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Peggy goes blonde

Agosto 28, 2012

E não é que a Elizabeth Moss me apareceu loiríssima de tudo? (eu gostei, mas prefiro morena)

Já pensou se a Peggy me aparece assim em Mad Men? O que Don Draper acharia disso?

E o Roger, passaria a chamá-a de Blonde?

 

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Don Draper, Peggy e a mala. O sensacional ep de Mad Men que emociona e consagra a série como uma das melhores coisas feitas para a tv ever

Setembro 16, 2010

 

Peggy: Open or closed?
Don: Open.

 

Assisti ontém a uma das melhores coisas já feitas para a tv ever. Sem dúvidas, entrou para a minha lista de eps obrigatórios e inesquecíveis. E a imagem acima, pra mim resume muito bem o que é Mad Men. Ou melhor, talvez nesse caso seja “quem é Mad Men“, fatão!

Estou falando do sensacional ep “4×07 The Suitcase”, que retratou lindamente o ritual de passagem de Don Draper encarando a morte de uma das pessoas mais importantes em sua vida (Ann) e confirmou ainda mais o respeito e admiração mutua que existe entre ele e Peggy.

E tudo isso ali, dentro daquela agência, a maior parte dentro mesmo da própria sala de Draper, ao lado da sua versão feminina, a Peggy, apenas os dois, segurando boa parte dos quase 50 minutos do ep. Algo parecido com o ep da mosca em Breaking Bad da última temporada, só que o animal escolhido da vez foi um rato, rs (mas que nem teve tanta relevância assim quanto a mosca). Outro dos eps obrigatórios e inesquecíveis da minha lista (o de Breaking Bad e a mosca).

Eu diria que foi no mínimo emocionante vê-lo adiando o inevitável, tentando ganhar tempo para tomar coragem e finalmente ouvir aquilo que ele não queria ouvir. Usando a bebida como sua maior aliada para enfrentar o inevitável. Típico!

Foi maravilhosa a briga de egos entre ele e Peggy, ela amargurada por não ter recebido o crédito que ele acabou levando em um de seus trabalhos ao receber um prêmio importante para a sua carreira. E ele ensinando para ela o que é ser profissional, mesmo que para isso ele até pareça meio que cruel em uma de suas maiores e melhores discussões com a jovem aprendiz. Gosto dessa atitude de igual para igual que os dois mantém. Cool, coisa de gente grande.

Mesmo quando ele exige demais dela, Draper sempre parece saber o que esta fazendo e talvez ele veja em Peggy o resultado de sua melhor criação, por isso dela, ele sempre exija o melhor.

Como na vida nem tudo é perfeito, para ter sucesso profissional, que é o grande e talvez maior desejo dela, Peggy tem que abrir mão de outra parte da sua vida, que nem sempre consegue lidar muito bem com essa questão dela estar sempre muito ocupada com o trabalho e nesse caso, o namorado e a família, que acabam criando caso por pouco. E mais uma vez eles não percebem que com ela se destacando como esta acontecendo em seu trabalho, na verdade, Peggy esta mesmo é fazendo história. Tolos…e tudo isso bem no dia do seu aniversário hein?

Depois disso tivemos apenas os dois, brigando, se divertindo, se redimindo e se importando um com o outro, aumentando ainda mais esse laço que existe na relação entre os dois, que sempre aconteceu meio que naturalmente, tornando-o ainda mais forte. Uma das relações profissionais mais bem retratadas da história da tv.

Dividindo até algumas intimidades, até talvez a maior delas onde ambos trazem assuntos tabus da trama do passado, como a gravidez de Peggy e até um fato curioso onde ambos revelam que assistiram a morte de seus pais. Que coincidência não?

E a tensão sexual que parece até inevitável quando o assunto é Don Draper e o seu protagonista galã e extremamente sedutor Jon Hamm (Höy) ao lado de qualquer mulher, é nula quando o assunto é Don e Peggy. Mesmo assim, os dois são humanos e em um diálogo onde ela questiona o porque de nunca ter rolado nada entre os dois (embora todo mundo na empresa ache que rolou e que por isso ela foi promovida, típico!) e ele responder “não se engane, you’re cute as hell” só prova o porque Mad Men é a melhor série no ar atualmente. Bravo AMC! Clap Clap Clap (aplaudindo de pé!)

Ainda teve o momento onde ele completamente bêbado, tentou defender a honra dela. algo que é sempre cool neam? E tudo isso com o fator histórico de uma das lutas de boxe mais importantes da história acontecendo enquanto os dois se descabelavam no escritório em busca de uma solução para a tal campanha das malas. Cool!

E ao ver Draper indefeso e completamente arrasado depois de finalmente tomar o conhecimento da morte da pessoa que mais  o conhecia verdadeiramente em sua vida, ele recebe da Peggy o conforto que precisava naquele momento, da assumida substituta para o cargo de nova melhor amiga, onde a própria deixa bem claro que tmbm o conhece muito bem. Quase chorei junto com ele, juro!

Só me lembro de ter ficado emocionado assim em Mad Men em outro momento que por um acaso  tmbm envolve os dois, no final da Season 3, com a inesperada e sensacional declaração de amor profissional feita por Don Draper a sua melhor cria. Quem não queria receber uma declaração de reconhecimento da sua importância e do seu trabalho como aquela  que atire o primeiro portfólio, rs

Ao final, com Draper já devidamente recomposto e pronto para um novo dia após o que pareceu ser uma das noites mais longas de sua vida, com um simples toque nas mãos, de carinho (da foto do início do post), agora já não mais desconfortante para ela como já foi uma dia (rs) e o texto escondido entre a simples pergunta feita por Peggy: devo deixar a porta aberta ou fecha-la?

E a resposta de Don Draper é a mais sincera de todas, deixando bem claro que para a sua nova grande amiga, as portas estarão sempre abertas! Já não existem mais barreiras entre Draper e Peggy e essa relação me emociona cada vez mais.

Como eu gostaria de ter tido um mentor viu? Bom, mas ainda há tempo! Quem sabe neam?

É, isso é Mad Men emocionando com algo muito simples e uma dupla de atores excepcionais e com um enorme talento além da beleza, tornando-se  merecidamente uma das melhores séries da tv de todos os tempos. E o melhor de tudo isso é que essa qualidade toda vem sendo reconhecida em seu tempo. Well done!

Poucas vezes eu tive tanta vontade de comentar um episódio como eu tive agora, achei que talvez fosse importante deixar isso registrado aqui.

#EMOCIONOU

Que digna essa Peggy, não?

Setembro 16, 2010

Elisabeth Moss, ou Peggy para as intimas de Mad Men, fazendo a fashionista na semana de moda de NY. Quem diria hein?

Eu diria, afinal, Peggy é a garota mais moderna e querida de Mad Men.

E o seu amigueeenho, Gabe Saporta da banda Cobra Starship, além de ser a cara de um amigo meu que eu não vejo fazânus e de quem eu  estou com saudades (smacks Fê, o outro Fê, rs), dizem que fará uma participaçán na série do Don Draper, tsá?

Mais tarde eu tenho algo a falar a respeito da série, que me emocionou muito ontém,  aguardem…

Tah vendo o porque que eu amo a Peggy de Mad Men?

Julho 27, 2010

Porque até quando a Elisabeth Moss não esta no personagem, ela mantém o mesmo carão da Peggy neam? Tão foufa

E o que é esse decote Brasil? January Jones, maravileandra como sempre. Höy!

Merece um tah magrona, tah gatona, tah gostosa!

E hoje Paolo me traz o  ep novo (4×01), Yei! Ansioso mil!

Novas revelações, Sterling Cooper a venda e um pouco do sol da California para a Season 2 de Mad Men

Julho 14, 2010

O clima de uma NY antiga continua no ar, com todo o seu charme e elegância dos 60’s. Agora eles fumam menos, bebem mais e estão se adaptando as mudanças da vida moderna, aprendendo a lutar pelos seus ideais, progredindo.

Assim começa a Season 2 de Mad Men e a essa altura o meu amor e vício pela série só tem aumentado. Tudo é tão bem feito, tão impecável que da até gosto de ver. A verdade é que a série parece um filme, dividido em 13 volumes.

Novamente devorei os 13 eps dessa temporada rapidamente, ficava ansioso e curioso ao final de cada ep, querendo saber o que ainda estava para acontecer e gostando cada vez mais dos rumos que a história estava seguindo. Gosto tanto quando uma série dramática me leva a toda essa ansiedade, amo essa sensação. E dessa vez tivemos mais dramas reais fazendo o plano de fundo para essa história, como a explosão da guerra e a morte da Marilyn Monroe, que disperta as mais diferentes reações em cada personagem.

A Sterling Cooper continua se firmando com uma das melhores agências de NY, conquistando novas contas, cada vez mais criativos e compententes. Tendo que lidar com o cruel mercado de $$$ bilhões de zilhões e muitos interesses, vc percebe que a agência esta crescendo. Ao decorrer da história vamos percebendo que os interesses e olhares pra cima da Sterling Cooper não parecem dos melhores, o que nos deixa um fikdik do que ainda estará por vir, provavelmente na próxima temporada e após a fusão.

O figurino da série tmbm ganha um update para essa temporada. Entram mais estampas, cores mais vibrantes e fortes, menos sóbrias.  Os decotes mostram um pouco mais, o corte dos vestidos é mais próximo do corpo, mais ajustado, valorizando mais a silhueta da mulher. E o que são aqueles cabelos Brasil?

A medida que a história vai crescendo, vamos percebendo que como todo mundo, cada personagem da série tem os seus próprios problemas, o que deixa cada um deles mais humano e mais interessante, onde todos tem o seu momento na temporada. O homem que passa a dormir no escritório porque a mulher grávida descobriu que ele ficou com outra mulher, divórcios, tentativas frustrantes de engravidar, o preconceito em torno da adoção, homossexuais assumidos aparecendo pela primeira vez na série, a religião, discriminação racial, homens mais velhos com mulheres mais novas e fusões. Tudo isso aparece nessa Season 2 e faz a história ganhar ainda mais força.

Se na primeira temporada fomos apresentados a esses personagens adoráveis, agora chegou a hora de conhecer um pouco mais da história de cada um deles. E o que eu tenho achado uma delícia tmbm  é o fato de acompanhar a vida do pessoal do escritório fora dele. Acho digno!

Peggy continua sendo de longe a minha personagem mulher preferida da série. Cada vez mais profissional ela ganha merecidamente cada vez mais espaço, só não pense que tudo isso vem de graça ou facilmente porque não é bem assim não viu? Ela tem que se impor o tempo todo e mostrar que apesar de usar saias, ela é tão competente quanto os demais vestindo calças  na sala de reunião. Fora a indignação dela por ter que se encaixar dentro de certos padrões e o desconforto constante que a personagem nos demonstra em quase toda cena. Uma excelente atriz por sinal!

E eu que estava morrendo de curiosidade em saber o que aconteceu com o bebê que ela nem sabia que estava esperando e que nasceu no último ep da Season 1, fiquei de cara ao ver que o bebê estava sendo criado por sua família. A princípio eu tinha achado que elas (mãe e filhas) tinham achado melhor assim, mas depois descobrimos que o assunto é bem mais complexo do que isso.

E eu achei emocionante quando o Don Draper apareceu em um flashback da Peggy, quando ela ainda estava no hospital. E com toda a sua experiência de fingir ser quem ele não é, acaba aconselhando sabiamente Peggy a seguir o que o hospital estava sugerindo naquele momento. Foi ai que descobrimos que Peggy alegou problemas mentais (que foi o que o hospital achou na verdade…), uma espécie de bloqueio em relação ao bebê e por isso, sua família é quem cuida do bebê enquanto ela segue em frente em busca do sucesso de sua carreira. Uma decisão polêmica, ainda mais para a época, mas que foi tratada dignamente. E nem a religião consegue atrapalhar a visão de Peggy sobre o mundo e os acontecimentos, mostrando que ela realmente tem uma cabeça muito diferente e mais moderna do que maioria das pessoas daquela época.

Don e Peggy a essa altura, estão mais envolvidos do que nunca, mas a relação entre eles é de uma grande amizade e confiança. Peggy cobre Don, Don cobre Peggy, sem querer saber demais, sem grandes questionamentos, apenas uma grande amizade que os dois alimentam e que só vem crescendo ao longo dessas duas temporadas. Nem imagino um climão qualquer entre eles, a relação aqui é pura e simples, uma relação de grandes amigos. Inclusive, eu vejo Peggy como substituta de Draper, caso ele se aposente um dia (euri).

Gostei demais do ep onde um dos funcionários mais velhos da empresa faz xixi nas calças (literalmente) sem perceber, antes de uma reunião importante, o que acaba chegando aos ouvidos dos chefes (por pura maldade e interesse de Duck e Pete, bitches!) o que os leva a pensar em uma aposentadoria para o tal funcionário. Tudo foi tratado tão dignamente, com direito a jantar e clima de máfia, com  até senha para entrar em um cassino secreto. Lindo o diálogo entre eles, tentando dar alguma perspectiva a aquele senhor que estava prevendo o final de sua carreira como profissional, mostrando o seu valor para a empresa e tudo isso sem esquecer o humor. Brilhante! Algo raro de se ver hoje em dia em qualquer empresa, fatão!

E a Peggy pedindo para ocupar a sala de que um dia foi do outro funcionário (o homem mais velho que fez xixi nas calças) foi de muita coragem neam? Passando a frente até dos “machos” do escritório. E agora, Peggy, de cabelo novo e amiga do gay da turma que a levou para um show do Bob Dylan, tem sua sala ao lado do seu mentor, Don Draper. Howcoolisthat?

E quem diria que Peggy, que aparentemente seria a mais “certeeenha” do escritório, seria a mais descolada e corajosa da turma hein? O que só prova a minha teoria que um dia o mundo será dos nerds (euri, e comemorei, Yei!)

Mas brilhante mesmo nessa temporada inteira foi uma cena que vale a pena ser lembrada forever: Pete Campbell trancado na sala fazendo o exame para ver se esta tudo bem com os seus espermatozóides e na sequência, Roger Sterling jogando uma espécie de ping pong com aquelas raquetes que tem a bola ligada por um elástico e que fazem um certo barulho característico que pode ser encaixado perfeitamente com o que estava acontecendo na saleeenha de exame da cena anterior (hmm mmm). Rolei neam? Achei sensacional! Um humor tolo porém refinado.  Clap Clap Clap!

Outra cena muito bem cuidada é quando Don Draper e Pete Campbell estão a caminho da Califórnia e observamos ao final do ep, Don olhando pela janela do avião onde a luz dourada do sol da Califórnia vai tomando conta lentamente do seu rosto. Tão sutíl, tão bonito. Coisa digna de uma ótima direção de arte e fotografia. Coisa phina, Clap Clap Clap!

E o casal Don e Betty esta em crise. Betty descobriu que o seu marido estava tendo um caso com a mulher (mais velha!) de um ator/comediante contratado para fazer um comercial para um dos clientes do escritório. O que leva a relação do casal para outro nível, onde o drama toma conta da casa dos Drapers. Separados sem que ninguém saiba, Don vai viver em um hotel da cidade enquanto Betty tenta entender o que pode ter levado o marido a cometer essa traição. E isso tudo pq ela só descobriu uma de suas traições neam? Shame on you Draper!

Pausa: adoro a filha do casal preparando drinks para os convidados/pais como uma profissional. Experimentando wisky e fumando escondida. Algo que diz que se a série for longe ainda (e tomara que sim!) essa menina será trouble. E como eles estão crescendo, a menina que é a mais velha vai entendo mais do que esta acontecendo em sua casa e ai ganhamos mais drama é claro (rs)

E a relação da Betty com o filho da vizinha hein? Tah na cara que o moleque esta apaixonado por ela e que ela leva isso numa boa, como uma grande amizade (porque aquele moleque é tão maduro quanto o Mandy de Modern Family neam?). Mas eu não sei, sinto que isso ainda vai render…

Don tmbm escreveu uma carta simples porém maravileeeandra para a mulher hein? Achei tão sincera…

É claro que no final das contas, eles acabam se reconciliando, mesmo com o maior climão no ar e tmbm porque Betty esta grávida. Mas antes disso, mesmo já sabendo de sua condição, Betty sai para experimentar o gosto da traição mais de perto e acaba ficando com um estranho em um bar, que é ninguém menos do que o Awesome de Chuck. Não poderia ser outro melhor neam? Höy!

Antes disso (da reconciliação) Don Draper aproveita a sua viagem para a California e mergulha um pouco mais no seu passasdo. Descobrimos que o verdadeiro Don Draper era casado e que a sua mulher (até então a viúva do Draper verdadeiro) reaparece e descobre, para a surpresa de Don,  que alguém esteve se passando por seu marido. Ele não esconde o que vinha fazendo e acaba abrindo o jogo para a até então desconhecida, que vira uma amiga dele, compreendendo toda aquela situação. E com isso ficamos sabendo que ela é a única pessoa que conhece a história do nosso Don Draper (o atual) de verdade, onde essa mulher mantém uma relação de família com Draper, que assumiu a sua vida e vem bancando financeiramete a viúva por todos esses anos. E isso só me deixou ainda mais apaixonado por ele. Whataman!

E  o Salvatore completamente apaixonado pelo colega de trabalho hein? Aposto que nessa Season 3 ele desencalha, rs

E no final da temporada tivemos vários báfus: Don Draper finalmente volta da Califórnia e descobre que a Sterling Cooper foi vendida enquanto ele cuidava do seu passado e agora parece que as coisas vão mudar no escritório (eu sabia que aquele Duck era meio assim viu?) e Peggy, após ter Pete ao seus pés se declarando para ela, revela que ela teve um filho dele e que optou por não viver essa relação e deu o bebê para adoção. Dra-ma! E eu fiquei tenso, sentado na ponta da cadeira dizendo: Não conta! Não conta! Não conta! – mas ela acabou contando e agora vamos esperar para ver qual será a reação do Pete neam?

Com isso, eu vou logo começar a Season 3 para saber onde é que vamos parar com essa história maravilhosa e tão bem contada que é Mad Men. See U!

Ahhhh, e a trilha continua bem báfu, encaixando perfeitamente com o clima/mensagem do episódio. Digna! Paolo Torrento esta procurando pra mim, rs

ps: e repito> Puta série boa hein?


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