Posts Tagged ‘Popcorn’

Unbroken, o trailer

Julho 11, 2014

Com direção da Angelina Jolie e o Jack O’Connell no elenco (sim, o Cook de Skins), “Unbroken” chega aos cinemas da America antiga no natal desse ano.

Animados? Confesso que fiquei mais curioso pela atuação dele do que pela direção dela mas, veremos…

 

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Maleficent, o trailer

Março 19, 2014

E quem é que não quer ver a Angelina Jolie sustentando esses chifres enormes, huh?

Brincadeirinha… aceitamos o novo filme de coração (e já a perdoamos) e ficamos bem curiosos com esses novo modismo sobre histórias não contadas…

Animados?

 

ps:quando é que eles vão considerar um filme sensacional de Wicked, hein?

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Guardians of the Galaxy, o trailer

Fevereiro 19, 2014

Deliciosamente delicIoso o trailer de “Guardians of the Galaxy”, que além de super bem humorado, ainda tem o Chris Pratt exibindo o seu novo shape e fazendo por merecer o nosso Höy, mas tem também as magias do Lee Pace e o Bradley Cooper (na voz do Rocket Raccoon), que são sempre uma visão e a Karen Gillan praticamente irreconhecível.

Ansiosos? Chega dia 01/08. #ITSADATE

 

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A lista (com os filmes que nós ainda não vimos) dos indicados ao Oscar 2014

Janeiro 17, 2014

Hemsworth

Dos indicados aos principais prêmios, confesso que ainda não vi nada, mas mesmo assim, achei importante comentar as indicações ao Oscar desse ano, ainda mais com o anúncio tendo sido feito por Thor himself:

 

Filme

“12 anos de escravidão”

“Gravidade”

“Trapaça”

“Capitão Phillips”

“Clube de compras Dallas”

“Ela”

“Nebraska”

“Philomena”

“O lobo de Wall Street”

 

Tem um pouco de tudo. Por exemplo, “Gravidade”, alguns amam e outros odeiam. Não tem meio termo. “Trapaça” parece bom, tem um elenco ótimo, mas parece o novo “Silver Linings”, com a mesma pouca força, sabe? Vou torcer para “12”, porque acho que o McQueen tem feito por merecer. 

 

Diretor

Alfonso Cuarón, de “Gravidade”

Martin Scorsese, de “O lobo de Wall Street”

Steve McQueen, de “12 anos de escravidão”

Alexander Payne, de “Nebraska”

David O. Russell, de “Trapaça”

 

Também acho que o McQueen merecia, mas acho que está mesmo para o Alfonso Cuarón mesmo, que parece ter feito um trabalho maravilindo (apesar de bem chato para alguns)

 

Ator

Christian Bale, de “Trapaça”

Bruce Dern, de “Nebraska”

Leonardo DiCaprio, de “O lobo de Wall Street”

Chiwetel Ejiofor, de “12 anos de escravidão”

Matthew McConaughey, de “Clube de compras Dallas”

Jennifer Lawrence e Amy Adams em cena de ‘Trapaça”

Jennifer Lawrence e Amy Adams em ‘Trapaça”

 

Esse tem que ser do Leonardo DiCaprio. Todo mundo sabe que eles tem essa dívida com ele e precisam pagar logo. Agora imagina um prêmio desses caindo nas mãos erradas, tipo a do Matthew McConaughey? #CREDINCRUX

 

Atriz

Cate Blanchett, de “Blue Jasmine”

Sandra Bullock, de “Gravidade”

Judi Dench, de “Philomena”

Amy Adams, de “Trapaça”

Meryl Streep, de “Álbum de família”

 

Mesmo sem ter visto qualquer um deles, acho que a Cate Blanchett deveria levar só para mostrar para as outras como é que se representa bem em um red carpet. Sorry Meryl! (18 indicações não é para qualquer uma)

 

Ator coadjuvante

Barkhad Abdi, de “Capitão Phillips”

Bradley Cooper, de “Trapaça”

Michael Fassbender, de “12 anos de escravidão”

Jared Leto, de “Clube de compras Dallas”

Jonah Hill, de “O lobo de Wall Street”

 

Tenho pena do Bradley Cooper e acho que a sua beleza vai para sempre atrapalhá-lo nesse quesito. E como eles adoram um ator que aceita ficar feio para ganhar qualquer coisa não é mesmo? Sendo assim, acho que o Jared Leto ganha (e ele é bom ator, melhor do que cantor), mas adoraria ver esse prêmio caindo no colo ruivo do Michael Fassbender. Imaginem aquela barba ruiva subindo no palco? Höy!

