Posts Tagged ‘R.I.P’

Jake perdeu a barba e nós perdemos o Jake, de novo…

Agosto 5, 2013

 Jake Gyllenhaal

É, ele perdeu a barba e nós perdemos o Jake para essa aí, Alyssa Qualquer Coisa Miller, que além de nos irritar com seu nome de garota popular do colégio e causar certa fúria passageira, usa camisa beige. (e mesmo assim consegue ficar gata. Todos em uma só voz gritando bem alto um “WHY” para o universo. Agora)

Mundo injusto… e cheio de inveja, rs

#PELOMENOSNÃOÉATAYLORCARADEALFACESWIFT

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Look 4 Today (tears)

Julho 15, 2013

524da867-91fe-46aa-a7bb-693a12aab3b2 (1)

Porque esse é um blog normalmente muito bem humorado, as vezes debochado demais até, assumidamente fã de Glee e todos seus derivados (TGP) sem a menor vergonha, mas de vez em quando, somos surpreendidos com notícias bem tristes e que nós não conseguimos ignorar. Como a notícia da morte do Cory Monteith, que pegou todo mundo de surpresa e nos deixou bem tristes ontem.

Tristes porque ele era super jovem, parecia ser super bacana e nós sabemos que estava enfrentando uma barra que não é fácil para ninguém. E também porque é sempre triste perder quem a gente gosta, ainda mais dessa forma. Uma pena…

Por isso, todo o amor desse blog hoje vai para a sua família, para todos de Glee e em especial para a Lea Michelle.

R.I.P (tears)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Look 4 Today (tears)

Junho 20, 2013

tv-james-gandolfini

Ontem no começo da noite, todos nós apaixonados por séries de TV ficamos extremamente tristes com a notícia da morte repentina do ator James Gandolfini, o tipo de notícia que você custa a acreditar.

Ele que foi responsável pela inesquecível interpretação do Tony Soprano, que é um dos melhores personagens da TV e que certamente foi o responsável pela abertura dos caminhos para o Walter White (e o Bryan Cranston chegou até a reconhecer isso no Twitter após a notícia) e o Don Draper que encontramos hoje na TV.

holstens

Hoje, ainda tentando assimilar a notícia e em meio as inúmeras homenagens que o ator acabou recebendo de todos os meios, acabei me deparando com essa linda imagem acima, com a mesa do Holsten’s em New Jersey com a plaquinha de “reservado”, uma homenagem linda ao local que serviu de locação para a icônica e histórica cena final de The Sopranos.

R.I.P (tears)

 

ps: além do Tony Soprano, eu AMO o fato de que o Gandolfini deu voz ao (meu) Carol em “Where The Wild Things Are”. Vontade de abraçar para sempre… (♥)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

O final não tão feliz assim de Happy Endings

Maio 16, 2013

happy-endings-season-3

E logo a série que nos prometia finais felizes a começar pelo seu título, acabou não ganhando o seu merecido final feliz. Vai entender a vida. E com tanta comédia bem meio assim continuando na TV, algumas com trajetórias verdadeiramente intermináveis, não tem como não sentir pelo menos uma pontinha de rancor no coração. (nesse momento, no meu curso de bruxaria via correspondência, eu faço questão de amaldiçoar New Girl, The Big Bang Theory – que até melhorou mas né? – Two And A Half Men, Anger Management, entre várias outras ainda vivas na TV. Já não está na hora de mandar desligar esses aparelhos, não?)

Nossa história com Happy Endings pode até ser considerada recente, já que por aqui no Guilt, começamos a assistir a série enquanto a sua deliciosa Season 2 ainda estava sendo exibida, em uma maratona mais deliciosa ainda e que de tão boa, precisou até uma de um repeat logo na sequência, de tão empolgados que ficamos com a descoberta da “nova” comédia. Personagens adoráveis, plots sensacionais sobre qualquer coisa, mitologias que foram aparecendo com o tempo e a Kim Bauer (cuspida de fogo verde no chão seguida de x3 #CREDINCRUZ) que a gente gostaria que tivesse desaparecido junto com aquele boy patinador e ou tivesse sido servida como jantar para um cougar ainda no piloto. Tudo na série parecia AmAUzing, de verdade, como se tivéssemos encontrado uma das nossas novas comédias com cara de antiga preferidas.

Até que chegamos a recém encerrada Season 3, com todos eles reunidos novamente, mas alguma coisa parecia estar fora do lugar. Diferente das outras duas temporadas, essa Season 3 de Happy Endings demorou para acontecer e eu não sei explicar exatamente o porque , mas demorou. O começo não chegou a empolgar muito, embora a série sempre nos tenha arrancado boas risadas, mas nesse início de temporada elas acabaram acontecendo com menos frequência, em plots mais isolados ou bem de vez em quando.  Na verdade, acho que tudo isso aconteceu porque eles começaram a serem pressionados em relação aos números e com isso começaram a se preocupar mais em agradar tentando coisas novas, do que seguir a mesma linha de sempre, que apesar de não ter atingido grandes números, continuava ótima para quem já gostava da série. Um bom exemplo disso foi a forma como eles modificaram do dia para a noite a rotina do casal Jane + Brad (Eliza Coupe e Damon Wayans Jr.), que mudaram de trabalhos como em um passe de mágica, sem a menor explicação plausível (tá, até ganhamos uma explicação qualquer que não convenceu, vai?)  principalmente no caso dela e essa transição acabou parecendo forçada apenas para modificar os ares e quem sabe trazer novos núcleos para a trama, que normalmente não funcionam nesse tipo de comédia e eles já deveriam saber disso.

ADAM PALLY

Mas esse foi só o começo, porque logo os novos seis amigos mais legais da TV conseguiram colocar tudo exatamente em seu lugar novamente e a partir disso voltamos a reconhecer a série como uma das comédias mais bacanas da TV atual. Todos continuaram enlouquecidos, sempre tentando se dar bem em qualquer coisa, naquela eterna competição deliciosa que sempre existiu dentro do grupo, mas de forma bacana. Jane e Brad continuaram excelentes enquanto casal, com uma química fora do comum, Penny (Casey Wilson) estava de volta a velha forma adorkable de sempre (ao lado do casal, a minha preferida desde sempre), Max (Adam Pally) continuou sendo o Max, sempre imundo, a procura de comida e com um drama capilar incontrolável durante essa temporada e o casal Dave + Kim Bauer (Zachary Knighton e a péssima desde sempre, Elisha Cuthbert) agora estava junto novamente e para eles gritamos: e quem se importa? (sorry Dave, mas não gostamos de sair como vocês e sua namorada. Da próxima vez, vê se aparece sozinho…)

Ao recuperar as forças, ganhamos uma séries de novos momentos ótimos para a série, com o Penny e o capacete (sério, eu me descontrolei de tanto rir durante todas as cenas dela com o capacete), a ID fake da Jane porque ela nasceu no Natal e a descoberta de um grupo secreto que sofria do mesmo drama, o papagaio da Alex morto (que foi legal porque envolvia outros personagens e não a Alex), a exemplificação dos tipos diferentes de gays (um dos melhores episódios da temporada e a dupla Jane + Max estava unfirah nesse episódio e novamente mais perto do final, com ela assumindo a tarefa de transformar o Max em um homem nais descente), descobrimos que eles já haviam participado de uma das edições do Real World MTV (que foi meio que onde alguns deles se conheceram), ganhamos também a revelação do ex da Jane na verdade ser uma ex, Penny e seu novo boy magia com quem ela chegou a ficar noiva (Höy!), todos na feira de casamento e uma deliciosa disputa de jogos entre casais, que acabou com o noivado da Penny e teve um discurso excelente do Max em relação a coragem dela de encerrar uma coisa que estava na cara que não daria certo, muito perto de deixá-la acontecer apenas por comodidade, vergonha, desespero ou qualquer coisa do tipo.

Até um plot envolvendo um namorado brasileiro para o Max no melhor estilo Romeo + Juliet acabou acontecendo durante essa Season 3, com direito a briga de comida em meio a coreôs animadas de capoeira e uma decoração típica verde e amarela. Outro ótimo momento foi a peça da Penny sobre o término do seu relacionamento (também AMEI quando ela encontrou com o seu pai, que assumiu ser gay e ela mesmo disse que isso explicava muito do próprio comportamento dela,  como se a partir daquele momento ela finalmente conseguisse entender o porque da sua personalidade, rs), onde a personagem aproveitava para se descrever como a pior namorada do mundo, assumindo uma culpa muito maior do que a que ela tinha na verdade.

tn-500_3

Mas nada disso foi o suficiente para garantir o futuro da série. E mesmo com essa quantidade grande até de bons momentos (o que foi a briga das irmãs Kerkovich?), eles acabaram amargando o drama de serem transferidos para as sextas, que a gente sabe que é o pesadelo de qualquer série. O limbo todo mundo também sabe que é o sábado, que é onde se encontra Smash por exemplo, mais ou menos como se a série estivesse esperando no corredor da morte para ser executada. Nesse momento, eles até chegaram a brincar em uma das promos, pedindo para que os fãs salvassem a série do cancelamento, que a essa altura seguindo uma tendência pavorosa e até desrespeitosas das emissoras durante essa temporada, a série passou a ter dois episódios exibidos por noite até a finale, que descobrimos depois que seria o final da série. The End.

E não foi um final bacana, que a gente conseguisse pelo menos reconhecer ou aceitar como um final feliz para a série. Com um plot até que bacana, envolvendo uma irmã mais velha das irmãs Kerkovich até então desconhecida, que dividiu as atenções do episódio com o plot dramático e totalmente desnecessário da separação do casal que ninguém nunca gostou ou torceu a favor, Dave e Alex (sorry de novo Dave, porque eu gosto de você e sonhava em comer um dos seus lanches. Sério, aquela carne… Yummy!). Assim, de forma bem porca e quase preguiçosa, não sobrou muito tempo para resolver qualquer questão entre os personagens da série, mesmo que naquele momento, quase nada ainda estivesse pendente.

Quase nada exceto os tais “finais felizes” que nos prometeram desde sempre, ou eles realmente acharam que uma dancinha no meio de uma festa de casamento que a propósito não era de nenhum deles (mas tê-los destruindo a festa inteira foi ótimo também) seria o suficiente para nos deixar satisfeitos com essa despedida precoce?

happyendings_620_102312

Por esse motivo, proponho uma lado B o series finale de Happy Endings, com os meus finais felizes para cada um dos personagens da série:

♥  Jane + Brad = continuaram casados e apaixonados para sempre, com dois casais de gêmeos, dois negros, dois germânicos. Devido a boa genética da família comandada na linha dura e de perto pela Jane, dizem que passaram dos 100 anos e chegaram a conhecer a quinta geração da sua família, mesmo com eles já estando na forma de um ectoplasma, rs.

♥  Penny = viajou o mundo a trabalho por um ano inteiro, experimentando uma variedade de boys magias de diferentes lugares do mundo e etnias, com tudo pago e ainda recebendo por isso. Depois disso voltou para Chicago mas se mudou para NY, onde ela continuou experimentando as possibilidades da cidade por mais um ano (fez até uma ponta na season finale de HIMYM, que eu acabei assistindo esperando que a revelação da identidade da mãe tivesse sido sensacional e wait for it… não foi. Humpf!) e depois disso encontrou o amor da sua vida, uma estrela de Hollywood com quem ela se casou anos depois e adotou 5 crianças, pelo menos por enquanto. Mas continuou trabalhando e hoje é dona de metade da 5th Avenue e 2/3 da Broadway, de tão bem sucedida que continuou sendo profissionalmente. Continua dizendo “AmAUzing” e liga para a Jane toda vez que resolve trocar de carro, agora 4 vezes por ano, a cada nova estação. Até hoje, Penny mantem em cada um de suas casas pelo mundo um quarto especialmente reservado para o Max.

 ♥  Max = tomou um banho demorado por dia durante um mês e depois dessa detox encardida, arrumou um emprego normal, onde ele acabou se apaixonando pelo dono da empresa, que em pouco tempo o cobriu de jóias, piñatas mais fáceis de se quebrar e recheadas de doces e participou de uma das edições gay de Real Housewives, onde fez fama e fortuna. Depois do programa, Max cortou o cabelo e removeu aquelas tattoos pavorosas e as substituiu por novas tattoos pavorosas de pegadas de urso e ou nomes de suas conquistas espalhadas pelo corpo e hoje é dono de uma pequena joalheria de peças eróticas super exclusivas downtown Chicago, além de possuir a mair frota de limousines no fundamento 80’s do universo. Só atende com hora marcada em ambos os negócios. Sempre após as 16h00, que é quando ele começa a acordar. Não insista.

♥  Dave =  se casou com a Kim Bauer (e esse foi seu maior castigo na vida), mas ficou viúvo ainda na lua de mel, porque ela finalmente foi comida por um cougar desdentado, por isso podemos imaginar que essa foi uma morte lenta e dolorosa. Depois disso entrou em depressão por cerca de uma semana, superou, foi com seu trailer até a comunidade navajo mais próxima e se tornou um dos palestrantes mais bem sucedidos da história da comunidade. Durante seus cultos, Dave ficou conhecido por distribuir seus famosos lanches de carne, o que era proibido naquela região e por isso ele foi expulso da comunidade. Sem saber o que fazer, se inscreveu no The Voice (sério, tinha um candidato igualzinho a ele até um dia desses no programa chamado Justin Rivers), onde não conseguiu ir muito longe na competição, embora tenha conseguido pelo menos um contrato para lançar o seu único single de sucesso, responsável pela sua fortuna e pelo qual ele é chamado para cantar até hoje em feiras e convenções locais. Continua solteiro e descobriu recentemente que o grande amor da sua vida talvez seja um híbrido do Max + Brad.

Alex = (sem coração de propósito) morreu. Finalmente!

129420-group01r3-ful-jpg_001103

É, apesar da mágoa, agora realmente só nos resta aceitar que uma série como Happy Endings tenha terminado dessa forma, nos devendo aquele final feliz que todo mundo gostaria de ter visto e isso nem tão cedo, viu? Mas temos que encarar que nem todo final é feliz, mesmo que ele nos tenha sido prometido, então…

R.I.P. Happy Endings

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Damages Season 5 – E ae Patty Hewes? Valeu mesmo a pena?

Setembro 21, 2012

Quando a série foi cancelada no passado, no alto da sua excelente Season 3, onde diga-se de passagem que ela se encontrava em sua melhor forma, essa foi a pergunta que praticamente acabou encerrando a temporada, o que naquela altura poderia ter sido o final da série. E ae Patty Hewes? Valeu a pena? Mas para a nossa sorte e conforme as suspeitas, Damages foi salva pela DirecTV, ganhando assim mais duas temporadas, o que todos nós fãs da série acabamos comemorando. Depois disso, o retorno em um novo canal para a Season 4 acabou não sendo dos melhores, não só porque esse retorno acabou seguindo uma temporada praticamente perfeita da série (a melhor delas, talvez?), mas também porque tudo foi relativamente mais fraco do que estávamos acostumados a encontrar em Damages. Algo havia mudado.

Apesar da essência da série ter permanecido a mesma do começo ao fim, é inegável que as coisas mudaram depois desse “cancelamento cancelado”. Antes eles conseguiam brincar com maior facilidade com a nossa cara, de forma bem cínica mesmo, isso antes de transformarem a série em algo um tanto quanto didática demais, meio que investindo no passo a passo de todos os seus acontecimentos. Patty nunca foi uma mulher de grandes explicações, de perder tempo explicando seus passos e sim uma mulher de ação, da qual suas medidas, muitas vezes extremas porém necessárias no ponto de vista dela, acabavam sendo resolvidas naturalmente e juntamente com a resolução do caso da temporada, sem precisar perder muito tempo deixando tudo muito “claro demais” o tempo todo, onde no final todas as pontas da história sempre acabavam sendo muito bem amarradas. Algo mais ou menos como “Sabe essa malandragem que eu fiz aqui? Esquenta não bobo, vou te contar o porque de tudo isso, vem cá, vem…”.

E essa Season 5 que seria a última da série, seguiu mais ou menos a mesma linha, apesar dela ter sido muito melhor do que a anterior, embora também tenha sido meio arrastada e nisso nós vamos ter que concordar. Não arrastada no sentido de enrolação ou filler, coisa que ptaticamente nunca existiu em Damages, mas sim pela forma como tudo foi solucionado a medida em que todo mundo sabia que essa era a temporada final da série, que prometia o grande confronto Ellen Parsons vs Patty Hewes no tribunal, além de já nos entregar logo de cara e ainda em seus promos, teasers e afins, uma imagem clara da Ellen estatelada no chão e uma poça de sangue, no que indicava que ela teria “caído” de um prédio, ou sido jogada do mesmo, é claro. (uma segunda opção que parecia ser mais provável até…)

E uma temporada final de Damages que nos prometia a cabeça da Ellen em uma bandeija de prata, mesmo que isso fosse na realidade as ruas de um beco qualquer de NY (rs), já tinha tudo para ser boa, ainda mais se centrada na grande batalha final das duas, que começou com a Ellen aceitando depor no caso do Michael pela guarda da filha contra a mãe, Patty Hewes e foi seguida pelo grande crime da temporada, baseado na história do Wikileaks.

Um caso um tanto quanto chato, apesar da execução da sua vitima ter sido feita de uma forma super cruel e mesmo assim ter resultado naquela cena linda, com a mulher largada em uma banheira cheia de sangue. Tudo bem que a vítima nem era tão vítima assim e que como quase todo mundo na série, ela também escondia um lado obscuro. Mas o grande personagem do caso era mesmo Channing McClaren (nome que eles repetiram tanto quanto “sanguinistas” em True Blood), que era a mente a frente do site de vazamento e que desde o princípio foi pintando como vilão, o que a gente também sabe que quando acontece em Damages, quase sempre indica que no final, ele não era tão vilão assim. (ele que foi interpretado pelo ator Ryan  Phillippe, Höy!)

Um caso que novamente não foi tão intrigante como os das três primeiras temporadas. Não sei exatamente o porque, mas acho que nesse caso, as reviravoltas foram poucas e quando aconteceram, já estavam sendo meio que aguardadas. Tivemos o caso do McClaren com a vítima, que todo munda já suspeitava porque estava no promo e também porque aquela mulher passou pelas mãos de todo o 1% de Wall Street, não? Aí tivemos ele carregando uma peruca dentro da calça (não, eu não estou brincando), se encontrando disfarçado apenas para não ser reconhecido por câmeras de segurança ou coisas do tipo para evitar escandâlos. Mas se ele tinha tanto medo assim de ser reconhecido ou se precavia de tal forma, passando aquele ridículo com sua peruca de quinta, como é que ele caminhava sozinho pelas ruas de NY a noite, encontrando pessoas de cara limpa em bares da cidade?

Algumas coisas também ficaram soltas no desenrolar dessa trama, com o envolvimento do tal banco e os demais personagens. Victor Garber então, acabou participando bem pouco da temporada e saiu totalmente impune, assim como o outro cara que patrocinava o site de Channing McClaren, mas que era cheio de segunda intenções e estava mais do que envolvido com o lado podre da história. E essa impunidade nunca foi muito a realidade de Damages, embora Patty tenha prometido que iria atrás deles todos e que o McClaren era apenas o primeiro deles, mas não foi exatamente o que acabamos vendo como conclusão da série. (ainda mais depois do resultado final do caso)

Fora isso tudo, a grande motivação dessa season finale foi mesmo o confronto Ellen vs Patty, que viria a acontecer nos tribunais por conta do tal caso e também por conta da guarda da neta de Patty, mas que a gente sabe que significava muito mais do que isso. Ellen queria derrotar sua “mentora” onde seria mais dolorido para ela, onde a própria havia se tornando uma espécie de lenda dos tribunais e estava prestes a ocupar uma cadeira de muito mais prestígio. Tudo bem que esse plot é bastante justificável, mas a sensação que ficou é que a Ellen estava pelo menos umas três temporadas atrasada para o tamanho da sua mágoa com a Patty Hewes, que já havia confessado ter sido a mandante do seu atentado lá no final da Season 2, anos atrás. Depois disso, muita coisa aconteceu e até o Tom acabou pagando com a própria vida pelo seu tão sonhado “nome” como sócio da Patty e a Ellen já havia se distanciado do escritório fazia tempo e estava envolvida com outras coisas, inclusive recorrendo a ajuda da própria Patty quando se deu conta de que esta entrando em um negócio grande demais para ela.

Por isso, essa revolta toda da Ellen durante essa Season 5 pareceu acontecer com delay, um atraso que foi impossível de não se perceber. Sem contar que ela continuou sendo a insuportável de sempre, com aquele seu cabelo mega escovado (até estatelada no chão ela continuou muito bem penteada, pasmem!) e cara de quem sofria de uma úlcera fortíssima ou crises insuportáveis de prisão de ventre (rs). No episódio final, foi bem fácil conseguir perceber que além de tudo Ellen estava grávida (do Chris Messina Sanchez, seu boy magia militar desde a season anterior… mas e quem não engravidaria? Höy!), o que só nos foi revelado no último momento, quando descobrimos que não, ela não caiu do alto do prédio e sim, apenas teve uma tontura e acabou caindo naquela rua, ficando por alguns instantes meio que “desacordada”. Sim, tivemos que amargar essa triste realidade e engolir o grito de “já vai tarde” que a gente tanto queria gritar na cara da personagem. Mas e a poça e sangue? Só eu enxerguei muito mais sangue do que realmente descobrimos ter naquela cena final (poderiam ter feio a cena com chuva e dizer que era uma poça d’água pelo menos, hein?), com a personagem deitada no chão? Damages já foi uma série bem menos cara de pau, hein?

Sim, mais uma vez eles brincaram com a nossa cara com todas aquelas clássicas cenas de suspense na série onde nada é exatamente o que parece ser. Dessa vez, passamos boa parte da temporada com a Ellen no alto daquele prédio, ou estatelada no chão, em uma sequência que dava a entender que ela teria caído de lá de cima ou sido jogada, mas que a verdade apenas quem sabia era aquela pomba que observava tudo, rs. O que se a gente parar para pensar, levando em consideração o estado do seu corpo ao final da cena e a altura do prédio, seria realmente pouco provável que ela tivesse caído de lá de cima, não? (talvez a nossa vontade fosse tanta que a Ellen realmente estivesse morta, que acabamos deixando passar batido esse tipo de detalhes forenses)

Sem contar toda aquela história envolvendo a sua família, agora com o pai extremamente violento (não lembro dele ser tão assim antes, mas lembro que a família tinha sim os seus issues, então…) e as aulas de tiro da própria Ellen, tudo justificado de certa forma, inclusive com ela encontrando o seu “executor” do passado, do seu quase assassinato ainda no apartamento da chefe, que se disse ser uma espécie de funcionário da Patty para assuntos extra oficiais, se é que vcs me entendem. BANG! O que reforçava que mais uma vez, apesar da postura da Patty Hewes de sempre, de uma mulher extremamente correta e muito bem sucedida nos tribunais, ela não media esforços para fazer o mundo acontecer ao seu favor, nem que para isso fossem necessárias medidas extremas, com o o sumiço de um cachorro aqui, ou a sua nova funcionária morta ali…

Patty por sua vez continuou sendo uma personagem sensacional, brincando com a cara da Ellen como ninguém e também acabou ganhando os seus próprios daddy issues para resolver nessa season finale, com a entrada do seu pai na série, além de uma meio irmã, que eu consegui adivinhar logo de cara que só poderia mesmo ser alguém próxima a ela desde a sua primeira entrada na série. Aliás, a dinâmica entre as duas foi ótima, com a irmã enfrentando a Patty sem demonstrar muito medo por já conhecê-la de outros tempos, de quando ela ainda não era uma mulher com aquele poder todo, apesar delas pouco terem contracenado juntas (o que eu achei um desperdício). O mesmo vale para o daddy Hewes, onde naquela cena final, com ela revelando todo o ódio pelo pai, mesmo com o homem beirando a morte (homem que era pavoroso e ela tinha toda a razão de odiar), um momento que não poderia ter sido mais forte ou emocionante. E a gente sabe que nessas horas uma atriz com a Glenn Close acaba comparecendo como ninguém, sempre com uma cara de dar medo e uma verdade que a gente consegue enxergar no olhar. Coisa de atriz boa mesmo, do time das melhores. Clap Clap Clap!

Mas a minha maior mágoa desse episódio final nem foi o fato da Ellen não ter morrido como nos prometiam os promos da nova temporada e sim a falta de um grande confronto de verdade entre as duas nos tribunais e isso eles ficaram nos devendo. Propositalmente, porque além de tudo, apesar de ser uma série jurídica, Damages também nunca seguiu exatamente o que se espera desse modelo. No final, Ellen conseguiu ganhar o seu caso, derrotando a própria Patty, mas essa derrota aconteceu fácil demais, ainda mais considerando que nós não somos e nunca fomos da torcida da Ellen. Mas na verdade ela não ganhou, Patty é quem acabou perdendo, o que de certa forma foi encarado muito bem pela mesma, o que já nos indicava que algo mais estaria guardado pela frente, afinal, Patty não seria capaz de encarar a derrota para a sua criatura assim tão facilmente.

E foi quando descobrimos que mais uma vez Patty acabou manipulando o mundo a seu favor e embora tenha amargado essa derrota e assim ela conseguiu transformar a Ellen exatamente no que ela vivia acusando a própria Patty de ser. Uma saída triunfal, embora dessa lição e desse jogo de ganhos e perdas, Patty tenha acabado perdendo também o seu filho Michael, que pela proximidade com a Ellen, acabou morrendo no novo escritório dela e pelas mãos do seu executor do passado, que como já dissemos anteriormente, disse que trabalhava a serviço da Patty (e ao que tudo indica, trabalhava mesmo). Um recurso sensacional para empatar novamente o jogo entre as duas, uma vez que ambas acabaram perdendo pessoas queridas no meio dessa história que as duas deixaram marcada de sangue e um histórico no mínimo duvidoso para encarar essa trajetória como uma “vitória” para qualquer um dos times. Talvez aqui caiba novamente aquela velha e boa pergunta que encerrou a Season 3 no passado. Mas e ae, Patty Hewes? Valeu mesmo a pena?

Claro que a resposta para a pergunta todos nós conseguimos imaginar qual seria, avaliando apenas a série e a trajetória de seus personagens, mas enquanto audiência a pergunta também se aplica para todos nós. Teria o “cancelamento cancelado” de Damages no passado valido mesmo a pena? E a resposta é claro que só poderia ser positiva, embora as duas últimas temporadas frutos desse resgate tenham sido inferiores ao que nós já havíamos nos acostumado. Mesmo assim, mesmo mantendo uma qualidade inferior em suas histórias e até mesmo avaliando a série como um todo, que deu sim uma caída nessas duas últimas temporadas, é impossível não reconhecer que Damages mesmo quando não tão boa, era uma série que merecia ser assistida, tanto pela sua mitologia que sempre foi bem bacana, quanto pela força e atuações excelentes de suas personagens.

Uma pena que em uma cena tão importante como foi essa final, de volta a um cenário que nós já conhecíamos do final da Season 3 (que naquela época já teria sido o series finale antecipado da série), eles tenham tomado tão pouco cuidado com a sua produção, porque foi bem difícil ignorar aquele cormaqui ridículo e brilhante ao fundo, vai? Eu fiquei envergonhado e uma cena como essa, de conclusão e acerto de contas entre as duas, merecia um cuidado bem maior. Custava muito ter feito como antes?

Mas tirando esses detalhes todos e alguns outros, como a participação dos policiais que pareciam não fazer mais nada na vida a não ser receber ordens da Ellen (ainda se fosse da Patty…), foi bem bacana ver a série caminhando para o seu futuro, com a Patty Hewes 2.0, ainda mais fria e poderosa, encontrando uma Ellen mais pé no chão, agora apenas mãe de uma pequena garotinha, onde descobrimos que ela largou a profissão antiga por finalmente ter entendido que apesar de suas “boas intenções”, ela também havia se tornando algo bem próximo daquilo que aparentemente ela odiava = Patty.

Por isso, aquele olhar da Patty Hewes dentro do carro, frio, distante, emocionado e cheio de ódio, tudo isso ao mesmo tempo e em questão de alguns segundos, que foi a cena que encerrou com silêncio, colocando um ponto final de uma vez por todas na série, foi também a forma mais adequada de  terminar algo que um dia foi tão excelente como Damages, que hoje em dia poderia até não ser mais a mesma, mas que mesmo assim continuou sendo uma série bem especial até o fim, principalmente por ela, que emprestou o seu olhar para esse final excelente de algo que nós gostamos tanto. Clap Clap Clap!

Aplaudi de pé o final da série, bem emocionado até. Mas teria levitado se a Patty Hewes 2.0 no futuro usasse um cabelo bicolor (P&B), ou se a Ellen ao invés de uma filha, tivesse andando pelas ruas com um dálmata. (rs)

R.I.P Damages

 

ps: e quem diria que essa imagem aqui, que postamos no começo desse ano teria algo a ver com o series finale, hein?

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A temporada em que True Blood encontrou sua “True Death” (pelo menos para mim)

Agosto 31, 2012

Sim, esse post é uma despedida. Mas diferente do que se espera do assunto, essa não é uma despedida triste, sofrida ou qualquer coisa do tipo. Essa é a minha caminhada voluntária rumo ao sol, minha aceitação de que já vi de tudo o que me interessava dentro da série e que chegou o momento de finalmente aceitar que esse é o fim de True Blood, pelo menos para mim e antes que tudo piore ainda mais. (PUFF = Essy virando glíter neon furta cor e desaparecendo em forma de raio de sabre de luz ao nascer do sol, rs)

Tudo tem um limite e eu acabo de encontrar o meu dentro do universo de True Blood e ele foi exatamente essa Season 5, do começo ao fim, uma temporada que definitivamente encerrou de vez a minha história com a série. Não consigo mais. Sério. Nada me interessa mais na série. NA-DA (…). E tão pouco eu consigo me importar com ela. Ok, mentira, o nível de magia ainda me interessa e muito na série sim e talvez vá sempre interessar (sejamos sinceros, vai? Höy!). Mas nada sobrevive para sempre apenas de uma bela paisagem e é preciso algo mais para continuarmos interessados na história que nos está sendo contada, que é exatamente quando até mesmo a paisagem por si só acaba perdendo totalmente a sua graça e vai ficando batida, cansada e com menos apelo. Sem contar que magia por magia, nós ainda podemos encontrar boa parte daquela “vista mágica” circulando avulsa por aí, então… (rs)

True Blood já foi uma série muito bacana, lá no passado, onde eu mesmo fui um dos seus maiores entusiastas, sempre escrevendo uma coisa aqui ou ali sobre a série (na época, nem a minha own mãe lia minhas reviews, humpf… #MAGOADECABOCLOANTIGO). Mas não é de hoje que ela vem decaindo, apesar dos números da sua atual audiência indicarem totalmente o contrário. Alguns consideram essa queda a partir da Season 3, que eu até gosto e revi recentemente (só não tive coragem de comprar a Season 4 porque vou me sentir na obrigação de ter que ver novamente e ai já viu neam?) portanto, prefiro estender um pouco mais esse prezo de validade que no meu caso, começou a expirar e cheirar como coisa estragada durante a Season 4, que já havia sido bem arrastada, deixando para ficar realmente boa apenas nos cinco minutos finais do seu último episódio, o que eu já naquela época considerei uma grande sacanagem.

Até que chegamos a Season 5, com uma série de promessas em relação a história, inúmeros nomes na lista de bons atores para o cargo dos novos personagens que entrariam para a trama , a aguardada volta de Russell (que estava com um cabeção gigante durante essa nova temporada por conta da sua perda de peso e daquela escova forte com pontas para dentro que eu bem reparei, viu? rs) e a despedida de Alan Ball no comando de True Blood. Cheguei até a considerar que essa tinha tudo para ser uma boa temporada (boa, porque para uma “ótima” eu já andava meio descrente), ainda mais tratando-se de uma despedida do seu “maker”. Mas não foi o que aconteceu…infelizmente.

Primeiro, eu já creditaria todo e qualquer problema dessa temporada pela nova chance de uma única personagem da qual ninguém sentiria falta se sumisse de vez do mapa: Tara. Ah, Tara sua ______________ (preencha o espaço ao lado com o seu xingamento preferido). Alguém me diz o que é que essa mulher ainda está fazendo viva até hoje na série? (Argh!)

Quer dizer, agora ela não está mais viva. BOOM! Mas não do jeito que a gente torcia para que acontecesse, com seus miolos espalhados na cozinha da Sookie e um funeral com direito a lápide em formato de ovo, em homenagem ao seu grande amor do passado, onde estaria escrito “Tara Tonhão, não morre nunca não” (sorry, esse é o máximo de rima que eu consigo fazer hoje, rs). Mas não, Tara ganhou uma sobrevida e agora como vampira, olha só que bacana? ZzZZZ

Reclamou, fez seu mimimi da revolta de sempre, ficou nervosinha rodopiando feito o diabo da Tasmânia (sem contar que ninguém explicou o porque da sua cabeça não ficar com um buraco para sempre, neam? Se a Jessica que era virgem antes da transformação tem o plot do “virgin again”, pq o contrário não aconteceu com a Tara, ou porque que a sua cabeça não ficou em um looping eterno, abrindo e fechando para sempre, já que ela se feriu antes da sua transformação hein? rs) e de quebra, ainda acabou ganhando a Pam para chamar de sua nessa reta final, pode? E logo a Pam, que sempre foi uma das melhores personagens da série? Sacanagem. Ainda mais agora que conhecemos um pouco do passado da personagem, de como ela conheceu o Eric e tudo mais. Realmente, Pam não precisava dessa conquista na sua lista. Mas não precisava mesmo. Aliás, ninguém precisava, nem o Ovo. (e o que foi aquela performance de pedreira da Tara na pole dance? EW!)

E essa visita ao passado da Pam foi uma das poucas coisas boas dessa temporada sofrida e aleatória de True Blood, onde é sempre bom descobrir um pouco mais dos personagens que ainda nos interessam por algum motivo, seja ele qual for. Mas para variar, eles preferiram seguir caminhos duvidosos e durante essa Season 5, a dupla Eric e Pam (que é sempre ótima e que ainda consegue nos emocionar sempre que necessário) acabou sendo novamente separada, dessa vez por um tempo ainda maior devido ao grande plot da temporada, que só de lembrar chega a me dar um sono quase incontrolável, que eu prefiro evitar ou não consigo terminar essa review. (bocejos)

Dessa vez eles resolveram falar de religião e dos perigos do fanatismo religioso, que foi o grande plot da temporada, colocando em questão duas vertentes do próprio Team Fangs: uma que defendia a política da boa vizinhança entre vampiros e humanos e a outra mais “antigo testamento” (rs) essa, completamente intolerante em relação a diversidade de especies, se é que assim podemos dizer. Mas tudo muito chato, tanto no plot da turma que só dizia “sanguinistas”, palavra cafonérrima que eles faziam questão de repetir pelo menos umas 10 vezes no começo da temporada, só para tentar gravar em nossas cabeças uma coisa que não tinha a menor força (ou importância) para ser gravada naturalmente, quanto no plot da tal Lilith, a garota do Fantástico só que naqueles dias, com patrocínio exclusivo dos tapetes Tabacow (EW EW EW!), que não merecem comentários com muitos detalhes, porque foram plots totalmente meio assim. Sabe quando um assunto não interessa ou pelo menos não consegue te prender à proposta de história de uma temporada? Então…

E é  bem difícil continuar assistindo uma série onde vc não consegue se importar com suas novas propostas, que tirando a mitologia dos próprios vampiros e a Fellowship of the Sun do passado, foram todas extremamente chatas e exageradérrimas para falar bem a verdade, ou pelo menos “decepcionantes”, além de aos poucos a gente ir perdendo todo e qualquer interesse nos personagens que chegamos a gostar um dia, que foram perdendo cada vez mais o seu próprio espaço. E foi exatamente isso que acabou acontecendo durante essa temporada em True Blood, onde o que tinha alguma importância ou relevância, acabou perdendo espaço para histórias novas pouco ou nada interessantes, além de uma série de personagens novos que poderiam ser definidos como “gente certa para encontrar a morte” até o final da temporada. E confirmou, boa parte deles todos morreram. R.I.P. Tanto que boa parte dessas novas histórias foram resolvidas por volta do episódio 9, faltando três inéditos ainda para encerrar a temporada. E se tudo já estava praticamente resolvido, sobrava o que mesmo para eles explorarem nessa reta final? Pouca coisa…

Apesar de me interessar muito mais pela história dos vampiros do que qualquer outro plot sobrenatural da trama (que a essa altura está praticamente descontrolada) eu até acho OK que existam outras criaturas dentro da mitologia da série, que até poderiam contribuir para alguma coisa no final das contas, mas que para isso precisavam ter no mínimo uma boa história para ser contada. E isso também não é exatamente o que tem acontecido em True Blood desde muito tempo com todos esses personagens…

Os lobos por exemplo, serviram para que mesmo durante essa temporada (só essa?)? Apenas para servir de Pet Shop para os caprichos do Russell e nada mais. Ah sim, tem sempre aquela cena especial do Alcide, que nessa temporada esteve exibindo um pouco mais de seus músculos incluindo closes de seu derrièrre, pagando bundinha e rosnando como se não houvesse amanhã. Mas tirando a magia, qual a sua função dentro da série mesmo? (R: ser manipulado lindamente pelo Eric, claro!)

Além dos vampiros e toda a sua hierarquia, já tivemos shapeshifters (nunca gostei do Sam, só para constar e preferia o seu irmão mau caráter…), o Boi-Bumbá (Maryann nunca me enganou), pai panteras (pior elenco já escalado para a série EVA), fadas safadas (pior cenário já construído na série EVA), bruxas (preguiça define), demônios mexicanos (que nos trouxe Jesus, OK, mas levou a dignidade do Lafayette para bem longe), fantasmas (agora com participação da mammis e do papa Stackhouse. ZzZZZ) e de quase tudo já havia aparecido em True Blood, mas ainda faltava uma coisa. E o que seria ela? O monstro de fumaça, claro. Vindo diretamente da promoção da ABC, que não deveria saber mais o que fazer com o efeito e repassou para a HBO naquele precinho camarada de emissoras amigas. Sério. E o Noel (sorry Scott Foley, mas vc é e sempre será o Noel pra mim – ♥) envolvido nessa trama boba com o Terry Bellefleur (Florisbella, aqui no Brasil, rs), perdendo a chance de ser aproveitado em cenas de muito mais ação com um, dois, ou trezentos e vinte cinco vampiros sugando todo o seu corpo nu de ex veterano da faculdade de design em NY. Outra sacanagem… (talvez tenha sido a minha maior frustração durante toda essa temporada. Humpf!)

Tirando tudo isso que nunca foi muito relevante mesmo e a gente sabe, ainda sobraram as histórias dos personagens principais da história, que assim como toda essa temporada, não poderiam ser mais preguiçosas.

Sookie acabou descobrindo um pouco mais do seu passado, onde ela finalmente descobriu a verdade sobre a morte dos seus pais, ou pelo menos parte dela. Um plot que só nos trouxe um nome (Warlow) e nada mais e que por incrível que pareça, foi totalmente ignorado nessa reta final e só apareceu como lembrança para quem assistiu ao bônus do último episódio, com a cena do Jason cercado de vampiras no elevador. Sookie ainda descobriu que o seu “dom” (de ser chata) pode acabar e tentou se livrar dele a todo custo cuspindo raios como se não houvesse amanhã em Bon Temps. Boring. Nessa ela ainda visitou o refúgio das fadas, que era como uma espécie de “Mouling Rouge” em uma versão mais pobrinha & humilde, onde ela ficou de frente com o “oráculo”, que se dizia a mais importante de todas as fadas, mas que morreu em segundos ao encontrar com o Russell, que por sua vez também morreu logo em seguida, deixando o reverendo Newlin, a melhor aquisição de todos os tempos em True Blood (ainda mais agora que ele é um vampiro gay e tem uma crush impagável pelo Jason), viúvo precocemente chorando lágrimas de sangue ao som de “Teenage Dreams”.

Jason continuou sendo o alívio cômico da série e apesar de ser dele (e da Pam) as lines mais divertidas hoje em True Blood (gosto das do Eric também, mas aí é um outro tipo de humor), já estamos meio que cansados dessa sua aura estúpida, apesar da america garantir o seu direito de ser estúpido o quanto vc quiser. Mas convenhamos que ter esse nível de estupidez com aquele silhueta toda ajuda, vai? Höy!

Eric, o motivo sueco que ainda nos prendia em frente a TV durante os mais de 50 minutos de cada episódio da série, foi o único personagem que permaneceu “intacto” diante de tudo o que ele já foi um dia na série. Northman é um dos poucos que continua o mesmo de sempre (apesar da sua fase Dummy Eric da temporada anterior) e dessa vez ainda ganhou uma relevância como herói da temporada (se bem que eu odiei a desconfiança dele para cima da Pam no começo dessa Season 5, uma desconfiança completamente infundada…), sendo ele quem parecia ser o único capaz de enxergar a realidade escondida em toda a bizarrice que estava acontecendo na série naquele momento, deixando para o Bill o posto de vilão megabitch coberto de sangue de Lilith da vez.

Sim, perdemos o Bill e agora não tem mais volta. Já era. WOO! Não, ele não morreu. Fuén. Infelizmente, não, mas quase isso. Primeiro ele virou uma poça de sangue gosmento ressurgiu da sua menarca e agora tem presas enormes, apesar de não nos ter revelado o que a gente mais queria conferir (Lilith mostrava o tapetão a todo momento, mas o Bill fez miguelinha de peru. Inaceitável!) se também acompanhava o tamanho de seus novos brinquedinhos (rs). Um personagem que já havia perdido totalmente o seu espaço para o nível de magia do Eric desde que ele apareceu pela primeira vez sentado no seu trono dentro do Fangtasia (morro de saudades do Eric lá, para falar bem a verdade), além do xerife da região sempre ter sido muito mais cool do que o ex vampiro boa praça que nem era tão boa praça assim. Bill agora é do lado negro da força, ou melhor, do lado vermelho da força , se rendendo aos poderes de Lilith (sério, ZzZZZ), virando um fanático religioso e nesse momento eu nem imagino uma ligação qualquer que ele ainda possa ter com a Sookie, que sequer chegou a sofrer muito pela ausência do ex na sua vidinha pacata durante toda essa temporada. (Sookie certamente foi poupada por conta da gravidez da Anna Paquin, algo que deve ter inclusive acelerado as gravações dessa temporada)

Isso para dizer o mínimo de coisas bisonhas que aconteceram durante toda essa temporada. E é claro que alguém vai me dizer “Mas Essy, não é de hoje que True Blood vem sendo levada dessa forma, neam?” e eu respondo, que realmente, não é de hoje que a gente vem aguentando tudo isso em troca de pouca coisa realmente interessante. Mas antes a série ainda tinha um texto super bacana e apesar de muitas das propostas deles também terem terminado de uma forma não muito bacana, antes eu não cheguei a sofrer tanto para acompanhar a série como aconteceu durante toda essa temporada (e isso já havia começado na Season 4). Chegamos a um ponto onde nada mais me importa em Bon Temps e True Blood se encontra cínica demais, onde até mesmo os próprios personagens que um dia foram tão bacanas, agora se encontram totalmente rendidos as bizarrices que acontecem naquele lugar o tempo todo. Vide a cena do parto da fada dentro do Merlotte’s, para citar apenas um excelente e claro exemplo do quão baixo e cínico eles conseguiram ficar.

E True Blood não era isso. Ou pelo menos, nunca foi apenas isso. Aí eu vejo a HBO elogiando a audiência da série e declarando estar satisfeita com seus resultados, dizendo que não pensa em um cancelamento tão cedo (nem para GOT) porque aqueles personagens ainda podem render boas histórias, mesmo com a saída do Alan Ball do seu time. Sério, que eles realmente acreditam nisso ou nem assistem a própria série que produzem?

Pra mim, boa parte do que poderia ser interessante em True Blood já foi aproveitado e o que ainda não aconteceu mas poderia acontecer, eu não tenho a menor paciência ou interesse de esperar mais para que aconteça. Cansei. Sinceramente acho que a série se perdeu por completo e hoje eu não vejo mais recuperação para algo que um dia já foi realmente bem bacana. Lembra da Season 1? E a Season 2? Pois é, faz tempo que True Blood não consegue fazer mais nada parecido com o que já vimos no seu passado e por isso fica cada vez mais difícil continuar acompanhando uma série que não consegue mais entregar uma história interessante o suficiente para que a gente continue tendo pelo menos vontade de acompanhá-la. Isso, mesmo com a vantagem dela se passar na Summer Season, onde não temos muitas opções na TV.

Juntando tudo isso e deixando muita coisa ruim de lado que eu nem fiz questão de mencionar por pura preguiça, ignorando até mesmo a Jessica, o Hoyt e o próprio Lafayette, declaro que True Blood realmente encontrou a sua True Death para mim nessa Season 5. Não vejo mais o porque voltar. Não tenho mais vontade, não tenho o interesse e tenho certeza que só sentirei falta da paisagem mágica. Por isso caminho em direção ao sol, abandonando de vez essa minha vida na escuridão de uma série que merecia ter um futuro bem melhor do que o que já é possível ver com clareza que não está sendo bom nem no seu presente.

R.I.P True Blood

ps: prefiro também ficar com a imagem do Eric sendo o meu vampiro preferido EVER, antes que alguém resolva estragá-lo também. Eric Northman = Höy! (e isso para toda a eternidade viking sueca)

ps2: quem continuar tendo paciência de acompanhar a série, pode vir aqui e me atualizar, ok? E se tiver alguma cena animada que eu realmente precise assistir, deixem um recado, rs

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Maio 17, 2012

Detesto notícias tristes de fim de tarde. Humpf!

E o que estaria acontecendo com as nossas divas?

As poucas que sobraram e que ainda não se despediram, apesar de ainda estarem na categoria trainee, se renderam e hoje ocupam cadeiras cativas em realitys cada vez mais preguiçosos…

E vc que acha que o preplum é a última novidade da moda, lá estava ela, Donna Summer, em 1983, com a sua voz maravileeeandra e todo o seu own fundamento provando que hoje em dia vivemos de releituras.

Se hoje a gente vai linda para a buatchy sem medo de ser feliz, é porque lá atrás, alguém abriu as portas, muito provavelmente embalados por hits de uma das maiores divas ever.

Aliás, como eu adoraria ter vivido a era disco… Ai ai

Mas como isso não foi possível, podemos ligar o rádio bem alto hoje e nos despedirmos adequadamente da maravileeeandra Donna Summer, não?

Triste mil…

R.I.P Donna Summer

Maio 4, 2012

Notícia triste mil de final de tarde, humpf!

R.I.P MCA

P*rra HBO!

Dezembro 21, 2011

Que tapa na nossa cara foi esse nessa quarta feira de sol, perto do Natal, hein?

3 cancelamentos de uma só vez? DaF*ck?

HBO, um canal sem coração (fikdik de graça para vcs HBUÓ)

Não acredito até agora que eles tiveram coragem de cancelar How To Make It In America…sério, não acredito.

A série é tão bacana, tão fundamento, tão delicinha, que eu não consigo me conformar. É, não consigo.

Mas com aquele final, com os meninos da Crisp NY finalmente lançando os seus sonhados jeans, a gente já deveria ter suspeitado…

Recomendo muito que quem não viu ainda, veja!

Ou melhor, nem veja, pq se estivessem assistindo, a série não teria sido cancelada e eu não estaria me sentindo viúvo no dia de hoje. Humpf…(sim, eu fico magoado e levo para o lado pessoa…)

Agora é torcer, mesmo sem a menor esperança, para eles lançaram os DVDs da Season 1 e da Season 2 por aqui e a gente poder guardar essa delícia.

R.I.P How To Make It In America

 

ps: estou inconsolável…Me liga Bryan Greenberg? Me liga para a gente curtir essa barra juntos (rs)

Outro cancelamento surpresa da HBO foi Hung. Zzzz

Tá, vou confessar. Eu assisto Hung. E pior, eu não só assisto, como gosto, rs. (AMO  Thomas Jane, mesmo achando que ele tem uma voz pavorosa e tmbm passei a amar a Jane Adams como uma pimp toda apatralhada. Yo!)

Mas também, com aquele final da última temporada com a mulher do Ray descobrindo o que ele fazia para ganhar a vida e com a realização do centro de “terapia”  para mulheres da Tanya, a gente também deveria ter suspeitado que talvez esse fosse o final da série…

E só eu acho que para um final de temporada, eles deveria ter se inspirado naquela cena final de “Boogie Nights”, pra gente ter a chance de gritar “Confirnou” ou não neam? Perderam a chance hein HBUÓ?

E a outro cancelamento que deve estar sendo sentido por muitos é o de Bored To Death, série que eu não assisto (mentira, assisti um pouco da Season 1 sim), mas que estava na minha lista para essas férias.

Essa eu aceito um pouco de culpa por não fazer parte da audiência, ainda mais com esse elenco todo sensacional hein? (shame on you, Essy…)

E tudo isso para salvar “Enlightened”, que ninguém assiste…Hump!

Não acredito que cancelaram Sirens?

Outubro 24, 2011

Is this real life, indeed?

Como tiveram coragem? Cancelar logo umas das séries mais bacanas do verão?

SA-CA-NA-GEM

Por isso eu digo, tomem bastante cuidado com esses amores de verão e principalmente para quem vcs vão acabar entregando esse coração gelado de vcs. Tudo isso para não acabarem curtindo um luto precoce como eu…

Humpf!

R.I.P  Sirens

#INDIGNADO


%d bloggers like this: