Posts Tagged ‘Rachel McAdams’

To The Wonder, o trailer

Dezembro 21, 2012

Drama novo do Terence Malick, que além do Ben Affleck e da Rachel McAdams no elenco, tem também o excelente Javier Bardem (fazendo um padre…) e a Olga Kurylenko.

Dizem que esse é o tipo de filme de “poucas palavras” e o próprio Ben Affleck andou falando recentemente que ele quase não teve falas no longa.

Ansiosos?

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Da série casais que nós amamos: Michael Sheen + Rachel McAdams

Maio 15, 2012

Ainda me pergunto do porque da Rachel McAdams ter feito “The Vow”.

Será que ela também tem alguma memória antiga e sentimental com o Scott Speedman? (que foi o que me levou a assistir o filme e ele só apareceu em 3 cenas em um total de 5 minutos no máximo, o que me levou a ter que aguentar outros 100 e poucos minutos na companhia do talentoso (NOT) Channing Tatum… Humpf!)

Nunca mais deixe alguém fazer isso com vc Rachel McAdams, NUNCA MAIS!

Fevereiro 7, 2012

E o que eu já falei a respeito de nunca, jamais brigar com o seu make up stylist/hair?

Com artista não se brinca, ainda mais numa hora como essas, quando a sua vida depende do talento deles. WOO!

Por isso eu sou sempre foufinho na salón. Sugestão para todas!

E nem parece a mesma Rachel McAdams que apareceu abraçadíssima com o Michael Sheen essa semana.

É, nem parece.

E o gordinho ao fundo, respirando fundo para controlar qualquer movimento involuntário do seu corpo e soltando um “GET A ROOM” imaginário. #TEMCOMONAOAMAR?

Rachel McAdams ensinando a usar saia com fenda sem ficar vulgar

Fevereiro 3, 2012

Eu que não sou declaradamente muito fã de saia com fenda, achei que a Rachel McAdams estava maravileeeandra com essa saia longa de estampa floral na premiere de “Journey 2”.

Reparem que temos transparência, fenda, estampa, tudo no mesmo look e tudo na medida certa. Uma boa sugestão para quem quiser se arriscar e não passar vergonha como algumas passaram ao investir no fundamento no red carpet do SAG 2012 no último finde.

Maravileeeandra!

Rachel McAdams maravileeeandra na premiere de Sherlock Holmes 2

Dezembro 8, 2011

Isso sim é um look digno de muse, fikdik para a Angie do post abaixo. 

Maravileeeandra!

O que fazer a meia-noite em Paris?

Dezembro 6, 2011

Belle Époque, 20’s, ou os dias de hoje? Qual foi a era de ouro em Paris? Preguntinha difícil essa que o senhor Woody Allen nos propõe  em seu filme “Midnight In Paris”, com a sua deliciosa proposta de uma viagem no tempo na Paris antiga, o que só de se propor como tema já me parece covardia.

Confesso que pela importância e pelo romantismo dos anos 20 eu também escolheria essa década como o melhor período a ser ter vivido no passado, ainda mais visto sobre o olhar do cineasta, que empresta dessa vez para Paris, a sua visão já tão característica sobre o cotidiano das cidades, e a deixa ainda mais convidativa, com ou sem chuva. (rs)

O filme já não é nenhum lançamento, mas acabei assistindo no finde e fiquei enlouquecido com a beleza “simples” que o diretor consegue arrancar de qualquer lugar. Tudo bem que nesse caso, não estamos falando de uma cidade qualquer e tão pouco de nenhum patinho feio do mundo, além do que, Paris por toda  sua história e perfume já tem o seu próprio charme e todo mundo sabe disso. Mas pensando em um diretor que sempre escreveu muito bem para a cidade de NY, trabalhando dessa vez com Paris, ele conseguiu impor o seu estilo, mantendo as mesmas características dos seus inúmeros longas anteriores que tiveram Manhattan com plano de fundo para suas histórias. Isso considerando os seus trabalhos mais antigos, antes da sua mudança para locações na Europa em seus filmes mais recentes.

O que me fez ficar ainda mais esperançoso que um dia de fato ele venha filmar por aqui, no Rio, e consiga mudar a visão que o mundo tem daquela cidade. Agora, se nessa viagem ele acabasse escolhendo São Paulo, lá vou eu para as locações de gravação para tentar uma pontinha como extra, é claro. Imagina se eu que nem ator sou (embora tenha feito teatro quando criança, e isso é sempre bom de se mencionar, embora seja totalmente irrelevante, rs) aparecendo ao fundo de uma cena qualquer de um filme do Woody Fucking Allen? iDie!

(pausa dramática pós surto da minha imaginação figurando em um filme do diretor)

Anyway…

Em “Midnight In Paris” temos o casal Gil (Owen Wilson) & Inez (Rachel McAdams, mais linda do que nunca!) que estão prestes a se casar e que antes disso decidem fazer uma viagem até Paris. Mas desde o começo do filme fica bem claro que eles não foram feitos um para o outro e em nada se parecem, na-da. Ele tem o seu lado mais aventureiro, do tipo de pessoa que gosta de explorar o desconhecido, do tipo sonhador, e ela parece estar bem mais preocupada com coisas mais fúteis e assim preencher o formulário padrão do que muitas pessoas acabam comprando como modelo de felicidade, com o seu casamento perfeito e a sua casa perfeita em Beverly Hills. Aquela preguiça de sempre que estamos acostumados…

Mas toda a trama do filme é muito maior do que uma simples discussão de uma relação que obviamente não terá um futuro feliz, nem insistindo muito. Ela na verdade esconde deliciosas viagens no tempo, que são feitas de forma divertidíssima e sem a menor necessidade de uma explicação lógica para tal. Woody Allen se arriscando na temática Sci-Fi, que todo mundo que se arrisca dentro do tema acaba se complicando e que nesse caso o cineasta facilita como ninguém brincando com a fantasia.

Isso porque Gil tem uma verdadeira paixão por aquele lugar e insiste em dizer que o seu sonho seria ter vivido na Paris dos anos 20, o que ele considera ter sido a era de ouro da cidade. Como ele  acaba sempre sendo abandonado pela futura esposa nessas férias do casal (porque ela parece estar muito mais interessada na companhia de  um certo amigo do qual ela já teve uma certa queda no passado), ele acaba vagando pela cidade sozinho a noite, em busca de inspiração para escrever o seu livro, algo que ele encara com um hobbie por enquanto, mas que no fundo ele reprime esse desejo de se tornar um escritor com a sua profissão atual que é a de roteirista bem sucedido em Hollywood. Afinal, porque largar uma carreira que esta dando certo para ir atrás dos seus sonhos?

E com essas caminhadas a meia-noite em Paris começam as suas viagens no tempo, onde ele acaba caindo direto nos anos 20 e com isso, vamos ganhamos todo o charme de uma época que não podemos viver, com o olhar do Woody Allen, um detalhe que já garante a qualidade dessa visão.

Figurinos deliciosos de época, pouco óbvios até, focados mais nas cores da época e no shape, pouco exagerado ou caricata e de muito bom gosto. O que ganha um peso maior ainda com os cabelos e makes de época, esses sim que juntamente com o figurino, completam a caracterização do filme e nos fazem acreditar que estamos de fato nos anos 20 e não em uma festa temática, como acaba acontecendo em muitos filmes que exageram nessa caracterização.

E o personagem não só caminha pelos anos 20 da Paris antiga, como acaba cruzando com grandes nomes de todas as áreas. Nessa divertida passagem pelo década, ele acaba ficando amigo de alguns dos seus ídolos, como Hemingway (Corey Stoll), do  casal Fitzgerald (Tom Hiddleston, Alisson Pill), e também tem passagens e encontros divertidíssimos com Picasso e Salvador Dalí (Adrien Brody).

Uma viagem no tempo com um banho de cultura, onde eu tenho a impressão que o diretor tenha escolhido os seus personagens preferidos da história para brincar em um de seus filmes, algo quem vem certamente de alguém que ama a cultura.

Uma série de outros nomes importantes da época aparecem no filme, como Cole Porter, Matisse, Gauguin, Degas ou a Gertrude Stein, mas não se intimide se vc não reconhecer alguns deles e recorra a o Google, porque vale a pena. Nessa hora devo dizer que eu fiquei agradecido por ter tido ótimos professores de História da Arte e História Geral ou Contemporânea, dos quais eu lembrei muito em diversos momentos no filme. Obrigado!

Aliás, do Picasso ele até ousa roubar a amante, Adriana, vivida lindamente pela atriz Marion Cotillard, que já tem aquele rosto de época  e que esta particularmente ainda mais maravileeeandra nesse longa.

E esse primeiro encontro entre Gil, Picasso e sua amante Adriana, acaba rendendo uma das melhores cenas cômicas do filme, com a vingança de Gil para cima do Paul (o tal amigo pseudo-intelectual do casal por quem a sua mulher tem algum interesse), que é aquele tipo de expert em arte que pensa que sabe tudo e isso de uma forma bem arrogante e que com certeza vc vai conseguir relacioná-lo com alguém que vc tenha conhecido ao longo da vida. Eu poderia citar nesse momento pelo menos uns 12 nomes, fácil…

E com a companhia de Adriana, ele começa a perceber que a sua relação no seu tempo, em 2010 com a sua futura esposa, não esta das melhores e a partir disso o personagem começa a repensar os rumos de sua vida para o futuro.

É claro que no filme não poderiam faltar aquelas cenas que o Woody (íntimo de Oliveira) sabe fazer como ninguém, como divertidas discussões com vários personagens em cena, com aquele humor tão caracteristicos dos seus filmes e que nós a essa altura já conhecemos tão bem.

Confesso que o nome do Owen Wilson sempre pesa pra mim, e talvez o seu passado com comédias tolas e o seu corte de cabelo de sempre, tenha me deixado com o pé atrás a seu respeito. Mas nada que uma boa direção não resolva e nesse caso, arrisco até a dizer que ele me pareceu ser a escolha certa para o papel do típico americano desconfortável, meio bobalhão até, sonhador, que se vê caminhando em direção a uma vida sufocante da qual talvez ele nunca tenha se imaginado pertencer.

Uma outra discussão que o filme propõe é a questão da nostalgia, que cedo ou tarde todo mundo acaba sentindo. Em um certo momento, o personagem rival de Gil no longa, Paul (Michael Sheen), chega a sugerir que sentir nostalgia é negar o presente, o que na hora que ele disse eu já queria debater por não concordar com essa teoria. Mais tarde no filme, novamente essa discussão volta a tona, com o Gil e Adriana viajando no tempo até a Belle Époque,  que é a era de ouro na visão da personagem de Marion Cotillard.

O que nos leva a discussão que é sempre saudoso um tempo que nós não podemos recuperar, porque o presente, por mais direito e feliz que ele possa estar naquele exato momento da sua vida, ele é baseado na realidade, no agora, e isso por si só já parece bem tedioso. Imaginar o futuro também, muitas vezes, chega a ser até assustador. Eu por exemplo sempre me recuso a responder aquela pergunta “onde vc se vê daqui 10 anos”, isso para evitar qualquer frustração futura. Agora, do passado, a gente lembra com saudades, por ter vivido ou não aqueles momentos, e isso é bem diferente de negar o presente, é apenas saudade, algo muito mais simples para os saudosistas de nível controlado.

Outro fato é que toda geração se sente preguiçosa e essa não é só uma percepção que nós temos do tempo de agora, o que pra mim particularmente funcionou como um alívio quando no filme os personagens da Belle Époque já se queixavam da falta criatividade da geração daquela época. Imaginem como eles não se sentiriam agora, com essa crise de identidade do século XXI? O século das releituras…(em algumas áreas)

Um grande filme, não é a toa que tenha sido a maior bilheteria do diretor, e que ainda tem participações da Carla Bruni e da Kathy Bates no elenco. (Bruni maravileeeandra como guia de museu que entra em conflito com o Paul, o personagem “pedante” da história)

A ideia principal do longa talvez seja mesmo essa de mergulhar nos seus sonhos, mesmo que eles pareçam tão distantes e irreais e por mais que o presente pareça chato e monótono, porém aparentemente confortável, é o que temos para hoje e só nos resta valorizar esses momentos do agora, reinventando o presente  e tentando deixá-lo até mais interessante, porque não? E assim garantirmos boas recordações para se lembrar com saudades no futuro, quando isso tudo que esta acontecendo aqui e agora, não passar de simples lembranças.

E quem sabe de quebra a gente não consiga garantir também alguém que não se importe de  andar na chuva em Paris ao nosso lado?

Um filme de Woody Allen, que só pela assinatura já merece até um altar especial no meio da  sua coleção.

Quem teria alguma dúvida?

Junho 7, 2011

Me fala, quem teria alguma dúvida entre o Channing Tatum (que ainda vem com esse nome pavoroso) e o Scott Fucking Speedman? (que foi praticamente ignorado do trailer, humpf!)

Detalhe que mesmo aparecendo durante 2 segundos no trailer e ainda levando uns sopapos do grandão ae, me parece que ele esta com um ar de vilão magia hein? Höy!

Ok, agora que eu assisti “The Notebook” eu gosto ainda mais do Ryan Gosling

Junho 5, 2011

Por recomendações de alguns dos leitores do Guilt e + alguns dos meus amigos que sempre me diziam “vc tem que ver!”, acabei comparando o DVD de “The Notebook”. O filme já é antigo, do ano de 2004 e tem direção do Nick Cassavetes, para minha surpresa, pq ele não tem muito um perfil de diretor de romance, mas como ele mesmo disse nos extras, pode até não ter acontecido com ele, mas mesmo assim ele ainda acredita em histórias de amor (cute).

A princípio comecei a achar tudo normal demais, até mesmo previsível, mas todo esse gelo no meu coração só durou até a metade do filme. Depois disso, comprei a história (que meio que eu matei no começo…), me rendi e fiquei ainda mais apaixonado pelo Ryan Gosling. Que ótimo ator, não?

Tudo bem que em “Blue Valentine”, filme que me levou a conhecê-lo, ele acaba meio que interpretando quase que o mesmo personagem, porém mais amadurecido. Mas com toda aquela magia, quem se importa? Ryan tem aquela magia sombria e foufa ao mesmo tempo, que vai do engraçado ao perturbado em segundos, algo que eu considero encantador. Um feitiço infalível eu diria. Höy!

A Rachel McAdams eu achei meio “exagerada” no começo do filme, mas depois eu entendi que talvez todo aquele exagero fosse proposital, para mostrar o seu amadurecimento ao longo da história. E os figurinos dela dos 40’s são sensacionais, assim como os cabelos da época que todas invejam, rs.

E o filme é isso mesmo, uma história de amor simples, comovente, o tipo que certamente vai te fazer chorar. Confesso que romances não são o meu tipo de filme preferido, mas se for para escolher prefiro os romances antigos, clássicos, que tinham histórias mais simples, quase que inocentes, algo que eles aproveitaram e muito bem para “The Notebook”, deixando a história ainda mais encantadora e com essa cara de filme antigo.

A fotografia é maravileeeandra, porém simples, com as paisagens do verão no sul da america antiga. E aquela cena no lago, com todos aqueles patos é de uma beleza sem tamanho. Tudo bem que me colocando naquela posição, ali sentadeeenho naquele barquinho e cercado de patos eu não ficaria muito confortável (não ficaria nada confortável, confesso…), mas daqui do meu sofá, tudo pareceu perfeito.

E que casa é aquela? Aliás, como as pessoas antigas eram bem mais habilidosas, hein? Hoje em dia vc contrata uma construtora, que resolve o seu problema em menos de 6 meses  (pagando bem, $$$Catching!), mas na hora que acontece um problema no chuveiro, ou qualquer drama simples com o encanamento ou a rede elétrica, não existe boy magia, nerd, ou mente brilhante no mundo que resolva essa equação. Comofaz?

Acho bom as escolas voltarem com o curso de econômia doméstica e “marcenaria”, fikdik, rs

Agora o que me deixou ainda mais fã do filme foram os extras do DVD, que tem pencas de coisas legais. E sim, eu assisto todos os extras dos DVDs, to-dos. E fico bem revoltado quando algum filme vem sem extras. E outra coisa que me revolta são menus estáticos, como eu já disse para vcs.

Mas voltando a falar dos extras do longa, acabei descobrindo que a atriz Gena Rowlands é a mãe do Nick Cassavetes, o que eu achei de uma foufurice sem tamanho. Também gostei do respeito que o diretor tem com seus atores e da justificativa dele pela escolha do Ryan para o papel de protagonista. E quem disse que o sombrio não pode ser encantador? rs

E eu que estava achando que já tinha descoberto o final, fiquei bem surpreso com o “autor” do livro. Foufo mil! Agora, precisava ser tão triste?

E a minha mãe que vive reclamando que não se fazem mais filmes românticos, dizendo sempre que nunca mais passou um bom filme de amor na tv, eu acho que resolvi o seu problema e encontrei o filme perfeito para vc. Eu recomendo mommy. (e já passei para ela assistir e é claro que ela AMOU em caixa alta)

Noah ♥ Allie

Elementar, meu caro Watson! A história de amor de Sherlock Holmes e Dr. Watson contada por Guy Ritchie

Janeiro 30, 2010

Uma história de amor diferente e muito divertida. Esse é o tom que Guy Ritchie conseguiu dar ao seu mais novo e maravilhoso trabalho, contando a história de um dos personagens mais conhecidos e adorados da história, o Sherlock Holmes.

O filme mostra de forma bem digna uma Londres antiga, em meio a revolução industrial e construção da cidade que hj conhecemos. Uma direção de arte muito incrível por sinal, bem fiel e com cenários bem absurdos, retratando a cara da cidade naquela época. Vale a pena prestar atenção nos detalhes (blame DDA) pq são bem ricohs! 

A direção que ficou por conta do Guy Ritchie, deu uma cara mais nova e rítimo acelerado para a aventura do carismático detetive. As cenas de lutas são incíveis, com efeitos báfus e um tanto quanto simples, que resultam em uma delicadeza em meio a toda aquela violência, gratuíta nesse caso. (Gostaria de um dia entender a relação homem vs lutas, mas acho que é demais para eu entender, ainda mais com os meus músculos de gafanhoto, rs) 

Gosto muito das voltas no tempo para explicar o que já aconteceu, ou a narrativa que prevê o que esta para acontecer. Achei bem moderno, bem digno! É claro que o filme tem algumas referências aos trabalhos anteirores do diretor e suas raízes como pessoa tmbm, de forma sutíl ou explícita ele brinca com o seu próprio universo. Excelente trabalho de direção Guy, moderno, rápido, com cara de atual. Clap Clap Clap!

O figurino é algo de excelente no filme. De época é claro, com muitos tecidos pesados de inverno, muitos chapéus e xadrezes por todos os lados. Tudo bem ajustado ao corpo, seco, alfaiataria bem boa sabe? As mulheres são nobres (e quase não aparecem no filme, fato), muitas camadas de tecidos e ombros marcados. Maravileeendros! Achei a cena em que Sherlock esta seguindo Irene pelos pátios e ruas da Londres antiga, enquanto ele caminha em meio a um “Circus” de época, muito incrível e linda de se ver.

Mas é mesmo um filme “masculino” eu diria, onde as mulheres fazem apenas figuração. Sem apelos eróticos, o que eu achei bem digno. Rachel McAdams até tentou, mas não conseguiu chegar nem perto das atuações de Jude Law e Robert Downey Jr (sem chochos, pq a sua Irene é boa tmbm, mas a concorrência estava meio báfu mesmo), esse segundo em uma de suas melhores performances no cinema. Os vilões tmbm são ok, mas não chegam a marcar a sua presença no filme, que definitivamente é do Downey Jr.

Jude emprestou o seu carisma e e foufura para o irritado e responsável Dr Watson. Enquanto Robert Downey Jr se deu por inteiro ao papel e roubou a cena, criando um  perfil irreverente, meio maluco e lutador de artes marciais para a sua versão de Sherlock Holmes. E eu achei muito bom, muito mesmo! Clap Clap Clap!

Mas o que eu achei mais digno no filme foi que eles não fugiram da lenda de que Sherlock Holmes e Dr Watson sempre foram apaixonados um pelo outro. E isso esta presente no filme o tempo todo, as vzs de forma sutil (que eu acho que é quando entrega mais) e as vzs bem na cara mesmo, com discussões e brigueeenhas típicas de casais apaixonados. Divertidíssima a discussão pelo colete, ou quando Watson começa a contar o quando é insuportável conviver com as manias exóticas de Holmes, euri. E quando ele (Watson) quer apresentar a Mary , sua futura espora para Sherlock hein? Euri de novo. E achei esse Holmes um sabotador daqueles que não se decide, mas que tmbm não aceita perder sabe? Já o Watson, é a mulher da relação, quer discutir, fica nervoseeenho com a atititude do amado. Um báfu, bem wannabee, rs!

Pode até ser que a relação de amor entre os dois seja algo como uma relação entre irmãos, que tendem a cuidar um do outro o tempo todo e a se preocupar tmbm. Não sei, fica no ar o  tempo todo que essa relação é meio assim…duvidosa. Quem sabe com o gancho aberto no final do filme para uma possível sequência (ou sequências eu diria) não teremos a conclusão do que significa essa história de amor entre os dois neam?

Valeu a pipoca boa, a barra de chocolate e o refrigerante de 700ml, rs

ps: mais uma coisa é fato, esse tom “gay” do filme só pode ter vindo da relação Guy & Madonna, tenho certeza disso. Sem tirar o mérito do brilhantismo de sua direção, viu Guy? Isso foi apenas um comment…

Rachel MaAdams tmbm ahazou hein?

Janeiro 13, 2010

Tmbm estava maravileeeandra na pré estréia de Sherlock Holmes! Höy!


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