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Leo!

Maio 16, 2013

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Pura foufurice foufa esse Leo do ex Partners (que nunca deveria ter sido cancelada, ainda mais tão cedo como foi e onde o ex Superman estava ótimo!) do Brandon Routh, não?

(♥)

 

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Cancelou! Last Resort, 666 Park Avenue e Partners

Novembro 21, 2012

Sim, todas devidamente canceladas. Humpf!

Last Resort, que eu estava achando ótima apesar de um pouco confusa quando o assunto envolvia sua parte política fora da ilha e juro que toda essa minha boa vontade com a série nem era só porque  ela tinha o Scott Speedman como um dos protagonistas (tá, boa parte até que poderia ser. Speedman= Höy = ♥) e sim porque eu estava realmente começando a me envolver com a sua trama e seus personagens. Mas pelo menos nesse caso, a série contará com os seus 13 episódios encomendados para a  primeira e agora única temporada, o que ajudará a pelo menos concluir de certa forma a trama para quem estava acompanhando a série (algo que eu espero que aconteça, mas que também deve dar um certo desânimo em todo mundo envolvido na sua produção…) que diga-se de passagem, acabou de estrear por aqui no AXN. E segundo a ABC, o mesmo acontecerá com 666 Park Avenue, essa que também foi uma das estreias dessa fall season, mas que eu resolvi ignorar logo de cara. (Confirmou!)

Partners parece mesmo que não terá a mesma sorte, infelizmente. Não se sabe ao certo quantos episódios já foram produzidos e até agora foram exibidos apenas seis deles, que enfrentaram índices bem baixos de audiência , sendo que a CBS inclusive já retirou a série da sua grade de programação. Uma comédia que eu vou acabar sentindo falta, confesso, porque apesar de alguns exageros nas atuações aqui e ali (principalmente por conta do Louis, que apesar de caricata e super exagerado na maior parte do tempo, conseguia ser também o melhor personagem da série) e algumas piadas bem sem gracinha (morri de vergonha dos “trocadilhos” da secretária no último episódio, por exemplo), a série até que vinha conseguindo me fazer rir a cada novo episódio e o Superman me parecia que tinha encontrado o papel perfeito para a sua vida. Nesse caso, achei que faltou tempo para o criadores de Will & Grace acertarem a mão no tom da comédia (algo que eles até já estavam conseguindo), já que todos do elenco estavam funcionando bem juntos. Humpf!

Tristes?

 

ps: por favor Scott Speedman, não fique mais 10 anos longe da TV (e nem resolva ficar morando aí no Hawaii). A não ser que essa distância da TV seja continuar fazendo os filmes indies (alguns bem bons) que vc estava fazendo e até que me surpreendendo. Obrigado!

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Parceria certa

Outubro 5, 2012

Nova série dos criadores de Will & Grace, meio que inspirada na amizade dos próprios (os criadores) e com um elenco conhecidíssimo de todos nós. Só por esses detalhes, Partners já chegou pra mim como uma boa promessa de nova comédia.

O piloto é bom, mas nada demais também (tenho que ser sincero e dizer que não chega a ser como o piloto de The New Normal, por exemplo), não chega a empolgar e não nos traz elementos novos, onde apenas revivemos o formato de sitcom de antigamente. O que não chega a ser exatamente um problema, porque mesmo tratando-se de um formato superado pela TV atual, Partners consegue sim entregar uma série bem corretinha, pelo menos a princípio.

A série fala sobre a amizade dos dois personagens principais, que além de terem dividido a vida e uma série de experiências ao lado um do outro enquanto cresceram juntos, dividem hoje também um negócio, onde ambos são sócios de uma empresa de arquitetura. (Grace foi designer de interiores, os dois são arquitetos… hmm mmm… seria essa uma frustração de qual dos dois da dupla de criadores, hein? rs)

O bacana é que devido ao alto nível de intimidade dos dois, ambos acabam se tratando e sendo tratados pelos demais personagens como uma casal, mesmo que não exista aquele clima clássico de bromance entre eles e tudo parece ser muito mais natural e super bem resolvido por ambas as partes também. Joe (David Krumholtz, que também faz o terapeuta do McAvoy em The Newsroom) é a hetera da dupla e o mais responsável da dupla, todo certinho, do tipo que namora, mas não tem muita certeza quanto ao seu futuro ao lado da sua atual namorada. Do outro lado temos Louis (o sempre excelente Michael Urie, o Mark de Ugly Betty), o gay da turma, animado, fashionista, sarcástico, bem humorado, cheio de referências, aquele velho esterótipo de sempre que nós adoramos e não temos o menor problema em admitir que existe SIM. (mesmo porque… rs)

A princípio, o cara acabou roubando a cena, onde o piloto acabou mesmo (e essa parecia ser a proposta) tendo o foco todo no seu personagem, que me pareceu ser uma delícia, embora seja um tanto quanto sincero demais em diversas situações. (inclusive com o namorado, o que é ótimo também)

O problema que eu já senti logo de cara na série é que como o Louis é o mais divertido entre eles todos, a série tende a ficar muito focada no personagem, ou acabar dependendo dele para salvar qualquer situação. Mais ou menos como o que aconteceu com o Sheldon em The Big Bang Theory por exemplo (e a série também é da CBS, portanto…), na época em que ele ainda era bem engraçado. Sendo assim, com o tempo, fico com medo que acabe sobrando o papel do rabugento (Leonard) para o Joe, que já no piloto e por parecer ser tão certinho, já ficou com aquela tarefa que a gente sabe que sempre será a de quem vai levantar os assuntos todos para que o amigo possa fazer graça ou que vai acabar com o tom da comédia sendo apenas normal e controlado demais. Se ele fosse alguns tons mais solto, mesmo sendo certinho, essa parceria seria ideal.

Os outros dois personagens, Ali (Sophia Bush) e Wyatt (Brandon Routh lindo, mas bem mais fraco que os demais), os respectivos pares de cada um deles, me pareceram muito coadjuvantes a princípio, mas por tratar-se de um piloto, achamos que vale a pena dar esse desconto. Sem contar o histórico de Will & Grace de seus criadores, que acabou transformando o Jack e a Karen por exemplo, nos grandes nomes da série que carregava o nome da outra dupla. Mas é mais ou menos como se eles tivessem com os pares trocados e o Joe devesse namorar o Wyatt, que é muito mais parecido com ele e o Louis devesse namorar a Ali, que seria a parceira ideal para ele.

Mas parece que a dupla estava mesmo a procura de alguém para completar a outra metade de cada um deles e tendo como base a parceria de sucesso entre os dois amigos por todos esse anos, que se completam muito bem, compreendemos que ambos tenham procurado um parceiro o mais parecido com o seu “ideal” de dupla possível. (♥)

E como a série tem um elenco bacana e criadores que já nos entregaram de presente algo como foi Will & Grace (me seguro toda vez que eu lembro da série para não acabar fazendo uma nova maratona dentro dela), acho que vale a pena a gente ficar de olho em mais essa comédia. Sem euforia, para dar risada de forma bem simples e caseira, mas de um jeito que quando bem feito como Partners me pareceu ser, ainda funciona.

 

ps: já assisti também ao segundo episódio (1×02 Chicken & Stuffing), esse bem mais engraçado e onde já deu para perceber que todos eles vão ter a sua chance dentro da série, apesar do Urie continuar roubando a cena, por mérito dele como ator. Nesse o Joe já me pareceu mais solto e engraçado e até o Wyatt ganhou o seu momento, apesar de achar que ele está um tanto quanto Sheldon demais para o meu gosto (o personagem e não a sua função dentro da série, que eu já usei como referência para o Louis), mas que mesmo assim não deixa de ser uma ótima brincadeira em relação ao estereotipo do próprio Brandon Routh como ator, rs.

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