Posts Tagged ‘Once Upon A Time’

Once Upon A Time, a série que foi traída pelo próprio fetiço

Maio 31, 2013

ONCE-UPON-A-TIME-Season-2-Poster-Magic-is-Coming

No caldeirão de feitiços de Once Upon a Time parece que alguém acidentalmente jogou alguma coisa (ou algumas) que não deveria e o feitiço acabou literalmente virando contra o feiticeiro. E não foi uma feitiço qualquer, foi algo verdadeiramente forte, capaz de nos fazer questionar seriamente e quase esquecer do porque que acabamos apaixonados pela série durante a temporada anterior.

OUAT chegou totalmente desacreditada, com a gente achando que a série seria completamente meio assim, justamente por lidar com um tema que é praticamente sagrado e que de um jeito ou de outro, faz parte do repertório de quase todo mundo. Mas em pouco tempo durante a sua Season 1, a série consegui provar seu valor nos mostrando o quanto eles conseguiam ser corajosos o suficiente para nos mostrar histórias que todos nós amamos, mas dessa vez recebendo uma linguagem diferente, encaixando elementos  novos na história e que não feriam o que já existia e ao mesmo tempo colaboravam para deixar tudo mais novo e interessante. Aquela fórmula de um personagem encantado novo sendo descoberto a cada episódio (mesmo que a novidade não tenha acontecido em todos os episódios, com algumas reprises dos personagens principais) parecia ser o caminho certo e talvez o ideal para que esse tipo de história fosse contada. Claro que também não dava para ficar preso apenas a uma fórmula e para a Season 2 já era de se esperar algumas mudanças e ou novidades, mas pelo menos eles deveriam saber que esse era um dos caminhos mais certos a se seguir dentro da proposta da série.

Embora a nossa empolgação e a surpresa das novidades encontradas em histórias que a gente achava que já conhecia, uma reclamação que já havia surgido desde a Season 1, foi o fato deles não terem conseguido resolver muito bem o lado real da história em Storybrooke, onde essa versão não encantada da história acabou ficando completamente sem forças quando comparada a parte mágica e devidamente encantada da trama. Desde sempre, percebemos que o lado de lá era bem mais interessante e Storybrooke precisava reagir de alguma forma para conseguir nos manter interessados nessa parte da trama. E com os acontecimentos do final da primeira temporada, algo já nos dizia que a partir daquele momento, talvez fosse necessário passar mais tempo na parte real da história e isso, sem que os ajustes necessários fossem feitos, certamente se tornaria um problema durante a Season 2. (confirmou!)

E essa season finale parecia que estava prestes a ganhar uma resolução interessante quando vimos aquela nuvem purple tomando conta da cidade, uma nuvem mágica que trouxe de volta as memórias de todos os personagens da série, que até então viviam suas vidas na pacata cidade, sem conhecer suas verdadeiras identidades e ainda nos trazia a promessa de que a mágica estaria de volta. Magic is coming… Naquele momento que encerrou a Season 1 de Once Upon A Time, ganhamos a esperança de que agora, com a mágica presente também em Storybrooke, tudo poderia ficar bem mais interessante por lá, algo que poderia facilmente trazer um melhor equilíbrio entre os dois lados dessa mesma história.

Mas não foi exatamente o que aconteceu e aparentemente, aquela nuvem da magia não passou de uma neblina fraca e passageira, que passou apenas para devolver as memórias de todos os personagens dos contos infantis habitantes da cidade, mas que não havia sido o suficiente para realmente trazer de volta a mágica para todos eles. É, Storybrooke continuava em falta de estoque de pó mágico. Ao trabalho, anões! Podem começar a minerar porque a vida continua difícil.

Escolhendo esse caminho para passar a contar a história da sua segunda temporada, onde tudo continuou praticamente na mesma, exceto pela questão das memórias, tudo acabou ficando bem confuso em OUAT, meio que conveniente demais de acordo com o que eles achavam que precisavam naquele momento. No começo, ninguém tinha mágica, humpf! Depois, magicamente falando, descobrimos que algumas ainda tinham, como Regina e o Rumpel (sempre os vilões), de forma super conveniente, claro. O mesmo vale para a memória de todos eles, que estava de volta mas também não era bem assim, que foi quando nós descobrimos que eles ainda não poderiam cruzar as fronteiras da cidade, caso contrário esqueceriam quem eram de verdade (um recurso até que aceitável, geograficamente falando), mas ao mesmo tempo, mais perto do final da temporada, vimos eles mais uma vez mudando de ideia de acordo com a conveniência para a história àquela altura e resolvendo essa questão da “fronteira de memórias” de forma bem preguiçosa e, wait for it… mágica. Vai entender.

