Posts Tagged ‘Olivia Dunham’

Fringe Season 5, o promo

Agosto 21, 2012

Finalmente um promo com cenas inéditas e ao que tudo indica, importantíssimas da Season 5 (e última) de Fringe.

Só eu me arrepiei inteiro com os observadores chegando no parque, próximos da Etta?

Ansiosos?

Anota ae 28/09 (sim, só no final do mês também, humpf!)

ps: aliás, falando em parque, agora entendemos  mais do porque daquela cena antiga que começou um dos episódios da séirie, hein?

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Renovou! Fringe acaba de garantir sua Season 4

Março 25, 2011

Que notícia boa, não? Ufa!

Depois de mudar para as sextas, que é considerado o dia de fuzilamento das séries capengas,  de ter uma melhora em sua audiência (com um declínio comsiderável no último ep) e um certo suspense quanto a sua possível renovação, eles acabaram de confirmar que sim, nós teremos mais uma temporada ao lado de Walter, Peter e Olivia, Yei!

Animados? Eu fiquei bem animado, Yei! (dei até um griteeenho quando recebi a notícia de uma leitora, Smacks A.B)

E depois dessa sensacional Season 3, recheada de episódios sensacionais e deliciosos, nada mais do que justo uma Season 4, pelo menos neam?

Para comemorar, podemos assistir ao episódio inédito de hoje com sorriso de mamilo a mamilo, rs

Animado mil!

A sensacional volta de Fringe aos 80’s

Março 2, 2011

No último episódio indédito de Fringe (3×15 Subject 13) voltamos a 1985 , em  mais um episódio sensacional e revelador.

O episódio já começou tenso, com Peter ainda criança, desesperado e querendo voltar para casa (o outro universo)  em uma versão suicida, tentando acabar com a sua vida no lago congelado perto da casa da família, com direito a corda com pedra, amarrada no pescoço e tudo mais. Howcoolisthat?

Seis meses se passaram depois do sequestro e Peter continuava nem um pouco convencido de que aquela era de fato a sua família (espertão!) e Walter planejava devolve-lo, mas ainda não sabia como.

Do outro lado, o lado vermelho da força, vimos Walternativo tendo o seu casamento se acabando devido ao sequestro e a sua obsessão por achar uma resposta para o desaparecimento de Peter. Ten-so.

Honestamente? Um dos melhores episódios de Fringe ever ever ever! Na verdade, eu bem havia lido spoillers essa semana e já sabia que o episódio seria novamente nos 80’s, mas ver aquela abertura antiga de novo foi bem legal hein? Sinal de coisa boa pela frente, sinônimo de revelações importantes. Ahhh, que série boa hein?

Episódio cheio de referências, com um dos brinquedos que Peter escolhe na loja, a nave de Battlestar Galactica. Howcoolisthat?

E aquele quebra-cabeças impossível de ser montado, era o mesmo de Alias não? Aquele que no final, a filha da Sydney Bristol também conseguiu montar? Bem achei…

Mas além do drama do Peter e a família Bishop, tivemos algumas outras revelações muito importantes…

Podemos ver  Olivia, também na versão kiddo, ainda recebendo os “cuidados” das experiências de Walter, ao lado das demais crianças que também faziam parte do experimento. Cool!

Percebemos então que Olivia sempre foi meio triste e além de tudo sofria em um violenta relação com o seu padrasto. Algo que justifica muito do seu comportamento atualmente, não?

Acho que com esse episódio, eles tentaram também justificar um pouco do lado do Walter e o seu trabalho em experiências com crianças, algo que nós já vimos que até o Walternativo condena. Embora ele estabeleça uma relação de afeto com aquelas crianças, o que eu nunca duvidei, afinal Walter sempre foi um foufo, em seus experimentos e no desespero de reparar o seu erro com o sequestro de Peter, ele acabava se excedendo em alguns casos, em nome da Ciência, o que no final das contas parece justificável. (ou será que só eu, fã #1 do Dr Bishop, que acho isso?)

Falo isso porque achei um pouco cruel aquele experiência de ter colocado a Olivia sozinha no escuro , onde de repente uma luz se acende e o seu melhor amigo aparece coberto de sangue, aparentemente morto, dentro da mesma sala, que em seguida é tomada por um clarão e BANG! Olivia faz a sua viagem para o outro universo.

