Posts Tagged ‘Peter Bishop’

Eu teria proposto um abraço em família…

Novembro 14, 2012

… e teria puxado o Walter, porque já me sinto um Bishop, rs. (Etta, Essy, está tudo em família, rs #RESIST)

E sabendo que Fringe encerrará suas atividades definitivamente em 18 de Janeiro com um series finale de duas horas de duração (a realização do nosso sonho), eu já estou me preparando psicologicamente para perder o meu Sci-Fi preferido e principalmente, para ficar longe dos meus encontros semanais com Walter. Me abraça? (mas tem que ser um abraço para cada universo, tsá?)

Vou precisar de toda alcaçuz desse mundo, rs (que a propósito, eu detesto)

#ESSY #ESSO #ESTER #JERSSY #MERSSY #FRESHY

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Fringe Season 5, o promo

Agosto 21, 2012

Finalmente um promo com cenas inéditas e ao que tudo indica, importantíssimas da Season 5 (e última) de Fringe.

Só eu me arrepiei inteiro com os observadores chegando no parque, próximos da Etta?

Ansiosos?

Anota ae 28/09 (sim, só no final do mês também, humpf!)

ps: aliás, falando em parque, agora entendemos  mais do porque daquela cena antiga que começou um dos episódios da séirie, hein?

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A temporada âmbar de Fringe

Maio 18, 2012

Nem amarelo, nem laranja. Âmbar. Assim foi essa Season 4 de Fringe, onde mais uma vez encontramos uma temporada genial para uma das séries mais inventivas de todos os tempos.

Uma temporada que mais uma vez nos deixou confusos em meio a mil e uma teorias criadas por nós mesmos na tentativa desenfreada de desvendar toda aquela proposta de mistério já tão característica da série, nos  deixando completamente surpresos com suas reviravoltas, além de em partes, até que satisfeitos com o seu final de temporada, que embora tenha deixado uma série de perguntas ainda no ar, chegou com cara de series finale. Em pensar que esse poderia mesmo ter sido o final de Fringe, série que mais uma vez sofreu com o fantasma do cancelamento, mas que para a nossa sorte, acabou sendo renovada para sua tão desejada Season 5, uma temporada curta, com apenas mais 13 episódios restantes pela frente, a última para encerrar essa sua história sensacional, finalizando assim esse ciclo com os tão sonhados 100 episódios, que é o sonho declarado de toda série de TV, seus produtores e executivos do meio. Ou seja, dessa forma todos saíram ganhando.

Diferente das outras três temporadas anteriores (Season 1, Season 2 e Season 3), dessa vez, tivemos um período recheado de dúvidas e incertezas dentro do universo de Fringe, mais ainda do que o comum. Não tínhamos a menor ideia de onde a gente esta pisando, literalmente falando, nem tão pouco tínhamos alguma certeza sobre o que a gente de fato estava assistindo naquele momento, assim como nada parecia ser como já foi um dia. E tudo isso com um sério agravante que perturbava as nossas mentes o tempo todo: onde estaria o Peter?

E mesmo quando Peter finalmente ressurgiu em meio ao Lago Reiden, nós continuamos na dúvida de onde de fato estaríamos, sem sequer ter a menor pista de para onde estaríamos caminhando também. Uma sensação que talvez tenha durado um tempo maior do que a gente gostaria, ainda mais contando que essa poderia mesmo ter sido a temporada final de Fringe e por diversas vezes, essa ameaça do cancelamento nos dava a sensação de que tudo caminhava para o fim. Mas Peter havia voltado e isso pelo menos já nos deixava um pouco mais tranquilos, dado aos grandes acontecimentos que marcaram o encerramento da temporada anterior.

Embora o personagem tenha voltado para a trama, ele ainda parecia não pertencer a aquele lugar, que pouco lembrava o seu antigo universo. Walter não o reconhecia como seu filho, Olivia não o reconhecia enquanto homem da sua vida e assim, o mesmo se encontrava desesperado para voltar para a sua realidade, com o seu Walter e a sua Olivia, imaginando ter voltado para a realidade errada, a qual ele não pertencia.

Enquanto ainda nesse “universo alterado”, devido a ponte agora instalada entre azul (A) e vermelho (B), Peter pode observar (assim como a gente) a nova dinâmica da série, onde universos um dia inimigos declarados no passado, passaram a trabalhar juntos para o benefício de ambos, embora ainda houvesse uma certa rivalidade no ar e nem tudo ser tão amistoso assim como parecia.