once-upon-a-time-season-2-episode-19-lacey-1

E brincar dessa forma com algo que foi tão importante para a conclusão da Season 1 acabou não sendo nada bacana para os rumos da Season 2 e assim Once Upon A Time acabou traída pelo próprio feitiço, nos entregando uma segunda temporada confusa, que fazia pouco sentido e com cara de que poderia ser resolvida a qualquer momento de acordo com o que fosse mais conveniente para a história naquele ponto. Por esse motivo, eles acabaram se perdendo e muito em um caminho que já parecia ganho durante a Season 1, caindo naquele problema clássico das segundas temporadas que muitas séries acabam enfrentando em suas trajetórias, normalmente por não conseguirem lidar com os monstros que elas acabaram criando anteriormente.

Do lado encantado da força, começamos a temporada conhecendo novas personagens, como a Mulan (que é muito mais legal no desenho do que na sua versão para TV, o contrário da Snow White, por exemplo) e a Bela Adormecida (Aurora), elas que também tiveram suas histórias contadas como havíamos nos acostumado durante a primeira temporada. Depois foi a vez do Gancho (Hook), que também teve a sua história contada da mesma forma, onde descobrimos que nessa nova leitura, o crocodilo era ninguém menos do que o próprio Rumpel, o megabitch que circula em todos os reinos (apesar de achar meio preguiça o fato dele ter se tornado o pior inimigo de todos. E só aceitamos porque seria algo que a gente já esperaria de alguém com o título de “Senhor das Trevas”, rs). Além disso, ganhamos também uma revelação importante para a trama, com a descoberta da Cora ser na verdade a Rainha de Copas (que chegamos a ver no suspense durante a temporada anterior), algo que todo mundo já desconfiava faz tempo (o próprio nome da personagem já meio que denunciava). Mas basicamente, esses foram os únicos momentos da nova temporada onde descobrimos novos personagens da mesma forma como acontecia durante a Season 1, algo que eles desde sempre conseguiram realizar muito bem e a gente gostava tanto porque além do elemento surpresa da descoberta (que para todos os personagens citados acima acabou sendo prejudicado de alguma forma, diferente do que vimos acontecer anteriormente na série, fato), nos trazia sempre algo novo para a trama.

Nessa primeira parte da temporada, tivemos também a primeira visita da Emma (agora adulta) ao lado encantado da força, com ela e a mãe (Snow), tentando fazer de tudo para voltar para Storybrooke, uma vez que elas se viram presas do outro lado da história, na companhia de Aurora e Mulan, que estavam numa espécie de refúgio da floresta encantada, que acreditava-se anteriormente ter sido completamente destruída pela maldição. Em meio a tudo isso, elas passaram a interagir com os novos personagens (e ganhamos mais um príncipe, Phillip, que nos foi tirado logo em seguida e sentimos falta de mais príncipes nessa história desde sempre, hein?), enfrentando inclusive gigantes (um dos episódios mais chatinhos da temporada, que nem o Hurley de Lost conseguiu salvar, além de ter sido bem no fundamento Chapolin sob o efeito de nanicolina, rs) na tentativa desesperada de voltar para casa, algo que acabou ocupando um tempo até que grande demais durante a temporada (e só eu achei que a Emma foi péssima com o Hook nesse momento?). Mas ao mesmo tempo, foi bem foufo ver os meninos da família Snow, Charming e seu neto Henry convivendo mais de perto, com o Charming fazendo o neto passar por um treinamento adorável antes que um dia ele venha a se tornar príncipe. E foi bem bonitinho ver os dois treinando com espadas de madeira, enquanto tentavam descobrir a forma de trazer as mulheres da família de volta. (aliás, acho que esse laço entre a família Snow/Charming deveria ter sido muito mais explorado do que a relação Henry + Regina, que sempre foi muito mais presente na história)

E em Storybrooke, parece mesmo que a mão de obra anda escassa e por esse motivo (não disse que faltam príncipes nessa história?) o Charming acabou circulando em diversos outros cenários, sendo agora o novo xerife da cidade, assumindo o lugar da Emma enquanto ela estava ausente (e por lá ele ficou até hoje, tisc tisc…), passando a circular com armas e tudo mais (OK, agradecemos pela visão). Ele que além de tudo fez uma ponta como minerador (e toda vez que eu jogava Minecraft, me imaginava encontrando com o Josh Dallas em um buraco qualquer – um perigo essa line, rs – . Mas não dei essa sorte e era só creeper para o meu lado. BOOM!), uma cena que certamente fez muita gente imaginar coisas (Höy/autoafirmação). Mas além da magia, Charming ficou meio apatralhado demais durante essa temporada, correndo de um cenário para o outro tentando resolver de tudo um pouco, envolvido em todas as questões heroicas de Storybrooke e apesar de ainda ser pintado como o herói da história, quase sempre o personagem acabou levando uma porretada na cabeça e ficando inconsciente para que o vilão ou problema da vez tivesse continuidade. Sério, não foi uma nem duas vezes que isso aconteceu, vai? Se eu fosse a Snow, levava o seu homem para um médico com urgência, porque tanta pancada assim pode ter deixado alguma sequela.

JOSH DALLAS

Com a história da volta da Snow e da Emma da floresta encantada, pulamos para a segunda parte da história, com a temida chegada da Cora e do Gancho a Storybrooke. Temida só que nem tanto assim, porque pouco eles fizeram para merecer respeito no clube dos vilões, com a Cora manipuladora tentando desesperadamente conquistar  o coração da filha manipuladora e o Hook figurando como o mesmo pirata de sempre, envolvido em todas as questões de pequenos furtos e golpes para que o plano pudesse ser colocado em prática. Nessa hora, faltou um pouco mais de consistência para a história, principalmente por parte da Cora, que quase passou batido, apesar de ter sido anunciada como a grande bruxa má de todas as bruxas más. O gancho até que ganhou sua redenção, com a sua história fazendo bem mais sentido dentro daquele cenário (gostei bastante do passado dele com a mulher do Rampel) e principalmente em relação ao que descobrimos mais tarde ser os caminhos da terceira temporada da série.

Apesar das histórias encantadas de introdução aos novos personagens, Once Upon A Time perdeu também muito desse que a gente achava ser o seu forte no passado como eu disse anteriormente, nos apresentando uma quantidade bem menor de novas histórias e apostando mais no mergulho dentro da mitologia que eles já nos haviam mostrado. Tudo bem que sabemos que toda Season 1 é basicamente uma temporada de introdução e que a cada novo episódio de OUAT no passado, ficávamos encantados com o novo personagem que descobrimos já conhecer dos nossos livros infantis agora em Storybrooke, muito provavelmente pela surpresa, mas esse detalhe acabou fazendo bastante falta nessa nova fase da série, mesmo porque esse aprofundamento nas histórias dos personagens que já existiam na série, não chegou a ser tão animador quanto no passado, quando tudo ainda era uma novidade e mesmo tento agora esse olhar mais voltado para os personagens já existentes na história, é possível perceber que na verdade pouco andamos em relação a mitologia de cada um deles. Talvez por isso a temporada tenha sido tão arrastada, difícil de se interessar ou acompanhar, algo que antes não acontecia, mas que dessa vez se tornou algo cada vez mais frequente e custoso.

E em meio a uma história que já não estava lá essas coisas, eles ainda resolveram acrescentar o romance do Rampel com a Bela, que só nos fez sentir pena por ela, porque neam? Quem encararia um Rumpel? E isso mesmo considerando o Rumpel de Storybrooke, de banho tomado e sem frizz. Sorry, mas ninguém, mesmo tendo a Bela certa tendência pelo lado mais exótico da beleza bruta, rs. Bela que também ficou bem perdida durante essa temporada e isso logo agora que se tornou fixa (parece até que eles não sabiam muito bem o que fazer com a personagem, mas por algum motivo obscuro gostavam da atriz…), sem saber para onde correr em plots de perda de memória (em uma atuação constrangedora e bem semelhante com o que ela já fez em Lost…) e mais tarde apostando em um B Side completamente fora de propósito. Se no lugar dela encontrássemos a Chapeuzinho nessa papel de badass (que sumiu da série sem maiores explicações, mas que a gente sabe que foi porque ela está no elenco de Intelligence, que é nova série do Josh Holloway), eu até diria que faria mais sentido (não com o Rumpel e sim por ela ter algo selvagem adormecido lá no fundo), mas não foi o caso e podemos dizer que de todas as histórias meio capengas dessa temporada, Bela teve a mais fraca delas.

Rumpel que assim como a Regina, não conseguiu decidir exatamente de que lado ficar durante a história e essa dualidade do personagem passou da tolerância de um tentativa de mostrar as duas faces de um vilão e acabou permanecendo apenas como uma pura indecisão mesmo (Regina também já está quase lá), que foi algo também bastante prejudicial para a série. Uma hora quer ser bom, outra hora não quer mais… não sei, acho que o Rumpel não conseguiu nos convencer em nada das suas reais intenções, por isso a sua história de amor com a Bela parece totalmente fora de propósito, além de não ser das visões mais agradáveis da TV. Sorry de novo, mas é verdade. E forçar uma história de amor entre o “vilão” e uma das mocinhas da trama, só convence quando eles nos atraem por qualquer outro motivo, que não é nem de longe o caso aqui.

Mas outro plot importante para o personagem de Rumpel, esse um pouco mais convincente, continuou sendo a busca pelo seu filho, Bae, que voltou com mais força durante essa Season 2 e que acabou confirmando no final das contas que a nossa intuição estava certa em relação a sua identidade até então ainda não revelada de que Bae seria realmente o pai do Henry, com quem a Emma viveu uma relação de amor no passado. E o encontro de todos eles também acabou sendo bem bonitinho, um momento certamente bem importante para a história, mas que não chegou a ser extremamente emocionante ou qualquer coisa do tipo. Uma pena, porque poderia ter rendido muito mais.

Mas em meio a todos esses ingredientes do feitiço da vez de Once Upon A Time, encontramos alguns outros momentos bastante constrangedores ao longa da temporada, como a morte da Cora e a transformação da Snow para Snow Dark White, com aquela mancha da maldade em seu coração, forçando a Snow encarar o seu lado negro da depressão (compreensível, mas horrível), além da entrada do casal Tamara e Owen, que mais tarde viriam a ser peças chave para a conclusão da temporada e os novos vilões da vez, mesmo sem convencer em nada de suas atuais funções. Sem contar qualquer coisa envolvendo feijões mágicos, gatilhos, diamantes e portais, que foram todas bem meio assim. Pergunta honesta: de uma plantação gigante de feijões do próprio gigante, sobraram apenas 2 feijões? Sério?. Agora, algo que precisamos falar é que a qualidade dos efeitos da série melhoraram visivelmente durante essa nova temporada, exceto por um momento ou outro, mais difíceis de se executar, como a Emma na terra dos gigantes ou o barco do Hook entrando naquele portal para Neverland (para facilitar, custava ele ter jogado o feijão mais próximo do barco? Custava? Nunca vou esquecer Rumpel fingindo estar sentindo a pressão da força do vento e do mar nesse momento, nunca! rs). E sim, ao que tudo indica, Neverland será o ponto de partida para a próxima temporada, com um Peter Pan sombrio que inclusive já apareceu durante essa reta final da temporada, figurando como o novo vilão mais temido do momento.

120212_once_upon_a_time_season_2_episode_9

OUAT acabou concluindo sua segunda temporada com um final que não poderia ter sido mais porco, por todos os motivos desse mundo e cheios de falhas, como o ato heroico da Emma ajudando a Regina no final das contas e isso do meio do nada, sendo que cinco minutos antes eles haviam dito que só a Regina poderia segurar o tal diamante/gatilho por conta da magia, que ainda é um assunto pendente na vida da Emma e o casal Snow e Charming perdendo o Henry em cinco segundos, sendo que os heróis nada mais tinham o que fazer a não ser cuidar do neto. Sério. Sem contar o casal de vilões da vez, os super temidos (???) Owen e Tamara, que a mando de sabe-se lá quem, pretendiam acabar com toda a magia do mundo usando exatamente o que? MAGIA. Sério de novo, cadê a coerência, Once Upon A Time?

E eu sei que é meio que ridículo exigir algo como coerência em uma série baseada em contos de fadas, mais ao mesmo tempo, é bem difícil achar que podemos engolir qualquer coisa, só porque se trata de um universo inteiro de faz de contas. Um não, nesse caso são dois e estando a série prestes a embarcar no terceiro. Quer dizer, quarto se a gente contar com o Wonderland, que já apareceu na série no passado e mesmo com OUAT não estando nada bem, eles conseguiram garantir um spin-off da série na terra de Alice, que já pelo promo denuncia que tem tudo para ser uma grande ofensa aos fãs da história). Baseado no que já vimos desse universo em OUAT e depois de ver o primeiro trailer da série, alguém realmente acha que dá para confiar em um spin-off em Wonderland, sendo que em Storybrooke, que nem existia e nem precisa de tantos recursos visuais, as coisas já não estão lá muito bem e tendo o histórico de defeitos especiais de Once Upon a Time antigo, quando ainda era uma série com destino incerto e pobrinha? Não, não dá.

