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How long must you wait for it?

Março 4, 2010

How long must you wait for it?

E eu respondo que a espera foi longa, mas que foi compensada com um dos shows mais incríveis que eu já assisti ao vivo na minha vida e sem dúvidas um dos mais emocionados. É claro que o clima da noite era outro, aproveitando a noite fria e cinza característica de SP,  um show mais calmo, quase que  triste. Mas eu acho que ninguém ali que conhecia realmente o trabalho do Coldplay estava esperando muita animação neam? A espera naquela noite era a da emoção que as suas músicas de letras tristes poderiam causar assim, ao vivo. E nesse quesito a banda emocionou, do começo ao fim e em quase duas horas de show de uma noite típica paulista.

Eu já falei mal do Chris Martin, confesso. Já disse que eu achava que ele desafinava ao vivo, isso depois de ter visto videos de várias apresentações da banda, principalmente as mais recentes. Mas eu não sei se foi o tamanho da  minha emoção ao finalmente estar em um show do Coldplay, ou se foi isso + o talento inegável do líder da banda que não me fez perceber nenhuma desafinada nos versos das minhas músicas preferidas. Por esse motivo eu digo: Sorry Chris! Prometo que não faço mais a maldita tah?

Obviamente, as múscias mais conhecidas foram as mais emocionantes, cantadas em coro pela platéia presente do estádio do Morumbi. Vários momentos lindos, com o público cantando emocionado os refrões e frases de efeitos dos grandes hits da banda. Com direito até a um “Parabéns pra vc” em português, puxado pelo bateirista da banda em comemoração ao niver do vocalista Chris Martin, que completava 33 anos naquela data. Foufo mil!

Me lembro de quando a minha música preferida estava para entrar a qualquer momento, seria a 4ª do setlist. E com os primeiros acordes de “In My Place” eu fiquei realmente emocionado, de verdade. Gosto da música por diversos motivos (brokenheart feelings) e definitivamente faz parte da trilha sonora da minha vida. E foi emocionante dançar como um bom nerd desengonçado ao lado do Chris Martin, que é um exímio dançarino de coreos geeks foufas não? (tears)

Em pouco tempo depois, era a hora de deixar o estádio todo amarelo. “Yellow” foi outro dos meus momentos preferidos do show, essa um pouco mais animada e foufa mil. E essa emoção se repetiu em “Clocks”, “Violet Hill” e “Talk” (que veio com arranjo mais dançante e um tanto quanto sombria).

Já em “Fix You”, não teve como não se emocionar com a platéia em peso cantando o refrão da música, que é uma das mais tristes e mais belas da banda em meio ao estádio tomado pelas luzes de câmeras/glowstickers. Eu toda vez que eu ouço a música me emociono um pouco mais por me lembrar da cena da morte do avó do Seth em “The O.C”, que se deu com a música inteira como trilha de fundo. Maravileeeandro!

“The Hardest Part” ganhou um arranjo mais lento, voz e piano, com Chris em uma palco especial, mais próximo da platéia e em frente aos nosso lugares. Outro momento que me emocionou bastante. Assim como “Got Put A Smille Upon Your Face”, que acompanhou “Talk” em sua versão dançante/sombria e ganhou os reforço do cenário com seus lasers potentes de luzes coloridas.

“Strawberry Swings” e “Lovers In Japan”, ambas faixas do álbum mais recente da banda tmbm foram incríveis. A última com o recurso da chuva de milhares de borboletas coloridas que cobriram a pista com um pouco mais de cor do que o de costume. O palco é muito bem iluminado, colorido. Em meio a  bolas penduradas no alto do palco e um telão imenso telão de fundo, imagens íncríveis são refletidas. Bolas gigantes coloridas e iluminadas, trabalhadas com uma tipografia parecida com a do logo da turnê iluminavam toda a volta da arquibancada. Ahhhh, e fogos de artifício, muito bem posicionados e supercoloridos tiveram a sua chance de brilhar na noite de ontém.

Um dos grandes momentos da noite foi a dobradeeenha “Viva La Vida” e “Lost”, que aconteceu mais ou menos no meio do show, para quebrar um pouco o clima triste da banda. Foi o momento em que todo mundo pulou, ao som da batida empolgante de um dos hits mais recentes do Coldplay. A batida intensa e o clima descontraído fez com que as + ou – 60.000 pessoas levantassem de seus lugares, preenchendo o estádio com um eco digno de uma torcida de verdade. Oh ô ô ô ô ô!

Outra coisa importante de ser mencionada é o talento da banda enquanto músicos, fatão! Acordes perfeitos e uma postura de quem aprendeu e muito bem a se apresentar de forma digna. Will, o bateirista é o mais empolgado, Jonny o guitarrista se arrisca em algumas danças de nerd e Guy (Hoy) fazendo as vezes de tímido baixista e não por isso menos foufo. Agora Chris Martin é um entertainer, vai de um lado para o outro em suas coreos loucureeenhas em alguns momentos mais animados, ou completamente calmo quando toca o seu piano como ninguém, com os olhos fechados, uma voz sensacional, emocinado, como se estivesse tocando na sala da sua casa.