Tudo bem que depois descobrimos que tudo não passou de um truque, combinado entre Walter e o pequeno garoto para assustar Olivia e revelar a fórmula que possibilita o seu passo livre entre os dois universos: AMOR + TERROR

Ok, o susto foi justificado, embora ainda me pareça um tanto quanto cruel. Mas no fim, vc acaba entendendo Walter e por isso o perdoamos (isso e o fato dele ser puro carisma)

Tivemos nesse episódio também a volta de um icone importante em Fringe: as tulipas brancas. E que lindo aquele campo cheio delas, não? Tulipa é a minha segunda flor preferida (a primeira são as Margaridas)

E a maior revelação ainda estava por vir: Olivia e Peter se conheceram no passado. Howcoolisthat?

Sempre achei provável que isso tivesse acontecido e descobrimos que de fato aconteceu. E o interesse entre os dois já dava as suas primeiras pistas desde aquela época, no primeiro encontro, quase que uma atração inexplicável.

Tanto que devido a todo esse interesse de Peter e Olivia (principalmente dele), foi o que acabou sendo a chave para que ele conseguisse encontra-la após o seu desaparecimento (depois do BANG!, rs). E onde ela estava? No campo de tulipas brancas. Outra vez, Howcoolisthat?

Para quem não sabe, as tulipas brancas um dia já significaram na série que bem lá no fundo, Walter precisa ter alguma esperança além da Ciência, que é o que algumas pessoas procuram na religião e que para ele, tem como símbolo dessa esperança (ou fé) as tulipas brancas. Achei ótimo o detalhe, desde a primeira vez que elas apareceram.

No final do episódio, tivemos little Peter começando a se acostumar com as mentiras da família Bishop, o que com o tempo acabou levando sua mãe ao suicidio. E mesmo sem querer, Olivia acabou revelando ao Walternativo o verdadeiro paradeiro de Peter,  em uma de suas incontroláveis viagens do tempo. Muito, mas muito bom mesmo! Terminei o episódio e aplaudi de pé: Clap Clap Clap!

Só para não perder o costume de pegar no pé da Olivia: precisava manter o corte desde 1985? Precisava? Vamos dar um tapa nesse cabelo? Euri

Agora vou fazer uma mea culpa aqui. Eu que torci o nariz para a justificativa de que Peter teria que escolher entre as duas Olivias para salvar um universo e que comecei a achar muito bocó essa relação de amor entre ele e Olivia e todo o drama que ela estava carregando para a série, acabei achando muito bem justificado, com uma delicadeza absurda e maravileeeandr em Subject 13, que essa relação de amor é muito mas importante do que a gente imagina, ou talvez imaginava até então.

Não costumo gostar desse tipo de justificativa, mas nesse caso, com a sutileza e coerência que eles conseguiram contar essa história no episódio de Fringe dessa semana, acabei achando excelente e confesso que o coração no final do episódio anterior ganhou um peso ainda maior para esse blogueiro que aqui escreve. (♥)

E no momento, nada me deixa mais ansioso do que a espera por um novo episódio de Fringe toda semana, que a essa altura é a minha série querida do momento.

Still have feelings for her

Fevereiro 8, 2011

Trite mil, não?

E esse foi o recado que a Olivia recebeu no último ep de Fringe (3×12), sobre o que se passa pela cabeça do Peter

Parece que agora, o que ele decidir esta decidido. Se ele ficar com ela, o universo azul sobrevive. Se ele ficar com a FOlivia, sobrevive o vermelho. Dra-ma

Não sei se eu gostei muito dessa história, na verdade achei essa resolução simples demais e nem um pouco com o fundamento de Fringe, que é sempre baseado na ciência. Mas enfim, veremos…

Agora, a pergunta que não quer calar é: e se ele não quiser ficar com nenhuma das duas…hein?

Ainda acho que a Olivia tinha mais motivos para ficar com ciúmes quando o Peter se envolveu com a sua irmã no passado (lembram?), do que com a sua outra versão em vermelho. Mas fazer o que se eu ainda não me tornei roteirista da série…

Olivia Dunham virando “mulherzinha” em Fringe

Fevereiro 3, 2011

Não gosto do termo “mulherzinha”, mas acho que é apropriado para a atual condição de Olivia em Fringe (Season 3)

Toda com ciuminho bobo da FOlivia (adorei o novo nick, batizado por Walter, mas nada como Bolivia, que é o seu apelido no Séries em Série, rs) e a sua relação com o Peter.

