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A boa surpresa de “The Hunger Games”

Abril 18, 2012

Realmente uma boa surpresa. Mas por enquanto, só boa…

Toda vez que surge um best-seller dentro do universo adolescente, eu, a essa altura já muito bem escolado, acabo ficando sempre com os dois pés atrás, totalmente a parte da excitação exagerada que se tem quando adolescente, por exemplo. Isso porque tenho um certo trauma de que ao invés do novo “Harry Potter”,  acabe surgindo mesmo é o novo “Twilight” e uma outra porcaria com essa eu acho que ninguém mais aguentaria. É, quer dizer…os números dizem que há quem ainda aguente, rs. Mas para a minha total surpresa, esse não foi nem de longe o caso de “The Hunger Games”, sucesso em formato de livro que esse ano ganhou a sua aguardada versão cinematográfica dirigido por Gary Ross (“Seabiscuit”, “Pleasantville”)

Digo aguardada, porque muito se falava sobre o filme antes mesmo dele ser lançado, criando uma certa expectativa até mesmo por mim, que cheguei a ficar bem curioso sobre o assunto (o que geralmente não precisa de muito, porque sou uma pessoa curiosa por natureza). Por todos os lados surgiam fotos e mais fotos dos sets de filmagens, personagens com figurinos exóticos e muita especulação sobre o possível novo sucesso dos cinemas. Mas seria tudo isso um motivo confiável para realmente se animar com a novidade?

E até que depois de ter assistido ao filme, eu posso dizer que confirmou e tenho que ser honesto em admitir que não é que “The Hunger Games” é bem bom?

Desconsiderando a euforia dos adolescentes em torno do asssunto, podemos dizer que o filme é bem bom sim, a começar pela história, que é excelente e que no filme, apesar de tudo correr com uma certa pressa, mesmo com a sua longa duração, me pareceu ter sido bem aproveitada na medida do possível. E não, eu não li os livros, mas tudo bem, vamos falar sobre o filme mesmo assim, afinal, para ser compreendida, uma coisa não precisa (e nem deve) necessariamente depender da outra.

Talvez a grande diferença de “The Hunger Games” esteja mesmo no elenco, o que já de cara o diferencia da saga vampiresca interminável de ultimamente. Atores conhecidos e consagrados, como Stanley Tucci ou o Woody Harrelson e a novata Jennifer Lawrence, que com uma indicação ao Oscar para carregar para o resto da vida nas costas, quase nada além de uma boa história (+ $$$) justificaria o seu papel  de protagonista no filme. Ainda mais porque ele não chega a exigir muito do que ela já provou que poderia entregar como atriz,  mas mesmo assim, a sua Katniss Everdeen se torna uma personagem importante, muito mais pela sua força e por toda a coragem do seu perfil perfeito de heroína, do que por qualquer outra coisa.

No filme, a batalha dentro do próprio jogo é tratada com uma ironia deliciosa, como se  todos os olhos estivessem voltados para “as regras” dos realitys shows que todos nós já estamos mais do que cansados de assistir há pelo menos uma década, de um jeito bem divertido até, mostrando de forma bem cínica o que todos nós acabamos engolindo por todos esses anos à frente da TV, com ou sem querer. Com a diferença de que naquele caso, os escolhidos para participar dos jogos não tinham nenhuma outra opção de escolha de tentar trilhar um caminho diferente a não ser o eterno caminho das subcelebridades ex alguma coisa de hoje em dia.

