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A temporada deliciosa e até mesmo educativa de The New Normal

Abril 26, 2013

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The New Nornal chegou vendida como uma nova comédia sobre um casal gay encarando a chegada do primeiro filho por meio de uma mãe de aluguel. Apesar das caricaturas, com personagens deliciosamente adoráveis e um texto excelente (no melhor ritmo “Gilmore Girls” de ser no que diz respeito a velocidade de seus diálogos), mas que logo de cara eles conseguiram provar que eram muito mais do que apenas isso. Me lembro até hoje da cena de abertura da série, com o Bryan começando aquele vídeo extremamente foufo gravado para o filho, que até então não passava de uma ideia e que com poucas palavras e de forma bem simples, acabou me levando facilmente às lágrimas. Reação que não seria diferente para qualquer outro tipo de casal que estivesse passando por algo semelhante, algo que eu acho importante de se destacar.

A partir do piloto, ficou bem claro que The New Normal não seria apenas uma nova comedia comum, do tipo que estamos acostumados a ver o tempo todo, acompanhando o dia a dia de uma “clássica” família americana com condições, encarando as dificuldades encontradas no ainda desconhecido caminho quando um casal decide se tornar pais. Nesse novo cenário, a clássica família americana contava com alguns ajustes que foram necessários para levantar um pouco mais a discussão sobre as novas famílias, que de uns tempos para cá se tornaram cada vez mais comuns e precisam ser discutidas, porque na maioria das vezes o que ainda falta para entender essas novas questões são exemplos ou simplesmente uma boa discussão sobre o assunto.

Dois homens gays que decidiram ter um filho por meio de uma barriga de aluguel. Até aqui, podemos dizer que não encontramos nada de tão inovador assim no tema, que já foi discutido em diversas outras séries de TV e até mesmo no cinema. O que podemos dizer é que talvez o assunto nunca tenha sido discutido dessa forma, levantando questionamentos que quase nunca fazemos a não ser quando estamos passando por uma situação semelhante. E tudo isso de forma bem clara e objetiva, sem fantasiar demais ou ignorar aqueles que seguem na contramão fazendo cara feia para essas novas possibilidades de famílias. Não que elas também sejam tão novas assim, porque nós bem sabemos que elas sempre existiram, mas talvez agora elas tenham aparecido com mais coragem de assumir as nomenclaturas cabíveis para tal, sem se apoiar no disfarce de “tios” ou coisas do tipo e assumindo que são novas famílias compostas por dois pais ou duas mães, sem o menor problema.

E talvez nesse detalhe esteja a maior diferença da temática de The New Nornal, que durante toda essa Season 1, conseguiu nos arrancar boas risadas, mas ao mesmo tempo, sempre houve espaço para aquele aperto no coração também com os plots mais dramáticos da série, que eu prefiro acreditar que não seja necessário pertencer ao mesmo “grupo” para conseguir se emocionar com todas essas questões que eles nos mostraram de forma tão sensível e absolutamente honesta.

Impossível não se emocionar com o casal tendo que lidar com o preconceito a todo instante, seja na simples tarefa de comprar as primeiras roupinhas para o bebê ou em uma situação mais extrema qualquer, quando chega a hora de enfrentar o problema que nem sempre podemos evitar, com as famílias se envolvendo naquela situação, cada uma de sua foram e trazendo suas próprias bagagens e issues para lidar com toda aquela nova situação na vida de todas aquelas pessoas. (sem contar outros momentos memoráveis, como aquele pai se vestindo de fada para encorajar o filho a ser quem ele é. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

The New Normal - Season 1

Mas seria ela tão nova assim? Casais tem filhos o tempo todo e apesar de ser sempre uma preocupação para todos os envolvidos, não deixa de ser algo extremamente natural, que acontece o tempo todo e para boa parte das pessoas que conhecemos. Então, porque tanta dificuldade e obstáculos quando encontramos exatamente o mesmo cenário, só que com personagens do mesmo sexo? Realmente, fica difícil de entender e talvez a melhor forma seja mesmo encarar tudo com naturalidade, mostrando que existem sim outros tipos de família, que apesar de possuírem algumas diferenças, não deixam de ser absolutamente normais.

De qualquer forma, é bacana encontrar hoje uma série como The New Normal, que tenha encontrado um equilíbrio bacana entre o “novo normal” e os questionamentos que essas novas possibilidades ainda geram na cabeça de todo mundo. Alguns precisam lidar com suas próprias inseguranças, seus preconceitos e tudo mais e outros, os envolvidos diretamente nessa nova questão, precisam lidar com uma série de decisões a serem tomadas, como nesse caso a questão do doador de esperma e até os menores detalhes dessa questão toda. Mantendo esse equilíbrio, a nova série do Ryan Murphy (que nós por aqui AMAMOS) conseguiu além de tudo ser também extremamente educativa sem se estereotipar e só funcionar para um determinado grupo de pessoas porque essa nova educação, todo mundo precisa ter. Todo mundo mesmo.

Mas deixando um pouco de lado toda a questão política e social da série (que mesmo que pareça um assunto entediante, acreditem que foi levada até o final da melhor forma possível), The New Normal além de uma excelente história, nos trouxe também uma série de personagens adoráveis, do tipo que é impossível não se envolver e passar a torcer para que eles consigam atingir tudo aquilo que desejam. A começar pelo casal Bryan (Andrew Rannells) e David (Justin Bartha), que nada mais são do que um retrato da relação do próprio Ryan Murphy, que estava passando recentemente por exatamente essas mesmas questões ao lado do seu boy magia para a vida . Estava lendo uma matéria mostrando a casa do uncle Ryan um dia desses em uma revista e acabei percebendo que até a casa do casal dentro da série é bem fiel a sua verdadeira casa. Ou seja, nesse caso, a questão além de tudo era bem pessoal para o seu criador e talvez por isso tenha conseguido facilmente atingir esse nível de sensibilidade importante para a história, sem perder o humor ou a intenção de ser uma série de comédia.

E esse tiposde detalhe somado ao humor que sabemos que o Ryan Murphy tem, tornaram a série ainda mais especial, ainda mais para quem acompanha o seu trabalho em Glee, por exemplo. Sério, aqueles momentos do Bryan em seu ambiente de trabalho com o elenco de “Sing” (sim, Glee se chama “Sing” dentro da série, #TEMCOMONAOAMAR?) foram todos sensacionais e entregam muito dessa delícia que é o humor do criador de ambas as séries. Mas são pequenas pitadas de humor que obviamente fazem muito mais sentido para quem está mergulhado dentro desse universo, mas que ao mesmo tempo conseguem ser divertidas até mesmo para quem não costuma acompanhar nenhuma dessas referências que funcionam de forma excepcional também como piadas internas. (sério, ele declarando todo o seu ódio pela Quinn e não perdendo a chance de provocar o Cory dizendo que ele não conseguia chorar de jeito nenhum em cena, foram momentos impiedosos e ao mesmo tempo hilários. #STAYSTRONGCORY)

The New Normal - Season Pilot

Na série, é preciso reconhecer que boa parte do carisma do Bryan certamente foi emprestado pelo ator Andrew Rannells , que não poderia estar em uma melhor fase. Isso e toda a personalidade do próprio Ryan Murphy, que aproveita o personagem para se entregar dentro da série. O único problema nesse caso é que com Bryan, Ryan talvez tenha criado um monstro, porque em pouco tempo o personagem acabou ganhando uma força assustadora, sendo capaz de engolir cada um dos demais facilmente. Algo que de certa forma acabou prejudicando o David, personagem do Justin Bartha, que é aquele que sempre fica em segundo plano, funcionando na maioria das vezes apenas como escada para o lado megabitch do Bryan, que perde o marido mas não perde a piada. Mesmo assim, o personagem conseguiu se sustentar por ser extremamente adorável, doce e quase infantil, um nerd incontrolável, o certinho da turma, que tem a profissão dos sonhos e é o responsável do casal. (além de lindo)

Apesar das diferenças, juntos, ambos os atores mantiveram um química importante para os personagens, nos revelando aos poucos quem eram e quem na verdade gostariam de ser aquelas pessoas, deixando transparecer seus próprios medos e inseguranças, ainda mais agora que estavam prestes a deixar de ser uma dupla para se tornarem um trio. E nessa hora, esse enorme contraste entre os personagens acabou sendo importante para a história, com um completando perfeitamente e naturalmente o outro, revelando inclusive até mesmo alguns preconceitos encontrados dentro desse universo em particular. E todos os momentos em que ambos enfrentaram suas diferenças como tipos diferentes de gays (e por “gays” leia-se apenas uma diferença que poderia ser a mesma para qualquer tipo de casal, que nesse caso tratava-se de um casal gay) foram extremamente delicadas e tiveram resoluções super foufas, como se nossos corações tivessem ganhado cachecóis tricotados na aula de arte da Shania.

Shania (Bebe Wood) que se tivesse ganhado mais espaço durante a segunda metade dessa primeira temporada (bem mais focada no casal), teria facilmente roubado a cena. Agora falando bem sério, que menina adorkable, não? Ela que chegou àquela família por conta da sua mãe, Goldie (Georgia King), que era a mãe de aluguel do casal, na verdade, acabou se tornando um dos membros mais bacanas daquela nova família que inevitavelmente acabou surgindo entre todos eles. E tudo isso merecidamente, porque a personagem era um sonho de criatura, altamente politizada (o episódio meio “Mean Girls” onde ela virou a Queen B da escola foi excelente e teve uma das melhores resoluções EVA!), inteligente, cheia de personalidade e dona de um carisma absurdo, Shania na verdade era a filha que todo mundo gostaria de ter. OK, dizer todo mundo talvez seja injusto, mas falando por mim e pelo casal Bryan e David, com certeza ter uma filha como a Shania seria um sinal de missão cumprida, pelo menos no que diz a respeito de seus “alicerces”, rs.

The New Normal - Season 1

Além de ser praticamente impossível não amar aquela garotinha, todos os seus momentos dentro da série foram apaixonantes, desde a sua relação super próxima com a mãe, a qual ela conseguia entender perfeitamente, até suas participações na casa do casal, Shania foi uma das peças fundamentais para que The New Normal se tornasse essa série tão especial. Isso sem contar seus momentos de imitações e cosplay, onde ela conseguia assumir diferentes personalidades e personagens com talento de gente grande, como a sua Edie de “Grey Gardens” ou a sua excelente fase Maggie Smith, revelando o seu vício em Downton Abbey. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Mas não só grandes personagens encontramos na série e a Goldie por exemplo, foi um dos que não conseguiu se destacar em quase nada durante essa primeira temporada. Apesar da não ser nenhuma ofensa e dela até ter ganhado seus bons momentos, a maior parte deles por conta da sua proximidade com a filha, Goldie realmente não conseguiu emplacar. Mas talvez esse não tenha sido exatamente o foco. Outra que ficou no meio do caminho foi a Nana, ela que a princípio tinha a tarefa de representar os odiosos preconceituosos que ainda encontramos infelizmente por aí, mas que com o tempo acabou se transformando em outra coisa e por esse motivo, foi também perdendo a força.

Não que essa sua transformação e ou redenção não tenha sido importante para a personagem e para a história, que começou com ela não reconhecendo uma reação simples do próprio corpo ligada ao desejo e terminou com ela sendo humilhada após ter se ariscado em um sexo casual com um homem que além da idade menos avançada que a dela, pouco tinha para se sentir tão superior assim e a partir disso, Nana precisou entender que era hora de seguir adiante e encarar que o fato do mundo estar diferente atualmente, apesar de assustador, também poderia ser algo surpreendentemente positivo para uma mulher da sua idade.

Do polêmico corte de cabelo (que ficou moderno mas não ficou nada bom) até a sua libertação enquanto mulher, ela que passou anos casada com um homem gay (o que explicava parte da sua aversão), é óbvio que tudo isso foi importante para demonstrar também que esse tipo de transformação é necessária e pode acontecer com todo mundo, tendo você carregado mais bagagem na vida ou não, mas fora isso, essa mudança radical da personagem acabou sendo prejudicial para a própria, que acabou sumindo dentro dela mesmo, como se estivesse agora muito mais ocupada em se redescobrir do que com tempo sobrando para cuidar da vida dos outros. De todos os episódios em que Nana ainda era aquela megabitch, o que mais chegou a me incomodar foi aquele com o fato do casal Bryan e David não terem nenhum amigo gay, exceto pela Rocky (NeNe Leakes), algo que eles poderiam até ter justificado pelo acaso, por nunca ter ocorrido naturalmente uma relação desse tipo e não ter caído na segregação, o que nunca é muito bacana. Algo que o Ryan Murphy inclusive já fez no passado, em Nip/Tuck, quando o Doutor Troy ao ser questionado por uma de suas namoradas o fato dele nunca ter mencionado que tinha uma filho negro (e ela também era negra), a mesma acabou ganhando como resposta uma das melhores lines da TV, com ele dizendo e surpreso pela questão, que nunca havia pesando no filho assim, dizendo que esse tipo de detalhe não fazia a menor diferença para ele e por isso nunca lhe ocorrido.

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Falando nela, Rocky que nós também já conhecemos e nos apaixonamos em Glee, foi outra das boas personagens da série. Sempre com aquele humor ácido que nós amamos, referência fantásticas para os mais diferentes assuntos e uma visão bem peculiar para determinados plots, Rocky também esteve sensacional durante essa primeira temporada, sendo o pior pesadelo na Nana enquanto ainda em sua fase extremamente preconceituosa ou até mesmo sendo a assistente linda dura e braço direito do Bryan. Ela que de quebra ainda acabou adotando uma menininha super foufa perto da reta final da série (algo que foi justificado de forma meio assim, ainda mais porque o casal também acabou demonstrando interesse naquela adoção e não foi muito bem recebido) e que inclusive teve o seu grande momento quando finalmente foi promovida pelo chefe Bryan, em reconhecimento ao seu talento, em uma das cenas mais adoráveis da temporada.

Alguns pequenos detalhes ainda me incomodam na série, como aqueles pensamentos que são meio que uma viagem na imaginação de cada um deles (David e o Ryan fantasiados de Village People na buatchy ou a Rocky interpretando os 25 membros da sua família), que bem poderiam ter sido ignorados ou talvez precisassem ser encaixados de outra forma dentro da história, assumindo ou não que aquela história seria contada daquela forma (como How I Met Your Mother, Happy Endings e Modern Family fazem), algo que acabou deixando um pouco a sensação de que eles ficaram em cima do muro nessa hora. Mas esses são pequenos detalhes que facilmente eles conseguem acertar.

Outro ponto alto da séries são os personagens recorrentes e ou rostinhos conhecidos da atual mitologia do Ryan Murphy, como o John Stamos (ele e o Rob Lowe, que nunca envelhecem) e o Matt Bomer. Personagens esses que apesar de menores, funcionam muito bem dentro da história, tendo eles alguma relevância ou não. As famílias do Bryan e do David também foram excelentes aquisições para a série, mesmo com a do Bryan só tendo aparecido no final.

Um final que não poderia ter sido mais foufo, com todos os preparativos do casamento do casal Bryan + David (o segundo casamento da temporada, porque ainda tivemos o excelente casamento de mentira da Shania com o seu little boy magia, rs), que acabou não acontecendo exatamente como eles passaram um bom tempo planejando (e brigando), mas que de certa forma acabou perdendo a sua importância devido a chegada do filho do casal, com a bolsa da Goldie se rompendo ainda no altar. Apesar de ser um grande clichê (gigantesco), todas as resoluções nessa hora foram extremamente muito bem amarrados, com todos eles ganhando suas conclusões, já que existe o risco desse ter sido o final definitivo para essa excelente história. (torcendo que não)

The New Normal - Season 1

Embora todos os clichês possíveis e reunidos nesse final, o importante mesmo foi o sentimento dele, sobre o que aquelas pessoas ainda precisavam dizer antes de seguir adiante. E foi nesse momento em que a história se tornou extremamente sensível e ainda mais especial, com a Nana agradecendo a Goldie por a ter libertado daquela mulher amarga que ela vinha sendo e a ter feito sentir vontade e coragem de enfrentar o mundo que ela ainda não conhecia e que ao mesmo tempo já não a assustava mais. O mesmo valeu para o momento de reflexão entre mãe e filha, com a Shania ilustrando para a mãe o quanto a vida delas estava diferente e melhor naquele momento e o quanto elas conseguiram alcançar de tudo aquilo que desejavam quando chegaram naquela cidade. (achei bem importante também que depois do parto, ao entrar no quarto, mãe e filha dividiram primeiro um momento juntas, para só depois interagirem com os demais, algo que eu achei bastante respeitoso e delicado om todos)

Além de fofo, esse também foi um momento importantíssimo para as novas famílias, com o discurso da Shania se posicionando contra a ideia da mãe a voltar com o pai, o namorado antigo de quem ela acabou engravidando no passado (Clay – Jayson Blair), dizendo que ela amava a sua família exatamente desse jeito, separada e que não precisava que eles estivessem juntos para ser uma menina mais feliz. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Um discurso lindíssimo feito por uma criança, dizendo algo que não estamos acostumados a ouvir com nenhuma frequência e que pode muito bem servir como uma reflexão importante para quem esteja ou tenha passado por algo parecido.

Para o casal Bryan e David, restava agora curtir o momento para o qual elas vieram se preparando esse tempo todo e que finalmente havia se tornado realidade com a chegada do filho. Uma resolução linda que de quebra ainda teve direito a um plot religioso sensacional (gosto tanto do ator John Benjamin Hickey pelo seu papel em The Big C e acho ele um excelente ator) e o mais alto nível de foufurice possível, deixando a mensagem de que nada poderia ser mais importante naquela hora do que todos eles juntos e felizes dividindo aquele momento que todos estavam esperando desde o começo da série.

Pode não ter sido um final surpreendente, pode ter sido inclusive o final definitivo dessa história que tinha tudo para seguir adiante e que a gente adoraria ver por mais tempo na TV (#HELLYEAH), mas podemos dizer que foi o final mais normal possível para uma série tão deliciosa e porque não dizer educativa que The New Nornal conseguiu ser em tão pouco tempo.

 

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O freak chic de American Horror Story

Outubro 24, 2011

Muito se falou sobre o seu lançamento e pouco a gente sabia sobre o que esperar de American Horror Story.

Assim que foi lançada muitos torceram o nariz, disseram não sentir o menor medo com a sua proposta de terror e as críticas não foram das melhores para a nova série que tem uma assinatura conhecida de todos nós, que é a do Ryan Murphy. (Nip/Tuck, Glee, The Glee Project)

Pois bem, a série esta atualmente em seu terceiro episódio e eu já posso dizer que estou bem envolvido com a sua proposta. Envolvido e AMANDO!

Diferente daquele terror óbvio dos blockbusters americanos, de grandes sustos e clichês de mocinhos bocós e pouco inteligentes, American Horror Story tem identidade, estilo e opta por assustar de outras formas, muito mais interessantes por sinal, do que aqueles sustos inevitáveis que só nos fazem desperdiçar a pipoca que acaba voando do nosso balde em momentos como esses, rs. Desconfio até que esse tipo de terror tenha uma forte relação com a máfia da pipoca, mas agora não tenho tempo para elaborar mais sobre isso, rs.

Com um clima fetichista e cheio de estranhezas, a série reúne alguns pontos fortes de clássicos do terror, além de uma linguagem bem moderna e refinada para esse tipo de terror, que podemos obseravar em sua direção, arte e em todos os cuidados que a série esta envolvida. Algo quase que como uma reunião de tudo que já foi feito com bom gosto dentro dessa temática até hoje. Cool!

Mas não me surpreende que a série ainda não tenha caído no gosto popular. Pessoas que tem esse tipo de gosto mais popular, tendem a esperar por grandes sustos, mocinhas correndo de lingerie pelo jardim escuro e por aí vai (Zzzz). E isso definitivamente não é o que podemos ver na série até agora, muito embora o elemento sexy seja extremamente explorado, as vezes de forma estranha, e não por isso menos sexy do que o convencional que todos conhecemos. Mas talvez por isso, talvez por ser “diferente”, American Horror Story precise de mais tempo para ser digerida pela grande maioria, o que confirma a teoria de que o novo assusta, e por isso é rejeitado a princípio.

Aqui o terror é mais refinado e vai brincando com a cabeça do telespectador a medida com que brinca também com seus personagens, dando poucas pistas sobre o terror que estamos de fato lidando até então. Gosto do fato de já ter ficado bem claro que aquela família já percebeu que tem algo errado com aquela casa e de certa forma, acabaram todos presos naquele lugar com todos os fantasmas de pessoas que já passaram por ali e que nos são apresentados a cada episódio. Gosto também do fato dos personagens serem cheios de falhas, culpas e completamente impossíveis de serem rotulados como heróis, um rótulo que tende ser um papel recorrente em filmes de terror para os mocinhos da história.

Outro fator interessante é poder conhecer em formato de flashbacks um pouco da história daquele lugar, que realmente me dá calafrios e da forma certa, do modo como eu gosto de me assustar, lidando com o sobrenatural de forma inteligente, com uma edição bem bacana, além de incrementar a história com o elemento da “loucura”, que nesse caso faz uma  grande diferença para a trama, que fica ainda mais interessante.

O lado do fetiche também é muito presente em American Horror Story e disso nós já sabemos que o Ryan Murphy entende, ainda mais para quem conseguir se lembrar dos bons tempos de Nip/Tuck. Acho extremamente sedutor que esse elemento seja incorporado em uma história de terror, dando vida a essa fantasia S&M, de uma forma muito mais sombria do que a sexy e vulgar de sempre. Höy!

Tudo isso ainda misturado com uma série de desejos dos mais obscuros, muita maldade e um confuso limite entre a realidade e a fantasia dos seus personagens, algo perturbador e no mínimo interessante.

Tenho achado todos os episódios excelentes, bem cuidados, com uma direção bacana e com boas referências de um tipo de terror mais moderno e acho que pode até demorar para a maioria entender, porque é uma série que definitivamente causa uma estranheza logo de cara e nem tudo fica muito claro o tempo todo, caminho que é bem mais difícil de agradar a maioria, do que um Supernatural ou True Blood da vida (que eu já adianto que pouco se parecem com AHS). Mas como estamos lidando com algo sobrenatural, quem é que precisa de grandes explicações para poder entender o assunto não é mesmo?

Eu tenho me assustado e me surpreendido além de tudo,  a cada episódio e sempre por um bom motivo, algo nada gratuito e só isso eu já acho um ponto alto para que a série faça o sucesso que esta parecendo merecer.

Por enquanto ainda estamos lidando com o  desconhecido e tudo pode parecer até bastante aleatório a princípio,  mas tudo isso é feito de uma forma tão bacana, que se eu fosse vc daria uma chance de se encantar com o freak chic de American Horror Story. Quem sabe aproveitar o Halloween de logo mais para fazer uma maratona? Aproveita que está só no começo…

BOO!

ps: AMO essa tipografia que eles usam, AMO!

O final da McNamara/Troy

Março 7, 2010

Foram 7 temporadas, um começo execelente, empolgante, com pelos menos 3 grandes temporadas. No meio algumas escorregadas, casos considerados absurdos demais para alguns e a vida pessoal dos personagens ficando cada vez mais bagunçada, o que acabou garantindo um declínio na qualidade da série. Mas fato é que Nip/Tuck foi uma série importante para o seu tempo, que nos deixou um pouco mais familiarizados com o mundo da estética e a busca frenética pela perfeição. E para contar essa história, 2 personagens principais: o Dr Nem Tão Bom Moço Assim (Sean) e Dr Devil (Christian)

Assim passamos acompanhar o dia a dia da clínica de cirurgia plástica mais absurda de todos os tempos e a cada vez que ouviamos a pegunta: “Tell us what you don’t like about yourself”, um ponto de interrogação se criava em nossas caras. O que eu mudaria em mim mesmo hein? Nose job feelings…rs

Vimos de tudo passar pela série, casos absurdos e bizarros que fizeram parte da lista de pacientes da McNamara/Troy, fora os vilões sempre um mais bizarro do que o outro. Mas o que é tão absurdo assim no mundo da cirurgia plástica? Acho um pouco hipócrita o espanto de algumas pessoas com os casos abordados na série. Ainda mais se tratando desse universo de fantasia, do desejo para a perfeição, que pode ser bem diferente de pessoa para pessoa. Mas isso se justifica apenas para os casos, pq alguns personagens foram relamente bem absurdos, fatão!

Sempre gostei muito da série e acho que quando ela surgiu, o momento não poderia ter sido melhor. Com o crescente mercado de pessoas insatisfeitas com a sua aparência e dispostas a pagar qualquer preço para terem os seus desejos atendidos, Nip/Tuck veio como essa missão mascarada. Eles tinham como objetivo criar inicialmente uma discussão a respeito dessa nova estética e desse descontrole na procura por cirurgias plásticas para depois mostrar o quanto esse tipo de descontrole poderia ser prejudicial, mas tudo isso sem transformar os cirurgiões nos grandes vilões da história. Acho até que eles fizeram isso de forma digna, mostrando muito bem a relação médico/paciente e a quanto pode ser perigoso esse universo, onde a procura por essa chamada perfeição pode ser eterna. E no final uma nova discussão foi aberta, dizendo que o mercado da cirurgia plástica já não é tão sedutor assim justamente por ser tão óbvio. O negócio agora é a dermatologia, dizem eles…

Mas o nível da série começou a cair mesmo quando eles se mudaram de Miami, onde a McNamara/Troy já havia se estabelecido como um grande nome em cirurgias plásticas e seguiram para Hollywood, em busca de mais dinheiro e da grande quantidade de pessoas desesperadas para melhorar a sua aparência. Os primeiros eps de transição da clínica nessa fase foram bem interessantes. Mas a sequência da história deixou a desejar e acabou levando a série para um lugar obscuro, de onde eles custaram para sair (e talvez não tenham nunca saído…).

E agora vamos ao que interessa, os personagens da história é claro!

As crianças como sempre, meras coadjuvantes em uma história de gente grande. Até tentaram criar alguma coisa para a filha do casal Sean & Julia, mas que não resultou em nada. Triste, mas é algo que se repete frequentemente nas séries. Exceto por Modern Family, que tem o excelente Manny para honrar a vaga de crianças com talento em séries de tv.

Matt (o MJ Jr) provou mais de uma vez que é um tremendo de um mau carater. Talvez os dramas familiares e as complicadas relações de sua família tenham ajudado ele a se perder, mas será que ele teve tanto motivo assim para ir tão longe? Ainda mais com o final do seu personagem , típico de quem não tem mais recuperação e que nasceu para ser um mau carater. Rehab, prisão, estupro, roubo. Ele passou por tudo isso e ainda assim escolheu o lado errado, mesmo contando com o apoio incondicional dos seus dois país. Tolo! Por mim, poderiam ter matado o seu personagem faz tempo, que sempre foi odiado pelos fãs da série, fatão!

Julia, ahhhh Julia! Eu confesso que no começo eu até tinha uma simpatia por ela. Mas depois do caso com o anão e o casamento lésbico eu achei que ela ficou um pouqueeenho Wee demais para mim. WTF? Existe mulher mais perdida na série do que a Sra McNamara? Até a Kimber é mais centrada do que ela. Da metade da série para cá o seu personagem se tornou tão secundário que passou até a aparecer apenas em alguns episódios, afinal não fazia mais o menor sentido dar algum espaço para ela na trama. Achei péssimo o seu discurso final, como se ela tivesse entendido tudo finalmente e a sua eterna busca pelo parceiro ideal eu só consigo achar no mínimo egoísta. Sinceramente não consigo entender a paixão de Christian e Sean por ela. Acho amor demais para pouco carisma, pouco merecimento. Se tem um personagem que eles deveriam ter tido a coragem de matar no final da série, esse personagem seria a Julia, prontofalei! Já vai tarde para London!

Liz Cuz sempre foi deliciosa e teve um final um tanto quanto digno, onde passou a ser parte da sociedade, ganhando finalmente e merecidamente o seu nome na parede da clínica, que passou a se chamar: McNamara/Troy/Cruz. Só não gostei da sua fase meio bitch durante o divórcio com o Christian. Sério? Não entendi toda aquela revolta do seu personagem durante esse período e achei bem tolo a forma com que ela e Sean não se resolveram em concordar com a forma de criar o bebê dos dois. Achei tolo, mas entendo que esse tipo de relação deve ser muito complicada mesmo.

Kimber sim foi digna até o fim! E teve o final que eu esperava para a sua personagem, que eu não conseguiria imaginar sendo melhor do que o que foi. Ela, que sempre foi completamente apaixonada por Christian, finalmente entendeu que jamais seria boa o suficiente para ele. Uma pena ela ter morrido, pq o casal não poderia ser mais perfeito. Kimber sempre foi outra das minhas preferidas na série e sempre se mostrou muito determinada, mesmo quando ela escolhia o caminho mais errado para tentar dar um jeito na sua situação em que se encontrava. Divertida, sexy e apaixonada. E é claro que o Christian só perceberia o seu valor quando não tivesse mais Kimber por perto. Tão clichê, mas acontece…

Sean Mcnamara passou por tudo de pior na série. Se tem alguém que sofreu durante essas 7 temporadas, esse alguém foi ele. Seu personagem sempre foi o mais dramático, com menos apelo sedutor mas que consquistava mesmo assim, talvez pela sua bondade e inocência. Só achei que no final das contas ele deveria ter defendido um pouco mais a sua profissão, afnal foram anos de dedicação para ele jogar para o alto assim e se voluntariar nos “médicos sem fronteiras”. Achei que ele se despreendeu fácil demais de algo que o sustentou e muito bem durante todos esses anos, mas como Sean sempre brincou de culpado, eu consigo até entender o seu fundamento no final das contas. Sua relação de amor com a profissão, a sua ética e todos os seus limites foram testados durante esses 7 anos de série. Seu personagem adorável passou de pai de família a assassino, de marido traído a traidor, foi vitima de crimes, se feriu inúmeras vezes, se viciou, ou seja, fez de um tudo neam? Agora seria uma boa  hora de descansar Sean e se eu fosse vc teria saido de férias por tempo indefinido e consideraria a aposentadoria, rs.

Mas a sua verdadeira relação na série foi com o seu parceiro e irmão, Troy. A relação de amor entre os dois foi realmente o que sustentou a parceria por todos esses anos. E não por comodidade, mas por amor mesmo, que é capaz de perdoar a maiores sacanagens feitas pelo seu parceiro. Talvez um amor exagerado demais, mas ainda assim, amor. Uma das melhores coisas da reta final da série foi o sensacional episódio com os dois resolvendo a relação no divã. Foi um dos melhores eps de todos os tempos de Nip/Tuck, sem grandes apelos, apenas diálogos sinceros de duas pessoas que se amam e se odeiam ao mesmo tempo. Coisa boa se se ver viu? Fikdik (7×06 Dr Griffin).

Fiquei emocionado com o seu final, acompanhado do seu novo filho (mais uma tentativa) e a caminho da sua nova vida, a qual ele tanto sonhou mas que nunca teve a coragem de abandonar o que já havia conseguido para seguir o seu verdadeiro sonho. Good luck Sean!

E por último o meu personagem mais querido ever: Cristian Troy! Höy! Ele sempre teve essa postura de demônio, sua presença era sedutora, encantadora, aquele que chega e atraí todos os olhares para si. Christian conquistava com facilidade e assim ele seguiu po essas 7 temporadas. Seu caráter sempre foi meio duvidoso, mas ele nunca negou ser quem era e nunca teve problemas com isso. Um personagem bem resolvido e disposto a experimentar, ainda mais ele que sempre foi um consquistador e sempre esteve disposto a realizar as suas fantasias a qualquer custo, daqueles que perde fácil o interesse em sua presa uma vez que a conquista. Típico comportamento masculino, rs

Mas além do seu poder de sedução e carisma, eu gostaria de ressaltar dois pontos fortes de seu personagem. Primeiro, a sua relação como pai do pequeno Wilber, que sempre foi a mais foufa possível. Me lembro de uma cena, onde Christian estava noivo de uma mulher, que ainda não havia conhecido o seu filho. No dia do primeiro encontro dos três, ela que tmbm era negra disse ao ver o menino pela primeira vez: Porque vc nunca me contou que ela era negro? E Christian diz: Porque eu nunca reparei nisso.

Tem coisa mais incrível do que isso? Um homem que para muitos se demonstrava sem sentimentos, se mostrando ser uma pessoa fascinante em uma cena que eu jamais vou esquecer. Achei lindo, de verdade. Se alguém tinha alguma dúvida se Christian seria capaz de amar alguém eu acho que essa é uma das maiores provas de que sim, ele era capaz.

E as suas conquistas hein? As cenas dos Dr Christian e suas várias mulheres sempre foram o ponto alto da série (soft porn feelings). Mas com o tempo elas se tornaram menos necessárias e foram desaparecendo. Não que Christian não fosse mais o mesmo conquistador de antes, mas talvez agora com o peso da idade e todos os dramas do seu personagem, esse lado dele tenha ficado em segundo plano. E como eles dois envelheceram ao longo desses 7 anos neam? Não que isso seja ruím, acho que envelheceram dignos. E o melhor de tudo isso é que como atores, o tempo só fez bem para o talento dos dois.

E eu não conseguiria pensar em uma melhor descrição para ele do que “ladrão de almas”. Era exaramente essa a sua habilidade e a sua maior vitima certamente foi Sean. Por quem ele era completamente apaixonado, amor de irmão, que foi o que no final das contas acabou abrindo os seus olhos para finalmente libertar a sua vitima para seguir o seu destino. Mesmo sabendo que um precisava do outro por perto, eles precisavam se libertar. Se sempre foram ótimos juntos, já estava na hora de descobrir quem eles poderiam ser longe um do outro. E o peso de sua decisão estava em seus olhos, mesmo para ele que não faz o tipo que demosntra facilmente o que esta sentindo. Seu personagem nasceu para permanecer sozinho, mesmo estando cercado de mulheres, ele era uma pessoa solitária e que vivia muito bem com isso, como ele mesmo disse no final da série. E o seu final não poderia ter sido melhor tmbm, que terminou exatamente como começou, sentado em uma mesa de bar acompanhado de um drink e sua nova presa. Pra mim ficou bem claro que no final, Christian era mesmo o diabo.

E ao som de “All I Know” de Art Garfunkel nos despedimos dignamente da série. Achava que eu não iria sentir tanta falta assim da série que já não era mais a mesma e isso é fato, mas mesmo assim eu me emocionei com o final e os seus abraços sinceros de despedida. (tears)

Talvez um dia acabe comprando tudo em DVD para assistir depois tudo de novo neam? Promoção feelings…

Mesmo assim, Thnks Ryan Murphy!

E foi triste mil ouvir pela última vez:

Tell us what you don’t like about us Mr Essy?

ps: meosonho aquele quadro com a palavra “Good” na cozinha do Sean, alguém? Alô Fox?

Posters minimalistas das nossas séries preferidas

Fevereiro 23, 2010

O trabalho incrível é do artista Albert Exergian, mas é claro que várias séries das nossas preferidas ficarm de fora do portifólio do arttista

Mas quem quiser dar uma olhada no trabalho completo dessa série de posters minimalista “Iconic Tv” é só sijogar no link (e dah até para comprar viu?)

http://www.blanka.co.uk/Art/Exergian/Iconic_TV/

Dia 14 têm Nip/Tuck! Yei!

Outubro 9, 2009

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Tah, é um Yei meio fraco devido a decadência da série, mas eu já criei uma relação afetiva com os personagens e por isso nem ligo e fico animadeeenho mesmo assim! Ainda mais pq essa será a 6ª e última temporada neam?

Coffee and Tv

Setembro 21, 2009

Todo mundo vive me perguntando o que eu ando assistindo na tv. Na verdade, na tv em si eu quase não assisto nada. só DVD mesmo. Então, resolvi fazer uma listinha das séries que eu estou assistindo no momento, e logo percebi que eu preciso me tratar…rs. Vamos lá então:

Grey’s Anatomy

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Descobri a série no começo da terceira temporada e viciei. Já assisti todos tmbm e espero ansiosamente pela 6ª temporada!

United States Of Tara

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Brilhante! É assistir o primeiro episódio para se apaixonar pela maluca da Tara. Esperando a segunda temporada, e que venha logo!

Californication

CALIFORNICATION

Acho muito inteligente, sério. Além de todo o báfu da série que é sensacional tmbm. Já vi todos e estou com os 2 primeiros eps da terceira e nova temporada.

Lost

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Preciso dizer alguma coisa? Ficou maluco com Lost, maluco! Terminei faz pouco tempo de rever as temporadas anteriores, mas deixei a 5ª para dezembro, pra ficar mais perto da estréia da 6ª e última temporada! Yei! Ansioso mil! Nada me deixa mais ansioso do que Lost!

True Blood

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Essa aqui todo mundo sabe que eu amo, mesmo com o final horroroso da segunda temporada, espero mais da terceira para o ano que vem hein?

Brothers And Sisters

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Meu novelão preferido! Adoooooro! Sério, pra que assistir a novela das 8 se temos B&S? Já vi todos tmbm e me divirto pencas nos episódios de festa. Rá!

How I Met Your Mother

HOW I MET YOUR MOTHER

A minha substitua para Friends! A série é sensacional e eu rolo de rir em todos os episódios. Tmbm já assisti todos os eps e prometo fazer uma maratona para reve-los em breve. E hj tmbm estréia a 5º temporada. Uma foufurice só!

The Big Bang Theory

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LOVE LOVE LOVE! Depois que eu descobri a série eu virei um compulsivo e assisti a todos episódios da primeira temporada em 1 dia eu acho, rs. Excelente, inteligente e com humor pra nerd…quer coisa melhor? Já assisti todos tbmm, e estou ansioso mil pq hj tem a estréia da terceira temporada! Yei!

Damages

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Incrível! Cada episódio é melhor do que o outro e só ajuda a me confundir mais e ficar cada vez mais aflito. LOVE! Já vi todos tmbm e estou esperando ansiosamente o começo da terceira temporada!

Dexter

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Meu herói! LOVE Dexter! Já assisti todos tmbm, a série deu uma escorregada na terceira temporada mas voltou incrével para a quarta, que eu já vi o 1º episódio. Ansioso mil por mais eps!

Chuck

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Fiquei muito preocupado com o quase cancelamento da série, mas ainda bem que Chuck foi salvo. Ainda mais agora que ele ficou todo fodão neam? Já assisti todos tmbm e estou esperando começar a terceira temporada

Nip/Tuck

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Eu sei que eu não deveria e já me decepcionei demais com a série, mas continuo assistindo neam? Ainda mais agora que já esta quase no fim. Já vi todos tmbm e estou esperando a estréia da 6ª temporada.

Hung

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Eu acho ótima, não chega a ser excelente, mas é boa. Acabei de assistir o final da 1ª temporada e achei ok. Nada demais, mas é diverteeedinho!

Skins

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Skins é minha série teen preferida de todos os tempos, bate qualquer uma ever! Eu gosto muito mais da primeira temporada, mas continuo assistindo mesmo assim e estou esperando a estréia da 4ª temporada ainda esse ano.

Gossip Girl

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Fiquei orfão quando The O.C terminou, mas logo me apeguei com Gossip Girl, já vi todos os episódios e estou aguardando o 2º da terceira temporada.

Nurse Jackie

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Já declarei por aqui o meu amor pela série. Terminei a primeira temporada e agora só me resta esperar pela segunda no ano que vem…

Party Down

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Estou assistindo ainda e prometo uma resenha. No momento estou no episódio 4 e a cada episódio que passa eu gosto mais ainda.

Felicitity

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Eu nunca fiquei tão feliz ever como quando eu consegui finalmente no meu “tivo” as 4 temporadas de Felicity. Vejo as vzs eu acho, ainda estou para frente do meio da priemeira temporada, mas essa eu assisto devagar propositalmente porque me lembra tanta coisa deliciosa ever (rs).Thnks JJ

Will & Grace

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Esse em dvd, já assisti todos os eps, mas estou revendo as temporadas aos poucos e ainda estou no meio da segunda, ou seja, ainda tenho mais 6 temporadas para me divertir pencas


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