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Something old, something new, something borrowed, something… Glee!

Maio 18, 2013

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A Season 4 de Glee foi o maior suspense dessa temporada. Ninguém sabia exatamente o que esperar das mudanças que estavam por vir, com a série praticamente se dividindo em duas, com algo antigo (something old), representado pela antiga sala do glee club de sempre e algo realmente novo (something new) com a entrada de NY para a história trazendo o cenário perfeito para os alunos já formados da escola (ou pelo menos para alguns deles), cenário do qual na verdade a gente não sabia exatamente o que esperar sobre.

Apesar da novidade parecer preocupante, uncle Ryan conseguiu resolver muito bem todas essas questões logo de cara, conseguindo por boa parte dos primeiro episódios dessa nova temporada manter um nível interessante para ambas as histórias, tanto em NY quando no antigo McKinley High, encontrando um equilíbrio importante para essa nova fase da sua série. Uma nova fase que foi muito bem recebida e desenvolvida, da qual nós falamos mais no Guilt aqui. Dessa forma, não só continuamos animados com os plots todos dos alunos ainda em fase escolar, enfrentando todas aquelas etapas que nós já conhecemos bem das três temporadas anteriores da série, como nos mantemos interessados nos atrativos de todas as possibilidades que NY estava nos trazendo, tendo como principais personagens dessa parte da história a dupla Rachel & Kurt, que tiveram um encontro lindo na cidade e a partir disso passaram a viver bons momentos nesse lado até então desconhecido de Glee.

Isso dito por alguém que sempre achou a Rachel bem meio assim e chegou a torcer para que aquele trem que a levou para NY, tivesse encontrado um desvio e tivesse desembarcado na Suíça  onde a Fox talvez não tivesse interessada em investir por enquanto. Mas tudo bem, depois de The New Normal (R.I.P) entendemos que o Ryan Murphy é mesmo apaixonado pela Lea Michele e até passamos a aceitá-la um pouco mais. E sim, eu disse um pouco mais e não “melhor”. Isso com o detalhe que com sua entrada em NYADA, Rachel acabou encontrando com sua nemesis, a professora Cassandra, interpretada ferozmente pela atriz Kate Hudson, que nunca esteve tão boa, em todo e qualquer sentido, até mesmo nesse que você possa estar pensando (e há quem diga que Glee é uma série gay. Sei… rs). Sério, quero exatamente aquele tipo de alongamento, onde vende? (rs)

Cassandra que em nada facilitou a vida da Rachel na cidade grande, transformando o seu sonho em um grande pesadelo, com direito até a dividirem o mesmo namorado. Namorado esse (Brody) que quase desestabilizou a moça, deixando Rachel entre Brody e o Finn, que ressurgia do ócio das cinzas (ele que não sabia exatamente o que fazer na vida depois de descobrir que não servia para quase nada – fico sempre morrendo de pena do ator nesse tipo de situação – e acabar com um tiro no próprio pé dado por ele mesmo durante a sua curta passagem pelo exército) para tentar reconquistar o grande amor da sua vida. Nesse caso, acho o personagem dele (Finn) um tanto quanto novo demais para se ver preso a esse tipo de amor e ou relação ainda tão cedo, mas isso talvez a imaturidade de ambos até justifique. Em meio a tudo isso, Rachel continuou tendo que provar o seu valor nas aulas de dança (e é só o que ela faz em NYADA, além de convidar o boy magia para dividir o loft com ela e com o Kurt e brincar de casinha por um tempo), além de ter quase engravidado (Huh!), de um namorado que ela veio a descobrir depois, por intermédio da Santana (bem mais experiente na vida e ela que é um recurso que sempre funcionou muito bem dentro de qualquer cenário da série) que ele na verdade era um garoto de programa. Para finalizar essa nova fase da sua vida, Rachel ainda conseguiu um teste para “Funny Girl” e todos nós sabemos que ela faria qualquer coisa para um papel que já foi da Barbra antiga. Nessa hora, ganhamos uma nova performance de “Don’t Stop Belivin” super emotiva (apesar de saber que tocaria no episódio, eu jamais imaginei que seria dessa forma) e que chegava dias antes da confirmação de que Glee, para o nosso total alívio (e existia todo um mistério no ar, suspeitando-se inclusive de um possível cancelamento), teria sido renovada não apenas para mais uma temporada e sim para mais duas, já tendo como certo o seu futuro até a Season 6. YEI! Se Rachel passou ou não no tal teste nós ainda não sabemos, mas que esse foi um momento lindo para a mitologia da série, isso foi. (vale torcer para que ela tenha passado e que o musical seja vendido rapidamente para uma turnê mundial, só para ela ficar longe, hein?)

Kurt também acabou desembarcando em NY, empurrado pelo pai, que não suportava mais ver o filho naquela situação, preso a um passado que não o pertencia mais. Acabou se transformando em um assistente do site da Vogue, onde de quebra ele descolou a Sarah Jessica Parker fingindo não ser ela, como sua fada madrinha em NY. E quando ela disse que não tinha nada melhor do que ser solteiro em NY, duvido que vocês todos também não tenham chorado. (do meu rosto escorreu uma single tear no formato de Cosmo, rs) Ainda em NY, Kurt acabou descolando com a Whoopi Goldberg (já disse que a nova temporada contou também com a participação da Whoopi? Pois contou!) uma segunda chance de tentar entrar para NYADA (e que cenário lindo aquele da sala acústica, não?), onde ele acabou conseguindo realizar o seu sonho e apesar do seu personagem ter nos apresentado um pouco mais da tão falada NYADA (AMEI o boy magia inglesa dele. Höy!), ele acabou ficando sem destaque, ganhando muito mais atenção do lado do coração, onde sofria por ter sido traído pelo Blaine, que apesar de ter confessado o crime (em um cena linda também e ao piano, ao som de “Teenage Dream”),  estava fazendo de tudo para conseguir o seu perdão e na mesma permaneceu até o final da temporada. Tanto que no desespero, terminamos essa Season 4 com o Blaine pensando em pedir o Kurt em casamento, algo que seu sogro, Burt, fez questão de desencorar, lembrando um recém passado entre o Finn e a Rachel. Outro ponto importante do personagem dentro da série, foi a descoberta do câncer do seu pai, Burt, que apesar de ter nos emocionado e bastante nesse momento (porque sempre AMAMOS essa relação de pai e filho em Glee) no final das contas acabou sendo tratada de qualquer forma, sem a atenção devida e isso eu acho uma pena. De qualquer forma, ficamos felizes por Burt estar câncer free. (até achei que essa doença teria alguma cosia a ver com o envolvimento do ator com outra série recém anunciada para a temporada 2013/2014, mas parece que não ou eles resolveram mudar de ideia no meio do caminho)

Até agora falamos bastante do “something new” da série, mas e da velha e boa parte antiga de Glee?

Em Lima, as coisas continuaram bem iguais, exceto pela chegada da Unique (que nós torcemos para), Marley (ótima no começo, mas que descobrimos ser uma péssima compositora no final, rs), Jake (o 1/2 irmão do Puck), Kitty (blonde Santana) e do Ryder (que a essa altura nós já aceitamos como prêmio de TGP). Isso sem contar a disputa da vaga para se tornar a nova Rachel que acabou ficando por conta do Blaine, embora alguns meninos (Sam + Blake) tenham divado muito mais do que ele, além da sempre excelente Brittany. Tina Cohen-Chang coitada, continuou desejando um solo, se transformou em uma fag hag de primeira para o lado do Blaine e até usou de técnicas orientais para aplicar um “vaporape” no mesmo. Apesar de não ter conseguido o destaque que sempre desejou, acho importante que o Ryan Murphy tenha mantido esse ar de deboche em relação aos sonhos da personagem, que acabou deixando tudo muito mais divertido, além de ter ultrapassado as barreiras de uma possível piada interna.

E vamos combinar que esse ar de deboche ou cinismo encontrado a todo momento na série, sempre foi um dos maiores atrativos de Glee. Talvez até por isso mesmo que o musical para a TV sempre tenha dado tão certo (isso além do apelo mais pop e bem mais cômico), porque eles conseguem lidar com situações absurdas da melhor forma possível, rindo deles mesmos, inclusive de suas resoluções. Piadas rápidas incluídas no texto acelerado da série a todo momento fazem questão de cutucar seus próprios calos, como se estivessem brincando entre eles mesmos o tempo todo, dizendo “olha, eu vou fazer isso agora, mesmo sabendo que prometi uma outra coisa, mas não liga não que eu sou assim mesmo” e por incrível que pareça, isso sempre funcionou dentro da série, porque apesar de parecer que de vez em quando eles não se importam de brincar com a cara da audiência, parece também que eles não tem a menor vergonha de assumir e dizer uma coisa dessas na nossa cara.  E sabe o que é pior? Aceitamos e continuamos achando tudo ótimo, rs. Assim, Glee conseguiu fazer até agora e já tendo garantido mais duas temporadas, algo que Smash não conseguiu fazer nunca, nem em sua primeira temporada, já bem sofrida porém um pouco menos vergonhosa e nem em sua atual temporada, essa muito mais sofrida e vergonhosa do que qualquer outra coisa na TV atual. O que foi aquela cena com o “sonho” do Derek no bar? Mas desse musical morto falaremos depois, em seu velório que acontece logo mais…

Agora, além da Brittany que sempre foi excelente (e se a atriz não tivesse ficado grávida, não teria um futuro tão incerto dentro da série daqui para o seu futuro), quem mais se destacou durante essa temporada foi mesmo o Sam, que nunca havia ganhado muito destaque, mas que durante essa Season 4, em pequenos momentos e mesmo com pequenas chances, abraçou a série e nos conquistou de vez! Sério, apesar do Blaine e até mesmo do Ryder serem os meninos da vez (Ryder que teve ataques de fúria vergonhosos em pelo menos dois momentos da temporada que foram totalmente fora de propósito…), eu acho que o maior destaque do lado boy magia da força ficou mesmo por conta do Sam, que esteve absolutamente adorkable e não só nos momentos cômicos da série, mas até mesmo nos momentos mais sérios da mitologia da série, do qual falaremos daqui a pouco. Aquela sua conversa com o Blaine, com ele assumindo que sabia do interesse do amigo para o seu lado e achava aquilo tudo natural e que apesar de não ser a dele, ele também não se sentia ofendido e pelo contrário, se sentiria ofendido se o amigo gay não tivesse o menor interesse nele, foi uma das melhores coisas dessa quarta temporada da série e uma lição para meninos imaturos e inseguros com a sua sexualidade que não conseguem lidar muito bem quando se encontram em situações semelhantes.

Como “something borrowed”, Glee continuou emprestando inúmeras referências e fundamento, como Grease (que apesar do barulho, não foi tão bacana assim), Spice Girls, um episódio inteiro com plots excelentes de super-heróis e um episódio de Natal trazendo um B Side da vida do Artie que foi extremamente emocionante, além daquele outro episódio com as rixas mais famosas do mundo da música e um casamento que nos trouxe excelentes resoluções (e uma performance memorável da Emma) e uma primeira vez lésbica que foi sensacional e realizou as fantasias de muitos fãs da série. Sem contar o repertório da série, que continuou ótimo, apostando em coisas antigas e novas e emprestando até duas ou três músicas de Girls por exemplo, ou o uncle Ryan (e a Nikki) acharam que a gente não perceberia? #OCAPETAESTADEOLHO

A única coisa que eles não conseguiram resolver muito bem dentro da série até agora foi realmente a questão dos demais ex alunos do McKinley High, que aparecem de vez me quando como convidados especiais. Isso porque na maioria das vezes eles aparecem meio que sem propósito, com uma desculpinha esfarrapada qualquer e acabam funcionando apenas como extras para a história em si, que em nada depende do desemprenho de cada um deles, exceto o Finn e a Santana, que depois de algum tempo, até que conseguiram encontrar seus lugares nessa nova dinâmica. E algo que apesar da gente até achar bacana, mas que também não pode ser tornar uma desculpa recorrente dentro da série é mandá-los de malas prontas para NY, como aconteceu com a Santana e a gente não duvida nada que acabe acontecendo com mais alguns deles. (Artie já está de passagem comprada até. E só eu achei que a participação da Mamma Gemma de Sons Of Anarchy como sua mãe, poderia ter sido melhor e ou maior? Mas enfim, Glee provando que além de tudo é uma série badass! rs) O mesmo vale para a participação do Professor Schue, que se não fosse pelo plot do casamento, teria passado completamente batido.

Mas se até agora falamos de algo novo, algo velho e algo emprestado nessa nova fase da série, ainda nos resta falar de algo Glee, porque apesar de uma ou outra novidade dessa nova temporada e todo o seu fundamento antigo de sempre, ainda restava a série nos mostrar aquele que foi o seu ponto alto dessa Season 4, algo um tanto quanto inesperado e bastante ousado até (apesar das possibilidades da vida), que para a nossa sorte, além do susto, foi tratado da melhor forma possível.

E é claro que eu estou falando do episódio com o “tiroteio” (que na verdade não foi um tiroteio e sim um acidente), que foi o maior risco que a série já correu dentro da sua história até hoje e que tinha tudo para errado, mas muito errado mesmo (quando fiquei sabendo do plot, torci o nariz imediatamente, isso até me depara com o episódio), mas que com a abordagem perfeita para o tema e a sensibilidade que nós sabemos que não falta para o uncle Ryan, o plot dramático da vez, algo inimaginável para o cenário da série (embora a gente veja de vez em quando nos noticiários algo semelhante acontecendo por aí) acabou recebendo exatamente o tratamento que merecia.

Sem fazer muito alarde a respeito do plot da vez (as promos não denunciavam o que aconteceria e se não fossem os spoilers a gente não poderia sequer imaginar), a visão de Glee para esse tipo de drama infelizmente bastante recorrente nas escolas principalmente americanas, acabou escolhendo uma abordagem totalmente diferente, mostrando apenas a reação dramática de cada um dos personagens em pânico, presos naquele momento em sua maioria dentro do glee club, ao invés de centrar a história em uma massacre ou ter escolhido um olhar mais voltado para o responsável do caos que acabou tomando conta do colégio naquele momento.

Em cena, todos corresponderam muito bem a toda a carga dramática que o plot exigia, inclusive aqueles que a gente nem conseguiria imaginar vivendo momentos como esse, como a Brittany o Sam (mais um motivo para o Chord Overstreet se tornar o líder do grupo, hein?), que estiveram muito bem durante todo o desenvolvimento da questão (e no efeito pós traumático também). O único problema do episódio é que tudo acabou demorando demais para acontecer e a parte dele que não foi centrada no que estava por vir, pareceu ter sido desperdiçada, principalmente porque ela poderia ter sido gasta para dar mais força para os motivos de quem acabou sendo revelado mais tarde,  ser o responsável, mesmo que acidentalmente pelos tiros. No momento em que a Sue Sylvester assumiu a culpa pelos disparos, pela sua justificativa, acabou ficando claro que ela estava fazendo tudo aquilo para poupar alguém e como Sue é próxima de poucos e na verdade quase ninguém dentro do colégio, ficou fácil descobrir intuitivamente quem teria sido na verdade a grande responsável por tudo aquilo.

E sim, a culpa acabou ficando para a Becky (que ao lado da técnica e anteriormente na temporada, fez uma excelente performance de Nicki Minaj), que mais cedo no episódio acabou ganhando um momento super bacana, onde declarou toda a sua angustia de não conseguir enxergar o que seria da sua vida fora do colégio. Um dúvida honesta pela qual todo mundo passa, inclusive os já formados do McKinley High também enfrentaram no passado, só não acho que da forma que foi tratado no começo do episódio, aquilo seria motivo o suficiente para a atitude da Becky, que em um instante impensado e de puro desespero, acabou acidentalmente dando os tais disparos na sala da Sue, com ela inclusive presente. Nesse momento, ficava aquela dúvida em nossas cabeças se a Becky teria sido a melhor escolha como responsável por tudo aquilo, mas por outro lado, porque não? (a propósito, AMO ela toda megabitch chamando o Blaine de Gay Blaine, AMO!)Apesar da sua condição, Becky nunca foi tratada de forma diferente dentro da série e esse também sempre foi um dos pontos altos de Glee, então porque não considerá-la como uma personagem capaz de carregar o peso de um momento como esse? Mas é preciso justificar que dito isso, não estamos levando em consideração a condição dela e sim o fato da Becky ser uma personagem queridíssima, por quem sempre torcemos (e continuamos a torcer) e não gostaríamos de vê-la naquela situação e o mesmo vale para qualquer um dos demais que nós sempre gostamos dentro da série até hoje.

De qualquer forma, esse foi um episódio silencioso de Glee, extremamente dramático para uma série que nunca foi muito levada a sério. Eu diria até que esse foi o grande momento da série até hoje, onde com sutileza, eles conseguiram mostrar o seu valor, sempre precisar apelar para um estereotipo ou rótulos que alguns insistem em colocar na mesma. Assim, Glee conseguiu provar que se quiser, consegue ir além de competições com as músicas da vez em mashups com clássicos antigos que todos conseguem acompanhar ao pé da letra e consegue também retratar de forma digna, algo que jamais havia passado pela cabeça de quem assiste a série. Clap Clap Clap uncle Ryan! De verdade, Clap Clap Clap!

Tudo bem que os episódios da sequência não foram muito animadores, inclusive a season finale, que foi bem preguiçosa e eu mesmo cheguei até a questionar se talvez a gente não tivesse pelo menos mais um pela frente. Ao mesmo tempo, devemos levar em consideração tudo o que andou acontecendo em torno da série e na vida real de alguns de seus atores, como a ida repentina do Cory Monteith para a rehab (achei bem bacana o plot do Finn na faculdade) e até mesmo a gravidez da Heather Morris, que pegou todo mundo de surpresa e nos fez ganhar uma final de temporada antecipando a saída da Britany do colégio. (e se ela realmente sumisse, seria uma pena!)

Mas mesmo com tudo isso, Glee continuou sendo aquela série que a gente assiste sem a menor culpa, debochada, cínica e que consegue nos fazer rir e chorar ao mesmo tempo, com cenas bobas ou momentos dramáticos que a gente nem poderia sonhar em encontrar dentro desse cenário (eu pelo menos quase desabei com o vídeo do Artie e a sua parte no final do episodio com o tiroteio).  E a notícia da renovação da série por mais duas temporadas não poderia ter sido mais animadora (e surpreendente!), onde para ficar mais perfeito ainda, só falta mesmo o canal Oxygen confirmar que teremos sim pelo menos mais duas edições do melhor reality show EVER, o The Glee Project, que também merecia e muito continuar. Já podemos nos inscrever? Podemos?

gLee (♥)

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Só quem é bonita e ou quem importa na fila da promoção na Sephora no 2013 GLAAD Media Awards

Abril 22, 2013

Nesse finde aconteceu o 2013 GLAAD Media Awards e como esse ano todas resolveram aparecer nesse que é um dos prêmios mais importantes em apoio a comunidade gay, resolvemos mostrar somente as bonitas da noite. Preparados?

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Charlize Theron esta numa ótima fase, não?

Mãe, talentosa e linda, Charlize tem a altura dos sonhos para encarar perfeitamente um jumpsuit. Höy!

E você percebe que tem um nível avançado de magia quando até mesmo com os cabelos naquela difícil fase do curto bem curto até o apenas curto e depois piorando muito até chegar no médio (prepare-se Charlize) e mesmo assim continua maravileeeandra.

Sem contar o quanto o make é importante e pode se tornar facilmente o seu maior acessório, não? (e nesse caso o bocão foi o seu maior acessório)

Maravileeeandra!

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Charlize que não é boba nem nada e sempre foi muito bem relacionada, não?

Agora me fala de zero à “Romeo + Juliet” contemporâneo, o quanto nós amamos o Leo DiCaprio?

#ALOT e da sua geração, ele é o próximo por quem torcemos para ganhar um Oscar.

Quem sabe com “The Great Gatsby”?

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A gente poderia falar que encontrar a Charlize Theron ao lado da Elle Fanning (que estava de debutante, não?) é tipo uma covardia covarde versão blonde. #HELLYEAH

Não parecem da mesma família?

Sim, eu acho que ela podem interpretar irmãs. De nada, Charlize. (rs)

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O mesmo que dissemos para o Leo vale para a Kirsten Dunst. De zero à “As Virgens Suicidas”, o quanto nós gostamos da Kirsten?

#ALOT, ainda mais quando ela me aparece toda recortada em renda e pelo menos outros dois acabamentos, com esse cabelo fundamento antigo que nós amamos e vamos correr para copiar só para encarar o Metrô das 18h00 horas com mais dignidade.

Höy!

jennifer-lawrence-new-short-hair-at-glaad-media-awards-201303J-Law pode até ter ganhado um Oscar, estar em chamas no novo trailer de “The Hunger Games: Catching Fire” (sério que eu tive coragem de fazer essa piada? Desde já, minhas mais sinceras desculpas a todos vocês, queridos leitores) e ter vencido na vida, mas até agora, ela ainda não conseguiu acertar muito em suas últimas escolhas para red carpet, não?

E esse vestido é mais uma prova dessa teoria, ele que não ajudou em nada o corpão que a gente bem sabe que tem a Jennifer Lawrence (visto que ela encarou um maiô branco como poucas em “Silver Lining Palybook”), ainda mais com esse decote meio assim e essa saia com volume onde normalmente ninguém gostaria que existisse algum volume. Fuén.

#NAOTABOMNAO

drew-barrymore-glaad-media-awards-2013Outra que não foi muito feliz na sua escolha foi a Drew Barrymore, que ainda assim, conseguiu sustentar esse modelo que foi o erro da estampa à modelagem.

#NAOTABOMNAO

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Outra que está em uma ótima fase é a Naya Rivera, não?

Primeiro, AMAMOS quando ela foi parar em NY em Glee e ja chegou colocando a Rachel e seu namorado de plástico no lugar, além de roubar o travesseiro do Kurt, claro, rs.

E segundo que com esse corpo, Naya realmente anda podendo fazer qualquer coisa, porque ela tá magrona, tá gatona e tá gostosa.

Höy!

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Quem consegue olhar para o Matt Bomer e não pensar em um Príncipe Disney?

Höy! (♥)

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Apesar do terno pavoroso, bem achei esse Scott, irmão do Chris Evans, um forte candidato a cobrir a cota de magia dessa família, hein?

Porque está ficando pesado para o Capitão America… (se bem que um shirtless sempre ajuda a nos lembrar o porque daquela respirada profunda e com mais vontade quando ele aparece nessas condições…)

Mesmo assim, por manter uma relação tão bacana com o irmão que é assumidamente gay, achamos que tanto o Chris quanto o Scott merecem a nossa saudação da magia à sedução: Höy!

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Para encerrar, preciso dizer que todo prêmio deveria ter a dobradinha Betty White e Cloris Leachman, que se somadas suas idades, não chega a dar 25 anos, de tão jovens que ambas parecem ser. Sério. (e de nada também, meninas! rs)

 

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Sexuality

Julho 2, 2012

Talvez essa tenha sido a semana mais honesta em The Glee Projetct em sua Season 2. Com o tema “Sexuality” (2×04), todos eles tiveram que rebolar em frente a convidada da semana, Naya Rivera (que estava maravileeeandra), para continuar garantindo o seu espaço dentro do programa.

Alguns conseguiram facilmente, como Aylin e Lily, que sempre acabam perdendo o limite da sensualidade e beiram a vulgaridade com suas caras e bocas exageradas e muita, mas muita língua de fora (rs), o que indica que elas frequentaram direitinho a escola Lea Michelle do lip sync com direito a muitas voltas de língua em todo close (as vezes acho que a Lea Michelle tenta tocar o nariz com a própria língua, o que no caso dela pode até ser bem fácil, com um alvo daquele, rs). Outros tiveram que sair totalmente da sua zona de conforto, como foi o caso da Nellie, que acabou surpreendendo nesse campo, ainda mais depois de assumir que nunca viu um wee wee (quem diria? #TODASDIRIAM) e o Abraham, que depois que entrou no armário e perdeu o vermelho do seu cabelo, voltou como a macha da turma, toda contida e comportada, rs.

E nesse episódio, algo que eu venho insistindo faz tempo sobre a personalidade de um dos jurados, acabou se revelando: Nikki é mesmo uma megabitch! (e grávida ainda, ninguém segura!)

Primeiro que ela acabou com o pobre do Michael durante a gravação no estúdio, pedindo inclusive para o garoto se retirar, o que eu achei totalmente desnecessário, ainda mais pensando que eles estavam gravando 3 ou 4 frases de uma música e mesmo que levasse algum tempo para ele acertar, certamente não seria uma questão de horas. E não foi ela que disse que ali era um acampamento? Que todos eles estavam no programa para aprender? Ou seja, isso automaticamente não significa que a sua função ali além de julgar é orientar aquelas pessoas, pelo menos? Hmm mmm… E para ela e toda a sua erupção de hormônios da gravidez eu credito o que acabou acontecendo novamente com o Michael durante a apresentação entre os 3 piores da noite, ele que novamente voltou a ter um momento de dificuldade e branco total.

Também achei que ela pegou pesado com o Charlie. Tudo bem que o seu comportamento foi totalmente inadequado, mas foi muito pior em todos os sentidos, durante a gravação do vídeo com ele querendo fazer o trabalho de todo mundo, do que aquele beijinho tolo que ele mandou para a Aylin durante a gravação no estúdio e que Nikki achou super antiprofissional, por isso acho que ela exagerou no seu nível de megabitchness nesse momento. Estamos de olho Nikki, estamos de olho!

E na hora da decisão entre os três piores da semana, Charlie + Michael + Tyler, Michael acabou tendo a sorte de ser salvo pelo Zach (AMO o Zach, AMO!), que com a sua risada deliciosa e assumindo ser Team Michael com orgulho (ele e todos nós), não deixou o participante desistir de cantar no momento em que ele esqueceu a letra, gritando desesperadamente para que ele não abandonasse o palco ou se fechasse completamente, aceitando a derrota. Achei super foufo e só eu percebi um olhar do Michael que só pode significar, quando só ficaram os 3 piores antes da apresentação final? Hein? Aliás, acho o Zach realmente um foufo e adoro vê-lo triste quando o uncle Ryan dá a sua carteirada final.

Mas nesse caso, algo que também vinha de destacando desde o começo dessa nova temporada, acabou se tornando inevitável, que foi a saída MERECIDÍSSIMA do Tyler, o eliminado da semana que apesar de ter uma história super bacana e interessante de se ver na TV, nem de longe estava no nível dos demais participantes. E olha que esse nível nem é tão alto assim, hein?

Por mais que todas as outras duas apresentações dessa semana também não tenham sido geniais (apesar de ter AMADO a apresentação para a Naya e também ter gostado do vídeo da semana), de longe, Tyler sempre foi o mais fraco do grupo e a sua desculpa de ainda estar se adaptando ao novo corpo já não colava mais. Com a sua saída, acho até que a competição tenha ficado bem mais justa para quem ficou.

Ou seja, uma semana que não ficamos com o coração apertado ao final do episódio ao som de “Keep Holdin On”. (que eu AMO cantar dramaticamente junto com todos eles)

E isso foi o que vcs perderam em T-h-e-G-l-e-e-P-r-o-j-e-c-t (da semana passada, na verdade. Pergunta: porque é que está demorando tanto assim para sair os eps por aqui, hein? Humpf!)

ps: todo amor para o Zach por esse episódio, onde aquele abraço que ele deu nele mesmo quando o Michael quase parou de cantar, foi exatamente o que todos nós gostariámos de fazer com ele (Zach) naquele exato momento! Me coreografa Zach? 

 

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A temporada com cara de despedida de Glee

Maio 29, 2012

Não adianta, toda série de sucesso que começa no High School acaba um dia tendo que enfrentar o momento inevitável da despedida da vida de colegial. Um momento que certamente não é fácil para ninguém devido a tantas incertezas do que ainda estaria por vir pela frente, mas que ainda assim não adianta nem tentar fugir e chega uma hora em que temos que encarar de uma vez por todas que chegou o momento de crescer e seguir em frente.

E com Glee não foi diferente e finalmente chegamos a esse momento que nunca é fácil, ainda mais quando temos que nos despedir de algo que nos apegamos tanto. E quando eu digo isso, muito mais do que os personagens em si, eu me refiro ao formato da série, que talvez não seja mais o mesmo daqui para frente, com parte do seu elenco seguindo suas vidas fora da escola e aos que sobraram, resta apenas mais um ano pela frente para alcançar o mesmo ponto em comum, abandonando de vez o colégio que sempre foi o cenário principal para o desenvolvimento dessa história. Por enquanto é tudo uma grande incerteza e ainda não sabemos o que irá acontecer durante a Season 4 de logo mais, mas que Glee fez a sua lição de casa direitinho e conseguiu nos emocionar na medida certa ao final de sua Season 3, isso acho que ninguém pode negar.

Logo de cara, eu já vou logo afirmando que eu ADORO Glee, e isso desde o começo, apesar de muitas vezes ter sido criticado até mesmo aqui no Guilt por admitir isso em público, rs. Tudo bem que esse sentimento não me deixa cego a ponto de não reconhecer que a série sempre teve algumas falhas notáveis em diversos aspectos, mas nada forte o suficiente que me fizesse desisitir de assistí-la. Vejo Glee como uma série que “sofre bullying” simplesmente por falar sobre o bullying tão abertamente (usando uma linguagem recheada de cretinices que bem poderia ser encarado como bullying), reunindo um time de underdogs não muito comum na TV. Em diversas outras séries sempre tivemos um “loser” aqui ou ali para cumprir a cota (rs), mas uma reunião com os tipos mais variados de pessoas que encaram algum tipo de dificuldade apenas pelo fato de serem diferentes por um motivo qualquer e isso me parece que não vimos antes, pelo menos não nessa mesma proporção.

Tudo bem que eu sempre me identifiquei com aquelas pessoas e talvez por isso a minha relação com a série sempre tenha sido tão próxima. Eu fui um daqueles adolescentes que não tinham paz no colégio, que não podia simplesmente andar pelos corredores sem ser perseguido apenas pelo fato de não combinar muito bem com a multidão. Uma pena não ter existido na minha escola um clube tão bacana, onde eu pudesse buscar refúgio… humpf! Mas posso dizer que eu me virei mesmo assim e hoje estou aqui, cantando e dançando ao som de  “I’m Still Standing” rs. Não que eu ache que vc tem que ser/ter sido um underdog para entender a série (que nem é tão complicada assim), mas certamente esse tipo de identificação imediata para alguns pode influenciar completamente a sua relação com Glee. Talvez por isso mesmo, aqueles que sempre se deram tão bem no High School, se sintam extremamente incomodados com o sucesso de uma série que coloca justamento o oposto em foco (não que todos que não gostam da série façam parte desse grupo ou que a série não tenha nenhum demérito). Pois bem, os tempos mudaram e chegou a hora de enxergar o “imperfeito”. Suck it!

E até por isso eu acho que a série vem sendo injustiçada ao longo dos anos. Tudo bem que Glee não é a série mais genial de todos os tempos, tudo bem também que poucas vezes eles conseguiram manter uma sequência de bons episódios e as indicações todas da série por sua decepcionante Season 2 não nos pareceram serem merecidas, mas eu realmente acho que a crítica vem levando Glee a sério demais, coisa que nem eles mesmo fazem, desde sempre. E esse tipo de humor capaz de rir das próprias falhas, dos próprios defeitos, eu só consigo enxergar como uma das maiores qualidades da série. (além da maioria das músicas que eles tocam a cada episódio, que eu acompanho performaticamente aqui em casa, claro! rs)

A Season 1 contava com o fator da novidade, uma série musical meio nerd, super bem humorada e com uma certa carga dramática até que importante para a sua proposta de dramédia e que  ainda nos apresentava aqueles personagens todos como adoráveis “perdedores”. Depois tivemos a Season 2, essa bem mais fraca, onde eles enfrentaram o dilema da segunda temporada e quase caíram no ponto comum das séries que perderam a mão em sua segunda chance de fazer bem feito. Já nessa Season 3, além do agravante dela talvez ser uma possível despedida para parte daqueles personagens, a essa altura já tão queridos de todos nós e até mesmo uma despedida de sua estrutura como conhecemos, a temporada ainda contava com um fator novo que chegou como um bônus, com a inclusão dos novos personagens saídos diretamente de The Glee Project, o reality que é um derivado de Glee e que nos fez passar todo o verão (deles) torcendo por boa parte de seus candidatos. Best reality EVA!

Sem contar que além de todos esses fatores a favor dessa terceira temporada, eles ainda estavam nos devendo uma recompensa em formato de vitória, onde não era possível acreditar que aquele clube encerraria a sua história amargando mais uma derrota. Queríamos ver todos eles no posto mais alto, finalmente saindo como vencedores pelo menos por uma vez, deixando aquela esperança de que tudo vai dar certo (apesar de não ter sido isso exatamente o que recebemos como resolução…) e isso ainda estava faltando.

Além desses detalhes todos, de tudo acabou acontecendo durante essa temporada, onde tivemos uma série de momentos mais do que importantes para a hisória. Tivemos a quebra dentro do próprio grupo, onde as meninas que se sentiam menos valorizadas ao longo desse anos acabaram formando um segundo clube, provocando uma ruptura na amizade dentro do próprio Glee Club. Depois tivemos o episódio da primeira vez de alguns deles, onde para a nossa surpresa, ganhamos um momento super foufo, dos mais bem cuidados da série até agora. Um episódio que acabou gerando todo um mimimi na sociedade careta americana, algo totalmente desnecessário, ainda mais para a forma até delicada com o assunto foi tratado dentro da série.

Nesse meio tempo a Santana ainda saiu do armário e assumiu o seu amor pela Britany, em outro momento super importante para a série, que acabou nos mostrando que nem sempre a nossa família está preparada para esse momento e nesse caso a decepção da personagem ficou por conta da sua abuela. Aos poucos também tivemos a entrada do elenco de The Glee Project, onde não tinha como não ficar mais animado a medida em que cada um daqueles quatro rostinhos vencedores acabaram entrando na série para receber seus respectivos prêmios.

Lindsay foi a primeira e chegou logo chutando a porta, deixando Kurt e Rachel completamente inseguros, mostrando com um talento invejável de onde vinha toda aquela força de megabitch que ela carregou durante todo o reality (o que também não justifica a sua postura para a vida…). Depois tivemos o Damian, aquele por quem a gente mais torceu durante todo o TGP. Tudo bem que nesse caso, o seu Rory acabou ficando meio apagadinho, sem muito destaque ou força, o que de certa forma me deixou bem surpreso, já que ele era declaradamente o meu preferido e foi o “grande vencedor” do reality. Mais tarde foi a vez do Samuel, que também chegou bem devagar mas que aos poucos, mesmo que apenas ao fundo, acabou conseguindo demonstrar um pouco mais da sua força diante das câmeras, muito mais do que o próprio Damian (sorry). Ele que ficou com a vaga do plot cristão que todo mundo sabe que seria o papel do Cameron, caso ele não tivesse desistido do reality (stupid!). Mas ainda vejo um futuro para o Samuel dentro da história…

Mas a surpresa maior ainda estaria por vir com a chegada do Alex, ou melhor, com a chegada dela: UNIQUE! Sério, eu torci tanto para esse moleque perder a competição fora da série, que eu nem me importava muito com a sua entrada. Até que ele me apareceu em uma mistura de Andre Leon Talley + Beyoncé + Dr Bailey (Grey’s) e roubou de vez o meu coração com o seu combo vestido de franja + peruca + salto alto. O que foram todas as suas performances? Clap Clap Clap! E com Unique eu acredito que o Ryan Murphy tenha criado um monstro, onde um arco de três episódios conforme prometido na final de TGP, jamais que seria o suficiente para a grandeza do personagem que ele acabou criando (com uma certa ajudinha do próximo Alex). Unique já prometeu até que talvez mude de escola e eu mal posso esperar para vê-la chegando com força no McKinley High na próxima temporada. Aliás, suspeito que os outros devam permanecer no elenco também… minhas dúvidas ficam por conta apenas do Damian e da Lindsay, ela que sumiu para nunca mais, neam?

O bacana foi que conforme prometido no próprio reality, o Ryan Murphy conseguiu entregar direitinho todos os plots que ele já havia imaginado como personagens para a série para os candidatos de TGP. Teve a Lindsay como uma clara ameaça para a Rachel, teve o plot cristão com o Samuel, teve também o estrangeiro que ninguém entende muito bem com o Damain e por último, o filho da mistura Kurt + Mercedes com a entrada do Alex. Tudo exatamente como o prometido.

E até da Sugar, personagem que me apareceu do nada e permaneceu na série sem muita função, eu acabei adorando e hoje já acho ótimo quando ela aparece sempre em um figurino mega elaborado no meio dos ensaios. Aliás, o seu plot no episódio de Valentine’s Day também foi bem bom e assim até ela ganhou a sua chance durante essa Season 3.

Ainda nessa temporada, tivemos outros momentos ótimos, como a Sue Sylvester ganhando a sua nova inimiga a altura, Roz, uma treinadora de polo aquático que conseguia manter o mesmo ritmo dos insultos já tão característicos da treinadora das Cheerios. Com a sua entrada, acabamos ganhando um novo cenário, a piscina do colégio, onde acabamos ganhando também um ótimo momento com aquele pedido de casamento do professor Schue e a sua Emma, a rainha dos panfletos (AMO as piadas escondidas nos panfletos da sala dela, AMO!).  E além da Sue, o próprio Glee Clube acabou conhecendo um novo vilão vindo diretamente da antiga escola do Blane + Kurt, ele que inclusive chegava para mexer um pouco na relação morna do casal.

E as participações especiais hein? Ricky Martin hipnotizando geral com o seu quadril frenéticos, LiLo e Perez Hilton (beija culega!) figurando no juri das Nationals e ninguém menos do que a Whoopi Goldberg, que me apareceu para julgar o talento do Kurt e da Rachel, na tão sonhada vaga que ambos disputavam para entrar na NYADA e quem sabe assim acabar ganhando a vaga na Broadway que eles vinham se preparando praticamente a vida toda. Mas nada justifica ela não ter cantado… só eu fiquei esperando um aquecimento ao som de “La la la la la la la la la”? Agora, quem realmente roubou a cena foi o Matt Boomer vivendo o irmão magia do Blane, que teve um dos plots mais divertidos da temporada com suas impagáveis aulas de interpretação. Outros convidados especiais da temporada foram os pais da Rachel, interpretados pelos atores  Jeff Goldblum e Brian Stokes, que apareceram pela primeira vez na série.

E no meio de tantas participações, também tivemos o episódio especialíssimo de Natal, que foi ótimo e ainda contou com a participação de ninguém menso do que o Chewbacca em pessoa. Howcoolisthat? Já para a próxima temporada, nomes como os de Sarah Jessica Parker e Kate Hudson já foram confirmados como as primeiras participações especiais. Animados?

Como retornos, ainda contamos com a participação de Jesse St. James, que voltava para ameaçar o New Directions com o seu ameaçador Vocal Adrenaline. Mas nada comparado com a volta do Karovski em um dos episódios mais corajosos da série, onde Glee mais uma vez nos surpreendeu durante essa temporada, conseguindo tratar muito bem um assunto tão sério quanto uma tentativa de suicídio. No meio disso tudo ainda tivemos tributos a Whitney e Michael, além de um episódio todo no fundamento Disco. Cool!

Agora, lá pela metade da temporada, ao som de “We Are Young” eles nos lembravam que apesar de tudo estar lindo e maravilhoso até então, o momento da despedida se aproximava e a partir disso, essa segunda metade da temporada e principalmente a sequência de episódios finais acabaram ganhando ainda mais força, trazendo uma carga emocional muito especial para a finalização dessa Season 3. E além disso, eles ainda serviram para quebrar uma maldição dentro do histórico de Glee, onde nunca antes havia acontecido uma sequência de tantos bons episódios assim de uma só vez.

Primeiro tivemos a formatura com o tema mais legal da face da terra: Dinossauros! Que como sempre, reuniu uma série de dramas e mimimis (que  por outro lado, contou também com o plot sensacional do drama do cabelo do Blaine. Euri), mas que ainda nos guardava um momento de pura foufurice para a nossa queridíssima Becky, que fica ainda mais imbatível com a sua voz de Rainha da Inglaterra  (AMO esse plot, AMO), ela que conseguiu realizar o seu sonho de ser a rainha do baile, em uma versão muito mais legal do que a “rainha do baile” de verdade. Aliás, preciso dizer que eu gosto muito da forma como a sua personagem é tratada dentro de Glee e acho importante que isso seja mostrado na TV. Mas devo confessar que apesar da minha enorme implicância de anos com a Rachel, ela estava maravileeeandra naquele vestido do baile (ZzzZz). Mas não acho que aquele momento dela finalmente ter sido coroada como rainha do baile tenha surtido o efeito que eles esperavam, porque apesar de também ser meio “loser”, Rachel sempre foi uma chata sem tamanho e essa sua característica sempre chamou mais atenção do que qualquer outra coisa.

Com parte da resolução dessa trilogia da série até agora, continuamos com a jornada do Glee Club para as Nationals, onde todo mundo já estava esperando um final feliz para aquela turma de underdogs, onde o elemento surpresa já não mais se fazia necessário. E assim finalmente tivemos essa vitória que eles estavam nos devendo (embora o setlist deles não tenha me agradado muito), apesar da concorrente Unique ter feito uma apresentação SENSACIONAL! Mas vamos reconhecer que em termos de movimentação no palco, coreô e fundamento, o nosso New Directions conseguiu mostrar que eles evoluíram muito no conjunto todo, fazendo por merecer o maior troféu da noite. Era visível no suor do Finn por exemplo, que todos eles naquele momento estavam dispostos a se dar ao máximo.

E mesmo com a sensação de já estar esperando pelo final feliz que só poderia acontecer naquela hora depois de toda essa trajetória, confesso que esse detalhe nem acabou prejudicando no quesito “surpresa” da história. Mas mesmo assim, eu acabei me emocionando muito mais mesmo com a recepção do Glee Club no colégio, onde todos eles chegaram timidamente, meio que com medo da reação dos colegas que os aguardavam em fila no corredor, mas que para a nossa surpresa, ao invés das já tradicionais slushies de sempre, eles carregavam uma chuva de papel picado para os agora vencedores da turma. Sério,#TEMCOMONAOAMAR? (chorei um monte nessa cena, confesso…)

Depois tivemos o momento tão esperado da Tina, que tudo que ela queria era algum destaque na série, algo que a essa altura já estava mais do que na hora de acontecer. Com isso ganhamos outro momento muito especial para a série, com a troca de identidades dos personagens, o que acabou nos levando para mais um dos momentos impagáveis da temporada com a Tina enxergando o mundo pelos olhos da Rachel e recebendo a notícia de que a sua vez ainda vai chegar. Acho até que esse momento com poderia ter durado mais hein? Um momento que chegou a ser especial até mesmo para a sua personagem, onde a Tina além de ter finalmente ganhado uma música (que era o seu sonho), ela ainda ganhou piadas ótimas em relação ao fato dela sempre ter sido a ignorada da turma por esses três anos.

Apesar de tudo isso ter me deixado bastante animado em relação a essa Season 3 de Glee, eu tenho que dizer que dois plots me incomodaram durante essa temporada. O primeiro com a história toda do mimimi do casamento adolescente entre o Finn e a Rachel, que além de absurdo para a idade dos dois (mas pensando bem e voltando a memória do meu próprio High School, sempre tem um neam?) que pra mim não funcionou nada bem, apesar de ter tido um desfecho até que “meio bacana”, digamos assim por enquanto. E o segundo plot que eu achei desnecessário foi a história toda da Quinn na cadeira de rodas (ZzzZz), que ao lado do Artie até que funcionou bem (e o que não funciona ao lado do Artie? ♥) mas eu também achei que acabou fincando um pouco demais quando ela fez todo aquele mimimi no dia da formatura, trazendo de volta parte da sua alma adormecida de megabitch. Mas talvez essa tenha sido a minha sensação porque na verdade eu nunca me importei com a dupla Faberry e não sinto a menor culpa em dizer isso. (sinto sono, serve?)

Até que chegamos ao episódio final da temporada, um momento mais do que especial para a série e que eles conseguiram realizar muito bem, tirando algumas decepções e tropeços no meio do caminho, mas que não chegaram a atrapalhar a emoção daquele momento tão importante.

Um episódio excelente, que consegui medir as emoções direitinho, colocando tudo no seu devido lugar para todos aqueles que diriam “adeus” a série, seja ele temporário ou não. Achei ótimo que essa despedida tenha sido vista a partir do ponto de vista de cada um dos personagens que estavam fazendo parte daquele momento, recheado de memórias dos primórdios da série, inclusive com o momento de confissão do professor Schue, que com sua alma de Ursinho Carinhoso, tinha que revelar para o Fynn que ele é quem tinha colocado dorgas no armário do aluno no passado, apenas para garantir um líder influenciável para o seu grupo. Finn que inclusive ficou sem um plot bom o suficiente para que a gente se importasse com ele nessa reta final, mas que ainda acabou ganhando um despedida linda vinda diretamente de uma das músicas dos remanescentes do Glee Club (só eu percebo a cara de inveja da Lea Michelle em momentos como esse? Seria isso apenas a minha implicância falando mais alto?). E como não se emocionar com o Kurt percebendo que a sua presença naquela escola, acabou abrindo portas e encorajando outras pessoas dentro daquele cenário um dia tão hostil? (♥)

Aliás, nada me emocionou mais do que a “despedida” do Kurt durante o episódio final da temporada, principalmente com a participação mais do que especial do seu pai Burt Hummel, encarando com muita coragem a coregografia de “Single Ladies”, um dos momentos clássicos do personagem do seu filho dentro dessa história. Sério, nessa hora parecia que eu estava vendo o meu próprio pai naquele momento (ele que nunca chegou a fazer nada parecido comigo, mas que sempre esteve por perto quando eu me arriscava em ser quem eu sou até hoje, sempre com uma cara de bobo que apesar de tudo, morria de orgulho da minha personalidade, sabe? Awnnn!), uma cena impossível de não se misturar o choro com uma gargalhada incontrolável. Aliás, acho que vale a pena dizer o quanto essa relação entre esse pai e esse filho foi importante para a série, onde apesar das gritantes diferenças, nenhuma outra relação familiar em Glee conseguiu nos emocionar daquela forma. Nesse caso, acho que fica uma boa lição para pais que passam pela mesma situação e que obviamente se sentem meio perdidos com o fundamento dos próprios filhos.

Acho até que o Kurt teve um importante papel dentro da série, representando muito bem uma camada da sociedade que sempre acaba sofrendo demais com o preconceito, inclusive dentro do seu prório “clã”. Gosto muito também da dignidade que foi emprestada ao personagem, onde apesar da pouca idade e de toda afetação deliciosa, ele sempre manteve uma postura mais “contida” em relação ao que se espera do estereotipo do comportamento de um personagem “gay”, por exemplo. Juro que se a sua trajetória dentro da série estivesse realmente acabado por aqui, eu estaria bastante satisfeito com o seu personagem, em todos os sentidos. Embora ficasse desolado com o encerramento das danças de ombrinho, que eu tenho quase certeza que eles copiaram de mim, rs. (quemnunca?)

Mas é claro que eu também me revoltei quando ele não conseguiu garantir a sua vaga na Broadway. Como assim Ryan Murphy? Logo o Kurt? Fiquei extremente decepcionado com o resultado da sua carta, ainda mais depois daquela performance super corajosa (e muito melhor do que a Celine Dion da Rachel, diga-se de passagem) usando uma calça apertadíssima e dourada na frente da Whoopi (visivelmente animado, rs), ela que estava a cara da sua personagem em “Ghost”, rs e ao som de “Not The Boy Next Door” (que eu ando cantando no chuveiro desde então). Mas ai eu lembrei da minha própria despedida do High School, onde o meu final feliz também não aconteceu tão imediatamente assim que eu sai do colégio (alguns plots inclusive não se revolveram até hoje, mesmo já estando até pós-graduado, humpf!) Logo, eu só posso dizer para o Kurt que tudo bem, it does get better! (a way better. Höy!)

Apesar de ser triste ver alguém por quem a gente torce não conseguir exatamente o que a gente gostaria, da forma como foi mostrada na série eu até achei que eles conseguiram uma saída “inteligente” para manter parte do elenco original por perto, apesar de não fazer muita ideia de como a próxima temporada irá funcionar e isso ser apenas uma especulação da minha parte. Nessa turma temos Kurt, Finn, que também não conseguiu exatamente o que ele gostaria e ganhou o plot preguiça do exército, trazendo de volta uma história que a gente pouco se importava e até não lembrava mais (eu nem lembrava…). Assim como a Santana, que encerrou a sua história de forma incerta ganhando uma bolada ao lado da sua mãe, Gloria Estefan, rs.

Do outro lado, alguns outros personagens parecem ter ganhado a sua verdadeira despedida da série e nesse time temos Puck, Mike Chang, Mercedes e a Quinn. Esses eu acredito nem ter mais o porque de voltar na próxima temporada, a não ser para uma participação especial esporádica em algum momento bem específico. Lembram dos rumores de quem sairia de Glee no futuro? Desconfio que essa seja a hora certa para que eles acabem se confirmando…

Mesmo não garantindo o final feliz que a gente esperava para alguns desses personagens e isso ter deixado um gostinho de decepção no ar durante o episódio, essa season finale de Glee acabou se tornando até mesmo mais madura, mostrando que nem sempre a vida segue da forma como a gente gostaria, aproximando cada vez mais a história da realidade. Se demorou três anos para aquele grupo de adolescentes ganhar algum reconhecimento enquanto um coral, seria um tanto quanto irreal mostrá-los ganhando um futuro já tão bem resolvido do alto da pouca idade de cada um de seus personagens seniores, por isso acho perdoável que essa reta final tenha sido dessa forma mais contida e pé no chão, mesmo tendo ela desagradado alguns.

E para a Rachel sobrou a tarefa de encerrar essa temporada de uma vez por todas (ZzzZz). Confesso que a minha dificuldade em gostar da personagem nem chegou a atrapalhar a emoção desse momento final, para a minha sorte. Cheguei a ficar morrendo de pena da forma como o Finn contou para ela que eles não iriam mais se casar e blah blah blah, o que para a última hora, eu achei que foi muita sacanagem, além de uma total falta de sensibilidade. Mas ok, acabou funcionando como elemento surpresa final para o episódio. Dentre todos eles, Rachel Berry foi a única que chegou bem perto do seu sonho, ganhando a sua viagem para NY e o primeiro passo para a sua tão sonhada carreira na Broadway, mesmo tendo decepcionado na sua audição para a NYADA anteriormente e ter implorado por uma segunda chance.

Nessa hora, antes da viagem até, ainda quando ela estava conformada em esperar um ano pelo Kurt (não senti muita confiança quando ele disse que não foi aceito… será?) e pelo Finn, para enfim seguir para NY, mesmo tendo sido a única aceita para a disputada vaga na NYADA, eu confesso que para o perfil que todos nós conhecemos durante esses anos todos da Rachel, ela acabou aceitando atrasar tudo aquilo até que fácil demais, ainda mais para um menina que viveu a sua vida toda até esse momento, em uma constante preparação para o seu grande sonho. Por isso eu acho que essa “desistência amigável” dela acabou não convencendo muito na hora em que a personagem pareceu estar disposta a desistir dos seus sonhos dessa forma tão simples. Sorry, mas não colou Rachel.

Mas foi bem bacana a cena de despedida da personagem, mesmo que tenha sido recheada de clichês por todos os lados. Só acho que se tivesse sido com o Kurt por exemplo, no meu caso teria surtido muito mais efeito. Mas ai é uma questão de preferência e por isso eu entendo que ela tenha sido uma personagem importante para a série e por isso ficou a seu cargo aquela despedida com cara de final feliz e com uma pontinha de esperança, com a menina da cidade pequena finalmente chegando a NY. Mas vou ter que confessar que se aquele tivesse sido a reta final para o seu personagem e fosse a sua despedida definitiva da série, eu teria ficado extremamente feliz. Radiante, na verdade. O que eu não acredito que venha a acontecer na próxima temporada, infelizmente e ainda acho que veremos muito das aventuras de Rachel Boring em NY. (ZzzZz)

Ao escrever essa review eu me dei conta de quantos momentos sensacionais que nós tivemos durante essa temporada, hein? Além de alguns deles que eu nem cheguei a mencionar (como o plot da violência doméstica com a coach Beiste), o que só nos leva a crer que realmente essa Season 3 de Glee foi mesmo bem boa e eu duvido que vc que permaneceu até aqui enquanto audiência, não vá voltar morrendo de saudade e curiosidade  para a premiere da próxima temporada, esperando para ver o que nos aguarda assim que a Fall Season começar. Para os que permaneceram até aqui, acho que no final das contas ganhamos uma boa trilogia para esses primeiros três anos de Glee.

Ainda bem que até a Season 4 começar, temos a Season 2 de The Glee Project para nos fazer companhia toda semana. E a estreia é dia 05/06, hein?

gLee

Relaxa Naya Rivera, quem nunca saiu de casa só de roupão?

Janeiro 23, 2012

E quem nunca saiu de casa só de roupão que atire as duas primeiras rodelas da máscara de pepino!

Tudo bem que no máximo a gente vai assim até a porta para tentar a sorte com o motoboy em uma noite solitária de desespero neam? (rs…de novo, quem nunca?)

Mas além do equívoco, tinha que estar tudo em um tom só?

#NAOTABOMNAO


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