Posts Tagged ‘Paris’

A maravileeeandra despedida temporária do hotel Ritz em Paris

Março 22, 2012

O histórico e adorado hotel Ritz em Paris vai fechar as portas para uma reforma que deverá durar dois longos anos e como parte dessa despedida temporária, ganhamos esse editorial maravileeeandro da Vogue da Anna Wintour de Abril, trazendo a Kate Moss em fotos de perder o fôlego by Tim Walker. Para deixar todo mundo sonhando com um dia de ricah bem ricah.

Detalhe que ela só veste haute couture: na ordem, Chanel, Balenciaga, Dior, Givenchy, Armani, Giambattista Valle, Alexander McQueen, Dior novamente e para finalizar esse sonho, vestido e chapéu Alexis Mabille.

E quem terá coragem de dizer que a primeira imagem  não é retrato do sonho de consumo de todas? (pelo menos um deles?)

ps: e essa espuma que é cor de algodão doce c-o-r-d-e-r-o-s-a hein? Ai ai…

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E quem se importa com a Katty Perry de peruca azul preguiça na primeira fila da Miu Miu em Paris?

Março 8, 2012

Isso quando ao lado dela, temos ninguém menos do que a Sabrina de Raising Hope?

Estão pagando bem as operadoras de caixa em supermercados da Fox, hein?

Ok. Ignorem esse cabelinho dela. (da Sabrina, pq o da Katya a gente não deixa passar. WOO!)

Só eu esperava bem mais do vestido do Marc Jacobs?

Março 8, 2012

Que uma “mega pólo” não dá neam? Boo hoo…

Queria ver ele encarando um peplum tendência, todo justo e pesado, com tecido de ricah e alguma transparência.

Porque fazer as meninas se dobrarem em 15 para aceitar uma tendência é fácil, difícil é carregá-la vc mesmo por ai.

#DECEPÇÃO

#NAOTABOMNAO

Como dizer para o seu patrocinador que vc não gostou do modelón que ele mandou para vc usar em dia de premiere?

Fevereiro 16, 2012

Saia lápis bem justa essa hein?

A sugestão do Guilt seria dizer simplesmente e docemente “esse não, obrigatô!”, nesse caso ainda fazendo cara de Marilyn, mas parece que a Michelle Williams não conseguiu dizer não e encarou esse Dior bem meio assim (fica a dúvida se foi ela quem escolheu…), logo no dia da sua premiere em Paris.

#NAOTABOMNAO

O que fazer a meia-noite em Paris?

Dezembro 6, 2011

Belle Époque, 20’s, ou os dias de hoje? Qual foi a era de ouro em Paris? Preguntinha difícil essa que o senhor Woody Allen nos propõe  em seu filme “Midnight In Paris”, com a sua deliciosa proposta de uma viagem no tempo na Paris antiga, o que só de se propor como tema já me parece covardia.

Confesso que pela importância e pelo romantismo dos anos 20 eu também escolheria essa década como o melhor período a ser ter vivido no passado, ainda mais visto sobre o olhar do cineasta, que empresta dessa vez para Paris, a sua visão já tão característica sobre o cotidiano das cidades, e a deixa ainda mais convidativa, com ou sem chuva. (rs)

O filme já não é nenhum lançamento, mas acabei assistindo no finde e fiquei enlouquecido com a beleza “simples” que o diretor consegue arrancar de qualquer lugar. Tudo bem que nesse caso, não estamos falando de uma cidade qualquer e tão pouco de nenhum patinho feio do mundo, além do que, Paris por toda  sua história e perfume já tem o seu próprio charme e todo mundo sabe disso. Mas pensando em um diretor que sempre escreveu muito bem para a cidade de NY, trabalhando dessa vez com Paris, ele conseguiu impor o seu estilo, mantendo as mesmas características dos seus inúmeros longas anteriores que tiveram Manhattan com plano de fundo para suas histórias. Isso considerando os seus trabalhos mais antigos, antes da sua mudança para locações na Europa em seus filmes mais recentes.

O que me fez ficar ainda mais esperançoso que um dia de fato ele venha filmar por aqui, no Rio, e consiga mudar a visão que o mundo tem daquela cidade. Agora, se nessa viagem ele acabasse escolhendo São Paulo, lá vou eu para as locações de gravação para tentar uma pontinha como extra, é claro. Imagina se eu que nem ator sou (embora tenha feito teatro quando criança, e isso é sempre bom de se mencionar, embora seja totalmente irrelevante, rs) aparecendo ao fundo de uma cena qualquer de um filme do Woody Fucking Allen? iDie!

(pausa dramática pós surto da minha imaginação figurando em um filme do diretor)

Anyway…

Em “Midnight In Paris” temos o casal Gil (Owen Wilson) & Inez (Rachel McAdams, mais linda do que nunca!) que estão prestes a se casar e que antes disso decidem fazer uma viagem até Paris. Mas desde o começo do filme fica bem claro que eles não foram feitos um para o outro e em nada se parecem, na-da. Ele tem o seu lado mais aventureiro, do tipo de pessoa que gosta de explorar o desconhecido, do tipo sonhador, e ela parece estar bem mais preocupada com coisas mais fúteis e assim preencher o formulário padrão do que muitas pessoas acabam comprando como modelo de felicidade, com o seu casamento perfeito e a sua casa perfeita em Beverly Hills. Aquela preguiça de sempre que estamos acostumados…

Mas toda a trama do filme é muito maior do que uma simples discussão de uma relação que obviamente não terá um futuro feliz, nem insistindo muito. Ela na verdade esconde deliciosas viagens no tempo, que são feitas de forma divertidíssima e sem a menor necessidade de uma explicação lógica para tal. Woody Allen se arriscando na temática Sci-Fi, que todo mundo que se arrisca dentro do tema acaba se complicando e que nesse caso o cineasta facilita como ninguém brincando com a fantasia.

Isso porque Gil tem uma verdadeira paixão por aquele lugar e insiste em dizer que o seu sonho seria ter vivido na Paris dos anos 20, o que ele considera ter sido a era de ouro da cidade. Como ele  acaba sempre sendo abandonado pela futura esposa nessas férias do casal (porque ela parece estar muito mais interessada na companhia de  um certo amigo do qual ela já teve uma certa queda no passado), ele acaba vagando pela cidade sozinho a noite, em busca de inspiração para escrever o seu livro, algo que ele encara com um hobbie por enquanto, mas que no fundo ele reprime esse desejo de se tornar um escritor com a sua profissão atual que é a de roteirista bem sucedido em Hollywood. Afinal, porque largar uma carreira que esta dando certo para ir atrás dos seus sonhos?

E com essas caminhadas a meia-noite em Paris começam as suas viagens no tempo, onde ele acaba caindo direto nos anos 20 e com isso, vamos ganhamos todo o charme de uma época que não podemos viver, com o olhar do Woody Allen, um detalhe que já garante a qualidade dessa visão.

Figurinos deliciosos de época, pouco óbvios até, focados mais nas cores da época e no shape, pouco exagerado ou caricata e de muito bom gosto. O que ganha um peso maior ainda com os cabelos e makes de época, esses sim que juntamente com o figurino, completam a caracterização do filme e nos fazem acreditar que estamos de fato nos anos 20 e não em uma festa temática, como acaba acontecendo em muitos filmes que exageram nessa caracterização.

E o personagem não só caminha pelos anos 20 da Paris antiga, como acaba cruzando com grandes nomes de todas as áreas. Nessa divertida passagem pelo década, ele acaba ficando amigo de alguns dos seus ídolos, como Hemingway (Corey Stoll), do  casal Fitzgerald (Tom Hiddleston, Alisson Pill), e também tem passagens e encontros divertidíssimos com Picasso e Salvador Dalí (Adrien Brody).

Uma viagem no tempo com um banho de cultura, onde eu tenho a impressão que o diretor tenha escolhido os seus personagens preferidos da história para brincar em um de seus filmes, algo quem vem certamente de alguém que ama a cultura.

Uma série de outros nomes importantes da época aparecem no filme, como Cole Porter, Matisse, Gauguin, Degas ou a Gertrude Stein, mas não se intimide se vc não reconhecer alguns deles e recorra a o Google, porque vale a pena. Nessa hora devo dizer que eu fiquei agradecido por ter tido ótimos professores de História da Arte e História Geral ou Contemporânea, dos quais eu lembrei muito em diversos momentos no filme. Obrigado!

Aliás, do Picasso ele até ousa roubar a amante, Adriana, vivida lindamente pela atriz Marion Cotillard, que já tem aquele rosto de época  e que esta particularmente ainda mais maravileeeandra nesse longa.

E esse primeiro encontro entre Gil, Picasso e sua amante Adriana, acaba rendendo uma das melhores cenas cômicas do filme, com a vingança de Gil para cima do Paul (o tal amigo pseudo-intelectual do casal por quem a sua mulher tem algum interesse), que é aquele tipo de expert em arte que pensa que sabe tudo e isso de uma forma bem arrogante e que com certeza vc vai conseguir relacioná-lo com alguém que vc tenha conhecido ao longo da vida. Eu poderia citar nesse momento pelo menos uns 12 nomes, fácil…

E com a companhia de Adriana, ele começa a perceber que a sua relação no seu tempo, em 2010 com a sua futura esposa, não esta das melhores e a partir disso o personagem começa a repensar os rumos de sua vida para o futuro.

É claro que no filme não poderiam faltar aquelas cenas que o Woody (íntimo de Oliveira) sabe fazer como ninguém, como divertidas discussões com vários personagens em cena, com aquele humor tão caracteristicos dos seus filmes e que nós a essa altura já conhecemos tão bem.

Confesso que o nome do Owen Wilson sempre pesa pra mim, e talvez o seu passado com comédias tolas e o seu corte de cabelo de sempre, tenha me deixado com o pé atrás a seu respeito. Mas nada que uma boa direção não resolva e nesse caso, arrisco até a dizer que ele me pareceu ser a escolha certa para o papel do típico americano desconfortável, meio bobalhão até, sonhador, que se vê caminhando em direção a uma vida sufocante da qual talvez ele nunca tenha se imaginado pertencer.

Uma outra discussão que o filme propõe é a questão da nostalgia, que cedo ou tarde todo mundo acaba sentindo. Em um certo momento, o personagem rival de Gil no longa, Paul (Michael Sheen), chega a sugerir que sentir nostalgia é negar o presente, o que na hora que ele disse eu já queria debater por não concordar com essa teoria. Mais tarde no filme, novamente essa discussão volta a tona, com o Gil e Adriana viajando no tempo até a Belle Époque,  que é a era de ouro na visão da personagem de Marion Cotillard.

O que nos leva a discussão que é sempre saudoso um tempo que nós não podemos recuperar, porque o presente, por mais direito e feliz que ele possa estar naquele exato momento da sua vida, ele é baseado na realidade, no agora, e isso por si só já parece bem tedioso. Imaginar o futuro também, muitas vezes, chega a ser até assustador. Eu por exemplo sempre me recuso a responder aquela pergunta “onde vc se vê daqui 10 anos”, isso para evitar qualquer frustração futura. Agora, do passado, a gente lembra com saudades, por ter vivido ou não aqueles momentos, e isso é bem diferente de negar o presente, é apenas saudade, algo muito mais simples para os saudosistas de nível controlado.

Outro fato é que toda geração se sente preguiçosa e essa não é só uma percepção que nós temos do tempo de agora, o que pra mim particularmente funcionou como um alívio quando no filme os personagens da Belle Époque já se queixavam da falta criatividade da geração daquela época. Imaginem como eles não se sentiriam agora, com essa crise de identidade do século XXI? O século das releituras…(em algumas áreas)

Um grande filme, não é a toa que tenha sido a maior bilheteria do diretor, e que ainda tem participações da Carla Bruni e da Kathy Bates no elenco. (Bruni maravileeeandra como guia de museu que entra em conflito com o Paul, o personagem “pedante” da história)

A ideia principal do longa talvez seja mesmo essa de mergulhar nos seus sonhos, mesmo que eles pareçam tão distantes e irreais e por mais que o presente pareça chato e monótono, porém aparentemente confortável, é o que temos para hoje e só nos resta valorizar esses momentos do agora, reinventando o presente  e tentando deixá-lo até mais interessante, porque não? E assim garantirmos boas recordações para se lembrar com saudades no futuro, quando isso tudo que esta acontecendo aqui e agora, não passar de simples lembranças.

E quem sabe de quebra a gente não consiga garantir também alguém que não se importe de  andar na chuva em Paris ao nosso lado?

Um filme de Woody Allen, que só pela assinatura já merece até um altar especial no meio da  sua coleção.

Vamos mandar o Bradley Cooper lançar todos os seus trabalhos me Paris?

Dezembro 2, 2011

Assim todas ganham de presente momentos em francês como esse nessa sexta feira fria e meio assim.  Höy!

Além de parecer fluente (mesmo com a gente entendendo pouca coisa de francês), ele parece também super natural, não? Mesmo com essa velocidade toda dos franceses.

E essa garota ai já pode colocar a foto no feice com a legenda: Mãe, ca-sei!

Que é o que todas fariam, rs

I ♥ Croissant

Só falta começar a falar francês…

Novembro 30, 2011

Ou melhor, nem isso falta.

Bradley Cooper de scooter, dando uma voltinha em Paris. #TEMCOMONAOAMAR?

Tudo bem que não é uma vespa italiana azul antigo e a calça das três listras garante pelos menos três pontos negativos para ele, mas é o que temos para hoje e nesse caso não tem porque fazer a seletiva, não é mesmo? Höy!

Já podemos preencher a ficha para ser a nova Amlie Poulain?

Onde a gente assina? Hein?

E o sorriso tímido com covinha, de quem esta ficando de saco cheio dos paparazzis na porta do hotel?

Só sei que aquela garota ao fundo, acabou representando todas nesse momento…

… ou vc também não ficaria com cara de tola caso encontra-se com o Bradley Cooper atravessando a rua?

Se bem que, para uma representação mais fiel do nosso personagem nesse caso, ela deveria estar tirando da bolsa aquele paninho umedecido com substâncias ilícitas que a gente sempre guarda para uma emergência como essa (rs), capaz de derrubar um cavalo, e em seguida aparecer arrastando o corpo pelos pés e colocando no banco do passageiro do nosso carro alugado com nome falso, a caminho de um hotel qualquer, aquele que a gente também esta hospedado com nome falso. Tudo isso naturalmente e com uma boina parisiense, que é para se misturar. Ops, melhor eu parar, porque já estou ficando perigoso…rs.

#ESCOLADOCEBOLINHADEPLANOSINFALIVEISTURMADONIVELAVANÇADO

Fazendo inveja para as amigués do feice

Outubro 6, 2011

Olivia Wilde, que esteve de corpo presente no desfile da Louis Vuitton, onde todas queriam estar na manhã de ontém.

Ok, vamos ter que engolir essa e aceitar que pelo menos temos o Youtube.

Humpf!

#EMBARQUENESSECARROSSEL

A nova versão da regata paga mamilo uó do Jared Leto

Outubro 5, 2011

Dá para acreditar que ele estava assim na primeira fila do YSL assim?

Assessoria, vamos rever essa A List?

E a gente já falou que não é bens, nem esse e nem aquele modelo antigo que o Jared Leto tem um certo apego (e ele não é o único), mas ele insiste…

E sabe o que é pior?

É que esse tipo de regata não é nenhuma novidade e nos anos 70 lá em São Francisco, todas usavam viu Jared?

E a turma do Harvey Milk grita direto do passado:  been theredone that, messed around

#NAOTABOMNAO

ps: vou ter que confessar nesse momento para todos vcs que em uma festa de Natal em família, um tio avô meu me apareceu vestindo um modelón parecido e nesse caso, certamente o Jared levou a melhor (sabe aquele tipo de imagem que vc gostaria de conseguir esquecer? Humpf…). Euri. Mas tem um detalhe que garante pontos positivos para o membro da minha família: tenho certeza que a dele era vintage, direto dos 70’s. rs

Não facilita vai Lindsay Lohan?

Outubro 5, 2011

Ficar distribuindo piada de graça para os outros posando com cara de gatuna na porta da Chanel em Paris, sério? Assim não vale…

Euri…


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