E as regras são bem claras, totalmente injustas e mutáveis o tempo todo, e eles mostram sem o menor pudor que quem ganha nem sempre é o mais forte e sim o mais carismático, que recebe uma chuva de paraquedas de patrocinadores (literalmente), apoiando a postura dos seus participantes queridinhos que com isso, ganham certos benefícios importantes para se manter no jogo de vida ou morte, mostrando o quanto a audiência é altamente influenciável e totalmente manipulada o tempo todo nesse tipo de situação, influenciando diretamente no resultado final. Uma realidade forçada, manipulada, feita para entreter e gerar lucros descaradamente e qualquer semelhança com a realidade, certamente não é mera coincidência. E vale de tudo para vencer esse jogo, unir forças para se tornar imbatível, tentar forçar um casal (mesmo que nesse caso haja alguma verdade) para tentar garantir na emoção e vale também cuidar dos indefesos, com ou sem segundas intenções, afinal, quem não gosta de um bom herói? Tudo na verdade funciona com uma estratégia para levar o jogador o mais longe possível dentro do jogo a ponto de torná-lo o grande vencedor. Vencedor esse que é o único a sair vivo entre os participantes, diga-se de passagem. Por isso, assim como há pouca justiça no Hunger Games, há também pouca naturalidade.

Bacana ver também que existe um pensamento de postura política por trás daquele texto, detalhe que é super bacana e acaba funcionando muito bem para a história, mostrando o sofrimento dos menos favorecidos e o que as vezes eles tem que se submeter para que os mais afortunados tenham algum motivo para sorrir e se sentirem entretidos. Transferindo para a nossa realidade, vc que ligou a TV agora e está assistindo a um programa sensacionalista qualquer, achando graça da desgraça alheia ou ainda que esteja assistindo a um apresentador pseudo-caridoso com cara de bom moço de família, que “gentilmente” gosta de ajudar aos mais necessitados, mostrando cada gota de suas lágrimas ao vivo na TV, explorando o máximo da pobreza a troco de uma reforma, de um carro novo, de um copo de refrigerante sem gelo com 3 bolachas cream cracker, ou o que quer que seja, vc já poderia até ser considerado facilmente com uma das pessoas caricatas da Capitol. E que fique bem claro que isso não é um elogio…

Aliás, aqueles personagens da Capitol parecem todos terem saído diretamente de uma reunião de TCCs de Moda desse meu Brasil a fora, não? De uma edição all stars até, rs. Endinheirados super exagerados, exaltando o luxo e a riqueza em seus trajes nada convencionais e de pouquíssimo bom gosto também. Poderia ser mais bacana se eles fossem apenas pessoas livres, que gostassem de se arriscar mais, o que não é o caso dos personagens do filme (só no filme?), que querem mesmo é aparecer e transparecer riqueza.

E enquanto isso, do outro lado do muro, os habitantes dos 13 (agora apenas 12) distritos rebeldes, seguem lutando por um pedaço de pão velho (literalmente), as vezes sujo e molhado (glupt), sendo obrigados a viver com o mínimo, apenas por não aceitar as regras que lhes foram impostas por forças maiores. Alguma semelhança com a realidade? Viu como ser rebelde de verdade não é nada fácil? PÁ! (tapa na cara)

Bacana também é ter a mulher como a grande heroína do filme, tirando-a completamente daquele lugar comum da mulher frágil de antigamente e a colocando em um campo de batalha injusto, enfrentando de crianças até marmanjos barbados e cruéis, e isso de igual para igual, sem mimimi. E esse é outro dos motivos que fazem da personagem principal (Katniss) uma grande personagem, como eu disse no começo do post. A heroína que não conhece as regras do jogo e tem dificuldades em segui-las, que começa a conhecer e se rebelar contra a sujeira dos próprios jogos, que tem sentimentos, que se oferece para lutar no lugar da irmã mais nova, que tem piedade dos seus oponentes “mais fracos”. Realmente, é impossível não adorar a Katniss e torcer para ela,  mesmo que a personagem pouco fale no filme e passe boa parte dele tendo a sua força testada.

E o mesmo vale para o lado masculino da força do distrito 12, o adorável Peeta Mellark (Josh Hutcherson), que é puro carisma e consciente disso, abusa dessa sua característica para compensar a sua falta de força e habilidades para o jogo. Embora eles tentem por boa parte do filme pintar o personagem de forma dúbia, acaba ficando bem claro quais são as suas verdadeiras intenções dentro daquele jogo, que agora para a nossa sorte, tem regras mutáveis e com isso a esperança de um final feliz para ambos representantes do distrito passa a ser mais real, ou pelo menos mais completa, digamos assim.