Encontrando tamanha falta de coerência durante esse segunda temporada cheia de conveniências, ficou até difícil não se sentir constrangido com os próprios atores da série, correndo de um lado para o outro sem saber exatamente para onde ir, tentando nos convencer de qualquer coisa em meio a uma trama tão ruim (sempre acho que as caras que eles fazem, de surpresa, dor, medo, fúria ou qualquer sentimento do tipo parecem todas forçadas demais para a realidade dos fatos ou no mínimo são super valorizadas pela cena), praticamente sem sentido e totalmente perdida que acompanhamos com muita dificuldade ao longo dessa Season 2, que para não dizer que foi toda ruim, tivemos aquele episódio do flashback importante para a mitologia da série, com o despertar em Storybrooke em 1983, logo após o feitiço ter sido lançado pela Regina no reino encantado e que foi o ponto de partida para a introdução do personagem do Owen (Owen Who?). Isso e a resolução para o Pinóquio com ele finalmente sendo encontrado pelo Geppetto e voltando a ser criança, algo que além de ter sido bem foufo, foi também uma boa surpresa que encontramos durante a temporada. (apesar de ter soado como mais uma resolução conveniente por outras questões que não chegam a incomodar tanto assim)

Considerando tudo o que vimos durante essa Season 2 da série agora e tentando buscar alguma relação com o que gostamos durante a primeira temporada de Once Upon a Time, chegamos a um ponto onde não conseguimos mais encontrar todas aquelas qualidades que enxergamos no passado (mesmo com tudo de ruim que a gente já deixou passar durante a Season 1 por uma questão de boa vontade) e toda aquela impressão que a gente tinha do que poderia acontecer com a série antes mesmo da sua estreia, parece ter sido adiado apenas por um temporada e ter aparecido com força agora durante essa Season 2 só para nos lembrar de que bem lá no fundo, a gente estava certo em achar que essa história se não contada da forma certa o tempo todo, tinha tudo para desandar como acabou desandando demais ao longo dessa nova temporada. (confirmou!)

Atores correndo de um lado para outro sem saber exatamente onde chegar nesse universo ou na floresta encantada, plots fraquíssimos e atores mirins completamente fora do tom (quem contratou a mini Snow só pode ser muito fã de dramalhões exageradamente exagerados, não?), além de tudo o que já foi mencionado ao longo dessa review, realmente fizeram com que eu me questionasse o tempo todo sobre o porque de continuar assistindo uma série como essas, que chegou a me deixar tão constrangido por diversos motivos diferente ao longo da nova temporada, huh? Isso falando honestamente, lembrando da tortura que foi passar por esses novos 22 episódios pouco ou quase nada interessantes, lutando contra o próprio sono e não conseguindo mais ignorar qualquer defeito que eu tenha encontrado na série a essa altura. Por esse motivo, achei que a minha história com Once Upon a Time precisava ter um fim, mesmo sem ter a série chegado a sua página final ainda (btw, o livro do Henry passou a ter importância de 5% para a trama atual, não? Faça cópias Henry, entregue pela cidade para todos os demais personagens, assim quem sabe eles não ficam mais focados no que realmente importa em cada uma de suas histórias, não? rs) Sabe quando em Friends a mãe de Phoebe não a deixava assistir aos finais “ruins” ou apenas “tristes” dos filmes, só para poupá-la e não ver a filha sofrer? Então, acho que nesse momento, mereço o mesmo tratamento e por isso, não volto mais para Storybrooke, nem em sua prometida Neverland e muito menos em sua Wonderland, essa por motivo de “Alice In Wonderland” ser apenas o meu clássico infantil preferido de todos os tempos. (gosto inclusive do filme recente do Tim Burton, claro e fiquei bem triste com o anúncio recente de que “Alice In Wonderland 2” está negociando com o diretor de “Os Muppets” James Bobin para assumir o novo projeto da Disney)

The End.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Fall, o trailer

Maio 29, 2013

The Fall foi anunciada como minissérie pela BBC2 porém, como conseguiu ser renovada para uma Season 2, os primeiros 5 episódios já produzidos da série (que foi exibida primeiro na Irlanda e agora está em exibição na Inglaterra e também no Netflix por aqui) serão considerados como sua primeira temporada.

A história policial investiga os misteriosos assassinatos de um serial killer, e traz no elenco a linda Gillian Anderson (The X-Files) e o James Dornan (OUAT) e parece super bem produzida.

Animados? Pelo menos é inglesa, é curtinha e pode ser uma boa opção para aguentar a summer season que se aproxima…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

tv

Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

Community 4x09

Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

Parks-and-Recreation-5x19-5x20-

O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

23326

Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

doctor-who-cold-war-promo-pics-31

Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

ouatm

Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

936482_639592406068118_2010923005_n

E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

6x03

Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Provando em imagem que o Charming de OUAT é mesmo dono de uma magia mágica. Duvida?

Dezembro 21, 2012

josh dallas

Reparem que enquanto seus dois parceiros encantados de Once Upon a Time (e no caso da Ginnifer, da vida) correm com os pés no chão, ele flutua levemente & lindamente. Uma prova clara e evidente de que a sua magia é realmente mágica.

Ai ai… isso sim é que é um príncipe mágico, não? (Josh Dallas que anda ficando grandão demais. Precisa maneirar na “acadimia”, hein?)

Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Da série casal encantado que nós amamos: Charming + Snow

Dezembro 13, 2012

ginnifer goodwin + josh dallas

Não consigo chamar o Josh Dallas de outro jeito a não ser pelo seu nome, Charming, rs.

A propósito, não tenho me animado muito com essa temporada Once Upon A Time até agora, mas fato é que o personagem que se encontrou nessa Season 2 foi exatamente o Charming, que nunca esteve melhor agora que resolveu ser mais príncipe/xerife/minerador/boy magia/avô magia do que David. Höy!

Apesar disso, precisamos alertar Snow de que alguém de dentro da sua própria entourage, está de olho no seu homem…

A9m8v89CEAAxWlb.jpg-large

#TEMCOMONAOAMAR?

(♥)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

#TEMCOMONAOAMAR que os Charmings viajam todos juntos?

Novembro 27, 2012

Não, não tem. Mas faltou o Henry.

(♥)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Ginnifer Goodwin ganhou mais uma vez o melhor look de red carpet e nem precisou apelar para o seu acessório, hein?

Outubro 29, 2012

Algo que aconteceu nesse finde no LACMA Art + Film, onde todo mundo resolveu aparecer.

Como estamos com preguiça, resolvemos comentar apenas o look Gucci da Ginnifer Goodwin, que fez um escola difícil em um outfit cheio de detalhes, texturas, fenda e que mesmo assim foi uma das mais maravileeeandras da noite.

Isso sem contar o seu date de sempre, que por se tratar de um legítimo Charming, é sempre um dos melhores acessórios para qualquer evento. Josh Dallas, sempre uma visão. Höy! ( e o Charming na mina de #OUAT, com uma picareta na mão, tentando achar pó mágico?)

Maravileeeandra!

 

ps: qualquer uma que consegue usar esse tipo de saia com plumas/penas e não ficar com um quadril iguam ao de um avestruz, merece um prêmio! (já ouvi dizer qye tudo depende do sentido em que as plumas/penas foram aplicadas… e da qualidade eu nem preciso dizer neam? rs)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Marry me too, Prince Charming!

Outubro 11, 2012

Título do post que é exatamente o que deveria estar escrito no cartaz que cada um de nós deveríamos estar segurando ao lado dessa menininha super foufa que o Charming (Josh Dallas) fez questão de dar um pouco da sua atenção mágica em uma visita a sua own cidade.

#TEMCOMONAOAMAR?

E depois disso, alguém tem alguma dúvida de que ele só pode mesmo é ser um príncipe?

Ai ai… (♥²)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Once Upon A Time Season 2, o promo

Setembro 10, 2012

Promo que já começa com o Charming cavalgando em seu cavalo branco (era ele, não era? Fiquei na dúvida… e se não for também ganhamos um novo príncipe. Yei! rs) como se não houvesse amanhã, merece todo o nosso amor! (♥)

E agora que a maldição foi quebrada em Storybrooke, hein?

Ansiosos?

Anota ae: 30 de Setembro (mais uma) na America antiga e 25 de Outubro por aqui…

ps: Mulan!!!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Seria muito creep recortar a cara dela e colocar a nossa?

Setembro 3, 2012

Claro que sim, tudo tem um limite nessa vida.

Então podemos pelo menos dizer que ela é a nossa filha encantada, hein Charming?

By the way… Höy!

ps: e essa carinha de príncipe, hein? ENCANTADO!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


%d bloggers like this: