drama desnecessário na vida do casal durante a Season 9. Pam teve que ouvir algumas coisas não tão bacanas em relação a sua postura (merecidamente. Eu por exemplo, ODIEI aquela cena com ela mandando ele desligar o telefone enquanto ainda estavam fazendo terapia de casal), mas que foram o suficiente para despertá-la em relação a sua parcela de culpa nesse história toda, que foi a motivação que a personagem estava precisando para tomar a tal decisão de abandonar Scranton e consequentemente seu trabalho (outro momento lindo do casal ao lado do Dwight), para seguir o sonho do seu marido, que naquele momento ela finalmente conseguiu entender o quanto isso tudo seria importante para ambos.

The Office - Season 9

Durante o casamento do Dwight + Angela, que aconteceu ao som de “Sweet Child Of Mine” no violino e com a Angela sendo carregada de cavalinho pela Phyllis, resolvendo um issue antigo delas (de novo, #TEMCOMONAOAMAR?) acabamos ganhando a maior surpresa desse series finale, algo que eles até tentaram esconder de qualquer jeito de todos nós mas que de certa forma, todos os fãs da série já suspeitavam que aconteceria, afinal, merecia. E essa supresa ficou por conta da última prank do Jim com o Dwight, que instantes antes da cerimônia revelou que não poderia mais ser seu best ma por ser bem mais novo (uma piadinha ótima entre os dois atores) e que por esse motivo ele havia trazido alguém especial para cumprir esse papel durante a cerimônia… e é claro que esse alguém seria ninguém menos do que o Michael Scott, que não poderia ficar de fora dessa despedida deliciosa da série, nesse que foi um momento de pura emoção para a amizade dos personagens, com o ambos visivelmente emocionados (inclusive o John Krasinski) e com a excelente line:

 

Dwight: I can’t believe you came!

Michael: That’s what she said.

 

Serei obrigado a confessar novamente que nesse momento, apesar dos inevitáveis spoilers (bem irritantes nesse caso), me encontrei novamente chorando copiosamente com aquele reencontro super especial, que apesar de ter sido uma participação mínima do ator Steve Carell, que ficou meio de lado, respeitosamente, mas quase como se tivesse uma espécie de “mágoa” qualquer no ar por parte do ator e os criadores da série (sorry, mas foi o que eu senti, apesar de entender que o Michael naquele momento era apenas um presente a mais nessa reta final. Algo que eu também suspeito que possa ter sido um pedido do próprio ator…) foi extremamente representativo e importante para a conclusão perfeita dessa história.

Claro que além desse grande momento, tivemos ainda excelentes conclusões para todos os personagens da série, com o Ryan aparecendo como pai solteiro de um bebê, que ele não pensou duas vezes ao intoxicar com nozes (sim, seu filho era alérgico e ele sabia disso, rs), só para conseguir um momento a sós com a Kelly para arriscar o tudo ou nada, abandonando o filho logo em seguida com o até então marido da Kelly, o médico indiano que pediu para chamarem o serviço social para a criança abandonada (sério, #TEMCOMONAOAMAR algo tão politicamente incorreto a essa altura?), que nem precisou disso porque estava diante da Nellie, que sempre sonhou em ter um filho e já estava até na fila de adoção. Sem contar a campanha do Oscar como senador, as piadinhas do quanto sobre os personagens secundários nunca foi mostrado no documentário em todos esses anos de filmagens e o momento de puro carinho com o Stanley e a Phyllis, que eu pelo menos nem estava esperando, mas achei de uma delicadeza fora do comum com personagens menores.

Mas é claro que o cenário perfeito para o encerramento dessa história ainda seria a própria Dundler Mifflin, com todos eles se reunindo na empresa para a inauguração do mural pintado pela Pam no armazém (que ainda ganhou seu último momento na recepção e com o Jim na mesa ao lado… Awnnn!), com uma brincadeira super querida com a produção de The Office, que nessa hora se fundiu com o elenco da série para um foto em frente ao painel (achei ótima a cara deles de “quem é essa gente?”) e que nos preparava para o nosso último momento dentro daquele escritório, ao som de uma performance ótima do Creed (que até então estava vivendo como fugitivo por ser um procurado da polícia desde muito tempo, como sempre desconfiamos) e todos eles se despedindo, deixando o prédio, não sem antes parte deles deixar aquele último depoimento dentro do documentário (todos maravileeeandros!) e a Pam levar o desenho emoldurado que ela mesmo fez e que foi comprado naquela sua exposição onde só o Michael apareceu (outro dos meus momentos preferidos da série) com a despedida mais simples, sútil e ao mesmo tempo mais perfeita que a série poderia nos ter presentado em seu encerramento. Sabe aquele abraço forte de quem vai sentir saudade de verdade? Então…

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Honestamente, em muito tempo eu não via uma comédia encerrar a sua história de forma tão carinhosa, tão respeitosa com a sua mitologia, fãs, personagens e atores, amarrando tudo perfeitamente e fazendo com que a gente se encontrasse em praticamente todos os momentos da sua séries finale, presos em um ciclo delicioso de boas risadas e aquela lágrima carinhosa que a gente não se importou em deixar escorrer naquele momento, junto com um “Awnnn”/aperto no coração (sim, estou completamente emotivo nesse exato momento. O que vocês estão esperando para me abraçar, hein?). Isso sem contar o excelente documentário exibido antes do episódio na America antiga, mostrando um pouco mais dos bastidores da série durante essa reta final, ilustrando lindamente o quanto ela foi importante para todos os envolvidos, inclusive a cidade de Scranton, super agradecida pelo destaque que recebeu em The Office, que lotou um estádio para se despedir de todos eles, inclusive do Steve Carell, que também apareceu para essa despedida e que também foi extremamente carinhoso por parte dele. Um documentário realmente sensacional, que vale a pena procurar para se emocionar um pouquinho mais, além de tentar desesperadamente prolongar essa despedida… (eu assisti logo depois do series finale e me emocionei tudo de novo)

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E dessa forma extremamente carinhosa e um series finales dos mais especiais possíveis, The Office encerrou lindamente a sua história da melhor empresa para se trabalhar no mundo. Sentiremos saudades dessa rotina de trabalho… That’s what she said! (♥ + tears)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

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E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

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Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

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Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

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E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

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Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

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O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

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Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

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Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

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Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

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Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

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Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

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Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

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Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

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Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

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Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

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Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

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Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

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Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

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Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

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Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

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E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

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Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

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E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

gemeas

OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

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… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

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Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

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E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

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Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

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Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

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Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

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Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

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Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

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E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

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Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

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Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

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ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

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Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

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E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

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Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

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O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

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OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

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… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

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Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

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De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

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Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

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No regabofe dos Obamas desse ano, podemos dizer que quem se deu melhor veio diretamente de outras vizinhanças

Maio 2, 2013

Primeiro de tudo, uma pergunta importante e honestamente honesta: será que eles servem coxinha, bolinho de queijo e ou risoles misto na casa do presidente? (esses dias passei em frente a uma escola e senti um cheiro de risoles tão delicioso e que me lembrou tanto a minha infância, que quase subornei uma das crianças para comprar um para mim, mesmo correndo risco de acabar preso injustamente, rs. Sério)

No finde passado aconteceu o já famoso White House Correspondents’ Association Dinner (2013), que na verdade nada mais é do que um regabofe na casa do presidente, onde obviamente todos fazem questão de aparecer e que para a nossa sorte, a maioria deles parece não fazer tanta questão assim de aparecer muito bem, se é que vocês conseguem me entender. (enxergar já ajuda, rs)

Em meio a figurinhas repetidas de sempre e gente que veio de longe para ser recebida pela America antiga pelo atual dono daquilo tudo, percebemos que durante essa edição, os Obamas acabaram sendo envergonhados pelas pratas da casa e quem se deu bem mesmo veio de outras vizinhanças com sotaques diferentes.

Ficaram curiosos? Então vamos logo servindo os salgadinhos enquanto está tudo quente (detesto comida fria) que o jantar já vai começar…

 

Não basta ser linda, tem que ser inglesa, recém viúva e herdeira de Downton, não é mesmo Michelle Dockery?

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Sim Michelle Dockery, sabemos que você é tudo isso mesmo e ainda por cima vem com essa pele de dar inveja a qualquer pessoa que viva em um país que tem uma relação mais próxima com o sol.

Dockery que foi quem mais acertou durante o jantar com o presidente, mesmo estando com um vestido até que simples, apesar da cor (linda por sinal). Certeza que a Rainha e todos de Downton, principalmente a criadagem, se sentiram orgulhosos nesse momento. Só não vale se apaixonar demais por um hot dog e meia dúzia de bagels e logo considerar pedir a cabeça da sua personagem na série inglesa como muitos de seus coleguinhas, que isso a gente jamais vai perdoar, como não perdoamos o que aconteceu com o seu finado marido. O capeta e todos nós estamos de olho…

Agora, o melhor da imagem é a cara da Elaine ao fundo, apavorada por alguém ter acertado muito mais investindo na mesma cor que ela. Quem manda pegar seus conselhos sobre moda com o Seinfeld

#GHOLGEOUS

 

Ainda com sotaque inglês, outra que divou durante o jantar também veio da mesma vizinhança…

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… e essa foi a Emily Mortimer (com um modelo bem simples também), que apesar de ter escolhido esse vermelho mais aberto que não é dos meus preferidos (prefiro os fechados e ou queimados), também conseguiu se destacar em relação à suas amigas americanas, evitando inclusive de ser confundida com o tapete, algo que é sempre o pesadelo de todas que resolvem investir na cor.

ps: saudades de The Newsroom, que volta dia 14 de julho na America antiga. Anotem na agenda da Hello Kitty…

 

OK, nem só de inglesas divando sobreviveu o jantar do presidente desse ano

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E como boa representante da America antiga, eu diria que até surpreendentemente (sorry Amy, eu tem AMO, mas nem sempre você acerta e isso talvez aconteça porque nós ainda não somos amigos. Me liga, pede para alguém te apresentar, rs) foi a Amy Poehler, que acertou bem com o seu longo branco, rico em bordados e que ainda por cima conseguiu dar mais altura para ela, algo que é sempre bem vindo no seu caso, rs. (e quando é que e a Tina Fey serão as apresentadoras dessa festa também, hein produção?)

 

Por favor, voltem para Nashville IMEDIATAMENTE

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Lembra quando a gente gostava da Hayden Panetone em Heroes?

E lembra quando a gente gostava de Heroes? (que vergonha ter que admitir isso minha gente. E qualquer dia eu sorteio por aqui o meu box da Season 1 que eu não sei o que fazer com ele. Só para ninguém dizer que esse é um blog que nunca sorteia nada, rs)

Agora, alguém conhece alguém que tenha uma máquina do tempo (um segundo… Alôr? Doutor?) capaz de voltar no passado e nos dizer para não perder tempo com essas duas grandes bobagens da nossa história televisiva recente?

Obrigatô.

Sério, que vestido pavoroso em amarelo (e poderia ser em qualquer outra cor) é esse?

#CREDINCRUZ

Sem contar que esse tipo de saia, mesmo no tom de amarelo errado, continua imprimindo a saia da Bela de “Beauty And The Beast”. Fato.

Não que Hayden mereça usar algo do tipo, nem de brincadeira (bate na madeira x3), mas talvez ela tenha achando que a festa era a fantasia e vulgar do jeito que parece ser, talvez tenha alugado uma fantasia de “Bela Sexy” que é o que todas elas sempre fazem.

Pode reparar que todas com disposição para um biscatismo tem “Sexy” na descrição de suas fantasias.

#NAOTABOMNAO

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O mesmo vai para Connie Britton, que descobrimos recentemente ser o sonho de MILF de muitos marmanjos (vai entender a cabeça desses homens) e mesmo que não esteja vulgar como sua colega de elenco daquela série que preferimos não ver, errou feio por ter escolhido algo fácil de ser visto em um álbum de casamento qualquer.

#NAOTABOMNAO

 

Alguém sabe onde foi a promoção dos vestidos com tecidos meio assim?

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Hein, Elizabeth Banks?

Uma mulher da Capitol me aparecer assim em público, não pode ser certo, não é mesmo?

#NAOTABOMNAO

E se alguém te oferece um vestido desses, nessa cor e tecido, você faz o que?

( ) Faz a pessega para não criar confusão

(X) Assume que confusão é o seu nome do meio e parte logo para o atraque e já vai arrancando os brincos e as extensões no cabelo, por precaução…

 

Digamos que ela é tão engraçada quanto o seu vestido é bacana e ou bonito…

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ou seja, quase nada. E é só isso.

Siga

Sempre

Sorrindo, Julie Bowen. Um velório que aceitaríamos numa boa em Modern Family. Pensem nisso roteiristas…

 

Não faz essa cara de azeda não, porque quem escolheu ir de verde guacamole passada foi você mesmo, Kathya…

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Ainda bem que para compensar o pavor do vestido, Káthya espertamente foi com esse “cinto” que mais parece um arranjo exótico de Ferrero Rocher e se a gente estivesse por lá, já passaria a mão em pelo menos uns 5 deles para colocar na bolsa e comer no carro, depois de passar no Siri Cascudo, porque comida desse tipo de jantar é sempre meio assim e ninguém tem coragem de repetir porque não quer fazer a sem limites no por quilo e ou porque o gosto não é dos melhores. (e dizem que as vezes vem de morna para fria e isso a gente não aceita nunca jamais!)

 

Responda rápido: o que acabou de chegar para a Sharon Stone?

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Um Fedex carimbado como urgente, com pelo menos 20 anos a mais para ela carregar daqui para frente.

Sério, quantos anos Sharon ganhou desde a última vez que qualquer um de vocês viu uma imagem dela?

#CREDINCRUZ

(R: todos aqueles que suas inimigas conseguiram desejar que ela ganhasse. WOO)

 

Glenn Close tomou uma dose extra de xuvenil em gotas ou o que?

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Não, foi a Patricia Arquette que parece estar fazendo a dieta dos vinte anos (a mais) em vinte minutos.

Dieta super bem sucedida, não? Indique para a sua inimiga mais próxima.

#CREDINCRUZ

 

Se o casal Dancy Danes não fosse tão talentoso…

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… a gente até poderia falar qualquer coisa de ruim em relação ao modelo dela da noite, que para ser feio precisava ser menos horrorendo e ou pavoroso, mas vamos tentar ignorar devido ao crédito que ambos tem com a gente por ser o melhor casal da TV atualmente, ela na sua sempre excelente Homeland e ele na recente Hannibal, que é sensacional.

Ainda bem que as duas nem passam no mesmo período, ou seria muita crueldade com os demais casais atore atualmente trabalhando na TV. Sorry, but I’m not sorry…

 

Ô gentê, ninguém fez amizade com a menina ainda?

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Mas Hollywood é mesmo uma terra de malditas não?

Não acredito que até agora ninguém fez amizade com a Sophia Bush para dizer que ela ficou pavorosa com essa franja que ela continua insistindo em manter…

Será que é por causa do sobrenome? Vale dar a carteirada de One Tree Hill, para despistar e lembrar que ela é bacana?

Tadinha, mas #NAOTABOMNAO

 

1 sonho:

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Construir uma relação de intimidade com a Amy Poehler que me permita esse tipo de reação.

O mesmo vale para a Tina Fey, a Lena Dunham, a Mindy Kaling e as meninas do Broad City. #HELLYEAH

 

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

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Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

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Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

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Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

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The Mindy Project – a nova garota que devemos prestar atenção

Setembro 27, 2012

Não é de hoje que nós gostamos da Mindy Kaling, ela que já foi produtora e roteirista de The Office, publicou recentemente um livro, além de ser alguém de quem todos nós adoraríamos ser BFF. Quando a FOX anunciou a compra do seu projeto para TV, comemorei bastante, afinal torcemos por essa garota já faz tempo. (inclusive, achei super bem humorada a despedida da sua personagem em The Office também, ela que agora teve o jogo finalmente invertido a seu favor e ganhou o Ryan como seu stalker, #TEMCOMONAOAMAR)

E o piloto de The Mindy Project é bacana, apesar de muito dele ter sido entregue nas promos que surgiram antes mesmo da sua exibição, algo que não aconteceu apenas com essa série e sempre acaba prejudicando bastante a todas que entregam o jogo assim tão fácil enquanto ainda estão tentando a qualquer custo se vender.

Nela temos Mindy, uma médica residente de 31 anos, vivendo em NY, totalmente girlie, meio perua fashionista até (sim, ela também usa Louboutin), que tem a barra de ter passado anos sozinha assistindo comédias românticas (de onde ela acha que adquiriu alguma experiência de vida, rs) ou completamente entregue aos estudos e agora se vê tendo que conciliar uma vida adulta cheia de possibilidades no trabalho e também no âmbito pessoal, onde o seu futuro e a sua felicidade só dependem de suas escolhas, que nem sempre são as mais apropriadas.

Os personagens parecem ser bons, a começar por ela que tem um pouco daquela euforia que todos nós adoramos da sua Kelly Kapoor antiga, mas que dessa vez chegou sendo mais bem sucedida em NY e porque não dizer que chegou também mais segura de si, encarando as possibilidades de crescer na carreira que ela escolheu para a sua vida e de quebra ainda tendo a missão de arrumar um boy magia que a faça feliz, ou que pelo menos a distraia por um tempo.

