Posts Tagged ‘NY’

O Flynn e o Orlando Bloom em NY estão impossíveis no nível de foufurice, não?

Julho 15, 2013

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É, estão sim. (♥)

#TEMCOMONAOAMAR e desejar um sorvete igualzinho bem agora, mesmo com esse frio em SP?

 

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Procurando um apartamento em NY? Talvez seja bom dar uma olhadinha na vizinhança do Jake Gyllenhaal, hein?

Maio 2, 2013

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Que além de ter ele por perto, o que certamente é sempre uma visão (Höy!), cada voltinha na padaria para pegar o bagel quentinho do dia a dia depois de já ter comprado o cream cheese caro, pode ser um motivo de sorte para um esbarrão mágico e com sotaque inglês no Jude Law (Höy!) por exemplo…

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… ou um convite para um duéte ao lado do Marcus Mumford (Höy cantado), que ainda pode render uma session em uma garagem qualquer no final da tarde, dependendo da sua afinação, dotes com instrumentos e ou poder de convencimento. Quem sabe desse encontro acaba surgindo até aquela amizade de infância com a Carey Mulligan, que deve ter acesso ao figurino de “The Great Gatsby” e pode fazer esse nosso sonho se realizar no formato de uma montação mágica nos anos 20? Esse e o sonho de nos conseguir o telefone do Leo DiCaprio, só para a gente ligar e dizer rapidinho “Leo, we love you” e desligar morrendo de vergonha por voltar a ser aquele adolescente descontrolado do passado. (rs)

OK, agora me segura, porque acabei de lembrar que a Senhora Mumford muito provavelmente possa ter também o telefone do Michael Fassbender (que vai fazer uma nova versão de “Macbeth” no cinema, que já conta com a Natalie Portman no elenco também) e o meu nível de surto acabou de ser elevado ao seu grau máximo da falta de limites da imaginação para o que bem que poderia surgir desse contato físico + mental + espiritual + físico de novo… HÖY! (Alerta vermelho. Alerta vermelho!)

Sério, quero mudar para lá imediatamente. Tem um quarto sobrando, Jake?

Não, só o seu mesmo? Melhor ainda, rs… (e já pode ir liberando meio closet e umas gavetas que eu tô chegando. Deve ter espaço, porque além da cargo cáqui, ele só parece ter mais um par de calças verdes e alguns jeans, rs. E sim, eu não vou continuar a piada dizendo o que provavelmente estaria ocupando o resto do espaço, porque não quero magoar o Jake nunca)

#MINHACASAEMNYMINHAVIDAMAGICA

 

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Downton Abbey Season 4, o musical. Sim, isso mesmo, o musical

Abril 26, 2013

Deliciosa paródia realizada no 54 Below em NY, com atores da Broadway interpretando de forma deliciosamente deliciosa (inclusive interpretando o autor da série) o que eles acham que seria a Season 4 de Downton Abbey, depois dos acontecimentos todos da última temporada.

Meu momento preferido é aquele com a história da Lady Edith (estou rindo até agora) e quando o “Julian Fellowes” diz no começo que ligou para a sua mentora, Shonda Rhimes (Greysa) para tomar a decisão sobre o que fazer depois do final da Season 3, HAHAHA e #TEMCOMONAOAMAR?)

SENSACIONAL! (CLAP CLAP CLAP)

 

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Porque nunca é o Michael Bublé na saída do Metrô?

Abril 26, 2013

E é sempre alguém com aqueles speakers paraguaios tocando qualquer coisas meio assim, hein? (um dia desses um deles estava com uma espécie de tablet, fazendo o combo som & imagem do inferno. Sério)

Acho o Michael Bublé um foufo, do tipo que deve ser divertidíssimo sair junto e a cara do meu ex vizinho.

 

ps: alguns anos atrás, um violinista ficava na saída do Metrô Trianon (só que do lado de fora e no fim da tarde), tocando músicas pop, rock, moderna e toda vez que eu passava, colaborava com a sua arte (todo dia) e ele sempre começava a tocar uma música nova quando me via chegando. Nunca conversamos e nos comunicávamos apenas pela arte, mas eu AMAVA esse momento do meu dia e espero que ele tenha conseguido! (♥)

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What a girl wants? (Girls – Season 2)

Abril 5, 2013

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(para começar ouvindo essa faixa aqui, a qual responde a questão acima)

Uma garota sempre quer muitas coisas. Na verdade, todo mundo sempre quer muitas coisas. Mas o que fazer quando conseguimos atingir o nosso objetivo? E quando você descobre que o seu objeto de desejo não é mais tão desejável assim? Ou pior, continua sento altamente desejável mais uma vez que você o alcança, tudo muda e você não sabe muito bem como lidar com aquela nova situação?

Mais ou menos dessa forma, reencontramos com as nossas garotas preferidas do momento, elas que continuavam as mesmas, tentando sobreviver às incertezas de uma idade que se aproxima cada vez mais do futuro e mesmo assim, nós continuamos ainda não tendo muita certeza sobre o que vai ser dele (ou de qualquer outra coisa) e enquanto isso, vamos aproveitando um pouco mais para experimentar e tentar coisas novas enquanto ainda há tempo de não se sentir tão ridículo (algo que inclusive é importante manter, rs). NY também continuava a mesma de sempre, oferecendo o cenário perfeito para uma história como essa, cheia de possibilidades para se explorar e ao mesmo tempo engolindo sonhos na velocidade impiedosa de qualquer cidade grande, que parece nunca ter tempo a perder com ninguém. Mas Girls parecia diferente. Alguma coisa na série estava bem diferente do que já conhecemos da mesma, de sua adorável Season 1 até que recente, pela qual nos apaixonamos facilmente e nos viciamos quase que instantaneamente. Mas se os personagens e o cenário dessa história continuavam os mesmos, o que estaria tão diferente nessa Season 2 de Girls?

E essa diferença estava principalmente nas realizações de cada uma delas, que conseguiram alcançar parte do que parecia importante para cada uma durante a primeira temporada e agora chegava a hora de aprender a lidar com essas novas situações. Uma precisava conseguir um trabalho e se sustentar sozinha com a própria arte. Done (✓). A outra precisava colocar os pé nos chão e provar para ela mesmo que seria possível estabelecer uma relação com endereço fixo, pelo menos uma vez na vida. Done (✓). Havia também aquela que estava desesperada por um namorado, alguém para finalmente poder dividir seus momentos e quem sabe equilibrar a sua ansiedade e ao mesmo tempo, havia aquela outra que precisava se libertar do namorado que ela não conseguia mais aguentar porque estava sempre presente. Done (✓) e Done (✓). Claro que a vida dessas meninas não se resume apenas nisso, como a de ninguém se resume (e se isso está acontecendo com você, pode ter certeza que tem algo errado com a sua vida) e elas também tinham outros desejos além do óbvio. Alguns escondidos, algo que só fomos descobrir agora, quando passamos a conviver um pouco mais com todas elas e fomos nos tornando mais íntimos e outros estavam escancarados o tempo todo na personalidade de cada uma das personagens.

E agora que finalmente alcançaram parte dos seus sonhos, as meninas de Girls realmente pareciam não saber muito bem como lidar com toda aquela situação e essa sensação é tão honesta. Querer alguma coisa é natural para todo mundo, desejar muito algo que parece distante, quase inalcançável, todo mundo deseja. Mas as vezes fantasiamos tanto essa conquista que esquecemos da prática, de que na hora em que acontece, tudo pode ser bem diferente do que na teoria dos nossos sonhos. Sabe quando você encontra aquele artista ou pessoa que admira por algum motivo qualquer e que sempre quis estar perto e quando isso finalmente acontece, você não sabe nem o que dizer e a acaba reagindo de uma forma inesperada e provavelmente se arrependendo e ou se envergonhando disso logo depois? Então… acho que esse exemplo bobo serve bem para ilustrar o atual momento dessas garotas.

Girls recap It's Back

Talvez por esse motivo, essa Season 2 de Girls tenha sido tão recheada de momentos pouco eufóricos e muito mais profundos do que durante a anterior, apesar de se tratar de uma temporada de realizações para todas elas. A sensação foi a de que conseguimos atingir o nosso objetivo, tínhamos motivos para estarmos mais felizes do que nunca, mas não ficamos. E porque? Por isso também essa temporada pode ser considerada como uma temporada “experimental”, porque além de novas situações, experimentamos também novos sentimentos em relação àqueles personagens, que em tão pouco tempo se tornaram tão queridos, mesmo não sendo os mais engraçados da TV, ou os mais bonitos, algo que ainda parece ser relevante para alguns (o que eu acho e sempre achei uma grande bobagem, além de soar como um “preconceito velado” quase que escancarado). Dessa forma, acho que podemos dizer que a primeira temporada de Girls foi a nossa “fase inicial de namoro”, onde nos apaixonamos completamente e finalmente conseguimos conquistar o nosso alvo e essa Season 2 seria algo mais como aquela fase pós-começo de namoro, quando a realidade começa a ficar mais evidente e chega a hora de conhecer o outro mais a fundo, conviver com seus medos, falhas, defeitos e aceitar que ninguém é feito apenas de qualidades. Algo difícil para os dois lados, o de aceitar tudo isso e encarar que nem tudo é tão perfeito assim e também o de ter coragem de deixar transparecer toda essa verdade que muitas vezes preferimos deixar escondida, principalmente no começo de qualquer relacionamento.

Apesar das diferenças no tom da série, não podemos negar que esse equilíbrio entre o drama e a comédia sempre foi o seu grande atrativo, fazendo parte da sua mitologia desde o princípio. Girls pode não ser a série mais engraçada (embora tenha ganhado alguns prêmios por isso e todos merecidos por sinal), aquela que vai te fazer rolar no chão de tanto rir (algo cada vez mais raro hoje em dia), pode não ser também aquela série que vai te dar um banho de referências da cultura pop por segundos a cada novo episódio, mas mesmo assim, a série consegue ter seus momentos de pura diversão e isso explorando perfeitamente o cotidiano, o comum, o possível de acontecer na vida de todo mundo que um dia já se encontrou em alguma situação semelhante (o que é bem provável para uma maioria). Como não achar graça por exemplo, da Hannah demonstrando toda a sua teimosia em uma cena simples de higiene pessoal, com ela indo longe demais com o uso do cotonete e por consequência indo parar no médico por conta daquela situação embaraçosa, sozinha, sem ninguém para cuidar dela? (sabe quando ela quebra alguma coisa de vidro e não tem pai ou mãe para consertar o ocorrido? Um ótimo exemplo de um dos primeiros momentos onde você se dá conta de que realmente está sozinho) E a forma completamente cínica com que o médico conversava com a personagem? E toda a teimosia aparecendo novamente no final, com a personagem persistindo no erro, ilustrando perfeitamente o atual momento da sua vida? #TEMCOMONAOAMAR e ou achar graça? Sério?

