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O abraço que todo fã de Fringe gostaria de dar e receber, duas vezes

Novembro 22, 2012

O meu maior sonho nerd talvez seja o de algum dia poder abraçar o Leonard Nimoy. Sim, eu sonho com esse dia e pouco me importo se ele é possível ou não. Sou desses e penso nisso toda vez que eu vejo Star Trek, ou quando vejo qualquer tipo de referência ao seu personagem ou até mesmo ao ator, por exemplo. Ele e o Harrison Ford, o Han Badass Solo em pessoa. (sabe fã que fica emocionado só de pensar nessa hipótese? = Eu. Um dia sonhei com esse encontro e acordei chorando. Acreditem.)

Quando criança ganhei uma t-shirt de um dos episódios de “Star Wars” (não me lembro bem qual deles…) com vários personagens que poucas crianças conheciam. Um dia, em uma sessão de cinema na escola, virei a atração porque além de linda, minha t-shirt ainda brilhava no escuro (e eu usava como PJ, nesse dia fez calor e eu tirei o meu hoodie, então). #NERD! (sorry, tive que contar essa passagem, que ilustra muito bem um dos motivos por eu ter sofrido bullying na escola, rs)

Enfim, nessa minha lista de abraços para a vida, a essa altura, na categoria nerd eu já posso até incluir até o Sr Nimoy novamente, por suas participações em Fringe e nela hoje eu também incluo os Bishops, os dois, na mesma categoria, tamanho o meu apego com os personagens e com a série.

#TEMCOMONAOAMAR esses dois?

Além da ficção científica, o que eu sempre gostei mais na série foi a relação de amor desses dois, essa que sempre foi a minha relação de amor preferida em Fringe.

Gosto da Olivia, gosto da Etta, AMO Astrid e a vaca Gene, mas nada se compara com o quanto eu gosto desses dois personagens. (♥²)

Walter sempre foi genial e continua ainda melhor nessa reta final da série, mas o nosso querido Peter Pacey tem ganhado o seu merecido destaque, ainda mais nesses últimos episódios, com toda a sua transformação. Sem contar que ambos estão passando por coisas semelhantes na vida, enfrentando problemas parecidos, o que deixa a história ainda mais especial. Mais ou menos como se o Peter estivesse olhando para um espelho e  fosse enxergando no Walter o seu possível futuro e Walter tivesse olhando para o Peter, encontrando no filho diversas semelhanças com o seu passado.

O que me faz ter ainda mais certeza que a minha #CRUSH antiga no Joshua Jackson tinha um motivo ainda maior do que a magia… rs

Mas não vamos ficar falando muito de Fringe por enquanto, porque é claro que eu vou fazer um post enorme de declaração de amor para a série depois do seu final, que eu espero que seja tão sensacional como vem sendo tudo nessa temporada até agora.

Querido Walter Bishop…

Eu não tenho um vinil de “The Man Who Sold The World”, mas se eu tivesse e ele fosse o último desse universo, eu te convidaria para ouvir junto comigo aqui em casa, todo dia se você quisesse, rs. (Sorry, também AMO o Bowie, Walter!)

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Take me to your leader! (#TEMCOMONAOAMAR?)

Outubro 3, 2012

Tem coisa mais foufa do que criança com t-shirt de quote nerd?

Não, não tem. Ainda mais quando essa criança é o Archie da Amy Poehler. (♥)

#TEMCOMONAOAMAR?

 

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Have you tried turning it off and on again? (The It Crowd)

Agosto 24, 2012

Se vc achava que já conhecia os nerds mais legais da TV (que hoje em dia nem são mais tão legais assim e mesmo sem citar nomes, todo mundo sabe de quem é que nós estamos falando), espera só até vc conhecer os  representantes vindos diretamente da terra da rainha em The It Crowd.

Comédia inglesa caricata ao extremo, o que também pode ser muito bom quando é assumidamente assim desde o começo, que é o que acontece aqui e de uma forma quase única que os ingleses conseguem fazer muito bem sem deixar a série insuportável com o tempo (só me lembrava de Ab Fab enquanto fazia minha maratona da série) e que com certeza vai te fazer dar boas risadas com as situações mais simples e comuns do cotidiano da equipe de TI da Reynholm Industries.

Sim, eles são os nerds que entendem tudo de computadores e trabalham com isso, meio que jogados no porão com todas as outras tralhas da empresa, um lugar onde nenhum outro departamento costuma frequentar e que ninguém costuma dar muito valor ou atenção, mas que é exatamente para onde todo mundo acaba ligando quando seus computadores não estão funcionando muito bem e eles precisam de alguma ajuda, o que para o total desespero do departamento de informática funciona quase que como um insulto, uma vez que quase sempre todos esses problemas poderiam ser resolvidos com uma simples pergunta que eles já estão mais do que cansados de fazer repetidamente a todo instante: vc já tentou desligar e ligar de novo? (e quase sempre aí está a solução para todos esses problemas, rs)

Essa é The It Crowd, uma comédia sobre o cotidiano dessa equipe nerd de TI que é quase impossível de não se apaixonar. Seus personagens são hilários, mesmo sendo uma caricatura exagerada deles mesmos ou de um estereótipo qualquer. Na série, eles estão sempre envolvidos em situações típicas de comédias do absurdo, onde aqueles situações todas muito provavelmente não fariam o menor sentido em um escritório comum qualquer, por exemplo. Outro fator que diferencia esses personagens das outras séries do gênero é que eles são nerds bem possíveis e não são exatamente as mentes mais brilhantes do mundo e tão pouco se acham superiores no quesito inteligência (embora eles aproveitem dessa vantagem para fazer piada com os menos favorecidos desse tipo específico de conhecimento que ele dominam). Fora que eles tem interesses bem comuns para todo mundo, apesar do universo nerd aparecer com bastante força na série, mas sempre de uma forma bem natural e nada forçada.

Roy (Chris O’Dowd, nosso header do mês aqui no Guilt, Höy) é um grandalhão irlandês sem o menor talento para lidar com as garotas, mas que nem por isso deixa de se arriscar nesse campo, mesmo obtendo pouco sucesso em suas investidas (ainda mais quando vc sai para um date com “cocô” na cara, rs). É dele a quote mais famosa da série (Have you tried turning it off and on again? – do título do post) além das t-shirts mais invejáveis da TV (esqueçam todas as que o Sheldon usa em The Big Bang Theory – na verdade, esqueça TBBT, rs -, porque as do Roy são muito mais legais. Mas muuuito!). Ele também é meio que o lider da turma, pelo menos é o que parece que ele imagina ser, aquele que tem mais contato com o mundo exterior devido a total falta de habilidade nessa área do seu parceiro de trabalho.

E tudo no personagem é bem engraçado (um tipo que o Chris O’Dowd consegue fazer muito bem, que é o perdedor adorável que nós AMAMOS já faz tempo), desde a sua voz que mais parece a de um ad0lescente ainda enfrentando a puberdade, até a forma como ele quase sempre está metido em situações absurdas, como quando ele acabou fingindo ser um deficiente físico apenas para sustentar uma “mentira forçada” na visita do grupo a um musical gay no teatro (2×01 The Work Outing), ou quando ele acabou preso do lado de fora da empresa por ter perdido sua camisa para uma senhora acidentada no trabalho e fica sem camisa por duas horas naquele frio de Londres (3×03 Tramp Like Us), onde o personagem acaba na mesma situação de um “morador de rua” que cruza seu caminho pela manhã pedindo dinheiro e ele naturalmente fica bem desconfiado com a desculpa do tal para estar naquela condição (quem nunca?), até o seu plot mais desastroso de todos dentro da série (3×02 Are We Not Men?), que foi quando apenas para se sentir pertencendo a turma dos meninos que gosta de futebol (coisa que eles não gostam, não entendem e na verdade pouco se importam ou se interessam. Alguma semelhança?), Roy acabou se encontrando como cúmplice de um assalto que ele mesmo denunciou para a polícia. Isso para citar apenas algumas das suas melhoreres situações dentro da série dentre várias que também são bem especiais.

Moss (Richard Ayoade) é o parceiro de departamento do Roy, aquele sem o menor talento para lidar com outras pessoas fora do seu universo que é muito particular, que eu mencionei ateriormente. E Moss é um personagem adorável, cheio de manias (#TEMCOMNAOAMAR o plot das duas canecas para o seu momento dramático do dia? pensando em adotar…), mesmo sendo uma caricatura super exagerada do que se espera de um nerd antigo. E nesse exagero inclusive está toda a genialidade do personagem, que é muito especial dentro de suas “deficiências” e genialidade. AMO quando ele vai salvar o Roy do plot do assalto e acaba fingindo ser seu namorado, tascando um beijo daqueles no amigo como se não houvesse amanhã no meio da rua, enquanto passam vários carros de polícia procurando pelos tais assaltantes, ou quando ela se oferece para ser o marido fake da Jen (3×05 Friendface)  e acaba assumindo uma nova identidade divertidíssima, até o seu grande ato heroico no episódio onde ele resolve sair da sua zona de conforto e acaba meio maluco, roubando coisas que ele nem queria ou precisava e acaba envolvido em uma situação com uma suposta bomba no quarteirão da empresa em que eles trabalham (4×05 Bad Boys). Sério, howcoolisthat?

E a terceira personagem do grupo fica por conta da Jen (Katherine Parkinson), ela que como quase todo mundo, acaba mentindo para conseguir um emprego na empresa e mesmo sem saber absolutamente nada sobre computadores, acaba indo trabalhar como chefe do departamento de TI e se vê tendo que trabalhar no porão (sendo que o resto da empresa é tudo lindo, rs), com aqueles dois malucos com quem ela nem imagina ter tanta coisa em comum. E apesar da Jen não fazer exatamente parte da turma dos nerds, ela também é uma personagem divertidíssima com momentos excelentes, como quando ela resolve comprar um sapato vários números menores do que o que ela usa (1×02 Calamity Jen – quem nunca?), ou quando ela me fez rolar de tanto rir fingindo que sabia falar italiano, soltando várias palavras aleatórias e com um sotaque impagável (só de lembrar eu já não me aguento, rs), se achando garantida confiando em um app qualquer (4×04 Italian For Beginners), até a gente conhecer o seu desktop recheado dos mais variados a antigos vírus e spywares que ela não tinha a menor ideia de que não deveriam estar ali e estava apenas acumulando todos eles, já acostumadas com aquelas 300 janelas que não deveriam estar ali. Algo que acontece no mesmo episódio onde Moss tem o seu surto na companhia do Ross, eles resolvem matar o dia de trabalho, justamente quando finalmente o Douglas resolve reconhecer e homenagear o trabalho da equipe dentro da empresa. Humpf! (4×05)

É claro que não pertencendo exatamente ao grupo, Jen acaba sendo uma vítima certa para os outros dois personagens, que a princípio relutam em aceitá-la, mas depois acabam comprando a ideia de ter uma menina por perto só para variar um pouco, além de que agora com ela no departamento, eles estavam ganhando uma presa fácil para garantir a diversão naquele lugar onde não costumava acontecer muita coisa. Outro plot sensacional envolvendo todos eles foi quando a Jen teve que fazer um discurso na empresa e eles inventaram que uma caixa preta qualquer era a “internet” em pessoa (3×04 The Speech), retirada do Big Ben especialmente para aquela ocasião (rs), que é claro que ela acreditou sem nem ao menos duvidar e acabou levando a história a público em um momento que terminou com uma gargalhada quase incontrolável da dupla Roy & Moss, além do completo caos dentro do local de trabalho, quando todos os outros funcionários acharam que a internet havia de fato morrido. #TEMCOMONAOAMAR (episódio que tem uma luta de corpo a corpo entre o chefe e sua nova namorada, que é simplesmente impagável!)

Dentro da empresa, ainda ganhamos a participação de alguns personagens coadjuvantes tão bons quanto os principais, como o dono da empresa, o Denholm Reynholm (Christopher Morris), que acabou saindo da série até que precocemente (achava ele super engraçado) em um plot suicida super aleatório e nem por isso menos divertido, para a entrada do seu filho Douglas (Matt Berry), um playboy bem do preguiçoso que não faz muita ideia de qual a sua função dentro daquela empresa que ele acabou herdando do meio do nada, além do personagem nutrir uma amor platônico pela própria Jen e uma certa coleção de arte erótica além de um gosto um tanto quanto duvidoso, o que também é bem bacana.

Mas o melhor deles surge mesmo do meio do nada, em uma porta vermelha secreta que a gente sequer havia notado (rs) na sala de TI, que é o Richmond (Noel Fielding), uma espécie de “vampiro” (e nada nos convence que de vampiro ela só tenha a aparência, ainda mais depois de uma cena onde ele vai parar no teto da cozinha, rs) que só trabalha a noite, também não faz a menor ideia de qual é a sua função dentro daquela empresa e que é mantido trancado atrás da porta vermelha pela dupla Roy & Moss sem dó e nem piedade, só porque eles acham que o Richmond deprime demais o ambiente (o que ele realmente faz quando aparece). Sério, tem plot mais aleatório, cruel e adorável do que esse? Sem contar que o seu episódio de introdução ainda termina com a nossa descoberta de uma outra porta, dessa vez verde, que segundo eles também nunca deve ser aberta. #MISTERIO (só eu fiquei morrendo de curisosidade de saber o que tinha atrás daquela porta?)

Sem contar aquele cenário sensacional da série, que mesmo com boa parte dela se passando naquele porão com monitores velhos e peças de computadores antigos que eles nunca usam, tem um contraste feito de forma adorável com centenas de brinquedos do tipo toy art espalhados por todos os cantos (invejáveis, diga-se de passagem), além de todos aqueles stickers e posters com design super bacana e quase sempre bem foufos, pendurados por todas as paredes. Engraçado é que a medida em que as temporadas vão se passando, vão aparecendo novos posters, mais stickers e novos brinquedos, mais é tudo meio que acumulativo e o resultado final é de um contraste absurdo em meio a toda aquela bagunça e cacarecos, que me lembra muito o meu próprio quarto, principalmente pela quantidade de objetos na mesa do Roy. (marry me Roy? Vamos multiplicar esses brinquedos e dividir tees maravileeeandras – as suas podem até servir em mim, mas as minhas…). Tenho até dois iguais aos deles. Confirmou!

E apesar de funcionarem super bem dentro do seu departamento na empresa, nem só de trabalho vivem todos eles e quando saímos de dentro desse ambiente, também acabamos ganhando momentos divertidíssimos com todos os personagens. Meus preferidos são quando eles acabam todos se convidando para um jantar na casa da Jen, o que nos rende plots divertidíssimos envolvendo os demais convidados, ou quando o Ross fica aflito para ver o novo filme do Tarantino antes que o seu amigo meio assim acaba estragando sua experiência com spoilers (2×03 Moss And The German), episódio que também conta com a Jen enfrentando sérios obstáculos pelo seu direito de fumar (rs) e tem também aquele outro bem bacana com a mudança do Roy e o Moss participando de um programa de TV (4×02 The Final Countdown). Sem contar aquele outro com o processo do Ross contra o massagista que beijou a sua bunda. (4×03 Something Happened)

The It Crowd também é uma prova de como os ingleses conseguem fazer esse tipo de humor tão bem e quanto os americanos ainda precisam aprender a transformar uma caricatura em algo que se feito da forma certa, também pode ser bem bacana. É claro que a america de vez em quando insiste em viver de boas ideias do mundo que eles resolvem “readaptar”, o que também é conhecido como “fazer tudo igual só que sem sotaque, para que a sociedade americana aceite melhor sem torcer o nariz” e é claro que eles tentaram fazer o mesmo como a série britância, o que nós agradecemos imensamente por não ter dado certo. (versão que tinha o Joel McHale no papel do Roy e o Richard Ayoade repetindo o seu Moss – Why god, Why? –  e vcs podem apreciar essa vergonha aqui)

Agumas curiosidades sobre o elenco que eu acabei descobrindo ao assistir a série é que a Jen participou do excelente episódio final da Season 2 de Sherlock, vivendo aquela jornalista meio assim que se atira para cima do próprio Sherlock e que mais tarde descobrimos ser parceira do Moriarty que dizia não ser o Moriarty (informação que eu recebi de um dos leitores do Guilt, thnks!) e o ator que interpreta o Moss na série foi ninguém menos do que o diretor de “Submarine” um filme sensacional do qual nós já falamos muito bem por aqui (e que eu AMO). Chris O’Dowd atualmente está envolvido em duas produções (e quem sabe ele ainda volte em Girls), uma que é um projeto escrito por ele mesmo e baseado na sua infância no final dos anos 80 na Irlanda, chamada “Moone Boy”, que é uma produção da BBC e já está sendo produzida tem algum tempo, inclusive já tendo garantida uma segunda temporada, mesmo sem a primeira ter sequer estreado. Recentemente, ele também acabou entrando para o elenco de um novo projeto da HBO em parceria com a BBC2 chamado “Family Tree “, onde ele viverá o personagem principal da história.

Infelizmente The It Crowd já foi cancelada e os boatos de um retorno do elenco para a gravação de uma quinta e última temporada (que eles mereciam, pq aquele final poderia ter sido melhor, apesar de ser bem justo o foco no Douglas, além de ter sido super engraçado  já foram negados pelo próprio criador e único roteirista da série, Graham Lineham, que alegou que todas as histórias daqueles personagens já foram contadas. O que eu acho uma pena. São apenas 4 temporadas com 6 episódios cada uma e com isso ganhamos apenas 24 deliciosos episódios para morrer de rir e lamentar por a série já ter encontrado o seu final. Um humor super bacana, bem simples, quase idiota, mas que conseguiu conquistar uma legião de fãs em todo mundo.

Para assistir como se não houvesse amanhã, depois se arrepender de ter visto tão rápido e não existirem mais novos episódios. Além de lamentar pelos DVDs da série nunca terem chegado até aqui, claro. Humpf!

ps: e o que é foufa aquela abertura, hein?

 

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E a Comic-Con 2012 foi ou não foi bem meio assim?

Julho 26, 2012

Tirando o painel de Breaking Bad, que a gente adoraria ter participado, o de Doctor Who que é o nosso sonho do momento enquanto não temos ainda a nossa própria TARDIS (na esperança…)  e o de Fringe, porque somos curiosos no nínel mais alto do colapso entre os universos azul & vermelho, eu diria que a Comic-Con 2012 foi no mínimo bem preguiçosa.

Pouquíssimas novidades, uma ou outra informação sem muita relevância e quase nenhum acontecimento capaz de fazer nós, os nerds que ficaram em casa, a realmente sentir inveja deles, os nerds que compareceram ao evento desse ano… (quem eu quero enganar? Essa inveja vai sempre existir no coração 8-bit de todos nós…humpf!)

Falando em Breaking Bad, que foi sim o painel mais animado EVA da edição desse ano da Comic-Con, cheguei a ficar impressionado com a forma como a série vem se promovendo com muito mais força durante essa sua Season 5, que diga-se de passagem, não está nada menos do que sensacional! (sério, o que foi aquele segundo episódio? Clap Clap Clap! – de pé)

Mas é claro que eles regularam spoilers. Mas vcs querem saber a minha opinião para o final da série?

Walter percebe o monstro que se tornou e o caminho sangrento que percorreu para chegar na sua reta final e acaba se rendendo a morte (por esse ou por aquele momento) e quem deverá sobreviver dessa história toda é mesmo o Jesse, gritando “Yeah Bitch! Magnetics” como se não houvesse amanhã.

Esse é o meu palpite/desejo não mais secreto. Sem mais.

Alguém precisa falar: como a  Anna Torv estava magrona, estava gatona e estava gostosa no painel de Fringe hein?

HÖY! (em caixa alta)

HÖY! (de novo pq ela interpreta 2 papeis na série, rs)

Peter Pacey agradece a sinceridade. 

Mas a nossa mágoa com Fringe esse ano na Comic-Con fica por conta daquele trailer preguiçoso que eles passaram por lá dizendo ser da sua nova temporada, que de novo não tinha nada. NA-DA!

Custava filma 2 segundos em um cenário aleatório com cara de futuro e dizer “2036 is coming…”?

Não, não custava.

#CHATIADO

Agora, vamos falar de moda na Comic-Con?

Que preguiça é essa minha gente? Tô odiando essa postura “sou nerd e não ligo para as modas”, que todo mundo sabe muito bem que não é verdade e sim recalque.

E como lidar com as escolhas do elenco de Community?

Até na festa de aniversário do meu vizinho irritante com filhos mais irritantes ainda da qual eu não fui convidado a participar (sem ressentimentos, mas é sempre de bom tom mandar um kit festa para o vizinho, com bolo, doces sortidos e no mínimo quatro brigadeiros e toda a família brasileira sabe disso) tinha gente mais bem vestida do que isso, ou pelo menos mais esforçada…

Vou fingir que não vi esse amarelo pavor da Gillian Jacobs e continuar a amando loucamente. Te AMO Britta/Gillian! (♥)

E continuar desejando a morte da Annie na próxima temporada. Lá e em Mad Men, claro. Desculpa qualquer coisa, Annie’s boobs!

Já a Mayim Bialik, eu não ligo a mínima que seja cafonona, só porque eu respeito a Blossom até a morte. Ainda mais porque nada que ela vista hoje, seria pior do que o que ela já usou com orgulho no seriado antigo. A não ser que seja algo vintage daquela época antiga, rs.

E quem é vc para falar o contrário, se eu não vejo nenhuma coroa de diamantes na sua cabeça nesse exato momento. Hein?

#RESPECT

I ♥ Amy Farrah Fowler

Se eu encontro o Howard vestido assim na Comic-Con, vou logo achando que é um assistente do office boy e vou logo pedindo o meu mocca chocolata yah yah. Mas tem que ser bem quente.

Não foi buscar ainda querido? (tá, eu me visto assim de vez em quando e se vc me pedir um café eu te mando o doce. WOO)

Gostaria de dizer que mesmo com a Michelle Williams aparecendo maravileeeandtra assim na Comic-Con (e o target? Confere? Mesmo? São pergunta que ela deverá fazer assim que receber o próximo convite), ela não foi a minha muse desse ano. Fuém!

Desculpa qualquer coisa, Mi! (rs)

Falando em muse, gostaria de deixar bem claro que por motivos pessoais, seremos audiência certa na série Arrow, só por conta da magia do Stephen Amell, claro.

Höy!

OK, a gente ama o Zachary Levi, que é o nosso príncipe Disney preferido,  mas não tanto assim a ponto de conseguir ignorar esse outfit em um nível alto de preguiça. Certo?

Certo. Precisa nos conquistar primeiro para depois relaxar Zachy, regra básica para qualquer relacionamento (para o começo e/ou o fim deles, rs)

#NAOTABOMNAO

MUSO da Comic-Con 2012 = Darren Criss

Achamos que ele deve esquecer o gel de vez e assumir o seu curly com orgulho na nova temporada de Glee (que a gente torce para que seja bem boa, só para ter outro TGP, que é melhor ainda, claro!)

Höy!

ps: mantenha a barba. A puberdade deve chegar no McKinley High!

Já que chegamos a essa ponto, vamos falar de magia?

Magia ruiva =  Michael C. Hall = Höy!

A gente não liga mais para o Dexter já faz duas temporadas, pelo menos. Mas é humanamente impossível ignorar o Michael C. Hall em qualquer coisa que ele faça na vida.

Magia da Barba Ruiva = Dave Annable = Höy!

Não temos a menor vontade de assistir sua nova série, a 666 Park Avenue, mas achamos importante alguém em Hollywood escolher assumir o grisalho, mesmo tão novo como o Dave. Acho corajoso e honesto.

ps: beijo para os Walkers antigos, que empatam com a minha própria família no nível de fofoca ao telefone, rs. 

Magia sueca =  Alexander Skarsgard = Höy!

Sempre 3 metros dele. PÁ!

O Frodo a gente nunca vai ter certeza se é legal, por isso passamos…

Mas quem nunca sonhou em fazer a Maria Garupa em Sons Of Anarchy com o agora magia (o único por lá) chefe de tudo?

TODAS! Höy!

Agora parece que é oficial: acabou para o Bill!

Depois dessas 5 últimas temporadas de True Blood, vc ainda consegue achar que ele se parece em alguma coisa com aquele vampiro sentado no Merlotte’s no começo da Season 1?

Eric continua o mesmo desde que cortou o cabelo e fez balaiagem pela primeira vez, tornando-se assim um vampiro de respeito

Mas não parece mesmo!

#NAOTABOMNAO

ps: do Sam eu morro de preguiça, por isso prefiro ignorar e bastava colocar a Tara ali do lado para completar o time daqueles que se morressem, a gente não sentiria a menor falta em True Blood. Sim. 

Agora sim, o meu painel preferido ever dessa Comic-Con. Painel Who?

Karen Gillan, Arthur Darvill e Matt Smith, também conhecido como o melhor Doutor de todos os tempos. Höy!

Posso dizer que foram os que menos se esforçaram e que mesmo assim conseguiram imprimir da magia a sedução?

Cool Cool Cool! (♥³)

E para a Karen Gillan com esse cabelo maravileeeandro em ruivo, vai o posto de nossa MUSE da Comic-Con 2012.

Não só por ela ser a garota que esperou (♥), nem só por ela ter aparecido linda assim (com essa bolsa que é só amor!) e sim por ela ter dito que adoraria ver um episódio de Doctor Who com todos eles presos dentro de um piano (sério, quem diria uma coisa dessas?) e praticamente se convidar para participar de Community, no episódio especial em que eles vão a um evento do Inspetor do Tempo. Howcoolcouldbethat?

I ♥ Amy Pond

Höy!

ps: e não, não tivemos uma preview da Season 7 de Doctor Who esse ano. Humpf!

 

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The Big Bang Theory + Modern Family

Agosto 25, 2011

Posters das novas temporadas das duas séries.

The Big Bang Theory, que volta no dia 22/09  para um carteado (rs) no poster da sua Season 5, e que todos nós esperamos que eles recuperem a magia nerd antiga da série, porque a Season 4 foi meio assim…

E Modern Family, que também não teve uma Season 2 excelente, mas que volta no dia 21/09,  prometendo um novo nível de comédia. To-ma-ra!

Agora, tem um detalhe no poster da família moderna que eu achei imperdoável…

O casal Clive e Juliana tinha que estar tropeçando no degrau, mesmo que não seja a escada da casa deles. Como evitar um clássico?

Imperdoável, rs

Feliz Dia da Toalha!

Maio 25, 2011

Ok, dizem que agora é legal ser nerd, mas eu discordo completamente…

Afinal, tirando todo o bullying gratuito de toda uma vida, sempre foi bem legal ser nerd. Pelo menos, eu sempre me diverti pen-cas!

E a minha teoria é: não é que agora é legal ser nerd, a verdade é que só agora eles conseguiram descobrir que os nerds são legais.

Coisa que em uma galaxia distante, todos já sabiam. Tolos!

Feliz Dia da Toalha para todos!

#NERDPRIDE!

A vulgarização da Penny no final da temporada meio assim de The Big Bang Theory

Maio 24, 2011

Definitivamente, essa Season 4 não foi um boa temporada para os nerds mais divertidos da tv. Das 4 temporadas até agora, essa foi com certeza a mais fraca de todas (nesse momento, estou revendo a Season 3 no meu box lindo que eu ganhei de nivers e que chegou essa semana, Yei!). Não sei se a briga Chuck Lorre vs Charlie Sheen teve alguma influência para a série nerd, mas suspeito que sim. Ou se a caída aconteceu mesmo devido a entrada das garotas…

Ganhamos uma nova dinâmica para The Big Bang Theory com a entrada das garotas, namoradas dos meninos, isso é fato. Uma dinâmica que não foi fácil de engolir a princípio.

No começo foi bem difícil, talvez porque elas tenham começado a se tornar constantes na série meio que de uma só vez, mas achei que eles começaram a acertar mais no tom quando decidiram separar os núcleos Clube do Bolinha vs Clube da Luluzinha. Por pior que isso possa parecer, pq eu acho que em uma série com vários persnagens, todos devem funcionar bem juntos, ou em parcerias diferentes e alternadas, do que estamos acostumados como as dobradinhas Sheldon + Leonard ou Howard + Raj. Mas como eles não tiveram todos um começo juntos, acho que talvez essa separação tenha sido mesmo o melhor caminho, pelo menos por enquanto.

Aliás, falando em parcerias, alguns dos poucos bons momentos dessa temporada aconteceram na dobradinha Sheldon + Raj, que já havia acontecido em alguns momentos das temporadas anteriores. Eu apostaria mais no potencial da dupla, fikdik

E o Sheldon namorando? Com ciúmes? Ganhando o seu primeiro beijo da Amy? Excelente! E se tem um personagem que se mantém favorito e sempre bem na série, esse é o Dr Sheldon Cooper. Clap Clap Clal Jim Parsons, que sempre faz um excelente trabalho!

Leonard foi quem mais veio perdendo o brilho durante o tempo na série, se tornando o mais chato de todos e grande parte dessa culpa durante essa Season 4 pode ser creditada a insuportável Priya, que para a nossa sorte, esta voltando para a Índia. Todas comemoram, Yei!

Demorou um pouco, mas a essa altura já consideramos aceitar Amy, que começou bem chata tamb[em, em diálogos longos demais com o Sheldon no Skype, recheados de piadas “inteligentes demais” para o meu gosto. Mas depois eles conseguiram acertar no ritmo entre os dois e até um beijeeenho no nosso nerd preferido ela deu. Howcuteisthat?

Ok, a partir da segunda metade da temporada aceitamos Amy. Welcome guél!

Bernadette sempre foi uma foufa, doce, uma queridona, mas eu tenho que falar que a graça do Howard estava no fato dele não pegar ninguém nunca, fato (além do outro fato dele ser o único que não é Doutor ainda, o que rendeu as melhores piadas do ep, rs).   Graça essa que foi repassada como presente para o Raj, que brilhou muito mais nessa temporada, ganhando um destaque maior do que nas outras 3 temporadas inteiras.

E assim começaram os triângulos amorosos: Raj se interessa por Bernadette. Boring…

Ainda prefiro Raj com ciúmes de perder o seu melhor amigo para sua namorada e acho esse o melhor caminho para os personagens, fikdik. Raj funciona bem como a alma feminina do grupo dos meninos, não?

E agora no episódio final da temporada, eles cometeram o maior erro com aquela cena que encerrou o ep,  com o walk of shame da Penny + Raj pós coito (rolo com a palavra coito, rs). Não precisava, neam?

De todas as meninas, Penny é a mais querida óbviamente e vem fazendo um contraponto ótimo na vida desses meninos ao longo de todas as temporadas. A essa altura, a sua personagem já não precisava mais disso neam? Considero esse erro algo como em Friends, quando eles decidiram juntar a Rachel e o Joey e ai tudo ficou muito chato e todas torceram o nariz. Achei totalmente desnecessário…

E na verdade esse é um medo que eu tenho, o da vulgarização da Penny, pelo fato dela ser a única mulher do grupo e ter outros atributos (rs). AMAMOS a Penny perdida no meio de toda aquela genialidade dos meninos, adoramos ela aprendendo aos poucos sobre a cultura nerd e se identificando e quase morremos quando ela faz alguma referência desse universo ao qual ela esta cada vez mais pertencendo. Agora coloca-la dormindo com cada um deles, isso é demias pra mim. Até agora, já foram 2…E olha que quem acompanha o Guilt sabe que de careta eu não tenho nada, hein? Mas não gosto desse caminho ara Penny, nem um pouco…

Além disso, esse meu medo tem um fundamento. Não sei se vcs sabem ou se já assistiram (se não assistiram, vale a pena procurar!), mas existe um outro episódio piloto da série, diferente do que conhecemos como 1×01, quase que um B side. Nele, Leonard e Sheldon não são tão legais (e nem tão nerds) assim e o papel da Penny fica por conta de uma garota super hiper vulgar  e sem o menor carisma que é pavorosa (interpretada por outra atriz), e provavelmente deve ter sido o motivo desse piloto em si não ter sido aprovado, para a nossa sorte, porque essa série não duraria nada, fatão!

Penny tola, a gente aceita. Penny fútil a gente super aceita. Penny com uma inteligêncioa normal, comparada a qualquer um dos outros 3 cérebros de gênio do grupo, a gente também acieta. Agora Penny bitch? Essa a gente não aceita…NOT!

Por isso, diga não a vulgarização da Penny vc também, fã de The Big Bang Theory! (euri, mas estou falando sério!)

E como a série terminou nesse ponto, sem a cofirmação dos fatos (rs), ainda da para consertar, com um flashback talvez daquela noite? E de repente, nada do que pareceu ser tenha realmente acontecido? Hmm mmm…

Ok, roteiristas, se quiserem mais terão que me contratar. Porque eu não sou pago para isso, rs.

Bom, vamos manter a esperança para uma Season 5 nelhor, neam?

Até lá. BANG!

Star Wars Day, Yei!

Maio 4, 2011

Todos nerds comemoram! Luke, i’m your father! PÁ!

Coinscidência ou não…

May The 4th = Star Wars Day

May 14th = Essy B’Day…tsá?

Ou seja: Confirmou! Sou mesmo um Jedi. Suck it!

May the 4th be with you!

Bradley Cooper versão geek

Abril 11, 2011

Falando em Alias, foi só eu declarar na semana passada o meu amor pelo Bradley Cooper, desde os tempos antigos dele como Will no seriado, que o ator resolveu revisitar o look geek antigo hein? Höy!

Senti que foi em minha homenagem…Confirmou!

Será que ele também continua amigo da Jennifer e do Victor? Hmm mmm

ps: eu certamente trocaria o tênis, fikdik

Mais 3 temporadas garantidas para The Big Bang Theory, yei!

Janeiro 14, 2011

Aproveitando o clima de encontro de Super Heróis que esta rolando hoje aqui no Guilt, com muito orgulho nerd eu comunico a vcs que a CBS anunciou a renovação de The Big Bang Theory por mais 3 temporadas. Howcoolisthat?

Isso mesmo, a série com os nerds mais queridos e foufos do mundo que atualmente esta em sua Season 4, vai chegar a sua Season 7, yei!  Quem diria hein? (eu diria e o Sheldon também diria, rs)

Animadora a notícia, não? Vamos comemorar? Então todo mundo correndo para o Rock Band, NOW!

(toda vez que eu toco ou ouço essa música eu repito a coreô dos dois, rs)

Para correr para a varanda vestido de Flash, bater no peito e gritar: eu sou nerd! (rs)

#NERDPOWER


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