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Dinosaurs on a Spaceship

Setembro 12, 2012

Outro excelente episódio da Season 7 de Doctor Who e mais um a menos para a despedida dos Ponds. (glupt)

E em Dinosaurs on a Spaceship (7×02), já foi possível perceber que a dinâmica da série realmente mudou e que o Doutor já suspeita que a hora de se despedir definitivamente dos Ponds se aproxima. Apesar de já sabermos quando isso deverá acontecer, ainda não sabemos como e nem porque, mas ao ser questionado pela própria Amy se ele já estava se esquecendo dela e do Rory e o porque de agora suas visitas terem um período de tempo muito maior (dessa vez foram dez meses sem aparecer), com um beijo dos mais carinhosos possíveis (Awnnn!), o Doutor tentou acalmar Amy Pond dizendo que estava tudo certo, que nada estava acontecendo e que ele ficaria ao seu lado “sempre”, mas ao final do episódio, percebemos pela cara que ele fez dentro da TARDIS ao fundo do casal, que ele sabe de algo que nós ainda não sabemos em relação aos Ponds…

Falando neles, nesse episódio além da Rainha Neffertiti (Neffy para os íntimos. E por “íntimos” leia-se o próprio Doutor, pelo qual ela estava super interessada, rs) e Riddell fazendo as vezes de Indiana Jones, ganhamos também a participação de mais um membro da família Pond… bem, não foi exatamente isso, mas ganhamos a participação do pai do Rory, Brian, que sem querer acabou embarcando a bordo da TARDIS para uma missão no espaço, ganhando do próprio Doutor o apelido de Brian Pond. Bacana foi que com a introdução do personagem, rapidamente foi possível observar que sua relação com o Rory tem alguns issues, como a constante desaprovação do pai com o filho e o fato de talvez ele considerará-lo um tanto quando “inferior” ou até mesmo covarde. Mas tudo muito leve, divertido e com soluções bem foufas para os problemas entre os dois, que foram resolvidos durante o próprio episódio com a descoberta de que apesar das diferenças, eles eram bem parecidos, provando que na família do Rory tudo é uma questão sobre o que carregar nos bolsos, rs.

Outra coisa que é possível de se perceber assistindo a nova temporada é o quanto tudo vem se tornando cada vez mais grandioso e muito bem produzido. Cenários sensacionais, paisagens excelentes, efeitos visuais muito bem realizados (coisa que nem sempre foi um mérito da série) e tudo isso para colocar dinossauros dentro de uma nave espacial, dominada por dois robôs (sensacionais e que viviam algo como um bromance) e uma espécie de pirata espacial. Uma história sensacional, diga-se de passagem, apesar de bastante corrida e mais uma seguindo essa nova linha de roteiro que eles disseram ter planejado para essa nova temporada, com histórias muito mais independentes do que as anteriores.

E se gravatas borboletas são cool, quão cool é ter o Doutor, Rory e o sogro de Amy Pond montados em um Triceratops, que eles passaram boa parte do episódio tratando como uma cachorro? Sério, #TEMCOMONAOAMAR? E dentro da história ainda tivemos uma breve participação dos Silurians, os quais eram os donos da tal nave que na verdade era uma “arca” e que foram jogados no espaço por Solomon, o vilão com ares de pirata interesseiro da vez que acabou se apoderando do que pertencia aos Silurians. Um triste fim para a espécie, não? (talvez esse não tenha sido o fim deles ainda…). Outro ponto interessante do episódio foi o fato do Doutor ter deixado o vilão da vez encontrar o seu destino, já que ele estava mesmo na mira de misseis enquanto a nave roubada se aproximava da Terra e acabou encontrando o seu fim ali mesmo, explodindo no espaço.

Algo que não é muito comum em Doctor Who, porque normalmente o Doutor é contra esse tipo de solução, mas das duas uma: ou dessa vez ele simplesmente deixou o destino tomar o seu rumo sem tentar bancar o herói com quem demonstrou que não merecia por mais de uma vez, ou ele já estava tempo demais longe de sua companion, o que nós já percebemos e sabemos que é algo que o torna um homem diferente quando sozinho em sua TARDIS.

Outro ponto a se destacar é o humor na série, que vem ficando cada vez mais sensacional e nesse episódio sobraram bons momentos para todos eles. Amy na dinâmica com a Rainha Neffertiti, declarando-se a Rainha do Rory, se arrependendo do que disse logo em seguida e ainda tendo que aguentar um homem de outro tempo bancando o machista no pé das duas (Riddell, que foi interpretado pelo ator Rupert Graves, que faz o Lestrade em Sherlock). O Doutor por sua vez continuou o mesmo de sempre, atirando para todos os lados, comemorando o fato de agora ter sua própria gangue (rs) e fazendo piada inclusive sobre a semelhança entre Rory e seu pai. Mas o grande destaque pelo lado cômico do episódio realmente ficou com  o Rory, que esteve sensacional como alívio cômico não só nesse episódio, como também no anterior e como fã do personagem, fico feliz que ele esteja sendo melhor aproveitado até.

E #TEMCOMONAOAMAR o momento de euforia do Doutor em relação a uma ideia brilhante do Rory, que ele acabou retribuindo com um beijão daqueles, se arrependendo logo em seguida e bancando a passiva agressiva dando tapas na cara do personagem ao perceber que a ideia não havia sido tão brilhante assim para tanto? rs

Sem contar aquele final lindíssimo, com o pai do Rory pedindo para o Doutor fazer o que qualquer mortal gostaria de fazer a bordo da TARDIS: observar a Terra do espaço, tomando chá e comendo sanduíches (no meu caso, quero chocolate e cookies, rs). Howcoolisthat?

Assim chegamos ao final dessa triste contagem até a despedida dos Ponds, com Brian mandando até um post card do Rio de Janeiro para o casal. #TEMCOMONAOAMAR? Mas mesmo tendo gostado bastante do episódio, não tem como não esquecer que agora faltam apenas mais três para a despedida? (glupt de novo)

E no próximo sábado: Space Cowboys!

Geronimo! (dessa vez saindo montado em um Triceratops, rs)

 

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Asylum Of The Daleks

Setembro 5, 2012

Excelente retorno esse com primeiro episódio da Season 7 de Doctor Who, não?

Um episódio completíssimo, com tudo que nós sempre AMAMOS na série (7×01 Asylum Of The Daleks). Com cara de épico, o episódio já começou com o Doutor sendo capturado em meio a uma emboscada planejada pelos próprios Daleks, seus maiores inimigos que de quebra, ainda capturaram os Ponds, eles que para a nossa total surpresa, não estavam vivendo mais sua melhor fase enquanto casal, a ponto de estarem encarando o divórcio. E essa foi apenas a primeira surpresa do episódio de estreia.

A segunda ficou por conta dos próprios Daleks que dessa vez, ao contrário do que esperávamos, estavam precisando da ajuda do Doutor para assim continuar com o próprio Asylum, que era para onde eles mandavam todos os Daleks que deram defeito ao longo o tempo. Mas bacana mesmo foram as explicações carregadas na vilanice, com os próprios assumindo descaradamente que não suportariam simplesmente “extinguir” tanto ódio conforme a sugestão do próprio Doutor, o que eles até reconheceram ser um dos fatores que eles acham que justifica o fato deles nunca terem conseguido finalizar de vez o seu “Predador”, apelido carinhoso que nós descobrimos ser como eles o chamam “internamente”, rs. Isso e o fato do Doutor ser muito melhor do que qualquer um deles, claro. Suckers! (quase morri quando ao final do episódio, o Doutor saiu de sua TARDIS gritando “Suckers” para os próprios Daleks. #TEMCOMONAOAMAR)

Mas a terceira e maior surpresa ainda estava por vir, com a primeira aparição daquela que a gente sabe que virá a ser a nova companion do Doutor, assim que nos despedirmos dos Ponds daqui mais quatro episódios (glupt). Seu nome é Oswin Oswald (tipo trava língua e eu ainda acho que ela deve ser rebatizada como “Carmen”) ou “Souffle Girl” que foi como o Doutor já a apelidou. Ela que embarcou na expedição “Alaska”, que não deu muito certo e que por isso acabou ficando presa e sozinha por mais de um ano. Sim, um ano. E se Amy Pond esperou por 14 anos, o que seria esperar apenas por 1 ano, não é verdade? (rs)

Oswin é linda e já tem aquele ar de companion destemida e desbocada, do tipo que a gente AMA. Sua dinâmica com o Doutor, apesar deles terem se falado apenas a distância por boa parte do episódio, já foi bem excelente e ficou bem claro que ele já ficou todo encantado com a genialidade da garota, que passou um ano inteiro enfrentando os Daleks sozinha e fazendo suflês (Dr que como boa parte dos homens, parece que foi conquistado pelo estômago, rs). Mas onde é que ela arrumava o leite para fazer seus suflês? …

Uma pergunta que o Doutor chegou a fazer por duas vezes durante o episódio e que seria a chave para a grande surpresa do episódio. Oswin na verdade, havia sido “transformada” em um Dalek e foi assim que o Doutor a viu pela primeira vez, acorrentada e no formato do seu maior inimigo de todos os tempos. Bem bacana vai? (apesar do próprio poster liberado pela BBC1 já entregar bastante o que estaria para acontecer no episódio)

E com essa primeira aparição da nova companion e de tal forma, minha cabeça quase explodiu de tantos pensamentos sobre como poderia ser a história desses dois enquanto dupla. Nesse caso, cheguei a conclusão que embora eu não seja nada fã da tensão sexual Doctor vs Companion dentro da série (já cansei de dizer isso), acho até que nesse caso seria o melhor caminho para a construção da história desses dois. Primeiro que o Doutor já está muito tempo sozinho (considerando a Rose como seu último “amor” ou pelo menos “interesse”, vai…) e segundo que seria sensacional tê-lo em conflito encontrando-se apaixonado por um Dalek. Imaginem?

Mas por enquanto ainda não sabemos como vai ser o futuro da história da Souffle Girl e do seu Chin Man (apelido que ela deu para ele poro conta do seu queixão, rs). E apesar desse ter sido apenas o primeiro encontro dos dois e a gente não ter muita ideia de como isso será resolvido daqui para frente, Oswin acabou dando um presente inesquecível para o Doutor, que foi apagá-lo da memória dos Daleks (ela é meio hacker), que não se lembram mais quem ele é ao final do episódio. Cool Cool Cool. Doctor Whom? (rs)

E como se o episódio não tivesse sido excelente o suficiente, com cenas lindas da Amy delirando com Daleks como pessoas e uma bailarina ruiva criança super foufa dançando lindamente ao som de uma trilha sonora encantadora, além do Doutor passando por um corredor cercado dos Daleks que já o enfrentaram ao longo do tempo, ainda tivemos um ótimo desfecho para o divórcio dos Ponds, em uma cena linda e super emocionada, com o Rory jogando na cara dela que ele sempre foi quem amou mais dentro da relação dos dois (em um plot de perigo que envolvia o amor e que não poderia ter sido mais foufo) e Amy Pond ficando extremamente ofendida e explicando o porque dela ter aberto mão da história dos dois daquela forma.

Na verdade, Amy estava magoada porque devido as circunstâncias do passado, ela não pode mais ter filhos e sabendo o quanto o Rory gostaria de ser pai (e ele já não é? rs), ela não achava justo prendê-lo naquela relação. E toda essa resolução do plot dos dois se deu por meio da interferência do Doutor, claro, que percebeu que algo estava errado entre o casal logo no começo do episódio e em um determinado momento do mesmo chegou até a questionar o que ele poderia fazer para melhorar aquela situação.

E quem foi que disse que o Doutor não pode resolver todos os problemas com a mesma facilidade que ele arruma sua bow tie? (chorei uma single tear igual a Amy no momento dessa cena, que foi muito especial! Aliás, Amy que já consegue interpretar o Doutor como ninguém, não?)

Com um episódio sensacional como esse, começamos da melhor forma possível a sétima temporada de uma das nossas séries mais queridas do momento. Clap Clap Clap!

E no próximo sábado teremos dinossauros dentro de uma nave espacial. Howcoolisthat? (e tem também a Rainha Nefertiti. Cool!)

Sei que eu não costumo fazer reviews por episódio durante as temporadas de quase nenhuma série, mas como Amy Pond é e sempre vai ser a minha companion (sorry, mas ele foi a minha primeira, então…), acho justo que ela ganhe o seu arco de pelo menos cinco reviews aqui no Guilt até o momento da sua despedida, rs

Geronimo!

 

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Week WHO?

Agosto 27, 2012

Como a Season 7 de Doctor Who tem a sua premiere no próximo sábado (7×01 Asylum of the Daleks) e a partir de hoje nós vamos poder saber um pouco mais sobre o que aconteceu na vida dos Ponds entre as seasons 6 e 7 com a webserie Pond Life (a parte 1 até já saiu, com 1 min, tipo os “Tardisodes” antigos. Humpf!) nada mais justo do que a gente fazer uma maratona dentro da nossa própria maratona recente da série de 2005 até agora, aqui no Guilt, não?

Portanto, durante toda essa semana e até o próximo sábado (dia da premiere da Season 7), vamos republicar todas as nossas reviews sobre as seis temporadas da série inglesa (que eu AMO), sendo que teremos uma delas por dia, para que a gente possa relembrar tudo o que já vimos da série nova até agora.

Sendo assim, está declarada a nossa Doctor Who Week (♥)

E lembrem-se:

 

Bow ties are cool!

 

ps: e o que foi o Doutor fazendo backing vocal no Ponds Life? Não sei quanto a vcs, mas toda vez que eu vejo o Doutor (ainda mais depois de tanto tempo longe), sinto vontade de abraçá-lo como se não houvesse amanhã. Bem sério. (♥)

 

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Doctor Who Season 7, o trailer novo + premiere

Agosto 22, 2012

Mais um promo da Season 7 de Doctor Who, que agora já tem data de estreia: 01/09

Ou seja, falta bem pouco. YEI!

Season 7 que retorna com cinco episódios que segundo o Moffat, serão todos épicos, que são justamente os últimos na companhia dos Ponds (glupt). Mas não quero nem pensar nisso porque ainda não estou preparado para esse momento que eu nem consigo imaginar como é que eu vou reagir… (consigo sim, assim como o Tom Hardy ó)

Já posso colocar a minha bow tie para esse encontro certo no dia 01/09?

Ansiedade Who?

 

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Agenda Who?

Março 17, 2012

Anotem todos em seus moleskines azul TARDIS: segunda feira 19/03 Doctor Who começa a ser exibida na Tv Cultura (um canal que sempre nos encheu de orgulho, não?), diariamente às 20h20 (de segunda a sexta) e com isso ninguém tem mais desculpas para não assistir a série, hein?

O canal importou todas as temporadas produzidas dessa nova safra da série inglesa (Season 1 à Season 6), 6 especiais de uma hora de duração e uma animação. Ou seja, TU-DO! YEI!

Lembrando que como eu disse anteriormente, Doctor Who  será exibida dublada, com opção de audio original na tecla SAP, para quem preferir um sotaque inglês indeed, assim como eu. E os episódio exibidos estarão disponíveis também em streaming no site do canal para quem não conseguir assistir na TV por uma drama qualquer. Ou seja, sem desculpas mesmo hein?

Tipo imperdível! (sério, quero ver todo mundo assistindo!)

E quer melhor companhia para a hora do jantar?

Allons-y!

Doctor Who voltando das férias com a melhor line ever

Agosto 31, 2011

 

Eu estava indo para um bar mitzvah cigano gay para deficientes, quando de repente eu pensei:

Deus, o terceiro Reich é meio que um lixo. Acho que eu vou matar o Führer…

Quem esta comigo?

 

Tudo bem que essa não foi uma frase do Doutor e sim da nossa querida River Song, mas foi uma das melhores lines ever em Doctor Who, em um dos momentos mais bem humorados da série até agora. Rolei!

Doctor Who realizando o sonho de todas injustiçadas e tudo isso na própria Alemanha antiga. Howcoolisthat?

E que episódio hein?

Para se ter uma idéia, além da promessa de matar o Hitler e tê-lo colocado dentro do armário, literalmente (rs), nós ainda tivemos um climão a la Star Trek (que foi ótimo e funcionou bem como homenagem), participações especiais de velhas conhecidas (Rose, Martha e a fucking Donna!) e a pequena Amelia Pond de volta, conhecemos tmbm a Mels, uma antiga amiga do casal Amy e Rory e ainda tivemos um momento flashback foufurices com a infância/adolescência/juventude de todos eles.

E podemos ver como Amy e Rory sempre estiveram ligados na vida um do outro, até Amelia Pond enfim ter descoberto que o Rory não era gay como ela pensava, e sim um garoto foufo e tímido, completamente apaixonado por ela desde sempre. Howcoolisthat?

Como se tudo isso para um único episódio (além de uma inesperada regeneração…)  já não fosse o bastante, ainda tivemos o Doutor sendo envenenado e quase morrendo e recebemos a confirmação da data de sua morte, assim como executora do crime. Tenso não?

O episódio tmbm marcou o “primeiro encontro” entre River e o Doutor (nessa linha de tempo maluca da série neam?). Foufo mil e terminou com ela ganhando de presente o seu “diário TARDIS” do próprio. Howcuteisthat?

Queria muito ter um diário igual aquele…

Delícia de episódio, delícia de série, delícia de volta, delícia de Doutor!

Ansioso mil para o segunda metade da temporada.

ps: “Ok, more guilt!”(palavras do próprio Doutor! Será que ela é meu leitor? rs)

O que veremos nos próximos episódio da Season 6 de Doctor Who, hein?

Julho 25, 2011

Eita! 27 de Agosto, compromisso certo na minha agenda eletrônica Casio, rs

Talvez eu vista até uma bow tie para a ocasião…

E na semana passada, viciei mais um em Docto Who, ou seja, confirmou!

O meu plano de fazer o mundo parar aos sábados para assistir Doctor Who continua unfirah! Muah haha!

Let’s Kill Hitler!

Ansioso mil…

O melhor doutor de todos os tempos. Doctor Who?

Julho 1, 2011

Esqueça tudo que vc já ouviu falar sobre viagens no tempo, porque se vc não viu Doctor Who ainda, vc não viu nada.

Um doutor alienígena, o último de sua espécie, que vive viajando pelo universo em sua cabine telefônica azul antiga, que por fora pode parecer minúscula, comum, mas que por dentro revela toda a sua grandiosidade em um mundo que mistura muito bem a fantasia com a realidade. Howcoolisthat?

Doctor Who é mesmo uma série brilhante, em todos os aspectos, do tipo que é bem difícil de não se envolver ou não se apaixonar por completo. Isso para quem gosta do gênero, claro. Por exemplo, viagens no tempo costumam ser sempre bem complexas e em algumas vezes até complicadas demais, mas nesse caso, tudo é tão coerente, que as viagens semanais na companhia do Doutor a bordo de sua TARDIS (que é a máquina do tempo mais sensacional ever!) viajando pelo tempo e espaço, acabam se tornando mais do que especiais e são até que bem fáceis de se compreender. Eu confesso que já estou vi-ci-a-do! E apaixonado (♥)

Imagine um universo inteiro de possibilidades, poder conhecer personagens do passado da nossa história e ainda ter a chance de poder de certa forma reescrever essa história, howcoolisthat?

E tudo isso na companhia do 11th doutor, talvez o mais carismático de todos os tempos (sorry, mas eu só conheço os da nova safra e entre eles esse é de longe o meu preferido), que usa suspensório e insiste em dizer que gravatas borboletas são legais. E são mesmo doutor, pode continuar investindo no fundamento que nós todos apoiamos. Höy!

Eu duvido que vc que parar para assistir o primeiro episódio da Season 5, não acabe apaixonado pelo Doutor que é de uma foufurice absurda, além de ser um personagem dos mais interessantes na TV atual. Eu sou até suspeito para falar, porque a essa altura vcs já conhecem a minha tendência a gostar de gênios meio malucos e tudo isso ainda combinado com muito bom humor e a doçura do ator Matt Smith então, resultam em um amor absurdo que eu construí pelo personagem durante essa temporada e em questão de bem pouco tempo.

I ♥ the 11th Doctor

Durante essa Season 5, a sua companheira foi Amy Pond (Karen Gyllan), a garota que esperou pelo doutor durante longos anos, até que ele voltasse com sua TARDIS ao seu jardim. Ela que inclusive foi tratada como maluca, devido a sua grande obsessão por esse homem que apareceu em sua vida do meio do nada, prometendo que voltaria em questão de minutos para buscá-la e que ela cresceu esperando o retorno desse que todo mundo achava ser o seu “amigo imaginário” de infância. E como é lindo aquele seu quarto recheado de memórias que ela construiu ao longo desses anos todos a espera do Doutor, com uma série de desenhos, bonecos e recordações que mantinham a imagem do seu “doutor maltrapilho” ainda vivo pelo menos na sua mente.

 

Até que um certo dia ele retorna e encontra Amelia já adulta, para a sua total surpresa (e a sua recepção também é ótima) e a relação entre os dois personagens é sensacional, extremamente doce e totalmente encantadora. Existe até uma certa tensão sexual no ar em alguns momentos, principalmente no inicio, totalmente por parte dela que meio quer apenas aproveitar os seus últimos momentos ainda solteira (rs), mas eu sinto que é mais uma atração por aquela mentre brilhante + perfil clássico de herói + toda a genialidade do Doutor, muito mais isso do que qualquer outra coisa. Quando Amy passa a ser sua companion, ele se torna uma espécie de guardião dela, um protetor mesmo e com o tempo vai se tornando uma espécie de seu tutor também e ambos vão construindo uma relação de cumplicidade e amizade que é muito especial.

O encontro dos dois personagens se dá por conta de uma fenda na parede no quarto de Amy, quando ela ainda era criança e que fomos apresentado no primeiro episódio da temporada, mas que com o passar dos tempos fomos descobrindo que aquela rachadura na sua parede tratava-se de uma rachadura no universo, que se repetia ao longo da série em diversos momentos e que na verdade escondia toda a trama que levaria ao final da temporada, algo muito maior e porque não dizer até catastrófico.

Com isso, sempre fico pensando na genialidade dos caras que escrevem a série. Porque além de criar universos absurdamente absurdos de total ficção, mas com uma certa coerência, ou até mesmo recriar partes da história real da humanidade, eles ainda encontraram um jeito brilhante de conectar todas as tramas dessa temporada, levando todas as resoluções que já haviam feito muito sentido até então, para um outro patamar, transformando todas essas resoluções em algo ainda maior para o final da Season 5, que ao meu ver foi um dos finais de temporada mais espetaculares de todos os tempos. Fazia tempo que eu não ficava tão surpreso e satisfeito com um season finale hein? Clap Clap Clap!

Na primeira metade do final, com os universos desaparecendo, tivemos os grandes inimigos do Doutor ao longo do tempo, se unindo contra ele para tentar “salvar o universo”. Algo que acabou resultando em um processo inverso, em uma cena linda e desesperadora com todos os personagens centrais da trama envolvidos com aquele momento, uma cena que me fez ficar de boca aberta com aquela caixa se fechando com Doutor sendo preso dentro dela. UOW! (foi a minha reação nessa hora).

Fiquei com vontade de pular no monitor para tentar salva-lo eu mesmo, pode? E duvido que vc não pensaria em fazer o mesmo…

Para a segunda metade do ep final, tivemos um Doctor Who fazendo escola, com uma aula de viagens no tempo coerentes e muito bem explicadas, do tipo que acaba sendo muito esclarecedora e muito bem detalhada para quem esta assistindo a episódio, algo que muitas séries que se arriscam dentro desse universo de saltos no tempo, deveriam ter como inspiração. (tarde demais para Lost, neam?)

Outro fator importante em Doctor Who é toda a mitologia da série, que é encantadora e mesmo que vc não seja um grande fã ao longo de sua existência de longa data na tv inglesa (que é a série de ficção científica de maior duração do mundo, primeiro de 1963 até 1989, e depois de 2005 até então)  é bem possível de se acompanhar facilmente  mesmo assim.

O que eu acho importante na série também é a preocupação com o lado científico da hitória que não fica totalmente de lado, com explicações pelo menos plausíveis para os fatos, embora dentro do universo da série eles tenham uma liberdade que me parece não tem fim. O mesmo cuidado que podemos observar em Fringe por exemplo (mas algo bem menos científico do que estamos acostumados a ouvir das explicações do Walter, claro).

No final da temporada tivemos um segundo Big Bang e o Doutor revelando o porque do seu interesse inicial pela Amy, abrindo mão da sua vida para recriar a história do universos e tornar a vida de Amy Pond mais completa e mais feliz, atitude típica de herói que mesmo antecipando que aquele talvez possa ser o seu fim, a gente lá no fundo já sabe que aquele ato heróico no final vai acabar sendo recompensado de alguma forma. Ou vc nunca leu uma HQ? rs

Eu tinha certeza que no final da temporada Amy Pond iria se lembrar do Doutor afinal, depois de tudo que eles passaram juntos dentro dessa jornada, seria praticamente impossível esquecer aquela pessoa encantadora, não? Eu só não imaginava que ele seria o seu algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul. Foufo mil. (♥)

E essa conclusão para a história de amor do Rory (Arthur Darvill) e da Amy foi mais do que merecido também hein? Primeiro que quando ela partiu com o Doutor para as viagens a bordo da TARDIS, eu já achei uma grande sacanagem, uma vez que isso aconteceu na véspera do seu casamento com ele (ele = Rory, o boy magia da Amy Pond. Höy!). Depois tivemos Rory também seguindo viagem a bordo da TARDIS, ainda magoado e com ciúmes da relação da Amy com o Doutor, com toda razão afinal, aquele era o homem que tinha “roubado a sua Amy”. E a relação entre ele é o Doutor também é bastante especial, com direito até a piadinhas de meninos em relação ao tamanho de suas ferramentas (euri), mas foi algo que não durou muito e terminou com a sua morte e ele tendo toda a sua existência apagada da história. DRA-MA!

Mas no final de tudo, Rory para a nossa total surpresa, acabou voltando como o último centurião e ainda ficou de guarda por 2000 anos protegendo o grande amor da sua vida, Amelia Pond. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Se Amy Pond não se casasse com ele naquela noite (graças as viagens no tempo eles conseguiram voltar até aquela exata data) eu tenho certeza que ninguém a perdoaria nunca. Jamais!

Sem contar que sem aquele casamento, nós nunca teríamos visto os dotes do Doutor na pixxxta neam? Go Doctor! Go Doctor!

Duante a temporada ainda tivemos momentos deliciosos ao lado de Wisnton Churchill, uma viagem  sensacional ao centro da terra, um passeio pelo Reino Unido do futuro e em órbita (howcoolisthat?) na companhia da nova rainha, um momento “Inception” onde sonhos e a relalidade se confundiram, os anjos lamentadores (Weeping Angels) dos quais eu confesso que tenho pavor, vampiros peixes em Veneza (howcoolisthat?) e o meu momento preferido de todos, que certamente foi o episódio com o Van Gogh, que me fez chorar de verdade com o presente do Doutor para um dos maiores artistas que nós já conhecemos.

Mas nem só de viagens no tempo fantasiosas vive Doctor Who e durante essa temporada ainda tivemos um episódio deliciosamente simples e até com cara de comédia romântica, mostrando o Doutor sem poder usar os poderes de sua chave de fenda sônica (que é a sua ferramenta de trabalho/arma) e tendo que dividir o apartamento com um roommate, que também é sensacional. E com isso descobrimos que até futebol ele sabe jogar e muito bem, tsá?

Além desses episódios deliciosos, ainda tivemos o clássico especial de Natal, que foi maravileeeandro. Algo que já é tradição para os ingleses, uma vez que em toda noite de Natal, um episódio especial e temático de Doctor Who vai ao ar. Agora, me fala em que outro lugar do universo vc poderia ver um tubarão puxando o trenó do Papai Noel, hein? Sensacional!

Eu sei que essa matatona foi tardia, uma vez que a série acaba de entrar em sua pausa de midseason para a Season 6 e que volta para a sua segunda metade da temporada em Setembro, mas achei que vcs mereciam saber dessa deliciosa maratona, da qual eu só me arrependo de não ter feito bem antes. Shame on you Essy!

Essa semana começo a ver os 7 primeiros eps da Season 6 que já estão disponíveis (e que o Paolo Torrento já me trouxe, Thnks!) e ai fico em dia com Doctor Who. Mas dessa primeira parte da temporada falaremos depois…

Outro ponto que vale a pena ressaltar é a qualidade do texto da série. Todas as situações que acontecem em Doctor Who são tratadas de forma brilhante, mesmo que pareçam absurdas demais  e sempre  com um texto sensacional, sarcástico e recheado de piadinhas com o típico humor inglês que a gente tanto ama.

Acompanhei pouco da série antes disso, algo que eu também estou tentando recuperar assistindo as temporadas antigas (antigas a partir de 2005, onde ele voltaram a contar a partir da Seson 1), mas depois de uma maratona como essa na companhia do 11th Doctor, vc acaba entendendo totalmente o fundamento de uma série que faz tanto sucesso por muitas décadas. O que não é para qualquer uma, não?

Algo que vc leitor que se animou com o texto, pode até pensar em começar a sua maratona também a partir da Season 5, que eu já disse que não vai deixa-lo perdido na história da série. A atual Season 6 é a segunda com o Matt Smith na pele do Doutor e já foi confirmada uma Season 7 para 2012 (Yei!), com ele permanecendo como o Doutor mais sensacional de todos os tempos. E sinceramente? Vou ficar inconsolável quando chegar o dia da sua substituição…(que esse dia demore muito!)

E vc leitor preguiçoso que nunca embarcou em uma viagem no tempo a bordo da TARDIS, não sabe o que vc esta perdendo viu? E tenham certeza que esse meu texto meia boca é infinitamente inferior ao meu nível de adoração da série a essa altura, que é tão alto, que coloca Doctor Who em empate técnico como minhas séries preferidas ever. Não consigo nem pensar em ver o Doutor sofrer, para vcs entenderem o nível do drama e do meu amor pela série.

E o personagem foi feito para encantar mesmo e deixar todo mundo apaixonado por ele. Bem humorado, divertido, completamente maluco e dono de uma bondade sem tamanho. Foufo mil! E a interpretação do Matt Smith para o Doutor é mesmo muito especial e por isso ele se tornou o meu doutor preferido ever, além dele ter sido o meu primeiro Doutor, claro.

Agora, se vc não se convenceu ainda a largar tudo o que vc estiver fazendo nesse momento para assistir Doctor Who, talvez essa próxima informação possa convencê-lo. Sabe quem também usa a expressão “Höy” em seu vocabulário? O próprio Doutor em pessoa (HOWCOOLISTHAT?) e eu quase caí da minha cadeira laranja quando ouvi ele soltando a minha line preferida aqui no Guilt em um dos episódios (e ele ainda fala bem animado). Ou seja: Confirmou!

E eu tenho um pedido. Já que o Doutor aceitou a Amy Pond como sua companheira, será que eu consigo uma vaguinha como o  companheiro boy magia da TARDIS? Quando eu tenho que comparecer para esse casting, hein BBC?

Para encerrar, a pergunta que não quer calar: Who the hell is River Song (Alex Kingston), hein? (algo que eu já sei, mas não vou contar até a review da  Season 6, Sorry!)

Geronimo!

Gilmore Girls update

Setembro 9, 2010

O que tem de errado com a Lauren Graham  hein?

E não é que mais uma vez ela esta pegando um colega de trabalho? Que puxa…

Pois é, o boy magia da vez é o  seu irmão em Parenthood, que é ninguém menos do que o Peter Krause (e agora todo mundo entende o porque, Höy!)

Fato é que eu não me lembro se eu escrevi isso por aqui, mas sempre senti o maior climão entre os dois na série, muito mais do que com a atriz que faz a mulher dele em Parenthood, fatão.

Esquisito, mas é um fatão!

E esquisito tmbm pensar que esse deve ser uma karma da família Fisher antiga dos tempos de Six Feet Under, porque em Dexter, o Michael C. Hall, que foi o irmão do Peter na série da HBO, tmbm namora a sua irmã na série neam? Hein? Zzzz

Quanta bobagem…eles são atores neam? Dãh! Uma vez eu li uma pesquisa que dizia que quase 70% dos relacionamentos começam no ambiente de trabalho, talvez isso explique alguma coisa…

Portando, o “the one” pode estar sentado na mesa ao lado do escritório hein? euri

E para finalizar esse post sem graça (rs),  a Alexis Bledel apareceu com o seu boy magia, o modelo John Paul…tsá? Zzzz

Alexis Bledel ficando cada dia mais maravileeeandra

Maio 7, 2010

Rory! Quer dizer…Alexis!

Maravileeeandra!

ps: pretty pretty shoes


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