Para o final, o grande momento ficou por conta da penúltima música do show, a foufa e aguardada “The Scientist” que fechou a noite garantindo uma grande emoção nos fãs presentes no estádio, que cantavam como toda boa multidão de forma afinada uma das músicas mais maravileeendras de todos os tempos.

É claro que toda a função de ir para um show no Morumbi foi meio drama, como quase sempre, mas dessa vez eu achei bem mais caótica e dramática. E o som que deixou a desejar no volume e no retorno, que poderia ter sido bem melhor…como quase sempre tmbm, outro fatão! Vamos começar em fazer show em outras locações? Pq tah meio dramática a situação por ali perto hein?

Ahhh e ainda rolou brinde na saída, onde ganhamos cópias do cd Left Right Left Right Left, com algumas faixas ao vivo da banda, atitude que eu achei bem digna. LOVE presentes, LOVE!

Mas se eu tivesse que resumir o show com apenas uma palavra eu diria que foi: foufo!. Foi um show calmo, sem grandes apelos, apenas uma excelente banda de músicas que emocionam, o que eu acho que no final das contas acabou valendo a pena ter perdido os 2 primeiros shows da banda no país, para poder asssistir agora em sua terceira visita a minha cidade, uma banda tocando como gente grande músicas que já me emocionaram pencas ao longo desses anos.

E eu amo muito mais essa versão fundamento do clipe de “Viva La Vida”, que eu acho bem báfu e eu preciso dizer que senti a falta de “Trouble” e “Speed Of Sound” no setlist.

Say my name Sasha Fierce!

Fevereiro 8, 2010

É claro que eu não cheguei a me recuperar completamente e por isso talvez não estivesse em um dos meus melhores dias, fato. A chuva do caminho para o show talvez tenha colaborado bastante para o meu humor exótico (outro ponto a ser levado em considerção antes do texto abaixo). E com Doritos a $10,00(Que?) e sorvetes de fruta Nestlé a $5,00 (Cuma?) e uma espera razoável (de boas horas…tic toc) eu aguentei firme e forte o momento dela que ainda estava para aparecer com sua silhueta de deevah, no que viria a ser o nosso primeiro encontro, a ricah, phina e com um pezinho no kitsch: Beyonce! Roaw!

E a mulher é incrível, fato! Só a sua silhueta e os carões muito bem acompanhados de coreos que fazem vc querer repetir cada movimento daquele corpo que não pára 1 min…e que corpo hein? Hoy! E o catwalk é de matar de inveja qualquer mortal…que atire a primeira pedra de brilhantes quem não acreditou no catwalk na saída do show hein?

Beyonce tem um carisma gigante e isso ninguém pode negar. Cada rebolado ou batida de cabelo era motivo para gritos enlouquecidos dos fãs na platéia, que para quem é fã mesmo e gosta da Bey antiga (do tempo do Destiny’ Child) estavam aguardando por muito tempo para ver toda a força dessa mulher que hipnotiza, seja vc quem for. E deu para perceber do começo ao fim do show o tamanho da sua entrega para o seu ego “Sasha Fierce”, que sijoga em coreos absurdas durante quase todo o show.

E a bicha é dourada neam? Maravileeeandra! Mas um chocho: precisava usar esse meião de velha gatah? Tah magrona, tah gatona, tah gostosa! E se não estiver garantindo assim um pernão incrível, que tal um novo figurino hein? Thierry Mugler que me desculpe, mas os figureeenos ficaram meio exóticos, não?

Mas a verdade é que talvez os figurinos tenham ficado exóticos porque cá entre nós, Beyonce tem os dois pés no kitsch neam? Prontofalei! Um momento dramático do show foi uma sequência interminável de baladeeenhas, lento…Zzzzzzz! Mas espera ae…ela estava vestida de noiva/flor? Kaka ra kaka! Euri

Beyonce imaculada não rola neam? Eu paguei para ver a Sasha Fierce!

 

De fundo nos talões, ondas do mar  completavam o cenário para a versão Beyonce Iemanja. Euridenovo! Foi triste, confesso que vi a maioria das pessoas sentando nesse momento, ou indo comprar cerveja, ou saindo para fumar…e tudo isso ao som de “Ave Maria”…acreditem, foi drama! Eu senti um pouco de vergonha desse bloco do show, confesso! Não gostei de nada dele, achei bem de gosto duvidoso e lento demais, talvez por isso a reaçán das pessoas. Aliás, que público cansado hein? Era um tal de senta e levanta durante a apresentaçán, que eu não entendi muito bem e eu digo isso durante todo o show e não somente durante esse bloco uó, o que seria bastante justificável.

Mas além desse bloco dramático + o meião uó, eu só tenho mais uma reclamação: Ahhhhhhh Bey, como assim “Sweet Dreams” só tocou em uma versão video interlude hein? Que puxa, maior hit! Euri porque além de tudo o video interlude era meio assim viu? LOVE Sweet Dreams, LOVE. Ae que ela não cantou a música que é incrível, mas ficou horas naquela interminável “Aff Maria”? Não dah neam? (será que todo esse meu mau humor foi mesmo só por conta de que eu estava meio doente? Não sei não viu?)

Achei bem digna a proximidade do segundo palco com o público, onde ela passou parte do show fazendo coreos frente a frente dos fãs que não pagaram um absurdo para estar na pista premium, que por sinal ocupava um espaço gigantesco da pista total. Fiquei imaginando o ódio de quem comprou pista normal e se viu muito distante de palco, mesmo quando o estádio ainda não estava completamente lotado. Mas ae, quando ela seguiu para esse segundo palco, que ficava entre o limite da pista premium com a pista normal, eu comecei a achar mais digna a sua performance e justa com todos. Clap Clap Clap!

Outras músicas tmbm foram injustamente ignoradas e apresentadas em uma versão “medley’, meio que pela metade sabe? Como “Video Phone” por exemplo. E o meu bloco preferido foi o que teve algumas das músicas da época das Destiny’s Child. Ai sim eu senti que empolgou o público, ahazei no “Bootylicious” rs!.

E ela se disse muito emocionada, com o tamanho do seu público aqui no Brasil, onde ela disse que provavelmente foi o seu maior público ever. Howcoolisthat? E todos gritavam “Beyonce”, de forma bem óbvia enquanto eu e minha inseparável ameeega de show báfus gritávamos em alto e bom som “Beyonça”! Rá! Euri

Eu esperava um pouco mais do show na verdade, achei a produção bem simples, o retorno de som ruim mas nada que uma voz incrível de uma das mulheres mais leeeandras e talentosas do mundo não conseguisse superar. E mesmo assim, com algumas reclamações sobre o show, deu para curtir bastante, afinal era a Beyonce neam? A mulher que aparece e já te dah vontade de rebolar, rs.

Smacks Sasha Fierce, adorei te conhecer viu gatah?

Guilt desabafa: Hëteros Troglodictis Ignorantics

Esse é o nome científico de uma espécie que esta longe da extinção…uma pena (snif). Muitos acompanhantes, de suas namoradas “lôras”, fazendo carão o tempo todo, num chocho ignorante e gratuíto a uma grande maioria qeu estava presente no show. Desnecessário neam? Ninguém te contou que embora vc estivesse em um estádio de futebol o evento ali, naquele dia era outro? Show da BEYONCE neam? E qual é o público alvo mesmo? Sono…odeio rótulos.

Só acho que as pessoas deveriam estar mais dispostas a respeitar “novos universos” e não ficar sendo gorsseiro e arrogante com a postura clássica da cuspida no chão e coçada no saco, clássica dos orangotangos. Euri!

Mas o pior de tudo isso são essas futuras jovens senhoras que não conseguem domesticar esse animais selvagens neam? E porque será que não conseguem? Porque eles não foram feitos para viver em sociedade e sim em meio ao ambiente selvagem de que estão acostumados, fikdik. Solta uma boleeenha no meio deles pra vc ver só o que acontece? Babado e confusão versão Menhood. Uí!

O melhor de se fazer nesse caso é sempre o velho e bom: beijo gatoh! E não se relacionar mais com o tipo, nunca mais. Mas se vc fizer muita questão de se prender a esse tipo de animal, tudo bem…talvez algo justifique (rs). Nesse caso, mantenha a relaçán (Ew!), mas deixem o seus bárbaros em casa neam? Fikdik para o futuro: chama aquela ameeega animada ou o  ameeego que ahaza naquela escova do picumã nosso de cada dia e sijoga, mas dessa vez dignamente, sem um ser grosseiro e que não sabe respeitar o espaço das pessoas ao seu redor e que só se sentem fortes quando encontram a companhia de outros orangotangos bárbaros como eles. Vomitei pra vcs!

E esse é um desabafo  direto a um grupo de pessoas que estavam na fileira atrás de mim, onde um orangotango albino do tipo bárbaro foi visto por diversas vezes fazendo comentários completamente idiotas e do tipo que só assina o seu atestado de completa ignorância. Não acho que vá ler o Guilt, porque afinal vc não faz parte do meu público (nem de longe)  mas mesmo assim  essa é a minha forma digna de acabar com vc, em nome de todos aqueles que se sentiram ofendidos diretamente ou indiretamente durante o sohw de ontém em SP. E por favor, se vc não consegue entender o hype de um dos videos mais vistos e copiados do mundo inteiro, por favor vá se informar!

E leia isso tudo com muito som anasalado e carregado no miado e sendo assim: SUCK IT! Meow!

ps: e para o moço loiro de cara amarrada sentado na cadeira atrás da minha eu dedico a minha imagem eterna em sua mente, fazendo uma das coreos mais incríveis e marcantes de todos os tempos. Smacks sabor V de Vendetta (e ficaremos para sempre na sua memória, fazendo todas as coreos com movimenos friamente calculados ala Sasha Fierce!


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