Posts Tagged ‘Parenthood’

Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

coachella

Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

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… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

Lupita Paul

… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

nicki-mina

De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

prince-harry-

Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

alexander-skarsgard

O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

ben

Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

batmao

… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

tom-hardy

Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

LOOKING

Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

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Us & Them Season 1, o trailer

Maio 15, 2013

Nova aposta de comedia da FOX, que na verdade é um remake americanizado da inglesa Gavin & Stacey da BBC3, que apesar desse detalhe (e da nossa experiência que sempre nos alerta que remakes tendem a não ser muito bons, exceto por The Office) parece ser bem boa (e o trailer é animador mesmo. Eu pelo menos já fiquei com vontade de assistir tipo, NOW!), além do fato de nos trazer de volta a Rory Gilmore, também conhecida como Alexis Bledel.

Animados?

Agora, só eu acho muito estranho a Rory estar pegando o ex da mãe dela, Lorelai, atualmente Sarah em Parenthood? (apesar de ter AMADO o casal e não conseguir pensar em uma recomendação melhor da Lorelai – se tivesse  conhecido o moço na biblioteca ou na fila do banco e não tivesse frequentado aquelas partes – para a própria filha antiga. PS: eu mandaria dinheiro para uma vaquinha de um filme de Gilmore Girls, fácil fácil!)

 

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Magia caseira. Höy!

Março 11, 2013

sam jaeger parenthood

E quando eu digo que Parenthood tem gosto de comida caseira, eu quero dizer exatamente desse tipo, como o professor de Geografia magia da série (na verdade, não sei se ele é professor de Geografia na série e embora minha #CRUSH no high school fosse no de Filosofia – #CHECK, rs- em uma entrevista do passado, acabei ouvindo o Chris Martin dizendo que no começo da carreira ele e todos os Coldplays se vestiam como professores de Geografia e por isso amei o conceito e adotei para vida para o tipo magia corretinha) Jason Ritter e o lenhador da barba ruiva (que embora na imagem não pareça, mas acreditem que é bem ruiva e na série ele é bem lenhador, coxinha caseira, sejamos justos, mas lenhador), Sam Jaeger. Höy!

Ambos participando do painel da série do Paleyfest que andou rolando por esses dias, com o Jason Ritter dizendo que ainda não sabe, mas adoraria que o seu personagem retornasse para a Season 5. Será?

#TEMCOMONAOAMAR?

 

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Mais uma temporada bem caseira e deliciosa de Parenthood

Março 6, 2013

parenthood siblings

Ok, não vou nem começar já me desculpando pelo atraso dessa review, porque isso já está se tornando algo recorrente demais aqui no Guilt. Mas como somos um blog sem pressa, lidem com esse detalhe da nossa mitologia. (rs)

Em pensar que quando Parenthood começou, eles chegaram a dividir um espaço importante com outra família que nós já gostamos bastante no passado (lembra dos Walkers? Ainda bem que a Norah conseguiu sua carreira de volta em Hollywood e o Kevin voltou ao passado e agora está trabalhando como agente da KGB nos 80’s. Ufa!), mas logo foram ocupando todo esse espaço, ainda mais depois daquela reta final nada digna da outra família em questão. Sempre existiram algumas semelhanças aqui e ali entre as duas famílias (principalmente por se tratar de histórias sobre famílias, dãh), mas logo notamos que Parenthood na verdade era completamente diferente e justamente por seguir uma receita bem mais caseira em seu formato, que sempre foi uma delícia, o grande diferencial da série e que continua sendo exatamente assim até hoje, para a nossa total sorte. Pergunta: E #TEMCOMONAOAMAR poder cantar “Forever Young” do Bob Dylan toda semana durante a abertura da série? E eu mesmo respondo que não, não tem. (♥)

Já começamos essa Season 4 nos livrando de pesos que não precisávamos carregar mais a essa altura, como a Haddie (Sarah Ramos), que finalmente seguiu para a Faculdade em um despedida linda, fato, mas que não podemos nem dizer que foi sofrida, porque não conseguimos sentir a menor falta da personagem, que entre todos eles, sempre foi a mais fraca e isso era notável em relação ao carisma de todos os demais personagens, mesmo para os menores. (apesar da pouca falta que sentimos nesse caso, nunca vamos esquecer também daquela timeline lindíssima que eles fizeram para ela)

Apesar da despedida, durante essa temporada, a casa do Adam (Peter Krause) e sua família foi a que acabou carregando boa parte da carga dramática mais séria da série, com a descoberta do câncer da Kristina (Monica Potter), algo totalmente inesperado, embora seja um plot bastante recorrente para séries do gênero e esse era exatamente o meu medo em relação a história da personagem. Mas como Parenthood nunca foi uma série tão óbvia assim, apesar das histórias comuns e que se encaixam com boa parte de sua audiência, eles realmente conseguiram lidar com essa nova situação da melhor forma possível, sem ignorar o que precisava ser mostrado.

Tirando a cabeça de personagem da família cone da própria Kristina (por isso eu acho que essas histórias precisam ser bem pensadas e as atrizes deveriam se entregar mais, apesar daquele cabelo lindo dela de sempre), tudo sobre a história da sua doença foi retratada da forma mais bacana possível (mas o cabeção era quase uma ofensa. Sério), desde a emocionada revelação para todos da família Braverman, em uma cena linda onde era visível a reação dolorosa de todos os personagens praticamente ao mesmo tempo, mas sem aquele exagero que acaba se tornando bastante perigoso nessa hora. Do momento da revelação até todas as etapas do seu tratamento, tudo foi levado da forma certa, com aquela honestidade que nós gostamos de encontrar de vez em quando também na TV. (no cinema, esse detalhe vem nos conquistando cada vez mais)

A escolha do médico certo, que pode não ser aquele que vai te dizer exatamente o que você gostaria de ouvir naquela hora, justamente por toda a sua honestidade, algo que não significa que ele não seja o melhor deles, a relação da própria Kristina com outros pacientes que também estavam enfrentando a mesma barra (aquela mulher para quem ela acabou devolvendo o presente carinhoso de esperança, awnnnn!), ter que lidar com a perda do cabelo, algo que abala a vaidade de qualquer um, tendo que lidar com a dor (usando aquele recurso conhecido de alguns…), algo que também é sempre importante de se retratar nesses casos e ao mesmo tempo, em meio a isso tudo, Kristina teve que buscar alternativas para contornar a sua situação, como investir em perucas diferentes para ajudar a sua vida e a do marido também, é claro. Marido esse que não poderia ser mais perfeito, diga-se de passagem, sempre ao seu lado, nem sempre sabendo como reagir da forma mais adequada ou da forma como ela gostaria, mas pelo menos tentando e permanecendo exatamente no mesmo lugar durante todo esse percurso. Confesso que até o último momento, fiquei com medo de que essa história não tivesse um final feliz, mas ainda bem que eles não chegaram a apelar para esse tipo de drama. (apesar do luto nunca ter aparecido na série dessa forma e bem poderia ser um recurso interessante mesmo sendo difícil de admitir e por isso o meu medo)

Parenthood-Season-4

Outro momento excelente da temporada, um dos melhores episódios até, também envolveu a família do casal Adam e Kristina, com eles tendo que enfrentar a candidatura do Max (Max Burkholder) como presidente da escola, tudo isso por conta do seu sonho prático de ter a máquina de doces de volta no pátio do colégio. Para uma criança comum, esse plot poderia até parecer meio bobo, mas para o Max e toda a questão da sua síndrome de Asperger, essa história acabou ganhando um peso importante, com os pais imaginando e vendo o que o seu filho acabaria enfrentando em termos de piadinhas e coisas do tipo (e imaginem isso para a Kristina, que já foi chefe de campanha política e acima disso ainda é mãe e estava passando por toda aquela situação), mas que ao mesmo tempo seria algo importante para o seu crescimento. Falando em crescimento, foi sensacional o dia em que eles perceberam que o Max já havia chegado a puberdade devido aos seus novos odores (rs) e nessa hora a família também ganhou outro momento bastante importante, esse com a ajuda dos avós em uma conversa solta, fazendo com que Max entendesse o que estava acontecendo com ele e o seu corpo naquele momento (Zeek esteve impagável nesse momento). E a conversa do Adam com o filho a respeito dos seus interesses amorosos foi muito especial e justamente pelo detalhe da condição do Max e ele demonstrando suas preocupações quanto a isso. Lindo de verdade. (sabe aquele momentos que você sente vontade de abraçar a TV? Então, esse foi um deles e a série é recheada deles. Acreditem!)

Engraçado é que em Parenthood tudo parece meio familiar porque vez ou outra, encontramos algumas situações que nós mesmos já vivemos em algum etapa de nossas vidas (sei que soa quase cafona admitir isso, mas é honesto e é verdade). Mas fato é que desde sempre, apesar de todos os obstáculos que acabam aparecendo no caminho de todos eles e de nem sempre a vida seguir o caminho que eles todos desejam, de certa forma, tudo acaba dando sempre certo para aqueles personagens, algo que poderia ser bastante prejudicial para a credibilidade de qualquer outra série, mas o pior de tudo é que em Parenthood, desse detalhe nós nem podemos reclamar porque torcemos para que aquela família acabar se dando bem de qualquer forma como torcemos para a nossa própria família até (sem exagero), apesar de qualquer problema que eles tenham que enfrentar. E mesmo assim, todas as suas resoluções, apesar de muitas vezes já aguardadas, acabam sendo deliciosas e nunca acontecem de forma muito fácil ou exatamente óbvia, mostrando que a dificuldade existe para todo mundo, mas a mensagem maior da série é sempre bastante esperançosa mesmo. Sabe mãe quando você pede um conselho, ou conta algum problema qualquer que esteja enfrentando no momento e ela faz aquele carinho na sua cabeça dizendo que tudo vai dar certo desde que você faça alguma coisa para isso? Então… essa é exatamente a sensação dentro da série.

Até o casal Julia (Erika Christensen, que eu continuo não suportando, não tem jeito e acho que ela tem cara de gastrite, rs) e Joel (Sam Jaeger, sempre uma visão ruiva. Höy!) acabou ganhando um plot interessante durante essa temporada (eles que todo mundo sabe que são os mais fracos da série), com toda a questão da adoção do filho, Victor (Xolo Mariduena) que acabou acontecendo da forma que eles não esperavam e não vinham se preparando para. Ainda mais eles que são tão certinhos e parecem estar sempre preparados para tudo. E foi bem bacana ver a questão do casal tendo que se adaptar ao novo filho, que não era dos mais fáceis (ele denunciando a Julia para a policia foi muito bom também), muito provavelmente pela questão da idade e por ele já ter vindo de uma outra casa, onde provavelmente havia recebido um outro tipo de criação, bem diferente a forma como o casal vinha criando a própria filha até então, ela que também não aceitava muito bem a ideia e não conseguia reconhecer o garoto como seu irmão. (a dramaticamente exagerada, Sydney, interpretada pela atriz Savannah Paige Rae, que faz a Debra criança nas memórias de Dexter)

Parenthood-Season-4

Mostrando todas as dificuldades de adaptação a essa nova realidade, foi importante poder ver que nem tudo é tão fácil como muitas vezes os mais preguiçoso imaginam ser e na verdade, é preciso muito trabalho, tempo e dedicação para que as coisas acabem dando certo para todo mundo no final, além da questão do amor, que nesse caso é sem dúvida o item fundamental dessa nova história que começa a se formar. Bacana ver a Julia, que não está muito acostumada a falhar e ou ser rejeitada, sendo aquela que mais precisou lutar para conquistar o amor do novo filho, tendo que largar o emprego (que sempre foi muito importante para ela e onde ela sempre foi muito bem sucedida) e dar um pouco mais de espaço para o Joel desenvolver a sua carreira, ele que teve muito mais facilidade em lidar com toda aquela situação, provavelmente por ser muito mais compreensivo e ter um perfil mais adaptável também. A cena em que a família inteira compareceu no juiz para oficializar o processo de adoção foi adorável, do tipo que é impossível não se emocionar com cada um dos discursos feitos durante a ocasião, com todos reunidos para e oficializando o Victor como o mais novo integrante do #TEAMBRAVERMAN.

