Posts Tagged ‘Moone Boy’

Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

coachella

Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

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… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

Lupita Paul

… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

nicki-mina

De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

prince-harry-

Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

alexander-skarsgard

O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

ben

Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

batmao

… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

tom-hardy

Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

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Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

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Family Tree, o promo

Março 21, 2013

Family Tree é uma nova comédia criada por Christopher Guest em parceria com Jim Piddock para a HBO, que tem como plot central a história de Tom Chadwick (com o sensacional Chris O’Dowd que nós AMAMOS e fizemos uma maratona até que recente em sua excelente série antiga, The It Crowd e adorkable Moone Boy), que após ver a sua vida desmoronando aos poucos, perdendo a namorada, o trabalho e nada indo muito bem no seu presente (aquele perfil do perdedor que a gente vem gostando cada vez mais), acaba herdando de sua avó uma caixa antiga com algumas coisas pessoais da mesma, algo que desperta o seu interesse em procurar saber mais sobre a história da sua família, investigando assim sua árvore genealógica para tentar entender um pouco mais sobre quem ele realmente é e de onde vem suas raízes.

O elenco é sensacional e tem a participação de vários veteranos da comédia do cinema e da TV americana, como já podemos perceber pelo promo, além de contar com o detalhe de que a comédia no estilo mockumentary nos trará diálogos improvisados entre seus atores.

Curiosos ou ansiosos?

Diz que a série chega em maio, ainda sem data definida.

 

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Moone Boy, a série mais adorkable de toda a Irlanda antiga

Outubro 26, 2012

Uma série sobre uma garoto e seu melhor amigo imaginário vivendo na Irlanda antiga do final da década de 80. Apenas por essa breve descrição e com o plus da promessa de que a séria ainda traria algumas animações para suas histórias, Moone Boy já tinha boas chances de conquistar o seu espaço na minha agenda televisiva, ainda mais contando com o detalhe de que a série tratava-se de uma criação do ator Cris O’Dowd (The It Crowd, e recentemente participando também da excelente Girls), sobre a sua própria infância em terras verdes. Dito isso eu pergunto, teria como a série ser mais fofa?

E a resposta é sim, teria e dentre todas as novatas da temporada do outro lado do oceano a nova série foi a que me conquistou logo de cara, tamanha a sua foufurice. Apesar da temática aparentemente “infantil”, Moone Boy vai além disso e consegue incluir uma série de detalhes históricos e da própria cultura irlandesa daquele período para a sua história e tudo isso de uma forma leve e extremamente muito bem humorada. Sem grandes pretensões ou a intensão de fazer uma crítica a qualquer um dos assuntos que eles acabaram tocando ao longo da temporada (apesar de sempre acabar sobrando um faísca aqui ou ali), é sempre uma delícia ver uma série tão leve conseguindo alcançar um espaço importante entre o lado sério da coisa e a comédia pastelão.

Apesar de suas histórias e a forma como elas nos são contadas serem sensacionais, o grande mérito da série está mesmo no pequeno Martin Moone (David Rawle), que é uma criatura das mais adoráveis possíveis, a miniatura perfeita para o que a gente imagina que pode ter sido o próprio Chris O’Dowd quando criança (que cresceu e virou esse foufo que ele é hoje), já que a série é praticamente toda baseada nas suas próprias experiências e lembranças daquele período da sua vida. Além de adorável, Martin também é dono de uma maturidade dentro do limite, onde ele consegue manter um equilíbrio bacana entre o seu lado totalmente inocente e infantil, algo completamente adequado para a sua idade, com o seu lado quase adulto, que até surpreende de vez em quando. (não como as crianças que estamos acostumados a ver na TV com esse perfil, que tendem a parecer mini adultos)

A dinâmica entre ele e seu o melhor amigo imaginário, Sean Murphy (Chris O’Dowd) também não poderia ser mais divertida, amigo que de vez em quando aparece de salto, mas que quase sempre está alinhadíssimo em seu terno bem cortado ou está dividindo o mesmo figurino que o garoto. Ao lado dele, Martin tem ótimas conversas sobre os plots nos quais ele se vê envolvido naquele momento, seja quando ele precisa construir um buraco no muro da própria casa para chegar mais cedo na escola, ou quando ele se encontra completamente surtado no plot de fazer história na escola que ele vai deixar para trás por estar crescendo e agora estar na hora dele seguir em frente para sua nova fase. Cenas ótimas que de vez em quando nos dão a chance de serem vistas por um outro ângulo, o das pessoas normais que cercam o Martin, que já estão mais do que acostumadas de encontrar o garoto conversando “sozinho” pelas ruas do bairro.

Em casa, o menino da família Moone divide seu espaço com seus país, Liam e Debra Moone (Peter McDonald e Deirdre O’Kane), que também não poderiam ser melhores, donos de uma sinceridade e praticidade absurda na hora de educar os filhos, além das três irmãs que fazem questão de infernizar a vida do caçula da família, Fidelma (AMO esse nome, AMO), Sinead e Trisha (Clare Monnelly, Sarah White e Aoife Duffin), ele que além de tudo faz parte da minoria naquela casa e por isso acaba sofrendo como ninguém na mão de todas elas. (sendo ele e o pai os únicos meninos da casa)

Dentre todas as figuras extras dentro dessa história, o meu preferido é o melhor amigo de Martin, Padraic (Ian O’Reilly), ele que também tem o seu próprio amigo imaginário (que o próprio Sean Murphy inveja por se vestir como um lutador e ter um nome de macho de verdade, rs) e está sempre envolvido em situações ótimas. Quase morri de rir quando Martin aparece sem querer de maquiagem no colégio pela manhã e o Padraic acaba se sentindo motivado a copiar o fundamento do amigo, apostando ele também em um make pesado para a manhã e se achando o moderno da turma, ou quando ele participa  de igual para igual em uma conversa com as mulheres da vizinhança dentro do salão. Isso para citar apenas alguns dos seus momentos, que são todos ótimos e divertidíssimos.

Falando um pouco do lado adulto de Moone Boy, logo no começo da temporada temos um encontro sensacional com todos os pais da vizinhança, que assumem sem a menor culpa que de vez em quando, inventam alguma coisa para fazer só para ficar longe dos filhos, dos quais eles reconhecem que precisam de um certo espaço de distância de vez em quando para conseguir aguentar a jornada. Um detalhe importante dentro de uma série inglesa que normalmente não costuma tratar os adultos de tal forma, onde quando a temática é infantil ou adolescente, não é muito comum encontrar adultos que são tratados de forma tão digna e não parecendo apenas os alienados que não conseguem compreender mais a juventude, como quase sempre foram tratados os adultos em Skins, por exemplo.

E a série tem aquele clássico humor da derrota que nós gostamos tanto e já começamos a temporada com Martin ganhando a sua tão sonhada bicicleta, que ele acaba perdendo logo em seguida por conta dos bullies do bairro. Sem contar que o presente só se tornou realidade porque seus pais recortaram cupons e mais cupons das embalagens de Readybix, onde depois caminhamos entre vários outro plots ótimos, como quando o garoto teve que iniciar uma amizade só para garantir jantares melhores na casa do seu novo amigo e fugir dos Readbixes da sua própria casa e tudo isso sempre com um plano de fundo tentando retratar a realidade da época, como a primeira vez em que uma mulher foi eleita no governo da região (ótimo plot para todas as mulheres da cidade por sinal), além de um outro momento onde tivemos dentro da série o ato histórico da queda do muro de Berlim.

Aliás, esse foi um dos melhores episódios da temporada, porque é o mesmo onde Martin teve que destruir o próprio muro da sua casa para poder chegar a escola no horário, isso tudo para fugir das maldades de um de suas irmãs, que aproveitava o sono pesado do garoto pela manhã para cobri-lo de maquiagem e fazê-lo ir para a escola carregado de blush, sombra e batom. Plot que acabou nos rendendo uma cena ótima com os meninos “andróginos” da escola se identificando com a “coragem” de Martin, cantando Culture Club pelos corredores da escola ao vê-lo passar coberto de make, ou ganhando assobios e o apelido de Madonna dos bullies da turma.

E outro detalhe que acaba emprestando para a série um lado mais cool é a trilha sonora antiga, que embora não seja nenhuma novidade para ninguém, é recheada de um saudosismo bacana dos hits da época que nós sempre adoramos ouvir novamente. Assim como as animações (que são maravileeeandras!) em cada um dos episódios, que dão um toque todo especial para a série, ainda mais da forma como elas foram inseridas, fazendo parte de um hábito do próprio Martin de desenhar em seus cadernos. Acho que vale até dizer que a série é toda feita de pequenos detalhes, pequeno cuidados (o figurino é um deles), que acabam colaborando para que ela seja essa delícia irlandesa.