Só ela não conseguiu entender até hoje que ele achava que era ela? To-la

Até a Astrid, que é a inocente da turma (ela me lembra a ovelha de Get Along Gang, rs) já disse isso para ela, mas até agora nada dela entender.

Sinceramente, acho uma mágoa muito grande para uma “traição com vc mesmo”.  Nem acho que foi uma traição. Eu ficaria até feliz nesse caso, pensem comigo: se o Peter é apaixonado por mim e mesmo podendo ficar com qualquer outra pessoa no mundo, ele acabe escolhendo eu mesmo, só que a versão do outro universo (enganado e achando que sou o “eu” que ele conhece bem), isso só poder significar uma coisa neam? LOVE!

Se mesmo não sendo eu, ele acabou ficando comigo (confuso…), é porque ai tem neam? Será que eu sou muito moderno ou a Olivia é quem é a caretona?

Sem contar que esse papel de mulher frágil e insegura não combina com a alma de Kate Marrone de Olivia Dunham, não?

Volta a ser durona Olivia! Joga o Peter no sofá, só pra ver no que vai dar! (AMO rimas infames)

Mas essa Season 3 de  Fringe continua sensacional, não? Estou AMANDO!

Peter tendo o seu lado obscuro revelado, eliminando os metamorfos e com uma atuação perfeita do Joshua Jackson (que eu gosto de chamar de Peter Pace, rs. Höy!), Clap Clap Clap!  Realmente nesse último episódio ele foi ganhando sutilmente um lado mais obscuro que vc começa a notar nos detalhes de cada cena. Cool!

Walter tentando recuperar as suas memórias e quase se transformando em um chimpanzé? Euri

Mas já estou com saudades do universo vermelho. Agora fico curioso em saber como eles estão lidando com as informações que a FOlivia conseguiu por aqui durante a sua passagem.

E a participação do Christopher Lloyd (que se vc não sabe quem é, por favor não me dirija a palavra hein?) no penúltimo ep hein? Cho-rei! Cool!

Episódio muito esclarecedor por sinal, revelando os efeitos colaterais do sequestro do Peter no Universo e a sua relação com os Observadores. Achei excelente!

Sinceramente, uma das melhores séries de Sci-Fi ever!

Dizem que a audiência melhorou, depois que eles foram para as sextas, o que me da muita esperança de pelo menos mais uma temporada. Pleeease!

Fringe, a série por trás de uma mente brilhante

Novembro 17, 2010

Antes de mais nada, eu novamente me arrisco em dizer que Fringe é o trabalho mais completo e quase perfeito de J.J. Adams (sorry Alias, Felicity, Lost who?)

Depois de mais uma maratona (que cada vez ficam mais longas pela falta de tempo), cheguei ao final da Season 2 da série e o que mais se passa pela minha cabeça quando eu penso em Fringe é: puta série boa hein?

Coisa phina, fico só pensando nos custos de toda aquela produção. Mas isso não é problema meu, rs

Durante a Season 1, começamos a entender que aqueles casos exóticos que apareciam em cada episódio, faziam parte de algo maior que ainda iríamos descobrir. Ao final da temporada, descobrimos uma nova possibilidade, um novo universo, o tal universo paralelo de Fringe.

Em vermelho ele se abriu diante de nossos olhos pela primeira vez, tendo Olivia com sua visitante. A vista era a da cidade de NY, porém com algumas alterações. Sensacional!

Durante o começo da Season 2 vimos Olivia ainda presa nesse outro universo, tentando entender um pouco mais das suas habilidades por meio do seu encontro com William Bell, resultado dos experimentos do Walter. Afinal, o que estaria ele (Walter) querendo com tudo aquilo?

Walter diz que ele esperava criar um mundo melhor, mas talvez não tenha pensado direito nas consequências de onde a sua mente brilhante poderia leva-lo e consequentemente, levar a todos nós.

Pausa para lembrar da cena em que Olivia volta do universo paralelo, voando contra o vidro de um carro (de dentro para fora) que estava sendo investigado por um acidente de trânsito. E detalhe, segundos antes o carro estava vazio. Me-do!