Essa é a graça de Girls. Rir dos próprios problemas sem ignorá-los ou transformá-los em comédia pastelão (apesar de também se arriscar e com sucesso dentro desse universo, vide a Hannah cortando o próprio cabelo, inspiradíssima no curto da Carey Mulligan. Quem nunca?), mostrando que a gente pode até ter vontade de gargalhar depois, mas na hora, nada é tão divertido assim quanto pode até parecer. Há também quem reclame das cenas de nudez, dos excessos que a série comete dentro desse universo mais animador e muitas vezes constrangedor, mostrando os personagens em momentos bem realistas e altamente íntimos, com detalhes que normalmente a gente esconde quando resolvemos contar algo semelhante, mesmo para as nossas amigas mais intimas. Algo que a essa altura também parece tão irrelevante, porque quem ainda não entendeu que Girls é uma série da HBO, um canal a cabo que tem muito mais liberdade para mostrar o que quiser e ou ainda não se acostumou que Girls é uma série que “faz xixi de porta aberta” (sorry, não consegui encontrar uma definição politicamente correta mais adequada), hein? Realmente, não é possível entender o que uma pessoa que ainda não entendeu ou se acostumou com tudo isso continua fazendo enquanto sua audiência.

Mas agora precisamos falar de cada uma delas individualmente, elas que embora estivessem envolvidas em situações completamente diferentes, estavam todas enfrentando um momento bem parecido na questão de estarem experimentando algo novo, seja um novo sentimento, um novo amor, ou até mesmo uma droga nova. Novos sentimentos, novas possibilidades, cada uma dentro do seu próprio fundamento, tentando ou involuntariamente aprendendo algo novo. E esse é outro detalhe bacana de Girls, que consegue encontrar naturalmente essa ligação entre personagens tão diferentes, inclusive os meninos, dos quais nós falaremos depois, claro.

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De todas elas, Marnie (Allison Williams) foi quem mais surpreendeu de forma positiva durante essa temporada. A garota certinha, controlada e controladora acabou soltando os freios pelo menos uma vez e viu a sua vida despencar em uma velocidade assustadora, que ela mesmo quase que não conseguiu controlar. Com Booth Jonathan (Jorma Taccone), Marnie nos entregou um dos seus melhores momentos dentro da série, com ela finalmente perdendo totalmente o controle, se deixando levar e se entregando para alguém tão controlador e distante quanto ela estava acostumada a ser, se colocando exatamente no lugar do seu ex, Charlie (Christopher Abbott). Nesse simples detalhe, estava explicada toda a química que sempre existiu entre os dois personagens. Simples assim (e o detalhe da profundidade do Booth também foi bem importante para a história). Além disso, Marnie perdeu de vez o namorado, porque fez essa escolha durante a temporada anterior, se arrependeu logo em seguida, mas teve que amargar encontrá-lo constantemente com sua nova namorada. Tem situação mais constrangedora? Tem sim, mas certamente essa é um bom exemplo de uma delas. Outro momento importante para a personagem foi quando a sua relação de amizade com a Hannah foi confrontada de forma dura até, com ela tendo que ouvir que nunca foi uma amiga tão boa quanto imaginava ser. E isso nós sabemos que é verdade, embora ambas tenham suas falhas e complete perfeitamente a outra. E talvez essa tenha sido a grande descoberta da personagem durante essa temporada, a de que ela não era tão perfeita como imaginava ser. Aí descobrimos que Marnie não era apenas aquela cold bitch que nasceu para ser uma executiva em Wall Street mas estava se aventurando em galerias de arte em NY só porque achava “cool”, Marnie tinha sonhos, o sonho de ter uma vida incerta como artista, revelando só agora o seu desejo secreto de se tornar uma cantora. E que momento lindo foi aquela sua apresentação na empresa do boy magia agora rico por conta inclusive da relação complicadíssima dos dois? (não entendi até agora o porque que os hipsters da empresa torceram tanto o nariz naquele momento. Quer dizer, até entendi, mas não achei justo, porque a apresentação foi ótima!) E esse momento só não foi mais lindo do que a declaração de amor super sincera entre ela e o Charlie no final da temporada, com ambos sendo completamente honestos em relação aos seus sentimentos, nos entregando uma declaração de amor das mais lindas da TV. Pena que tudo isso talvez tenha sido prejudicado com a recente notícia de que por um desentendimento do ator com a Lena Dunham e os rumos de sua série, ele não estará mais no elenco da Season 3 de Girls, que começa a ser gravada em breve e está prevista para 2014. E isso logo agora (e só agora) que o seu personagem havia ficado mais legal. Humpf!

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Shoshanna (Zosia Mamet) também estava se sentindo uma garota realizada agora que não era mais a última virgem de NY e de quebra, havia descolado um boy magia para chamar de seu. Mas o seu maior sonho acabou se tornando um verdadeiro pesadelo, com a realidade da convivência e a rotina de uma vida a dois se transformando em algo muito maior ao que ela poderia suportar na atual fase da sua vida eufórica e cheia de sonhos. Para a sua personagem, sobrou o plot das grandes diferenças, com a Shoshanna sendo a euforia da juventude e o Ray (Alex Karpovsky) sendo o representante da amargura de alguém que teve os sonhos roubados pela própria idade a mais que ele carregava. E uma rotina que acabou acontecendo sem ela perceber, com o Ray ficando em sua casa sem pedir ou avisar, por se encontrar sem ter para onde ir. Se não fosse o detalhe de que ambos estavam apaixonados um pelo outro, algo que descobrimos ao mesmo tempo em que ela percebeu que ele havia ficado porque não tinha mais para onde ir, tudo seria uma grande sacanagem. Mas não foi (felizmente) e só assim percebemos que algo importante estava acontecendo entre aqueles dois. Algo realmente importante, só que na hora errada, com a Shoshanna querendo tudo e o Ray já se encontrando em um estágio da vida onde já não existe mais a fantasia de que tudo ainda é possível. Percebendo o atual rumo da relação, Shoshanna acabou se aventurando com outro e obviamente não conseguiu lidar muito bem com o peso da culpa após esse plot da infidelidade. Mas na verdade, apesar da imaturidade da personagem, ao contrário do que se poderia imaginar, ela não pareceu estar arrependida do que fez e sim “do porque fez”, algo que acabou pesando ainda mais, levando o casal ao final da relação. Apesar disso, a sensação que fica é a de que o Ray vai tentar ser aquele homem que a Shoshanna gostaria que ele fosse e que talvez ele mesmo também gostaria e só não achava que ainda seria possível. Veremos… (e #TEMCOMONAOAMAR ela saindo depois do break-up e ficando com um cara exatamente com o estereotipo que o agora ex descreveu anteriormente? Repito: quem nunca?)

