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13 fundamentos que descobrimos e ou confirmamos durante a Comic Con 2013

Julho 31, 2013

1 – O Tom Hiddleston além de magia confirmada, é muito mais legal do que a gente imaginava 

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E ele ter ido de Loki e sustentado o personagem até o fim durante o painel do novo Thor na Comic Con 2013 foi sensacional. Höy!

 

2 – Confirmou. O Andrew Garfield só pode ser um foufo mesmo #PLIM

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E não é de hoje que a gente vem falando aqui no Guilt que boy para ser magia de verdade tem que ser bem humorado. Deu sorte, Emma Stone. Mantenha.

 

3 – Tem alguém mais bem acompanhado de Aarons  na vida do que o Senhor Bryan Cranston?

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Não, não tem. Será que ele tem alguma superstição envolvendo o nome, TOC ou seria ação do destino mesmo?

E desde quando o Aaron Johnson ficou desse tamanho todo, hein? (Höy!)

 

4 – Confirmou! O Rodrigo Santoro virou um bobble head

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E sim, essa perda nacional foi sentida, mas isso só durou até a gente bater o olho para a direita e dar de cara com o australiano da magia também confirmada do Sullivan Stapleton, que nem estava no seu melhor angulo, mas ainda assim, Höy!

Já viram Strike Back? Recomendo como soft porn, rs (mentira e recomendo não só por isso, rs, porque a série até que é bem boa, apesar de não ser do meu tipo preferido)

 

5 – Confirmou! Fox Mulder e Dana Scully ainda se odeiam, mas se amam

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E que delícia reencontrar com esses dois de amigos, não?

Mas temos que admitir que o tempo foi bem generoso com ela e ele conseguiu se manter até que dignamente (hoje, estou no mode bondade). Höy!

ps: nunca toquem a música de abertura de The X-Files perto de mim. Obrigado. (#MEDO&PAVOR)

 

6 –  E quem é que consegue olhar para o Lee Pace e não imaginá-lo automaticamente em sua cozinha, fazendo tortas com variedades de recheios e muito bem recheadas, huh?

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Ninguém ou alguém com muito autocontrole e ou interesses diversos variados e bem diferentes dos nossos, porque do contrário, não há quem não imagine exatamente isso toda vez. Sério. Höy!

E essa carinha faz até a gente esquecer que ele fez “Marmaduke” (uma torta daquelas e a gente promete que esquece para sempre essa parte do seu CV, Lee). #CREDINCRUZ

Lee Pace que estará em uma nova série do AMC, oitentista (confirmou!), sobre nerds (mas não esse tipo de nerds que você pode estar pensando), conspirações e computadores chamada  Halt & Catch Fire. Veremos…

 

7 –  Sério, alguém conhece a receita dessa dieta do Chris Pratt?

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Além da fome que é certa, alguém sabe o que mais é preciso enfrentar para emagrecer o peso do seu gêmeo siames? Porque a vida com opções de massas, doces, frituras e chocolates está difícil para todo mundo.

Mas não é de hoje que o Chris Pratt é magia e ele só redescobriu o seu feitiço depois de perder o seu dobro ao quadrado. Höy!

 

8 – Estamos achando que a fraqueza do novo Superman não é mais a Kriptonita e sim a coxinha

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Porque o nível de coxismo de seus outfits está ficando pesado para qualquer tipo de herói, não?

Por isso recomendamos um novo stylist com urgência!

 

9 –  Da série casais na Comic Con que nós amamos:

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Richard Madden e Jenna-Louise Coleman, que já eram lindos separados e juntos então, eles completam aquela visão. (♥)

 

10 – Magneto²

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E que encontro sensacional esse da dupla de Magnetos com o Ian McKellen e o Michael Fassbender, não?

Agora, imaginem o seguinte com a imagem a seguir:

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Esses dois brações ruivos (agora enormes, não?) do Fassy te abraçando nessas madrugas gélidas de ultimamente de editor que chega do trabalho em casa as 4h00 da manhã. (#DESABAFANDO)

Sem mais. (pensei em fazer uma piada a respeito do tamanho do Peter Dinklage em uma outra imagem – que também estará no novo X-Men – e um dos membros da anatomia do Fassy que fomos apresentados não tem muito tempo, mas não achei de bom tom)

 

11 – Ainda, o nosso Doutor (♥ + ♥)

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Olho para o Matt Smith, mesmo sem a cabeleira invejável e agora com orelhas de Elfo evidentes (ainda vou conversar sobre esse assunto com o Ryan Gosling…) e sinto os meus dois corações acelerar na mesma hora. #PLIM

E para quem não sabe, esse aí ao lado dele é o Craig Ferguson, o dono do melhor Talk Show da noite (e o mais tarde deles, o The Late Late Show), o único para quem eu aceito perder o título de super fã de Doctor Who. O ÚNICO.

Sem contar que não tem como não invejar esse momento da imagem a seguir, ai ai…

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#TEMCOMONAOAMAR?

 

12 – Say my name, bitches!

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Uma das coisas mais legais de qualquer Comic Con e da vida = O Bryan Cranston e Breaking Bad. Fato. (e esse deve ter sido o último painel da série, humpf!)

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A segunda coisa mais legal também é o Bryan Cranston, só que ao lado do Aaron Paul e com a sua própria cabeça na mesa. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E se você ainda tiver alguma dúvida sobre o fato do Aaron Paul ser um dos caras mais legais de Hollywood, assista a esse vídeo abaixo com ele descendo da sua própria casa para conversar com fãs fazendo turismo no seu bairro.

Sério, eu já separava mais um Emmy para ele só por isso. (♥)

#QUERIDÃO

13 – Clap Clap Clap!

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Não, você não está com qualquer tipo de problema de visão e sim, essa é a nossa Amy Pond, que não pensou duas vezes e raspou seus lindos cabelos ruivos pelo seu papel em “Guardians Of The Galaxy”.

Foi um susto? Foi. (ainda mais quando ela apareceu de peruca e só depois revelou o seu novo visual)

Invejamos cada fio ruivo daqueles que devem ter ficado no chão no dia desse crime? Invejamos.

Mas atriz é atriz e a Karen Gillan que a gente já AMAVA, só subiu no nosso conceito depois disso. Clap Clap Clap!

E a propósito…

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… com o acessório certo (nesse caso, o acessório sendo claramente o Lee Pace), não tem careca certa que não tenha jeito.

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A temporada de Game Of Thrones em que continuamos andando mas que finalmente sentimos que saímos do lugar

Junho 25, 2013

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Avançamos. Finalmente avançamos! Desde que Game Of Thrones começou, ficamos com a impressão de que essa caminhada apesar de grandiosa e impressionante desde sempre, era também uma caminhada demorada, de passos lentos, mas muito lentos mesmo, onde seguimos adiante sem muito senso de direção, sem saber exatamente (ou a todo tempo) para onde estávamos indo. Mas continuamos caminhando lentamente ao lado da série mesmo assim, as vezes nos divertindo um pouco mais (os episódios 9 de todas as temporadas até agora foram todos sensacionais! Mas e os outros? …), as vezes bem menos, a ponto de torcemos o nariz ao ter que encarar mais uma hora da série durante aquela semana, que apesar de sempre fazer bem para os olhos e nos entreter com cenários fabulosos e grandiosos que sempre fizeram parte da sua excelente produção, muitas vezes deixou a desejar em termos de evolução e desenvolvimento da sua história em meio aos seus inúmeros personagens e esse ritmo mais lento da sua narrativa do qual alguns de nós sempre reclamamos. (reclamação considerando apenas quem só assiste a série de TV e não leu os livros, que fique bem claro e que fique bem claro também que uma coisa não deve depender da outra)

Retornamos da segunda temporada encontrando um pouco mais do mesmo, com aqueles poucos minutos para cada um dos seus inúmeros personagens nos situarem a respeito de seus paradeiros e intenções daqui para a frente. Nada muito animador e assumindo uma postura de vez em quando quase presunçosa demais ao apostar que a sua audiência ainda se lembrava exatamente de onde paramos durante a temporada anterior, que na verdade se tratava de apenas alguns passos a frente, mas ainda assim, alguns passos a frente para inúmeros personagens e pequenas histórias. Uma boa sugestão para quem assiste GOT talvez seja assistir de novo a season finale da temporada anterior antes de começar uma nova, só para facilitar um pouco mais as coisas, já que elas acabam sendo sempre uma grande introdução a tudo que ainda está por vir na série.

Cheguei até a reclamar em um dos meus textos dramáticos sobre o que estaria acontecendo com a minha/nossa TV atualmente, que aparentemente estava sim passando por uma crise criativa daquelas (ainda está), texto em que entre outras, citei também GOT como uma das minhas decepções do momento, onde a essa altura, o que de mais animador que já havia acontecido na temporada atual da série até então, foram apenas aqueles minutos finais de um episódio onde todo mundo ficou excitadíssimo comentando pelos sete reinos (“Aquele com o churrasquinho”, que seria o nome do episódio de GOT em Friends devidamente traduzido, rs_), mas que na verdade havia sido apenas aquilo mesmo, a velha fórmula de nos enganar com finais sensacionais depois de 40 e poucos minutos de muita enrolação. Até que um dos leitores do Guilt e da franquia de livros (Thnks V.) acabou me alertando honestamente sobre o fato de que na verdade, a história de GOT e a sua narrativa era basicamente apenas aquilo mesmo, muitos personagens, longas caminhadas e alguns acontecimentos mais animadores no meio do caminho. Após esse depoimento sincero e sem falsas esperanças (de vez em quando eu ainda acabo caindo nessa “animação exagerada” de alguns), confesso que acabei “aceitando” melhor o fundamento da série e o seu propósito, entendendo que seria perda de tempo achar que grandes mudanças estavam por vir em relação ao ritmo dos seus acontecimentos…

Costumo dizer que assistir Game Of Thrones é como estar jogando uma partida de um jogo de tabuleiros qualquer, do tipo que você tem que jogar os dados para avançar as casas até o final do mesmo. Com a diferença de que até aqui, a sensação ainda era a de que a gente não andava com muita sorte dentro desse jogo, avançando sempre apenas algumas poucas casas por vez, demorando muito tempo para de fato avançar e encontrar um ponto mais significativo e importante para a história. Talvez tenhamos até ficado algumas partidas sem jogar, por conta da má sorte de termos caído na prisão. (damn it! rs)

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Tudo bem que pelo menos dessa vez, apesar do mesmo ritmo de sempre a princípio, ainda durante o começo da temporada, eles acabaram gastando muito mais de tempo dessa vez com coisas mais úteis do que apenas diálogos soltos e sem muita relevância para a trama principal, nos esclarecendo um pouco mais sobre a sua história e isso além de ter sido bem bacana, foi importante para imaginar os rumos da história ou criar alguma esperança em relação a mesma, projetando o seu futuro. Khaleesi por exemplo, através de algumas fábulas ou histórias contadas por outros personagens a respeito da sua conhecida mitologia dentro dos sete reinos (incluindo o impiedoso Joffrey, que a essa altura a gente sonha que seja morto duas vezes, a primeira pelas mãos da Arya e a segunda da Khaleesi), pela primeira vez tivemos uma noção clara e até mesmo prática da sua importância para a história na retomada do poder que já foi do seu povo no passado e que veio se desenvolvendo dentro da série de forma bem bacana dessa vez. Libertando escravos e atuando basicamente como uma militante em nome da liberdade, Khaleesi foi construindo o seu exército (e ainda continua), que a essa altura é gigantesco e até então dentro da série eu não me lembro de ter visto algo parecido em volume. Com seus dragões ela caminha em busca do trono de ferro, arrastando multidões junto com ela e sendo encarada cada vez mais como uma deusa entre o seu “novo povo”. Até um boy magia ela conseguiu arrebatar nesse meio tempo, demonstrando que sim, ela tem uma ligeira queda pelos grandões cabeludos (apesar desse parecer um franguinho perto do seu Khal Drogo e se aquele outro magia morena que chegou acompanhando o seu futuro marido não tivesse a língua tão solta e não fosse tão escroto, eu não sei não viu? Eu pelo menos me senti inclinado ao erro momentâneo, rs), embora nada tenha acontecido entre eles até agora. Mas certamente podemos dizer que essa foi a temporada da ascensão da Khaleesi e seus dragões, onde a personagem finalmente começou a dar passos mais largos em relação ao seu maior objetivo rumo ao trono de ferro. Sem contar aquela cena grandiosa que encerrou a Season 3, mas que na verdade, apesar de importante e com um significado bem bacana, talvez não tenha sido a melhor forma para se encerrar uma temporada como essa.

E esse recurso das histórias contadas por meio de outros personagens tem se tornado cada vez mais recorrente dentro da série, onde por diversas vezes nos deparamos com alguns deles nos dando algumas pistas importantes em relação a quem são e o que podemos esperar de alguns personagens que parecem importantes dentro da história (tipo a historinha contada pelo Bran na season finale, sabe?), apesar da gente nunca ter certeza de nada em relação a relevância de cada um deles, dado o modo como eles costumam se livrar de personagens que achamos importantes e isso sem a menor piedade. Digo “parecem importantes” porque Game Of Thrones já nos provou desde a sua temporada de estreia que aqui não há favoritos (e ao que tudo indica tão pouco finais felizes) e ou personagens tão principais assim e todos eles podem acabar com a cabeça na ponta de uma lança a qualquer momento, como descobrimos novamente na reta final dessa Season 3.

E se para Khaleesi essa foi uma temporada de ascensão, embora ela não tenha chegado onde gostaria ainda e a gente não ter a menor ideia sobre o quanto isso ainda vai demorar (essa questão da geografia sempre foi um problema na série, algo que aqueles mapas tipo de videogame, mostrando exatamente o ponto onde o personagem se encontra naquele momento, poderia facilitar bastante as nossas vidas, não? Para isso eles poderiam inclusive aproveitar a abertura da série… e o mesmo vale para pop-ups explicativos e lembretes sobre cada um deles, principalmente aqueles que pouco conhecemos), essa foi também a temporada de redenção para o até ontem apenas odioso Jaime Lannister, que agora nós aprendemos a entender e e até a gostar um pouco, vai?

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Jaime que surgiu durante a primeira temporada, foi o responsável pelo acidente do Bran, ficou bem a parte da história durante a Season 2, embora tenha sido mantido como refém por toda ela, algo que até continuou durante a nova temporada, com a diferença de que dessa vez ele ficou ao lado da Brienne, que foi quando o personagem resolveu abrir seu coração e bastou o personagem perder a sua mão de forma cruel até, para entendermos um pouco mais sobre quem ele era, nos revelando novas camadas do personagem que até então a gente gostaria de ver perdendo todos os membros e nem se importava muito. E a relação dele com a Brienne foi desenvolvida lindamente, ela com toda a sua lealdade a Catelyn Stark e ele adquirindo um carinho enorme pela personagem ao longo dessa trajetória, a ponto de voltar para trás quando finalmente estava prestes a encontrar a liberdade no lar dos Lannisters e sendo capaz até de enfrentar um urso com apenas uma das mãos e uma espada de madeira, tudo isso para salvar o pescoço da Brienne, arranhado previamente pelo próprio urso gigantesco em questão. Se até esse ponto da história achamos que Jaime Lannister era apenas mais um vilão em meio a tantos outros interessados a qualquer custo no trono de ferro, hoje desconfiamos que o prince charming dos Lannisters pode ser muito mais do que apenas isso. Mas ainda não esquecemos o que ele fez com o Bran no passado…

Outro ponto marcante da temporada e que também teve a ver com a perda de membros foi a sessão de tortura que teve o Theon Greyjoy (agora também conhecido como “Fedor”, rs) como protagonista, sendo vítima do sádico Ramsay, personagem que surgiu misteriosamente, disfarçado de bom moço, mas que logo foi se revelando como o novo sádico sem limites da vez, se divertindo com Greyjoy preso a uma espécie de “Cruz de Santo André” (se o meu quase irmão estivesse lendo isso, certamente ele falaria “AHA, Essy, todo entendido na linguagem técnica de S&M, neam? rs), que mesmo sem entender nada até agora, acabou perdendo uma valiosa parte do seu corpo, que segundo dizem, parecia ser impressionante… (mas não foi ele que já fez nu frontal no começo da série? É, foi e talvez por isso não tenhamos ficado totalmente convencidos dessa mitologia a seu respeito, rs) e só mesmo no último episódio da temporada acabamos descobrindo que Ramsay era ninguém menos do que o filho bastardo do “novo protetor” do norte, Roose Bolton, que foi quando conseguimos entender o porque daquela motivação toda. E aquela cena final com ele comendo aquela linguiça logo após o ocorrido na sessão de tortura foi de uma sadismo delicioso e por favor, nunca promovam o encontro do Ramsay com o Joffrey, caso contrário, ninguém será capaz de deter essa história de amor e identificação imediata. (talvez por isso eu assista Vicious, série inglesa que também conta com o mesmo ator em um papel totalmente diferente e fico sempre morrendo de medo que ele comece a fazer algo parecido com o casal gay mais adorado do momento, do qual nós já falamos por aqui mas falaremos mais em breve. Se bem que, por lá temos também o Magneto então, acho que ele não conseguiria se dar muito em termos de vilania bem nesse caso, rs)

Tyrion, Joffrey, Sansa (me pergunto até hoje porque tão chata e porque ainda vida. Porque?), Cersei e todo o clã Lannister estiveram mais a parte da história dessa vez e foram mantidos praticamente em casa durante toda a temporada, resolvendo algumas questões familiares ainda pendentes para todos eles, principalmente no que dizia a respeito do estado civil de cada um deles. Nesse hora, lamentamos principalmente pelo Tyrion ter ficado tão de lado, embora tenha ganhado seus bons momentos durante essa temporada, como a discussão com o pai a respeito da sua existência até hoje,  até a exploração do lado mais sentimental do melhor personagem da série, que acabou sendo obrigado a se casar com a Sonsa (com quem ele vem criando uma relação ótima por sinal), em uma cerimônia cheia de ironia e humor negro em relação a “pequena” diferença entre os dois e onde o personagem também acabou ganhando mais alguns de seus bons momentos dentro da série, além das ameaças todas de sempre do Rei Joffrey. Rei que apenas pensa que é Rei, porque na verdade descobrimos que quem anda comandando tudo aquilo é mesmo a mente do patriarca da família, Tywin Lannister, que é além de poderoso, consegue sabiamente manipular o neto, que apesar de se sentir como um Rei (apesar de andar escoltado e escondido dentro de carruagens pelo reino e da sua única tarefa real ser escolher o tecido do seu novo “vestidinho”, rs), não tem muita coragem de enfrentá-lo.

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Apesar de ter ficado mais a parte durante essa temporada, Joffrey continuou construindo a história do seu odioso personagem, sempre envolvido em um capricho qualquer ou em situações com requintes de crueldade absurdas, como suas presas humanas vítimas de suas vontades e caprichos absurdos naquele momento. Personagem que inclusive acabou ganhando uma nova candidata a Rainha, ela que parece estar bem ciente da sua personalidade meio assim, embora continue disfarçando muito bem (só não sabemos exatamente ainda o porque) e que de quebra nos trouxe uma espécie de “Violet” de Downton Abbey diretamente para os sete reinos, uma comparação praticamente impossível de não se fazer devido as semelhanças de ambas personagens embora pertençam a universos tão distintos.

Alguns outros personagens também foram desenvolvidos um pouco mais ao longo da temporada, como a história do Stannis Baratheon e a sua filha com marcas de dragão presa no calabouço, assim como os feitiços e artimanhas da Melisandre, que acabou separando o Gendry Baratheon da Arya, logo agora que ele havia se declarado para ela (um momento bem foufo dentro da série) e tivemos também o plot do pequeno Bran (que cresceu e engrossou a voz, não?), que descobrimos ser um warg e ter certos poderes importantes. Apesar da Season 2 ter terminado com a passeata dos white walkers, pouco eles foram explorados ao longo dessa terceira temporada, onde em relação a eles nós apenas ganhamos a descoberta do Sam de um arma capaz de destruí-los. E podemos dizer também que essa foi uma temporada bem temática para Game Of Thrones, onde além de casamentos e membros decepados, tivemos também um episódio inteiro dedicado as bundas da série, onde observamos Jon Snow vivendo a sua primeira noite com uma mulher, Ygritte, que quem diria que naquela tímida serviçal ruiva em Downton Abbey encontraríamos uma mulher faminta, bem resolvida sexualmente, super amarga e totalmente passional, não?

Até que chegamos ao grande momento dessa temporada, um episódio que teve o maior shock value da mitologia série, muito mais importante, surpreendente e impressionante até do que a morte de Ned Stark no começo de GOT. Um episódio que começou com uma série de “encontros e desencontros”, com a Arya bem próxima de finalmente encontrar parte da sua família e o Jon Snow quase esbarrando nos irmãos Bran e Rickon em um lugar qualquer (sorry, sou fã da Sofia Coppola, que eu descobri fazer aniversário no mesmo dia que eu portanto, me deixem em paz! rs). Nele ainda tivemos um momento bem bacana entre mãe e filho, com o Robb Stark finalmente se acertando com a mãe, Catelyn, para quem ele acabou pedindo conselhos em relação aos rumos da guerra que ele havia travado em busca do trono e que até o momento havia sido vitorioso.

Episódio esse que foi marcado pelo famoso red wedding, que começou como uma grande celebração em meio a um pedido de desculpas da família Stark pelo fato do Robb ter se casado com outra e não cumprido o trato entre as famílias envolvidas (outra que inclusive estava grávida nesse momento), mas que acabou no maior e mais importante massacre que encontramos dentro da série. Em uma cena extremamente violenta e surpreendente, observamos de longe a família Stark sendo mais uma vez massacrada, dessa vez perdendo cruelmente dois dos seus membros também bastante importantes até esse ponto da história (ou que a gente achava importante até então), com o Robb assistindo a mulher grávida sendo brutalmente esfaqueada repetidas vezes na barriga, enquanto o próprio recebia flechas em seu corpo por todos os lados, ainda em choque e sem praticamente conseguir entender o que estava acontecendo. Totalmente desesperada, nesse momento (além da participação do baterista do Coldplay tocando animadamente ao fundo) ganhamos Catelyn pronta para o tudo ou nada diante do mandante de tudo aquilo, o odioso Lord Walder (para o qual nós desejamos uma morte lenta, dolorosa e mais vermelha ainda!), ameaçando cortar a garganta da sua atual esposa (e cumprindo), até que se viu completamente sem forças diante daquela situação desesperadora e acabou tendo o mesmo destino do que a sua vítima. (R.I.P)

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Dessa vez, nada de trilha sonora bacana (mais a do casamento no início desse cena foi bem especial), como ganhamos durante a guerra dos Lannisters durante a temporada anterior (também no ep 9, que no passado mais distante, também foi o episódio em que nos despedimos do Ned Stark. Confirmou!), apenas um silêncio enquanto subiam os crédito, que era exatamente o que a gente precisava naquele momento para assimilar todos aqueles surpreendentes acontecimentos que nos deixaram com a cara no chão por alguns longos instantes. Detalhe que Arya acompanhada do The Round estava logo ao lado daquela cena, a poucos metros de distância de finalmente se ver ao lado da sua família, suspeitando que algo de errado estava prestes a acontecer e vendo de longe o lobo da família sendo cruelmente sacrificado pelos novos inimigos da vez. (e aquela cena com a cabeça do lobo na estaca, hein? Quanto simbolismo!) Um momento que certamente acabou se tornando um choque para todo mundo, principalmente para quem não havia lido os livros, onde de uma hora para a outra nos encontramos novamente sem saber mais para quem torcer nos rumos dessa história no futuro. (mentira, vamos sempre torcer para a Arya. Go Arya! Go Arya!)

Encerrando a temporada ainda meio que incrédulos em relação a tudo o que havíamos acabado de assistir durante o episódio anterior, tivemos novamente um episódio que mais serviu para nos situar em relação aos rumos da história no futuro, com o Snow chegando ferido na muralha, Bran partindo em sua caminhada para o que ele acredita ser necessário fazer naquele momento (depois de um encontro super foufo com o Sam), Genrdy conseguindo fugir antes de ser executado, a irmã do Theon partindo em busca de libertar o irmão daquela tortura e a Khaleesi ganhando uma volume ainda maior para o seu exército, onde o que de mais importante que acabou acontecendo ao longo dessa despedida da Season 3 foi realmente a transformação da Arya, que ainda em estado de choque por tudo o que aconteceu com a sua família (mais uma vez com ela praticamente assistindo tudo bem de perto) e ao ver alguns soldados do lado inimigo zombando de toda aquela tragédia envolvendo a sua mãe e irmão, não pensou duas vezes e teatralmente arquitetou o seu bote para cima do inimigo da vez, o esfaqueando descontroladamente. Ou seja, certeza que a partir daquele momento, Arya nunca mais será a mesma.

E com o peso dessa sensação de perda gigantesca do final da Season 3, nos despedimos daquela que provavelmente acabou sendo a melhor temporada de Game Of Thrones até aqui. Gosto muito da Season 1, que contava com a vantagem do fator “novidade” a seu favor, mas que também já havia contado com os seus probleminhas de sempre, não gosto de muita coisa da Season 2, exceto por tudo o que envolveu o Tyrion e o desenvolvimento do seu personagem ao longo da mesma, mas essa Season 3, apesar de ter cometido alguns dos mesmos erros do passado da série, acabou nos trazendo de volta uma empolgação que a gente não encontrava mais em GOT faz tempo, além do avanço que finalmente acabamos dando em relação a sua história, onde apesar de não ter a menor ideia de onde tudo isso vai acabar, conseguimos novamente nos interessar a pelo menos pensar em algumas teorias a respeito ou até mesmo imaginar alguns sonhos para o seu futuro. Se até aqui a gente se manteve cochilando de vez em quando, podemos dizer que em certa altura dessa nova temporada, alguém nos deu aquele cutucão para despertar no momento certo e parece que agora a coisa toda vai andar de verdade. Mas será que vai mesmo? Bem, isso a gente ainda não sabe, mas mesmo se a série não tivesse ganhando esse saldo positivo durante a nova temporada, a grandiosidade e o cuidado de uma produção como a de Game Of Thrones é quase que uma garantia de que a série não merece ser ignorada em hipótese alguma (ainda mais passando aqui ao mesmo tempo que lá. Clap Clap Clap HBO!), nem quando não nos entregando o seu melhor, o que não foi o caso dessa vez, mas que também já aconteceu no seu passado não tão distante assim.

Veremos…

#Mhysa

 

ps: como complemento de todos os episódios de GOT, recomendo que todo mundo assista a esses vídeos aqui do “Gay Of Thrones” lá do Funny or Die. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou rir alto?

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Não basta ser a nova companion e ter passe livre na TARDIS, tem que namorar o Rob Stark também

Março 19, 2013

Richard Madden + Jena Louise Coleman

Jenna-Louise Coleman, que é Clara, a nova companion (misteriosa) em Doctor Who e que namora quem?

Ele mesmo, Richard Madden (que já foi confirmado em Klondike, primeira minissérie do Dicovery Channel), ou melhor, Robb Stark. Höy!

Ou seja, uma das pessoas que nós mais temos motivos para invejar na vida nesse exato momento, mas só mandamos energia gracinha, porque gostamos de todos os envolvidos. (aliás, que casal lindo, não?)

(♥)

 

ps: toda vez que eu vejo o Richard Madden, me lembro dele pelado em Sirens e imediatamente agradeço a Cher por existir alguém mais branco do que eu, rs

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A longa caminhada a passos de tartaruga da Season 2 de Game Of Thrones

Junho 6, 2012

Game Of Thones foi uma série que apareceu e logo de cara impressionou pela grandiosidade da sua Season 1. Cenários maravilhosos, um elenco numeroso e uma qualidade plástica que nós não estamos muito acostumados a encontrar na TV. Mas logo de cara percebemos que a série iria muito mais além do que uma estética impecável ou uma produção riquíssima. Com seu elenco repleto de personagens e histórias acontecendo ao mesmo tempo em diversos núcleos diferentes, ficava cada vez mais claro que eles tinham muita coisa para desenvolver dentro daqueles cenários grandiosos, algo que alimentado pela nossa curiosidade, nos mantia ali, firme e fortes aguardando ansiosamente o desenrolar da história.

Aparentemente, tudo já de cara parecia ser meio confuso, justamente por essa grandiosidade da série que não se limitava apenas a sua produção e acabou deixando a própria trama um tanto quanto sobrecarregada demais devido ao grande número de pessoas e situações acontecendo todas ao mesmo tempo. Muitos núcleos, muitas histórias e pouca informação sobre os seus personagens, até mesmo sobre os “principais”, algo que sempre nos fez ter medo de nos apegarmos demais a um personagem qualquer dessa história, que talvez acabasse nem valendo tanto a pena assim. E isso ficou ainda mais claro com a cabeça de quem a gente considerava ser o protagonista da série, sendo entregue em uma estaca, ainda no penúltimo episódio da primeira temporada.

Uma surpresa encontrada em uma atitude bastante corajosa, que acabou sendo bem bacana também para a série e toda essa trajetória da Season 1 de GOT, apesar de já nos entregar um pouco da sua fórmula que viria a ser repetida em seu segundo ano, nos deixou também com um grande nível de curiosidade sobre o que estaria por vir em sua segunda temporada. Vingança, um novo rei tirano e nada justo, batalhas, guerras, eram apenas alguns dos plots que a gente ainda esperava ver dentro daquele jogo épico do poder. As expectativas eram as mais altas possíveis, afinal, agora nós já sabíamos um pouco mais sobre quem eram aquelas pessoas e já tínhamos alguma ideia de quais eram as suas motivações para permanecer dentro daquele jogo.

Mas infelizmente, toda essa expectativa veio por água abaixo durante o decorrer dessa Season 2, que apesar de manter-se em um bom nível, continuando com todo o seu fundamento em termos de qualidade e grandiosidade, com aquele texto bacana de sempre,  mesmo com todos esses pontos positivos que se repetiram, a temporada pareceu mais arrastada do que nunca. Não que eles tenham mudado alguma coisa ou que tenham modificado a sua forma de contar essa história, muito pelo contrário, porque todas essas características permaneceram as mesmas. Nesse caso, o problema maior foi realmente o ritmo da série, que enquanto novidade, não chegou a incomodar tanto assim lá no passado, mas que para o seu segundo ano, onde nós já estávamos todos familiarizados com a sua história e guardando as mais altas expectativas para essa continuação, GOT acabou se tornando quase que insuportável durante essa temporada em diversos momentos e foi ficando cada vez mais chata.

Tudo bem que a história de Game Of Thrones avançou sim durante essa Season 2, mas isso a passos de tartaruga e em slow motion. Todos os núcleos desenvolveram suas histórias, cada um defendendo os seus próprios interesses, mas tudo isso foi feito tão lentamente, que a sensação que fica é a de que caminhamos demais durante essa temporada, para chegar apenas ali na esquina. E como se não bastasse a quantidade de personagens que já existiam em GOT desde a sua temporada de estreia, uma série de outros novos personagens, muitos deles bem avulsos, acabaram sendo introduzidos durante essa Season 2, o que consequentemente acarretou em uma sobrecarga de histórias para a trama que já andava meio assim.

E esse volume todo de histórias e personagens nem seria tão incomodo assim, se as coisas de fato acontecessem naquele lugar. Mas tudo é tão lento e as histórias são tão pequenas se comparadas com a grandiosidade da série, que fica bem difícil sequer se importar com a maioria de seus personagens, onde vários deles eu não consigo nem lembrar o nome, ainda (e eu já reclamei disso durante a temporada anterior). E o problema maior está justamente na questão das histórias. Talvez não importasse tanto assim se cada uma delas fosse desenvolvida de outra forma, com começo, meio e fim mais objetivos por exemplo. Mas ao contrário disso, o que tivemos foram micro histórias que foram introduzidas ao longo da temporada, somadas as que já existiam, sendo todas resolvidas de forma bem simples até, mas gastando um tempo fora do comum para encontrar tais resoluções.

Pior do que tudo isso, foi que as histórias realmente bacanas da temporada, praticamente todas elas tiveram pouco tempo para serem aprofundadas ou desenvolvidas, porque apesar do longo período de duração de cada episódio (e o final ainda foi estendido), acabou sobrando bem pouco tempo para que cada um dos personagens que contavam essas histórias (e por quem a gente já tinha se apegado a essa altura) ganhassem algum destaque maior e de relevância para a trama toda.

Uma soma de fatores que acabou fazendo dessa Season 2 uma temporada bastante cansativa para quem assiste. A esse ponto, Game Of Thrones já não era mais novidade para ninguém e dentro de uma guerra, com tantas coisas em jogo, o mínimo que se esperava era um pouco mais de ação e movimentação, que vai muito além de simplesmente colocar todos os seus personagens em uma caminhada infernal e sem fim. E como eles caminham naquele cenário, não?

Robb Stark caminhando de um lado, lutando pelo Norte,  Khaleesi do outro, tendo que provar que ela é a mãe dos dragões, pedindo favores em troca da nada, porque ela nada tem para oferecer por enquanto. Uma briga entre irmãos que disputavam a vaga de novo Rei (AMAVA o rei gay), que além de tudo, já estava ocupada e o vencedor ainda teria que enfrentar a tirania do até então dono do trono de ferro, o odioso Rei Joffrey.

Apesar de ter sido dito por diversas vezes o quanto o Robb vinha sendo vitorioso em sua batalha, pouco nos foi mostrado de fato sobre o assunto e por isso, ficou difícil de dimensionar o quanto ele estaria perto de conseguir vingar a morte do pai e salvar suas irmãs, ou o quanto de vantagem ele vem ganhando dentro desse jogo. Nesse meio caminho ele foi traído pela mãe, por aquele que considerava como irmão (que na verdade, nada mais era do que um refém da sua família) e no final das contas acabou se casando contra a vontade da mãe, descumprindo um trato que ele tinha sabe-se lá com quem ou o porque. (o porque a gente sabe que era por conta de uma ponte, mas mesmo assim, acabou ficando tudo muito solto na série…)

O mesmo aconteceu com a Khalessi, que permaneceu caminhando lentamente no deserto escaldante, onde foi mantida em uma trama totalmente a parte, também interessante, mas muito pouco aproveitada durante essa Season 2. Talvez como estratégia para deixá-la mais reservada para a próxima temporada (que também contará com 10 episódios), onde após ter sido enganada e ter tido os seus babys dragões sequestrados, tenho certeza que ela irá volta cuspindo fogo em busca do que é seu por direito, segundo ela, porque nós não sabemos o suficiente sobre a sua mitologia para acreditar nesse história também (apesar da Arya ter contado uma historinha bacana em relação a mitologia da personagem). Nesse caminho, ainda tivemos o seu reencontro com Khal Drogo, no truque é claro, mas que apareceu mais um vez na série, matando a saudade de quem ainda estava carente pela morte do personagem. (o que foi aquele baby mega cabeludo? rs)

Não sei se vcs conseguiram perceber apenas com esses dois exemplo, o quanto tudo vai perdendo a sua força em Game Of Thrones. E esses pequenos detalhes e a falta de informação sobre cada um deles, que aparentemente devem ter alguma importância para a trama, acabam nos deixando insatisfeitos com toda a história da série, além de entediados com as demais tramas de pouquíssima ou nenhuma importância.

E não me venham com o mimimi de sempre de que os livros são mais explicativos e que tudo no papel faz muito mais sentido do que na adaptação para a TV, porque vcs já conhecem a minha opinião de que as duas obras, apesar de terem a mesma base, tem que se sustentar por si só e não depender do auxílio da outra para ser compreendida. Não li os livros, não sei o que ainda está por vir na série e estou falando aqui apenas da minha impressão sobre a série de TV até agora. Ponto.

Arya foi outra das que merecia mais atenção na série e dentre tantos personagens, é uma das poucas por quem a gente se importa e é capaz de torcer a favor. Não tem como dizer que ela teve pouco espaço durante essa temporada, mas todo o seu plot vivendo ao lado do inimigo, servindo o vovô Lannister e se tornando uma espécie de aprendiz do mesmo, escutando os planos do inimigo de perto, isso que foi uma das coisas mais bacanas e ao mesmo tempo tensas da temporada (porque ela poderia ser descoberta a qualquer momento), acabou sendo deixado de lado do meio do nada, com ela fugindo para encontrar sua família (que a essa altura está completamente dizimada e perdida e só eu fico morrendo de pena daqueles dois irmãos e do homem que tem que carregar um deles o tempo todo? rs) e o vovô Lannister seguiu em seu cavalo branco do meio do nada, para salvar a cabeça do neto, o rei adolescente mais tirano de todos os tempos e isso nos minutos finais do único episódio realmente bom da temporada. Sabe quando vc sente que uma boa história acabou de ser abandonada? Então…

Acho ótimo o sadismo do Rei Joffrey por exemplo, mas também acho que em meio a tanta coisa acontecendo, ele acaba sempre sendo mal aproveitado. Quem não gostaria de vê-lo maltratando ainda mais a sua ex candidata a rainha, a Sonsa Stark (sim, Sonsa e não Sansa). Aliás, alguém me explica o porque dela estar viva até hoje? Se tem uma personagem em Game Of Thrones insuportável e que não consegue tomar uma boa decisão sequer por ela mesmo, essa é a Sonsa. E olha que ela anda recebendo várias chances, hein? Espero que sua morte venha pelas mãos da Arya, que guarda uma certa mágoa da irmã, como observamos em sua despedida ao lado do “gênio matador de aluguel” (que por sinal, foi mais um plot sensacional da sua personagem), com toda a razão desse mundo. #MORRASONSA!

Mas na verdade, apesar de toda a sua tirania de rei covarde, Joffrey é apenas uma piada, uma verdadeira marionete nas mãos da Cersei, essa sim a rainha da manipulação, não? Uma mulher totalmente fria, capaz das piores coisas possíveis e que quando tem a chance de aparecer, também consegue ser uma das melhores personagens da série, apesar de totalmente odiosa, assim como seu irmão, tão detestável e excelente quanto ela. Pena a personagem ter que lutar tanto assim pelo seu espaço e acabar ganhando os seus poucos minutos de destaque durante toda a temporada. Minutos esses que são garantidos para cada um dos personagens principais, mas que sempre nos deixam a sensação de ser muito pouco para cada um deles.

Jon Snow caminhando na neve… a gente pula ou espera virar picolé? Sério, eu até gosto do bastardo, mas não tenho mais paciência para aguentar todo aquele mimimi na neve. BASTA! Aliás, para onde ele esta indo mesmo? Um plot que só serviu para nos aproximar de algo que eles já vem prometendo faz tempo, que são os zombies ganhando o seu prometido espaço na série. Mas sinceramente? Eu não consigo enxergar esse crossover de The Walking Dead com  Game Of Thrones como algo positivo. Mesmo porque, se forem somados os ritmos de ambas a série, não tem quem permaneça acordado até o final de um episódio sequer desse crossover. Sorry.

Até o Theon, que ganhou um bom destaque durante essa temporada com a sua transformação no novo inimigo da casa Stark, teve um bom plot dentro da história, com a revelação de que ele na verdade era uma espécie de refém dos até então mocinhos da trama, mas que no final das contas, acabou levando uma paulada na cabeça e foi enfiado dentro de um saco, sem maiores explicações. Pode? Fiquei torcendo para que isso não acontecesse de fato no momento daquele discurso, algo que eu já estava sentindo que estaria por vir naquela hora. E não deu outra. POW!

Com isso, eu preciso dizer também que tudo ficou muito pendente durante essa Season 2 e embora as histórias tenham sim avançado, nada foi concluído até então, o que de certa forma nos deixa uma sensação bastante frustrante.

O único personagem que foi tratado dignamente dentro de GOT do seu começo até os dias de hoje, esse foi o Tyrion. Ele que acabou roubando a cena e ganhou a série para chamar de sua, inclusive aparecendo como primeiro nome nos créditos da abertura, nada mais do que merecidamente! Visivelmente contra os rumos da sua família no poder e tendo que se virar na “diplomacia” para conseguir consertar os danos de seus familiares, o único grande destaque da série realmente continua sendo ele com a sua interpretação no ponto certo e com o espaço necessário para o seu desenvolvimento dentro da trama.

O que me irrita mu pouco no personagem do Tyrion é toda essa sabedoria, onde parece que só ele entende o que de fato está acontecendo naquele pedaço. Sinto que ele poderia nos esclarecer mais, sabe? Mas foi bem bacana vê-lo a frente da guerra, orquestrando um plano de ação bem bacana contra o inimigo (a cena dos navios explodindo foi maravileeeandra!), que jurava que tinha grandes chances apelando para forças sobrenaturais (algo que apareceu, chocou e também acabou ficando de lado). Uma pena ele ter perdido o seu posto de “Mão do Rei’, logo ele que foi o grande homem a frente daquela batalha, ficando de lado mais uma vez por puro preconceito e muito mais do que injustamente. Espero que ele realmente não seja esquecido e suspeito que de toda a sua família, quando chegar a hora da queda dos Lannisters, Tyrion será o único poupado de um final trágico a pedido de todos que dividiram essa história com o personagem. Assim espero!

Sem a menor euforia, é preciso dizer que o episódio da guerra foi realmente o melhor da série até hoje. Super bem cuidado, no ritmo certo e com todas as ferramentas necessárias para se conduzir um grande episódio, como precisava ser aquele. Todas as resoluções acabaram sendo super bacanas e a sua execução foi excelente. Pena ele ter sido o único episódio capaz de movimentar a série de forma notável, repetindo o feito da temporada anterior, inclusive no número do episódio.

Mass encerramos a temporada novamente tendo apenas uma ligeira impressão de para onde nós estamos indo, o que não nos garante em nada e apenas repete o que já sentimos ao final da temporada anterior. Sabemos o caminho, sabemos o que fazer, mas realmente precisamos de mais 10 episódios de mais de 50 minutos para contar essa história?

Totalmente desnecessário, assim como o take do cocô do cavalo caindo quase que em close, no início de uma das cenas do season finale. Ew!

Assim, a sensação que fica é a que depois do grande sucesso da Season 1, Game Of Thrones permaneceu na sua zona de conforto durante a sua segunda temporada, seguindo uma fórmula que havia dado certo anteriormente. O que eles esqueceram é que a série já não é mais nenhuma novidade e a essa altura, todos os erros que nós já conseguimos observar e até deixar passar batido durante a temporada anterior, já não podem mais serem repetidos. A minha sensação pessoal sobre a série, é que todos eles estão caminhando tendo em mente um ponto em comum, que é o trono de ferro, mas que na verdade, estão todos seguindo para as extremidades dessa história, se distanciando cada vez mais do ponto central, que é o objetivo de todos eles.

Sabe quando dizem que só a beleza não consegue sustentar nada por muito tempo? Então, não adianta fazer uma série lida de ser ver, se ela vai ficando cada vez mais insuportável de se acompanhar. Queremos menos caminhadas e mais ação em Game Of Thones, ou já declaramos que uma trilogia será o máximo que nós conseguiremos suportar nesse ritmo de passos de tartaruga. NOW MOVE!

E não é que os possíveis herdeiros do trono estiveram por aqui? Höy!

Abril 17, 2012

Sim, Robb Stark e Jon Snow, também conhecidos como Richard Madden (Höy!) e Kit Harington (Höy!) estiveram no Rio na semana passada para a divulgação da Season 2 de Game Of Thrones, série que continua grandiosíssima e sensacional ! (mas facilitaria se tivesse aqueles infos pop up de Blu- Ray, toda vez que o nome de um personagem fosse mencionado, sabe? Tantos personagens…)

E como assim ninguém teve a decência de nos avisar antes? Não acredito que ninguém nos mandou um corvo sequer…humpf! (na verdade, eu dramatizei, porque fiquei sabendo da notícia na sexta, enquanto eles ainda estavam por aqui, rs)

Off with their heads!

Tinha tantas perguntas para fazer para o Richard…

Se ele já decorou o nome dos personagens todos que já apareceram na série (eu nem sei metade deles de cabeça)

Se ele já leu os livros? Se ficou decepcionado assim como algumas pessoas andaram me alertando? (rs)

Se ele não acha caríssimo o preço do DVD de lançamento da Season  por aqui? (R$149,00…lembrando que a Season 1 tem apenas 10 episódios)

E principalmente, se ele ficou tão triste quanto eu com o cancelamento de Sirens, sua outra série (excelente!) indeed?

ps: terminaria as minhas perguntas com um tnhks, tímido, seguido de um Höy, esse mais descarado, rs

Richard Madden = Höy!

Março 5, 2012

Quem bom trabalho fez o falecido Ned Stark, hein?

Höy!

Childrens Hospital e Sirens arruinaram Grey’s Anatomy pra mim

Agosto 19, 2011

Midseason é um boa época para se fazer descobertas. Algumas boas, outras nem tanto. Também é hora de colocar os boxes em dia, além de tentar diminuir aquela lista interminável de sempre das séries que a gente gostaria de assistir se tivesse mais tempo disponível.

E foi o que eu fiz, mas dessa vez me arrisquei no território das séries médicas, mas nada muito convencional como estamos acostumados desde E.R e Grey’s Anatomy, pq essa cota na minha vida já esta preenchida (rs). Da minha própria lista eu aproveitei para colocar em dia Childrens Hospital, série que eu sempre tive vontade de assistir, mas faltava tempo e que atualmente se encontra em sua Season 3. Agora, por ouvir boas recomendações de diversos lugares diferentes, acabei encarando também uma maratona de Sirens (UK), essa encarando ainda a sua recém encerrada Season 1. E quer saber? Fiz excelentes escolhas no quesito diversão e fundamento…

Childrens Hospital

Uma série total nonsense. Não sei nem se pode ser considerado como uma comédia de escracho, acho que esta até mais para uma classificação como “comédia do absurdo”, de tão imprevisível e realmente absurda que a série consegue ser.

Tudo começou como web série e depois ganhou o seu espaço na tv. O elenco reune pencas de excelentes comediantes conhecidos de todos nós por seus outros trabalhos na tv e a história da série conta a rotina de um hospital infantil nada convencional (e que embora seja um hospital infantil, não trata apenas de crianças, rs).

Todos os médico são completamente malucos, donos das técnicas mais absurdas e sem o menor compromisso com a realidade. A começar por Blake (Rob Corddry, que também é o criador da série) médico palhaço, que dá até arrepios com o mix do seu make foufurice (e para alguns de pavor, rs) e mancha de sangue na sua roupa de cirurgião em formato de coração/borboleta. Assustador, mas foufo.

E tudo é tão absurdo na série, que fica até difícil de escrever. Detalhe que eles afirmam que o hospital fica no Brasil em diversos momentos soltos na série e a uma certa altura eles resolvem provar isso, com dois dos médicos do elenco saindo para comprar um churros na praia no meio do expediente, caminhando por paisagens do Rio de Janeiro de ver-da-de. Há quem tenha ficado ofendido com a piada no Rio, que envolve um vendedor ambulante de substâncias ilícitas, mas essa indignação fica para quem não tem humor. Ou pelo menos para quem não entende esse tipo de humor.

Atualmente em sua Season 3, eles aproveitam também para tirar o maior sarro de todo e qualquer clichê das séries médicas, principalmente de Grey’s Anatomy (e na carona Private Practice), que me parece ser o alvo preferido deles. As piadas sobre a narração na série por exemplo, são inesgotáveis e talvez por isso eu nunca mais consiga encarar um narração poética e fundamento da Dr Grey sobre a vida, sem lembrar das piadas de Childrens Hospital. É, Grey’s nunca mais será a mesma para mim e eu já estou ciente disso.

E como a comédia é recheada de absurdos, tudo é possível, mesmo com o plano de fundo sendo um hospital infantil. Religião, pegação nos corredores, limpar o nariz na cara do paciente. Pode tudo, rs.

Existem momentos musicais na série, episódio de flashback, um episódio ao vivo fake e um episódio primoroso de terror envolvendo crianças e seus lápis super apontados. Todos momentos hilários, que vc que gosta de um humor mais pesado, certamente vai adorar, fikdik.

As participações são sensacionais tmbm, como o Jason Sudeikis, a Eva Longoria e pasmem, até o Jon Hamm dá o ar da sua graça em um dos episódios e sobrevive na série no corpo de uma loira. Sério, acreditem. Até o Michael Cera empresta a sua voz para alguns momentos bem divertidos na série, fikdik.

Outro que aparece de vez em quando é o Nick Offerman, o sensacional Ron de Parks And Recreation e que interpreta um policial ex parceiro de um dos médicos na série. Ele que na vida real é casado com a Megan Mullally (a Karen de Will & Grace), que interpreta a chefe da equipe do Childrens Hospital e que rouba a cena como sempre. Tem um episódio no qual ela é perseguida por um maníaco (aparentemente até então), que me fez rolar de rir e tudo isso por conta da sua deficiência física, pode? Só para dar um gostinho do tipo de piada que eles conseguem fazer na série.

Além da deliciosa Megan, o elenco tem também vários outros atores que fazem papéis menores em algumas séries que conhecemos, como o namorado da Holly em The Office, o ator Rob Huebel, ou o Ron (Ken Marino) de Party Down, ou a Rachel de How To Make It in America (Lake Bell), que em alguns casos, até para a minha surpresa, se revelaram como excelentes comediantes.

E o ponto alto da série esta no momento “previously’, que é sempre muito, mas muito engraçado. (amo a sequência do Glenn falando com a mãe de um dos pacientes que se repete por alguns episódios, rs)

Mas tem que assistir sem aquele filtro do politicamente correto que algumas pessoas insistem em forçar de vez em quando para tentar parecer pessoas melhores (…), porque o humor aqui é pesado e nem todo mundo entende ou gosta. Para animar todos vcs a assistirem a série, vale a pena comentar que cada episódio tem apenas 10 minutos, ou seja, dá para ver fácil fácil hein?

Sirens (UK)

Outra grande surpresa do midseason foi a descoberta de Sirens, série inglesa do Channel 4.

A série tmbm fala de um ambiente hospitalar, mas nesse caso temos paramédicos em sua ambulância percorrendo as ruas atrás de suas vítimas, tudo bem very britsh.

Sirens tem até mais características bem parecidas com Grey’s Anatomy por exemplo, como a narração que fica por conta do personagem Stuart (Rhys Thomas), que ao contrário do que acontece na série americana, não tenta empurrar nenhuma lição de vida, ou faz um pensamento muito filosófico sobre um assunto qualquer. A narração nessa caso é mais direta e soa até mais honesta, com algumas verdades que ninguém quer ouvir sendo despejadas pelo personagem ao longo do texto. Ele que tem excelentes teorias sobre diversos assuntos e certamente vai fazer vc no mínimo repensar/concordar com os seus pensamentos. Coisa phina, bem humorada e com aquele clássico humor britânico que a gente tanto gosta, já tão característico das dramédias.

Outra característica que distancia um pouco a série inglesa dos médicos do Seatle Grace é o fato do elenco principal ser praticamente todo masculino. Temos Stuart, o mais inteligente da turma e responsável pelas teorias mais sensacionais na trama, aquele que aproveita para esconder atrás de uma armadura muitas vzs prepotente e até mesmo prática ou fria, toda a sua insegurança e seus medos.  Ashley (Richard Madden, que nós conhecemos tmbm como o Robb Stark de Game Of Thrones)  que é o escape gay da trama e que repete um pouco daquele estereotipo que a gente tinha e adorava em Queer As Folks, com o gay bem resolvido e com uma cabeça bem “masculina” para quebrar um pouco do estereotipo (mais ou menos quebrar e mais para entender mesmo, fikfik), Por fim, temos o terceiro elemento do grupo de paramédicos, Rachid (Kayvan Novak) o novato/estagiário estrangeiro e boy magia do deserto (Höy!), que é o mais descontraído entre eles, a veia cômica mais goofy da série.

No meio de todos esses meninos temos também uma representante do sexo feminino para quebrar um pouco dessa testosterona toda. E ela é Maxine (Amy Beth Hayes), que apesar de ser loira e insegura como a maioria das mulheres/pessoas normais desse mundo quando o assunto é a sua vida, talvez seja o lado de maior força da série, muito disso por conta do seu cargo como policial, mostrando que muitas vezes as mulheres são muito mais duronas do que qualquer cara. Suck it!

Os três dividem o espaço em uma ambulãncia verde e amarela pelas ruas inglesas, a procura de socorrer novas vítimas e enquanto isso, vão vivendo e discutindo várias situações do cotidiano, como o medo de compromisso que todo mundo tem, inseguranças, sexo e até as relações muitas vezes complicadas com a própria família que muita gente pode se identificar.

Aqui temos um humor bem menos escrachado do que em Childrens Hospital por exemplo, mas nem por isso a série perde a graça. As piadas são todas muito bem construídas e geralmente em torno do fracasso, o que ultimamente vem sendo o meu tipo de humor preferido.

Eu sempre acho as produções do Channel 4 bem modernas e essa vontade hipster é possível de ser percebida facilmente em Sirens e isso pelas sequências fundamento, sempre com a câmera buscando algum ângulo diferente ou uma nova perspectiva para que a gente possa enxergar a série. Cool! Algo que me lembrou o começo de Skins, lá em sua famosa Season 1 e em um dos episódios, eles aproveitam bem o fundamento da melhor série teen para começar o ep e melhor, ainda fazem piada com isso, com todo o delicioso e amargo sarcasmo inglês.

Apesar de poder soar a princípio como mais uma série médica, Sirens foge logo de cara de qualquer um desses estereótipos que nós já conhecemos e é possível perceber isso logo de cara, onde em um curto espaço de tempo vc já começa a se importar com a história dos personagens que até então vc desconhece, se envolvendo cada vez mais com a rotina daqueles caras e a relação de amizade e intimidade que eles vão criando ao longo da temporada. Impossível não torcer para que no final da temporada, o trio de paramédicos permaneça juntos.

Stuart e Ashley mantém uma relação de amizade sincera, que com o tempo vc vai percebendo que algo importante foi construído entre eles, provavelmente por conta da convivência no trabalho, além de uma óbvia identificação é claro. Um respeita o espaço do outro e consegue entender os seus limites. Tipo BFF, tanto que um é o “I.C.E.”  (piada para quem já assistiu a série…) do outro, mesmo que ele não saiba disso. Já o Rachid chega para bagunçar um pouco a relação e balançar as estruturas. Apesar de mais cara de pau, tentando se intrometer em assuntos que ele não tem a menor noção de até onde ele pode chegar, fica claro que ele esta tentando conquistar o seu espaço dentro daquela relação. Rola até uma disputa divertidíssima pelo posto de macho alpha da ambulância, howcoolisthat? E ao final da temporada é possível perceber o orgulho dos outros 2 personagens, em ver o grandalhão crescendo na profissão e merecendo de vez o seu espaço dentro da ambulância.

Acho excelente o episódio com o primeiro “roxo” do Rachid, um dos meus preferidos. Honesto e algo que eu sempre me perguntei quando penso em qualquer pessoa que trabalha na área da saúde e tem que enfrentar aquele tipo de situação, ainda mais pela primeira vez.

Outro ponto alto da série é a competitividade entres os paramédicos e bombeiros, bombeiros esses que sempre acabam chamando mais a atenção por sua mangueira imensa (Höy!) e a fama de herói que eles carregam. Além das piadas com a eterna arrogância dos médicos que se acham no topo da pirâmide da saúde e que ainda não entenderam que trata-se de um trabalho em conjunto.

Ao final da temporada, ainda ganhamos um grande descoberta (que eu já desconfiava da suas intenções desde o princípio) e uma versão super foufa de um deles em miniatura. Além de uma excelente representação nada óbvia do que pode ser o luto para algumas pessoas.

E a série ainda mostra que tem fundamento, pq é baseada no livro escrito por Tom Reynolds, um paramédico da vida real e que conta um pouco dessa rotina. Cool!

E se nada do que eu falei agora fez vc ter vontade de assistir Sirens, fikdik de que a série tem uma das trilhas mais deliciosas e com fundamento da tv atualmente. No mesmo nível de Skins, mas com a diferença de que eles não são muito “temáticos”, rs

Por enquanto encerramos a Season 1, com apenas 6 eps de 45 min, ou seja, larga de tanta preguiça porque não tem porque não assistir hein?

E com certeza depois dessa maratona de midseason, nunca mais Grey’s Anatomy será a mesma para mim, rs. O que não significa que eu tenha desistido do Seatle Grace, só que agora não tem mais como eu não enxergá-lo com outros olhos…


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