Depois veio o drama da Olivia em tentar se lembrar das coisas, manca e meio perdida… hmm mmm, com isso eu achei que a temporada ficou meio lenta demais, fato. Precisava de uma temporada inteira para voltar ao universo paralelo? Poxa vida hein? E foi assim durante metade dela, pelo menos…

Tudo bem que a Olivia estava em crise, tentando entender e se recuperar de sua volta ao seu universo, mas mesmo com todas as justificativas para isso eu achei bem devagar.

Mas o melhor de tudo isso, é que mesmo que seja lenta essa trajetória entre o entendimento dos personagens até a exploração de novos cenários (como no universo paralelo por ex), o melhor é que parece que desde o princípio os caras pensaram exatamente onde a história poderia chegar, ou talvez até onde eles queriam nos levar. Isso aparece no roteiros, na forma com que ele nos apresentam a história e tmbm na relação entre tudo que acontece em cada episódio (os casos exóticos)  com a trama central da história.

O que tmbm eu acho admirável em Fringe é a coragem que eles tem em se arriscar e durante essa Season 2, pelo menos em 2 eps isso ficou bem claro. Tivemos um sensacional episódio de flashback, que se passou no ano de 1985 e que foi o episódio responsável por esclarecer a história de Peter, que é o grande mistério da vez (durante a Season 1 esse mistério ficou por conta da Olivia). E que história hein? E o segundo episódio arriscado dessa temporada foi o episódio com a “viagem” do Walter, divertido mil.

Walter de volta ao passado, no ano de 1985,  atravessando o universo para levar a cura ao seu filho do outro universo, em uma tentativa quase  que de salvar pelo menos uma das possibilidades de vida do seu filho (já que o seu filho do universo real já havia morrido e o do universo paralelo ainda tinha alguma chance de vida). E a pergunta que não quer calar: quem não teria feito o mesmo? Hein?

Mesmo não tendo sido essa a intenção inicial das atitudes de Walter, seria quase impossível  aquele pai devolver a segunda chance de viver ao lado do seu filho…dra-ma. Sinceramente eu não sei o que eu faria… Mas foi um crime tmbm e é claro que teria consequências, só acho que nem ele e nem nós como telespectadores conseguimos imaginar quais. E a cena em que a Olivia percebe o “brilho” do Peter, indicando que ele pertence ao outro universo, por mais que eu já até esperasse, foi algo emocionante.

Depois desse episódio sensacional do flashback, que ainda contou com uma abertura como se tivesse sido feita naquela época (1985), tivemos o episódio no qual Walter precisa contar a verdade para Peter e o meio escolhido por ele foi uma carta. Esse não fez parte dos episódios corajosos de Fringe, mas eu acho que vale a pena mencionar porque foi mesmo um episódio sensacional e  cheio de metáforas. Nele podemos observar Walter pela primeira vez admitindo que ele tmbm é um homem de fé, embora esse traço não apareça em sua personalidade (me-do da fé vencer a ciência como sempre, humpf!). Adorei como ele foi tão específico ao pedir um sinal para Deus, de que ele teria feito a coisa certa com Peter e mais tarde no mesmo episódio, por meio da ciência  e de suas invenções, ele ter finalmente recebido a sua tulipa branca como resposta. Na minha opinião, um dos melhores episódios de Fringe ever!

Walter Bishop, a mente brilhante por trás de Fringe,  mesmo com toda a sua parcela de culpa nessa história toda continua sendo o meu personagem preferido. A sua relação foufa mil com Astrid e a vaca Gene, a cumplicidade com sua parceira de laboratório é algo quase que de pai orgulhoso para filha prodígio. O que foi o episódio em que ele se perde em Chinatown e depois reaparece e descobre que ela foi ferida por “sua culpa”, hein? Leeeandro!

Agora, a história de amor em Fringe esta mesmo entre Walter e o seu filho Peter, não? Mesmo com todo o climão que rola entre Peter e Olivia (nem tanto assim tmbm), essa outra história de amor (um outro tipo de amor é claro) eu confesso que me atrai mais. E toda a carga dramática que os dois carregaram durante essa Season 2 só ajudou a nos deixar ainda mais envolvidos com a história desses dois. Quando Walter, quase já no final da temporada, recebeu a notícia de que seu filho havia partido sem deixar rastros, ver aquele homem desabar em apenas um olhar, foi algo que me deixou completamente emocionado. Clap Clap Clap John Noble!

No final da temporada tivemos uma sequência de episódios sensacionais e outro que eu gostaria de destacar com o segundo episódio corajoso da temporada, que foi o episódio do sonho psicotrópico do Walter (rs). Em forma de “musical”, com figurinos de época e um clima meio “Dick Tracy” no ar, o episódio 2×20 Brown Betty foi outro desses episódio corajosos, em que o J.J. mostra que não tem medo de se arriscar. E em forma de metáfora ele utiliza a personagem infantil da história como desculpa para que Walter (sempre ele!) crie uma história de ficção e fantasia (mas na mente de Walter, baseada na realidade é claro)  para entreter a menina enquanto sua tia (Olivia) procura por Peter.

O que foi o Walter cantando Tears For Fears? Ro-lei

Don’t take my heart, don’t break my heart

Don’t, don’t, don’t throw it away

Um episódio lindo, mesmo que para alguns possa até parecer meio sem sentido ou desnecessário, mas que na minha visão, da forma como foi cuidado, fez todo o sentido. E adorei a desculpa do Walter estar “colocado” para executar o episódio. Well done!

O fina da temporada nos levou de vez para o outro universo de vez, com os dirigíveis e a abertura em vermelho em um final de temporada dividido em duas partes. Tivemos tmbm a excelente dobradinha entre William Bell x Walter Bishop, que foi bem divertida. Adorei a mágoa do Walter se manifestando quando ele viu o seu ex parceiro de laboratório pela primeira vez em muitos anos e soltou um: noto que vc envelheceu, humpf! (euri)

Assim, conhecemos finalmente esse novo universo e observamos pela primeira vez as cópias de alguns personagens: a  Dark Olivia, de cabelos escuros e franja, que mesmo mantendo a pose de durona, em quase nada lembra a Olivia do outro universo. E o Walternativo, a versão dark side (pelo que eu entendi dos seu planos) do Walter. Descobrimos tmbm que desde o “sequestro” do Peter alguns acontecimentos catastróficos aconteceram nesse outro universo e parece que eles creditam todos essa culpa ao Walter, como consequência de seus atos. E o que são aquelas quarentenas? Me lembrei que durante a Season 1, rola um caso parecido, com aquele mesmo tipo de efeito que eles usaram para ilustrar a quarentena do outro universo, um dos meus casos preferidos visualmente (do episódio do ônibus), por isso adorei que ele tenha voltado para a série.  E ainda tivemos Peter de volta ao universo azul, mas será que ele vai perdoar o Walter?

Não ficou muito bem claro qual a verdadeira relação entre o que Walter fez com o que aconteceu de ruim no universo paralelo, mas eu preciso dizer que eu tenho medo do Walternativo e acho que ele esta mentindo, fatão!

Dizem que as viagens ao universo paralelo são constantes na Season 3 (que atualmente esta no ep 3×06), intercalando um episódio em azul (universo real) e o outro em vermelho (universo paralelo) durante a temporada, algo que eu achei interessante. Veremos o que vai dar…

Antes de iniciar a nova temporada, preciso dizer só para finalizar, que Fringe foi a série que melhor resolveu essa questão de universos paralelos até aqui. Tão bem cuidada, tão coerente, mesmo com tantos absurdos e coisas que nós não conseguimos entender. Falo isso só para poder dizer novamente:  Chupa Lost!

Fringe, uma série bem da genial

Outubro 14, 2010

E por genial eu posso resumir dizendo apenas um nome: Walter Bishop!

Sério, eu acho que já provei para vcs que pelo menos de séries de tv eu entendo não? Pois bem, achei Fringe sensacional!

Quando Fringe apareceu em meados de 2008 eu decidi ignora-la, fatão! Mesmo tendo a assinatura do J.J. Abrams, mesmo tendo como divulgação essas imagens enigmáticas que eu achei bem maravileeeandras na época do lançamento, eu decidi mesmo assim ignora-la. Isso porque a essa altura nós ainda estavamos com os olhos grudados em Lost e eu não precisava de mais uma série para me fazer enlouquecer com teorias mil e devido aos spoillers eu já previa que isso tmbm aconteceria em Fringe.

E antes eu tivesse voltado toda a minha atenção para o Walter, do que ter prestado tanta atenção no Jacob e suas teorias furadas da ilha da cachoeira mágica e dourada. Humpf!

Até que Lost terminou esse ano (e nada bem na minha opnião…) e eu fiquei carente de uma série que mexesse com a minha cabeça como Lost fez nos tempos de glória do seu começo. Me apeguei a Breaking Bad, Mad Men, que são sensacionais e eu tmbm recomendo e já disse isso por aqui mais de uma vez até. Mas um buraco na minha agenda televisiva ainda pedia por algo mais misterioso, mais intrigante. Foi quando eu encomendei do Paolo Torrento os episódios de Fringe. Sábia decisão!

Comecei a assistir a série me achando completamente burro e tapado diante de toda a genialidade do Walter e o seu filho tradutor da sua mente exótica, o Pacey! (sorry Joshua Jackson, mas vc é e sempre será o Pacey pra mim). Tanto conhecimento, tanta ciência, que coisa boa não?  E isso me agradou muito, fato. Tudo isso porque eles explicam por meio da ciência todos os fatos exóticos e absurdos que acontecem em cada episódio da série. Mas é claro que trata-se de ficção neam? Então, não se animem no laboratório crianças… (mentira, se animem sim e criem uma máquina de teletransporter pelo amor de Cher!)

E isso me fez lembrar de uma pequena passagem da minha vida, se vcs me permitem mais uma das minhas histórias Guilt:

A de Anta

Além de matemática, eu sempre gostei muito de ciências tmbm. Me lembro no colégio, uma prova temida de Biologia, sobre “ervilhas”, que a professora (mais temida ainda) fez questão de imprimir em verde, por pura apologia ao terrorismo estudantil, rs.

Super complicada, era a última prova do ano e a pior de todas. Terminei aflito e convencido que teria me ferrado completamente na prova. Na semana seguinte, no dia em que sairia o resultado, já fui preparado até a escola para estudar para a recuperação, com todos os meus livros e anotações em mãos.

Foi quando a tal professora (Sandra!), me barrou na porta da sala e perguntou: o que vc esta fazendo aqui meu rapaz?

Respondi que estava lá pq achava que a minha nota teria sido baixa na prova e blah blah blah, quando a professora sorriu, entregou os resultados de todos os alunos, menos o meu e disse que tinha mandado emoldurar a minha prova porque eu tinha sido o único aluno na sua vida que tinha tirado nota máxima na sua prova (A+!). Detalhe, a professora era toda metida a comediante e escreveu ao lado do meu “A” a palavra “Anta”. Euri!

 

Anyway, continuando o assunto Fringe, do outro lado, do lado da lei, temos a policial ala Kate Marrone metida a durona, a agente Olivia Dunham, que desde o começo eu desconfiava que ela estava sempre na pista certa com muita facilidade. Para minha grata surpresa, ao decorrer da série tudo é  explicado e vc passa a entender o porque dela estar sempre no caminho certo e ai tudo passa a fazer mais sentido. Muito bem!

E isso é o que diferencia Fringe das demais séries do gênero, as coisas são explicadas, sendo satisfatória ou não as suas respostas, nada fica sem ser respondido. Como é bom ter respostas não? Alô, produtores de Lost? Argh!

Melhor do que isso é que os mitos que existem em Fringe são ainda mais absurdos do que tivemos em Lost por exemplo e mesmo assim, vc não precisa ficar ansioso por respostas, pq na hora certa elas virão, pode confiar!

Sem contar que tudo na série é muito bem cuidado, coisa phina e bonita de se ver, começando por aquela tipografia que eles utilizam para demonstrar onde estão, geograficamente falando. Cool! Tem o caso do episódio, que tem começo, meio e fim e que geralmente avança o telespectador a um passo a frente na investigação maior que é a grande temática da série. Os casos do “Padrão” e o universo paralelo…aqui sim um universo paralelo que me parece digno (digo isso pq terminei apenas a Season 1 e acabamos de chegar do outro lado, tenso…)

Agora, John Noble na pele do Dr Walter Bishop sempre rouba a cena, fatão! O cara é simplesmente sensacional! Além da mente brilhante por trás de um cientista maluco e desmemoriado, ele ainda carrega um humor inocente, que é uma delícia. “Olha, acabo de ter uma ereção!”  diz Walter, em um dos seus momentos de sinceridade inocente e eu, como telespectador ro-lei. Estou muito apegado ao Walter, confesso, queria tê-lo como  meu mentor (e por isso me lembrei da professora Sandra de biologia. Smacks querida!)

E o fato do seu personagem ter passado anos em uma clínica para pacientes mentais, ser  um homem que tem um conhecimento fora do comum e com o detalhe de ter perdido a memória, eu sinceramente acho genial!

Peter tmbm esta ótimo (o Pacey, ou o Joshua Jackson, rs), sempre com um comentário sarcástico sobre os hábitos nada convencionais do seu pai e é outro que tem um QI altíssimo, o que talvez ainda se explique ao longo das próximas temporadas. Mas talvez seja pura genética boa mesmo, rs

Ele tmbm apresenta um figurino cool, o mais legal da série (coisa que não é o forte do J.J.), com peças clássicas, bem cortadas e mais ajustadas ao corpo. E  a série ainda ganha uma tentativa de trilha bacana a partir da metade da temporada. Só eu achei bem cool a cena do strip club com a Olivia dando o seu beijo lez ao som de Lady Gaga? Moderno não?

Para apontar um defeito na série, que eu sinceramente achei quase perfeita e talvez seja o trabalho mais coerente do J.J., eu diria que eles não são muito bons no quesito suspense. Digo isso porque logo de cara eu percebi quem eram os vilões da trama, assim como a história do Peter e aquela cena final que tinha tudo para ser mais impactante, com Walter no cemitério e pra mim pelo menos não foi. De alguma forma eu senti que tudo aquilo já havia sido dito no episódio, como se eles deixassem escapar esse pequenos detalhes que fazem toda a diferença quando falamos de “suspense”. Por exemplo, vc começa a entender o que esta acontecendo com Olivia porque tudo é explicado de uma forma ou de outra, vc sabe quem é o bad guy e sabe o que ela deve fazer. E com isso, é só ficar esperando para que ela cumpra a sua missão.

Confesso tmbm que no começo da temporada eu achei os casos mais apavorantes, fiquei impressionados com vários deles (pra falar a verdade, com medo!). Do meio para o final, tudo vai ficando com menos cara de “terror” e vai se tornando mais “leve” eu diria. Mesmo assim, a qualidade dos efeitos e a fotografia da série é muito superior ao que estamos acostumados a ver na tv, com episódios muito bem cuidados. Clap Clap Clap produçán!

Gosto muito da Olivia, mas acho ela meio fodona demais. Espero ve-la um pouco menos competente, acho que posso assim dizer. E já ouvi spoillers sobre um lado negro da sua força. Veremos!

Acabei agora a Season 1 e já vou começar a ver a Season 2 na sequência para conseguir acompanhar depois os episódios da Season 3 junto com a tv americana. Dizem inclusive que a série esta meio fraca de audiência e talvez essa seja sua última temporada. Não sei se o  padrão de qualidade se repete nas demais temporadas como foi na primeira, mas se for assim, espero que tenhamos uma final digno e nada parecido com Lost. Que a ciência leve a melhor, pelo menos dessa vez vai?

Bem, até aqui, Fringe atendeu ao meu pedido de “chega do homem de fé” sempre levar a melhor no final das contas e pelo menos aqui, parece mesmo que  eles apostam muito mais no homem da ciência. Well Done!

Para finalizar, eu queria dizer que é sempre um prazer sem tamanho ver o Sr Leonard Nimoy ( o Spock de Star Trek original) na tv novamente, mesmo que seja nos últimos segundos do último episódio da temporada. E eu bem lerdo já sabia que ele faria parte do “elenco” da série de alguma forma, até dei essa notícia aqui no Guilt, mas nem me lembrava disso até que, para minha surpresa ele apareceu e eu dei um pulo da cadeira e fiz o sinal clássico do seu personagem em Star Trek na mesma hora (o meu preferido ever!). Live long and prosper!

Série que merece ir para a minha prateleira especial, fatão!

 

ps: adorei o fato deles terem feito piada com o tema Star Trek + Spock em um dos episódios, gostei do bom humor.


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