Posts Tagged ‘Paul Rudd’

#ENCONTRISMOS em Sundance 2013

Janeiro 25, 2013

joseph-gordon-levitt-

Todos os anos, acabo apaixonado por essas fotos de estúdio que todos eles acabam tirando em Sundance e por esse motivo, resolvi fazer esse post com algumas das minhas preferidas da edição 2013 do festival.

Como essa do Joseph Gordon-Levitt, que não poderia ser mais foufo, poderia?

#TEMCOMONAOAMAR

"Kill Your Darlings"

Um crossover que talvez a gente nunca imaginasse ver: Dexter + Harry Potter (também conhecido como meu  irmão mais novo, rs). Foufos mil!

#RUNHARRYRUN

"The Lifeguard"

Não sei quem eu gostaria mais de pegar no colo, se a Veronica Mars ou se o Bill Haverchuck, também conhecido como Roman DeBeers, rs

#FREAKSANDGEEKS

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Por incrível que pareça, Nicole não conseguiu estragar a imagem e quase nos deu alguma esperança de que o crime que ela mesmo cometeu contra o seu próprio rosto ainda tenha alguma salvação. Matthew Goode e de óculos ainda (não sei como as pessoas ainda não se deram conta de que óculos podem funcionar como ótimos acesórios), sempre uma visão. Höy!

#CRUSH

emile-hirsch-paul-rudd-

Acho que o Paul Rudd nunca vais perder essa cara de irmão mais velho, neam? Emille Hirsch também poderia ser nosso irmão, talvez o do meio, rs

#MODERNGUILTFAMILY

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OK, i do declare que se essa Amanda Seyfried aproximar esse seus olhos que tudo vê do Adam Brody em seu novo filme, eu nem sei dizer do que eu sou capaz! Sério. Mas SÉRIO mesmo.

Aliás, AMO/sou esse seu look forever Seth Cohen (♥)

#IMSTUDYINGNAKED

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Não consigo olhar para essa imagem e não pensar na esquação Ben + Leslie = #SÓAMOR

Simplesmente não consigo…

#ADORKABLE

"The East"

E para encerrar, nada melhor do que a visão do por do sol sueco, porque dizem que é assim que o Sol se parece por lá. É o que dizem… Höy!

#MAGIAMAGICASUECA

 

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“This is 40” e aparentemente você pode escolher se quer passar dignamente pela nova idade, ou se vai aguardá-la como uma boneca de cera

Dezembro 21, 2012

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Sim, aparentemente você pode escolher como passar pelos 40…

Dignamente, como o Paul Rudd, com essa carinha de boy magia de “Clueless” até hoje (ou com aquela cara foufa de marido da Phoebe em Friends. Ops, spoiler! rs), ele que é o protagonista do “This is 40” e que nós temos certeza que essa escolha foi uma projeção pessoal do diretor Judd Apatow, rs .

Ou você pode decidir aguardar a idade com essa cara de boneca de cera que Cher nos livre, super natural e quase nada mexida pelo mundo das intervenções e cosméticos vindos diretamente do inferno, opção que aparentemente parece ter sido a da Megan Fox, que ainda pode estar longe dos 40, mas ao que tudo indica, não chegará lá muito dignamente, não seguindo essa linha. E olha que recursos não faltam,  hein? (muito iluminador, talvez?)

#NAOTABOMNAO Megan. Paul, sempre uma visão foufa. Höy! Judd, TE AMO! Me adota? Me faz irmão da Maude?

 

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E a Vanity Fair está que é só comédia, hein?

Dezembro 6, 2012

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VF3

Edição da revista que teve como editor convidado, ninguém menos do que o Judd Apatow. (♥)

Batendo o olho rapidamente nas três capas assim, SIM, faltou a Tina Fey, a Lena Dunham e o Louis C.K (que eu duvido que toparia fazer uma capa dessas, mas…) e eu trocaria fácil essa Maya Rudolph pela Christina Applegate, pensando apenas no elenco da própria série dela atualmente.

Agora, o que explica a Megan Tranformer Crossfox no meio dessa turma?

Tudo bem que as suas atuações são sempre tão medíocres que elas até podem nos causar algumas risadas, mas sentimos muito mais vergonha do que qualquer outra coisa.

 

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And in that moment, I swear we were infinite

Novembro 9, 2012

Quando assistimos filmes sobre dramas da adolescência, raramente conseguimos fugir de uma série de clichês que a essa altura, já conhecemos muito bem. Quando eles resolvem retratar os populares da turma por exemplo, a história geralmente beira o pastelão preguiçoso, com personagens que muitas vezes não conseguimos nos identificar pessoalmente (por motivos óbvios), mas que identificamos facilmente na multidão a todo momento. O bobalhão comum, a turma do “Yoo Hoo”, todo high school está e sempre esteve repleto deles. Antes de reclamar, lembrem-se: “Viva a diferença” (#SadFace). Os nerds ou os excluídos da turma também sempre foram uma outra vertente dos estereótipos bastante explorada no cinema, sendo retratados por diversas vezes e geralmente de forma bem caricata ou com a simples função de fazer rir, poucas vezes conseguindo transmitir algo próximo do que seria a sensação de se sentir excluído em um período da nossa vida onde tudo ainda está muito confuso, nossas opiniões mudam a todo momento, nossa personalidade ainda está em desenvolvimento, nosso repertório ainda não é muito extenso e talvez ser aceito por um grupo qualquer nessa época seja uma das nossas maiores batalhas, que podem ou não se tornar grandes conquistas, dependendo do desempenho de cada um.

E “The Perks Of Being a Wallflower” consegue ir justamente contra tudo o que já conhecemos sobre o tema e as diversas formas com que ele já nos foi retratado ao longo do tempo, justamente por tratar tudo com uma honestidade importante, de forma direta e absolutamente natural, uma escolha que vem nos agradado bastante no cinema atual (na TV também, vejam o sucesso de Girls por exemplo) fugindo totalmente da maioria dos clichês que ninguém aguenta mais encontrar nesse tipo de história. Dirigido por Stephen Chbosky, que é também o autor do livro homônimo de 1999, em parceria com os mesmos produtores de “Juno”, encontramos no novo longa uma excelente opção de clássico para uma nova geração que está crescendo agora, onde apesar do tema “adolescente”, é impossível não acabar se identificando com o drama e seus personagens repletos de bagagem, mesmo que a nossa adolescência já tenha passado faz algum tempo. Ainda mais se você conseguir se identificar facilmente como um Wallflower. Done (✓)

Um dos grandes méritos dessa história certamente foi o fato do  filme ter sido dirigido e roteirizado pelo autor do livro, algo que acabou emprestando um caráter muito mais pessoal e importante para uma história recheada de assuntos dos mais variados possíveis. Dramas típicos da adolescência como o simples fato de ser ou não aceito pelo grupo, tentar se encaixar e descobrir o seu lugar no mundo, as primeiras experiências no amor ou com as drogas, até assuntos mais sérios e bem mais complexos como o suicídio, abusos de diversos tipos e a depressão. Todos levados a sério, mesmo quando mencionados apenas de passagem, mas sem dar um peso desnecessário para cada um desses assuntos e sem transformar a história em um dramalhão que opta por comover pelo óbvio.

Como personagem principal encontramos Charlie, um típico garoto nerd e bem tímido, que não consegue lidar muito bem com a tarefa de fazer novos amigos, ainda mais enfrentando o drama do primeiro dia de aula no high school, com uma nova turma e sem nenhum amigo por perto para facilitar as coisas. Claro que o seu maior pesadelo se torna realidade quando ele se vê sozinho nessa nova fase de sua vida (embora ele tenha alguns conhecidos, que fingem que não o conhecem), não recebendo uma recepção muito calorosa por parte dos demais alunos da escola, que logo percebem algo de “diferente” no garoto, para seu total desespero. No primeiro dia de aula, além de passar por uma série de constrangimentos, o garoto acabou encontrando seu primeiro amigo no professor de Inglês (interpretado pelo ator Paul Rudd), que mais tarde viria a se tornar uma espécie de mentor para o aluno, alimentando a sua vocação para que ele se tornasse um futuro escritor. Pessoalmente, foi impossível para mim não acabar me identificando com o personagem, principalmente na cena onde ele sabia as respostas para a pergunta do professor em sala de aula, mas faltava coragem para expressar os seus conhecimentos, muito provavelmente para evitar também a manifestação dos seus colegas de sala na sequência. A história da minha vida. (acreditem ou não, me mantive assim até a Faculdade…)

Charlie que é especialmente interpretado pelo ator Logan Lerman (“Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief” ), que consegue emprestar uma doçura importante para o personagem, nele que também é possível observar toda a sua insegurança e repressão apenas no olhar ou na sua postura diante dos momentos onde ele se via cercado pelos demais alunos da escola. Aquela câmera intimista, na cara do personagem enquanto ele caminhava pelos corredores do colégio, também ajudou bastante a transmitir essa sensação de medo e insegurança que todo mundo que não é muito bem recebido, ou que é simplesmente tímido, acaba sentindo em um ambiente que reconheça como hostil.

Claro que como dificilmente alguém consegue sobreviver sozinho por muito tempo e para adquirir novas experiências, muitas vezes é necessário trocá-las com alguém, Charlie acaba conhecendo outros dois personagens que passam a ser o seu ticket de entrada para esse seu ritual de passagem da sua vida. O bacana é que esse encontro acaba se dando pelo esforço do próprio personagem, que ao se identificar com alguns dos underdogs da escola (que ele admira), o próprio acaba tentando um aproximação para não permanecer sozinho, demonstrando uma vontade de mudar o cenário ao seu redor que é bem bacana de ser percebida no personagem. Seus novos amigos são Patrick e Sam (e quem não queria ter um melhor amigo como o Patrick e se apaixonar por uma Sam que atire o primeiro VHS dos Smiths que vocês esqueceu de devolver para um amigo e nunca mais o encontrou. NOW – e sim, esse plot do VHS é pessoal), que o próprio acaba confundindo a princípio com um casal, mas que ele descobre que ambos são apenas bons amigos, além de meio irmãos. Patrick é o gay da turma, do tipo libertário, que não está muito preocupado em como o mundo vai enxergá-lo e vive em defesa da sua verdadeira identidade e acima de tudo, da sua liberdade. Sam é a típica garota dos sonhos, essa ainda mais impossível do que a garota ideal do high school (a loira megabitch e cheerleader preguiça), porque além de linda, ela também é super bacana, sensível e acaba fazendo questão de introduzir Charlie a sua turma, porque identifica no menino a grande dificuldade que era ser ele mesmo naquele momento, ainda mais quando em um instante de ‘colocação involuntária”, ele acaba revelando que teve sim um melhor amigo ao longo da vida e nem sempre foi tão solitário, mas que o mesmo acabou cometendo suicídio.

Patrick é interpretado pelo ator Ezra Miller, que todos nós lembramos pelo seu excelente e inesquecível papel em “We Need To Talk About Kevin”, que nesse caso nem chega a ser uma grande surpresa, pelo talento que nós já conhecemos do ator. Seu personagem além de também ser adorável, acaba crescendo ainda mais através da sua bagagem, que é um dos temas abordados no filme, quando ele se vê em uma situação de bullying provocado pelo ex namorado, o atleta popular da escola que ele mesmo ajudou muito no passado, mas que ao ter o namoro descoberto pelo pai homofóbico, acaba levando uma surra daquelas do próprio pai e de certa forma resolve descontar no parceiro suas próprias frustrações. E foi emocionante a forma como Patrick encarou toda aquele situação de frente, sem usar a sua maior arma naquele momento (que seria simplesmente revelar para a escola inteira que Brad – Johnny Simmons – foi seu namorado), sendo espancado covardemente pelos amigos do ex e salvo por Charlie, que entre todos eles foi o único que teve coragem de resgatar o amigo daquela situação pavorosa, talvez porque ele a entendesse como ninguém.

A violência também se faz presente no filme através do comportamento que Charlie observa dentro da própria casa ao ver a irmã em um relacionamento abusivo com o namorado (irmã que é interpretada pela Nina Dobrev de Vampire Diaries e seus pais são os atores Dylan McDermott e a Kate Walsh, que quase não aparecem no filme porque esse não era o foco). Dizem que no livro a situação se aprofunda bem mais nessa história envolvendo a sua irmã, algo que no filme acabou não acontecendo. Falando um pouco sobre as diferenças do filme com o livro, no papel a obra é composta de cartas que Charlie escrevia para um amigo anônimo (que poderia ser ele mesmo no futuro, ou o tal amigo que acabou se suicidando), algo que no filme acabou sendo substituído pela narração do personagem principal, dando voz as principais quotes do livro, como o título dessa review que eu AMO, por exemplo. Algo que eu até acho que poderia ter sido mais presente no filme (algo como em  “Submarine”, sabe?), mas que também não chega a prejudicar o longa, de tão especial que ele acabou sendo.

Outro grande destaque acabou fincando por conta da participação da Emma Watson (I ♥ Hermione) no papel da também adorável Sam, que não é por acaso que acabou se tornando a grande “crush” do Charlie dentro da história. Ela que também carrega muito bem a bagagem do seu personagem, que já havia sido muito diferente no passado, quando fazia parte do grupo dos populares, mas que um dia decidiu que aquela não era a pessoa que ela gostaria de ser e aqueles também não eram exatamente as pessoas com quem ela gostaria de estar, apesar de manter uma certa queda pelas pessoas erradas e que nunca a tratam da melhor forma em todos os seus relacionamentos (talvez porque os caras bacanas nunca a convidem para sair…). Sem sotaque e com um doçura que também não é nenhuma novidade para ninguém, Emma surpreende ao aparecer sexy a seu modo (lindamente, por sinal), enquanto interpretava o seu papel ao lado do Patrick na versão toda especial do grupo para “The Rocky Horror Picture Show”. Em uma certa altura do filme, até o próprio Charlie acaba fazendo parte da peça, algo que ao observar toda a timidez que o personagem carrega ao longo do filme, dá para imaginar que deve ter sido um passo gigantesco para aquele garoto. Go boy!

Os demais personagens também são todos bem bacanas e todos eles, mesmo os menores, tem a sua bagagem para carregar dentro dessa história, algo que eu achei notável, principalmente pela forma simples e eficaz como elas todas foram abordadas. Tem a menina rica que rouba por esporte, o namorado que vive colocado, a namorada que tenta passar uma imagem de badass, mas que na verdade é carente e absolutamente grudenta e os caras mais velhos que não tratam as namoradas mais novas muito bem e preferem apenas se aproveitar daquela situação de “superioridade”. E todas essas histórias, por menores que elas sejam, tem total relevância com a temática do filme, mostrando para o Charlie e também para quem possa se encontrar em uma situação semelhante, que ele não está sozinho naquele mar de inseguranças e que todo mundo tem os seus problemas, com a diferença de que alguns conseguem apenas lidar com eles mais facilmente, ou simplesmente aprenderam a camuflá-los melhor.

E é uma verdadeira delícia ver a trajetória do personagem durante aquele ano da sua vida, que acabou sendo surpreendente e totalmente diferente do que ele imaginava que seria. Tudo que acabou acontecendo com ele e com seus amigos, acabou sendo importantíssimo para o que aconteceu na sequência, uma vez que novamente o personagem estava prestes a se encontrar sozinho novamente, já que seus amigos estavam se formando no colégio, partindo para a faculdade e ele estava apenas no primeiro ano. Mas antes de entrar nessa parte, eu preciso dizer que tudo fica ainda mais especial com a trilha do filme (que é a mesma mencionada no livro), ao som dos Smiths (que figuram nos posteres dos quartos deles todos. Morrissey, eu te amo! Sério. Um dia vou casar ao som de “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want”, com ou sem você, rs – por favor, não roubem a minha ideia. Originalidade é importante. Encontrar a fiancé também, rs), New Order, Sonic Youth  e “Hero” do David Bowie, que tem um papel importantíssimo dentro da trama (e na vida de todo mundo que é legal, claro!). Ou seja, uma trilha imperdível, tipo uma reunião com o dream team tocando no nosso quarto. (sempre imaginei as minhas bandas preferidas tocando dentro do meu quarto, comigo assistindo tudo de pijama, sentado na cama, rs)

Outro detalhe importante em “The Perks Of Being A Wallflower” é que ele é ambientado na década de 90, onde as coisas eram bastante diferentes de hoje em dia, ainda mais para um garoto introvertido como Charlie, que nos dias de hoje poderia muito bem se esconder facilmente atrás do seu computador ou de um gadget qualquer e dificilmente acabaria ganhando as experiências que ele adquiriu naquele que pode ter sido o grande ano da sua vida. Saiam de casa, crianças. Saiam!

Partindo para o final do filme, que por sinal, é bastante angustiante, em meio a todas as experiências desses adolescentes, somos surpreendidos por alguns flashes de memória de Charlie, com pequenas frações da sua infância, nos quais observamos um pouco da sua relação com a tia Helen (Melanie Lynskey de Two and a Half Men), personagem que descobrimos ter morrido em um acidente de carro, o que aparentemente parecem memórias inocentes com certo um ar de saudosismo e doçura, mas que ao se tornarem cada vez mais frequentes e seguidas de alguns desmaios do personagem ao longo do filme, acabamos descobrindo que a situação nesse caso, assim como os traumas todos da vida daquele personagem, eram todos muito mais profundos e bem mais graves do que a gente poderia imaginar até então. Um peso a mais para a história que talvez nem fosse necessário, mas que ao mesmo tempo não transmite a sensação de apelo ou qualquer coisa do tipo e mais uma vez figura mais como um capítulo a mais dentro dessa história contada com tamanha honestidade e até mesmo com bastante delicadeza, algo difícil de se equilibrar. Todo mundo tem uma história triste para contar e essa era a do Charlie. Humpf!

Apesar do clima não ser dos melhores perto do final do filme e a sensação nesse momento realmente não ser das mais bacanas e esse eu acho que é um mérito para o diretor, que conseguiu nos deixar com uma sensação parecida com a da mente do personagem naquele momento, que se encontrava em conflito ao começar a identificar o que suas memórias do passado traziam para completar a sua história presente, algo que acaba nos deixando com o coração ainda mais apertado ao imaginar as possibilidades para aquele personagem que aprendemos a AMAR (e nos identificar) em tão pouco tempo, mas mesmo assim, o saldo final do filme embora essa avalanche de emoções de última hora, é sim bastante positivo, mostrando que existe sim um caminho para tudo desde que você não decida ignorar os fatos. Vai ser doloroso? Vai. Pode demorar? Pode. Não vai ser fácil? Não, não vai. Mas se você tentar, tem mais chances de conseguir passar por isso tudo, carregando apenas um cicatriz aqui e ali com orgulho pela lembrança da forma com que você conseguiu passar por esse pedaço da sua própria história, que nadam mais é do que apenas um pedaço dela.

“The Perks Of Being a Wallflower” é um filme realmente muito especial, com um elenco perfeito. Um novo clássico para ocupar a nossa prateleira especial, ao lado do livro, que não só merece ser comprado, como merece também ganhar uma dedicatória escrita por nós mesmos, do tipo “Para o futuro Eu”. (♥)

 

ps: apesar da alma indie, AMO/Sou Charlie cantando Air Supply no seu quarto, rs (e eu acho “As Vantagens de Ser Invisível” um dos melhores títulos adaptados para o português)

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Louie, a série que virou mainstream sem se tornar mainstream

Outubro 19, 2012

Louie is big now, HUGE. Embora continue o mesmo de sempre, um cara que tem mais de um milhão de seguidores no Twitter mas e que até outro dia não seguia ninguém de volta (agora parece que ele anda seguindo apenas uma pessoa), o mesmo comediante que vende ele mesmo os ingressos para seus shows de stand up, que é de onde vem suas raízes, mesmo já tendo recebido a essa altura um convite para se apresentar na Casa Branca, Louie agora é coisa grande, enorme e a partir dessa Season 3 deixou de ser ignorado por parte do grande público, que finalmente parece ter se rendido aos encantos desse gigante ruivo.

A série se tornou tão grande, que durante esse ano vimos Louis C.K. figurando em quase todas as grandes premiações da TV, sendo finalmente reconhecido como o grande comediante e roteirista que ele é, mesmo sendo apenas ele mesmo e o melhor de tudo isso, ainda saindo vitorioso de algumas dessas premiações, carregado de merecidíssmos prêmios como aconteceu no último Emmy, onde nós enquanto fãs do seu trabalho, nos encontramos extremamente realizados por ele ter conseguido chegar lá e porque não dizer que até ficamos emocionados apenas com a sua presença ruiva em qualquer um desses prêmios, reconhecido, sentadinho pela primeira vez de tux completo, de uma forma que não estamos acostumados a encontrá-lo normalmente.

Mas também pudera, como o mundo continuaria ignorando o brilhantismo de Louie, uma das melhores comédias (e comediante) da atualidade?

Tudo bem que a essa altura, exista uma sensação de que o personagem já se confundiu totalmente com a pessoa, mas essa sensação apesar de estranha, para quem acompanha a trajetória do Louis C.K. já a algum tempo, parece mais do que natural, onde já aceitamos e entendemos que Louie é aquilo mesmo, Louis C.K. é a série e a série é o Louis. Por esse motivo, apesar de agora já poder ser encarada como mainstream devido ao seu grande sucesso, a maior parte dele ainda por parte da crítica, é verdade, ficamos também com a sensação de que apesar do reconhecimento de agora, Louie continua a mesma série de sempre, com o mesmo fundamento e identidade e é exatamente esse tipo de detalhe que faz da série algo tão especial e que muito provavelmente por isso, só venha enfrentando uma crescente em sua trajetória.

E essa Season 3 é uma prova disso, tamanha qualidade dos textos e de cada um dos seus 13 episódios. Com quase nenhuma exceção (talvez por alguns momentos isolados, nunca por um episódio inteiro por exemplo), todos foram excelentes em um nível difícil de se atingir, ainda mais tratando-se de uma série de humor que não se parece em nada com as demais que encontramos por aí. OK, temos sim um pouco de Larry David na persona do Louie (Larry David e não Seinfeld), afinal, ninguém sobrevive sem nenhuma referência, mas como tudo é tão pessoal e particular em cada um dos dois universos desses dois comediantes, apesar de qualquer semelhança, é possível encarar o trabalho de ambos com uma grande diferença e por esse motivo, continuo achando Louie uma série praticamente única na TV atual.

Claro que como a série vem enfrentando essa crescente que certamente a levou para o sucesso e reconhecimento de hoje, algumas adaptações precisaram ser feitas ao longo da temporada, como a diminuição da presença do seus próprio stand up dentro da série, que ainda é presente mas de forma bem mais pontual do que durante as temporadas anteriores, assim como a divisão cada vez mais clara de duas histórias na maioria dos episódios, mais ou menos como duas longas sketches de comédia de situação. Como se o próprio Louis C.K. estivesse apostando cada vez mais na fórmula criada por ele mesmo, entendendo de uma vez por toda qual deveria ser o caminho a ser seguido, mas isso sem se corromper ou perder qualquer parte da sua identidade em meio a essas adaptações todas, que a princípio foi o que o trouxe ao caminho certo a ser percorrido nessa nova temporada.

Sem contar as participações, que acabaram se tornando cada vez mais recorrentes na série, dessa vez reunindo uma série de nomes com um certo peso ainda maior, como a Parker Posey, que fez uma das melhores tentativas amorosas do Louie até hoje (Daddy’s Girlfriend: Part 1/Part 2), destruindo alguns clichês de histórias de amor com finais felizes, assim como a Chloë Sevigny, que também teve uma participação excelente nessa temporada, dentro do mesmo cenário da Parker (3×09 Looking for Liz/Lilly Changes). Fora a lista extensa de comediantes que participaram dessa Season 3, alguns em papéis maiores e com alguns importância para a história, outros apenas em pequenas cameos, muito provavelmente afetivas, como a Amy Poehler (lembrando que o Louie himself foi um dos seus ex namorados em Parks & Rec), Sarah Silverman, Jay Leno, Jerry Seinfield, Chris Rock, Robin Williams (3×06 Barney/Never, um episódio sensacional sobre a morte de um colega de trabalho deles) e uma participação especialíssima do David Lynch como uma espécie de mentor para o novo sonho do Louie, que foi mais do que sensacional! (Clap Clap Clap!)

Em meio as maravilhas dessa Season 3, tivemos momentos excelentes por conta da história e do texto sempre ótimo da série, como todas as situações envolvendo as tentativas amorosas do Louie, que costumam ser sempre um desastre (a temporada já começa com um D.R daquelas, para aplaudir de pé no 3×01 Something Is Wrong), com o nosso ruivo se arriscando com os tipos mais variados possíveis, mulheres completamente complexas (como a do episódio 3×02 Telling Jokes/Set Up, que foi divertidíssima), cheias de camadas (rs) e um tanto quanto malucas, mas nada muito fora da realidade ou caricatas demais, onde ele acabou se deparando até que com tipos bem possíveis atualmente. Mas o meu momento “romântico” preferido da temporada foi mesmo o bromance que surgiu da visita do próprio a Miami (3×03 Miami), onde ele acabou descolando uma amigo salva-vidas para chamar de seu e acabou perdidamente apaixonado pelo novo companheiro, rs.

E a história do bromance entre os dois foi tão bacana, que em um determinado momento do episódio, Louie ultrapassou as barreiras de qualquer tipo de preconceito, apesar desse não ter sido exatamente o tom da coisa toda, e se encontrou verdadeiramente apaixonado pelo novo amigo, que infelizmente no final da história, não conseguiu entender muito bem o que estava acontecendo de especial entre os dois. Apesar do climão gay no ar, que diga-se de passagem que foi divertidíssimo de acompanhar, ficou claro que aquela era uma crítica ao comportamento dos homens, que até hoje não conseguem expressar muito bem seus sentimentos e muitas vezes preferem até mesmo aceitar um crédito/rótulo equivocado qualquer, por não ter coragem de assumir seus verdadeiros sentimentos, inclusive entre eles. (mas nada me tira da cabeça que talvez o Louie tenha mesmo se apaixonado pelo boy magia de Miami…rs)

Outra sensação que essa temporada nos deixou foi a de que o personagem acabou se permitindo um pouco mais, onde ele acabou visitando cenários diferentes da sua zona de conforto, apesar de que nesse caso, essa tal zona parecer ser bem limitada, porque ele quase nunca parece estar muito confortável em qualquer situação. Talvez Louie estivesse enfrentando uma antecipação da sua crise da meia idade, o que acabou mexendo um pouco com a sua própria identidade. Já começamos a temporada com sinais claros dessa mudança, com ele encarando uma moto como seu novo brinquedinho preferido e logo de cara se metendo em um acidente com a mesma, onde tivemos a introdução da sua ex mulher na história.

Mas se Louie agora cresceu em uma proporção considerável, quem acabou crescendo junto com ele foram suas duas filhas, que estiveram cada vez mais inseridas na história, além de terem ganhado uma participação muito maior ao longo dessa temporada. E #TEMCOMONAOAMAR aquelas duas? Lilly (Hadley Delany) que está crescendo com toda sua seriedade, mais introspectiva, cheia de manias e personalidade forte e que deixou o pai de cabelo ruivo em pé quando ele achou que ela havia fugido de casa (AMO a resolução desse plot) e a adorável Jane (Ursula Parker), que é extremamente foufa e que talvez tenha sido a responsável pela melhor piada da temporada. Ela que além de tudo ainda nos mostrou um pouquinho dos seus dotes no violino, instrumento que para quem não sabe, a pequena atriz domina como ninguém na vida real (que estava ou não estava vestida de Alice nesse vídeo? ♥). E #TEMCOMONAOAMAR a falta de sensibilidade do Louie bancando o single daddy naquele momento?

Muito provavelmente por começar a perceber as proporções que a sua série estava prestes a atingir, Louis C.K. acabou inserindo esse contexto dentro dela, com a história  deixada para encerrar a temporada em uma sequência de três ótimos episódios (3×10, 3×11, 3×12 Late Show Part 1/2/3), sobre ele ganhar a chance de se tornar algo maior do que apenas um comediante de stand up, com a possibilidade dele ser o possível novo Letterman, isso se o Seinfeld não acabasse fazendo aquele precinho mais justo para o canal, claro (até nesse momento, Louie se coloca com uma segunda opção. #TEMCOMONAOAMAR?). Uma sequência de episódios onde vimos a transformação do personagem se tornando ou pelo menos tentando se tornar algo muito maior do que ele mesmo achou que chegaria a ser um dia (quase como uma metáfora ao seu atual momento com o sucesso da série), recebendo os ensinamentos do David Lynch, vivendo uma espécie de coach para apresentadores de TV e tudo isso na companhia do seu sempre impagável agente que parece ter apenas 15 anos de idade. (rs)

Bacana que nem mesmo nessa hora, brincando com a realidade, Louie não fugiu da sua proposta que sempre foi bem crítica em relação a maiorias das situações do cotidiano da sua série e enquanto tudo dava errado para ele no seu caminho rumo ao Late Show, ele cabou mostrando a concorrência que existe dentro do meio, com todos os seus “amigos” o traindo pelas costas, tentando roubar a chance de ouro de todo comediante, que naquele momento havia aparecido para ele. Mind games, puxões de tapetes, aquela coisa toda da concorrência desleal de sempre, ou você está pensando que isso é uma exclusividade do seu mercado de trabalho? rs

Mais o mais legal dessa história toda foi o personagem tendo que lidar com sua nova realidade, que para se tornar quem ele não conseguia acreditar que poderia vir a ser, seria necessário alguns sacrifícios e o maior deles seria ter que ficar longe das filhas por muito mais tempo do que o costume, algo que o Louie não estava preparado para encarar ou abrir mão assim tão fácil, mesmo com tamanha oferta. E foi lindo ver que essa na verdade é a sua maior fraqueza, onde todos os obstáculos que foram colocados no seu caminho ele até que conseguiu vencer bravamente, mas foi totalmente vencido pelo olhar de decepção/tristeza das duas filhas entendendo que teriam que ficar longe do pai por mais tempo para que ele se tornasse o novo âncora do talk show do momento. Sério, que coisa mais foufa! (♥)

Claro que como Louie é uma comédia sobre a “derrota”, ele acabou perdendo a chance de ser tornar o novo Letterman, mas não sem antes pelo menos sentir o gostinho de como seria ter o seu próprio talk show, com convidados como o Paul Rudd e a sempre deliciosa Susan Sarandon, para a qual ele acabou fazendo uma confissão super constrangedora, porém adorkable. E aquela cena onde ele ficou gritando para o Letterman de frente ao prédio do Late Show em NY foi SENSACIONAL (juro que eu fiquei super emocionado por ele naquele momento), uma derrota que para ele teve sabor de vitória e que certamente, para todos nós também. Go Louie! Go Louie! (detalhe que a temporada não termina nesse episódio e ainda temos uma season finale, com o retorno do pato, só que de uma forma bastante diferente. Repito: #TEMCOMONAOAMAR?)

O que mais ou menos prova o que eu tentei dizer com o título desse post, (que é sim uma declaração de amor para o Louis C.K. Te AMO Louie. ♥), que é exatamente a ideia que encerrou essa trilogia de episódios sobre a sua ascensão, onde ele conseguiu nos provar que mesmo que Louie não tenha se tornando exatamente uma série mainstream, das mais populares e do tipo que todo mundo assiste, mesmo assim ele agora é SIM bem mainstream. He did!

Uma temporada sensacional do começo ao fim, que só não nos deixou mais feliz porque recebemos a informação de que a sua Season 4 já garantida faz tempo só deverá acontecer em 2014, o que consideramos uma grande sacanagem!

 

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Só eu fico constrangido com esse tipo de coisa?

Fevereiro 16, 2012

Pq quando vc passa dos 40, está na hora de abandonar o combo saia curta bem curta e o top.

Mas eu não sou do tipo radical e acho que a saia curta bem curta ainda pode se vc estiver se garantindo bonitona, só não precisa deixar a rabiga de fora, não é mesmo Jennifer Aniston?

Totalmente desnecessário.

E o Paul Rudd, hein?

Como eu tenho esperança de um dia participar do SNL, não vou me arriscar em dizer que ele é um quase bonito que é quase engraçado. Tipo um projeto inacabado (mas adoro ele como marido da Phoebe, no casamento mais foufo e maravileeeandro de Friends ever!). WOO!

Não, eu não assisto apenas filmes “cults”

Janeiro 21, 2011

Primeiro que eu acho a palavra “cult” tão antiga…

Anyway, para provar para vcs que eu também faço escolhas duvidosas quando não estou afim de pensar muito, sintam o drama de outras coisas que eu também vejo, mas que não me orgulho nem um pouco e talvez nem devesse contar para ninguém, rs:

 

The Switch (que por aqui, ganhou o título sem vergonha de “Coincidências no Amor”, Zzzz)


Jennifer Aniston parece estar mesmo se especializando em comédias românticas, não? Preguiça…

Já o Jason Bateman eu acho um disperdício nesse tipo de papel, prontofalei. Mas alguém tem que sustentar as crianças neam? rs

“The Switch” é um filme bobinho sobre uma mulher de 40, bem sucedida no trabalho e com a vida amorosa bem atrasada, que resolve engravidar por ela mesmo (fikdik Jen…). Do outro lado, o atual melhor amigo que esconde uma paixão mal resolvida do passado, que não concorda com a idéia da produção independente da melhor amiga e acaba “por acidente” se envolvendo na questão.

O melhor do filme é o garoto Sebastian (Thomas Robinson),  resultado dessa experiência independente, que é sensacional e poderia facilmente ser meu filho. Colecionador de porta retratos com as fotos originais de quando eles são vendidos (euri), com  várias manias esquisitas e preocupado com questões ambientais…howcuteisthat? Tudo isso do alto dos seus 5 ou 6 anos, tsá? Foufo mil!

No elenco, ainda temos o Patrick Wilson (Höy) e a Juliett Lewis (que eu não sei muito bem o porque aceitaram esses papéis…$$$catching!)

É claro que como toda comédia romântica, ela reune uma serie de clichês que todos nós já estamos mais do que acostumados a ver por ai. Mas tudo bem também porque comédia romântica com grandes astros de Hollywood é sempre a mesma coisa e isso não é novidade para ninguém.

Para assistir naquela noite que vc chega cansado do trabalho e não esta afim de pensar muito ou nem um pouco…

 

Dinner for Schmucks (esse ganhou o título mais fiel de “Jantar para Idiotas”)


Primeiro de tudo eu gostaria de dizer uma coisa para o Steve Carell: vc é melhor do que isso!

E o mesmo vale para o Paul Rudd.

“Dinner for Schmucks” começa com uma abertura linda, com ratos foufos trabalhados na taxidermia, em cenários sensacionais e o som dos Beatles. Lembra o Stuart Little até…

O que até engana, mas depois o filme escorrega o tempo todo em piadas com pouca graça e muita comédia corporal. Pelo menos o humor do Steve Carell não é careteiro, o que eu já acho um alívio.

O fundamento é um grupo de engravatados bunda mole que gosta de se reunir de vez em quando para dar risada daqueles que eles mesmo consideram como “looosers” e o pior de tudo é que eles fazem isso na cara deles. Mas é claro que sem ter a coragem de assumir isso e usando o tal jantar como disfarce. Ou seja, um bullying gratuito (como toda forma de bullying) e tolo.

Não sei o que anda acontecendo com os grandes nomes da comédia atualmente, mas tenho um palpite que eles topam esses tipos de papéis para garantir uma conta um pouco mais gorda. Porque a verdade tem que ser dita de que público para esse tipo de filme existe, fatão!

Lucy Punch é a mais engraçada do filme, na pele de uma stalker enlouqueida (Darla), mas aparece pouco…

Recomendo para quem estiver de procurando um novo corte de cabelo, ficar bem de olho no fundamento da atriz Stephanie Szostak (Julie) e esquecer  todo o resto. (rs)

 

Going The Distance (com o título mais óbvio possível por aqui de “Amor a Distância”)


“Going The Distance” traz a Drew Barrymore acreditando na sua atual relação, rs (sorry Drew)

Essa comédia romântica é ainda mais recheada de clichês, como ele arrependido de última hora, correndo no aeroporto para impedir que a sua amada faça a viagem. Zzzz

O pior de tudo é que o filme tem o elenco mais promissor do que os outros dois, onde além da Drew, temos o Charlie Day (o meu preferido do momento) e o Jason Sudeikis como coadjuvantes. Ambos, vivendo papéis que eles já viveram anteriormente e talvez por isso não ocorra nenhuma surpressa em suas atuações. Além da impagável Christina Applelgate no papel da irmã maluca por limpeza da personagem da Drew. Mesmo com todo esse elenco de novos comediantes, o filme não decola, prontofalei.

Gostei um pouco mais da honestidade com que o filme retrata um relação a distância, inclusive financeiramente falando. Excelente mesmo e inspiradora é a animação que rola durante os créditos iniciais do filme hein?  Cool!

Mas faltou um pouco dessa honestidade quando eles colocaram a Drew Barrymore vinvendo uma estagiária de 30 anos (e isso eu até que achei legal, falando um pouco da crise que anda rolando por lá) que ganha pouco, trabalha também como garçonete para ganhar um extra e que mesmo assim veste roupas carérrimas, que me pareceram ser do próprio acervo pessoal da Drew. Sério, nenhuma estagiária de 30 anos teria dinheiro o suficiente para comprar um Balmain, ou um Lanvin…não mesmo.

Para mim, ficou evidente que para o figurino, Drew usou as suas próprias roupas ou pelo menos os seus próprios recursos para consegui-las (Alô, assessoria? Estava precisando de umas coiseeenhas…).

Vale a pena dizer que a trilha nesse caso é bem boa, o que prova que Drew gosta mesmo de música.

Recomendo esse  como laboratório para todo mundo que quer ser uma namorada (o) mais legal e menos pé no saco, para se espelhar na Erin (Drew), que é a mais cool das cools (rd),  fikdik.

 

E esses três exemplos acima eu uso para provar que nem só de boas escolhas vive o homem (que nesse caso sou eu mesmo, rs). De vez em quando um blogueiro cult (lá vem a palavra flopada de novo) precisa de um respiro, nem que seja para falar mal depois, rs


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