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O meu sonho agora é pilotar um Viper em Battlestar Galactica

Fevereiro 4, 2011

Eu sei que o que eu vou dizer aqui e agora não é nenhuma novidade para qualquer nerd que se preze, mas preciso deixar registrado aqui no Guilt que Battlestar Galactica é muito, mas muito cool!

Demorei pencas para começar a assistir a série, muito mesmo. Preguiça, falta de tempo, aquelas desculpas de sempre. Anunciei no ano passado que eu começaria a assistir série, mas em um ritimo menos acelerado do que normalmente. Já vou adiantando até que eu ainda não terminei, acabei de chegar exatamente ao final da segunda temporada, onde a história ganha uma força inimaginável, pelo menos por mim.

Sinceramente, senti vergonha de mim mesmo por não ter assistido a série antes, fatão! Imperdoável!

A essa altura, estou completamente apaixonado pela tripulação da Galactica, por todos e sou completamente apaixonado e fã do Comandante Adama e da Presidente (ex)  Laura Roslin. Sem contar todo o resto da tripulação, que é sensacional.

Até chorei quando o Billy (uma espécie de assistente da presidente) acabou não seguindo em frente com ela em sua missão em busca da Terra. Chorei de novo quando ele foi busca-la em Kobol e chorei mais ainda quando ele acabou morrendo naquela cena idiota de briga na buatchy. E olha que ele nem era um dos personagens principais da trama hein? rs

AMO o Lee, mesmo ele sendo o certinho da turma. AMO o Helo, Höy! AMO o Gaius, mesmo quando ele me irrita profundamente com toda a sua filosofia! Mas quem eu amo mesmo é a personagem com quem todos os meninos  gostariam de ter uma chance e que todas as meninas querem ser: Starbuck!

Sério, ela é sensacional! Só nunca vou perdoa-la por não ter quebrado a cara daquela outra piloto meio mala que resolveu um dia começar a pegar no seu pé.

Depois de não ter aceitado o pedido de casamento do Billy (R.I.P) e ainda ter usado ele para fazer ciúmes para o Lee, torço pela morte da Dualla. Bitch!

E apesar do assunto parecer meio exótico para alguns, que não são grandes fãs de Sci-Fi como eu, Battlestar dentro do seu universo e de uma forma bastante inteligente trata de assuntos sérios como questões políticas, preconceito, religião e as relações humanas em geral e isso só colabora para deixar a série ainda mais especial. RECOMENDO em caixa alta!

Outro detalhe sobre a minha aventura em Battlestar Galactica é que eu morro de medo dos Cylons. Juro para vcs, morro de medo! Prontofalei…

Fora que é quase poético que na série a condição seja  ” A raça humana, longe de casa, lutando por sobrevivência”, não? Falando, ou nesse caso escrevendo, parece até meio clichê demais, mas garanto que na série estamos longe disso.

Juro que quando eu termino de assistir a um episódio, fico morrendo de vontade de me alistar para ser um piloto da Galactica, rs (na vida, eu só me alistaria para entrar em Battlestar Galactica, Star Trek ou em Star Wars e tenho dito!). Depois que eu comecei a assistir a série, as missões que eu recebia no meu jogo antigo, Spore (alguém aqui jogava?) fazem bem mais sentido. Aliás, saudade de jogar Spore (sim, eu gosto de jogos tolos com gráficos maravileeeandros e personagens foufos e dai?)

Como eu já disse, cheguei agora ao final da segunda temporada da série, que eu também assisti em tempo recorde (coisa que só acontece quando a série é muito boa mesmo) e desde já reforço o time que considera essa Season 2 como uma das melhores ever. Digna de ir para a prateleira especial. O que foi aquele final com a chegada dos Cylons em peso, dominando a New Caprica? Me-do!

Para mim por exemplo, agora faz todo sentido a obsessão dos meninos de Big Bang Theory com essa sensacional temporada de Battlestar Galactica. Mal vejo a hora de assistir com os comentários, rs.

Agora ainda tenho mais duas temporadas pela frente, que eu vou tentar ver mais devagar, mas eu duvido que consiga. E depois disso: Caprica!

Ansioso mil!


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