Para essa vaga temos dois candidatos logo de cara, Danny (Chris Messina, que se fosse 50 cm mais alto eu diria que já ganhou! – no meu caso), que é o residente do tipo convencido do hospital, aquele que se acha o mais esperto do que os demais e que não mede esforços para conseguir o sucesso dentro da profissão, mas que ao que tudo indica, apesar da postura de durão que foi preso no show do Springsteen (que toda vez que eu vou escrever confundo com Springfield, rs) e também ser  do tipo que fala o que pensa, tem um histórico de coração partido e arrisco dizer que esse seu aparente “trauma” escondido nessa pose de badass deve ter vindo da relação com a ex mulher, que descobrimos que ele tem ao longo do episódio. (em um momento totalmente meio assim da personagem da Mindy) #TYPICAL

O outro fica por conta do residente estrangeiro, Jeremy (Ed Weeks) esse bem mais aberto a novas experiências e que é do tipo que sempre está por perto para dizer o que você precisa ouvir quando está mais vulnerável, o que acaba rendendo para o próprio certas “recompensas”, if you know what i mean. Apesar do perfil de devorador, ele aparentemente também parece ser bem foufo, do tipo que não conseguimos odiar facilmente, nem mesmo tendo a certeza de que se trata de um predador daqueles.

Existem ainda outros personagens secundários que não nos foram apresentados adequadamente no piloto, como a amiga que tem aquela filha criança que estava no escritório dela em um determinado momento, ou as recepcionistas do hospital, que ao que tudo indica, terão alguma função dentro da nova comédia. (uma delas é ótima e parece uma aspirante a assistente do seu ídolo, que no caso seria a própria Mindy)

O piloto ainda conta com a participação do Ed Helms, que interpreta um dos pretendentes dos sonhos de Mindy, além do excelente comediante Bill Hader do SNL, que interpreta um de seus ex namorados, o qual ela presenteia com um vexame daqueles no dia do seu próprio casamento. (algo que também vimos em todos dos promos da série)

Digamos que para um primeiro episódio, além dela ter corrido demais, literalmente (rs), estávamos esperando até que um pouco mais da série em si, em termos de histórias e de um algo mais que esperamos encontrar sempre, mesmo encontrando um texto delicioso e piadas sensacionais dentro dela. Mas confiamos no bom humor da Mindy e na parceria de sempre dela com o B.J Novak  que é um dos produtores da nova série (e eu AMO as conversas e provocações dos dois no Twitter) e temos certeza que essa sensação deverá sumir com o tempo, assim que tudo estiver no seu devido lugar. Pelo menos é o que esperamos e desejamos que aconteça nesse caso.

O que nos faz acreditar que entre tantas novas comédias como aposta da maioria das emissoras para essa Fall Seaoson que está apenas começando, The Mindy Project pode ser uma das séries que devemos pelo menos prestar mais atenção para ver no que vai dar, apesar do piloto não nos empolgar tanto assim.

 

ps: boa sorte Mindy! Go girl!

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The Office, uma série que continua bem constante

Maio 31, 2012

Quando Michael Scott anunciou a sua demissão em The Office perto do final da temporada anterior, muita gente chegou a ficar preocupada com o futuro da série, que nesse momento perderia o seu lider. Por esse motivo, a Season 8 de The Office já começou meio que na incerteza se eles iriam ou não conseguir tocar a série adiante, mesmo sem o peso do nome do Steve Carell figurando no elenco. E apesar da enorme falta que sentimos do Michael Scott (♥) e digo isso enquanto personagem isolado e não a sua falta para a história em si,  não é que eles conseguiram se manter muito bem, mesmo com a sua saída?

Crédito mais do que merecido para todo o elenco da série, que é realmente muito bom e quando requisitados, todos comparecem da melhor forma possível, a ponto de fazer com que a saída do grande chefe a frente daquele escritório por tanto tempo, nem fosse um grande problema para a série, como se imaginava. Claro que o tipo de humor acabou mudando com a perda do Steve Carell, mas nada que conseguisse atrapalhar o ritmo ou o formato de The Office, que apesar de algumas inevitáveis mudanças após a baixa, para a nossa surpresa até que continuou bem bacana durante toda a sua Season 8, firmando-se mais uma vez como uma série constante.

E assumindo a nova posição tivemos o Andy, que não poderia ter sido uma opção melhor para o cargo de novo chefe. Ele que sempre foi uma espécie de “Segundo Michael Scott” desde que apareceu na série, coube perfeitamente no cargo de líder do grupo, trazendo com ele uma dose extra de foufurice. No começo da temporada eles até começaram a apelar para resoluções mais foufas em relação a aceitação do grupo com o novo chefe, terminando os episódios com uma narrativa digamos assim, mais “Modern Family”, o que também acabou funcionando muito bem e é uma pena que mais para o final, esse tipo de “carinho” tenha ficado um pouco de lado para o desenrolar da história.

Digo isso porque todos eles me pareceram um tanto quanto “frios” em relação a perda da posição de gerente do Andy perto do final da temporada, o que não combinava em nada com todo o apoio que eles acabaram dando para o personagem logo no início (coisa que com o Michael, eles pouco faziam questão de demonstrar…). Algo que poderia ser justificado no medo de acabar perdendo o emprego por conta de um CEO dos mais alienados ever: Robert California.

Sinceramente, eu nunca gostei do personagem e isso desde a sua entrevista no episódio recheado de participações especias que encerrou a Season 7 e que teve até o Jim Carrey no meio de tantos nomes conhecidos que haviam chegado para “disputar” a vaga de novo chefe. Não achei que ele foi uma boa escolha no final das contas e o seu personagem me pareceu sem apelo nenhum por muito tempo, exceto pelo episódio com a pool party na sua própria casa, onde em um momento raro durante toda essa temporada, eu cheguei a achá-lo pelo menos aceitável (e a dupla Ryan + Gabe tmbm esteve bem boa durante esse ep). Aliás, um dos melhores episódios dessa Season 8 (8×12 Pool Party). Salvo um outro momento, como a participação espcial da sua mulher, causando uma total confusão na cabeça do Andy, o colocando no meio do fogo cruzado do casal, eu não consigo me lembrar de um outro bom momento para o novo personagem, que ao que tudo indica, ao final dessa temporada acabou ganhando a sua passagem só de ida para algum lugar que esperamos ser bem longe de Scranton.

Andy, apesar de ter que apelar para uma tattoo na bunda para conseguir garantir algum entusiasmo dentro daquele escritório, conseguiu sustentar muito bem a posição de novo chefe, apesar de ficar sempre bem claro o quanto ele (assim como o Michael Scott) não fazia muita ideia de quais eram as suas verdadeiras obrigações dentro daquela empresa. Lembrando que enquanto vendedor, Andy também nunca foi um dos melhores funcionários, rs. Para ele também sobrou a história mal resolvida com a Erin, que chegou a ficar bastante incomodada com a nova namorada do seu agora chefe e anteriormente ex, tendo um surto super divertido no episódio de Natal dessa temporada.

E se tem uma coisa que The Office consegue resolver muito bem, essa é a questão dos casais na série. Jim + Pam = perfeitos, Dwight + Angela = o casal passivo agressivo mais adorável de Scranton, Michael + Jan = o casal mais improvável do universo (até hoje não esqueço do episódio na casa deles, rs), Michael + Holly = perfect match! Por isso, a relação entre Erin + Andy não poderia ser diferente, do tipo adorável, onde mais uma vez eles conseguiram reunir personagens perfeitos um para o outro para unirem suas histórias. AMO a ingenuidade da Erin, AMO!

Depois tivemos a viagem de parte do grupo, onde no final do trabalho, Erin resolveu ficar na nova cidade apenas para não ter que encarar o Andy com a sua nova namorada. E a forma como ele foi buscá-la, chegando a conclusão de que aquela era a mulher da sua vida, foi super foufa também, onde para isso ele teve que fingir ser gay por um tempo para a sua atual namorada, algo que nem chegou a chocar os amigos da moça que mantinham uma certa desconfiança sobre o Andy (rs), além desse plot ter lhe custado a perda do seu cargo para Nellie.

Ela que foi mais uma das novas aquisições para a série e nesse caso, bem mais acertada do que a anterior com o Robert California. Apesar de um tanto quanto irritante, principalmente no começo, não tem como negar que a personagem acabou combinando muito bem dentro daquele cenário recheado das figuras mais esquisitas possíveis, o que também contando com o enorme carisma da atriz Catherine Tate, acabou colaborando para que a sua personagem conseguisse até ganhar alguma importância para a série. Sinceramente, eu não vejo mais nenhum mal com a Nellie ficando no escritório para a próxima temporada, ainda mais ocupando um cargo que nem existe e que nem ela nem o Andy tem muita certeza de qual será.  Nesse caso, acho até que ganhamos uma boa aquisição. (ela que em Doctor Who foi uma das melhores companions EVA e eu aguardo ansiosamente por uma referência qualquer em The Office)

Mas vamos combinar que não é de hoje que The Office vem operando milagre na TV. A série gira praticamente no mesmo cenário o tempo todo e mesmo assim eles conseguem tirar situações bem engraçadas de todos aqueles personagens o tempo todo. Nada extremamente genial, com um tipo de humor mais do cotidiano mesmo, onde com certeza eu ou vc já passamos por alguma situação parecida em nossos ambientes de trabalho. Uma tarefa que não deve ser nada fácil, ainda mais se considerarmos o espaço físico limitado, com tudo girando sempre dentro daquele escritório e o elenco que não é assim um casting magia que já se garanta como atrativo apenas por suas fotos promocionais. (exceto pelo Jim = Perfect Match!= Höy!)

Provavelmente reconhecendo suas limitações, tive a impressão que durante essa temporada eles circularam muito mais em outros ambientes, todos juntos (quase sempre, pelo menos), o que nem sempre acontecia se vc pensar no passado da série e durante uma boa parte dessa temporada, eles acabaram circulando em outros cenários, o que apesar de AMAR tudo que acontece dentro daquele escritório, acabou também sendo um ganho para essa nova temporada, que precisava de uma movimentação maior já que havia perdido um grande nome em seu elenco e não se sabia ainda quais seriam as consequências que essa baixa poderia acabar causando para a série.

Mesmo assim, eles conseguiram durante essas oito temporadas até agora (já tendo uma Season 9 completa como certa e com os contratos todos em dia), manter uma certa constante em quase todos os seus episódios, que quando não são muito engraçados, passam pelo menos na média com folga. E isso sem apelar, mantendo um nível de humor simples e inteligente ao mesmo tempo, mesmo quando bem escrachado. E esse eu considero um grande mérito de The Office, onde por tantos anos, eles vem conseguindo se manter em um padrão e por isso considero a série como uma série bem constante.

Além do episódio na casa do Robert California, outro dos que eu mais gostei durante essa Season 8 foi a visita de todos do escritório a fazenda do Dwight (8×04 Garden Party) com a festa no jardim promovida pelo Andy, onde ganhamos uma série de situações divertidíssimas naquele cenário que é sempre muito engraçado (além de assutador de vez em quando… vcs lembram da visita do Jim + Pam na fazenda em outras circunstancias? BOO). Outro que eu achei sensacional foi aquele em que eles tiveram que montar a loja modelo para o lançamento do tablet triangular (8×17 Test the Store – genial!) com o Jim virando o mestre de cerimônias no lugar do Ryan (que amarelou na última hora) e perdendo o posto logo em seguida, virando apenas o moço da placa e do tipo sem o menor talento para tal, sendo humilhado pela concorrência, rs.

Falando em Jim, para ele sobrou até uma megabitch que se jogou para cima dele sem a menor vergonha, mesmo sabendo de sua condição de homem casadíssimo. Que mulherzinha mais detestável, hein? Mas para a nossa total satisfação, Jim acabou sendo o Jim e no final das contas, tudo deu bem certo e ele acabou colocando a megabitch no seu devido lugar da melhor forma possível e para isso, ainda contou com uma mãozinha do Dwight, que foi mais do que especial.

Tivemos também aquela excelente competição no bar gay (8×11 Trivia), que foi outro dos pontos altos da temporada, com o grupo dos menos favorecidos intelectualmente roubando a cena, para a total surpresa de todos. Outro momento que eu achei super simples e ainda assim sensacional, foi quando o Jim resolveu mentir para faltar por uma semana no trabalho (8×13 Jury Duty) e  quando a mentira veio a tona, acabou ganhando todo mundo contra ele. Isso até todos ouvirem o choro dos seus dois filhos pequenos e acabarem entendendo exatamente o porque de toda aquela farsa.

Outro plot que eu achei bem bom durante esse mesmo episódio foi o nascimento do bebê da Angela, ela que não perdia a chance de humilhar a Pam por ter ganhado muito menos peso durante a gravidez (e a Jenna Fischer estava grávida de verdade nesse período), tendo um bebê que mais parecia uma criança de 6 meses de tão enorme e a desconfiança sobre a sua paternidade por conta do Dwight também foi sensacional (e o que foi o Senador se jogando para cima do Oscar? Go Oscar!). O que de certa forma é até uma pena a essa altura, porque dizem que o ator Rainn Wilson irá ganhar o seu spin-off em 2013 e eu não sei muito bem como essa história pode ficar no futuro. (mas suspeito que eles tenham pelo menos a intenção de chegar até a Season 10…)

Outra baixa que tivemos no elenco foi a Mindy Kaling, que deve deixar a  série (lembrando que ela é uma das produtoras e roteirista de The Office) para se dedicar ao seu novo projeto, o qual nós já falamos aqui. Mas que foi bem divertido ver o total desespero do Ryan ao perceber que Kelly estava se apaixonando por outro, isso foi. O que foi ele chegando vestido de indiano em cima daquele cavalo no estacionamento do escritório? E a minha alma feminista agradece que a Kelly tenha ganhado alguma dignidade durante esse final de temporada, mesmo que ela tenha durado dois segundos. (mas sempre amei ela grudenta para cima do Ryan o tempo todo também)

Nesse caso, fiquei até esperando ansiosíssimo por uma despedida dos dois atores (Rainn + Mindy), o que acabou não acontecendo nesse episódio final, que nem teve muito cara de season finale na verdade, apesar das suas resoluções para a história, com o Andy recuperando a sua posição no escritório, onde ganhamos o David Wallace de volta e aproveitamos para nos despedir sem a menor saudade do Robert California. Fiquei até esperando na semana seguinte por mais um, na esperança de ver alguma despedida ou algo do tipo, mas parece que isso vai ficar mesmo para depois. (ainda mais que na TV, tudo é tão incerto, que ninguém vai abandonar um projeto de sucesso por um ouro que pode ser cancelado ainda no piloto)

E apesar da grande perda, podemos dizer que mesmo com alguns tropeços e toda a sua movimentação, The Office continuou sendo uma série constante por mais essa temporada e assim espero que continue por sua Season 9, quando chegar a hora de bater o ponto novamente.

The Goodwin Games + The Mindy Project

Maio 15, 2012

Séries novas da FOX para daqui a pouco…

Primeiro temos o Scott Folley (I ♥ Noel Crane, que não conseguiu ser médio em Grey’s, mas que agora finalmente parece que ganhou a sua chance) de volta a TV, com a sua The Goodwin Games, que é uma sitcom dos criadores de How I Met Your Mother (#MEDO) que irá contar a história de três irmãos que voltam a se relacionar apenas após a morte do pai, e que também contará com a Becki Newton de Ugly Betty antiga no elenco.

E essa forma de reaproximar os filhos parece ter sido toda arquitetada pelo pai antes de morrer, onde para isso, eles terão que enfrentar alguns desafios deixados no testamento do mesmo e que serão supervisionados pela advogada responsável pelo caso em uma espécie de jogo. E para ajudar a contar essa história, teremos também alguns flashbacks do passado dos três ainda pequenos, mostrando um pouco dessa convivência antes deles se separarem, tornando possível que  assim os irmãos possam resgatar um pouco desse passado juntos.

Achei bem foufo o trailer viu?

The Goodwin Games terá a sua estreia no Mideason de 2013, com 15 episódios encomendados pela FOX.

 

E a segunda nova série do canal traz ninguém menos do que a nossa queridíssima Mindy Kaling e a sua The Mindy Project. Um projeto pessoal da atriz, em parceria com Howard Klein.

Basicamente, a história gira em torno de Mira (Mindy) uma jovem médica que após ver o seu ex namorado se casando com outra e surtar com esse fato, resolve enfim colocar a sua vida em dia.

Tem cara de comédia romântica bacana, tem um elenco bem bom (inclusive com o Chiss Messina como o médico durão do hospital, Höy!) e me pareceu ser bem promissora, além do piloto contar com a participação mais do que especial do Ed Helms. Pena que para isso, Mindy tenha que deixar o elenco de The Office.

Mesmo assim, estou AMANDO o desespero do Ryan nos últimos episódios da série, declarando todo o seu amor por Kelly Kapoor , só que tarde demais.

The Mindy Project deverá chegar logo mais na Fall Season, ocupando uma vaga nas noites de terça-feira da FOX.

Animados?


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