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Agora, quem não tinha certeza de que o casamento da Jessa (Jemima Kirke) não duraria quase nada, que atire o primeiro bem casado congelado desde a cerimônia? Estava na cara que aquela relação, embora até que adorável (muito disso por conta do Chris O’Dowd, que é sempre ótimo. Höy!), não duraria nada. Jessa sempre teve um espirito livre demais para se apegar a alguém daquele tipo e a visão dela para os motivos que levaram o marido a se interessar por ela não poderiam ser mais claros. Óbvio que ele a enxergava como uma aventura, como se tudo que ele quis ser na vida e não conseguiu, pudesse pelo menos ser absorvido por osmose através convivência. Na verdade, ele parecia estar apenas interessado em alguém que tivesse melhores histórias para contar. Divorciada, em crise por ter que encarar a derrota de ainda não ter conseguido realizar a tarefa de se estabelecer em algum lugar, Jessa esteve visivelmente decepcionada com a própria falha, para nossa surpresa até, porque ela nunca nos pareceu ser esse tipo de pessoa. E o que a princípio poderia soar como um exagero para a mitologia da personagem, mais tarde descobrimos que vinha do exemplo que ela mesmo teve em casa, quando conhecemos o seu pai e descobrimos que Jessa, apesar de condenar o comportamento do próprio pai, nada mais fazia do que repetir o mesmo tipo de comportamento em sua própria vida. Um momento excelente, diga-se de passagem, com uma profundidade importante para a série e para o personagem, com ela se encontrando desolada ao perceber que o pai mais uma vez a havia abandonado (lindíssima aquela cena dela sentada no balanço com o pai). E como a personagem ainda não tinha maturidade o suficiente para lidar com a situação aprendendo alguma coisa com tudo aquilo (poucos adquirem esse tipo de maturidade tão cedo na vida), ela fez exatamente o mesmo que seu pai e abandonou a Hannah deixando apenas um bilhete, dizendo que foi ali comprar bagels fresquinhos e que voltava logo mais.

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Mas de todas elas, não tem como não reconhecer que quem mais “experimentou” em todos os sentidos foi mesmo a Hannah (a bola é minha e eu faço o que eu quiser, rs). Ela que até tentou emplacar um novo relacionamento, mas acabou não sendo muito bem sucedida, ainda mais tendo o Adam para cuidar, devido aos acontecimentos do final da temporada anterior e uma boa parcela de culpa da sua parte sobrando como consequência de tudo aquilo. Apesar de sozinha, Hannah parecia estar muito bem resolvida quanto a isso, se dedicando mais ao seu lado profissional, encontrando a possibilidade de escrever o seu primeiro livro. OK, um eBook, mas ainda assim, já era o seu primeiro passo literário e que além de tudo iria lhe render alguma coisa financeiramente. Mas sob pressão, Hannah acabou travando e não conseguindo realizar tudo aquilo que ela havia se comprometido a fazer e como efeito colateral dessa pressão toda, acabamos descobrindo um outro lado da personagem, que exatamente por esse motivo voltou a sofrer de um trauma antigo, trazendo a tona o seu nível de TOC avançado, que descobrimos que já havia sido tratado durante a sua adolescência, mas que dessa vez voltava para desestabilizar a coitada, em repetitivas sequências de ciclos de oito. Não sei se por sofrer de algo muito parecido (é, confesso, mas os meus vão até 10. Suck it Hannah Horvath), acabei me identificando completamente com esse plot da personagem e apesar de entender e dividir um pouco do mesmo problema (para se ter uma ideia, quando criança, eu gostava de ir ao supermercado com a minha mãe só para organizar o seu carrinho de compras. Sério, essa era a minha diversão, isso ou quando ela me “deixava” organizar a dispensa, rs), acabei achando divertidíssimas todas aquelas cenas com os surtos obsessivos compulsivos da personagem (o primeiro deles me fez dar gargalhadas compulsivas sem precisar do meu ciclo de 10 e ainda tem gente que acha que Girls não é uma grande comédia. O capeta está de olho, viu?) e nessa hora, não teve também como não achar deliciosa a relação que ela mantém com seus pais, com a mãe sendo extremamente rigorosa com ela sempre, forçando a filha a crescer a todo custo e o pai morrendo de preocupação e culpa ao perceber que a filha não estava nada bem e para ele não custava muito ajudar. (aliás, pelo pouco que conhecemos dos seus pais eu já acho que a Hannah tem muito dos dois)

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Dividindo o apartamento com o Elijah (Andrew Rannells) durante essa temporada, Hannah acabou ganhando uma dinâmica nova e adorável quando em casa, dividindo muito mais semelhanças com o antigo ex agora melhor amigo gay, do que todo o tempo em que ela passou morando com a Marnie, que  vamos combinar que mais parecia sua mãe do que amiga. Fato. E os dois viveram momentos ótimos juntos e obviamente que o melhor deles foi aquele “experimento” sugerido pelo novo chefe, para que Hannah encontrasse algum material mais interessante para escrever sobre. Uma sequência sensacional, ilustrando de forma bem real os absurdos e excessos que podemos cometer quando não estamos no nosso estado normal e aquela discussão entre os dois onde o Elijah voltou para o armário e contou que semi transou com a Marnie foi sensacional e a reação da Hannah não poderia ter sido melhor e ou mais honesta. Quem não se sentiria exatamente da mesma forma, apesar das circunstâncias e levando em consideração todo o histórico dos envolvidos, que atire o primeiro poster do George Michael, do Ricky Martin ou do Lance Bass, dependendo da sua geração. NOW! Aliás, acho que vale dizer que apesar de repetir algo bem próximo do que ele já vive adoravelmente em The New Normal (outra série que todo mundo deveria assistir), o ator Andrew Rannells foi uma excelente aquisição para a série e a boa notícia é que ele já assinou com a HBO e está garantido para retornar durante a já confirmada faz tempo Season 3. (Yei!)

Agora, o ponto alto dessa temporada foi um episódio que a princípio poderia parecer super aleatório (2×05 “One Man’s Trash”), mas que na verdade foi praticamente um desabafo da própria Lena Dunham, que nitidamente estava usando sua voz através do personagem para desabafar um pouco do que ela mesmo sentia naquele momento a respeito de todas as expectativas em torno do seu nome, que recentemente acabou se tornando algo gigantesco, com todo o destaque e reconhecimento (repito, merecido) que Girls andou recebendo da mídia e em quase todas as premiações. Episódio esse que contou com a magia mágica do Patrick Wilson (Höy!), vivendo o sonho do futuro da Hannah (e de boa parte de todos nós. Aquela casa dele então é exatamente a minha casa dos sonhos em NY e que eu sempre construo no The Sims e isso desde o The Sims 1. Sério), encontrando o homem perfeito na casa perfeita e que a fez enxergar que tudo que ela mais queria na vida na verdade era exatamente o que todo mundo quer: ser feliz e ter uma família, uma casa com a geladeira e os armários forrados com as coisas certas (rs). E forma com que a personagem chegou a essa conclusão, se sentindo desolada por ser tão comum, foi de uma honestidade absurda, algo importante para aquela situação (me lembro de sentir algo muito parecido quando cheguei a mesma conclusão de que na verdade, eu nem era tão diferente assim…). Sem contar que o episódio foi maravilhoso do começo ao fim, quase que como se ele tivesse sido inteiro inspirado nos filmes do Woody Allen, por exemplo. Aliás, acho que ele poderia ser exatamente um dos filmes do Woody Allen. (até a trilha que encerrou o episódio lembrava o seu fundamento)

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Episódio esse que ainda trouxe uma história excelente de bastidores, com várias pessoas usando o Twitter para fazer críticas no mínimo absurdas, sobretudo preconceituosas, dizendo que jamais uma menina como a Hannah (considerando seus próprios padrões de beleza) conseguiria despertar o interesse de um cara nível Patrick Wilson de magia. Um comentário preconceituoso e imbecil que não poderia ter ganhado uma resposta melhor no formato de um tapa na cara com direito a solitário de diamantes caros, com a própria esposa do Patrick Wilson se manifestando a favor da personagem e respondendo uma dessas pessoas cretinas no Twitter, dizendo que não só isso era possível, como ela que é casada com o ator, também era uma mulher que não se encaixava perfeitamente em um padrão de beleza que quem é inteligente sabe que não precisa ser regra para todo mundo. PÁ! E essa é uma crítica que vem sendo feita de forma cruel e pouco inteligente em relação a personagem na série e para essas pessoas eu só tenho a dizer que nada foi mais sexy durante essa Season 2 de Girls do que o corpo nu da Lena Dunham em meio àqueles lençóis de 180 fios egípcios na cama do personagem do Patrick Wilson, cheia de curvas e encarando lindamente uma cena de nudez, mostrando que a sorte e a beleza existe para todo mundo, basta você estar confortável com o que tem para oferecer e pronto, a mágica acontece. E a propósito, nada é mais feio do que o pensamento de que apenas corpos esculpidos em mármore a base de suplementos alimentares e outras substâncias, dietas da depressão ou gente com os dentes extremamente clareados, são as únicas pessoas que devem ocupar um espaço na TV. NA-DA. (irônico é procurar a imagem de quem diz esse tipo de bobagem e se dar conta de que em sua grande maioria, eles também não fazem parte desse padrão)