Mas os meus momentos preferidos da temporada ficaram por conta de dois episódios hilários, um por conta da descoberta da “primeira ereção” do garoto (1×04 Dark Side Of The Moone), na frente de toda a sua família, inclusive um tio que está de passagem e que jura que viajou com o U2 (outra piada ótima da temporada e é bem bacana ver uma série tocando em um assunto praticamente ignorado, mas que faz parte da vida de todo menino, assim como a primeira menstruação para as meninas, por exemplo), o que acaba afastando o seu amigo imaginário, que vai parar em uma espécie de bar para amigos imaginários esquecidos por seus “donos”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Quase não me aguentei com o Martin desesperado sem entender o que estava acontecendo com o seu corpo e acordando mais cedo para enterrar os lençóis “danificados” no quintal. (rs)

O outro foi o divertidíssimo episódio com a máfia dos coroinhas da igreja local (1×05 Godfellas), onde Martin acaba se infiltrando e vai ganhando cada vez mais responsabilidades com o tempo, mas que ele acaba descobrindo ser uma barra pesada demais para a sua boa alma de jovem cristão. Sério, o treinamento dele para se tornar o melhor coroinha da paróquia é sensacional e eu duvido que alguém tenha conseguido segurar a risada naquela sequência.

A primeira temporada com apenas seis episódios acaba sendo encerrada de forma morna (já tendo uma segunda temporada garantida), muito provavelmente por focar demais o seus finale em suas irmãs, que apesar de serem todas ótimas, nenhuma delas ainda tem a força necessária para carregar a história. Apesar disso, tivemos ótimos momentos dentro do mesmo episódio, como Martin se despedindo da sexta série (o que para mim aconteceu na quinte, onde eu inclusive mudei de colégio e foi uma barra) e pensando em planos mirabolantes para deixar sua marca na escola, a qual ele acha que nunca mais vai ver novamente, mesmo com ela fazendo fundo a sua própria casa.

Uma Season 1 realmente adorkable em todos os sentidos, com um humor adorável do tipo que não tem como não se apaixonar ou pelo menos lembrar com muita saudade da própria infância. Excelente trabalho Chris O’Dowd, eu sabia que a minha #CRUSH atual por vc e seu trabalho não seria a toa. Clap Clap Clap!

 

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Moone Boy, o trailer

Agosto 24, 2012

Trailer teaser mas com cara de promo na verdade (sempre uma confusão confusa) de Moone Boy, que é a nova série do Sky1 com 6 episódios produzidos para sua Season 1, que estreia logo mais em Setembro.

Nela vamos acompanhar a vida de Martin (David Rawle), um garoto irlandês de 11 anos que vive acompanhado do seu amigo imaginário (O’Dowd) enquanto tenta lidar com toda a excentricidade dos seus familiares.

Além de atuar, Chris O’Dowd também é um dos criadores da série que é baseada na sua própria infância na Irlanda antiga da década de 80, que vem com um plus de que para algumas sequências eles vão utilizar o recurso da animação. Cool. Apesar de ainda inédita, a série já foi até renovada para sua Season 2, que inclusive já está até sendo produzida.

Curiosos? (eu bem fiquei e é claro que vou ver)

 

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O’DOWD, Chris

Agosto 2, 2012

Irlandês, tem todos os metros de altura, é super engraçado (lembrem-se de assistir tudo do Craigson, sempre!), de verdade, sério, do tipo que #NAOTEMCOMONAOAMAR. Cute, canta bem, esteve em “The Boat That Rocked” (que é o melhor filme de piratas de todos os tempos!) mas a maioria o conhece por seu policial magia em “Bridesmaids”. Todo mundo quer todas as tees que ele já usou em The It Crowd (que é a minha nova maratona inglesa do momento indeed, mas depois eu falo mais sobre) e sem contar que, qualquer pessoa que tenha esse grau de intimidade com o Michael Fassbender, merece todo o nosso respeito irlandês. Höy!

E daqui a pouco a gente vai poder vê-lo em Moone Boy, série baseada na sua infância nos anos 80 da Irlanda antiga e que o ator ainda assina como roteirista. Cool Cool Cool!

E a partir de hoje eu declaro que a senha para ganhar o meu coração é me chamar de Sugar Pie Honey Bunch. E não precisa nem cantar… (se cantar bem como o O’Dowd leva uns pontos extras, rs)

Hey, August! (♥)

 

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