Os coadjuvantes também são todos excelentes, valendo um destaque especial para o Stanley Tucci, que interpreta Caesar Flickerman, o apresentador do talk show onde os participantes tem a chance de se expor para a grande midia, tentando ganhar a sua atenção e nessa hora, ganha quem tiver mais carisma e souber como utilizá-lo a seu favor.

O clima futurista do filme também é bem bacana, porque apesar de ficar bem claro que vivemos numa outra época dentro do longa, o contraste entre a Capitol, que é a parte rica da trama e os outros distritos com menos grana, dão um contraste bacana entre essas duas formas de vidas tão distintas (algo como a vida no campo e na cidade grande) e de certa forma codependentes. Além disso, a moda também tem um certo destaque no filme, embora a sua intenção na história seja também a de fazer uma crítica, do quanto julgamos pela aparência e blah blah blah. Dei uma olhada na trilha e também achei no mínimo curiosa, com nomes como Arcade Fire, Kid Cudi e Taylor Swift (Zzz…nem tudo é perfeito) e a parte instrumental da mesma, também é bem boa.

Claro que como toda boa adaptação, os fãs mais pedantes da séries de livros da autora americana Suzanne Collins, acabaram reclamando sobre pontos que não foram tocados na versão cinematográfica, ou que foram modificados. Houveram inclusive críticas racistas envolvendo a escolha do casting do filme, algo que eu teria vergonha até de contar para vcs, só de pensar que hoje em dia ainda há quem pense dessa forma escrota. Mas analisando como um todo, o filme é bem completo, cumprindo muito bem a sua função entre a história e a sua execução, funcionando perfeitamente como um bom entretenimento.

Mas apesar de ser um filme bom, senti que a história me pareceu corrida um pouco até que demais para aqueles 144 minutos de sua duração. Achei por exemplo, que uma boa parte dele foi mal gasta naquela introdução antes do jogo, algo que poderia ter sido melhor apresentada, com mais informações sobre os personagens ou até mesmo sobre a mitologia da série de livros. Quem é quem, o porque de tudo aquilo, coisas desse tipo que no filme quase não aparecem e/ou quando aparecem, são apenas pequenas pinceladas de informação. Fora isso, aquela câmera meio trêmula também dessa primeira parte do filme (depois tudo bem, na hora do jogo pelo menos seria justificável), chegou a me incomodar bastante, principalmente quando as imagens apareciam fora do foco por alguns instantes. Cheguei até a ficar na dúvida se estava de óculos ou não, rs. Achei que se eles tentaram imprimir fundamento com esse tipo de detalhe, acabaram imprimindo mesmo foi amadorismo, além de prejudicar quem assiste ao filme nesse caso. (fiquei meio enjoado até)

Mas a história como eu disse é realmente muito boa, assim como o filme em si, que funciona muito bem como “Sci-Fi da nova geração”, além de ser um bom filme de aventura e romance, cumprindo todos os requisitos básicos para tal. Acho até que há uma boa e promissora possibilidade para que essa se torne uma saga digna de se prestar atenção daqui para frente. Nada do tipo que a gente precise urgentemente, enlouquecidamente, ou qualquer coisa do tipo. Mas vale a pena assistir sim “The Hunger Games” e reconhecer que dessa vez, as crianças tinham sim razão, rs.

Só pq eu não queria pensar muito…

Julho 24, 2010

Ando meio cansado  por esse dias, então…

Logo, cai nas graças das comédias românticas, que não são lá o meu gênero preferido de filme, mas as vezes até que funcionam neam?

1º, assisti The Back-Up Plan, tudo porque eu gostei do trailler que eu vi quando fui assistir Sex And The City 2, achei divertido. Mas ai tem a J-Lo no filme e o resto vc já sabe neam? Zzzz

Mas deu até para divertir, histórinha bem tola, o casal “apatralhando”, só não gostei de  umas cenas de escatologia barata usadas no filme.. mas digamos que valeu pela vista (IYNWIM)

Na sequência foi a vez de Leap Year, outra comédia romântica do tipo “dois estranhos que se encontram por algum motivo aleatório, de cara odeiam um ao outro, mas com o passar do tempo vão se apaixonando loucamente”. Típico neam? Zzzz

Esse vale literalmente pela paisagem, que tem a Irlanda como plano de fundo. Acho que eu nunca falei para vcs aqui, mas eu sempre quis conhecer a Irlanda, fatão. E tem o Mathew Goode no elenco, com sotaque, foufo mil.

Resumindo, gostei mais da história do segundo, porém prefiro o rítmo do primeiro. Deu para entender? rs

Mas como eu ainda ando cansado e querendo pensar menos no finde, funcionou neam?

Talvez eu assista mais dois seguindo essa mesma linha tola…(veremos!)

Ciao! (tears)

Fevereiro 1, 2010

Sensível e delicado. Pelo pôster bem já dah para perceber neam?

Tudo bem que o filme não é nenhuma novidade, porque foi lançado em 2008. Mas vale a pena mesmo assim e a temática, apesar de remeter a um esteriótipo, esta bem longe de ser óbvia (e eu não estou falando do esteriótipo caricata, fikdik).

Uma história de amor pouco provável e que começa a partir de uma morte em comum para os dois personagens. Jeff que tem uma longa relação meio assim com Mark, uma relação de longo tempo, até que Mark  vem a falecer (tears). Verificando os seus emails, Jeff percebe que Mark se correspondia com um designer italiano chamado Andrea, que esta de viagem marcada para os USA, para passar um tempo com o amigo, que até então ele ainda não sabe que esta morto. A partir disso Jeff começa a se corresponder com Andrea, para informa-lo do que aconteceu com Mark. E esse é um começo para a sensível relaçán dos dois.

 O clima do filme é triste, o tom é baixo, mas a delicadeza esta nos olhares e nos movimentos, com direção de Yen Tan. Delicado e sensível na medida certa e contando essa improvável história de amor. Se estiver afim de se emocionar, Ciao é uma ótima opção! (tears)

Golden Globe 2010 versão Purple Rain e os vencedores dos prêmios para TV

Janeiro 18, 2010

 

Ontém, em meio a uma chuva torrencial na Calif aconteceu o Golden Globe 2010. Pencas de celebridades no red carpet, algumas bem ricahs…outras nem tanto (mas isso será assunto para outro post)  e muita umbrella com o logo do patrocinador para proteger todo mundo da água que não parava de cair em El Lay. Mas ainda assim todo mundo compareceu na esperança de levar um prêmio para casa…vamos ver quem se saiu bem então? (vencedores em negrito)  

 

mas antes disso, a minha foto báfu de bastidores do Alexander Skarsgard, que me reconheceu de longe e veio elogiar o Guilt, se declarando leitor assíduo, alôka! Brinks hein? 

    

 

Melhor comédia  

Glee / 30 Rock / Entourage/ Modern Family / The Office  

Da lista, a única que eu não assisti nada ainda é a nova Modern Family, mas não achei tão injusto o prêmio para Glee, que cumpre muito bem o seu papel de comédia. Mesmo tendo apostado em The Office e 30 Rock  


  
Melhor série de drama  
 Mad Men/ Big Love / Dexter  / House  / True Blood  

 

Achei um pouco previsível ja que todo mundo estava falando dessa temporada de Mad Men (que eu ainda não assisti, então não possp falar muito), mas o nível da série é sempre muito bom mesmo. Minha aposta (na verdade foi mais vontade do que aposta) aqui foi para Dexter, fom forom fom fom.   

   

Melhor ator de comédia  

Alec Baldwin – 30 Rock / Steve Carell – The Office / David Duchovny – Californication / Thomas Janes – Hung / Matthew Morrison – Glee  

Mais uma prêmio previsível da noite e nem por isso menos merecedor, ainda mais com esses concorrentes. Mas eu queria mesmo é que o Steve Carell fosse o vencedor na categoria, fato.  

   

Melhor atriz de drama  

 Juliana Margulies, The Good Wife – Glenn Close, Damages / January Jones, Mad Men / Anna Paquin, True Blood / Kyra Sedgwick, The Closer  

Eu espero do fundo do meu coração que Patty Hewes Cruela Glenn Close não tenha engolido essa e desconte toda a sua ira em uma terceira e báfu temporada de Damages. Suck it Anna Paquin (será que ela tinha alguma esperança?). Suck it Kyra! Agora…Juliana Margulies? Seriously? Acho ela tão canastrona…eu continuo dizendo que a Patty merecia mais hein?   

   

Melhor ator de drama  

 Michael C. Hall – “Dexter” / Simon Baker, The Mentalist / Jon Hamm, Mad Men / Hugh Laurie, House / Bill Paxton, Big Love  

Dexter levou o merecido prêmio (talvez mais pelo conjunto da obra do que por essa temporada de Dexter em si, pq a primeira e a segunda foram bem superiores, inclusive ele) e antes tarde do que nunca, uma vez que ele já havia sido indicado 4 vzs ao Golden Globe (entre indicações por Dexter e Six Feet Under) e nunca havia levado nenhum prêmio para casa. E foi emocionante ver ele recebendo o prêmio, já abatido pelo tratamento do câncer porém digno! Stay Strong Michael C. Hall! Suck it Hugh! Suck it Simon (Hoy)! Suck it Jon (Höy)!   

   

Melhor atriz de comédia  

 Toni Collette – United States of Tara / Courtney Cox – Cougar Town / Edie Falco – Nurse Jackie / Tina Fey –  30 Rock / Lea Michele – Glee  

É claro que esse prêmio seria dela, i told you so! A única que poderia ameaçar Toni nesse caso seria  a sempre incrível Edie Falco, mas eu bem que achei que Nurse Jack não se encaixava direito nessa categoria. Suck it Tina Fey!  

   

Melhor atriz coadjuvante  

 Chloë Sevigny – Big Love / Jane Adams – Hung / Rose Byrne – Damages / Jane Lynch – Glee / Janet Mcteer – Into The Storm  

Eu acho a Chloë Sevigny bem digna, por isso não me irritei dela ter tirado o prêmio da Sue Sylvester, que para mim é uma das melhores atrizes no ar hj em dia, prontofalei!   


  
Melhor ator coadjuvante  
 
 John Lithgow – Dexter/ Michael Emerson – Lost / Neil Patrick Harris – How I Met Your Mother / William Hurt – Damages / Jeremy Piven – Entourage  
 
 

 Merecidíssimo prêmio para o Trinity, que com certeza será lembrado e odiado por muito tempo pelos fãs de Dexter. Michael Emerson sinceramente não fez por merecer esse ano, agora William Hurt tmbm foi muito bem em Damages hein?   

   

Minissérie ou filme feito para a TV  

Grey Gardens / George O’Keeffe /  Into the Storm / Little Dorrit / Taking Chance  

Nenhuma surpresa, quero ver seu eu assito ainda esta semana, prometi das outra vez mas ainda não assisti, fom forom fom fom  


  

Melhor atriz de filme feito para a TV  

Drew Barrymore  

Clap Clap Clap!  

   

Melhor ator de filme feito para a TV  

Kevin Bacon  

Kevin Bacon? O amor de Jack? Clap Clap Clap!  

   

Nada de muito surpreendente na lista não? Achei bem okayam os prêmios e não consegui enxergar nenhum grande injustiça na premiação de ontém a noite. Para quem quiser ver as minhas apostas furadas para a premiação, é só se jogar aqui óh:  

https://themodernguilt.wordpress.com/2009/12/16/as-series-indicadas-ao-golden-globe-2010/

 E  na lista abaixo, os vencedores das categorias de cinema, essa sim com várias injustiças…fom forom fom fom (vencedores em negrito) 

  
 
Melhor filme drama

 
“Avatar”  
“Guerra ao terror” 
“Bastardos inglórios” 
“Preciosa” 
“Amor sem escalas”
 
 

Melhor ator – drama

 
Jeff Bridges, “Crazy heart”  
George Clooney, “Amor sem escalas” 
Colin Firth, “A single man” 
Morgan Freeman, “Invictus” 
Tobey Maguire, “Entre irmãos”

Melhor ator – musical ou comédia

 
Matt Damon, “O desinformante” 
Daniel Day-Lewis, “Nine” 
Robert Downey Jr., “Sherlock Holmes”  
Joseph Gordon-Levitt, “500 dias com ela” 
Michael Stuhlbarg, “Um homem sério”
 
 

Melhor atriz – drama

 
Emily Blunt, “The young Victoria” 
Sandra Bullock, “The blind side”  
Helen Mirren, “The last station” 
Carey Mulligan, “Educação” 
Gabourey Sidibe, “Preciosa”
 

Melhor filme musical ou comédia

 
“500 dias com ela” 
“Se beber não case”  
“Simplesmente complicado” 
“Julie & Julia” 
“Nine”
 

Melhor direção

 
Kathryn Bigelow, “Guerra ao terror” 
James Cameron, “Avatar”  
Clint Eastwood, “Invictus” 
Jason Reitman, “Amor sem escalas” 
Quentin Tarantino, “Bastardos inglórios”

Melhor ator coadjuvante

 
Matt Damon, “Invictus” 
Woody Harrelson, “The messenger” 
Christopher Plummer, “The last station” 
Stanley Tucci, “Um olhar do paraíso” 
Christoph Waltz, “Bastardos inglórios”

Melhor filme estrangeiro

 
“Baaria” 
“Abraços partidos” 
“La nana” 
“Um profeta” 
“A fita branca”

Melhor roteiro

 
Neill Blomkamp, “Distrito 9” 
Mark Boal, “Guerra ao terror” 
Nancy Meyers, “Simplesmente complicado” 
Jason Reitman, “Amor sem escalas”  
Quentin Tarantino, “Bastardos inglórios”

Melhor atriz – musical ou comédia

 
Sandra Bullock, “A proposta” 
Marion Cotillard, “Nine” 
Julia Roberts, “Duplicidade” 
Meryl Streep, “Simplesmente complicado” 

Meryl Streep, “Julie & Julia”

 Melhor trilha sonora original

 
Michael Giacchino, “Up – Altas aventuras”  
Marvin Hamlisch, “O desinformante” 
James Horner, “Avatar” 
Abel Korzeniowski, “A single man” 
Karen O, Carter Burwell, “Onde vivem os monstros”
 

Melhor canção original

 
“Cinema italiano” (Maury Yeston), de “Nine” 
“I want to come home” (Paul McCartney), de “Everybody’s fine” 
“I will see you” (James Horner e Simon Franglen), de “Avatar” 
“The weary kind” (Ryan Bingham), de “Crazy heart”  
“Winter” (U2), de “Entre irmãos”
 
 

Melhor animação

 
“Tá chovendo hamburguer” 
“Coraline” 
“O fantástico sr. Raposo” 
“A princesa e o sapo” 
“Up – Altas aventuras”

Melhor atriz coadjuvante 
Penelope Cruz, “Nine” 
Vera Farmiga, “Amor sem escalas” 
Anna Kendrick, “Amor sem escalas” 
Mo’Nique, “Preciosa”  
Julianne Moore, “A single man”

ps: Essa sim uma lista muito mais injusta neam?


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