Uma forma inteligente do Walter conseguir se redimir em relação à suas experiências do passado, trabalhando melhor a sua culpa, consequência da sua mente genial, onde o efeito colateral de suas experiências que antes causavam danos e mais danos do lado de lá (B), hoje, já se encontravam em um estado de cura devido ao trabalho em conjunto dos dois universos (A+B). Nada mais do que justo para um homem com uma mente tão brilhante, que não merecia essa ambiguidade de herói e vilão, embora tenha sim a sua parcela de culpa no efeito colateral disso tudo, mesmo sem nunca ter sido essa a sua intenção.

Excelentes foram os momentos onde os personagens conheciam seus dopplelgangers do outro lado da ponte, provocando as reaçãoes mais diversas possíveis. E #TEMCOMONAOAMAR a Astrid do lado A, conhecendo a Astrid robótica do lado B da força, criando uma relação de afeto com a personagem das mais foufas possíveis, dando de presente um pacote de café para a sua “réplica”, coisa que do lado de lá era raríssima e a pobre Astrid B sequer havia tido a chance de experimentar na vida? Ou até mesmo a rivalidade entre os dois agentes Lees, sendo que um representava exatamente o que o outro jamais iria ser, que também foi uma das relações mais bacanas dessa temporada em Fringe. Alias, R.I.P Lee B. (minuto de silêncio para a perda de um excelente representante da magia…Höy!)

Sempre achei bem bacana o carinho que a série sempre teve com esses personagens coadjuvantes, reservando nessa temporada até um espaço maior para todos eles, quase que como uma forma de retribuir a contribuição de cada um desses personagens para a sua história geral, que são detalhes que fazem toda a diferença para excelência e o cuidado que é impossível de não se perceber na série. Esse inclusive sempre foi um dos grandes méritos de Fringe, onde era praticamente inegável que a série não fosse muito bem cuidada desde o seu começo, alcançando um padrão não muito comum para um produto feito para a TV e talvez tenha até sido esse um dos fatores que colaboraram para garantir a ela a tão sonhada Season 5. Isso e a camapanha de todos nós, fãs da série, que conseguimos mostrar para a FOX que mesmo em pequeno número, continuávamos todos ali, fieis a uma das melhores séries de TV de todos os tempos.

Lindo também foi a forma como Peter (Pacey) foi conquistando o seu espaço nesse “universo alterado” aos poucos, ganhando assim o carinho até mesmo do Walter, que resistia a todo custo a se envolver com o filho que ele não reconhecia como adulto, com medo de se envolver e perdê-lo novamente, o que seria demais para o coração daquele cientista adorável. Ao mesmo tempo que naturalmente ele foi conseguindo ser aceito dentro desse novo universo, Olivia passou a ter algumas memórias ao lado do mesmo, que na sua atual tilmeline e dentro desse “universo alterado”, ela não havia vivido já que até então, Peter sequer existia. Algo que chegou a nos levar a uma série de teorias a respeito do porque de todos esses acontecimentos.

Mas tudo foi explicado de uma forma que já nos havia sido prometido anteriormente, por isso nem vale reclamar, deixando a ciência um pouco de lado para dar mais espaço ao sentimento. Nesse momento descobrimos que Peter na verdade, estava onde ele sempre esteve, no seu universo de sempre, onde o amor das pessoas que se importavam com ele não o deixaram ser apagado totalmente da sua linha de tempo após os acontecimentos que encerraram a Season 3. Aqui, eu aproveito para dizer que na minha concepção, mesmo que a Olivia tenha sido ultilizada como ponte para essa justificativa e a história de amor entre os dois seja um dos grandes motivos para que isso tenha realmente acontecido, eu também acredito que o amor do Walter pelo filho, que sempre foi a relação mais importante da série nesse aspecto (pelo menos para mim), também deve ter colaborado para esse “resgate” do Peter.

O problema é que mesmo dentro de uma temporada bacana como foi essa Season 4, tanto o reaparecimento do Peter quanto a sua descoberta sobre estar no seu próprio universo, acabou ocupando um tempo longo demais dentro da temporada, onde eu volto a repetir que considerando que essa poderia ter sido a temporada final da série, já não era tempo de se considerar essas resoluções tão demoradas, não? E essa é a minha maior crítica a essa Season 4, a qual eu atribuo o motivo dela ter sido uma temporada menos sensacional do que as demais, embora ela tenha nos trazido alguns acontecimentos mais do que importantes para a mitologia da série e o seu desenvolvimento.

E como Walter e Peter juntos sempre conseguem nos comover, hein? Basta um olhar de cumplicidade entre esses dois, ou um sinal de preocupação e cuidado um com o outro, para que ambos derretam os nossos corações gelados a ponto da gente até aceitar uma justificativa como essa  do “AMOR” para uma série como Fringe, sempre tão coerente dentro das suas justificativas científicas e teorias super inteligentes. Tudo bem que a relação entre a Olivia e o Peter também é bem especial e a gente até torça bastante para que ela tenha o seu final feliz, mas realmente nada se compara a esse amor de um pai que foi capaz de cruzar universos para salvar um filho que nem o pertencia. (embora o Peter estivesse disposto a fazer o mesmo por Olivia)

Nessa hora, ganhamos também um importante esclarecimento quanto as figuras mais enigmáticas da série, os Observadores, onde descobrimos que eles nada mais eram do que seres humanos vindos diretamente do futuro para observar fatos importantes da sua própria história passada. Eles que sempre foram tão misteriosos e sempre tão presentes na série (AMO brincar de “Onde está o Observador”, rs, embora eu quase nunca os encontre, humpf!) e que além de nos revelarem suas verdadeiras identidades, ainda nos reservavam importantes surpresas em relação ao futuro da série.

Um futuro que chegamos a conhecer no episódio 19 (sempre o 19), onde nele ganhamos a participação do ator Henry Ian Cusick (I ♥ Desmond), nos colocando alguns anos a frente da história (2036), em um universo relativamente novo, totalmente modificado e sob o comando dos Observadores, que nesse momento assumiam de vez o posto de ditadores daquele novo cenário, tomando a força um espaço que ainda não os pertenciam. Como sempre, Fringe mais uma vez se renovava, apesar que nesse caso, o gosto que ficava no ar era mais o de “olha só, nós podemos ser uma série ainda mais sensacional no caso da gente ser renovada e essa história que já era boa, pode ficar melhor ainda, hein?”, como se aquele episódio em si fosse uma grande provocação ou até mesmo um alerta, mostrando claramente o quanto eles ainda poderiam ser inventivos e geniais dentro da série e ainda nos prometendo um futuro extremamente interessante e super possível, do tipo capaz de deixar qualquer um extremamente curioso com o que a série ainda poderia render caso fosse renovada. Informação que até esse momento ainda era desconhecida…

Nele tivemos uma série de detalhes que traziam uma nova proposta de dinâmica para a série, ainda mais que o episódio contou com a ausência da Olivia e uma mágoa enorme do Walter em relação ao que William Bell teria feito com ela, algo no mínimo suspeito. Ainda a frente do nosso tempo, descobrimos Henrietta, ela que não conseguiu disfarçar muito bem a sua verdadeira identidade e logo de cara nós já conseguimos perceber que ela só poderia mesmo ser uma filha do casal Peter e Olivia. Ou seja, a história ficava cada vez ainda mais interessante e de certa forma ainda nos preparava para o que estava por vir durante o último episódio da temporada, como se eles tivessem antecipando os fatos para gerar uma curiosidade maior ainda. Agora, imagine se Fringe tivesse mesmo sido cancelada? DRA-MA!

Durante boa parte dessa Season 4, tivemos como vilão declarado, o personagem de David Robert Jones, um velho conhecido do passado da série que figurou em diversos momentos importantes dessa temporada. Embora não soubéssemos quais eram as suas verdadeiras intenções, ficava cada vez mais claro que aquele homem carregava um complexo de Deus e com isso, suas intenções só poderiam ser as piores. E através do personagem, tivemos a chance de revisitar ao lado da equipe da Fringe Division, alguns casos do passado da série, principalmente de sua Season 1, por vários considerados como uma temporada “aleatória” de Fringe. Pessoas essas que nesse momento podem engolir o orgulho e aceitar o nosso: SUCK IT! (rs) Dessa forma, mais uma vez ficava bem claro que dentro da série, nada aconteceu por acaso e tudo fazia parte de um plano muito maior revelado nessa retal final, amarrando muito bem as várias pontas dessa trama toda. Tá, já pode aplaudir? Clap Clap Clap!

Mas Walter, que é dono de uma mente muito mais avançada do que todas as nossas juntas, logo percebeu que toda aquele genialidade escondia um cúmplice que muito provavelmente, seria o mentor de todo aquele plano. E foi quando no episódio final, descobrimos que William Bell era a mente brilhante por trás de tudo aquilo (ele que não estava morto, como a gente imaginava, plot utilizado como saída emergencial para o mimimi do ator Leonard Nimoy em voltar a participar da série, que mais tarde ele mesmo reconheceu que só aceitou voltar, porque achava Fringe uma série realmente genial) e Robert era apenas um de seus executores, uma peça importante porém, totalmente descartável no seu jogo de xadrez.

