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The Modern Guilt Awards 2013, o quinto ano do melhor prêmio de todos os prêmios

Janeiro 1, 2014

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E para quem achou que  esse ano não teríamos o já tão aguardado The Modern Guilt Awards, eis que surgimos não tão tradicionalmente assim e dessa vez no primeiro dia do ano, com mais uma edição do prêmio mais descaradamente roubado para quem a gente gosta de verdade. É isso mesmo, aqui trabalhamos com máfia, nos aceitem.

Novamente recheado de muito favoritismo favorito, opiniões super pessoais e uma disputa sempre muito acirrada e de vez em quando roubada descaradamente (categorias como Höy do ano são sempre uma pancadaria de magia na minha cabeça. Tenho até sonhos com essas batalhas, os quais, desde já eu agradeço a minha own imaginação, rs) e para essa quinta edição da nossa tradicional e aguardadíssima premiação, contamos novamente com a dupla Poehler Fey como apresentadoras oficiais (imaginárias, claro), elas que a gente gostaria que apresentassem todos os prêmios do universo, inclusive o bingo de fim de ano na casa da avó ou até mesmo as reuniões de condomínio. (mas imagem também o Seth MacFarlane fazendo alguns comentários entre um intervalo e outro em nossa premiação. Inclusive, imaginem 2 Seths, tipo os dois velhinhos que aparecem sempre nos Muppets, Statler e Waldorf)

Portanto, segurem a barra desse vestido branco assinado porém manchado com qualquer coisa que nós preferimos não revelar para evitar o constrangimento, parem de reclamar das barcas de oferenda sempre nada ecológicas e tão pouco biodegradáveis apenas por um instante (mas apenas por um instante, porque neam?), segurem na mão do boy magia mais próximo (nem que seja aquele poster do Dione Depp antigo pendurado dentro do armário) e se preparem, porque já vamos começar e vamos começar com os Muppets, é claro, porque tudo nessa vida deveria  começar com os Muppets. TU-DO!

 

Höy do ano> Justin Timberlake

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Esse ano, o Aaron Taylor-Johnson apareceu gigantão e nós AMAMOS, o Alexander Skarsgard apareceu mais sueco do que nunca, mesmo tendo feito essa aparição timidamente com a desculpa do “frio”, que nós preferimos acreditar do que aceitar qualquer tipo de “miúdos” como desculpa, o Peter Pacey desfilou sua magia por Sã Paula e nem sequer me esbarrou (#MÁGOAETERNADEQUEMNUNCAVAISEPERDOAR), tivemos shirtless aguardadíssimos e de surpresa do Chris Martin e do John Krasinski pelos quais seremos gratos por um bom tempo (até sair o próximo), redescobrimos o Theroux, o boy magia da Jennifer Aniston, tivemos também a redenção da magia do Waldau em GOT, o encontro da magia entre o Armie Hammer (que segurou um terno vermelho como poucos!) e o Dione Depp, o Michael Fassbender andou meio sumido, apesar de ter aparecido diabólico no trailer de “12 Years A Slave” e mesmo sendo o vilão pavoroso da vez, conseguiu nos despertar certos interesses ruivos recorrentes e o Ryan Gosling (que dizem que terminou de vez com a Pure Evil) resolveu se enfiar em um buraco obscuro qualquer (esperamos que não esse que estamos pensando) e até que andou meio que sumido também, não? Ahhh… e m 2013, descobrimos também a magia do Tom Hiddleston, que é ruivo, canta, dança, representa e enfeitiça. Höy!

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Mas a verdade precisa ser dita e quem realmente resolveu reaparecer em 2013 para roubar nossos corações foi uma #CRUSH antiga, dos nossos tempos de adolly que atende no falsete pelo nome de: Justin Timberlake. (#PANTSDOWN)

JT reapareceu e cantando, algo que a gente já estava morrendo de saudades e ainda chegou relaxado (com o picumã mais copiado de 2013), barbudo (barbas foram realmente muito importantes para a magia desse ano. E que continue assim em nome de todos os lenhadores do mundo!), cantando em falsete e requebrando aquele quadril como nenhum outro membro de qualquer boy band desse mundo, incluindo os Beatles, rs.  E ele não veio para brincadeira, porque lançou um dos álbuns mais comentados do ano em duas partes (de uma delas pelo menos nós falamos por aqui, e a outra preferimos evitar o constrangimento, if you know what i mean), foi em tudo quanto é programa de TV e fez algumas participações impagáveis, além de ter voltado no SNL como convidado especial e apresentação da noite no seu próprio programa. Howcooloisthat? (uma dos melhores momentos de 2013 foi ele anunciando ele mesmo no SNL) Até uma premiação da MTV em 2013 ele conseguiu nos fazer assistir até o fim (com interesse, apenas até a sua apresentação, claro), com a promessa (cumprida) de reaparecer ao lado dos seus ex parceiros de NSYNC, onde ficou bem claro o porque continuamos apaixonados apenas por ele de todos os outros em 2013. No dia seguinte, só se falava disso nas rodinhas dos bebedouros de todas as empresas com pelo menos 1/2 funcionário gay e ou 2 mulheres de bom gosto, rs.  Sem contar que ele ainda andou dando uma passadinha pelo Brasil, para um único e injusto show (injusto porque foi só um e eu não fui, claro), para nosso total desespero.

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Por todos esses motivos e pelo conjunto da obra da magia mágica atual e principalmente pela evolução do look jeans com jeans (nunca vamos esquecer aquele look horrorendo Justin. Nem de você, Britney) e cabelo de miojo platinado em 180 volumes, apesar de ter casado com aquela lá que escolheu um vestido rosa de debutante para o momento mais importante da história de inveja dos boys no falsete alheios (outro detalhe que jamais esqueceremos de sua mitologia, JT) é para o Justin Timberlake que gritamos com voz fina de adolly (porque nessa hora, o passado sempre volta e volta com força!) o nosso Höy mais sonoro do ano: HÖY!

Pergunta honesta de 2013: quantas vezes fomos pegos no Metrô cantando “Mirrors” fazendo biquinho e ou firulas de diva com as mãos, sonhando com um dueté ao lado do Mr JT? Eu, nunca. (mentira/todo dia)

 

Hecatombe da magia> David Beckham x 6

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Bem que eu gostaria de dar esse prêmio para o abraço que a gente adoraria dividir entre o Dione Depp e o Marcus Mumford e ou esse encontro entre o Bradley Cooper e o De Niro, mas fica difícil alguém conseguir superar o David Beckham multiplicado por 6 como o nosso Hecatombe da magia do ano de 2013.

É, realmente fica muito difícil. Höy!

 

Maravilinda do ano> Beyoncé

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Lembra quando a Beyoncé apareceu com seu real hair curto bem curto? Foi um drama!

Aí ela não passou muito tempo com aquela tragédia capilar e já foi logo tratando de arrumar perucas novas, porque é rica, claro e continuou criando lindamente sua Ivy Azul, passou pelo Brasil e dançou até funk e de quebra, perto de encerrar o ano, lançou um álbum na surdina, com 14 faixas de 17 vídeos (sensacional, do qual precisamos conversar a respeito), sem ninguém sequer achar que ela estava trabalhando em um projeto novo. Ou seja, tem como o prêmio de Maravilinda do ano não ser de uma mulher dourada como a Beyoncé?

Isso e o fato de que como em toda boa premiação que se preze, nós amamos valorizar uma mulher que se entrega ao personagem dessa forma, a ponto de raspar a cabeça e quase acabar com toda sua magia, rs

E no novo álbum, encontramos delícias como essa “Drunk In Love”, que ela canta ao lado do seu boy magia (não julguem…), Jay Z. (e eu AMO essa aqui também ó #AMAMOSESSETIPODECAFONICE)

 

Listen Up do ano: The National  – Trouble Will Find Me

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Durante boa parte desse ano, na minha nova aventura profissional, “Trouble Will Find Me” foi o meu mantra. Tinha até medo quando chegava nessa parte da música, porque vai que neam? (“Sea Of Love”).

Depois me apaixonei e “This Is The Last Time” e “My Girl” viraram as minhas preferidas (e eles ainda cantaram ambas em The Mindy Project, em um plot de casamento gay, ou seja, confirmou! Mindy deveria ser minha nova melhor amiga, só para constar e justificar todos os meus tweets e retweets para ela, rs). É, sou desse tipo de gente que sonhava em encontrar com o outro no elevador no momento exato em que uma dessas duas faixas estivessem tocando no meu iPod, algo que um dia até aconteceu, ainda não como eu esperava e não no elevador, mas tudo bem também. Humpf!

Voltando, antes disso estive viciado em “Don’t Swallow The Cap” e “Sea Of Love”. Mas a verdade é que o álbum é inteiro sensacional e certamente, o melhor de 2013. (pelo menos foi o que eu mais ouvi esse ano inteiro e continuo ouvindo)

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Por favor, alguém traga a banda esse ano para o Brasil e não esperem o Trouble Will Find Me fazer aniversário de 2 anos para isso, como sempre. Humpf!

(♥)

 

Popcorn do ano: Before Midnight

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Esse ano fui bem menos ao cinema por falta de tempo, mas se teve um filme que eu não poderia ter perdido por nada nesse mundo em 2013, esse foi “Before Midnight” e para ele, consegui escapar em um fim de tarde, dos mais importantes desse ano até então. (juro, cheguei de um ponto ao outro da cidade em 5, 4, 3, 2, 1!)

O terceiro encontro de Jesse e Celine, alguns dizem que o último deles, a conclusão dessa que é uma das minhas histórias de amor preferidas no cinema. O filme além de muito especial por tudo que já comentamos por aqui, aconteceu para mim em um momento também muito especial, que eu achei lindo que assim ficasse marcado na minha memória e história. (♥)

Por esse motivo e por todas as senhoras sexagenárias que me acompanharam naquela tarde deliciosa ao lado de Jesse e Celine (precisamos marcar aquele café, hein garotas?) e essa história de amor real e inspiradora (só acredito nesse tipo de amor, não adianta), nada foi mais especial no cinema em 2013 do que “Before Midnight”. NA-DA!

ps: assistam também os outros dois. E assistam também “2 Days In Paris”, da Julie Delpy. Sério, assistam e me digam se ela não sou eu?

 

Coffee and Tv do ano> Breaking Bad

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Sem a menor dúvida, Breaking Bad foi a série do ano. Com um encerramento fora do comum de tão bom, a história de WW encontrou o seu ponto final com um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais da história da TV.

Impossível não se emocionar e ou achar que o Bryan Cranston acompanhado do Aaron Paul mereçam todo e qualquer prêmio por suas atuações deliciosas a frente desses dois personagens. O mesmo vale para toda a série, que conseguiu durar 5 temporadas (com a última delas sendo arrastada por mais um ano, um costume covarde do AMC. Repito: COVARDE!) mantendo o mesmo nível de excelência do começo ao fim. Que delícia de série. DELÍCIA!

Clap Clap Clap, de pé!

 

Guilty Pleasure  + Euri do ano:  The Mindy Project

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Sério, de tudo o que eu vi esse ano na TV, além da triste decadência de Parks And Recreation, Rasing Hope se encontrar presa na fórmula “Burtinia”, esquecendo de criar a própria Hope e Modern Family se mantendo como uma comédia corretíssima porém continuando a se repetir, The Mindy Project foi o que mais me divertiu com prazer durante a sua atual Season 2 (que nem acabou ainda, mas já estou apaixonadíssimo). Assumo.

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Além de inúmeras participações, como a do próprio The National, nosso listen up do ano, a série só tem melhorado e conseguido construir os melhores e mais adoráveis personagens masculinos da TV atual. E a própria Mindy continua ótima, representando exatamente o tipo de gente maluca que nós conhecemos bem quando simplesmente olhamos no espelho e ou apontamos o dedo para nós mesmos. (falando por mim e certamente para alguns de vocês que conseguem acompanhar minha mente confusa)

Como se todos os motivos acima já não fossem o suficiente para que The Mindy Project se tornasse o nosso Guilty Pleasure do ano, ela ainda é do tipo de série que nos entrega esse tipo de presente aqui ó:

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

 

Especial mais especial do ano: The Day Of The Doctor

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Porque uma série comemorar 50 anos realmente não é para qualquer uma e a experiência de ter dividido uma data tão especial no cinema, em 3D e em real time com a terra da rainha, foi algo realmente muito especial.

E mais especial do que isso só mesmo a interação de todos os whovians presentes no cinema naquele dia, algo que acabou sendo uma grata surpresa. Eu diria até que emocionante, de verdade.

Esperamos ter mais motivos para encontrar com o Doutor no cinema daqui para frente. (e sim, eu já assisti o especial de Natal desse ano, aquele com a despedida do Matt Smith e para isso eu confesso que precisarei de mais tempo para dividir com vocês esse momento particularmente difícil para mim)

 

Maratona do coração do ano> My Mad Fat Diary

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Esse ano eu realmente não consegui encontrar tempo para grandes maratonas. Ainda me devo assistir Merlin, Luther e até as novas Orange Is The New Black, House of Cards (essas primeiras todas disponíveis no Netflix, meu novo melhor amigo) e Masters of Sex, eu ainda não consegui dar conta de assistir. Mas estão todas na fila de resoluções para 2014. Vamos acreditar, que vai dar certo!

Mas consegui tempo para uma maratona rapidinha de My Mad Fat Diary, uma comédia inglesa sobre uma garota bem acima do peso vivendo nos anos 90, daquelas do tipo que você não pode deixar de assistir (ainda mais sendo tão curtinha como todas as inglesas. Espero que essa constante não se repita quando o assunto for “os ingleses”, rs. Sorry, não consegui resistir…), tendo você sido ou não alguém no grunge dos 90’s (até hoje tenho o Kurt Cobain como referência de magia adolly, não adianta). Da trilha antiga que vai te trazer lembranças à mitologia de uma história dura, porém extremamente foufa e muito bem humorada, tudo é muito especial na série inglesa, mas talvez o seu forte mesmo seja sua personagem principal, que é absolutamente deliciosa!

 

Larguei e não volto mais do ano> Várias

Por falta de tempo, coragem e ou por me amar demais para continuar me torturando com torturas torturantes, em 2013 eu abandonei:

JESSICA CAPSHAW, SARA RAMIREZ

Greysa, porque eu não consigo me importar com mais nenhuma daquelas pessoas (e os plots todos também não estavam ajudando em nada) e tenho quase certeza de que quem eu ainda gosto, provavelmente vai continuar bem e ou acabará morto em um acidente idiota qualquer, então… nem ligo mais.

E sério que alguém consegue suportar esse casal?

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Once Upon A Time, que ficou infantil demais, bobinha demais, chatinha demais. É, já deu, por isso nem vi nada da Season 3. Sem culpa, apesar de sentir falta da magia do Charming e ou do Gancho de vez em quando, que eu mato saudade olhando para os meus adesivos do GetGlue, que foi outra coisa que eu abandonei esse ano, uma vez que agora eles disseram que não vão mais enviar os stickers para as nossas casas. Sacanagem!

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Awkward talvez eu ainda retome um dia que eu não queira pensar muito e ou estiver passando na TV, mas fato é que a Jenna andou ficando insuportável do tipo que você passa a torcer para perder todos os boys, a família e o emprego na TV também.

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Outra que andou em perigo em minha watchlist foi The Walking Dead, que beirou o insuportável ao longo dessa primeira metade da Season 4. Se não melhorar e muito durante a sua segunda parte, eu não volto mais e está decidido! Mas tem que melhorar muito mesmo.

Pausa para mais um musical, dessa vez com o HAIM, as irmãs que a gente gostaria que fossem as nossas irmãs nem que fosse apenas para herdar a cabeleira (e as roupas), com “Falling”.

 

Foufurice do ano> Flynn Bloom

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Apesar do Tom Hardy ter se esforçado bastante ao lado desse cachorrinho super foufo para tirar aquela imagem de vilão do seu Bane…

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… e até mesmo tenha pedido o reforço de um little Bane para tal tentativa desesperada…

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… novamente, nada foi mais foufo e adorável esse ano do que continuar acompanhando o Flynn Bloom e seus passeios ao lado da família, que foram muitos e um mais foufo do que o outro…

Orlando Bloom

… e pra mim, a imagem acima resume tudo o que poderia ter acontecido de mais foufo no mundo durante o ano de 2013. Isso e o BatKid, claro.

 

Da série casais que nós mais amamos em 2013> Peter Pacey + Diane Kruger

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Sorry, mas sou super tendencioso quando o assunto são esses dois por aqui.

(♥)

 

Aproveitando o momento, acho que podemos fazer uma pausa para ouvir o The National cantando “My Girl”, não?

 

A ruiva mais ruiva que deitou com toda e qualquer ruiva do ano> A filha da Julianne Moore

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Sério, quem é que depois dessa imagem não correu para um santo qualquer e pediu uma filha com exatamente esse tom de ruivo? QUEM?

Porque se nossas chances com o Fassbender, o Hiddleston e ou o Prince Harry não fizerem efeito, o negócio é mesmo apelar para um santo qualquer.

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano: Funko + Lego

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Porque a minha vontade é de trabalhar a troco das duas coisas. Sério, vou incluir essa opção no meu próximo contrato…

 

Vício do ano> Dumb Ways To Die

Eu sei que o jogo não é nenhuma novidade, mas é super foufo, tem esse vídeo delicioso e é altamente viciante. ALTAMENTE!

Acreditem ou não, ainda nem tenho todas as criaturas, mas já estou bem perto de.

 

Eu sou ricah do ano> Gwen Stefani vs Katy Perry

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Porque é sempre bom ver alguém com quase nada de esforço deixando alguém que visivelmente tem se esforçado muito tanto para tentar se manter tanto quando do lado errado da coisa com a cara no chão, como aconteceu no dia desse encontro entre a Gwen Stefani e a Katy Perry, que quase sumiu diante de tanta magia entre a década de 90/2000 e até hoje.

VRÁAA!

#OFUSCADA

 

Capa do ano: Alexander Skarsgard para a sueca Man Of The World Issue 3

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Porque se suas partes ao sul não ficaram em chamas após bater o olho nessa imagem, você certamente se encontra com sérios problemas (ou talvez apenas pertença a um outro target, porque nem todo mundo é perfeito, não é memo? rs)

Höy!

 

Catwalk do ano> Romeo Beckham para a Burberry

Esse ano, o mundo da moda andou meio assim, a ponto da gente não conseguir lembrar de muita coisa bacana além da dança das cadeiras de sempre. Humpf!

Mas o que rolou mesmo de bacana esse ano (e que nos fez sentirmos mais velhos, fato) foi o Romeo Beckham estreando lindamente na Burberry ao som de Tom Odell.

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E mais tarde, ainda tivemos a Harper conseguindo o fato de roubar um sorriso do Diabo herself. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: tivemos também esse documentário aqui, que é bem bacana e pode te fazer pensar sobre o assunto…

 

Post do ♥> A minha culpa moderna

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Esse ano, conversamos menos por aqui, principalmente nesse segundo semestre, eu reconheço.

Em um momento de dúvida e completamente dividido entre a falta de tempo e a falta que eu sei que tudo isso aqui iria me fazer, incluindo conversar com vocês nos comentários, resolvi ser honesto e fazer esse post fazendo uma mea culpa moderna.

O resultado? Um monte de carinho que eu recebi de alguns de vocês e por isso, novamente: THNKS (♥)

 

Trucão do ano> o namoro não namoro mas namoro da Smiley Cyrus e o Liam Hemsworth

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Juntos, separados, juntos novamente. Antes de usar biquini cavado e se esfregar em ursos de pelúcia e bonecas pavorosas, Smiley bem que insistiu em tentar salvar o seu NOIVADO, circulando uma vez a cada 3 meses ao lado do seu até então NOIVO para a sociedade, ele que sempre fez questão de aparecer sorridente e ou muito feliz de estar cumprindo esse possível contrato ao seu lado.

E nesse caso, a leitura corporal (dele) sempre nos deixou fortes indícios de que essa relação estava muito bem… perto de acabar.

Sério que alguém acreditou?

 

Toda cagada do ano: Smiley Cyrus

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Acho que não precisamos nem falar muita coisa porque só essas poucas imagens acima reunidas são todas auto explicativas a ponto do nosso silêncio e preguiça se tornarem nossa maior arma nesse momento. ZzZZZ

Mas enfim, Miley conseguiu aparecer, feia, mas conseguiu.

#NAOTABOMNAO

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E essa foi mais uma edição do melhor prêmio de todos os tempos, o The Modern Guilt Awards. E para você que não dormiu até aqui, voltamos oficialmente a partir de 06/01. Smacks!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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Antes da meia noite, ou a qualquer hora do dia ou da vida

Outubro 30, 2013

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Anos atrás, nos deparamos com esse casal, Jesse e Céline, se encontrando pela primeira vez em um trem (“Before Sunrise”, de 1995) e vivendo uma ótima história de amor que tinha pouco tempo para durar por questões geográficas. Apesar das juras quando o cronometro começou a acusar que já não havia mais tempo para permanecerem juntos em Viena, pelo menos não naquele momento, desconfiamos que aquela poderia ser apenas mais uma história de amor para se lembrar com certa saudade e levar para a vida, mesmo tendo identificado facilmente logo de cara que algo de realmente muito especial havia acontecido entre aqueles dois.

Alguns anos depois, tivemos a chance de ver o reencontro da dupla pela primeira vez desde a promessa (não cumprida) que haviam feito no primeiro filme (“Before Sunset”, de 2004, o meu preferido de todos), ambos vivendo já os seus 30 e poucos anos e tendo muito o que conversar depois de terem ficado tantos anos separados e o pior de tudo isso, sem ter tido a chance de colocar um ponto final naquela história que já havia nos convencido desde o começo. Ele agora havia se tornando o homem que sempre sonhou ser, escritor, pai de um filho, com esposa (e um casamento não muito feliz, apesar disso só ter aparecido como detalhe no filme e não ter sido justificativa para qualquer outra coisa) e vivenciando um momento bastante especial em sua carreira, momento esse que teve como fonte de inspiração justamente aquele primeiro encontro com Céline, quando ainda jovens, lá atrás. Ela por sua vez também já havia se tornado a mulher que gostaria de ser (quando digo isso, penso em uma questão de repertório, valores, fundamento, essas coisas, não que eles já tenham alcançado o ponto mais alto de suas vidas tão cedo assim), apesar de ainda ter algumas pontas soltas em sua vida e estar apenas namorando no momento.

Esse primeiro reencontro acabou acontecendo justamente por conta da história dos dois que acabou virando um livro de sucesso escrito por ele, do qual Céline se sentia responsável de alguma forma (com toda razão), apesar de renegar o sentimento tentando justificar ter se sentido um tanto quanto ofendida e não representada tão fielmente assim na versão da história do Jesse. Assim, ambos tiveram muito o que dizer um para o outro até o pôr-do-sol, além da inevitável questão que ainda pairava na mente de ambos mesmo anos depois, sobre o que teria acontecido se eles tivessem mantido a promessa que foi feita ao final do primeiro longa ou se pelo menos algum deles havia cumprido com o prometido, quando ainda bem jovens.

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Pessoalmente, eu acho “Before Sunrise” uma obra prima. Sempre achei. Gosto da história, dos personagens, da forma como consigo me identificar facilmente com ambos e principalmente, da forma como eles conseguiram me convencer que foram feitos um para o outro em um caminhar por Paris, sem muito contato físico (tá, vamos dizer que esse reencontro ter acontecido na Shakespeare And Company, contou alguns pontos a favor), sem beijo e apenas uma enorme vontade (AMO ela morrendo de vontade de tocar o cabelo dele dentro do carro, próximo ao final do filme, por exemplo). Naquela cena final, com Céline fazendo uma performance à la Nina Simone e o Jesse atrasado para o voo que o levaria de volta para sua família nos USA, mesmo sem ter tido exatamente uma conclusão, além da ideia que ficou no ar e o 1/2 sorriso claro e evidente do Ethan Hawke (maravileeeandro desde o primeiro filme) durante a cena, na minha cabeça, estava mais do que claro que ele jamais teria pego aquele voo de volta. Jamais! Quando gosto demais de uma história ou personagem, gosto também de criar a minha própria versão para eles, mesmo quando suas obras já se encontram encerradas e por isso, sempre assumi para mim mesmo que Jesse e Céline estavam juntos, em algum lugar do mundo, vivendo extramente felizes (daquele jeito bem real, claro). Isso mesmo antes de saber e ou imaginar que o filme ganharia uma continuação. E a propósito, apesar de ter os meus momentos bem Jesse, não preciso nem dizer que eu sou exatamente como a Céline, preciso? (para você que está pensando em “não”, achei mesmo que não fosse necessário, rs)

Pois bem, anos depois novamente, ganhamos uma espécie de conclusão (para essa que é sem dúvida uma das minhas histórias de amor preferidas do cinema) com “Before Midnight”, encerrando a trilogia do diretor Richard Linklater. E lá estavam eles, Jesse e Céline, juntos (confirmou!), anos depois, em uma viagem de férias pela Grécia antiga com as filhas gêmeas e a continuação dessa história de amor que a essa altura já havia ganhado um peso completamente diferente a partir dos anos de convivência do casal e da bagagem que ambos acabaram trazendo inevitavelmente para a relação. (desconfiem de quem não carrega nenhum tipo de bagagem. Apenas, desconfiem…)

Apesar de reencontrarmos com ambos aparentemente vivendo felizes juntos, percebemos logo de cara que haviam alguns problemas a serem resolvidos e ou um certo nível de culpa no ar que jamais poderia ter sido evitado e isso por conta da não volta do Jesse para a sua família com esposa e filho nos USA (não disse?). Nesse momento, percebemos que Jesse se sentia culpado pela escolha que acabou fazendo, mesmo que ela tenha sido a escolha mais certeira de sua vida, justamente por ter de certa forma, escolhido ser feliz ao lado da mulher que ele realmente mais amou por toda a vida, construindo inclusive uma nova família, do que continuar vivendo ao lado da mãe do seu filho e consequentemente do próprio, que como nos foi ilustrado no filme, tratava-se de uma mulher que ainda não havia superado essa barra, algo totalmente compreensível, diga-se de passagem. Apesar de todo esse peso em sua consciência, sua relação com o filho parecia ser excelente, algo que não tivemos a chance de observar e apenas ouvimos sobre, assim como aceitação do menino hoje já adolescente em relação a Céline, aceitação que é possível considerar a mais natural possível, porque podemos dizer que é praticamente humanamente impossível não acabar completamente apaixonado pela personagem da atriz Julie Delpy. (com quem obviamente eu também me identifico e muito)

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E essa culpa toda Jesse de certa forma acaba dividindo com a Céline, que querendo ou não, se sentia parte da questão, principalmente por ter permanecido com o amor da sua vida em Paris e ter construído a vida de ambos por lá, dificultando assim o seu convívio com o filho (algo que mais tarde, acabou sendo ainda mais dificultado pela própria mãe do garoto como forma de vingança). Para ela, sobraram as típicas e honestas reclamações de uma mulher, mãe de gêmeas e que além de tudo, como quase todas as outras mulheres modernas, tentava se dedicar ao trabalho e  quando a sua carreira carreira acabou se estabelecendo em um outro patamar, novas questões acabaram surgindo na vida desse casal, que mais uma vez vivia uma espécie de ameaça por questões geográficas. Nessa hora e com total razão, apesar de entendermos completamente o lado dele, Céline acabou se sentindo completamente negligenciada pelo marido, que ela havia apoiado em sua carreira por todos esses anos, mas que naquele momento não retribuía tamanha dedicação ou comprometimento em relação a ela. (na verdade, ele acabou se vendo completamente dividido, e isso ficou bem claro e também foi altamente compreensível, assim como o discurso dela em relação a ele não ter acompanhado algumas etapas da vida do filho e isso já não ter mais volta)

A partir desses conflitos todos e com a Grécia como plano de fundo (cenário perfeito para uma tragédia grega), ganhamos mais alguns diálogos inesquecíveis desses dois, com ambos compartilhando um pouco mais de tudo novamente, desde algumas memórias lindas, como quando ela diz se lembrar com saudade do tempo em que a barba dele ainda era ruiva e o quão branca ela já estava ficando a essa altura (sério, meu coração quase explodiu em milhares de outros corações nesse momento = ♥ #PLIM), até uma série de referências aos dois filmes anteriores, como ambos observando o pôr-do-sol, por exemplo. Todas absolutamente especiais e comoventes para quem for mais apegado a detalhes. E é preciso evidenciar o quanto ambos atores parecem conhecer aqueles personagens, nos deixando com a sensação de que o filme é mais uma conversa solta entre ambos do que uma obra dirigida e com roteiro. (algo que a partir do segundo filme, ambos passaram a fazer parte também de tamanho envolvimento e carinho com o projeto)

Durante o longa, além de tudo isso, ainda ganhamos alguns parâmetros bem inteligentes em relação a história do casal, como quando eles se deparam com uma versão mais jovem de uma história de amor também separada geograficamente, percebendo que hoje em dia, com todos os recursos que quase todo mundo tem acesso, eles só não teriam mantido contato se realmente não quisessem e não teria sido necessário esperar até o reencontro de ambos, anos depois em Paris. Na companhia de outros personagens (diferente dos demais filmes), Jesse e Céline compartilham o seu melhor e vivenciam outras histórias de amor também, que acabam funcionando como pequenos contos dentro da própria história deles, algo que acabou contribuindo ainda mais para que o filme se tornasse algo tão especial. Aquela história da mulher que já havia perdido o marido então, foi de desabar qualquer um em lágrimas.

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Mas o forte desse terceiro filme realmente foi a grande discussão que quase acabou encerrando de vez essa linda história de amor (claro que precisaria de muito mais para uma decisão tão séria, mas ainda assim poderia ser o começo do fim), com ambos despejando algumas verdades na cara um do outro e aproveitando o momento para dividir a parcela de culpa que sentiam por conta dessa relação tão forte. Nesse momento, além de excelentes argumentos e um diálogo certeiro e afinadíssimo como sempre, é praticamente impossível não acabar se relacionando de alguma forma com o problema em questão e a história de amor dos dois. Sabe quando apesar de parecer um pensamento cruel, você chega a conclusão de que realmente foi necessário sacrificar algumas coisas da sua vida para conseguir viver outras, ou quando você acaba se dando conta de onde a sua relação pode acabar parando se um dos dois disser a coisa errada na hora errada? Então, mais ou menos isso ou pior, rs.

Confesso que essa foi a minha estreia mais aguardada para esse ano. Na época, não foi nada fácil conseguir assistir o filme, que estava disponível apenas em algumas salas da cidade de São Paulo e em horários nada convidativos. Acabei assistindo o longa em uma tarde, em um dia que se tornaria bastante especial para a minha vida profissional (não estou dizendo que eu sou a Céline?), e foi ótimo ter esse ponto em comum com a personagem de Delpy naquele momento. Além disso, por se tratar de uma sessão a tarde, imaginei que a mesma pudesse estar vazia, mas para a minha total surpresa, acabei me deparando com diversas senhoras, alguns jovens casais e pessoas de meia idade durante a sua exibição. Por me sentir extremamente próximo dos personagens e realmente AMAR toda essa história, acabei me vendo entregue as lágrimas por diversas vezes, do começo ao fim, algo que acabei compartilhando com uma senhora que estava sentada ao meu lado e me ofereceu um lenço. Uma foufa! Nos tornamos amigos obviamente (e ela decepcionadíssima porque eu não estou no Facebook, é claro) e no final da sessão, em uma conversa animada sobre o longa e seus dois antecessores, acabamos reunindo mais algumas colegas em um bate papo solto no café do cinema que acabou durando algumas horas e me fez me sentir um pouquinho como no clube do livro da Oprah. Desculpa, mas precisava dividir esse momento com vocês. Enfim…

Concluindo por enquanto essa história de amor fora do comum (do tipo que a gente adoraria viver um dia), ganhamos uma ótima leitura do próprio Jesse encontrando Céline de cara amarrada sentada a beira mar (quando ela não volta mais depois de bater a porta por diversas vezes durante aquela grande discussão é de dar um nó na garganta daqueles), ele que nesse momento falava por ele mesmo, só que eu uma versão do futuro, em um momento de extrema doçura. Um final extremamente simples e muito bem humorado, que nos transportou imediatamente para a realidade e o sentimento daquele casal e nada mais natural que antes da meia noite eles acabassem resolvendo todas as suas pendências momentâneas, lembrando o mais importante, que foi o que os manteve unidos desde então, mesmo durante todos os anos que permaneceram separados, até aquele inspirador reencontro em Paris do qual eles nunca mais conseguiram se separar.

Uma história de amor para se levar para a vida em três partes pra lá de especiais. Quem sabe eles não fazem um quarta parte dela daqui trinta anos? (eu adoraria ver essa versão senior, já sendo um senior também, hein?)

Para assistir até nunca cansar.

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Before Midnight, o trailer

Março 28, 2013

Awnnnn, como é bom encontrar o casal Jesse e Celine novamente, não? (♥)

Aliás, depois do lindíssimo e animador final de “Before Sunset” (e eu sempre acreditei que aquele final fosse uma final feliz para essa história de amor que é uma das minhas preferidas do cinema, agora só nos resta saber se isso deve continuar, agora novamente quase que 10 anos depois, ainda mais com essa referência as “tragédias gregas” do trailer), essa continuação tornou-se mais do que necessária, além de merecida. (assim como “Before Sunset” acabou sendo para “Before Sunrise”)

No novo filme, encontramos o casal agora visitando a Grecia antiga, nesse que é o terceiro filme da excelente dupla Ethan Hawke (o sonho de consumo antigo da minha amiga para a vida, J., para quem eu dedico esse post- apesar da gente não ter se encontrado mais, acredito que um reencontro nosso seria mais ou menos assim – ♥) e a Julie Delpy (que eu AMO/sou e acredito que sejamos parentes, porque não é possível! E Jesse, se ela é a prefeita da loucura, eu sou o Presidente tentando sem querer virar Rei, rs), dirigidos por Richard Linklater.

Por aqui, o filme chega dia 07/06. Ansiosos? Animados? Vamos todos juntos? Já pode comprar o ingresso? Höy!

 

ps: acreditem ou não, eu que já não me lembrava das gravações da continuação do longa, comecei a chorar ridiculamente, antes mesmo de ver o trailer (que eu nem achei dos melhores, mas confio na força dessa história), de tanto que eu gosto dessa história de amor. Sério. E outro dia fiquei uns 40 minutos convencendo uma menina a comprar o DVD de “Before Sunset” em um loja qualquer, só porque esse é o tipo de filme que a gente não pode aceitar e ou permitir que fique perdido em uma prateleira qualquer. (fiz o mesmo, só que em outra loja, com “2 Days In Paris”. Juro)

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