Nesse momento, preciso dizer que esse perfil da perfeição, tanto do Adam quanto da Julia, sempre me incomodaram profundamente. Adam por ser o filho mais velho, é e tenta ser sempre o exemplo (pior que ele consegue) e a Julia como a mais nova, tem aquele perfil de prodígio, da medalhista da família, aquela que não está acostumada a perder. Uma chata. Tudo isso até que se justifica muito bem no perfil de comportamento dos personagens (porque gente chata existe mesmo e todos nós sabemos disso), mas o que sempre me incomodou nos dois é que eles são pouco espontâneos, caretas demais mesmo (e representam muito bem esse que é exatamente o papel de ambos dentro da família e talvez por isso eu nem consiga mais olhar para o Peter Krause com os mesmos olhos dos tempos de Six Feet Under, mesmo com ele apresentando na série a sua versão para o James Bond), mas o que realmente incomoda em ambos personagens é a procura do discurso do politicamente correto que algumas pessoas gostam de ouvir (eu me canso rapidamente), onde ambos parecem que só conseguem agir e reagir de acordo com o modelo perfeito a ser seguido caso contrário acabam travando. E isso não é nem um crítica aos personagens da série em si, porque dentro desse contexto, eles conseguem ser realmente perfeitos, mas eu quero dizer algo mais sobre essa eterna busca da perfeição que alguns insistem em perseguir como modelo de vida. Sempre acabo ficando com preguiça desse tipo de gente, seja na TV ou na vida real. Mas esse foi apenas uma parágrafo a mais dentro dessa conversa. Continuando…

Para Sarah (Lorelai, também conhecida como Lauren Graham, que a gente AMA desde sempre por Gilmore Girls, (e que na série eu insisto em dizer que vive um lado B da sua antiga personagem) e seus filhos, Amber e Drew, acabaram sobrando os plots ligados ao coração durante essa temporada. Sarah novamente entre dois amores, que agora envolvia o seu novo chefe (o adorável Ray Romano, de Everybody Loves Raymond, que teve uma relação ótima de identificação com o Max), tomando a decisão errada novamente ao decidir se mudar para a casa do professor com quem ela já namorava e ainda carregando o Drew (Miles Heizer) a tira colo, mesmo sem ter a menor certeza de que aquilo era o certo a se fazer e já estando bastante envolvida com a questão do chefe fotógrafo. Algo que obviamente não deu muito certo e ela teve que voltar para casa, novamente depois de ter feito a escolha errada no final das contas e se ver sozinha novamente. Em um determinado momento da temporada, a Kristina acabou ilustrando muito bem essa dúvida da Sarah, dizendo que Hank (o chefe) era um homem do tipo pronto, com cara de durão e que você sabe que vai te defender se necessário (algo que sempre podemos fazer sozinhos, mas é sempre bom saber que se necessário, teremos reforço, rs) e o  professor, Mark (Jason Ritter) tinha cara de assustado, embora lindo e mais jovem (o que são os olhos mareados desse moço?), do tipo que você sabe que vai ter que proteger e cuidar muito bem até que ele esteja pronto, ago que talvez nem aconteça e é sempre um risco. E tudo isso ainda com a Sarah tendo que enfrentar os problemas típicos da fase da adolescência do Drew, que agora já estava prestes a entrar na faculdade e também enfrentava uma barra com a ex namorada, que já estava com outro mas ao mesmo tempo continuava saindo com ele. (nada me tira da cabeça que aquele filho nem era dele… bi-a-tch. E ele se aproveitando do drama da tia para sensibilizar? O capeta está de olho!)

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Nessa hora ganhamos mais um assunto sério para essa Season 4, com a descoberta da gravidez da namorada do Drew e toda a questão do aborto na qual eles acabaram se envolvendo (e como tudo isso é resolvido de forma bem mais prática do lado de lá, não?). Um plot importante para o personagem, ainda mais para o laço lindo que ele tem com a irmã, Amber (uma das minhas relações preferidas de toda a série desde sempre), que foi quem deu todo o apoio para que o irmão (e eles meio que sempre cuidaram um do outro enquanto os pais viviam em crise) passasse por essa situação e antes mesmo de revelar o que estava acontecendo para a própria mãe. Mas aquele momento final, com a questão já resolvida e ele despencando em lágrimas no colo da mãe foi lindo e super honesto, porque todo mundo sabe para onde é que corremos quando a situação realmente aperta. Nada como um colo de mãe (e como “mãe” eu quero dizer qualquer personagem que represente essa figura na vida de casa um). NADA. E para Sarah, dessa vez as coisas foram mais leves e apesar de acabar novamente sozinha, ela ainda ganhou um presente ótimo do próprio Drew, com sua entrada na Berkeley, que foi comemorada no melhor estilo Braverman. (me lembrei muito do meu quase irmão aqui em casa esses dias, descobrindo que passou na Federal que ele queria e foi aquela gritaria de família de gente que fala alto e não tem vergonha de demonstrar toda a sua euforia. Diga-se de passagem, ele passou em 3 das 3 que prestou. #TeamEssy)

E essa relação que a série consegue estabelecer com a vida de todo mundo realmente é muito especial e ao mesmo tempo consegue fugir facilmente de qualquer tipo de estereotipo pedante ou até mesmo cafona, algo que seria bem fácil de acontecer nesse caso. E tudo isso tocando em assuntos simples, facilmente reconhecíveis e relacionáveis, onde é praticamente impossível assistir Parenthood e não acabar lembrando com saudade de algum momento das nossas vidas, ou até mesmo de um problema ou outro parecido que a gente já tenha enfrentando. E essa relação eles conseguem estabelecer naturalmente, sem forçar, conseguindo emocionar pelos motivos certos e sem a menor apelação. E boa parte disso por conta do seu elenco, que é realmente bem especial. Isso sem contar a trilha sonora da série que é excelente (sempre foi na verdade e lembra, só que de outra forma, o que a gente achava e gostava da OST de The O.C, por exemplo) e sempre rende uma ou outra faixa para as nossas mixtapes aqui do Guilt.

Ainda na família da Sarah, tivemos a Amber ganhando um novo candidato a boy magia problemático, Ryan (Matt Lauria, Höy!), ele que chegou até a família na companhia do próprio avô, Zeek (Craig T. Nelson), um soldado enfrentando o trauma do pós guerra, encontrando na Amber (e sua família) a força que ele precisava naquele momento para encarar os obstáculos. Primeiro, nunca entendi muito bem o porque que ela desde sempre não foi trabalhar com os tios naquele estúdio que sempre teve a cara dela, onde ela finalmente passou a trabalhar durante essa temporada e segundo que sempre me incomodava a forma como “surgiam” os seus relacionamentos dentro da série (como por exemplo, ela mais uma vez ficando com o “colega de trabalho” ou coisas do tipo que nem podemos rejeitar ou criticar muito porque também quem nunca, não é mesmo?). De qualquer forma, sempre tive um carinho enorme pelo personagem e parte dele creditada a própria atriz, Mae Whitman, que eu AMO e acho ótima.

Mas dessa sua relação conturbada, tivemos um outro momento que eu considero de extrema importância para o crescimento da personagem e que ilustrou muito bem a fase de transição da mesma, mostrando que Amber já não é mais a mesma e finalmente amadureceu. E esse momento ficou por conta de quando ela se viu ao lado do Ryan, vivendo algo muito próximo do que sua mãe já viveu no passado (até mesmo com o seu próprio pai) e se viu prestes a repetir um comportamento que ela não gostaria de seguir como exemplo para a sua vida, usando exatamente esse detalhe importante como desculpa para não ficar com o namorado naquele momento. não daquela forma. Um discurso que além de lindo foi de extrema importância para a personagem, que no final das contas acabou sim ficando com o namorado, mas somente depois de observar uma série de mudanças na sua vida, todas fundamentais para que enfim ele pudesse fazer parte da sua vida também. (Anotem: Muda antes, fico com você depois. Porque viver tentando consertar alguém, além de exaustivo, não é o ideal para ninguém)

Parenthood - Season 4

Para o Crosby (Dax Shepard, pai do filho da Veronica Mars e por quem eu tenho uma simpatia absurda. Sério, sou desses que cria esse tipo de relação com determinadas pessoas aleatoriamente), as situações também foram todas mais leves, ele que agora vivia o seu sonho ao lado da mulher, Jasmine (Joy Bryant, que é linda e nunca vamos esquecer a música do seu casamento na série. Nunca!) e filho Jabbar (Tyree Brown) ao seu lado, mas que logo teve que abrir espaço para o pesadelo da sogra vindo morar com o casal e obviamente descordando do modo mais solto como ambos estavam criando o Jabbar (inclusive um outro momento bem foufo entre pai e filho nesse caso aconteceu envolvendo algumas questões de diferenças religiosas entre eles, que também foi outro ponto bem bacana e importante para a série). Dessa nova situação da sua vida, também ganhamos um bom momento com a reflexão sobre a dificuldade de uma mulher de meia idade tentando se recolocar no mercado de trabalho depois de tomar aquela rasteira do antigo trabalho para o qual ela praticamente dedicou boa parte de sua vida e tendo que recomeçar em tempos onde tudo anda cada vez mais difícil para todo mundo. Mais bacana do que a situação em si, eu insisto em dizer que são sempre as formas que eles escolhem para fazer com que o personagens da série passem por todas elas e comecem a enxergá-las da forma correta, como aconteceu para o Crosby nessa situação. E no final de tudo, selando a paz com a sogra e o cunhado, ele e a Jasmine acabaram revelando que estão esperando outro filho. #SUPERCÜTE (AMO os crazy eyes do Dax Shepard e o humor do seu personagem. AMO)

Obviamente que em meio a isso tudo tivemos várias outras situações envolvendo as mais variadas questões familiares de todos eles, como a questão de um irmão ganhar mais do que o outro dentro de uma sociedade, ou a cunhada buscando soluções na casa da outra sobre como barganhar com seus próprios filhos (meus pais sempre fizerem isso e negocio qualquer coisa como ninguém hoje em dia, rs), o marido jogando na cara da esposa que ele ficou em casa todos esses anos para que ela tivesse a sua carreira e exigindo ter agora o seu momento (Joel, que é o meu empreiteiro lenhador da barba ruiva preferido do momento. Höy!), nora estabelecendo uma relação mais próxima, do tipo mãe e filha com a sogra (outro momento lindo por sinal) e também questões importantes sobre adoção, que normalmente nós não pensamos até enfrentar o problema de perto mas que é sempre bom ir aprendendo uma coisinha aqui ou ali caso chegue a nossa hora.

Dessa forma, com tudo resolvido apesar de qualquer problema que eles tenham enfrentado durante a temporada, encerramos essa Season 4 de Parenthood da melhor forma possível. Tenho o costume de assistir a série aos domingos, comendo alguma coisa gostosa, lembrando da minha casa antiga ou de alguma situação do passado, boa ou ruim, algo que eu recomendo para todos, mas fato é que eu sempre acabo rindo e me emocionando honestamente com a série desde sempre e acho que ela é uma excelente pedida, talvez a melhor delas, para quem estiver a procura daquele receitinha caseira bem especial.

Recomendo que a série seja assistida acompanhada de uma caixinha de Klennex. Sempre.

#TEAMBRAVERMAN

 

ps: e SIM, para quem estiver se perguntando, teremos uma Season 5 da série. YEI!

ps2: e aqui vocês vão encontrar o que nós já falamos sobre Parenthood no passado: Season 1Season 2, Season 3

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Kristen Bell está gravidíssima!

Novembro 6, 2012

SIM, a Veronica Mars e o Dax Shepard (que eu AMO em Parenthood) anunciaram que estão grávidos. Howcuteisthat?

Juro que fiquei mega feliz com a notícia do nosso novo sobrinho!

(♥)

 

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Mantenha o fundamento Dax!

Maio 25, 2012

Bem melhor esse novo hairdo do Dax Shepard do que aquele corte antigo do Crosby em Parenthood, hein?

Mantenha que está gatito. Höy!

Renovou! Grey’s Anatomy + Parenthood + Once Upon a Time + Modern Family + 30 Rock e preparem-se: COMMUNITY!

Maio 12, 2012

Sim! Todas renovadíssimas. Yei! Mas contenham-se…

Algumas sem nenhum surpresa, como Grey’s, Once Upon a Time e Modern Family (que eu assisto), todas renovadas pela ABC juntamente com Revenge, The Middle, Suburgatory e Castle. (que eu não assisto)

Nesse caso, a novidade é que o canal não só renovou Grey’s Anatomy para a sua Season 9, como acabou renovando também os contratos da Ellen Pompeo, Patrick Dempsey, Sandra Oh (♥), Justin Chambers, James Pickens, Jr. e Chandra Wilson para mais dois anos. Ou seja, se tudo der certo durante a próxima temporada, já podemos nos animar em relação ao uma possível Season 10. Será? Todas torcem!

Já na NBC, apesar das boas notícias, tudo foi reduzido. Parenthood apesar de renovada para uma Season 4, teve apenas 15 episódios encomendados, o que eu até considero um bom número para a série (que sempre foi menor mesmo)

E o mesmo aconteceu para Community, que ganhou a nossa desejada renovação para a Season  4, mais do que merecidamente, porém também com um número reduzido de 13 episódios. O que também aconteceu com 30 Rock, só que essa com um peso a mais na tristeza, porque foi renovada para a sua sétima e última temporada. Humpf!

Ansiosos para mais renovações? Pois preparem-se, porque até o começo da próxima semana, teremos a lista completa da maioria dos canais americanos. #TENSO

Parenthood se firmando em sua Season 3 como a nossa série caseira preferida do momento

Março 9, 2012

Vamos começar logo com a pergunta que não quer calar: tem como não amar Parenthood?

Um série  cozy, com cheiro de comida caseira e conforto de colinho de mãe. Essa pelo menos é a sensação que eu tenho ao assistir Parenthood e  tenho certeza que eu não sou o único a sentir algo parecido. E eu diria mais, diria até que a série tem cara de bolo de cenoura com cobertura quentinha, rs.

Encerrando a temporada de forma bem foufa, nos despedimos dos Bravermans com aquele gostinho de quero mais, ainda mais porque só tivemos 18 episódios nessa sua Season 3. Pouco não? E durante essa temporada, os dramas do dia a dia da família Braverman continuaram e novamente, não tivemos nada do exagero de grandes dramas com doenças incuráveis, filhos fora do casamento, testes de DNA ou qualquer coisa do tipo (péssimas lembranças de Brothers And Sisters). Nada disso. Apenas contas para pagar que não param de chegar, instabilidade financeira de uma economia meio assim, filhos que vão crescendo e os pais não sabem muito bem como lidar com essa nova dinâmica, o drama de aceitar que vc está envelhecendo (ou crescendo, para quem preferir assim) e a vida que simplesmente continua para todo mundo.

E o bacana em Parenthood é exatamente isso, os problemas deles se parecerem com os nossos problemas mais comuns, com a família da gente, coisa que a série sempre conseguiu fazer muito bem, isso desde a sua primeira temporada e para a nossa sorte, eles vem mantendo esse fundamento até hoje,

Como muita coisa aconteceu na vida dos Bravermans durante essa temporada, resolvi fazer um resumão do clã de cada um deles, ou mais ou menos isso. Vejamos:

 

Team Adam (A Família Coxinha)

Adam continua sendo o certinho da família, o líder da família coxinha. Batalhando para continuar provendo para a sua família após o seu período de desemprego, ele acabou se arriscando em uma sociedade ao lado do Crosby, que até que foi bem sucedida no final das contas, mas não ainda a ponto de manter o nível de antes da sua família. Nesse meio tempo ele acabou se arriscando como rapper (em uma cena divertidíssima!), foi assediado no trabalho pela estagiária peituda que provavelmente tinha algum daddy issue (se bem que, apesar do tempo ter passado para ele, o cara continua sendo o Peter Krause, Höy!) e com isso, acabou impulsionando a sua mulher, Kristina, a voltar a trabalhar com a política, isso após o nascimento da terceira filha do casal.

Kristina que continua certinha, muitas vezes tida como chata por muitos, mesmo funcionando muito bem em seus saltos do total equilíbrio da mãe responsável do subúrbio, para o desiquilíbrio total de quem perde o controle de vez em quando. Sofrendo por não ter mais tempo para ela mesmo com tantos filhos, sofrendo por não conseguir se dedicar aos filhos como ela gostaria, sofrendo por ver o Max também sofrendo bullying na escola o tempo todo. Mas como sofre a matriarca do lar dos coxinhas, não? Tenho a impressão que ela está sempre em TPM, ou sempre grávida, com os hormônios a flor da pele, rs.

Do lado das crianças, tivemos o Max, que cresceu bastante, experimentou um pouco de independência, para desespero dos seus pais, que de certa forma são sim super protetores, e acabou se mudando para uma escola comum, onde ele entrou em conflito até com o Jabbar e teve que aprender que não vale usar a muleta da sua doença para viver a vida sem ter a menor educação ou sem considerar o sentimentos dos outros, por exemplo. Max, apesar de sua condição por conta do Asperger, vem mostrando que toda criança tem que ter pelo menos a chance de tentar ser educada.

Já a Haddie, essa sempre foi o elo mais fraco da família do lado das “crianças” de toda a série na verdade. Não consigo me apegar a nenhuma de suas histórias, que são sempre bem chatônicas. Zzzz. Para ela sobrou o drama de talvez não poder ir para a faculdade que ela tanto sonhou e se preparou a vida inteira para tal. De novo… Zzzz. Tudo bem que o diálogo dela nessa hora foi até que bem bom, quando ela falou sobre sempre ficar para trás por conta da condição do Max, o que foi um desabafo importante da personagem e bem apropriado para aquele momento. Mas tirando isso, ela continua sem a menor graça.

Sinceramente, torci para que o Adam arrumasse uma grana preta e mandasse aquela garota sem sal e sem açúcar (que eu aposto ser a presidente do fã clube da Taylor Swift) para bem longe, talvez para a Suiça, que seria certamente o destino para um plot de família rica em novelas brasileiras em meio a década de 80, rs.

 

Team Crosby (O eterno Bachellor)

Crosby sempre foi um ótimo exemplo de irmão mais novo. Aquele com quem os pais foram mais permissívos e consequentemente, aquele que se arrisca mais, tem menos medos na vida, porém, como efeito colateral ele acaba tendo  também menos responsabilidade. Mas dessa vez, Crosby fez a coisa certa e acabou sendo o mais maduro de todos eles, quando resolveu apostar em montar o seu próprio negócio, passando a viver da sua paixão, que é a de produzir música.

Com a sociedade ao lado do Adam, ele conseguiu sucesso, gravou com o Cee Lo Green e acabou atraindo as atenções do mercado, tanto que o novo negócio em família até saiu na capa de uma revista. Mas nessa hora, ele que havia preparado o seu ego para esse momento a sua vida toda, acabou perdendo o espaço para o irmão mais velho, que naquele momento tinha uma história mais interessante para contar. Injustiças de mercado editorial, rs.

Embora Crosby estivesse curtindo a vida com uma e com outra durante esse tempo todo, naquele looping do eterno bachellor, ele no fundo tinha a certeza de quem ele queria ao seu lado, o retrato da família perfeita que ele até já teve um dia, se não fosse o seu escorregão no passado. Mas no final tudo deu certo e ao lado da agora sua esposa Jasmine e do filho Jabbar (que sempre foi um foufo e também cresceu muuuito!), eles tiveram um casamento super foufo, com uma trilha sonora maravilhosa feita pelo coral da igreja da mãe dela, que me arrepiou do começo ao fim (de verdade!). E isso ali, no quintal dos Bravermans, entre amigos e a família, simples como deve ser.

E a propósito, Jasmine estava maravileeeandra de noiva e desde o começo, eu sempre achei que ela funcionava muito bem ao lado do Crosby e achei injusto quando ela ganhou um novo pretendente (bem do sem graça, apesar de ter uma barraca bem maior e ser mais abastado, rs), algo que acabou a afastando da família, tornando a sua participação bem menor na série durante essa temporada.

 

Team Sarah (O Lado B – agora também na versão light – de Gilmore Girls)

Sarah finalmente teve um tempo para ela mesmo durante essa temporada, ufa! Embora o drama com o ex marido vivendo em uma rehab constante e aparecendo de vez em quando em sua vida, só para dificultar um pouco as coisas, Sarah já havia ganhando um pretendente magia jovem para chamar de seu. Um homem mais novo, cheio de sonhos e vontades, que ou ela já realizou, ou ela considerava não ter mais tempo para realizar, algo que certamente a fez pensar se esse seria mesmo o homem ideal para ela em seu atual momento. Drama. Mas Sarah estava mesmo precisando de calma em sua vida, com os filhos crescendo e agora dando bem menos trabalho, finalmente chegou a hora dela pensar em si própria. E quem sabe dá certo com o professor, neam? Afinal, diferença de idade é só um detalhe para quem está perdendo tempo fazendo as contas. Go Sarah!

No seu time, até para o Drew sobrou um plot romântico, onde pela primeira vez ele ganhou algum destaque na série. Super merecido por sinal.  Drew se apaixonou, passou vergonha ao lado do avô, que achava que estava ajudando o neto a conquistar a garota dos seus sonhos (quem nunca passou por isso com alguém da família?) e acabou recorrendo a ajuda da irmã, bem mais experiente nessas questões. Aliás, que delícia de relação de irmãos tem esses dois hein? Invejável! Com a parte do coração já resolvida e com ele ganhando um par para a sua história, confesso que foi bem triste ver a Sarah se dando conta de que ela não sabia quase nada sobre o seu filho, que sempre foi tão quieto, fechado, com isso ficando bem claro quando eles foram visitar o campus da futura faculdade e ela tendo que enfrentar os pais da namorada de Drew, que sabiam mais sobre os sonhos do seu filho do que ela mesmo. Humpf! E o episódio onde ele pegou a mãe na cama com o namorado, também foi bem bacana. Um momento constrangedor para qualquer um, sempre. (…)

Já a Amber, essa é outra que eu também achava que precisava sossegar, respirar um pouco. Ela que vinha em uma sequência de dramas típicos da rebeldia de uma adolescente (acho a personagem sensacional!), estava mesmo precisando se encontrar. E foi bacana vê-la conseguindo a sua independência, penando bastante para isso e tendo inclusive que fazer um empréstimo com a avó para resolver pequenos probleminhas do dia a dia de quem vive sozinho, que sempre aparecem quando vc está mais desprevenido. Bem bacana também foi ver que depois de ter resolvido essa questão da independência, ela também acabou ganhando um plot romântico junto com o seu novo trabalho. Ótimo também foi ver a sua mãe a defendendo em relação a vergonha que a tia a fez passar, mostrando dois pontos de vistas de uma mesma situação e o melhor de tudo, apesar das opiniões extremamente diferentes e cada um tendo a sua razão, tudo acabou sendo resolvido da melhor forma possível e em família. Cool! Torço para que ela encontre o que faltava em sua vida agora com o seu Bobby Little (mas seria mais promissor se fosse Big Bobby, hein? rs)

Preciso dizer também que eu acho sensacional como a Amber muda o seu cabelo praticamente a cada episódio. Seria esse um trauma pela atriz ter feito “Scott Pilgrim” e não ter sido a Ramona? (rs)

Só tenho uma reclamação a fazer: porque o Adam e o Crosby não contrataram a Amber para trabalhar com eles? Ela tem a cara daquele lugar. E o mesmo vale para a Sarah, que continua trabalhando em um bar qualquer e escrever que é bom, quase nada. Humpf!

 

Team Julia (A família preguiça que só o sono define…Zzzz)

E a Julia hein? Ahhhh, como eu não consigo gostar da sua personagem… Não sei, aquela mulher não me inspira confiança (digo isso pela atriz, e sim, eu levo pelo lado pessoal, rs)

Julia tentou viver a sua versão de “Juno” que desde o princípio já estava na cara que não daria certo. Primeiro porque aquela garota, a tal “Juno”, apareceu como uma menina esperta, independente, consciente das suas escolhas, uma pessoa forte, como a “Juno” que nós conhecemos no cinema por exemplo (e AMAMOS!). E 2 episódios depois, lá estava ela, cheia de mimimi, uma hora como o namorado, que a controlava totalmente (algo contrário ao que ela mostrava ser até então) e depois, não tendo mais certeza sobre a adoção. Zzzz…Tudo bem que aguentar uma Julia no seu pé o tempo todo, toda certinha e controladora, não deve ser uma tarefa assim muito fácil, ainda mais se vc estiver grávida assim como a nova personagem. Mas nesse caso, achei que acabou parecendo dois personagens completamente diferentes em uma única pessoa e ela até estava muito bem no começo, mas ficou chatíssima no final…

Agora, sendo super sincero, eu também acho que esse drama todo da “adoção” não funcionou muito bem nesse caso. Primeiro porque o casal já tinha uma filha (e o ep onde ela fica totalmente fora de controle e eles tem que educá-la também foi ótimo! O melhor plot da família até então), ou seja, esse sonho já não era mais nenhuma novidade para nenhum dos dois e já estava e realizado. E segundo que a Julia é uma mulher muito prática, fria até e em nenhum momento pareceu que ela estava sentindo que aquele bebê fosse dela, a não ser depois que ele nasceu e com toda a sua “praticidade” ela apareceu no hospital para buscá-lo, sem se importar muito com a mãe do bebê (tudo bem que ela acabou ajudando a garota, mas sempre pensando adiante e imaginando que isso acabaria ali), contanto que ela tivesse seguindo as suas rígidas instruções de como se preparar para ter um bebê perfeito e saudável.

No fim, mesmo que a sua história nesse caso não tenha terminando com o final feliz um tanto quanto “egoista” que a Julia esperava, acho que tivemos um final feliz sim, pelo menos para a versão café com leite da Juno. E para o possível outro novo membro da família Braverman, que chegou ao final do episódio.

Desde o começo, achei que ela deveria ter ajudado a garota a considerar acabar criando de fato o próprio bebê e não aproveitar que ela praticamente caiu no seu colo no momento em que a Julia descobriu que não poderia ter mais filhos e estava procurando opções para realizar esse sue sono. E olha, ela caiu do céu e ainda chegou trazendo um capuccino, ou seja, estava bom e fácil demais para ser verdade, não?

Mas, e o Joel hein? (Höy!)

Plot que é bom ele não teve nenhum (a não ser o de educar a filha que eu já mencionei), não que eu me lembre, mas continua lá, ruivo e com cara de lenhador, do tipo que é capaz de construir qualquer coisa com as suas próprias mãos em dois tempos e ainda assim fica em casa cuidando das crianças, com a maior dedicação desse mundo e talento também para isso. E detalhe, fala pouco, não reclama de nada e ainda tem cara de boy magia (ruiva!), que no final das contas, é sempre o que importa, rs. O sonho de toda dona de casa moderna. Será que vende na Polytruque? Höy! (euri)

 

E no meio disso tudo ainda sobraram o Zeek e a Camille, eles que sempre acabam ficando em segundo plano na série. Zeek pelo menos tem mais espaço, com a sua carreira de ator para comerciais de TV, a sua doença que ainda não foi bem explorada (mas que não é nada demais também, algo comum para um homem da sua idade) e a excelente visita à casa de sua mãe, que esse sim foi um momento bem especial para o personagem. Já a Camille, essa eu sinto que vem sendo prejudicada desde sempre na série, sem nada de muito relevante acontecendo na sua vida o tempo todo até agora. Vamos escrever uma história decente para a Mamma Braverman? Hein roteiristas?

O final da temporada foi bem foufo, com aquele climão de festa em família do casamento da Jasmine com o Crosby, que finalmente aconteceu, isso graças a uma noite na histórica e famosa “Barraca dos Bravermans”. Nele, todas as histórias se acertaram, tudo ficou no seu devido lugar e todos os personagens deram o próximo passo para o futuro da série.

Com isso, o saldo final para a Season 3 de Parenthood é bem positivo e a série continua cumprindo muito bem a sua proposta e se mantém funcionando muito bem também como aquela horinha familiar que vc passa toda semana em frente a tv, assistindo situações simples do cotidiano que certamente vc vai se identificar ou até mesmo já chegou a viver algo parecido na sua própria vida.

Agora só nos resta mesmo é saber se a NBC vai renová-la para a sua Season 4 e se vamos continuar tendo a nossa série confort food por pelo menos mais uma temporada.

Team Braverman! (♥)

Parenthood invertendo os papéis em uma viagem deliciosa envolvendo toda a família Braverman

Janeiro 12, 2012

O que eu mais gosto em Parenthood é que diferente da maioria das séries com a mesma temática, eles se parecem com a gente, enfrentam problemas do dia a dia que todos nós já enfrentamos ou iremos enfrentar algum dia e isso é o que torna a série especial pra mim.

Nesse episódio de retorno (3×12 Road Trip), eles fizeram uma viagem deliciosa para a casa da avó (mãe do Zeek), no dia do seu aniversário, invertendo pela primeira vez o papel do patriarca da família e o colocando como filho naquele momento, cheio de inseguranças, buscando a aprovação da sua mãe até hoje, algo que eu acho bem difícil de alguém não se identificar.

Engraçado como certas coisas do passado ficam na nossa memória neam? Como quando a sua mulher, Camille, disse na mesa do dinner na frente da família sobre o que a mãe do Zeek disse quando ele contou que gostaria de ser ator e a sua frustração por não ter tido o mesmo tipo de apoio da família que os seus filhos tem hoje do casal.

E é engraçado também como todas as resoluções da série são simples, eu diria que até fazem parte do nosso cotidiano e mesmo assim, ainda deixam a gente com essa sensação gostosa de estar em casa.

No caso dessa semana, eles passaram praticamente mais da metade do episódio presos dentro dos carros da família, discutindo as relações em walkie-talkies pré históricos (euri), tendo que puxar assunto com a filha adolescente que não esta nem ai para o que vc tem para falar, ou tendo que aguentar o irmão chato que não cala a boca nem por um segundo, ou pior, tendo que encarar a mãe depois de ter visto a mesma em uma situação constrangedora e que nunca nessa na vida ou em qualquer outra,  nenhum filho estará preparado para ver. Situações simples, nas quais todo mundo consegue se enxergar em todos os tempos, seja no passado, no presente ou no futuro.

Esse episódio em especial me lembrou muito a minha própria família e nossas próprias viagens juntos (que só de lembrar eu já sinto a maior falta, humpf!), sempre no mesmo climão. Nunca tive avós, pelo menos não do tipo dos mais presentes na minha vida, mas tive uma figura bem importante que acabou ocupando esse espaço, sem deixar lugar para mais ninguém.

Em uma de nossas viagens, me lembro dela brigando para ir no mesmo carro que a gente, o carro das “crianças”, onde nós enfrentamos horas na estrada com a melhor companhia ever, fazendo um monte de piada sobre qualquer coisa, dando muita risada, comendo porcaria e cantando alto no carro, fazendo rimas quando a gente passava os carros concorrentes da família, rimas essas que ela não conseguia acertar uma, mas que eram todas divertidíssimas e super criativas. #TEMCOMONAOAMAR?

Me lembro também de um dos seus últimos aniversários, onde tinha bolo de morango e só a gente mesmo fazendo a maior festa, de onde eu tenho uma foto que eu AMO, uma que eu tirei no celular até, dela toda feliz batendo palmas enquanto a gente cantava parabéns. Foufa mil!

E esse episódio de Parenthood me fez voltar exatamente até essa memória, o que é sempre uma delícia na série, que é quando a gente consegue se identificar facilmente com uma situação qualquer, ou quando acabamos fazendo uma volta ao passado, relembrando momentos que a gente adoraria que tivessem durado por mais tempo.

Talvez por isso que eu me sinta como um Braverman, rs.

O que vc vai assistir no Midseason 2012, hein?

Dezembro 30, 2011

O que, quando e quem sabe onde. Uma agenda com as estreias do Midseason 2012 para facilitar a vida de todo mundo e não deixar ninguém se sentir perdido assim que 2012 começar.

As séries novas estão em destaque e o coração vai para tudo que eu assisto (pq eu tmbm preciso me lembrar, rs):

 

JANEIRO

 

Dia 01/01/12 – (Domingo)

Sherlock

 

Dia 02/01/12 – (Segunda-Feira)

Pretty Little Liars

The Lying Game

Hawaii Five-0

Mike & Molly

Two and a Half Men

How I Met Your Mother

♥ 2 Broke Girls

 

Dia 03/01/12 (Terça-Feira)

Switched At Birth

Work It (ABC – new)

Jane by Design (ABC Family – new)

NCIS

Last Man Standing

NCIS: Los Angeles

♥ Parenthood

Body of Proof

Unforgettable

 

Dia 04/01/12 (Quarta-Feira)

Happy Endings

Revenge

The Middle

Suburgatory

♥ Modern Family

Mobbed

 

Dia 05/01/12 (Quinta-Feira)

 Grey’s Anatomy

Private Practice

The Vampire Diaries

The Secret Circle

 

Dia 06/01/12 (Sexta-Feira)

Nikita

Supernatural

Blue Bloods

A Gifted Man

CSI: NY

Merlin

Portlandia

The Increasingly Poor Decisions of Todd Margaret

Grimm

 

Dia 08/01/12 (Domingo)

House of Lies (SHOWTIME – new)

Californication

Shameless US

The Firm (NBC – new)

The Simpsons

The Cleveland Show

♥ Family Guy

American Dad

Pan Am

♥ Once Upon a Time

Desperate Housewives

The Good Wife

CSI: Miami

 

Dia 09/01/12 (Segunda-Feira)

Castle

 

Dia 11/01/12 (Quarta-Feira)

One Tree Hill

♥ Whitney

Are You There, Chelsea? (NBC – new)

Law & Order: SVU

 

Dia 12/01/12 (Quinta-Feira)

♥ The Big Bang Theory

Rob! (CBS – new)

The Mentalist

Persons of Interest

Up All Night (confirmou e a série ficou com o lugar de Community…Humpf!)

♥ 30 Rock

♥ Parks and Recreation

♥ The Office

The Firme

Bones

 The Finder (FOX – new)

 

Dia 13/01/2012 (Sexta-Feira)

Kitchen Nightmares

♥ Fringe  (Yei!)

 

Dia 15/01/12 (Domingo)

♥ The 69th Golden Globe Awards

Undercover Boss

♥ Napoleon Dynamite (FOX – new)

 

Dia 16/01/12 (Segunda-Feira)

Being Human

Gossip Girl

♥ Alcatraz (FOX – new)

 

Dia 17/01/2012 (Terça-feira)

90210

Justified

Southland

White Collar

♥ Glee

♥ New Girl

♥ Raising Hope

 

Dia 18/01/12 (Quarta-Feira)

American Idol

Criminal Minds

CSI

Royal Pains

 

Dia 19/01/12 (Quinta–Feira)

Archer

Unsupervised (FX – new)

 

Dia 20/01/12 (Sexta-Feira)

Shark Tank

 

Dia 22/01/12 (Domingo)

Lost Girl

 

Dia 23/01/12 (Segunda-Feira)

House

Hart of Dixie

 

Dia 25/01/12 (Quarta-Feira)

Touch (FOX – preview)

 

Dia 27/01/12 (Sexta-Feira)

Chuck

Spartacus

 

Dia 29/01/12 (Domingo)

Luck (HBO – new)

 

Dia 31/01/12 (Segunda)

Ringer

 

FEVEREIRO

 

Dia 05/02/12 (Domingo)

The Voice (especial)

 

Dia 06/02/12 (Segunda-Feira)

♥ Smash (NBC – new)

The Voice

 

Dia 07/02/12 (Terça-Feira)

The River (ABC – new)

 

Dia 08/02/12 (Quarta-Feira)

Rock Center With Brian Williams

Law & Order: Special Victims Unit

 

Dia 12/02/12 (Domingo)

♥ The Walking Dead (só não sei até quando…)

The Celebrity Appentice

 

MARÇO

 

Dia 04/03/12 (Domingo)

Good Christian Belles (ABC – new)

Harry’s Law

 

Dia 06/03/12 (Terça-Feira)

Breaking In

 

Dia 11/03/12 (Domingo)

Bob’s Burgers

 

Dia 12/03/12 (Terça-Feira)

Fashion Star

 

Dia 15/03/12 (Quinta-Feira)

Missing (ABC – new)

 

Dia 19/03/12 (Segunda-Feira)

Dancing With The Stars

Touch (FOX – new)


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