Bacana também foi ver que mesmo com a Hannah e o Adam (Adam Driver) já não sendo mais um casal, isso não acabou prejudicando o personagem dele, que durante a primeira temporada chegou com ar de sociopata, mas que perto do final acabou roubando os nossos corações todos com o seu nível adorável de foufurice. Confesso que esse era o meu grande medo em relação a essa dinâmica específica, uma vez que seria cedo demais para a Hannah se estabelecer com alguém definitivamente (considerando a sua idade e o atual momento da sua vida, seria até injusto), sem antes explorar novas possibilidades e também não seria nada justo com o Adam, se ele acabasse sendo descartado como se não fosse uma peça importante para o cenário mint (já disse que elas não são cor de rosa) dessas garotas. Aproveitando o seu personagem, ganhamos outro grande momento da temporada, com um episódio focado na perspectiva dos garotos, como se pelo menos uma vez, a visão mais importante e ou em evidência fosse apenas a deles. E foi ótimo ver o Adam e o Ray dividindo alguns momentos sozinhos, encontrando uma conexão quase que instantânea entre eles e a propósito, com uma química bem bacana também (mais até do que a do Ray ao lado do Charlie…), algo que deveria até ser mais explorado. Inclusive, esse foi um ótimo recurso que a série usou para demonstrar como pensam diferentes os meninos e as meninas, com eles resolvendo tudo de forma mais fácil, sendo apenas honestos e diretos ao ponto, sem rodeios, brigando quando achavam que tinham que brigar e se resolvendo até que facilmente e elas no final (Marnie + Hannah) optando por esconder a verdade em falsos sentimentos, não querendo dar o braço a torcer para a outra e fingindo estar tudo bem, quando todo mundo conseguia ver que não estava tudo bem. Só acho que esse episódio tinha tudo para ser mais corajoso e poderia ter ganhado uma tipografia na abertura bem de menino e ter sido inteiro focado neles, com elas apenas como figurantes ou nem aparecendo, algo que eu acho que seria bem bacana para a série. Pense nisso, Lena.

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E é impossível falar de Girls sem fazer um parágrafo inteiro para o Adam, que é um dos grandes personagens da série (Adam + Ray + Elijah + Charlie, nessa ordem para os boys). Ele que assim como elas, esteve experimentando novas possibilidades, que no seu caso poderiam ser resumidas ao momento em que ele se deu conta de que estava realmente apaixonado pela Hannah, que diferente do que aconteceu com a Marnie e o Charlie (onde ela descobriu o que queria depois de perder, naquele comportamento típico que conhecemos bem), Adam acabou ficando arrasado quando percebeu que talvez ele não representasse o mesmo que a Hannah representava para ele naquele momento da sua vida. Entre alguns momentos ótimos e alguns até assustadores que ambos dividiram durante a temporada, um dos meus preferidos foi aquele desabafo super honesto do Adam na reunião do AA, entregando o seu coração com o mesmo tom de honestidade que nós sempre encontramos em Girls, demonstrando uma vulnerabilidade que nós não imaginávamos encontrar em alguém como ele. Talvez nem a Hannah nunca tenha imaginado, visto ou conhecido esse Adam e espero que ele finalmente consiga apresentá-lo para ela.

Encerrando a temporada, tivemos todas as histórias encontrando suas resoluções e até para a Jessa, que esteve ausente nessa reta final, acabou sobrando um recado na caixa postal bem do malcriado porém super merecido da própria Hannah, no momento do ápice do seu surto, ao se encontrar prestes a ser processada por não conseguir entregar o seu livro conforme combinado e entrando em total desespero ao se dar conta disso. Um momento tragicômico para a série, que novamente foi o caminho escolhido para encerrar essa temporada experimental e muito mais profunda de Girls. Para quem aprendeu a gostar daqueles personagens, foi praticamente impossível não se emocionar com todos os acontecimentos do encerramento dessa temporada, especialmente com a declaração da Marnie para o Charlie mencionada anteriormente (e só por isso vamos conseguir lamentar a saída do Charlie da série) e principalmente com a Hannah ligando para o Adam em um momento de total desespero,  com uma cara de maluca adorável e seu cabelo picotado na tesoura sem ponta (rs) e ele não pensando duas vezes ao decidir sair correndo por NY, sem camisa, claro (e eu bem besta vibrando com o detalhe aqui em casa, de PJ e comendo sorvete, que é como normalmente eu assisto Girls e só não faço máscara de pepino porque dificultaria a experiência de assistir a série), pronto para resgatar aquela que ele descobriu que amava. Apesar do clima de comédia romântica onde já era possível prever o que estaria para acontecer, confesso que me encontrei chorando e sorrindo ao mesmo tempo, ridiculamente como vocês podem imaginar, gritando “Awww… ele correu atrás dela!”. Sim, eu fiz isso, não me envergonho e inclusive contei para a Lena Dunham no Twitter. Sério, procuram o meu histórico por lá. (rs)

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(Sorry Lena, mas tive que roubar essa imagem do seu Instagram…)

Um final até que bastante otimista para uma temporada bem mais profunda do que foi toda a Season 1. E essa profundidade pode até ter causado certo estranhamento para boa parte das pessoas que acompanham Girls, mas é como eu disse anteriormente, talvez essa temporada tenha sido realmente um teste para a nossa relação com a série, onde tivemos a chance de conhecer mais daquelas garotas e descobrimos um pouco mais dos seus defeitos, deixando o lado mais cool da história um tanto quanto de lado e mostrando que elas também ainda não estão preparadas para encarar suas derrotas, tanto quanto não estão preparadas para encarar suas realizações.

E se esse foi realmente um teste, posso dizer que apesar dos seus defeitos, continuo em um relacionamento sério e AMANDO cada vez mais Girls.

(e terminar dançando ao som da faixa acima)

ps: um sonho – trocar de camiseta com a Lena Dunham na pixxxta. Apenas. #IDONTCAREILOVEIT

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Queen Suri

Março 28, 2013

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Sabe aquela pergunta cretina e preguiçosa sobre onde você se imagina daqui dez anos?

Então, nossa imaginação pode ir longe em relação a essa projeção pessoal (penso em uma ilha distante, climatizada, marmorizada e com uma camada extra de protetor solar já em sua atmosfera, pelo menos 6 nomes da magia contemporânea e bandas disponíveis para ouvir ao vivo no quintal de casa quando eu achar mais conveniente), mas pensando na Suri, temos certeza que nesse cenário do futuro, ela estará sentada na escadaria do MET, com um tiara high-tech na cabeça e com pelo menos cinco escravas wannabe queen (e uma delas tem que ser uma das filhas do casal Brangelina, só para o sonho ficar ainda mais interessante e ter um plot twist, claro) trazendo o iogurte grago diretamente da grécia antiga, exatamente na temperatura ideal, sem tampinha e com -0,0% de gordura. Tudo isso exatamente com essa cara, que é como ela deverá encarar qualquer um dos pedestres que sonharem em pisar no seu degrau da escadaria do MET.

#VOLTEMDAQUIDEZANOS

 

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Broad City, a série que ainda não é série mas já é sensacional!

Março 22, 2013

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Na verdade, Broady City é um webserie excelente criada e protagonizada pela adorkable dupla Abbi Jacobson e Ilana Glazer (sério, sou completamente apaixonado pelas duas, que eu AMO/sou e desejo me tornar melhor amigo em 3, 2, 1!) que no passado chegou até a despertar o interesse da Amy Poehler (que participa de um dos seus episódios como ela mesmo e também será produtora da versão da série para TV), que na época ofereceu a série para o FX, mas que acabou não acontecendo naquela ocasião por um motivo qualquer. Tolos.

Até que o Comedy Central acabou se encantando pelo projeto e a genialidade dessas garotas (que são uma espécie de Louie na versão menina e ainda com 20 e poucos, tipo Girls) e decidiu transformá-la em série de TV, encomendando 10 episódios para uma Season 1. Na internet, a série já estava em sua segunda temporada, com alguns curtos episódios disponíveis, de aproximadamente 5 minutos cada (Season 1, Season 2), já antigos até, mas ainda não se sabe se eles serão aproveitados de alguma forma para o seu novo formato ou não. Existem também uma série de episódios ainda mais curtos do que o de costume (esses aqui ó), com ambas dividindo conversas animadas pelo Skype, com os assuntos mais improváveis e variados possíveis e que também são todos bem bacana.

E nessa cumplicidade da relação de amizade entre as duas está a maior força de Broady City, que tem como plot central justamente essa intimidade encontrada na relação dessas duas amigas, que aproveitam o seu dia a dia no Brooklyn em NY para abordar as situações mais comuns possíveis do cotidiano de todo mundo, sempre de forma extremamente bem humorada (com diferentes camadas, inclusive), explorando muito bem essa intimidade que ambas conseguem dividir sem fazer muito esforço, quase que naturalmente. Elas que de vez em quando são até confundidas com um casal, inclusive por seus familiares. (o episódio com as mães das duas é bem bom e todo pautado nesse plot)

A relação no trabalho, primeiros encontros, interesses em comum, magia, sexo, drogas, comodidade, intimidade, tudo aparece nos diversos episódios disponíveis online e são todos deliciosamente deliciosos, do tipo que é impossível tentar se conter e não acabar assistindo tudo de uma vez só, ainda mais porque eles são todos bem curtinhos e viciantes. (recomendo que não façam isso porque a crise de abstinência pode ser cruel e pesada)

Por enquanto, a previsão é que a série só chegue à TV em 2014, mas até lá, podemos conferir o que já foi produzido dessa webserie entre 2010 e 2011, que tem tudo para se tornar uma das futuras boas comédias da TV, ainda mais com essa ajudinha da Amy Poehler, na qual nós confiamos totalmente (e Abbi e Ilana conseguem provar já com a série online que também são engraçadíssimas). Abaixo, separei alguns dos meus episódios preferidos para quem se animar:

Essas são Abbi e Ilana no trabalho. Esse sou eu no trabalho. Sério, exatamente assim. Exatamente.

Nesse episódio, Abbi e Ilana enxergam a possibilidade de um encontro e eu duvido que vocês nunca tenham se visto exatamente nessa mesma situação.

Aqui temos uma forma super bem humorada de ilustrar as diferenças e semelhanças de cada uma delas quando separadas, que são extremamente diferentes, mas absolutamente iguais ao mesmo tempo.

Nesse episódio que tem a participação da Amy Poehler, ganhamos uma declaração de amor bem sincera para a cidade de NY.

E para encerar, temos esse delicioso season finale com cara de instalação de arte performática e que emprestou afetivamente a sua faixa de encerramento para a nossa última mixtape.

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Tina Fey e suas miniaturas

Outubro 26, 2012

Tina Fey e suas duas filhas, Alice e Penelope, caminhando em NY.

E o melhor de tudo é onde elas estavam indo: comprar bagel, claro!

Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (e como elas são parecidas, não? ♥)

 

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Cara de quem tem certeza que deitou todas no red carpet da vez

Setembro 21, 2012

Sabe quando vc tem certeza que saiu de casa com a sua melhor opção e dá aquele olhar de segurança que consegue atingir o infinito e além?

Então, é exatamente o que a Anne Hathaway deveria estar fazendo nessa hora no red carpet do NYC Ballet Gala, evento que homenageou o Valentino. #VAVAVOOM

Maravileeeandra! (e olha que a estampa + cor não são das mais fáceis e além de tudo, achei ótimo que ela não foi  óbvia e não de vermelho)

 

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Elementary minha cara Watson… Oh, wait?

Setembro 18, 2012

Elementary, série da CBS retratando a vida de Sherlock Holmes, agora em um novo endereço, NYC e também em nova companhia, que apesar do mesmo sobrenome, dessa vez veio com o gênero diferente. Claro que essa era a minha aposta certa de xoxo para os pilotos da temporada, uma vez que eu amo a Sherlock da BBC, mas antes de qualquer comparação (até se tornar inevitável), vamos falar apenas da nova série americana que acreditem, não é uma versão. (apesar dessa ter sido a intenção inicial, que foi muito bem recusada pelos ingleses indeed)

Um piloto até que bacana, parte disso por conta do elenco, que é realmente bem bom e já foi possível perceber a química entre os dois personagens. O que não acontece logo de cara, onde pareceu que a Dra Joan Watson da Lucy Liu ainda não tinha entendido exatamente qual era a sua função dentro daquela história, até que ela resolveu peitar o novo Sherlock Holmes e tudo começou a fluir mais naturalmente. (realmente achei que ela quase sumiu durante a primeira parte do episódio)

E o Sherlock Holmes do Jonny Lee Miller tem sim o seu mérito, uma vez que ele consegue ser bem diferente dos demais que ganhamos nessa nova safra (Downey Jr, Cumberbatch), principalmente se comparado com o personagem que gostamos tanto em Sherlock. A diferença está no seu próprio tom, que é bem diferente do Sherlock meio “autista” ou quase com “Síndrome de Asperger” da série inglesa, além de provavelmente ser uma vantagem de ter um bom ator como o Lee Miller nesse papel atualmente tão disputado, mas essa diferença parece estar também principalmente no ponto onde passamos conhecer a sua nova história, encontrando um Sherlock Holmes lidando com a rehab (aparentemente bem perturbado), praticamente fugido de Londres (e com o coração partido, claro e isso só pode ser coisa da Irene Adler) e tendo que se comportar para continuar tendo onde morar em uma das várias propriedades do seu pai em NY (acho que nessa versão não teremos um Mycroft e sim um papa Holmes), onde para isso ele precisa aceitar Watson como sua nova companion (e ela faz questão de se identificar assim… mais alguém acha que isso foi uma provocação direta para o Moffat?) para monitorar a sua recuperação.

Mas tirando as boas atuações o que nos resta é um procedural daqueles, que a CBS parece saber fazer muito bem para quem gosta do gênero. Confesso que como esse nunca foi o meu tipo de série preferida, a minha tolerância com o gênero é bem baixa, o que não significa que eu não consiga reconhecer quando alguma coisa realmente parece boa, como é o caso de Elementary.

Claro que agora vai ser inevitável não comparar o que acontece na nova série e o que acontece em Sherlock e isso fica mais do que evidente na forma como o caso misterioso do episódio é tratado. Tudo é muito mais corrido, obviamente, ainda mais no pilto que eles ainda precisavam introduzir os personagens de forma interessante e só poderia ser diferente mesmo em uma série como a inglesa, onde cada um dos seus três episódios por temporada é tratado praticamente como um filme, com 1h30 de duração por episódio, o que faz com que acabe sobrando tempo para reviravoltas e muito mais profundidade nos casos todos, além de todo o cuidado visivelmente maior com toda a produção de cada um deles.

Pelo menos a nova série me pareceu também se preocupar com a estética, para não acabar virando mais um CSI da vida, seguindo um mesmo padrão que eles já estão mais do que acostumados, mas isso também não dá para negar que eles tiveram que usar como referência a estética na série inglesa, que tem um cuidado absurdo com esses detalhes que enchem os olhos e que é parte do que a faz tão especial e diferente de qualquer outra coisa na TV atualmente, o que também seria uma covardia até mesmo pensar em uma comparação, nesse caso não só com Elementary mas com qualquer outra coisa na TV de hoje. Gostei bastante daquela primeira cena em slow motion do assassinato em si e esperava que eles fossem seguir essa linha, o que não foi exatamente o que aconteceu na sequência, mas que eu sinto que será um elemento que deverá se repetir na sua mitologia. (o que se não ocorrer, pelo menos deveria…)

Como fã da série inglesa e sabendo da atual rivalidade Sherlock vs Elementary, é possível perceber que eles estão pisando em ovos, tentando ao máximo fugir de qualquer coisa que possa levá-los a serem confundidos com a série da terra da rainha (que os ingleses bem avisaram que vão ficar de olho). Algo que eu acho bem bacana e consegui perceber nitidamente é que embora tenham o mesmo personagem principal, ambas as séries são produtos absolutamente diferentes, onde ganhamos uma nova versão para um personagem tão querido e tão explorado ultimamente. (temos três versões diferentes de Sherlock Holmes atualmente, contando também com o filme)

O que não chega a me animar a ponto de sentir vontade de acompanhar Elementary, apesar da ausência de Sherlock na minha atual agenda televisiva, o que faz bastante falta. Ainda mais sabendo que a Season 3 da série da BBC só volta no segundo semestre do ano que vem (SACANAGEM!), para o que possivelmente será a sua última temporada (SACANAGEM MAIOR AINDA). Talvez essa lacuna enorme me faça ver mais algum episódio de Elementary até lá, mas sem compromisso, só por saudade do personagem mesmo e talvez para lembrar o quanto a série inglesa é superior, rs. (#TeamSherlock)

E eu tenho uma pista: apesar de ter surgido um certo climão entre os dois por mais de uma vez no episódio piloto (o que eu acho um desperdício, pq o bromance Holmes/Watson sempre foi sensacional!) , nada me surpreenderia se daqui um tempo (talvez na finale) a Dra Watson acabasse se revelando lésbica hein? Nada me tira da cabeça que todo aquele seu interesse por baseball significa… (ou a pessoa que morreu e que ela visita no hospital foi seu “namorado”…)

 

ps: e para quem tiver alguma dúvida sobre qual time escolher nesse caso, aqui estão as minhas colaborações para engrossar o Team Sherlock, Season 1 e Season 2

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