 

Atriz coadjuvante

Sally Hawkins, de “Blue Jasmine”

Jennifer Lawrence, de “Trapaça”

Lupita Nyong’o, de “12 anos de escravidão”

Julia Roberts, de “Álbum de família”

June Squibb, de “Nebraska”

 

Não sei, mas eu acho que a Jennifer Lawrence corre sérios riscos nessa categoria. Se levar, vai passar uns 38 anos sem ganhar mais nada na vida. Acho que esse prêmio e nessa categoria, ela deveria ter levado no ano passado. Sorry.

 

Filme estrangeiro

“Alabama Monroe” (Bélgica)

“A grande beleza” (Itália)

“A caça” (Dinamarca)

“The missing picture” (Camboja)

“Omar” (Palestina)

 

Roteiro original

Eric Warren Singer e David O. Russell, de “Trapaça”

Woody Allen, de “Blue Jasmine”

Craig Borten e Melisa Wallack, de “Clube de compras Dallas”

Spike Jonze, de “Ela”

Bob Nelson, de “Nebraska”

 

Todo mundo sabe que eu gosto e muito do Woody Allen, mas ao ver na o nome do Spike Jonze (que eu acho genial) concorrendo na mesma categoria, me sinto completamente dividido. 

 

Roteiro adaptado

Billy Ray, de “Capitão Phillips”

Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke, de “Antes da meia-noite”

Steve Coogan e Jeff Pope, de “Philomena”

John Ridley, de “12 anos de escravidão”

Terence Winter, de “O lobo de Wall Street”

 

Animação

“Os Croods”

“Ernest & Celestine”

“Frozen: Uma aventura congelante”

“Meu malvado favorito 2”

“Vidas ao vento”

 

Documentário em longa-metragem

“The act of killing”

“Cutie and the Boxer”

“Dirty Wars”

“The Square”

“20 Feet from Stardom”

 

Documentário em curta-metragem

“CaveDigger”

“Facing fear”

“Karama has no walls”

“The lady in number 6: Music saved my life”

“Prison terminal: The last days of private Jack Hall”

 

Fotografia

“O grande mestre”

“Gravidade”

“Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum”

“Nebraska”

“Os suspeitos”

 

“Gravidade” tem uma fotografia maravilinda e isso dá para se notar de longe só pelo trailer. 

 

Edição

“Trapaça”

“Capitão Phillips”

“Clube de compras Dallas”

“Gravidade”

“12 anos de escravidão”

 

Trilha sonora original

John Williams, de “A menina que roubava livros”

Steven Price, de “Gravidade”

William Butler e Owen Pallett, de “Ela”

Alexandre Desplat, de “Philomena”

Thomas Newman, de “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”

 

Canção original

“Alone Yet Not Alone”, de “Alone Yet Not Alone” – Bruce Broughton (música) e Dennis Spiegel (letra)

“Happy”, de “Meu malvado favorito 2” – Pharrell Williams (música e letra)

“Let it Go”, de “Frozen: Uma aventura congelante” – Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (música e letra)

“The Moon Song”, de “Ela” – Karen O (música e letra) e Spike Jonze (letra)

“Ordinary Love”, de “Mandela: Long walk to freedom” – Bono, Adam Clayton, The Edge, Larry Mullen Jr. e Brian Burton

 

Pharrel e Karen O sendo indicador já me parece um sonho. Qualquer um entre os dois deixaria a gente feliz, apesar de sentir um cheiro forte de Bono e sus letras politizadas no ar… ZZZZ

 

Efeitos visuais

“Gravidade”

“O hobbit: A desolação de Smaug”

“Homem de ferro 3”

“O cavaleiro solitário”

“Star trek: além da escuridão”

 

Edição de som

“All Is Lost”

“Capitão Phillips”

“Gravidade”

“O hobbit: A desolação de Smaug”

“O grande herói”

 

Mixagem de som

“Capitão Phillips”

“Gravidade”

“O hobbit: A desolação de Smaug”

“Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum”

“O grande herói”

 

Curta-metragem

“Aquel no era yo”

“Avant que de tout perdre”

“Helium”

“Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa?”

“The Voorman Problem”

 

Curta-metragem de animação

“Feral”

“Get a horse!”

“Mr. Hublot”

“Possessions”

“Room on the broom”

 

Figurino

“Trapaça”

“O grande mestre”

“O grande Gatsby”

“The Invisible Woman”

“12 anos de escravidão”

 

Design de produção

“Trapaça”

“Gravidade”

“O grande Gatsby”

“Ela”

“12 anos de escravidão”

 

Maquiagem e cabelo

“Clube de compras Dallas”

“Jackass apresenta: Vovô sem vergonha”

“O cavaleiro solitário”

 

Achei impressionante “Trapaça” não ter sido indicado nesse prêmio e exijo recontagem de perucas!

 

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The Amazing Spider-Man 2, o trailer

Dezembro 5, 2013

Levando em consideração o último Batman, não tem como não ficar muito mais criterioso e ou aceitar de uma vez por todas que Spider-Man é mesmo uma saga muito mais jovem e imatura.

Será que estamos  ficando velhos? (falem por vocês… tisc tisc)

Em maio de 2014.

#CAREDEVIDEOGAME

 

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Antes da meia noite, ou a qualquer hora do dia ou da vida

Outubro 30, 2013

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Anos atrás, nos deparamos com esse casal, Jesse e Céline, se encontrando pela primeira vez em um trem (“Before Sunrise”, de 1995) e vivendo uma ótima história de amor que tinha pouco tempo para durar por questões geográficas. Apesar das juras quando o cronometro começou a acusar que já não havia mais tempo para permanecerem juntos em Viena, pelo menos não naquele momento, desconfiamos que aquela poderia ser apenas mais uma história de amor para se lembrar com certa saudade e levar para a vida, mesmo tendo identificado facilmente logo de cara que algo de realmente muito especial havia acontecido entre aqueles dois.

Alguns anos depois, tivemos a chance de ver o reencontro da dupla pela primeira vez desde a promessa (não cumprida) que haviam feito no primeiro filme (“Before Sunset”, de 2004, o meu preferido de todos), ambos vivendo já os seus 30 e poucos anos e tendo muito o que conversar depois de terem ficado tantos anos separados e o pior de tudo isso, sem ter tido a chance de colocar um ponto final naquela história que já havia nos convencido desde o começo. Ele agora havia se tornando o homem que sempre sonhou ser, escritor, pai de um filho, com esposa (e um casamento não muito feliz, apesar disso só ter aparecido como detalhe no filme e não ter sido justificativa para qualquer outra coisa) e vivenciando um momento bastante especial em sua carreira, momento esse que teve como fonte de inspiração justamente aquele primeiro encontro com Céline, quando ainda jovens, lá atrás. Ela por sua vez também já havia se tornado a mulher que gostaria de ser (quando digo isso, penso em uma questão de repertório, valores, fundamento, essas coisas, não que eles já tenham alcançado o ponto mais alto de suas vidas tão cedo assim), apesar de ainda ter algumas pontas soltas em sua vida e estar apenas namorando no momento.

Esse primeiro reencontro acabou acontecendo justamente por conta da história dos dois que acabou virando um livro de sucesso escrito por ele, do qual Céline se sentia responsável de alguma forma (com toda razão), apesar de renegar o sentimento tentando justificar ter se sentido um tanto quanto ofendida e não representada tão fielmente assim na versão da história do Jesse. Assim, ambos tiveram muito o que dizer um para o outro até o pôr-do-sol, além da inevitável questão que ainda pairava na mente de ambos mesmo anos depois, sobre o que teria acontecido se eles tivessem mantido a promessa que foi feita ao final do primeiro longa ou se pelo menos algum deles havia cumprido com o prometido, quando ainda bem jovens.

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Pessoalmente, eu acho “Before Sunrise” uma obra prima. Sempre achei. Gosto da história, dos personagens, da forma como consigo me identificar facilmente com ambos e principalmente, da forma como eles conseguiram me convencer que foram feitos um para o outro em um caminhar por Paris, sem muito contato físico (tá, vamos dizer que esse reencontro ter acontecido na Shakespeare And Company, contou alguns pontos a favor), sem beijo e apenas uma enorme vontade (AMO ela morrendo de vontade de tocar o cabelo dele dentro do carro, próximo ao final do filme, por exemplo). Naquela cena final, com Céline fazendo uma performance à la Nina Simone e o Jesse atrasado para o voo que o levaria de volta para sua família nos USA, mesmo sem ter tido exatamente uma conclusão, além da ideia que ficou no ar e o 1/2 sorriso claro e evidente do Ethan Hawke (maravileeeandro desde o primeiro filme) durante a cena, na minha cabeça, estava mais do que claro que ele jamais teria pego aquele voo de volta. Jamais! Quando gosto demais de uma história ou personagem, gosto também de criar a minha própria versão para eles, mesmo quando suas obras já se encontram encerradas e por isso, sempre assumi para mim mesmo que Jesse e Céline estavam juntos, em algum lugar do mundo, vivendo extramente felizes (daquele jeito bem real, claro). Isso mesmo antes de saber e ou imaginar que o filme ganharia uma continuação. E a propósito, apesar de ter os meus momentos bem Jesse, não preciso nem dizer que eu sou exatamente como a Céline, preciso? (para você que está pensando em “não”, achei mesmo que não fosse necessário, rs)

Pois bem, anos depois novamente, ganhamos uma espécie de conclusão (para essa que é sem dúvida uma das minhas histórias de amor preferidas do cinema) com “Before Midnight”, encerrando a trilogia do diretor Richard Linklater. E lá estavam eles, Jesse e Céline, juntos (confirmou!), anos depois, em uma viagem de férias pela Grécia antiga com as filhas gêmeas e a continuação dessa história de amor que a essa altura já havia ganhado um peso completamente diferente a partir dos anos de convivência do casal e da bagagem que ambos acabaram trazendo inevitavelmente para a relação. (desconfiem de quem não carrega nenhum tipo de bagagem. Apenas, desconfiem…)

Apesar de reencontrarmos com ambos aparentemente vivendo felizes juntos, percebemos logo de cara que haviam alguns problemas a serem resolvidos e ou um certo nível de culpa no ar que jamais poderia ter sido evitado e isso por conta da não volta do Jesse para a sua família com esposa e filho nos USA (não disse?). Nesse momento, percebemos que Jesse se sentia culpado pela escolha que acabou fazendo, mesmo que ela tenha sido a escolha mais certeira de sua vida, justamente por ter de certa forma, escolhido ser feliz ao lado da mulher que ele realmente mais amou por toda a vida, construindo inclusive uma nova família, do que continuar vivendo ao lado da mãe do seu filho e consequentemente do próprio, que como nos foi ilustrado no filme, tratava-se de uma mulher que ainda não havia superado essa barra, algo totalmente compreensível, diga-se de passagem. Apesar de todo esse peso em sua consciência, sua relação com o filho parecia ser excelente, algo que não tivemos a chance de observar e apenas ouvimos sobre, assim como aceitação do menino hoje já adolescente em relação a Céline, aceitação que é possível considerar a mais natural possível, porque podemos dizer que é praticamente humanamente impossível não acabar completamente apaixonado pela personagem da atriz Julie Delpy. (com quem obviamente eu também me identifico e muito)

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E essa culpa toda Jesse de certa forma acaba dividindo com a Céline, que querendo ou não, se sentia parte da questão, principalmente por ter permanecido com o amor da sua vida em Paris e ter construído a vida de ambos por lá, dificultando assim o seu convívio com o filho (algo que mais tarde, acabou sendo ainda mais dificultado pela própria mãe do garoto como forma de vingança). Para ela, sobraram as típicas e honestas reclamações de uma mulher, mãe de gêmeas e que além de tudo, como quase todas as outras mulheres modernas, tentava se dedicar ao trabalho e  quando a sua carreira carreira acabou se estabelecendo em um outro patamar, novas questões acabaram surgindo na vida desse casal, que mais uma vez vivia uma espécie de ameaça por questões geográficas. Nessa hora e com total razão, apesar de entendermos completamente o lado dele, Céline acabou se sentindo completamente negligenciada pelo marido, que ela havia apoiado em sua carreira por todos esses anos, mas que naquele momento não retribuía tamanha dedicação ou comprometimento em relação a ela. (na verdade, ele acabou se vendo completamente dividido, e isso ficou bem claro e também foi altamente compreensível, assim como o discurso dela em relação a ele não ter acompanhado algumas etapas da vida do filho e isso já não ter mais volta)

A partir desses conflitos todos e com a Grécia como plano de fundo (cenário perfeito para uma tragédia grega), ganhamos mais alguns diálogos inesquecíveis desses dois, com ambos compartilhando um pouco mais de tudo novamente, desde algumas memórias lindas, como quando ela diz se lembrar com saudade do tempo em que a barba dele ainda era ruiva e o quão branca ela já estava ficando a essa altura (sério, meu coração quase explodiu em milhares de outros corações nesse momento = ♥ #PLIM), até uma série de referências aos dois filmes anteriores, como ambos observando o pôr-do-sol, por exemplo. Todas absolutamente especiais e comoventes para quem for mais apegado a detalhes. E é preciso evidenciar o quanto ambos atores parecem conhecer aqueles personagens, nos deixando com a sensação de que o filme é mais uma conversa solta entre ambos do que uma obra dirigida e com roteiro. (algo que a partir do segundo filme, ambos passaram a fazer parte também de tamanho envolvimento e carinho com o projeto)

Durante o longa, além de tudo isso, ainda ganhamos alguns parâmetros bem inteligentes em relação a história do casal, como quando eles se deparam com uma versão mais jovem de uma história de amor também separada geograficamente, percebendo que hoje em dia, com todos os recursos que quase todo mundo tem acesso, eles só não teriam mantido contato se realmente não quisessem e não teria sido necessário esperar até o reencontro de ambos, anos depois em Paris. Na companhia de outros personagens (diferente dos demais filmes), Jesse e Céline compartilham o seu melhor e vivenciam outras histórias de amor também, que acabam funcionando como pequenos contos dentro da própria história deles, algo que acabou contribuindo ainda mais para que o filme se tornasse algo tão especial. Aquela história da mulher que já havia perdido o marido então, foi de desabar qualquer um em lágrimas.

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Mas o forte desse terceiro filme realmente foi a grande discussão que quase acabou encerrando de vez essa linda história de amor (claro que precisaria de muito mais para uma decisão tão séria, mas ainda assim poderia ser o começo do fim), com ambos despejando algumas verdades na cara um do outro e aproveitando o momento para dividir a parcela de culpa que sentiam por conta dessa relação tão forte. Nesse momento, além de excelentes argumentos e um diálogo certeiro e afinadíssimo como sempre, é praticamente impossível não acabar se relacionando de alguma forma com o problema em questão e a história de amor dos dois. Sabe quando apesar de parecer um pensamento cruel, você chega a conclusão de que realmente foi necessário sacrificar algumas coisas da sua vida para conseguir viver outras, ou quando você acaba se dando conta de onde a sua relação pode acabar parando se um dos dois disser a coisa errada na hora errada? Então, mais ou menos isso ou pior, rs.

Confesso que essa foi a minha estreia mais aguardada para esse ano. Na época, não foi nada fácil conseguir assistir o filme, que estava disponível apenas em algumas salas da cidade de São Paulo e em horários nada convidativos. Acabei assistindo o longa em uma tarde, em um dia que se tornaria bastante especial para a minha vida profissional (não estou dizendo que eu sou a Céline?), e foi ótimo ter esse ponto em comum com a personagem de Delpy naquele momento. Além disso, por se tratar de uma sessão a tarde, imaginei que a mesma pudesse estar vazia, mas para a minha total surpresa, acabei me deparando com diversas senhoras, alguns jovens casais e pessoas de meia idade durante a sua exibição. Por me sentir extremamente próximo dos personagens e realmente AMAR toda essa história, acabei me vendo entregue as lágrimas por diversas vezes, do começo ao fim, algo que acabei compartilhando com uma senhora que estava sentada ao meu lado e me ofereceu um lenço. Uma foufa! Nos tornamos amigos obviamente (e ela decepcionadíssima porque eu não estou no Facebook, é claro) e no final da sessão, em uma conversa animada sobre o longa e seus dois antecessores, acabamos reunindo mais algumas colegas em um bate papo solto no café do cinema que acabou durando algumas horas e me fez me sentir um pouquinho como no clube do livro da Oprah. Desculpa, mas precisava dividir esse momento com vocês. Enfim…

Concluindo por enquanto essa história de amor fora do comum (do tipo que a gente adoraria viver um dia), ganhamos uma ótima leitura do próprio Jesse encontrando Céline de cara amarrada sentada a beira mar (quando ela não volta mais depois de bater a porta por diversas vezes durante aquela grande discussão é de dar um nó na garganta daqueles), ele que nesse momento falava por ele mesmo, só que eu uma versão do futuro, em um momento de extrema doçura. Um final extremamente simples e muito bem humorado, que nos transportou imediatamente para a realidade e o sentimento daquele casal e nada mais natural que antes da meia noite eles acabassem resolvendo todas as suas pendências momentâneas, lembrando o mais importante, que foi o que os manteve unidos desde então, mesmo durante todos os anos que permaneceram separados, até aquele inspirador reencontro em Paris do qual eles nunca mais conseguiram se separar.

Uma história de amor para se levar para a vida em três partes pra lá de especiais. Quem sabe eles não fazem um quarta parte dela daqui trinta anos? (eu adoraria ver essa versão senior, já sendo um senior também, hein?)

Para assistir até nunca cansar.

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Mademoiselle C, o trailer

Agosto 26, 2013

Documentário imperdível sobre as novas aventuras de Carine Roitfeld depois do seu au revoir para a Vogue francesa, também conhecida como #SONHODECONSUMODOSSONHOSDASMODASTODAS

E a lista de amigos que aparece no trailer, deitando qualquer um?

Ansiosos? (já estou até separando o modelo)

 

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E o novo Batman é o novo vilão da vez

Agosto 26, 2013

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Ninguém quer o Ben Affleck como o novo Batmão e tudo isso muito provavelmente pelo seu passado obscuro no cinema e ou pelo que aconteceu em “Daredevil”, que digamos assim que não é lá dos seus melhores trabalhos (mas acreditem, existem piores), apesar do filme ter lhe rendido uma família linda e que a propósito, nós AMAMOS!

Mas para ser bem sincero, todos nós sabemos que os filmes do Batmão dependem muito mais da escolha dos seus inimigos do que do Homem Morcego em questão, que apesar de ser dono de uma recente trilogia excepcional, nunca foi assim tão exigido dramaticamente por ela, vai?

E para quem pensar em discordar dessa teoria, basta repensar nos três últimos filmes para chegar a conclusão de que aquele que dependeu mais do herói e bem menos do seu vilão (tisc tisc, “Batman Begins”), foi o mais fraco dos três (tá, era apenas o começo de uma das melhores trilogias ever, mas ainda assim…), sem a menor dúvida. E acho que vale a pena confiar de que a continuação de “Men Of Steel” ainda tem o nome do Nolan na produção e além de tudo isso, sabemos que o Ben Affleck não é mais o mesmo do passado e apesar de ter melhorado muito mais em outras áreas além da atuação, achamos que ele merece a chance. Além disso, andamos ouvindo o nome do Bryan Cranston como possível novo Lex Luthor. Sério. Höy!

Pode ser horrível? Pode, pode ser tipo o Clooney vivendo o mesmo papel só que com mamilos e ou a Halle Berry afundando na lama a reputação divonica da “Catwoman”. #CREDINCRUZ (x3). Mas pode ser bem bom também e confiamos que com uma sequência recente tão bacana, seria bem difícil algum estúdio apostar tão as cegas assim (fazendo a “Daredevil”, sorry, não resisti…). Veremos…

Mas por enquanto, beijo no ombrinho para o Ben Affleck, e que o Robin seja forte para o primeiro encontro entre o Superman e o Batmão. Vai que acontece um atrito mais interessante entre aquele spandex azul e o velho e bom couro, latex e vinil preto… já pensou? (minha personalidade nerd me leva ao infinito e além nesse exato momento)

 

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12 Years a Slave, o trailer

Agosto 2, 2013

Prontos para encarar mais uma parceria do Michael Fassbender e o diretor Steve McQueen? (“Shame”)

Mas dessa vez teremos que ser forte, porque ele vem malvado e com a barba mais ruiva do que nunca. Que Nossa Senhora do Filme Bom e da Pipoca com a Quantidade Certa de Manteiga nos proteja. #AMEM

Ahhh, e vale lembrar que o filme tem o Brad Pitt também, além do Cumberbatch. Animados?

 

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(o novo) Oldboy, o trailer

Julho 12, 2013

Uma nova versão para uma história bem bacana, dessa vez com o olhar do diretor Spike Lee e o Josh Brolin no papel principal.

Animados? Lá, o filme chega dia 25 de outubro…

 

ps: e para quem não está familiarizado com a história antiga, imaginem o que um homem mantido como prisioneiro por 20 anos sem saber exatamente o porque, pode ser capaz de fazer com um simples martelo…

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