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The Modern Guilt Awards 2013, o quinto ano do melhor prêmio de todos os prêmios

Janeiro 1, 2014

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E para quem achou que  esse ano não teríamos o já tão aguardado The Modern Guilt Awards, eis que surgimos não tão tradicionalmente assim e dessa vez no primeiro dia do ano, com mais uma edição do prêmio mais descaradamente roubado para quem a gente gosta de verdade. É isso mesmo, aqui trabalhamos com máfia, nos aceitem.

Novamente recheado de muito favoritismo favorito, opiniões super pessoais e uma disputa sempre muito acirrada e de vez em quando roubada descaradamente (categorias como Höy do ano são sempre uma pancadaria de magia na minha cabeça. Tenho até sonhos com essas batalhas, os quais, desde já eu agradeço a minha own imaginação, rs) e para essa quinta edição da nossa tradicional e aguardadíssima premiação, contamos novamente com a dupla Poehler Fey como apresentadoras oficiais (imaginárias, claro), elas que a gente gostaria que apresentassem todos os prêmios do universo, inclusive o bingo de fim de ano na casa da avó ou até mesmo as reuniões de condomínio. (mas imagem também o Seth MacFarlane fazendo alguns comentários entre um intervalo e outro em nossa premiação. Inclusive, imaginem 2 Seths, tipo os dois velhinhos que aparecem sempre nos Muppets, Statler e Waldorf)

Portanto, segurem a barra desse vestido branco assinado porém manchado com qualquer coisa que nós preferimos não revelar para evitar o constrangimento, parem de reclamar das barcas de oferenda sempre nada ecológicas e tão pouco biodegradáveis apenas por um instante (mas apenas por um instante, porque neam?), segurem na mão do boy magia mais próximo (nem que seja aquele poster do Dione Depp antigo pendurado dentro do armário) e se preparem, porque já vamos começar e vamos começar com os Muppets, é claro, porque tudo nessa vida deveria  começar com os Muppets. TU-DO!

 

Höy do ano> Justin Timberlake

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Esse ano, o Aaron Taylor-Johnson apareceu gigantão e nós AMAMOS, o Alexander Skarsgard apareceu mais sueco do que nunca, mesmo tendo feito essa aparição timidamente com a desculpa do “frio”, que nós preferimos acreditar do que aceitar qualquer tipo de “miúdos” como desculpa, o Peter Pacey desfilou sua magia por Sã Paula e nem sequer me esbarrou (#MÁGOAETERNADEQUEMNUNCAVAISEPERDOAR), tivemos shirtless aguardadíssimos e de surpresa do Chris Martin e do John Krasinski pelos quais seremos gratos por um bom tempo (até sair o próximo), redescobrimos o Theroux, o boy magia da Jennifer Aniston, tivemos também a redenção da magia do Waldau em GOT, o encontro da magia entre o Armie Hammer (que segurou um terno vermelho como poucos!) e o Dione Depp, o Michael Fassbender andou meio sumido, apesar de ter aparecido diabólico no trailer de “12 Years A Slave” e mesmo sendo o vilão pavoroso da vez, conseguiu nos despertar certos interesses ruivos recorrentes e o Ryan Gosling (que dizem que terminou de vez com a Pure Evil) resolveu se enfiar em um buraco obscuro qualquer (esperamos que não esse que estamos pensando) e até que andou meio que sumido também, não? Ahhh… e m 2013, descobrimos também a magia do Tom Hiddleston, que é ruivo, canta, dança, representa e enfeitiça. Höy!

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Mas a verdade precisa ser dita e quem realmente resolveu reaparecer em 2013 para roubar nossos corações foi uma #CRUSH antiga, dos nossos tempos de adolly que atende no falsete pelo nome de: Justin Timberlake. (#PANTSDOWN)

JT reapareceu e cantando, algo que a gente já estava morrendo de saudades e ainda chegou relaxado (com o picumã mais copiado de 2013), barbudo (barbas foram realmente muito importantes para a magia desse ano. E que continue assim em nome de todos os lenhadores do mundo!), cantando em falsete e requebrando aquele quadril como nenhum outro membro de qualquer boy band desse mundo, incluindo os Beatles, rs.  E ele não veio para brincadeira, porque lançou um dos álbuns mais comentados do ano em duas partes (de uma delas pelo menos nós falamos por aqui, e a outra preferimos evitar o constrangimento, if you know what i mean), foi em tudo quanto é programa de TV e fez algumas participações impagáveis, além de ter voltado no SNL como convidado especial e apresentação da noite no seu próprio programa. Howcooloisthat? (uma dos melhores momentos de 2013 foi ele anunciando ele mesmo no SNL) Até uma premiação da MTV em 2013 ele conseguiu nos fazer assistir até o fim (com interesse, apenas até a sua apresentação, claro), com a promessa (cumprida) de reaparecer ao lado dos seus ex parceiros de NSYNC, onde ficou bem claro o porque continuamos apaixonados apenas por ele de todos os outros em 2013. No dia seguinte, só se falava disso nas rodinhas dos bebedouros de todas as empresas com pelo menos 1/2 funcionário gay e ou 2 mulheres de bom gosto, rs.  Sem contar que ele ainda andou dando uma passadinha pelo Brasil, para um único e injusto show (injusto porque foi só um e eu não fui, claro), para nosso total desespero.

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Por todos esses motivos e pelo conjunto da obra da magia mágica atual e principalmente pela evolução do look jeans com jeans (nunca vamos esquecer aquele look horrorendo Justin. Nem de você, Britney) e cabelo de miojo platinado em 180 volumes, apesar de ter casado com aquela lá que escolheu um vestido rosa de debutante para o momento mais importante da história de inveja dos boys no falsete alheios (outro detalhe que jamais esqueceremos de sua mitologia, JT) é para o Justin Timberlake que gritamos com voz fina de adolly (porque nessa hora, o passado sempre volta e volta com força!) o nosso Höy mais sonoro do ano: HÖY!

Pergunta honesta de 2013: quantas vezes fomos pegos no Metrô cantando “Mirrors” fazendo biquinho e ou firulas de diva com as mãos, sonhando com um dueté ao lado do Mr JT? Eu, nunca. (mentira/todo dia)

 

Hecatombe da magia> David Beckham x 6

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Bem que eu gostaria de dar esse prêmio para o abraço que a gente adoraria dividir entre o Dione Depp e o Marcus Mumford e ou esse encontro entre o Bradley Cooper e o De Niro, mas fica difícil alguém conseguir superar o David Beckham multiplicado por 6 como o nosso Hecatombe da magia do ano de 2013.

É, realmente fica muito difícil. Höy!

 

Maravilinda do ano> Beyoncé

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Lembra quando a Beyoncé apareceu com seu real hair curto bem curto? Foi um drama!

Aí ela não passou muito tempo com aquela tragédia capilar e já foi logo tratando de arrumar perucas novas, porque é rica, claro e continuou criando lindamente sua Ivy Azul, passou pelo Brasil e dançou até funk e de quebra, perto de encerrar o ano, lançou um álbum na surdina, com 14 faixas de 17 vídeos (sensacional, do qual precisamos conversar a respeito), sem ninguém sequer achar que ela estava trabalhando em um projeto novo. Ou seja, tem como o prêmio de Maravilinda do ano não ser de uma mulher dourada como a Beyoncé?

Isso e o fato de que como em toda boa premiação que se preze, nós amamos valorizar uma mulher que se entrega ao personagem dessa forma, a ponto de raspar a cabeça e quase acabar com toda sua magia, rs

E no novo álbum, encontramos delícias como essa “Drunk In Love”, que ela canta ao lado do seu boy magia (não julguem…), Jay Z. (e eu AMO essa aqui também ó #AMAMOSESSETIPODECAFONICE)

 

Listen Up do ano: The National  – Trouble Will Find Me

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Durante boa parte desse ano, na minha nova aventura profissional, “Trouble Will Find Me” foi o meu mantra. Tinha até medo quando chegava nessa parte da música, porque vai que neam? (“Sea Of Love”).

Depois me apaixonei e “This Is The Last Time” e “My Girl” viraram as minhas preferidas (e eles ainda cantaram ambas em The Mindy Project, em um plot de casamento gay, ou seja, confirmou! Mindy deveria ser minha nova melhor amiga, só para constar e justificar todos os meus tweets e retweets para ela, rs). É, sou desse tipo de gente que sonhava em encontrar com o outro no elevador no momento exato em que uma dessas duas faixas estivessem tocando no meu iPod, algo que um dia até aconteceu, ainda não como eu esperava e não no elevador, mas tudo bem também. Humpf!

Voltando, antes disso estive viciado em “Don’t Swallow The Cap” e “Sea Of Love”. Mas a verdade é que o álbum é inteiro sensacional e certamente, o melhor de 2013. (pelo menos foi o que eu mais ouvi esse ano inteiro e continuo ouvindo)

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Por favor, alguém traga a banda esse ano para o Brasil e não esperem o Trouble Will Find Me fazer aniversário de 2 anos para isso, como sempre. Humpf!

(♥)

 

Popcorn do ano: Before Midnight

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Esse ano fui bem menos ao cinema por falta de tempo, mas se teve um filme que eu não poderia ter perdido por nada nesse mundo em 2013, esse foi “Before Midnight” e para ele, consegui escapar em um fim de tarde, dos mais importantes desse ano até então. (juro, cheguei de um ponto ao outro da cidade em 5, 4, 3, 2, 1!)

O terceiro encontro de Jesse e Celine, alguns dizem que o último deles, a conclusão dessa que é uma das minhas histórias de amor preferidas no cinema. O filme além de muito especial por tudo que já comentamos por aqui, aconteceu para mim em um momento também muito especial, que eu achei lindo que assim ficasse marcado na minha memória e história. (♥)

Por esse motivo e por todas as senhoras sexagenárias que me acompanharam naquela tarde deliciosa ao lado de Jesse e Celine (precisamos marcar aquele café, hein garotas?) e essa história de amor real e inspiradora (só acredito nesse tipo de amor, não adianta), nada foi mais especial no cinema em 2013 do que “Before Midnight”. NA-DA!

ps: assistam também os outros dois. E assistam também “2 Days In Paris”, da Julie Delpy. Sério, assistam e me digam se ela não sou eu?

 

Coffee and Tv do ano> Breaking Bad

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Sem a menor dúvida, Breaking Bad foi a série do ano. Com um encerramento fora do comum de tão bom, a história de WW encontrou o seu ponto final com um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais da história da TV.

Impossível não se emocionar e ou achar que o Bryan Cranston acompanhado do Aaron Paul mereçam todo e qualquer prêmio por suas atuações deliciosas a frente desses dois personagens. O mesmo vale para toda a série, que conseguiu durar 5 temporadas (com a última delas sendo arrastada por mais um ano, um costume covarde do AMC. Repito: COVARDE!) mantendo o mesmo nível de excelência do começo ao fim. Que delícia de série. DELÍCIA!

Clap Clap Clap, de pé!

 

Guilty Pleasure  + Euri do ano:  The Mindy Project

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Sério, de tudo o que eu vi esse ano na TV, além da triste decadência de Parks And Recreation, Rasing Hope se encontrar presa na fórmula “Burtinia”, esquecendo de criar a própria Hope e Modern Family se mantendo como uma comédia corretíssima porém continuando a se repetir, The Mindy Project foi o que mais me divertiu com prazer durante a sua atual Season 2 (que nem acabou ainda, mas já estou apaixonadíssimo). Assumo.

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Além de inúmeras participações, como a do próprio The National, nosso listen up do ano, a série só tem melhorado e conseguido construir os melhores e mais adoráveis personagens masculinos da TV atual. E a própria Mindy continua ótima, representando exatamente o tipo de gente maluca que nós conhecemos bem quando simplesmente olhamos no espelho e ou apontamos o dedo para nós mesmos. (falando por mim e certamente para alguns de vocês que conseguem acompanhar minha mente confusa)

Como se todos os motivos acima já não fossem o suficiente para que The Mindy Project se tornasse o nosso Guilty Pleasure do ano, ela ainda é do tipo de série que nos entrega esse tipo de presente aqui ó:

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

 

Especial mais especial do ano: The Day Of The Doctor

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Porque uma série comemorar 50 anos realmente não é para qualquer uma e a experiência de ter dividido uma data tão especial no cinema, em 3D e em real time com a terra da rainha, foi algo realmente muito especial.

E mais especial do que isso só mesmo a interação de todos os whovians presentes no cinema naquele dia, algo que acabou sendo uma grata surpresa. Eu diria até que emocionante, de verdade.

Esperamos ter mais motivos para encontrar com o Doutor no cinema daqui para frente. (e sim, eu já assisti o especial de Natal desse ano, aquele com a despedida do Matt Smith e para isso eu confesso que precisarei de mais tempo para dividir com vocês esse momento particularmente difícil para mim)

 

Maratona do coração do ano> My Mad Fat Diary

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Esse ano eu realmente não consegui encontrar tempo para grandes maratonas. Ainda me devo assistir Merlin, Luther e até as novas Orange Is The New Black, House of Cards (essas primeiras todas disponíveis no Netflix, meu novo melhor amigo) e Masters of Sex, eu ainda não consegui dar conta de assistir. Mas estão todas na fila de resoluções para 2014. Vamos acreditar, que vai dar certo!

Mas consegui tempo para uma maratona rapidinha de My Mad Fat Diary, uma comédia inglesa sobre uma garota bem acima do peso vivendo nos anos 90, daquelas do tipo que você não pode deixar de assistir (ainda mais sendo tão curtinha como todas as inglesas. Espero que essa constante não se repita quando o assunto for “os ingleses”, rs. Sorry, não consegui resistir…), tendo você sido ou não alguém no grunge dos 90’s (até hoje tenho o Kurt Cobain como referência de magia adolly, não adianta). Da trilha antiga que vai te trazer lembranças à mitologia de uma história dura, porém extremamente foufa e muito bem humorada, tudo é muito especial na série inglesa, mas talvez o seu forte mesmo seja sua personagem principal, que é absolutamente deliciosa!

 

Larguei e não volto mais do ano> Várias

Por falta de tempo, coragem e ou por me amar demais para continuar me torturando com torturas torturantes, em 2013 eu abandonei:

JESSICA CAPSHAW, SARA RAMIREZ

Greysa, porque eu não consigo me importar com mais nenhuma daquelas pessoas (e os plots todos também não estavam ajudando em nada) e tenho quase certeza de que quem eu ainda gosto, provavelmente vai continuar bem e ou acabará morto em um acidente idiota qualquer, então… nem ligo mais.

E sério que alguém consegue suportar esse casal?

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Once Upon A Time, que ficou infantil demais, bobinha demais, chatinha demais. É, já deu, por isso nem vi nada da Season 3. Sem culpa, apesar de sentir falta da magia do Charming e ou do Gancho de vez em quando, que eu mato saudade olhando para os meus adesivos do GetGlue, que foi outra coisa que eu abandonei esse ano, uma vez que agora eles disseram que não vão mais enviar os stickers para as nossas casas. Sacanagem!

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Awkward talvez eu ainda retome um dia que eu não queira pensar muito e ou estiver passando na TV, mas fato é que a Jenna andou ficando insuportável do tipo que você passa a torcer para perder todos os boys, a família e o emprego na TV também.

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Outra que andou em perigo em minha watchlist foi The Walking Dead, que beirou o insuportável ao longo dessa primeira metade da Season 4. Se não melhorar e muito durante a sua segunda parte, eu não volto mais e está decidido! Mas tem que melhorar muito mesmo.

Pausa para mais um musical, dessa vez com o HAIM, as irmãs que a gente gostaria que fossem as nossas irmãs nem que fosse apenas para herdar a cabeleira (e as roupas), com “Falling”.

 

Foufurice do ano> Flynn Bloom

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Apesar do Tom Hardy ter se esforçado bastante ao lado desse cachorrinho super foufo para tirar aquela imagem de vilão do seu Bane…

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… e até mesmo tenha pedido o reforço de um little Bane para tal tentativa desesperada…

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… novamente, nada foi mais foufo e adorável esse ano do que continuar acompanhando o Flynn Bloom e seus passeios ao lado da família, que foram muitos e um mais foufo do que o outro…

Orlando Bloom

… e pra mim, a imagem acima resume tudo o que poderia ter acontecido de mais foufo no mundo durante o ano de 2013. Isso e o BatKid, claro.

 

Da série casais que nós mais amamos em 2013> Peter Pacey + Diane Kruger

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Sorry, mas sou super tendencioso quando o assunto são esses dois por aqui.

(♥)

 

Aproveitando o momento, acho que podemos fazer uma pausa para ouvir o The National cantando “My Girl”, não?

 

A ruiva mais ruiva que deitou com toda e qualquer ruiva do ano> A filha da Julianne Moore

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Sério, quem é que depois dessa imagem não correu para um santo qualquer e pediu uma filha com exatamente esse tom de ruivo? QUEM?

Porque se nossas chances com o Fassbender, o Hiddleston e ou o Prince Harry não fizerem efeito, o negócio é mesmo apelar para um santo qualquer.

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano: Funko + Lego

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Porque a minha vontade é de trabalhar a troco das duas coisas. Sério, vou incluir essa opção no meu próximo contrato…

 

Vício do ano> Dumb Ways To Die

Eu sei que o jogo não é nenhuma novidade, mas é super foufo, tem esse vídeo delicioso e é altamente viciante. ALTAMENTE!

Acreditem ou não, ainda nem tenho todas as criaturas, mas já estou bem perto de.

 

Eu sou ricah do ano> Gwen Stefani vs Katy Perry

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Porque é sempre bom ver alguém com quase nada de esforço deixando alguém que visivelmente tem se esforçado muito tanto para tentar se manter tanto quando do lado errado da coisa com a cara no chão, como aconteceu no dia desse encontro entre a Gwen Stefani e a Katy Perry, que quase sumiu diante de tanta magia entre a década de 90/2000 e até hoje.

VRÁAA!

#OFUSCADA

 

Capa do ano: Alexander Skarsgard para a sueca Man Of The World Issue 3

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Porque se suas partes ao sul não ficaram em chamas após bater o olho nessa imagem, você certamente se encontra com sérios problemas (ou talvez apenas pertença a um outro target, porque nem todo mundo é perfeito, não é memo? rs)

Höy!

 

Catwalk do ano> Romeo Beckham para a Burberry

Esse ano, o mundo da moda andou meio assim, a ponto da gente não conseguir lembrar de muita coisa bacana além da dança das cadeiras de sempre. Humpf!

Mas o que rolou mesmo de bacana esse ano (e que nos fez sentirmos mais velhos, fato) foi o Romeo Beckham estreando lindamente na Burberry ao som de Tom Odell.

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E mais tarde, ainda tivemos a Harper conseguindo o fato de roubar um sorriso do Diabo herself. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: tivemos também esse documentário aqui, que é bem bacana e pode te fazer pensar sobre o assunto…

 

Post do ♥> A minha culpa moderna

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Esse ano, conversamos menos por aqui, principalmente nesse segundo semestre, eu reconheço.

Em um momento de dúvida e completamente dividido entre a falta de tempo e a falta que eu sei que tudo isso aqui iria me fazer, incluindo conversar com vocês nos comentários, resolvi ser honesto e fazer esse post fazendo uma mea culpa moderna.

O resultado? Um monte de carinho que eu recebi de alguns de vocês e por isso, novamente: THNKS (♥)

 

Trucão do ano> o namoro não namoro mas namoro da Smiley Cyrus e o Liam Hemsworth

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Juntos, separados, juntos novamente. Antes de usar biquini cavado e se esfregar em ursos de pelúcia e bonecas pavorosas, Smiley bem que insistiu em tentar salvar o seu NOIVADO, circulando uma vez a cada 3 meses ao lado do seu até então NOIVO para a sociedade, ele que sempre fez questão de aparecer sorridente e ou muito feliz de estar cumprindo esse possível contrato ao seu lado.

E nesse caso, a leitura corporal (dele) sempre nos deixou fortes indícios de que essa relação estava muito bem… perto de acabar.

Sério que alguém acreditou?

 

Toda cagada do ano: Smiley Cyrus

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Acho que não precisamos nem falar muita coisa porque só essas poucas imagens acima reunidas são todas auto explicativas a ponto do nosso silêncio e preguiça se tornarem nossa maior arma nesse momento. ZzZZZ

Mas enfim, Miley conseguiu aparecer, feia, mas conseguiu.

#NAOTABOMNAO

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E essa foi mais uma edição do melhor prêmio de todos os tempos, o The Modern Guilt Awards. E para você que não dormiu até aqui, voltamos oficialmente a partir de 06/01. Smacks!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Silver Linings Playbook

Fevereiro 19, 2013

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Quando o cinema opta por falar honestamente de coisa séria, que muitas vezes não é levada tão a sério assim como deveria, só que de forma leve e muito bem humorada.

“Silver Linings Playbook” é um filme genial porque é bem simples e opta por falar de um assunto honestamente, encontrando uma sensibilidade importante para algo tão delicado e ao mesmo tempo tão instável. Aborda temas até pouco tempo ignorados, confundidos com um comportamento apenas inadequado, mais de um tipo deles por sinal, só que tudo isso de forma bem simples, sem carregar demais no drama, apesar dele estar presente a todo tempo em cena. Apesar da abordagem leve, o filme não é um deboche e retrata muito bem o quanto é difícil lidar com algumas doenças que carregamos sabe-se lá o porque. (embora sempre tenha um porque para cada uma delas)

Ninguém quer ter que lavar as mãos constantemente apenas porque é extremamente higiênico, ou precisar alinhar tudo na sua vida apenas porque é metódico demais e ou não gosta das coisas fora do lugar. O mesmo vale para aqueles que mudam de humor em uma simples respirada, indo de um extremo ao outro, ou para aqueles que trocam por sexo (ou outras drogas) suas mais profundas frustrações e ou incompreendimentos. Todas essas pessoas estão doentes (não gosto muito de dizer ou ouvir que “são” doentes por exemplo, por isso prefiro dizer que “estão”) e precisam de ajuda. Agora, difícil é imaginar que essa ajuda acabe acontecendo da reunião deles todos como uma grande terapia em grupo involuntária, mesmo sem se assumir como tal.

Bradley Cooper (reforçando que estou de olho nele desde Alias antigo, Höy!) realmente merece o destaque que acabou recebendo pelo seu personagem no longa, transtornado mas sem se perder no olhar ou em trejeitos caricatas, Pat é dono de uma bipolaridade que acabou encontrando o seu pico mais perigoso através do trauma que acabou sofrendo quando chegou em casa e pegou a mulher com outro homem e o espancou quase que até a morte, em um ataque de fúria incontrolável que pelo menos ele até que teve grandes motivos para ter (o que não justifica o que ele fez, mas explica, embora ele não precisasse ser bipolar para esse tipo de reação). Um detalhe importante no seu personagem também é a sua falta de freios, que ele não tem mesmo, tocando imediatamente no assunto que lhe foi pedido para não tocar no minuto anterior e uma sinceridade importante para o carisma do personagem. Fico feliz que o nível da magia do Bradley Cooper  não tenha atrapalhado o seu merecido reconhecimento nesse caso, algo que nós sabemos que ainda acontece. (e seria uma verdadeira covardia não reconhecê-lo por esse trabalho)

Sem contar que ele tem uma doçura também amparada no lado romântico da história, com a sua devoção a ex esposa, aquela que ele pegou no chuveiro recebendo um tratamento especial de outro homem, a qual o abandonou de vez após o seu surto, vendeu a casa e inclusive pediu uma ordem de restrição contra o mesmo e ainda assim, Pat acha que o seu plano de vida é colocar tudo no lugar, mente, corpo e reconquistar a mulher amada. Uma doçura que na verdade esconde uma obsessão pela ex que ele acabou nutrindo mesmo depois de tudo, muito provavelmente por não ter ouvido a sua justificativa para o que acabou acontecendo com o seu casamento e por aquela relação, apesar de tudo, não ter tido uma conclusão. (conclusões/resoluções que são sempre importantes para todo mundo)

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E é uma delícia acompanhar seus pais sem saber muito bem como controlar o filho, apostando em uma recuperação que eles estão vendo de perto que claramente ainda não aconteceu. Sem contar os vizinhos, ex colegas de trabalho e seus próprios amigos, a grande maioria deles, morrendo de medo do temperamento explosivo do moço, agora conhecido de todos. Comportamento explosivo que a propósito, aconteceu apenas naquela ocasião segundo ele, que foi o seu único grande surto e que ainda acabou lhe trazendo algumas outras complicações, como delírios e coisas do tipo. Acho sensacional no longa por exemplo, é o detalhe da música do seu casamento hoje ser motivadora do seu descontrole, um detalhe super simples, mas sensacional, inclusive para demonstrar a dificuldade do personagem em conseguir distinguir a realidade com o que acontece na sua imaginação. Por esse motivo, Pat acabou passando alguns meses em uma clínica de tratamento, onde ele acabou aprendendo um coisinha ou outra a respeito da sua condição, como o fato de que os medicamentos, apesar de funcionarem como um alívio quase que imediato, traziam também uma série de efeitos que ele conseguia perceber que não eram muito saudáveis ou agradáveis para a sua vida, pensando a longo prazo. (ainda mais pensando que para a maioria dos casos de pessoas diagnosticadas com esse tipo de problema, a medicação acaba se tornando algo necessário para o resto da vida)

No longa, seu pais, que são figuras importantes nesse período de readequação, são figuras adoráveis e personagens também excelentes. Uma mãe extremamente protetora e clueless em relação a doença do filho (Jacki Weaver) e um pai que também compartilha de um problema sério com seu nível de TOC avançadíssimo (interpretado pelo sempre excelente Robert De Niro), como podemos perceber ao longo do filme. Embora sem ter muita noção do que fazer dentro daquele cenário para colocar o filho de volta no comando da sua vida, ambos não medem esforços para cuidar de Pat e tentam de tudo, como todos os bons pais que conhecemos (porque conhecemos alguns bem ruins também que não se dariam a esse tipo de trabalho), apesar de muitas vezes não conseguirem entender o que estava se passando naquela cabeça que oscilava tanto e tão rapidamente e nem sempre reagindo da melhor forma aos surtos do filho por um motivo qualquer, como quando ele não conseguia achar o vídeo do seu casamento e acabou acordando a vizinhança inteira, além de ter acabado em uma confusão de corpo a corpo dentro da sua própria casa que poderia ter se tornado algo mais sério e com quem ele jamais gostaria que tivesse acontecido.

De acordo com a lógica do próprio personagem, tudo estava caminhando bem em sua vida apesar de todos esses “pequenos problemas”, até que a tão deliciosa quanto personagem da atriz Jennifer Lawrence, passou a cruzar o seu caminho e atrapalhar suas corridas diárias pela vizinhança. Uma personagem fantástica, no mesmo nível do personagem dele, acho bem justo dizer, também com um equilíbrio ótimo entre a sua “loucura” e sanidade, que apensar de não aparentar muito, ela tinha sim e muita. Ela é Tiffany, uma mulher que também acabou passando por um trauma ainda cedo na sua vida, com a morte trágica e acidental do marido, algo que ela não conseguiu assimilar muito bem e acabou compensando fazendo sexo com estranhos, por pura distração. (e no filme tudo é justificado brilhantemente, muito melhor do que qualquer detalhe maior que eu possa descrever por aqui)

E os encontros dos dois são todos sensacionais, uma delícia deliciosa no melhor sentido. Ambos visivelmente desequilibrados, tentando se convencer que ainda estão em um relacionamento estável carregando orgulhosamente suas respectivas alianças, só que por motivos diferentes. De cara, ela já oferece o seu corpo como forma de compensar aquilo que ela não sabe muito bem o que é e ele, é claro que repudia imediatamente, reforçando que é um homem casado e que uma aventura como aquela não faz parte do seu plano para um casamento feliz, repudiando qualquer tipo de traição e a tratando a todo tempo como uma doente pior do que ele. Apesar de saber que tem uma doença, Pat tem também algo que pode ser confundido facilmente com uma presunção (ainda mais contando com a sua total falta de freios) em achar que ele consegue entender o que está acontecendo com ele mesmo e as demais pessoas que dividem problemas semelhantes não, algo que em certo ponto ele justifica ser uma forma de se defender e não se colocar em uma posição “irrecuperável” aos olhos da ex mulher que ele está querendo reconquistar.

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Conversas francas sobre o uso de remédios conhecidos de todos nós e seus efeitos não muito agradáveis em nosso corpo quando usados apenas por necessidade e principalmente quando constantes, uma conversa franca com ela se abrindo sobre o fato de ter sido demitida por ter feito sexo com todos da empresa, inclusive as mulheres, algo que obviamente deixa ele interessado pelo lado sexual da coisa (meninos…), embora até isso ele tenha medo de admitir para não decepcionar a ex mulher evidenciando mais um característica do seu comportamento que ela sempre repudiou. Todos momentos excelentes, com uma química absurda entre os dois atores e que servem muito bem para nos situar em relação a história e estado de cada um deles, além de ser puro entretenimento. Sem contar a trilha sonora do filme, muito bem escolhida e que merece uma atenção toda especial porque é bem boa.

Química inclusive que é notável em todas as cenas que eles dividem lindamente, mesmo quando no nível máximo da loucura de cada um deles (leia-se “loucura” pensando em algo bom nesse momento), o que nos faz perceber que realmente algo de muito especial aconteceu dessa troca. Não é atoa que por esses dias, ambos confirmaram que vão realizar o seu terceiro trabalho juntos, tamanho envolvimento que eles acabaram encontrando um com o outro. E OK, que fique bem claro que estamos falando de um outro tipo de envolvimento, muito mais difícil de se encontrar do que qualquer outra coisa que vocês estejam pensando nesse momento.

Desse encontro, além de outras coisas surge um pacto, com Tiffany aceitando prontamente burlar a lei para entregar uma carta que Pat escreveu para a ex esposa (a qual tem uma relação próxima com sua família), isso com a condição de que ele seja seu parceiro de dança em uma competição local, que era o grande sonho dela (e talvez ela não conseguisse devido a sua condição, que só servia para atrair os aproveitadores da região e por isso, Pat acabou sendo o seu parceiro ideal). Nesse momento, a relação dos dois começa a se aprofundar e é possível perceber que através daquele contato com a dança, ambos passaram a desenvolver sentimentos um pelo outro, embora o Pat relute para admitir o fato.

Antes disso, fica bem claro que apesar de estar enfrentando essa barra, de não ter mais nada na vida a não ser o objetivo de correr, entrar em forma e recuperar a ex, a qual ele inclusive se dispõe a ler todos os livros que ela enquanto professora recomendava para seus alunos (detalhe que eu achei super foufo e ele bravo as hell com o Hemingway foi divertidíssimo), que Pat é uma boa pessoa e apesar da sua falta de filtro e condição emocional, ele consegue muito bem colocar a cabeça no lugar quando se importa com alguma coisa e isso nós percebemos quando ele a defende lindamente de alguém que só queria aproveitar da sua fama na vizinhança. E a defende da forma adequada, sem apelar para o seu lado mais violento ou elevar demais a sua indignação com a situação, optando por apenas dizer a coisa certa e da forma mais sensata possível.

Durante os ensaios, é possível perceber também que ele acaba se envolvendo pela forma como Pat se posiciona quando recebe a visita do amigo Danny (Chris Tucker), que aproveita para tirar aquela casquinha da lindíssima da J-Law é claro, que é uma das poucas mulheres no mundo que consegue segurar dignamente um look inteiro em lycra branco. Ela, Madonna e as meninas do Abba, apenas (rs). Apesar do seu instinto protetor, fica evidente que naquele momento, Pat não estava apenas protegendo a moça de se tornar novamente vítima do seu próprio distúrbio e sim de acabar vendo algo que ele começou a gostar tanto, acabar nas mãos de outra pessoa.

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Perto do final do filme, ele acaba envolvido em uma confusão em um jogo que claramente seu personagem não estava pronto para encarar sozinho, mesmo tendo encontrado por lá o seu próprio terapeuta e não ter sido o grande responsável por aquela situação toda que acabou fugindo totalmente do controle de todos os envolvidos. Mesmo assim, ele acaba novamente pagando a conta, muito provavelmente por ser a figura mais fácil de se culpar (algo que devemos tomar cuidado, sempre), que é quando ganhamos o maravilhoso confronto Jennifer Lawrence vs Robert De Niro, em uma cena ótima e de igual para igual, além de super divertida e com interferências também ótimas do Bradley Cooper ao fundo. Como conclusão, ganhamos um plot da grande aposta da família, que também não era das mais equilibradas (tirando a mãe, tadinha), mas a sua forma, estava tentando ajudar o filho a sair daquela situação apostando, literalmente, todas as suas fichas em uma superstição envolvendo um jogo e o desempenho da dupla no tal concurso de dança.

Lindo o momento em que pai e filho estão no carro, a caminho do jogo que acabou virando uma grande confusão, onde Pat acaba reconhecendo que ele é exatamente igual ao pai (que é figura não grata no estádio devido a uma grande confusão que ele acabou provocando por lá no passado), exceto pelo TOC, que ele acha que é coisa de gente maluca (#TEMCOMONAOAMAR?), assim como a revelação de que a mãe era quem dava as coordenadas da localização do filho em suas corridas diárias para Tiffany, facilitando os encontros “casuais” do casal.

Casal que não poderia ser mais improvável (ou adorkable) devido as condições atuais de cada um deles, mas que ao mesmo tempo passou a funcionar perfeitamente para que ambos tivessem alguma chance de sair daquela situação. Eles que além de lindos juntos (total redundância, porque vamos combinar que unir esses dois na tela do cimema é praticamente uma covardia covarde do tipo imperdoável). E como eu sempre digo, nem sempre a melhor escolha é a escolha mais óbvia. Pensem nisso…

E a apresentação de dança dos dois é excelente. Como se segurar e não ter vontade de voar da cadeira da mesma forma que eles em cena, quando do meio do nada começa a tocar “Fell in love with a girl” do The White Stripes (R.I.P)? Tive que me controlar e se tivesse 35% a mais de coragem, ou 5% a mais de loucura, teria arriscado uma performance naquela sala, naquele exato momento. (rs. Mas fiz depois, em casa, claro!)

O final é extremamente simples e feliz, para nossa sorte (ainda bem que não se inspiraram em Hemingway nessa hora e esse era o meu grande medo para a conclusão do filme) com Pat resolvendo ao pé do ouvido o seu issue com a ex esposa, encontro que todos eles temiam mas que aconteceu de forma civilizada no final da competição de dança, seguindo o conselho do pai e indo atrás da Tiffany, que estava arrasada pelo fato da ex mulher dele ter aparecido na última hora, mas que acabou ganhando a sua própria carta, escrita (e narrada) por Pat, que nós apostamos que foi 1000000 de vezes melhor do que qualquer coisa que ele tenha escrito para a sua ex. (bitch)

E realmente é tudo muito simples no longa, que depende basicamente de uma boa história e de excelentes interpretações de seus atores. Bradley e Jennifer excelentes, ele encarando uma câmera intimista lindamente e ela encantando a todos com a sua postura de badass porém fofa, também implorando por ajuda. Mas sabe aquele filme inexplicável, onde não é possível reconhecer claramente o que, mas é possível sentir que algo de muito especial aconteceu ali, naquele momento? Então,  esse é “Silver Linings Playbook”, um filme leve, despretensioso e sensacional que o diretor David O. Russell acabou fazendo adaptando lindamente o livro de  Matthew Quick, na tentativa de entender melhor o seu próprio filho, também diagnosticado como bipolar. Detalhe que com certeza deve ter colaborado para que esse trabalho tenha se tornado tão especial. (♥)

Um filme encorajador sem ser pedante, que te faz querer voltar para casa e pelo menos tentar encarar um mundo onde nem tudo precisa estar alinhado o tempo todo. (e aquele detalhe da sequência final, com os controles remotos do pai desalinhados pela primeira vez, pode ter sido bem simples, mas pode ter sido também um despertar importante para alguns…)

 

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Bradley Cooper muito bem acompanhado

Fevereiro 7, 2013

bradley-cooper + robert-de-niro

Qualquer pessoa ao lado do Robert De Niro (representante da magia perturbada antiga) estará muito bem acompanhado na vida. Höy!

Até hoje, sempre que pego um táxi penso “Travis Bickle”, #TODAVEZ, mesmo quando não é um táxi amarelo, rs

 

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Silver Linings Playbook, o trailer

Junho 29, 2012

Filminho novo que tem o Bradley magia que fala francês Cooper de casal probleminha com a Jennifer Lawrence.

Me pareceu bem divertido. E tem o De Niro.

Animou?

 

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Golden Globe 2011: Que entrem os boys magia! Höy!

Janeiro 17, 2011

Os looks dos meninos são sempre preguiça neam?

Então vamos aproveitar para explorar o estagiário do Guilt e pedir closes, porque nós vivemos para isso não?

Preparados para tanta emoção? Repitam comigo após cada foto um “Höy”, rs

Dessa vez, temos 3 categorias:

 

Boys Magia New Generation (a nova safra da magia)

Jesse Eisenberg

Höy!

Andrew Garfiled

Höy!

Armie Hammer

Höy!

Puck, rs

Mark Salling

Höy!

Porcelain…rs

Chris Colfer, que teve a reação e o discurso mais foufo da noite, com os colegas de elenco chorando e bem emocionados com o talento do garoto sendo reconhecido

 

I think I just dropped my heart between Natalie Portman and Julianne Moore (euri)

 

Boys Magia versão I’m not a girl, not yet a woman (a entressafra da magia)

Jake Gyllenhaal

Höy!

Matt Bomer

Höy!

Zachary Levi

Höy!

Ryan Kwanten

Höy!

Ryan Gosling

Höy!

James Franco

Höy!

 

Pausa:

Uma pequena pausa para outro agradecimento foufo mil: Jim Parsons

 

…my writers, how crass? (ro-lei)

 

Boys Magia Antiga (a safra envelhecida com alguns beirando o cacurismo)

Michael C. Hall com uma mega barba ruíva fazendo o look lenhador é tipo covardia!

HÖY!

Johnny Depp de banho tomado. Coisa rara, fikdik

Höy!

Brad Pitt versão bicheiro

Höy!

The Iron Man, rs

Höy!

Christian Bale, que já esteve melhor porém mantém uma invejável barba ruiva

Höy!

Don Draper, the womanizer (e a cara que ele fez quando seu nome foi anunciado? Howcuteisthat?)

Höy!

Matthtew Morrison

Höy!

Matt Damon e o eterno boy magia, Robert de Niro

Höy! Höy!

Para fechar a lista e não aceitar a máxima de que os looks dos meninos precisam ser bem preguiça toda vez, o mais bem vestido da noite:

Kevin McHale e o seu fundamento todo com estampa de bolinhas, tsá?

Certamente o mais bem vestido da noite, fatão! Höy!

Não sei o que eu invejei mais nesse momento na vida da Jessica Alba

Dezembro 16, 2010

Pois bem, fiquei na dúvida se a minha inveja nesse momento é maior por parte desse Valentino gracioso que ela esta usando, ou se pelo fato dela estar abraçando o De Niro? Höy!

Fiquei na dúvida?

Será que eu poderia estar abraçando o De Niro e tocando nesse Valentino ao mesmo tempo? Será que eu tenho coordenação o suficiente para isso? Será que eu aguento toda essa emoção? euri

Fui dormir com o Travis Bickle ontém

Dezembro 6, 2010

Estava me preparando para dormir ontém, quando dei de cara com o Robert De Niro e o seu enfurecido taxista na tv, fatão!

O filme estava no começo, com aquela trilha que eu acho bem chic. Detalhe, legendado e na tv aberta, howcoolisthat? Algo que eu também achei bem chic!

Não resisti e fiquei assistindo pelo menos um pouqueeenho, antes de pegar no sono definitivamente e ir dormir com o Travis Bickle. Ai ai…

E hoje é a vez do Edward…ando bem acompanhado, não? rs

Robert De Niro contra a  barba  crescida  do  Bruce Willis (euri)

Outubro 8, 2010

Robert de Niro contra a máfia e o bundamolismo de Hollywood. E ai? Será que o Bruce Willis vai ou não tirar a barba para o papel hein?

Em meio a essa pergunta e várias outras situações que acabam com a fantasia de mundo perfeito de Hollywood, podemos observar no filme o quanto de negócio é necessário para que o cinema aconteça. Uma triste realidade, porém real.  E quando eu digo quanto, eu quero mesmo dizer $$$ Catching!

Uma ótima oportunidade para acordar para a realidade e perceber que tudo quase tudo aquilo que assistimos até hoje, na verdade tem apenas uns 20% de verdade e o resto é business.

Machete!

Julho 12, 2010

Que é o novo filme do fodônico Robert Rodriguez, que tem ninguém menos do que o Robert Fucking DeNiro no elenco, além de uma mistureeenha bem boa Lindsay Lohan + Steven Seagal + Dany Trejo + Michele Rodriguez + Jessica Alba + o piloto da ilha de Lost (euri)

Esse poster não é oficial, mas achei por ai em uma de minhas pesquisas de imagens, com essa ilustração maravileeeandra e achei bens

E o trailler é ainda melhor, fatão! Ansioso mil

Travis Bickle!

Dezembro 4, 2009

Pq eu não tenho o DVD de Taxi Driver ainda hein? LOVE Taxi Driver!

ps: Drew voltou a estar maravileeeandra! Yei!


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