Posts Tagged ‘Raising Hope’

Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

coachella

Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

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… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

Lupita Paul

… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

nicki-mina

De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

prince-harry-

Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

alexander-skarsgard

O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

ben

Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

batmao

… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

tom-hardy

Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

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Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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O adorável descontrole da Season 3 de Raising Hope

Abril 19, 2013

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Raising Hope continua sendo aquela série deliciosa, com gosto assumidamente de junk food, do tipo que todo mundo deveria assistir (embora sua audiência nunca tenha sido lá essas coisas). Costumo até dizer que assistir Raising Hope é o meu freella como babysitter preferido da semana.

Desde a sua estréia, já passamos por três igualmente deliciosas temporadas. A primeira delas, onde fomos apresentados a família Chance e passamos a observar o Jimmy (Lucas Neff) ainda em fase de adaptação em relação a nova tarefa mais importante da sua vida, a de criar sozinho um adorável garotinha chamada Hope (Baylie e Rylie Cregut) e isso é claro que com a supervisão sempre imprescindível de seus pais, Burt (Garret Dillahunt) e Virginia (Martha Plimpton), que passaram por algo semelhante no passado com o próprio Jimmy e não poderiam ser auxiliares melhores para essa difícil tarefa. E tudo isso também na companhia da indispensável Maw Maw (Cloris Leachman) completando o retrato anual da família, com direito ao Jimmy com meia sobrancelha e Burt e Virginia vestidos com roupa de domingo. (acho sensacional que o Burt desde sempre só tenha aquela mesma roupa mais formal para essa tipo de ocasião, rs)

Depois disso, com o Jimmy já acostumado com a tarefa de ser pai da foufíssima Hope (e como desde muito pequenas essas gêmeas sempre foram excelentes, não?), conhecemos um pouco mais sobre a família Chance e descobrimos que eles eram bem piores do que a gente imaginava. Eles que desde sempre foram meio duros de grana (meio?), um tanto quanto trambiqueiros, é verdade (mas de um jeito digamos que “do bem”), mas que também sempre foram cheios de imaginação e jogo de cintura para enfrentar as dificuldades todas que enfrentavam e sempre tiveram pouco ou quase nenhum julgamento moral em relação a suas atitudes e assim permaneceram até hoje, encarando tudo com muito bom humor. Mas durante a Season 2, que embora tenha sido tão deliciosa quanto a primeira, a temporada acabou sendo ameaçada pelo fantasma do cancelamento, que rondou aquela casa no subúrbio recheada por um bom tempo. Por isso ficamos com a sensação de que as coisas precisaram ser apressadas e resolvidas rapidamente. Jimmy precisou revelar de uma vez por todas o seu amor por Sabrina (Shannon Woodward), a caixa do mercado onde ele também trabalha (em um dos melhores e mais foufos episódios da série) e assim ter a chance de passar mais tempo ao lado daquela que ele amava (um amor que inclusive descobrimos ser antigo por parte dela). Assim, meio que às pressas, eles tentaram nos dar um final para aquela que parecia ser a despedida da série, que se de fato tivesse sido confirmada naquela época, com certeza teria acontecido cedo demais.

Até que recebemos a notícia da sua renovação para uma Season 3, algo que nos pegou totalmente surpresos por ganharmos uma pouco mais de tempo acompanhando a vida desses personagens que em pouco tempo conseguiram nos deixar totalmente apaixonados. Depois disso ganhamos a informação de que essa nova temporada teria 2 episódios a mais, algo que deixava ainda mais próxima a ideia de que talvez estivéssemos realmente perto do fim da série. Humpf! Mas tudo bem, a essa altura não dava nem para reclamar, porque pelo menos havíamos ganhado mais tempo para nos despedirmos adequadamente daqueles personagens adoráveis. Sem contar que o seu canal passou a exibir dois episódios da série por noite (algo que recentemente tem acontecido com certa frequência com diversas séries: 30 Rock, Parks And Recriation, The Oficce, Happy Endings – essa última inclusive com o agravante de ter sido empurrada para o limbo das sextas, #CREDINCRUZ), algo que acabou nos deixando totalmente sem a menor esperança quanto a uma possível renovação para uma quarta temporada.

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A essa altura, embora a preocupação de um cancelamento injusto ainda nos rondasse e isso inevitavelmente nos deixasse com aquele sentimento de tristeza por ver mais uma das melhores comédias do momento acabar injustamente e prematuramente, embora todo esse sentimento, a sensação era a de dever cumprido, a de que a essa altura pouco eles tinham o que fazer que já não tivessem feito antes para amarrar melhor essa história e nos entregar um series finale bacana, digno da série que sempre foi tão boa e bem pouco reconhecida (vejo New Girl, The Big Bang Theory e algumas outras figurando nas listas de indicações de comédia em qualquer prêmio por aí e sinto até o vulcão do ódio e da discórdia entrando em erupção dentro de mim, toda vez). Ou seja, daqui para frente, o que viesse definitivamente seria lucro em Raising Hope.

E foi nessa hora que parece que eles resolveram enlouquecer completamente e não se importar com mais nada, nos entregando uma série de episódios deliciosos e sensacionais, do começo ao fim. Mas do tipo sensacionais mesmo, sem exageros. Parecia até que eles estavam cientes que a morte da série se aproximava e como já estavam completamente desenganados, resolveram aproveitar mais o atual momento e experimentar de tudo um pouco.

Começamos a temporada achando que estávamos correndo o risco de perder a guarda da Hope, algo que não conseguimos aceitar nem como brincadeira, mas que mais tarde descobrimos que na verdade, quem estava correndo esse risco era a Maw Maw e quando de fato ela foi levada para uma casa de repouso, o Chances praticamente enlouqueceram bolando um plano com direito até a referências de “Cocoon” para salvar aquela que eles pensavam ser o membro mais velho da família.

Falando em referência, se tem uma série que consegue fazer uma referência e usá-la de forma inimaginável, essa série é Raising Hope, que nessa temporada trouxe ninguém menos do que o Christopher Lloyd e o seu DeLorean para reviver bons momentos dentro da série. OK, um minuto e 1/2 de silêncio como sinal de respeito pela referência. Ele que na série acabou interpretando um personagem diferente do seu antigo Dr Emmett Brown, mas que mesmo assim teve a chance de reviver uma cena icônica com o carro mais invejável da história nerd recente. (Sério, eu tenho um DeLorean “Back To The Future” versão Hot Wheels e me lembro até hoje da emoção/realização pessoal quando o encontrei na loja de brinquedo um dia desses, rs)

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E essa também foi uma temporada para nos aprofundarmos um pouco mais no personagem da Sabrina, que com o pedido de casamento do Jimmy (feito com a Hope vestida de cupido. #TEMCOMONAOAMAR?), estava mais próxima do que nunca de entrar de uma vez por todas na família Chance. Durante essa Season 3, conhecemos a sua mãe, interpretada pela atriz Melanie Griffith (praticamente interpretando ela mesmo) e descobrimos um pouco mais da sua mitologia familiar, com a descoberta inclusive de que a sua avó havia deixado a casa da família em seu nome, onde ela passaria a viver com o Jimmy depois do casamento.

Sim, finalmente tivemos o casamento do Jimmy e da Sabrina, que aconteceu em um episódio duplo, com o primeiro deles no melhor estilo “The Hangover” onde descobrimos que o Jimmy na verdade havia se casado com seu amigo e colega de trabalho, Frank, que se recusava assinar o divórcio apenas para não perder o amigo, que apesar de desejar o tal divórcio, estava se sentindo confortável demais dentro da sua nova relação. E o segundo com a cerimônia em si, que contou mais uma vez com a participação da mãe serial killer da Hope, que aparentemente nunca morre, mais ou menos como o Kenny em South Park.