Bacana que nesse momento, o próprio William Bell, o verdadeiro homem com complexo de Deus por trás do plano mirabolante de colidir ambos universos, criando assim a sua própria versão de um universo exclusivo para suas experiências e criações, ele que arquitetava tudo isso a distância, também não conseguiria chegar a esse resultado brilhante sozinho e para isso o vilão da vez teve que acabar reconhecendo que ele usou as partes retiradas do cérebro de Walter no passado (a pedido do próprio), para chegar a esse nível máximo e perigoso de genialidade. Ou seja, mais uma vez a culpa sobrava para a mente invejável de Walter Bishop, que a essa altura, já não era mais o mesmo cientista ambicioso do passado (para o bem, sempre), muito longe disso e conseguia enxergar de longe que o caminho escolhido pelo seu ex parceiro naquele exato momento, realmente ultrapassava as barreiras da loucura que ele mesmo se recusou a atingir quando pediu que essa parte do seu cérebro fosse retirada. Genial, não?

E nessa reta final da série, acabou sobrando para Olivia e Peter o trabalho em conjunto para um bem maior em busca da salvação dos dois universos (azul + vermelho), algo que de certa forma eles sempre fizeram desde o começo, mas que dessa vez a parceria entre eles era mais do que fundamental para a resolução dessa história, onde um completava o outro. Olivia que passou a desenvolver com mais intensidade certos poderes e a essa altura já ganhava o status de Super Olivia, descobrindo habilidades inimagináveis e desconhecidas inclusive pela própria. Nessa hora, tenho que reconhecer com honestidade que eu realmente fiquei um pouco constrangido com aquela cena no telhado do prédio, que acabou resultando na morte do David Robert Jones. Mas foi só, juro que essa é a minha única reclamação em relação a esse finale. Ou melhor, essa e a ausência da vaca Gene, rs.

Caminhando para o final, ficava cada vez mais claro que aquilo tudo tinha mesmo sido preparado para a despedida da série, onde todos os seus personagens acabaram ganhando suas merecidas resoluções. Broyles foi promovido no final de tudo e essa promoção acabou chegando com o reconhecimento pela importância do trabalho da sua equipe,  juntamente com recursos inesgotáveis para dar continuidade a sua Fringe Divison, onde acabou sobrando até uma vaga de emprego para Nina Sharp. Astrid também ganhava o seu final com pompa de heróina, colocando marmanjo para dormir em meio a golpes sensacionais que a gente jamais imaginaria que ela com aquele tamanho e toda a sua doçura de sempre, seria capaz de executar tão precisamente. Até baleada ela foi para salvar a pele do Walter, ele que a essa altura, já não era apenas uma criança grande que ela tomava conta diariamente no laboratório em Harvard e também não era apenas o seu grande mentor profissional. Walter já fazia parte da sua família e por sua parte, também a considerava com tal. Mas no final acabou dando tudo certo e ela conseguiu se recuperar, ganhando um raro momento onde Walter finalmente a chamou pelo seu verdadeiro nome e não Aspirin, Asterix ou Astor, como de costume (rs). E é claro que esse momento foi selado com ambos dividindo um alcaçuz, que a essa altura já é um dos ícones de Fringe. (que diga-se de passagem, são horríveis na prática. Ew!)

Até do universo vermelho a essa altura a gente já tinha se despedido, com uma cena linda com o fechamento da ponte e todos de ambos os lados super emocionados com a possibilidade de talvez nunca mais ver o seu dopplelganger novamente, sem ter a certeza de que ficaria tudo bem de cada lado da moeda. Nesse momento, perdemos inclusive o Lincoln, que escolheu ficar do lado de lá e quem sabe assim, ter a chance de conseguir conquistar a Folivia (o que ficou no ar que talvez ele até já tivesse conseguido). Uma cena memorável em que o ator John Noble conseguiu nos emocionar ainda mais com a sua interpretação primorosa, com o encontro do Walter e o Walternativo, em um momento que nós ainda não havíamos vivenciado, não daquela maneira. E que ator fantástico, não? (Clap Clap Clap)

Ou seja, só faltava realmente resolver a questão do plano todo de William Bell em relação a destruição do universo e estaríamos prontos para o fim. E nessa hora, acabou sobrando para o Walter a difícil tarefa de ter que eliminar o mal pela raiz, entregando assim uma bala no meio da testa da Olivia, para a surpresa do seu ex parceiro de laboratório, ela que seria exatamente o combustível necessário para que o plano de Belly tivesse sucesso. E tudo isso em alto mar, dentro daquele navio misterioso carregado de figuras da mitologia antiga da série, que inclusive nós já havíamos visto antes e ficamos todos curiosos sem saber o que exatamente ele representava. Logo Walter, ele que sempre carregou uma certa culpa sobre o que ele fez com a Olivia enquanto criança, teve que encarar essa difícil porém necessária tarefa envolvendo a sua Olive, e tudo isso ainda na frente do Peter, que observou todos esses acontecimentos de perto. Mas não adianta nem dizer que fomos pegos de surpresa nesse caso também, porque não é de hoje que a gente já sabia que a Olivia tinha que morrer, inclusive com o Setembro em pessoa avisando a mesma sobre a necessidade da sua morte em todas as possibilidades, em um determinado momento da temporada. Mas que foi bem sensacional ver isso de fato acontecendo, isso foi.

Vale a pena dizer também que nessa reta final, ainda ganhamos participações especiais bem bacanas dentro da série, como a Rebecca Made (a Charlotte de Lost, que diz ser bem fã de Fringe) me aparecendo medonha daquele jeito, com o seus olhos virando para todos os lados ao mesmo tempo, naquele momento horripilante dessa reta final da temporada. Ou até mesmo a filha do próprio ator Jonh Noble, a atriz Samantha Noble, que fez uma pequena participação como a atual responsável pela clínica onde Walter passou anos internado, ganhando a chance de contracenar com o próprio pai, o que eu achei bem foufo e carinhoso por parte da série. Outro ponto que eu acho importante de se destacar antes de chegarmos ao fim, foi a inserção de comerciais dento da série que acabou ficando cada vez mais na cara durante essa reta final. Nada mais justo para uma empresa que ajudou a garantir uma maior longevidade para uma série tão querida de todos nós. Não sei quanto a vcs, mas eu sempre fico com vontade de comprar o produto em um circunstância como essas, como sinal de agradecimento. (ando comendo direito no Subways ultimamente, só porque eles ajudaram a salvar Community, repetindo um feito que eles já haviam feito com Chuck no passado. E também porque é bem bom, neam? Yummy!)

E é claro que para a nossa sorte, Fringe não terminaria dessa forma tão triste com a morte da Olivia pelas mãos do Walter, o que não seria na da justo, e a experiência realizada pelo Dr Bishop (mais um Doutor na nossa vida…) com o seu bolo de limão recheado de Cortexiphan na primeira parte desse final (4×21 Brave New World – Part 1), já nos revelava que Olivia poderia se curar daquele tiro no meio da sua testa sem muita dificuldade até. O que de fato aconteceu, nos levando para aquela cena final super bacana e cheia de emoção, com a revelação de que Olivia não tinha mais Cortexiphan o suficiente em seu corpo capaz de causar qualquer tipo de anomalia/poderes/habilidades e com o detalhe a mais da revelação da sua gravidez para o Peter, anunciada nos minutos finais e comemorada por Walter e Astrid logo na sequência. Detalhe que faltava para confirmar que Henrietta era mesmo real (e provavelmente tenha um papel importantíssimo dentro da proposta da próxima Season 5) e já estava a caminho.

Ou seja, um season finale que teve cara de series finale até, colocando um ponto final pelo menos “provisório” em diversos plots da série. Mas seria impossível negar que nós enquanto fãs de Fringe, ficaríamos extremamente insatisfeitos recebendo apenas esse final como conclusão para a série em si. Não por ele não ser satisfatório e mais por ele ainda não ser o suficiente. Não para uma história tão complexa, não para uma resolução mais calma e detalhada para toda a mitologia da série, que nunca foi pouca e muito menos nunca foi tão simples assim.

Dizem que essa temporada havia sido preparada com duas opções de finais, um caso a série tivesse sido cancelada e outro no caso de que ela conseguisse ser renovada para a sua quinta e última temporada, o que de fato aconteceu (YEI!). E se vc estiver se perguntando sobre como teria sido esse final caso a série tivesse sido cancelada, saiba que vc assistiu exatamente a ele e o único acréscimo que foi feito, segundo os próprios produtores da série, foi aquela cena final com o Walter preparando torradas e recebendo a visita do September (provavelmente onde ele deve ter chegado para avisar sobre a invasão dos Observadores em 2015, que nós descobrimos quando vimos o futuro em 2036 e que já havia sido mencionado pelo próprio Walter nesse mesmo episódio). O que de certa forma amarrara muito bem o que vimos durante essa season finale, com o que começamos a ver no episódio com o futuro em 2036 e ao que tudo indica, deve ser o caminho para a história da Season 5. (pelo menos foi a minha impressão…)

O que só nos prova que essa sensação de talvez estar assistindo ao series finale de Fringe durante essas duas partes do episódio final da temporada (e até mesmo durante uma boa parte dessa Season 4), era mesmo real, porque talvez aquele realmente fosse o seu fim, no caso da gente não ter recebido uma boa notícia no final das contas, com a confirmação da Season 5 para a próxima Fall Season. Imagina só quanta coisa a gente perderia com isso? Não gosto nem de pensar nesse hipótese, ainda mais depois de termos tido a chance de enxergar o futuro de Fringe, daquela forma tão sensacional como ele nos foi mostrado.

Mas a boa notícia é que nós não precisamos nos preocupar com isso e logo teremos mais 13 episódios pela frente, onde eu arrisco que veremos um pouco mais daquele futuro que nos foi apresentado em 2036. Mas seja lá o que for que vier por ai, nada é mais satisfatório do que saber que ainda temos um caminho pela frente até chegarmos ao verdadeiro final dessa série de TV tão brilhante.

Vejo vcs na Season 5 (e para quem andou muito desacreditado sobre essa possibilidade durante toda essa temporada, é um delícia poder enfim dizer isso!)

#PURGE

ps: review recheada de links sobre tudo que a gente comentou dessa Season 4 (para ninguém ficar perdido) e mais algumas coisinhas…divirtam-se!

I ♥ Peter Pacey Bishop

Abril 5, 2012

Como assim o Guilt não tinha o seu own Peter Pacey Bishop ainda? Höy!

Mas o que eu preciso contar mesmo, é que um dia desses, estava eu circulando em um famoso shopping de SP, quando dei de cara com um serviço medonho de fotos 3×4, que resolvem no truque o problema de quem precisar de uma foto com gravata, ou mais bem vestida por exemplo, colocando um “layer” fake por cima da sua própria imagem, para parecer que vc estava vestindo uma outra roupa mas adequada de acordo com a sua necessidade. (eu nunca tinha visto isso antes)

Achei o serviço super curioso (além de meio bizarro) e quando me dei conta, entre as 3 ou 4 imagens utilizadas como “exemplo da transformação”, estavam alguns anônimos e ele…Peter Bishop! Como se fosse uma pessoa qualquer, vcs acreditam?  (euri)

Ou seja, a gente ficou um tempão sem saber o seu verdadeiro paradeiro, quando na verdade ele estava fazendo ponta como modelo de máquina do truque? Shame on you, Peter Pacey!

É claro que eu não perdi a chance de colocar o meu lado ator em prática e fui lá dizer para a moça do serviço que eu conhecia aquele cara da foto, que ele era um amigo meu da Fringe Division, filho de um cientista brilhante. Obviamente que  ela não entendeu nada do que eu estava falando e ainda disse “Nossa, que coincidência!” e eu sai de lá morrendo de rir, neam?

Naquele momento eu disse: Confirmou! Peter Pacey tem que ser o layout de Abril do Guilt!

I ♥ Peter Pacey Bishop

ps: e a cara de orgulho dele de estar como header do Guilt desse mês? rs

O Subject 9 de Fringe

Outubro 16, 2011

Antes de mais nada, podemos começar com um griteeenho?

PETER BISHOP IS BACK!

Sim, Peter esta de volta, mas ainda não sabemos de onde, porque, como (+ ou -), mas sabemos que ele sabe das coisas, porque ele não só voltou, como é o único nesse atual universos laranja que ainda se lembra do mundo como ele já foi um dia com a sua presença, e isso só deve trazer coisas boas para a série em termos de história e tudo mais, não?

Fiquei tão feliz que o aparecimento dele foi totalmente inesperado, fugindo do clichê do amor (nem tanto, mas pelo menos não foi nada óbvio assim). É claro que eu dei um pulo da minha cadeira na hora em que ele apareceu do nada no meio do Reiden Lake, que para quem não se lembra, foi o mesmo lugar onde ele teria “morrido” nessa realidade (e que foi salvo pelo September no universo azul). E que volta mais sensacional foi essa, hein? Clap Clap Clap!

O episódio ainda teve tudo que Fringe sempre teve de melhor, clima tenso, coisas inexplicáveis acontecendo no universo e ligadas à Olivia, mais um personagem do passado, também vítima dos experimentos do Walter e Belly, e é claro, Walter sofrendo com toda a culpa que ele carrega ao ver a vida das suas cobaias se complicando por conta das suas experiêcias.

Tudo isso ainda com um John Noble merecendo cada vez mais o reconhecimento de todos os prêmios de tv por sua atuação impecável e seu Walter completamente surtado, tentando controlar a sua mente em um quarto de hotel que para ele esta  imundo (mesmo visivelmente não estando, rs), que ele tem que enfrentar após 3 anos sem ter saído do seu laboratório e de quebra, ainda com o risco de ter que voltar a ser internado no hospital psiquiátrico, tendo nas mão da Olivia o poder de decisão do seu futuro. Ten-so!

E uma das melhores lines de Fringe aconteceu nesse episódio, com Walter usando o atitude inesperada da Olivia quando ela resolve seguir os seus instintos,como analogia ao seu caso e dizendo que a loucura é muito mais complicada do que as pessoas imaginam. Uma cena comovente, sincera e muito, mas muito bem escrita. Outra vez, Clap Clap Clap!

Uma delícia de ep, daquele que te faz assistir querendo segurar o contador de minutos do player, em uma tentativa de estender o tempo do próprio episódio, de tão bom que foi. Coinscidencia ou não, toda aquela energia concentrada na tentativa do Peter em voltar de onde ele estava, acabou resultando em uma volta no tempo, a princípio de 1 minuto no relógio do quarto da Olivia, ou seja, confirmou! rs

Agora, a grande sacanagem é a pausa que a série acaba de entrar, e que só voltará daqui 15 dias, ou seja, todas roendo as unhas para o encontro Peter e Walter, e como isso tudo deverá se resvolver. (ansioso mil!)

Alguém ai tem receita para ansiolíticos? Porque esperar por esses 15 dias será puxado…

#RESET

Walter ♥ Peter

Agosto 8, 2011

Difícil ver um John Noble fora do trabalho hein? (e esse cabelo escuro? Seria a luz? Seria o trabalho? Seria uma crise da meia idade? rs)

Momento raro e foufo mil entre esses dois que nós amamos e acreditamos que são mesmo pai e filho, rs (e ai de quem disser o contrário, humpf!)

ps: e setembro esta chegando. Yei!

#WHEREISPETERBISHOP

Julho 18, 2011

Teaser  covarde da Season 4 de Fringe, com apenas 10 segundos,  só para deixar a gente assim…Humpf!

Não faço idéia do que o Peter quis dizer, mas estou mais do que ansioso.

23 de Setembro Fringe volta para a sua aguardadíssima Season 4 e quem sabe a gente tem alguma resposta?

#WHEREISPETERBISHOP?

Renovou! Fringe acaba de garantir sua Season 4

Março 25, 2011

Que notícia boa, não? Ufa!

Depois de mudar para as sextas, que é considerado o dia de fuzilamento das séries capengas,  de ter uma melhora em sua audiência (com um declínio comsiderável no último ep) e um certo suspense quanto a sua possível renovação, eles acabaram de confirmar que sim, nós teremos mais uma temporada ao lado de Walter, Peter e Olivia, Yei!

Animados? Eu fiquei bem animado, Yei! (dei até um griteeenho quando recebi a notícia de uma leitora, Smacks A.B)

E depois dessa sensacional Season 3, recheada de episódios sensacionais e deliciosos, nada mais do que justo uma Season 4, pelo menos neam?

Para comemorar, podemos assistir ao episódio inédito de hoje com sorriso de mamilo a mamilo, rs

Animado mil!

A sensacional volta de Fringe aos 80’s

Março 2, 2011

No último episódio indédito de Fringe (3×15 Subject 13) voltamos a 1985 , em  mais um episódio sensacional e revelador.

O episódio já começou tenso, com Peter ainda criança, desesperado e querendo voltar para casa (o outro universo)  em uma versão suicida, tentando acabar com a sua vida no lago congelado perto da casa da família, com direito a corda com pedra, amarrada no pescoço e tudo mais. Howcoolisthat?

Seis meses se passaram depois do sequestro e Peter continuava nem um pouco convencido de que aquela era de fato a sua família (espertão!) e Walter planejava devolve-lo, mas ainda não sabia como.

Do outro lado, o lado vermelho da força, vimos Walternativo tendo o seu casamento se acabando devido ao sequestro e a sua obsessão por achar uma resposta para o desaparecimento de Peter. Ten-so.

Honestamente? Um dos melhores episódios de Fringe ever ever ever! Na verdade, eu bem havia lido spoillers essa semana e já sabia que o episódio seria novamente nos 80’s, mas ver aquela abertura antiga de novo foi bem legal hein? Sinal de coisa boa pela frente, sinônimo de revelações importantes. Ahhh, que série boa hein?

Episódio cheio de referências, com um dos brinquedos que Peter escolhe na loja, a nave de Battlestar Galactica. Howcoolisthat?

E aquele quebra-cabeças impossível de ser montado, era o mesmo de Alias não? Aquele que no final, a filha da Sydney Bristol também conseguiu montar? Bem achei…

Mas além do drama do Peter e a família Bishop, tivemos algumas outras revelações muito importantes…

Podemos ver  Olivia, também na versão kiddo, ainda recebendo os “cuidados” das experiências de Walter, ao lado das demais crianças que também faziam parte do experimento. Cool!

Percebemos então que Olivia sempre foi meio triste e além de tudo sofria em um violenta relação com o seu padrasto. Algo que justifica muito do seu comportamento atualmente, não?

Acho que com esse episódio, eles tentaram também justificar um pouco do lado do Walter e o seu trabalho em experiências com crianças, algo que nós já vimos que até o Walternativo condena. Embora ele estabeleça uma relação de afeto com aquelas crianças, o que eu nunca duvidei, afinal Walter sempre foi um foufo, em seus experimentos e no desespero de reparar o seu erro com o sequestro de Peter, ele acabava se excedendo em alguns casos, em nome da Ciência, o que no final das contas parece justificável. (ou será que só eu, fã #1 do Dr Bishop, que acho isso?)

Falo isso porque achei um pouco cruel aquele experiência de ter colocado a Olivia sozinha no escuro , onde de repente uma luz se acende e o seu melhor amigo aparece coberto de sangue, aparentemente morto, dentro da mesma sala, que em seguida é tomada por um clarão e BANG! Olivia faz a sua viagem para o outro universo.

Tudo bem que depois descobrimos que tudo não passou de um truque, combinado entre Walter e o pequeno garoto para assustar Olivia e revelar a fórmula que possibilita o seu passo livre entre os dois universos: AMOR + TERROR

Ok, o susto foi justificado, embora ainda me pareça um tanto quanto cruel. Mas no fim, vc acaba entendendo Walter e por isso o perdoamos (isso e o fato dele ser puro carisma)

Tivemos nesse episódio também a volta de um icone importante em Fringe: as tulipas brancas. E que lindo aquele campo cheio delas, não? Tulipa é a minha segunda flor preferida (a primeira são as Margaridas)

E a maior revelação ainda estava por vir: Olivia e Peter se conheceram no passado. Howcoolisthat?

Sempre achei provável que isso tivesse acontecido e descobrimos que de fato aconteceu. E o interesse entre os dois já dava as suas primeiras pistas desde aquela época, no primeiro encontro, quase que uma atração inexplicável.

Tanto que devido a todo esse interesse de Peter e Olivia (principalmente dele), foi o que acabou sendo a chave para que ele conseguisse encontra-la após o seu desaparecimento (depois do BANG!, rs). E onde ela estava? No campo de tulipas brancas. Outra vez, Howcoolisthat?

Para quem não sabe, as tulipas brancas um dia já significaram na série que bem lá no fundo, Walter precisa ter alguma esperança além da Ciência, que é o que algumas pessoas procuram na religião e que para ele, tem como símbolo dessa esperança (ou fé) as tulipas brancas. Achei ótimo o detalhe, desde a primeira vez que elas apareceram.

No final do episódio, tivemos little Peter começando a se acostumar com as mentiras da família Bishop, o que com o tempo acabou levando sua mãe ao suicidio. E mesmo sem querer, Olivia acabou revelando ao Walternativo o verdadeiro paradeiro de Peter,  em uma de suas incontroláveis viagens do tempo. Muito, mas muito bom mesmo! Terminei o episódio e aplaudi de pé: Clap Clap Clap!

Só para não perder o costume de pegar no pé da Olivia: precisava manter o corte desde 1985? Precisava? Vamos dar um tapa nesse cabelo? Euri

Agora vou fazer uma mea culpa aqui. Eu que torci o nariz para a justificativa de que Peter teria que escolher entre as duas Olivias para salvar um universo e que comecei a achar muito bocó essa relação de amor entre ele e Olivia e todo o drama que ela estava carregando para a série, acabei achando muito bem justificado, com uma delicadeza absurda e maravileeeandr em Subject 13, que essa relação de amor é muito mas importante do que a gente imagina, ou talvez imaginava até então.

Não costumo gostar desse tipo de justificativa, mas nesse caso, com a sutileza e coerência que eles conseguiram contar essa história no episódio de Fringe dessa semana, acabei achando excelente e confesso que o coração no final do episódio anterior ganhou um peso ainda maior para esse blogueiro que aqui escreve. (♥)

E no momento, nada me deixa mais ansioso do que a espera por um novo episódio de Fringe toda semana, que a essa altura é a minha série querida do momento.

Da série casais que nós amamos: Peter Pacey Joshua Jackson & Diane Kruger

Fevereiro 22, 2011

Não sei nem do que eu falo primeiro: desse curto curtíssimo de renda poder, ou do olhar dele de “espera só até mais tarde sua danadeeenha”, euri. Höy!


%d bloggers like this: