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The Voice Season 4, Live Semi Final

Junho 17, 2013

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Chegamos a reta final da temporada mais morna do The Voice até aqui e podemos dizer que todos os nossos medos se confirmaram nessa fase decisiva da Season 4. Sim, quase dormimos por boa parte da temporada se não fossem os hits que sabemos cantar e de vez em quando até coreografar e um ou outro candidato que acabamos nos apegando de qualquer forma, mas nessa reta final, acabamos ganhando um pesadelo daqueles, que começou semanas atrás, quando a Sarah Simmons e a Judith Hill acabaram sendo eliminadas e a partir disso passamos a considerar que realmente qualquer coisa poderia acontecer daqui pra frente.

E já começamos a semana com os dois pés esquerdos, com uma performance praticamente interminável do UÓsher que só valeu mesmo pelo seu “moonwalk” perto do final da apresentação que foi bem sensacional (além de engraçado, vai?). Fora isso nos recusamos inclusive a aplaudir mesmo apenas com uma palma o coach megabitch da vez, apesar de sentir quase que como uma premonição que talvez teremos que engolir algo a seu respeito muito em breve. Mas chegaremos a esse ponto depois.

Além disso tivemos uma volta pra casa de cada um dos competidores que voltaram a suas origens para uma visita rápida, experimentando de perto e em casa o efeito “The Voice” em suas vidas e carreiras. Esse que é sempre um momento bem bacana do programa, onde podemos conhecer um pouco mais de cada um deles, além de conhecer também suas origens, algo que eu considero bem importante a essa altura do programa. Sem contar que durante o programa com o anuncio dos finalistas, tivemos saudosas visitas do Nicholas David e do Terry McDermott, com ambos candidatos da tão saudosa quanto Season 3, lançando seus singles no palco do programa. (por falar nisso, gostei dos dois singles, mas o do Terry eu achei bem especial viu?)

Pelo #TeamBlake, o único ainda com dois candidatos na disputa, começamos com uma boa performance do The Swon Brothers, que eles dedicaram a todos os músicos que acompanharam a dupla por todo esse tempo. Uma performance que eu diria até que foi um pouco mais “rocker” do que country e que foi bem bacana, mas não foi nada quando comparada a segunda apresentação da dupla no programa, muito provavelmente inspirados pela volta a casa, onde eles acabaram ganhando em sua cidade uma semana inteira dedicada a dupla, além da tal foto no hall of fame do lugar onde ambos trabalham, que eles haviam comentado um dia desses sobre o fato de ter inclusive uma foto do Blake no começo da carreira e o quanto eles desejavam receber o mesmo reconhecimento um dia. Confirmou! Essa segunda performance foi bem mais calma, também menos country (com menos características country, apesar das raízes estarem evidentes na dupla o tempo todo), basicamente a base de voz e piano. Algo que foi o suficiente para garantir aos irmãos uma vaga na final, a primeira ocupada por uma dupla dentro do programa. #HELLYEAH

Ainda pelo #TeamBlake, tivemos a Danielle Bradbery voltando para casa, de volta a escola onde ainda estuda, também sendo recebida como a grande estrela da cidade. O bacana nessa hora foi perceber que Danielle é realmente uma menina bem pé no chão, centrada e super bem resolvida quantos suas questões familiares, que ficaram evidentes durante a visita a sua casa e mais tarde naquela sua performance no estádio local. Danielle que apesar do apoio e campanha, acabou fazendo uma primeira performance bem meio assim (continuo achando que ela soa a mesma a cada semana, corretinha, mas só aquilo mesmo, sabe?), mas acabou nos ganhando completamente com a sua segunda performance, dedicada ao vivo para os pais que estavam no palco (juntos, um ponto a se ressaltar) e que realmente foi um momento super carinhoso dela e do programa e que ao mesmo tempo não conseguimos entender até agora como é que ela consegue lidar tão bem com tamanha emoção. Sério. Dessa forma, Blake repetiu o feito da Season 3 e garantiu com as performances de Bradbery a segunda vaga da noite para a final, restando apenas mais um espaço para os demais concorrentes.

No #TeamAdam tivemos a Amber Carrington se esforçando, ganhando inclusive o aval da própria Katy Perry (faz ao vivo um dia desses essa mesma música no The Voice, Katy? Faz? Te desafio!) para cantar “Firework” (morro de preguiça, ZzZZZ), que na verdade acabou não acontecendo para ela. Não foi ruim, mas foi só mais uma apresentação, sabe? Seu homecoming também foi bem bacana, mas só eu fiquei assustado com a quantidade de irmãos dela? Talvez seja a inveja de um filho único falando mais alto nesse momento. É, provavelmente sim. Em sua segunda apresentação da noite, Amber voltou a nos ganhar ao som de “Sad” do próprio Maroon 5, que ela executou lindamente e me fez inclusive ficar interessado pela versão original da música, que nunca tinha ouvido, para ser bem sincero. O problema é que novamente Amber apesar de ter se saído muito bem, não repetiu o seu momento “Skyfall” do passado e talvez por isso ela não tenha conseguido a sua sonhada vaga na final, sendo uma das eliminadas da vez, para desespero do Adam, que não ganhou dessa vez a chance de empatar com seu nemesis, o Blake.

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Shaks veio com seu #TeamShakira armado até os dentes com todo o talento da Sasha Allen, que divou durante toda a noite como ninguém mais divou, SORRY! (em caixa alta e piscando, tipo o letreiro dela mesmo mais tarde no programa) Sasha que teve um homecoming mais tranquilo, muito provavelmente por se tratar de uma moradora de NY e não de uma cidade menor qualquer onde as coisas acabam obviamente ganhando uma outra proporção. Mas foi bem foufo vê-la buscando a filha na escola, bem normal e pé no chão, tentando parecer forte mas desabando no choro logo em seguida. Sasha que dedicou um dos maiores hinos da voz da Whitney (não dela, mas mega conhecido por sua inesquecível interpretação) para os filhos e chegou angelical no palco, toda de branco, com arpas e uma performance digna de uma grande diva. Sério, sem o menor exagero.  Na seguida tivemos o seu segundo momento, esse muito mais animado, com a “Sasha Disco” ao som de Donna Summer e uma coreô profissional e animadora, com grandes letreiros ao fundo deixando a sua grande marca no palco do The Voice. Mas infelizmente, toda a grandeza da sua voz e performances inesquecíveis que divaram ao longo da temporada, não foram o suficiente e Sasha também acabou sendo eliminada, encerrando a chance da Shaks de ganhar essa temporada do programa. Shaks que inclusive estamos aguardando ansiosamente por uma performance dos seus quadris que dizem não mentir e ficaremos completamente insatisfeitos se isso não acontecer durante a finale do programa. Por favor hein, produção? Queremos cabelo de leoa selvagem e contorcionismo no palco, apenas.

O que nos leva ao óbvio de que o #TeamUÓsher acabou ficando com a última vaga entre os finalistas, garantida pela Michelle Chamuel. Ela que também teve um homecoming super emotivo, cheio de significados e lágrimas e nos entregou duas boas performances durante o primeiro programa da semana. Mas foram apenas boas, vai? A primeira com menos apelo popular, mas forte, com vocais bacanas, apesar de ainda achar a sua voz fraca em alguns momentos (engraçado que naquele estádio com ela cantando ao vivo e de cara limpa, eu achei tudo lindo!), principalmente quando ela usa aquele timbre mais suave, que mais parece parte da sua respiração e pouco conseguimos ouvir o que ela estava realmente cantando. A segunda poderia soar como qualquer outra coisa, com Michelle dedicando mais um hit da Cyndi Lauper para o seu coach, UÓsher, que vindo dela me pareceu ser bem sincero e por isso deixamos passar. Isso e o fato da tal apresentação ter sido encerrada tão dramaticamente, que foi o que me fez despertar e acabar gostando da mesma. Fato é que Michelle representa o impossível em uma competição como essa, um legítimo underdog, diferente até do que foi o Nicholas David durante a temporada anterior, que teve um papel semelhante até e entendemos perfeitamente o seu grande apelo dentro da competição, algo que junto com o seu inegável talento, justifica e muito a sua vaga como finalista dessa Season 4 do The Voice e pelo andar das coisas, não duvidamos nada que ela saia como a grande vencedora da temporada, embora a ideia de ter o UÓsher como o campeão não seja nada agradável. Mas Michelle é mais legal do que ele, então talvez a gente até deixe passar…

Ao mesmo tempo, precisamos reconhecer que além dessa ter sido uma temporada bem morna do The Voice, o programa vem se tornado cansativo por conta de seus resultados cada vez mais óbvios, onde perto do final, outros fatores acabam se tornando mais importantes do que o talento de cada um dos competidores que vão sobrando dentro do programa e isso não é de hoje que sempre acaba acontecendo. Dessa vez, de um lado temos o novato megabitch UÓhser, apelando ao vivo para os seus seguidores em redes sociais votarem na sua candidatada, algo que até hoje eu não consegui engolir (e acho que o Adam também não), usando métodos bem meio assim de treinar seus competidores, além da postura política passiva agressiva que é bem difícil de engolir e que infelizmente é dele o ticket de ouro da temporada. E do outro temos o Blake, que quando não é absolutamente patriarcal com a sua risada de Papai Noel em alto (bem alto) e bom som, parece um irmão mais velho, do tipo que a gente adoraria ter por perto sempre. Nesse caso, acho que o seu carisma acaba contando e muito a favor dos seus competidores, onde querendo ou não, acabamos torcendo por eles muitas vezes apenas por conta do próprio Blake. Como nessa final por exemplo, que a gente adoraria que ele saísse como o vencedor mais uma vez, apenas para não dar esse gostinho já quase certo para o UÓsher, mas que ao mesmo tempo acabaria desgastando e muito a fórmula do programa, onde caso isso realmente aconteça, talvez seja a hora de considerar uma pausa dele e do Adam para as próximas temporadas, dos quais nós vamos sentir uma imensa falta, mas ao mesmo tempo achamos que podemos nos beneficiar e não ver um dos nossos programas preferidos ever se transformar em algo mais do mesmo. Renovar é preciso e esse não seria o nosso adeus Blake + Adam, fiquem tranquilos, seria apenas umas férias mesmo.

E essa semana só nos resta mesmo é torcer. Se eu arrisco um palpite? Acho que vai dar 1- Michelle 2- Danielle (que eu acho que deveria ser a terceira em qualquer um dos cenários) 3- The Swon Brothers, mas só para não deixar o UÓsher feliz e garantir mais essa vitória para o ego inflado dos 3 metros do Blake, eu gostaria que fosse 1 – The Swon Brothers (meu histórico como um ótimo – auto avaliação – “mixtaper” indo por água abaixo agora, rs) 2 – Michelle  3 – Danielle, apesar de me sentir como uma criminoso torcendo contra a Michelle apenas por causa do UÓsher. (mas estou confiante que ela ganha. Já repararam como ela é sempre a primeira a ser salva? Por isso vou acabar ficando feliz de qualquer jeito, eu sei)

Veremos….

 

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The Voice Season 4, blind auditions

Abril 15, 2013

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Prometi para mim mesmo que esse era um dos monstros que eu ainda não estaria pronto para criar aqui na mitologia do Guilt, mas cá estou eu, prestes a iniciar um novo feito.

Sim, além de tudo que eu assisto de séries de TV (que todo mundo sabe que não são poucas), eu também assisto realitys, que é um assunto novo aqui no Guilt, mas que eu resolvi comentar dessa vez (ou pelo menos tentar, não me pressionem). Dente eles, o meu preferido desses de competição é disparado o The Voice (US), que até pode ser uma competição como os outros mas que não tem aquele clima de jurados “mean girls” arrogantes, tentando humilhar os competidores ou gente com pouco talento que só quer aparecer na TV, nem que para isso tenha que se sujeitar a ser material para a arte do insulto (que alguns fazem porcamente) desses mesmos jurados. Mas vamos comentar tudo sobre a Season 4 do The Voice de forma bem leve, com pouco serviço e apenas soltando o que a gente pensa enquanto assiste a essa delícia semanalmente. (ainda mais agora que andam dizendo que realmente não vai ter mais The Glee Project. Humpf!)

E começamos essa nova temporada do The Voice com grandes novidades, com a Shakira e o Usher ocupando os respectivos lugares da Christina Aguilera e do Cee Lo (de quem eu morro de saudades), que deixaram o programa por essa temporada (disseram que seria apenas por essa temporada, mas eu não sei não viu? A Aguilera nem em turnê está…) para se dedicarem a outros projetos. Assim, ambos os novatos chegaram calmamente e aos poucos foram deixando aparecer a que vieram, sendo recebidos obviamente como meros calouros pelos já veteranos Blake e Adam, minha verdadeiras #CRUSHES dentro do programa desde sempre EVA and EVA.

Adam continua sendo o meu “abraçador” preferido, sempre com seus jeans super apertados (nos revelando coisas nessa temporada, vide o momento em que ele subiu “entusiasmado” em sua cadeira para aplaudir umas das candidatas de pé), tees podrinhas e cheias de buracos que segundo seu oponente na vida (Blake) custam mais de $600, seus longos braços tatuados e a voz de menino adolescente  resultado da mutação com um gato do Instituto X, ainda enfrentando a barra da adolescência e suas variações de voz (falando com voz fininha no final dessa line). Blake também, um forte concorrente na posição de “grande abraçador”, com sotaque de personagem de Bon Temps em True Blood e seus três metros e meio de altura, sempre pronto para fazer um comentário divertidíssimo a respeito de qualquer coisa, ou imitar de forma porca e ridícula o cabelo de um participante qualquer (qualquer não porque esse era bem do magia, Josiah Hawley. Höy!), além de de vez em quando deixar transparecer nitidamente que a sua rivalidade com o Adam nada mais é do que uma história de amor ainda não correspondido da forma como ambos gostariam (ele tentando beijar o Adam um dia desses foi ótimo e uma prova disso, rs).

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Até a temporada anterior eu AMAVA os dois igualmente, mas agora tenho que reconhecer que o Adam vem ganhando uns pontos negativos nessa disputa devido aos seus comentários para cima da Shakira, sempre dando aquela carteirada de que ele é americano e ela não (só eu acho que ele “pinky swear” amizade eterma para a Aguilera?). Uma bobagem que não está pegando nada bem para ele mesmo e se isso fosse realmente importante para a mitologia de um programa como o The Voice no mundo todo, o Will AM/PM não estaria como coach do The Voice UK ou o Joel Madden (que vai ajudar a Shakira nessa próxima fase do progama) também não estaria fazendo o The Voice Australia. Shame on you, Adummy, #SHAMEONYOU

Shakira chegou com vontade, embora muitas vezes pareça que ela não domina a língua perfeitamente para conseguir encontrar o discurso certo na hora de tentar conquistar os membros para o seu time. Nunca fui fã da sua voz (que eu na verdade detesto), mas sempre a achei uma querida e com o seu bom humor e simpatia, ela acabou se destacando bastante nessa primeira fase do The Voice. Apesar disso, fica nítido que em algumas horas ela se desespera, atravessando o que os demais jurados estão falando ou fica prestando uma atenção absurda em como eles se comportam, quase como se ela estivesse fazendo um estágio dentro do programa. Não sei não, mas não acredito que ela saia vencedora dessa temporada, ainda mais com o seu time que parece ser o mais fraco da vez, mas se tivesse tempo de ficar por mais uma temporada , talvez tivesse a chance de aprender mais com esse seu “estágio” e se tornasse uma vencedora no futuro. E só eu acho que o The Voice de vez em quando é bem tendencioso ou foi apenas coincidência que nessa temporada toda a comunidade latina resolveu aparecer no programa? (saíram os super diferentes que apareciam no programa basicamente para agradar o Cee Lo – e todos nós) Até um brasileiro resolveu aparecer e Shaks até se arriscou no português para se comunicar com o candidato, algo que o Adam reconheceu como umas das coisas mais sexys ever e pediu mais. Ou seja, se algum dia cruzarmos com ele em um beco escuro, nem precisamos gastar todo aquele inglês que dominamos no truque, rs.

Já o Usher, esse praticamente sumiu durante as blind auditions, passando totalmente ou quase despercebido (sério, em um dos episódios, ele nem parecia estar lá). Sempre com um discurso do tipo “político chato”, o músico sempre acaba falando o óbvio e tem os discursos mais preguiçosos e lames da temporada. E olha que eu nunca tive a menor antipatia por ele, hein? Seu time também não está dos melhores e para ele sobrou o que seria facilmente um time escolhido pela Aguilera por exemplo, que sempre teve o time mais magia, mais parecido com o que ela gosta de fazer ou cantar, mas nem sempre reunindo os mais talentosos da competição. Apesar disso, já deu para perceber que ele se aproximou bastante do Blake e as batalhas de dança entre os dois a essa altura já devem ter se tornado épicas. E só eu AMEI quando estavam o Usher e a Shakira conversando sozinhos sobre o fato de serem os novatos no programa (naquelas cenas que eles gravam de vez em quando) e o Blake se aproximou, se achando o mais experiente da turma, tentando intimidar os novos competidores e ao ouvir que o plano deles era vencer o Adam, se vendeu automaticamente para o lado dos newbies? Mas algo sempre me disse que o Usher ainda estava escondendo alguma coisa, algo que ficou bem claro durante o sneak peek da próxima etapa da competição.

Apesar de tudo isso, é bem fácil reconhecer que essa temporada está sendo mais fraca do que a anterior e isso não por conta das trocas de coaches ou qualquer coisa do tipo, porque eles bem que já conseguiram se acertar rapidamente, encontrando uma boa química juntos e sim porque até agora, poucos talentos chegaram a roubar completamente as nossas atenções durante essa Season 4. Me lembro do Terry McDermott, da Melanie Martinez, do Brian Keith ou da própria Cassadee Pope (vencedora da Season 3 do #TEAMBLAKE) durante suas audições da temporada anterior e sinto saudade daquela sensação ao ouvir suas vozes pela primeira vez. Nesse caso, tivemos apenas um ou outro que realmente chegou a empolgar, mas nada no nível de nenhum dos participantes mencionados. (fiquei pensando se eu não teria sentido isso apenas porque a Season 3 terminou tem praticamente apenas 4 meses e a memória ainda está bem recente…)

E alguns bons personagens para essa temporada acabaram inclusive sendo dispensados injustamente durante as audições, onde pelo menos uns quatro deles poderiam facilmente estar em qualquer um dos times (aquele candidato que o Carson era fã de longa data então… Carson que diga-se de passagem, está impossível na torcida com as famílias, rs). De qualquer forma, quem sabe eles não acabam nos surpreendendo nessa próxima fase dos battle rounds, como também aconteceu com o Nicholas David ou a Amanda Brown também durante a Season 3. Veremos…

Então, até agora, ficamos com os times divididos da seguinte forma: Blake tem meia dúzia de artistas country (amei a contry girl super cool de cabelo para o alto, tocando com apenas uma das mãos, Grace Askew), duas ou três wannabe Taylor Swift e algumas boas surpresas em outros estilos (Caroline Glaser, Jacqui Sandell) , que eu acho que ele deveria apostar cada vez mais ao invés de cair novamente nas armadilhas do seu próprio nicho (algo que ele até conseguiu fugir bem durante a temporada anterior e acabou levando). Usher tem um time bem parecido com ele, pop + R&B e bem jovem, mas mesmo assim com pouca força pelo menos a princípio, apesar de ter também algumas mais “indie” ou mais surpreendentes (Jess Kellner, Michelle Chamuel, Ryan Innes e a melhor de todas e última candidata a se apresentar, Jessica Childress) que também me pareceram bem boas.

Shaks ficou com o time aparentemente mais fraco, mas nele encontramos pelos menos dus grandes armas que podem acabar surpreendendo (Luke Edgemon é uma delas. Höy!) . Aquela mulher que cantava como a Janis (Shawna P.) era sensacional e tem tudo para ir adiante. Por último, o time do Adam me pareceu ser o mais forte dessa temporada, com opções bem variadas e as melhores vozes (Judith Hill, Sasha Allen, Midas Whale, Patrick Dodd, Sarah Simmons). Sem contar que ele conseguindo roubar um dos melhores artistas country da temporada para o seu time (Warren Stone) foi uma verdadeira realização pessoal para a sua eterna disputa de sempre com o Blake. Algo que eu acabei achando curioso foi que durante a Season 3, ao ouvir de uma das candidatas que “era melhor que eles realmente ganhassem a competição” de forma tranquila até, Adam fez a megabitch e achou que a pobre coitada foi arrogante naquele momento, lembrando o fato por pelo menos duas vezes durante o programa até a eliminação da mesma e agora, durante a atual Season 4, ao conseguir um candidato country que o Blake não quis e ao ouvir do mesmo algo do tipo “vamos arregaçar com ele” (para ser leve devido ao horário, rs), Adam covardemente não levou o comentário adiante, embora o tenha respondido ao pé do ouvido. Sei…

Encerrando as blind autitions dessa Season 4, ganhamos um sneak peek da próxima fase do The Voice, onde começam as batalhas de duplas escolhidas por cada um de seus coaches, sendo que eles ainda poderão roubar candidatos não escolhidos por seus mentores e nesse aperitivo, já deu para perceber que  o Usher acabou colocando o que talvez ele estivesse escondendo para forma (e talvez não tenha sido exatamente isso que vocês estão pensando, rs), repreendendo candidato que apareceu rindo durante os ensaios, dizendo que aquilo não era brincadeira e tudo mais, despertando a rivalidade entre outros candidatos do seu próprio time e agindo como se estivesse na guerra, literalmente e no exército (preguiça….). What a bitch. O que acadou dando a impressão que ele tem tudo para ser o vilão do programa. Vamos ver então até onde toda aquela sua politicagem consegue chegar…

E é isso, agora é oficial e comentaremos o The Voice por aqui também (algo que eu também faço sempre no Twitter enquanto assisto aos episódios, para desespero da maioria dos meus seguidores, claro, rs) e voltamos aqui para comentar cada uma das fases dessa Season 4 do The Voice assim que encerradas, combinado? (It’s a date)

#TEAMESSY

 

ps: e vamos parar de implicar com a Christina Milian que só aparece de vez em quando no The Voice e mesmo assim a gente acaba torcendo o nariz (mais por ansiedade do que por qualquer outra coisa), que as entrevistas dela para o site do programa são todas ótimas. Sério. 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


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