Em meio a isso tudo, uma desculpa que se tornou cada vez mais recorrente dentro da série foi a de que quase tudo atualmente na vida do Jimmy era fruto de uma mentira que o Burt e a Virginia acabaram contando no passado, convencendo o pequeno Jimmy dos mais absurdos possíveis. Dentro desse plot, conhecemos o quase irmão do Jimmy (viram como não sou o único com “quase irmãos”? rs) e sua família aparentemente perfeita, mas que no final das contas se revelaram os maiores racistas da história, além das mentiras entre o próprio casal (que descobrimos inclusive ter um sex tape), como naquele episódio onde o Jimmy e a Sabrina precisavam descobrir como usar a voz de autoridade com a Hope e que na verdade descobrimos ser um problema de família, com a revelação do Burt sofrendo na mão do incontrolável pequeno Jimmy no passado. (ouvindo o S.A. Cast dos Seriadores um dia desses – que eu sempre ouço e recomendo para todos -, descobri que o menino que faz o pequeno Jimmy e que é sensacional, diga-se de passagem, é filho do criador da série. Howcoolandcuteisthat)

Episódio esse que também foi responsável por um dos momentos mais adoráveis dentro da série, com a Hope que agora já tem 3 anos de idade (e como elas cresceram, não?), naturalmente chamando a Sabrina de mãe pela primeira vez, um momento impossível de conseguir se controlar e não acabar chorando, sentindo que o seu coração acabou de ganhar um cachecol de tricô feito em casa pela sua própria avó. (a minha nunca conseguiu terminar o dela, que a minha mãe vivia desmanchando, dizendo que estava #WÓ. Mesma mãe que rasgava as páginas do meu caderno quando encontrava uma folha meio assim ou um pequeno errinho, marcas de borracha, algo que eu gostaria de deixar registrado aqui  e ao encontrar um amigo de infância um dia desses, tive a confirmação por meio do próprio que essa plot fazia mesmo parte da minha mitologia e não era apenas “loucura”, como minha mãe sempre alegou, aquela azeda… Fico pesando o que ela acharia dos meus possíveis e inúmeros erros e marcas de borracha por aqui, rs)

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Aliás, esse e no episódio final, quando a Hope fez um coração de macarrão para dar para a Sabrina no dia das mães e a Virginia não conseguir se controlar de ciumes, foram momentos super foufos para a série, ainda mais com a Sabrina fazendo ela mesma uma colar de macarrão em formato de coração e dando de presente para a agora sogra, para recompensá-la de alguma forma. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E isso porque nós ainda nem comentamos os melhores episódio da temporadas, que foram comicamente geniais (me sentindo um jurado do programa do Raul Gil agora, rs). Primeiro tivemos aquele com o Burt e o Jimmy experimentando a libertação de se sentirem gays, pelo menos por um tempo, com ambos incontroláveis no club da cidade, algo que acabou despertando até a vontade do Burt de se depilar e que terminou com a Virgnia apostando em um crossdressing ótimo e só para se enturmar.

Até que tivemos mais uma reunião com o elenco de My Name is Earl dentro da série, tornando realidade pelo menos por enquanto, o sonho do Burt de se tornar um rockstar e nesse caso, rockstar de festa infantil. Depois tivemos o episódio com o dia da árvore, tão adorável quanto, assim como aquele em que eles se inspiraram em um Glee club qualquer (qualquer, sei…), para investir em um “musical”, esse ainda tímido, mas com uma performance de se aplaudir de pé do pequeno Jimmy todo melancólico ao som de “Ain’t No Sunshine”

Mas nada foi mais sensacional do que o episódio musical, esse sim com a maior cara de pau desse mundo, com o Burt convencido por seus pais falidos de que ele era judeu (eles que planejavam apenas arranjar alguns trocados para um cruzeiro) e assim tentando buscar algum conhecimento dentro da religião antes de realizar o seu Bat Mitzvah, com uma performance extremamente ofensiva e ainda assim deliciosa ao som de “I’m Gonna Rock The Torah”, com todos eles investindo em figurinos super 80’s, com a Virginia (a cara da Madonna) e a Sabrina, ambas incontroláveis na coreô de época  e o Jimmy fazendo um mix de rockers decadentes da época com o Bruce Springsteen. Repito, um episódio que até pode parecer extremamente ofensivo, mas com um humor tão especial, que eu tenho certeza que todo bom judeu deve ter adorado.

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E essa definitivamente foi a temporada do Burt, que esteve incontrolável e na sua melhor forma dentro de Raising Hope (Höy!). Ele fazendo o cara da manutenção de macacão e tudo mais ao lado da Hope, rebolando descontroladamente na buatchy gay, se empenhando como ninguém para que o Jimmy tivesse a sua merecida despedida de solteiro para depois ter o seu casamento também dos sonhos ou ele empenhadíssimo em aprender alguma coisa sobre os judeus, foram apenas alguns dos seus excelentes momentos ao longo dessa temporada, que definitivamente foi dele. (no começo eu nem achava ele a pessoa mais engraçado do mundo, apesar da magia e dele sempre ter sido adorável, mas da temporada anterior para cá, ele realmente acabou roubando a cena. Com ou sem camisa, rs)

Encerramos a temporada conhecendo o impossível, alguém mais velha do que a Maw Maw, que no caso era a sua própria mãe ou um dos personagens de “The Lord Of The Rings”, segundo a própria série (não que a gente tenha pensando algo do tipo, rs). Nessa hora, senti que a ordem dos episódio finais poderia ter sido alterada, com o musical vindo antes desse que encerrou a temporada e não foi dos melhores. Mas o melhor de tudo foi que acabamos ganhando a notícia de que depois dessa Season 3 do total descontrole em Raising Hope, não é que a série acabou ganhando a sua Season 4? (YEI!)

Sério, acho que nunca fiquei tão feliz com uma renovação (Walter voltando do futuro imediatamente para enfiar uma alcaçuz na minha orelha e me lembrar que eu fiquei exatamente assim quando Fringe ganhou a sua tão sonhada Season 5), que chegou de forma totalmente inesperada e que não por isso deixou de ser extremamente bem vinda. Sério, da para acreditar que vamos ter trabalho como babysitter da Hope por mais uma temporada inteira?

Sério, parece até um sonho e talvez esse sonho tenha sido um musical. Pelo menos é assim que nos lembramos dele… (rs)

#IMGONNAROCKTHETORAH

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

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Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

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Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

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Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

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Séries que a gente não precisa assistir na Summer Season = Bunheads + Men At Work + Baby Daddy

Junho 28, 2012

Fui dar uma chance para a nova série da Amy Sherman-Palladino, afinal, a dona de Gilmore Girls merecia a minha atenção e respeito. Por isso resolvi assistir Bunheads, novo projeto dela para a ABC Family, ou pelo menos pretendia ver os primeiros episódios.

Dei de cara com uma série que até chegou a me encantar, bem pouco, mas chegou. Talvez porque encontrei um o climão de uma cidade exótica como Stars Hollow, só que dessa vez com mais sol e o que também já deu para perceber logo de cara, bem menos magia. Encontrei também uma nova tentativa de repetir as centenas de personagens adoráveis que figuravam dentro do cenário da série antiga, agora escondidos em novas fantasias, só que dessa vez menos bacanas. Tem a nova Sookie, que aparece por 2 segundos e ainda usa bandana. Tem o novo Luke, que é mais velho, casado e agora comando um diner que também serve drinks, mas deve ter café também. E a série tem também a tentativa da nova Lorelai, da nova Emily Gilmore, das novas Rorys, mas todas sem o mesmo encanto e muito mais fracas (apesar da nova Emily ser a Emily antiga). E tem também a trilha igual a de Gilmore, foufa e cheia de “La la la las” pra lá e pra cá.

Ou seja, tinha toda uma intenção descarada de tentar ser a nova Gilmore Girls, sem fazer muita questão de disfarçar o que eles estavam pretendendo e apesar de ter até achado bacana uma coisa aqui ou ali dentro do cenário da nova série, que dessa vez traz as bailarinas como foco (Beijo Miss Patty), Bunheads não consegue nem de longe atingir o mesmo nível de uma série que nos trouxe Lorelai e Rory Gilmore, entre todos os outros personagens adoráveis de Stars Hollow, que sempre vão nos deixar morrendo de saudades, mas que nós já sofremos com essa despedida faz algum tempo e já aceitamos que eles se foram.

E o maior defeito de Bunheads além de tudo ser muito parecido com GG antigo, só que bem menos legal, nesse caso é meio que a história central, onde a personagem principal (a nova Lorelai) era uma dançarina de show em Las Vegas do tipo bem decadente e sem perspectiva de vida, que tem um stalker endinheirado no seu pé, interpretado pelo querido Cameron de “Curtindo a Vida Adoidado”, ele que um certo dia consegue a pegar em um momento vulnerável e a convence a se casar com ele e se mudar para a sua casa grande com vista para o mar, comprando assim descaradamente a sua nova mulher. Mas ele só esquece de dizer que divide a tal casa com sua mãe, Emily Gilmore, que tem uma escola de ballet repleta de tentativas de novas Rorys. Rory gordinha, foufa e sonhadora (AMO!), Rory do drama dramático do peitão, Rory que não tá muito nem ai para nada e a Rory megabitch. ZzZZ

Obviamente que ter o seu filho chegando em casa casado com uma dançarina de Vegas do dia para a noite, não é muito o sonho de qualquer mãe americana (nesse caso eu tenho que ser bem regional, rs) e sendo assim, a nova Lorelai passa a ser persona não grata dentro daquela pequena cidade, onde todos se conhecem e se gostam, invertendo um pouco os papéis do que nós já vimos na série antiga. Até que, ao final do episódio, interrompendo uma cena de dança super constrangedora entre Emily Gilmore e a nova Lorelai, chega a notícia de que o tal ex stalker e agora marido, morreu em um acidente de carro (e não sabemos se ele estava dirigindo o famoso carro vermelho que já foi do seu pai no filme antigo, rs), onde descobrimos no episódio seguinte após o seu funeral (que foi muito pior do que o piloto, do tipo bem chatinho e para te convencer a nunca mais voltar a assistir a série, apesar da resolução ter sido foufa), que ele deixou todos os seus bens para a nova Lorelai, com quem ele se casou tem apenas algumas horas (talvez dois dias…). Quem diria? ZzZZ

Sério. Como alguém quer que a gente compre uma série baseada em uma relação de amor inexistente que só foi motivada por uma boa refeição (sim, ele pagava o jantar para ela em Vegas), uma pulseira de brilhantes + alguns presentes e o sonho de ter um quarto com vista para o mar (que para ser mais falso, teria que ter sido fabricado em Once Upon A Time), onde a nova Lorelai versão bailarina apenas conseguiu tirar a sorte grande e realizar o sonho da casa própria, do dia para a noite, casando-se com um homem que ela mal suportava e vivia dando o fora em Vegas? Certa está Emily Gilmore de não aceitar essa b-i-a-t-c-h no seu quintal e se fosse eu, já estava exigindo o cancelamento desse casamento na justiça. Cadê o PROCON dos casamentos? Cadê Richard Gilmore e toda a sua influência na sociedade de Yale?

Sem contar que os cenários são super falsos, principalmente os fundos e eu achei tudo muito, mas muito exagerado, como se tivessem pego tudo que a gente sempre AMOU em Gilmore (desconfio até que o coreto do quintal da nova Emily seja o mesmo da praça da série antiga) e multiplicaram por 10, deixando tudo muito over. Fiquei até com a sensação de que Bunheads inteira se passa dentro da loja de antiguidades/quinquilharias da mãe da Lane. Sério! (e o que é a decoração da tal casa com quarto com vista para o mar? Alguém mais desconfia que a casa da Amy Sherman seja exatamente daquele jeito? SIM!)

Por isso apesar de amar o trabalho antigo da Amy Sherman-Palladino e AMAR mais ainda a sua briga no Twitter com a Shonda Rhimes, que reclamou  que não tinha nenhum personagem negro no elenco e sendo assim, como a sua filha negra e bailarina poderia se identificar com alguém dentro de Bunheads, briga essa que não poderia ser por um motivo mais preguiça. ZzZZ. Ops, cochilei. Sério que em 2012 alguém ainda acredita que vc precisa ter alguém com a mesma cor de pele para se identificar e não basta apenas um bom caráter ou uma personalidade honesta e bem bacana?

Somando tudo isso, eu acho uma pena que alguém tão criativa e bacana como a criadora de Gilmore Girls já provou ser, acabar perdida em meio a memórias daquilo que já foi sucesso um dia, tentando reviver de forma porca e desesperada algo que já deu o que tinha que dar. Como fã de Gilmore Girls que eu sempre fui, sinto como se fosse essa tentativa de transformar Bunheads na irmã gêmea bronzeada da série antiga fosse um grande insulto. Não Amy, vc não precisa disso no seu resumé.

Depois de experimentar a nova Gilmore, abandonei sem a menor culpa…

Men At Work da TBS… dessa eu não consegui passar do piloto, que eu não consigo sequer encontrar qualquer coisa que justifique eu tê-lo assistido. #SHAMEONYOUESSY, #SHAMEONYOU!

Muito, mas muito chata e ruim, o que é ainda pior. Quatro amigos HTS, um deles casado, um bonitão, outro bem mais bonitão e o outro depressivo que acabou de tomar um pé na bunda, vivendo um tipo de bromance de qautro (rs), que só não consegue ser mais chato por falta de carisma de qualquer um dos protagonistas. A nova Man Up (lembrando que a velha já foi até cancela faz tempo, mas MAW acaba se ser renovada para uma Season 2, sério, ZzZZ) com menos gritos, mas tão chata quanto.

Fiquei com muita vergonha do piloto, que como eu disse, não consigo nem justificar o porque que eu assisti. Piadinhas bobas, homens bocós e mulheres muito mais bonitas do que eles conseguiriam pegar se não fossem semi famosos. É, não deu… (não sei nem porque eu assumo que assisti essa porcaria em público, isso era segredo meu e do Paolo, que de vez em quando, nos arriscamos nessas porcarias, rs)

E por último temos Baby Daddy, também da ABC Family (ZzZZ), que é uma espécie de Raising Hope na sua versão mais careta possível e totalmente sem graça, misturada a uma tentativa falida de fazer o novo “Três solteirões e um bebê”.

Sabe aquele humor de série que passa em looping de reprises intermináveis nas tardes/madrugadas do nosso maravilhoso canal das três consoantes? Então… talvez eles tenham ganhado mais uma para a sua grade futura.

3 personagens super bocós e a garota responsável que é claro que seria apaixonada por um deles e que outro deles seria o personagem apaixonado por ela. Chatinho de dar sono, mas muito sono. ZzZZ. E olha que é comédia de 20 minutos hein? Assisti respondendo emails, que eu tenho mais o que fazer, rs

A bebê pelo menos é uma foufa, como já era de se esperar. Mas como uma concorrente a altura da Hope e toda a sua expressão facial, fica impossível de se competir, ainda mais sendo Raising Hope tão especial como a gente sabe que é! Por isso não precisamos de um cópia barata e sem graça. Aliás, que vergonha em ABC Family?

E só eu fiquei com a sensação de que dois dos protagonistas roommates são praticamente anões (nada contra, AMO o Peter Dinklage por exemplo, rs), ou aquele irmão que acha que é engraçado e que na verdade não é nem um pouco, é alto demais, hein?

Ou seja, três séries das quais todos nós podemos correr durante essa Summer Season. Corram!

 

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E a tarefa de criar Hope continua sendo divertidíssima!

Abril 25, 2012

Quando conheci Raising Hope ainda na temporada anterior, foi amor a primeira vista. Logo de cara me encontrei completamente apaixonado pela história, por seus personagens e por ela, a queridíssima Princesa Beyoncé, ou melhor, aquela que também é conhecida como Hope.

Agora, depois de encerrar a sua Season 2 e Raising Hope já ter garantido uma terceira temporada pela frente (Yei!), só posso dizer que o meu amor só tem crescido pela série. Há quem diga que essa segunda temporada não tenha sido assim tão sensacional quanto a primeira, algo que eu discordo totalmente e continuo com a sensação de me divertir muito com a tarefa de criar Hope, algo que eu já tinha sentido antes e na mesma intensidade de quando a série ainda era novidade na temporada anterior.

E #TEMCOMONAOAMAR a família Chance? A começar pelo fato deles serem bem diferentes das demais famílias da TV atualmente, passando pelo fato deles conseguirem equilibrar perfeitamente o nível entre a total falta de noção com a foufurice absurda da série, chegando até o seu ponto mais forte, que sem dúvidas é o total escracho. Sério, acho que não tem nenhuma outra série tão sem vergonha na TV atualmente. (além de Family Guy, é claro – e eu ainda não assisti Shameless, então… )

Mas vamos falar sério agora: #TEMCOMONAOAMAR as Hopes? Sim, as Hopes no plural, porque nós já sabemos que elas são interpretadas pelas adoráveis gêmeas Baylie e Rylie Cregut, que são simplesmente sensacionais e agora já é bem possível perceber a total diferença entre uma e outra. Embora não saibamos quem é quem exatamente, fica cada vez mais visível que elas tem suas características pessoais muito bem definidas, onde uma parece ser mais divertida e sorridente, enquanto a outra faz caras de bocas de total desaprovação, mostrando que talvez ela seja a gêmea do lado negro da força, rs.

E como elas cresceram, não? Aliás, começamos a temporada com uma deliciosa música da Shelley (Kate Micucci), a ex garota do dente podre, nos situando sobre a série de forma divertidíssima, além de super foufa. E mais tarde, ainda ganhamos um video caseiro com a versão “Hopezilla”, mostrando que agora, além de toda a sua foufurice habitual, ela também já anda. Howcuteisthat? (Hope que falou no truque o nome da Shelley, pela primeira vez, em um dos últimos episódios da temporada)

Além da Hope, todos os personagens acabaram crescendo de alguma forma, com uma maior participação de alguns dos coadjuvantes na série, como os próprios funcionários do mercado que ganharam até que um destaque maior durante essa Season 2, ou até mesmo os personagens principais, que foram ganhando novas camadas e estabelecendo assim ainda mais a identidade de cada um deles.

Virginia e Burt por exemplo, continuam como um adorável casal dos mais enlouquecidos possíveis. Sempre escondendo um podre um do outro, seja em relação a criação do Jimmy no passado ou do próprio passado dos personagens, que sempre aparece em deliciosas cenas de flashback. E de certa forma, mesmo quando estão brigando por algum motivo qualquer, eles acabam sempre reforçando ainda mais a cumplicidade do casal. I ♥ Burtinia

Burt (Garret Dillahunt) assumiu de vez o papel do pai com coração mole, sempre se emocionando com alguma coisa tola, que ele não tem a menor vergonha de admitir, assumindo que ele não bateu no Jimmy quando deveria (enquanto criança, algo que eles conseguem mostrar com muita doçura na série), preferindo assumir a responsabilidade pelo total descontrole do garoto naquela época, do que educá-lo quando necessário (o que ele acaba fazendo depois, quebrando o pacto de “pipi” dele como o Jimmy, e vcs estão lendo nada errado, é isso mesmo que eu disse, rs) o que de certa forma reflete até hoje no comportamento do Jimmy.  Além disso, descobrimos o seu incontrolável vício em apostas, com o próprio organizando corridas e mais corridas (2×12 Gambling Again), todas cada vez mais politicamente incorretas no underground da vizinhança, além do que, descobrimos também o seu maior segredo, algo que ele escondia a sete chaves até mesmo da própria esposa: os seus pés peludos (sério, rs – 2×15 Sheer Madness). Mas Burt na verdade só quer amor neam gente? Ele quer que os vizinhos parem para dar bom dia, quer ajudar as pessoas na igreja e treinar porcos guias para cegos (2×19 Hogging All the Glory, euri), além de se sentir completamente realizado e feliz com a vida que a sua família leva hoje.

Justiça seja feita e vale a pena dizer que o garotinho que interpreta o Jimmy quando bem criança (Trace Garcia), também é simplesmente sensacional. Rolei de rir com ele descontrolado e tomando conta do território nesse episódio sobre educar ou não com umas boas palmadas.

Um detalhe que eu acho importante a se destacar em Raising Hope é esse de que eles são felizes como são, sem o menor drama. Eles estão sempre sem dinheiro, sempre vivendo com pouco ou bem pouco e mesmo assim, são absolutamente felizes e criativos, encontrando uma solução prática para qualquer um dos seus problemas. Exemplo: estamos sem dinheiro para comprar o jornal de domingo para ler o que nos interessa? Façamos nós mesmos as nossas tirinhas, ora bolas. E assim, nós acabamos ganhando uma das cenas mais foufas dessa temporada, com a família inteira vestida de personagens Peanuts, com direito a Hope vestida de Woodstock e Maw Maw de Snoopy. Sério, vou perguntar mais uma vez: #TEMCOMONAOAMAR?

Virginia (Martha Plimpton), essa sim é o verdadeiro homem da casa neam? Sempre tentando resolver os problemas da sua família das formas mais absurdas possíveis, sempre envolvendo todos eles em situações constrangedoras, mas que todos encaram sempre muito bem, como se não tivessem nenhuma vergonha de tudo aquilo. Como ela cuidando da filha adolescente sem limites de um dos seus clientes, apenas para garantir uma grana extra (2×18 Poking Holes in the Story), passando também por momentos bem foufos , como a conversa apenas para garotas, entre ela e a Hope, onde a avó ensinou a neta que ela poderia se tornar uma mulher poderosa, se esse for realmente o seu sonho, momento que foi de pura foufurice. Ou voltando ao total escracho, com Virginia ensinando a Sabrina a como lidar com um guaxinim que insiste em habitar a sua casa sem permissão (2×17 Spanks Butt, No Spanks). Nesse episódio inclusive, eles fazem uma piada muito boa sobre o perfume da Jennifer Aniston e o fato de nenhum homem conseguir resistir ao seu cheiro, exceto pelo Brad Pitt e todos ou outros que ela namorou na sequência (rs). Uma piadinha super cretina, mas que consegue ser deliciosa ao mesmo tempo.

E esse equilíbrio eles conseguem alcançar o tempo todo na série, contrapondo muito bem as situações e muitas vezes os próprios diálogos completamente sem noção da família, com a doçura e a inocência que cada personagem carrega. Para se ter uma ideia, eles conseguem fazer o Burt imaginando a Hope como stripper (e visualizando, no presente e no futuro, sem brincadeira) em um dos momentos mais divertidos e completamente sem limites para o humor da série, que realmente é muito corajoso e não tem o menor pudor em ir fundo na cretinice ou na foufurice. (2×20 Sabrina’s New Jimmy)

Mas os Chances não são tão bem resolvidos assim e isso fica evidente com a visita dos pais do Burt (2×04 Burt’s Parents), onde eles fingem ser um tanto quanto diferentes do que eles costumam ser na vida real, com a família invadindo a casa desocupada de um dos clientes ricos de Virginia, apenas para impressionar os pais de Burt, que vivem desapontados pelo fato dele ter se tornado pai cedo demais, além de descaradamente nutrirem uma preferência por seu irmão. Quase morri de tanto rir também quando Burt e Virginia foram surpreendidos no quarto dos verdadeiros donos da casa, completamente acabados da noite anterior. Go Burtinia!

Maw Maw (Cloris Leachman) é outra que continua incontrolável no seu estado de demência, que a leva a enfrentar as situações mais absurdas ever, como assar o porco guia que eles “emprestaram” de um cego, sem a menor piedade, ou comer salsichas cozidas no seu massageador para os pés, enquanto ele está em uso pela própria. Ew! Mas nada se compara aos seus dois grandes momentos dessa temporada, o primeiro com ela contando para a família como foi que ela perdeu a virgindade, com uma história contada em detalhes e rica em personagens, muitos personagens, onde ela acaba sendo aplaudida com respeito (rs) pela própria família ao chegar ao fim dessa deliciosa história, além do episódio em que ela acha que o Jimmy é o seu antigo marido e ele aceita o desafio de interpretar o avô apenas para garantir uma memória feliz para Maw Maw. Super foufo!

Falando em Jimmy (Lucas Neff), ele que nós descobrimos chamar James Bon Jovi Chance (#TEMCOMONAOAMAR?), não tem como negar que a sua vida se transformou totalmente depois da chegada da Hope, não é mesmo? Se na primeira temporada, ele ainda estava se adaptando ao seu novo cargo de pai, nessa Season 2, Jimmy esteve cada vez mais confortável no papel, ganhando assim até uma alma cada vez mais feminina (2×06 Jimmy and the Kid), para o total desespero do Burt, que vê o filho se transformando em uma mulher. E esse episódio ainda tem um detalhe bem foufo, que é a cidade em que eles vivem construída em miniatura, trabalho que pertence ao colega de trabalho do Jimmy no mercado e é maravileeeandro. E esse episódio ainda termina com Jimmy e seu amigo tendo que enfrentar o bully do passado dos dois, com o detalhe de que hoje em dia, ele não é mais ele e se tornou ela. Howcoolisthat?

Um dos episódios mais foufos também dessa temporada é quando Jimmy em uma espécie de sonho e guiado pela Maw Maw, acaba enxergando a sua vida caso ele não tivesse tido a sua filha, o que o faz chegar a conclusão de que a sua vida não teria o menor sentido sem a Hope. Foufo mil! (2×10 It’s A Hopeful Life)

E Jimmy se encontra em vários dilemas em relação a criação da Hope durante essa Season 2. Bater ou não bater na filha? Mas e se ela acabar herdando os instintos assassinos  da mãe serial killer? Para citar apenas alguns dos “dramas” atuais do personagem. Quando eles acham que a Hope pode ter herdado algo obscuro da mãe serial killer (2×03 Killer Hope), é simplesmente genial e a garotinha ainda acaba colaborando, fazendo caras e bocas para reforçar o medo da família em relação ao seu futuro (e até mesmo do seu presente, rs). E nessa temporada, Jimmy ainda voltou para a escola (2×11 Mrs. Smartypants), onde ganhamos um flashback dos seus velhos tempos como Drakkar Noir (sentimos sua falta, Drakkar! ♥), arrastando os seus pais para uma espécie de supletivo, onde eles enfrentaram um antigo professor em comum. Mas nada se compara ao episódio de Valentine’s Day (2×14 Jimmy’s Fake Girlfriend), que foi um dos melhores ever sobre o tema, onde de uma vez por todas ele conseguiu finalmente conquistar a Sabrina.

Sabrina (Shannon Woodward), que por sinal, foi só surpresas durante essa temporada, não? Ela que se revelou ser a endinheirada do pedaço (2×02 Sabrina Has Money), com a sua família cheia da grana que conntrata o próprio Yo Gabba Gabba (sim, eu disse o próprio!) para entreter as crianças nas festas de sua casa. Sabrina que ainda acabou revelando que é muito mais esquisita do que qualquer uma das estranhezas dos Chances, como a sua mania de dormir com uma meia calça na cabeça (2×15 Sheer Madness) para que nenhuma aranha entre dentro do seu ouvido. Sério, acho que eu ri por umas 16 horas seguidas depois desse plot da meia, rs. Ela que ainda foi presa durante essa temporada (2×18 Single White Female Role Model), além de finalmente assumir o seu amor pelo Jimmy, mas não sem antes revelar mais uma de suas esquisitices (além da sua casa super kitsch), que é o fato de que ela mantém sempre um backup de tudo, inclusive namorados.

E foi na companhia da Sabrina, que a Hope ganhou outro de seus melhores momentos na série, com a menina aparecendo em uma peça de teatro vestida de Hillary Clinton. Howcuteisthat?

Mas nada se compara com o plot twist revelado nos dois últimos episódios da temporada, que me fizeram até torcer um pouco o nariz (por parte dele pelo menos), que foi o fato da revelação em um desses programa de TV, onde todos eles foram as estrelas por uma noite (2×21 Inside Probe), no qual foi revelado que o Jimmy se casou na prisão com a serial killer mãe da Hope, em uma cerimônia divertidíssima e super creep, isso antes dela ser executada, é claro. Mas espera ae, que ainda não acabou não e tem mais… além desse pequeno detalhe do casamento que nós sequer imaginávamos, nos momentos finais do penúltimo episódio, eles jogaram uma bomba diretamente na nossa cara, bomba essa que poderia mudar toda a história daqui para a frente: a mãe serial killer da Hope estava viva esse tempo todo. Sim, ela não morreu durante a sua execução na cadeira elétrica, simples assim. CATAPLOFT!

E tudo isso revelado no tal programa de TV do tipo bem sensacionalista, com direito a entrevistas divertidíssima de todos eles, contando um pouco dessa história absurda. Na verdade, eu não vi muito o porque deles ressuscitarem a personagem, uma vez que ela até aparecia direto em alguns flashbacks da série, ainda mais com aquele desfecho final, com a disputa pela guarda da Hope que foi uma barra sem tamanho (2×22  I Want My Baby Back, Baby Back, Baby Back). Mas como Raising Hope não é uma série de comédia qualquer e eles parecem saber muito bem o que estão fazendo, apesar do risco (mas dizem que o episódio foi uma homenagem a My Name Is Earl, onde algo parecido aconteceu na série antiga, que é do mesmo criador de Raising Hope), todo esse plot de última hora foi devidamente planejado para o retorno de diversas figuras que tiveram sua participação na história durante a temporada, eles que voltaram para o season finale como testemunhas no julgamento da guarda da Hope, todos com um podre a ser revelado sobre os acontecimentos durante essa temporada envolvendo toda a família.

Agora me diz, e a gente fica como com o Jimmy perdendo a guarda da Hope para a sua mãe serial killer, ao som de “You Get What You Need” dos Rolling Stones? (glupt)

E mesmo com aquele clima de comédia pastelão que tomou conta do tribunal no momento em que a decisão foi anunciada, não tive como não me emocionar com a Hope sendo entregue para a sua mãe e o Jimmy se vendo totalmente sem esperança nenhuma. Awnnnn! (glupt) Acho até que o meu coração sumiu nessa hora, de tão pequeno que ele ficou. Tá, vou confessar: chorei! Chorei, chorei e chorei, em uma série de comédia pastelão. PÁ na minha própria cara. (acho que eu me esqueci por um momento que eu estava assistindo a uma comédia e não a um drama, e que tudo deveria se resolver no final).

Mas é claro que para a nossa sorte, tudo foi reparado no final das contas, com uma cena super clichê do cinema e também da TV, mas que nesse caso teve um plus a mais, por conta dos coadjuvantes que fizeram parte desse mesmo momento. E eu, que já estava irritadíssimo com os roteiristas por terem brincado dessa forma com o meu coração durante essa season finale, me senti complemente aliviado com a Hope voltando para os braços do Jimmy. Tudo bem que eles já tinham me ganhado antes, com pai, mãe e filha devidamente caracterizados como monges tibetanos (rs), mas nada como um velho e bom final feliz, não? (clue para uma outra série que falaremos em breve…)

E agora só nos resta esperar pela Season 3, que já está confirmada e deve estrear ainda esse ano. Yei! E eu vou dizer com a maior sinceridade desse mundo que se a série continuar nesse ritmo, será uma delícia acompanhar o crescimento da Hope até os seus 30 anos, talvez?

ps: mas nunca mais brinquem com o nosso coração como vcs fizeram nessa season finale, ok? NUNCA MAIS!

E quem se importa com a Katty Perry de peruca azul preguiça na primeira fila da Miu Miu em Paris?

Março 8, 2012

Isso quando ao lado dela, temos ninguém menos do que a Sabrina de Raising Hope?

Estão pagando bem as operadoras de caixa em supermercados da Fox, hein?

Ok. Ignorem esse cabelinho dela. (da Sabrina, pq o da Katya a gente não deixa passar. WOO!)

Katia Perry fazendo a Kate Marrone em Raising Hope

Fevereiro 28, 2012

Estou bem curioso para ver essa participação…

E como ignorar esse buço? rs

Tomara que a Katy Perry tenha outro figurino pronto para a sua participação em Raising Hope

Fevereiro 23, 2012

Sim, diz que ela é BFF da Shannon Woodward (a Sabrina na série, que eu descobri sem querer que é ex do Andrew Garfield, tsá?) e por isso foi convidada para uma participação em Raising Hope.

Só espero que ela tenha um figurino melhor na série do que esse seu combinado em azul da vida real, que é claro que #NAOTABOMNAO.

Jimmy finalmente ficando com a Sabrina, em um episódio de Valentine’s Day para encher qualquer coração de pedra com pura foufurice em Raising Hope

Fevereiro 22, 2012

Comédias escutem o que eu tenho a dizer: aprendam a fazer um episódio de dia dos namorados digno, como foi o episódio de Valentine’s Day em Raising Hope (2×14 Jimmy’s Fake Girlfriend).

Sem a cafonice emprestada pelo excesso de brilho em vermelho, flores e chocolates de quase todas as outras séries de hoje, ontem e de sempre, Raising Hope conseguiu fazer um dos melhores episódios ever seguindo o tema, trazendo o que todo mundo já estava esperando faz tempo (e já estava até demorando demais para acontecer), que foi o dia em que finalmente o Jimmy conquistou a Sabrina.

E foi divertidíssimo, com direito a namorada de mentira, interpretada dignamente pela Ashley Tisdale (a única que me dava alguma esperança na fábrica de onde ela saiu), em um double date com a Sabrina e o seu namorado, Wyatt, que sempre foi um total douchebag.

O encontro foi sensacional, com o Jimmy ganhando o reforço dos outros atores da aula de improviso, todos trabalhando juntos para que ele parecesse o namorado perfeito, bem diferente daquele namorado pavoroso com quem a Sabrina circulava por ai. Quase não me aguentei com os ombros frenéticos do Jimmy ensaiando um mambo bem caliente em pleno restaurante, rs.

Sem contar as atuações sempre sensacionais do casal Burtinia à procura de um hobby para dividirem como casal, encontrando nas aulas de improviso a solução para os seus problemas. Os seus e os problemas do Jimmy, envolvido “involuntariamente” nessa trama toda, que foi o que nos levou para um dos finais mais foufos ever como resolução para o plot de uma história de amor. Foufo, emocionado e extremamente engraçado.

E em formato de musical, Raising Hope talvez tenha criado um dos melhores episódios de Valentine’s Day de todos os tempos, sem economizar na foufurice e o melhor de tudo, sem parecer totalmente cafona.

Agora só nos resta saber como é que esses dois vão se resolver agora que serão assumidamente um casal. Go Jimmy!

O difícil também agora, depois de tamanha foufurice, vai ser tirar essa música da minha cabeça:

 

And you light up my life
You give me hope to carry on
You light up my days and fill my nights with song

 

(♥)

ps: e cadê uma indicação ao Emmy ou ao Globo de Ouro para a Hope, hein? O que são as caras mais do que especiais que ela anda fazendo durante toda essa temporada? Se cuida Meryl Streep!

The Modern Guilt Awards 2011, a premiação mais aguardada do ano!

Dezembro 31, 2011

Nada é mais tradicional no universo das premiações do que o nosso The Modern Guilt Awards, na-da.

Esse ano em sua 3ª edição, a melhor premiação de todos os tempos vai contar com a apresentação do Ricky Gervais, porque o seu humor é o que mais se aproxima ao humor cretino e ácido do Guilt, por isso, nada melhor do que ele para ser o nosso hostess, não?

E como o The Modern Guilt Awards é uma premiação pouco democrática, recheada de favoritismos, coisas que nós sempre levamos pelo lado pessoal, além de ser completamente parcial,  preparem-se, porque esse ano nós estamos UNFIRAH!

Então prepare o seu tux (meninos e meninas), segure o seu cosmo e vamos mostrar de uma vez por todas para o Oscar, o Tonny, o Emmy, o Grammy e o Golden Globe, como é que se faz uma premiação sensacional.

 

Höy do ano> Ryan Gosling, o boy magia do momento

Já vamos abrir a premiação com o que importa, não é mesmo? Höy!

Depois de dois anos consecutivos da categoria seguir para o nosso representante máximo da magia sueca, chegou a hora de aceitar que temos um novo boy magia e 2011 foi o ano dele: Ryan Gosling. Höy!

O ator figurou inúmeros posts no Guilt durante esse ano, seja com suas caretas foufas e a pose que já ganhou oficialmente o seu nome, seja dando um beijeeenho invejável no diretor do seu filme em Cannes, apartando brigas em plena NY, figurando lindamente ao lado do seu George, ou no que realmente importa, que são as suas atuações deliciosas, como em “Drive”, “Blue Valentine” ou na surpreendente comédia romântica “Crazy, Stupid, Love” e até mesmo no filme que eu assisti tardiamente, “The Notebook”. Ryan conseguiu tomar o posto de boy magia do ano para ele mesmo, provando que é muito mais do que um simples “HÖY” em caixa alta e bold.  Realmente, não teve quem não se rendeu a magia do Ryan Gosling em 2011.

Mesmo tendo nos decepcionado de um certo tempo para cá com suas escolhas meio assim no amor, não tem como negar que foi dele o maior feitiço do Guilt no ano de 2011 e que ele foi quem nos deu mais motivos para gritar Höy durante esse ano todo.

Portanto, vamos lá leitores, todos juntos no 3…1, 2, 3 : Höy!

 

Maravileeeandra do ano> Michelle Williams

O cabelo curto bem curto mais lindo do ano. Sem contar que em 2011, ela usou os melhores looks de red carpet e realmente deixou a concorrência morrendo de inveja com todo o seu fundamento.

Maravileeeandra!

 

Maravileeeandro do ano> Rick Genest

E o zombie boy foi outro que roubou a cena surpreendentemente, fugindo completamente de qualquer esterótipo de beleza e provando que mesmo assim, sem ser nada óbvio, o seu fundamento é sim um dos mais lindos do momento.

Maravileeeandro!

 

Listen Up do ano> Adele, 21

A gente leva um pé na bunda e vai para o shopping gastar o que não deve no cartão de crédito, se joga na buatchy com as amigas ou escreve um post magoado no próprio blog cheio de mensagens subliminares (não que eu faça isso, tisc tisc). No entanto, quando a Adele passa pela mesma situação que é sempre meio assim para todo mundo, ela faz um álbum sensacional como o seu “21”, bem mais maduro do que o seu “19″, muito mais profundo e super magoado, que a gente cansou de ouvir durante 2011, faixa por faixa. Músicas que tocaram em tudo quanto é lugar, fizeram parte das nossas mixtapes do ano, tocaram nas nossas séries preferidas e até cometeram o crime inafiançável de colocar uma das melhores faixas do “21” em uma novela de horário nobre, algo que eu considero imperdoável!

E eu bem acho que parabenizar a Adele pelo seu álbum sensacional é algo que todo mundo já fez apenas ouvindo e amando o seu trabalho, mas o que a gente precisa mesmo fazer agora é agradecer o canalha responsável por toda a mágoa da nossa muse, que se não fosse ele e suas canalhices, talvez nós não tivéssemos tantas músicas deliciosas para nos acompanhar em 2011. Por isso: Thnk U Asshole!

Como o prêmio de álbum do ano é dela sem a menor dúvida, nada melhor do que aproveitar esse momento para o primeiro musical do nosso The Modern Guilt Awards 2011, com a minha versão preferida de “Someone Like You” direto da casa da própria Adele, de quem a gente adoraria se tornar íntimo de Oliveira, a ponto de tomarmos chá das cinco juntos nessa sala, dividindo todas as nossas desilusões no amor, que não são poucas, hein? rs

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Homeland

Tudo bem que eu decidi declarar empate nessa categoria, ou mais ou menos isso.

Realmente a Season 4 de Breaking Bad foi bem sensacional, com toda a série até agora. Continuo achando que o Aaron Paul reinou durante essa Season 4 com o seu Jess que todos nós amamos e não consigo entender como seu trabalho dessa vez não foi reconhecido em nenhuma premiação de séries de tv. E conseguir o feito de aparecer mais que o Bryan Cranston em uma série como Breaking Bad, não é para qualquer um.  Sem contar que a temporada ainda terminou de forma explosiva, literalmente e agora só nos resta esperar pela última temporada de uma das melhores séries de todos os tempos, que encerra definitivamente suas atividades em 2012.

Até que, perto do fim do ano me chega a novata Homeland roubando completamente a cena, com uma Claire Danes enlouquecida, bipolar, competente  e totalmente sem limites, na pele de uma agente da CIA, contracenando com um inimigo terrorirsta tão bem construído, que vc chega ao final da temporada torcendo para ambos os lados, sem ter o menor peso na consciência. Uma temporada tensa, no melhor estilo Breaking Bad de sempre, cheia de surpresas e reviravoltas, além de um final para deixar qualquer um com o coração saltando pela boca de tão tenso que foi.

Por isso a Season 4 de Breaking Bad fica com o prêmio de série dramática do ano, mas Homeland vem no empate quase técnico, como a melhor série dramática porém estreante do ano de 2011.

ps: vale dizer também que Grey’s Anatomy, do alto da suas Season e com altos e baixos por todo esse caminho, recuperou totalemte o fôlego e tem feito uma temporada digna e que merece ser lembrada porque está realmente muito boa. E esse ano ainda tivemos Game Of Thrones, uma série grandiosa, corajosa e também deliciosa.

 

Euri do ano> Parks And Recreation

A série que começou com o status talvez injusto de “o novo The Office” (embora seja dos mesmos criadores/produtores) vem provando que é realmente uma das melhores comédias no ar atualmente, sem a menor dúvida.

Atualmente em sua Season 4, que ainda não está encerrada, Parks And Recreation vem conseguindo fazer uma constante de episódios sensacionais, sempre muito engraçados e ainda com um toque a mais de foufurice.

Sem contar que aquela cidade de Pawnee é recheada de figuras divertidíssimas e todos os personagens, por menores que sejam, tem os seus momentos pra lá de especiais, com piadas fora do comum.

E a Amy Poehler é a minha comediante do momento, enlouquecida, boba e apaixonante na pele da sua Leslie Knope, por quem eu torço que um dia chegue a posição de Presidente dos EUA!

Fora isso, tivemos uma Season 3 praticamente colada com a atual Season 4, outra temporada tão sensacional quanto essa e por isso, acho que nenhuma outra série me fez rir em tantos episódios praticamente seguidos entre uma temporada e outra como Parks And Recreation.

ps: mesmo tendo escolhido P&R como melhor comédia, vale dizer que Community continua ótima, Modern Family voltou a boa forma e tem feito uma temporada igualmente excelente e Raising Hope continua que é pura foufurice. 

 

Relação de amor do ano> I ♥ Doctor Who

Esse ano eu resolvi fazer algo de diferente…brincadeira, eu resolvi mesmo é deixar a preguiça de lado e fazer uma maratona em uma das séries que eu sempre tive vontade de assistir, mas que sempre acabava deixando para depois.

E essa série era “Doctor Who”, que eu comecei a assistir a partir da Season 5, até o final da Season 6 (que encerrou esse ano) e descobri a minha paixão do momento, em uma espécie de relação de amor a primeira vista.

Sério, nunca fiquei tão apaixonado por uma série como fiquei por Doctor Who e o seu 11° Doctor, interpretado pelo ator Matt Smith (AMO, Höy!), na pele to doutor mais foufo de todos os tempos, a bordo da sua TARDIS, a máquina do tempo mais sensacional ever e na companhia do casal magia dos Ponds, personagens por quem eu também sou completamente apaixonado.

E a nossa relação de amor é tão grande, que eu morro de ciúmes do Doutor, fico todo arrepiado com a música de abertura (que é o toque do meu celular) e acho a série apaixonante, em todos os sentidos. O tipo de série que eu tento viciar todo mundo que eu gosto, fato.

AMO tanto Doctor Who, que já estou até me preparando psicologicamente (com um ano de antecedência pelo menos) para a despedida do 11º Doutor, que por mim, ficaria no seu posto para sempre.

Talvez eu goste tanto do Matt Smith como o Doctor Who porque foi com ele que eu conheci a série. Mas só sei que para mim, ele será para sempre o meu Doctor Who. (só meu, rs)

ps: e gravatas borboletas são muito cool! (piada interna)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de The Walking Dead, humpf…

Todo mundo esperou muito por essa nova temporada de The Walking Dead, mesmo depois daquele final meio assim da temporada anterior, que já poderia ser um sinal do que viria por ai…

Até que a Season 2 começou, lenta, arrastada e foi ficando cada vez mais devagar…

Quase nada de importante aconteceu, ou personagens acabaram se tornando insignificantes ou pouco importantes e eles ainda insistem em fazer episódios com poucos ou nenhum zombie. Humpf!

Assim não dá, não?

Detalhe…a Andrea, a personagem mais odiosa de toda a série, continua viva. Vi-va! Dá para acreditar? (rs)

Mesmo salvando tentando salvar (e quase conseguindo, porque aquele final foi bem bom) essa primeira metade da Season 2 nos últimos 5 minutos, The Walking Dead ainda precisa melhorar e muito, ou muita gente vai acabar abandonando a série, porque está ficando cada vez mais puxado.

 

<Pausa para o comercial>

Que nesse caso é melhor do que o vídeo de “The Edge Of Glory” da própria Lady Gaga, sem a menor dúvida.

Voltando à premiação…(rs)

 

Popcorn do Ano> Não consegui me decidir apenas por um nome. Sorry!

Esse ano eu acabei assistindo tanta coisa boa, que eu não consegui chegar a nenhuma conclusão quanto ao melhor do ano. Mesmo assim fiquei com bastante orgulho de mim mesmo, que perdi pouco tempo com coisas tolas durante 2011 e acabei fazendo ótimas escolhas no cinema.

Por isso, separei 3 filmes, que foram os que mais me deixaram emocionado (por motivos diferentes) em 2011:

 

Tree Of Life

Porque eu amei a narrativa de “Tree Of Life”, a forma como a história nos foi contada e aquele banho de imagens sensacionais e inspiradoras das quais a gente não vai se esquecer tão cedo, mesmo achando que o longa poderia ser mais curto. Um filme extremamente sensível, que me deixou com os olhos cheios, em todos os sentidos.

 

Midnight In Paris

Porque uma viagem aos anos 20, guiada pelo Woody Allen e em meio a figurões das artes e da literatura antiga, não é para qualquer um. Sem contar que “Midnight In Paris” é um filme leve, divertido e sensacional, em todos os sentidos e que mesmo assim ainda vai te fazer pensar, o que é sempre bom.

 

Submarine

Porque eu achei “Submarine” um dos filmes mais deliciosos que eu assisti durante esse ano, mesmo com o IMDB dizendo que o longa é de 2010, humpf!

Uma história foufa sobre o primeiro amor de um garoto, com trilha do Alex Turner do Arctic Monkeys e um perfume de Amélie Poulain. E qualquer semelhança entre o meu personagem na vida real e o Oliver Tate é mera coincidência, rs.

E vamos aproveitar o assunto, para mais um momento musical da nossa premiação, agora com um clipe direto do filme “Submarine”, com “It’s Hard To Get Around The Wind”, que faz parte da trilha do filme.

ps: mas esse ano, ainda tivemos delícias deliciosas como “Beginners”, “Like Crazy”, “Melancolia”, “Drive”, nos despedimos do Harry Potter, além de “Last Night”, que eu também AMEI e “Blue Valentine”, que também é do ano passado, mas nós só vimos esse ano, humpf!. Isso sem contar as nossas deliciosas voltas de bicicleta ao lado do Cyril ultimamente e o fato de fecharmos o ano muito bem acompanhados do delicioso novo filme do Almodóvar.

 

Foufurices do ano> Kingston + Zuma +Violet + Seraphina +Archie + Abel

Sempre eles não? E esse ano, tivemos duas novas aquisições de foufurices, com a entrada do Archie e do Abel para essa turma dos nossos querideeenhos.

Todos eles estão crescendo e todos estão ficando cada vez mais foufos.

E enquanto eles vão crescendo, nós vamos torcendo para que quando chegar a nossa hora, que os nossos babys sejam tão foufos quanto todos eles juntos.

 

Da série de casais que nós amamos do ano> Kate Moss & Jamie Hince

Não bastava eles serem o casal magia que são, mas eles ainda tinham que fazer o casamento mais recheado de fundamento dos últimos anos, neam?

Confesso que mesmo sendo o casamento dos sonhos de qualquer um, eu fiquei muito mais feliz pela Kate do que com inveja (mesmo da boa), rs.

Tipo covardia!

O que nos traz a mais um dos momentos musicais da nossa premiação, com o The Kills e a sua deliciosa “Baby Says”

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano>  Velorbis, as bicicletas dinamarquesas poder + tudo da Rodarte

Porque não teve nada que eu mais desejasse durante esse ano do que uma bicicleta dinamarquesa dessas do tipo poder e na cor cyan (que eu também aceitaria em vermelho, só para constar para os representantes da marca no Brasil, rs). Humpf!

Outro desejo de consumo que me atormentou o ano todo foi essa coleção sensacional para meninos da Rodarte. Totalmente Maravileeeandra!

 

Capa do ano> Harry Potter para a Entertainment Weekly

E não teve melhor capa nesse ano de 2011 do que a capa foufa da Entertainment Weekly com o Daniel Radcliffe no começo de tudo.

(Suck it Vogue!)

 

<Pausa para mais um comercial>

Que dessa vez te desafia hein Kyle Minogue? Vc acha mesmo que sabe dançar? (tisc tisc…sou ótimo no Kinect…tisc tisc)

Só sei que depois desse vídeo, toda vez que eu vou na Starbucks e faço o meu pedido,  eu dou o meu nome como Kylie Minogue, ou Princesa Beyoncé, e se algum dia vcs ouvirem eles chamando por um desses dois nomes, saibam que eu estarei por perto, rs.

 

Catwalk do ano> o desfile da Louis Vuitton que deixou todo mundo emocionado

Simples, clean e maravileeeaandro!

 

Eu sou ricah do ano> A moda e o seu bom humor

Porque não tem nada mais cafona do que marca sem humor que continua apostando na postura esnobe, em um momento que todas sabem que todo mundo esta quebrado, não é mesmo?

Reforçando esse conceito, esse ano tivemos a Lanvin, com o Alber Elbaz ensaiando uma coreô bem animada em uma das campanhas da marca poder

Uma Marion Cotillard enlouquecida pelas bolsas da Dior

E a Donatella provando que além de tudo ela é muito bem humorada, mas na casa dela manda ela hein? rs

 

Uncategorized do ano> R.I.P Amy Winehouse

Sabe aqueles momentos que vc se encontra sem palavras.

Um dia triste, mas não como outro qualquer…

E agora vamos a mais uma apresentação do nosso The Modern Guilt Awards 2011, onde dessa vez ficamos com a Lana Del Rey e a a sua “Video Games”, outra das nossas músicas preferidas durante esse ano de 2011.

 

Prontofalei do ano> Easy A+

Que foi o dia em que eu me tornei um jovem pós-graduado e mostrei um pouco do meu own fundamento para vcs (como se eu já não fizesse isso todo dia neam? rs), o que não deve ser interessante para muita gente, mas importa pra mim, rs.

 

Post com o título mais cretino e que eu mais AMEI desse ano> Grifinoria, Corvinal, Sonserina ou Lufa-Lufa

Juro que as vezes eu fico com vergonha de mim mesmo, rs. (mas logo passa e eu morro de rir)

 

Xoxo do ano> A propaganda nova da Coca-Cola

Porque a propaganda pode ser linda, mas todo mundo sabe de onde veio esse fundamento.

E agora mais uma apresentação, de outro hit aqui no Guilt em 2011, que foi “Call It What You Want It” do Foster The People, que todas amam!

 

Trucão do ano> Vem para o mundo Adam Levine!

Porque o que a gente não é capaz de aguentar nessa vida por uma chance na capa da Vogue ou para tentar descobrir o segredo de Victoria, hein?

 

Toda cagada do ano> Katy Perry no VMA 2011

Porque falar da Riwanna já ficou até chato e com a Vanessa Hudgens ninguém se importa e só por isso, o prêmio de toda cagada desse ano de 2011 vai para a Katy Perry.

E não teve quem não tenha ficado constrangido por ela dutante o VMA 2011, onde a nossa Katy resolveu fazer a Lady Gaga (quando nem a Lady Gaga fez questão de fazer a Lady Gaga) apostando em várias trocas de figurino de gosto completamente duvidoso e sem personalidade alguma.

Ainda falando desse ano, ela foi ficando cada vez mais pavorosa, com cabelos exóticos e outfits medonhos.

E o prêmio de toda cagada do ano também vai para a Katy Perry com todo o merecimento do mundo, porque além de tudo ela ainda carrega por ai o acessório mais horroroso dos últimos tempos, que é esse aqui ó:

BOO! 

Tem acessório mais pavoroso do que um boy magia negra?

E como última apresentação nessa 3º edição do The Modern Guilt Awards, para a nossa despedida, ficamos com o pai e a filha mais adorável de 2011, cantando um dos nossos mantras durante esse ano que foi “Home” do Edward Sharp And The Magnetic Zeros.

E assim (para quem resistiu bravamente e não dormiu no meio da nossa premiação, algo que eu não admitiria e expulsaria gentilmente da minha festa jogando um cosmo na cara, rs), depois desse nosso flashback pelo ano de 2011, terminamos mais um The Modern Guilt Awards. Mas fica, que em 2012 tem mais! Smacks!!!

ps: e obrigado a todos os leitores do Guilt pela companhia em 2011 hein? AMEI!


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