Posts Tagged ‘Scott Foley’

É cafona, mas pelo menos é honesto, não é mesmo Noel Crane?

Fevereiro 27, 2014

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É, garoto propaganda de toalha dE banho com essa cara medonha e imprimindo o nível quase máximo dos coxinhas, pode até soar bem cafona (além de ser meio assim neam?), mas pelo menos é honesto e nos faz relembrar o porque que passamos anos tão envolvidos quanto a Felicity na eterna dúvida: Noel ou Ben?

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Além de honesto, na verdade, pouco realmente importa quando mesmo anos depois, ainda nos deparamos com esse sorriso do Scott Foley que para sempre vai nos lembrar o seu Noel Crane (#CRUSH), não é mesmo? (apesar de qualquer retoque semi medonho que possa ter ocorrido no tratamento da imagem e ou no próprio tratamento facial do ator.

1/2 Höy, pelo constrangimentos das toalhas, rs

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Ainda bem que nós também escolheríamos o Ben e não o Noel

Dezembro 23, 2013

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Porque com esse figurino inteiro em branco, incluindo o sapatênis (tem coisa mais horrorenda do que um sapatênis? Tem, mas certamente essa também é uma delas) que o Scott Foley escolheu para encarar um talk show em 2013, ficaria muito difícil não se arrepender da escolha de Felicity antiga…

#NAOTABOMNAO

#AINDABEMQUEESCOLHEMOSBEN

ps: se você não souber quem é Ben ou Noel, por favor, se algum dia encontrar uma máquina no tempo e voltar entre 1998 e 2002 e me encontrar, nem pense em puxar conversa. Sério, nem pense. 

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The Goodwin Games, um jogo que ninguém precisava jogar…

Julho 10, 2013

THE GOODWIN GAMES

#CRUSHES antigas de vez em quando me colocam em algumas enrascadas. E 2013 então, parece mesmo que resolveu me testar com a volta do meu conflito pessoal (entendam o “pessoal” como loucura se preferirem… rs) e antigo preferido, colocando a disputa Ben vs Noel de Felicity novamente na minha vida (com ambos atores de volta a TV, Yei!), trazendo novamente toda aquela antiga indecisão indecisa do passado, a qual acabei enfrentando junto com a própria Felicity (por isso o “pessoal” e também a “loucura”, claro, rs), ela que a propósito, também esteve de volta esse ano em uma nova série.

Mas digamos que nesse conflito interno envolvendo sentimentos adolescentes do passado, inexplicavelmente, quem acabou se dando melhor foi mesmo a Felicity herself, onde pela primeira vez em anos, acabei preferindo ela do que qualquer um dos seus dois pretendentes do passado. Ou seja, alguma coisa de muito errado estava acontecendo. (pensando pelo lado teórico e pessoal da questão porque na prática, a The Americans da Keri Russell foi mais do que muito bem recomendada por aqui). Mas calma, porque até aqui estamos falando apenas do trabalho de todos os envolvidos, rs. Ufa!

Ben ou melhor, o Scott Speedman voltou para a TV com Last Resort, uma série que até que começou muito bem, mas foi logo afundando por completo e acabou submersa, literalmente. Não por sua culpa, porque ele esteve ótimo de uniforme da marinha e plots heroicos (e não é de hoje que eu venho insistindo em como o Scott se tornou um bom ator ao longo dos anos, sempre envolvido em projetos bacanas no cinema, mas de pouco reconhecimento, o que é uma pena…), mas sim pela história do seu novo trabalho, que acabou se perdendo completamente a ponto de não dar nem vontade da gente comentar o falecimento da série que era uma das apostas da ABC para essa Fall Season. Mas agora o Speedman já se recuperou desse naufrágio e foi acolhido novamente pela TV e volta em uma série agora da HBO (ou seja, esperamos que ele seja bem explorado por lá, literalmente. Höy!), em um projeto do uncle Ryan (AKA Ryan Murphy) chamado Open, uma série que promete explorar a sexualidade e os relacionamentos humanos. E nós sabemos que isso o Ryan Murphy sempre soube fazer muito bem e em um canal como a HBO, podemos imaginar até onde ele vai poder chegar com seu novo projeto dentro dessa temática. Veremos…

Já o Noel Crane (Scott Foley)… esse resolveu se arriscar na comédia The Goodwin Games, a qual chegamos até a mostrar com certa empolgação por aqui (sorry, de vez em quando eu sou traído pelo meu próprio coração, eu sei…). Uma história que girava em torno da morte de um pai de família que na intenção de reunir novamente os filhos, resolveu deixar gravado em fitas com sua advogada uma espécie de “caça ao tesouro” da herança da família, disputada a tapa por seus três filhos. Uma ideia que até poderia ter sido bacana, se não fosse pela sua execução totalmente meio assim na série, que diga-se de passagem, é dos mesmos criadores de How I Met Your Mother, os quais e a gente aconselharia que parassem um tempinho para repensar a vida nesse momento. (quer dizer, comecem após o final do post)

E cada um dos tais três filhos carregava uma personalidade bem caricata: o médico noivo e certinho, interpretado logicamente que pelo Scott Foley (Höy!), a aspirante a atriz completamente fútil e desprovida de muito talento (Becki Newton, a Amanda de Uggly Betty, que a gente ainda AMA, mas que ultimamente não vem dando muita sorte em suas escolhas, não?) e o mais insuportável dos irmãos, o exageradamente abobalhado e apatralhado ex presidiário, Jimmy. (T.J Miller, que eu não sei quem foi que o convenceu de que ele é engraçado porque, não neam?)

Em meio a plots completamente meio assim envolvendo as charadas e jogos que o patriarca da família deixou além das pendências da vida pessoal de cada um deles, a série vendida como uma comédia não conseguiu render nem 1/2 risada sequer. Sério, nem de cantinho de boca sabe, que é o que a gente faz quando entende aquela referência? (embora o humor de referência também não seja  o caso da série, que está mais para um pastelão bobo mesmo)

Todos eles são extremamente caricatas, semi infantis e parecem apatralhados demais para o meu gosto. E olha que nem cheguei a assistir a Season única inteira, porque esse nível de paciência ou desamor comigo mesmo eu ainda não possuo. Mas de todos eles, além do próprio pai que aparece em vídeo com piadinhas de humor antigo que não funcionam mais hoje em dia (embora em um dos episódios ele tenha aparecido em carne e osso e eu nem tenha me interessado em saber porque) nada chega a ser mais irritante do que próprio Jimmy, que é do tipo de personagem que poderia ser considerado com o gêmeo perdido da Jess da Zoey Deschanel em New Girl, de tão insuportável, sem graça e completamente fora do tom que ele consegue ser.

E chega a ser triste ver dois atores como o Scott e a Becki sendo desperdiçados em uma série desse tipo (leia-se desse tipo como o tipo que não chega a ofender apenas porque não é capaz de nos causar qualquer tipo de reação), que já nasceu morta, tanto que durou apenas 7 episódios, apenas para preencher os buracos da programação da FOX.  Embora tenha visto um ou outro episódio apenas em consideração a minha #CRUSH antiga com o Scott (tisc tisc… Last Resort eu vi inteira, o que mais uma vez deixa bem claro a minha opção nessa eterna disputa… tisc tisc), acabei assistindo também ao series finale, que além de um shirtless depilado do Scott Foley, não nos trouxe nenhuma resolução final para a série, que mesmo que tenha sido abandonada na maior cara de pau no meio do caminho, merecia pelo menos ter ganhando uma intenção de conclusão, nem que fosse apenas uma ideia além do que um simples “eu sinto sua falta, papi…humpf!” que foi o que aconteceu, algo que eu considero totalmente desrespeitoso com quem se dispôs a assistir a série até o seu curto final.

Como consolo, vale a pena lembrar que pelo menos não ficaremos sem o Scott Foley na TV por muito tempo também (ele que andou fazendo pontas em Cougar Town, Greysa – onde queria ser médico e talvez tenha realizado esse desejo em The Godowin Games – e True Blood, onde não dá para acreditar até hoje no porque dele não ter sido explorado como todos os demais atores magia da série. Sacanagem! PS: será que foi a cara de bom moço?), ele que acabou de ser promovido como personagem regular em Scandal da Shonda Rhimes (que deve adorá-lo, não? e #TEMCOMONAOAMAR Noel Crane? rs), série que a propósito, eu gostaria muito que alguém conseguisse me convencer a assistir. E quem quiser se arriscar nesse plot do convencimento, agora é a hora, já que não tem quase nada na minha watchlist no momento, além de algumas maratonas que por enquanto eu ainda não vou dizer quais são…

Alguém?

 

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The Goodwin Games + The Mindy Project

Maio 15, 2012

Séries novas da FOX para daqui a pouco…

Primeiro temos o Scott Folley (I ♥ Noel Crane, que não conseguiu ser médio em Grey’s, mas que agora finalmente parece que ganhou a sua chance) de volta a TV, com a sua The Goodwin Games, que é uma sitcom dos criadores de How I Met Your Mother (#MEDO) que irá contar a história de três irmãos que voltam a se relacionar apenas após a morte do pai, e que também contará com a Becki Newton de Ugly Betty antiga no elenco.

E essa forma de reaproximar os filhos parece ter sido toda arquitetada pelo pai antes de morrer, onde para isso, eles terão que enfrentar alguns desafios deixados no testamento do mesmo e que serão supervisionados pela advogada responsável pelo caso em uma espécie de jogo. E para ajudar a contar essa história, teremos também alguns flashbacks do passado dos três ainda pequenos, mostrando um pouco dessa convivência antes deles se separarem, tornando possível que  assim os irmãos possam resgatar um pouco desse passado juntos.

Achei bem foufo o trailer viu?

The Goodwin Games terá a sua estreia no Mideason de 2013, com 15 episódios encomendados pela FOX.

 

E a segunda nova série do canal traz ninguém menos do que a nossa queridíssima Mindy Kaling e a sua The Mindy Project. Um projeto pessoal da atriz, em parceria com Howard Klein.

Basicamente, a história gira em torno de Mira (Mindy) uma jovem médica que após ver o seu ex namorado se casando com outra e surtar com esse fato, resolve enfim colocar a sua vida em dia.

Tem cara de comédia romântica bacana, tem um elenco bem bom (inclusive com o Chiss Messina como o médico durão do hospital, Höy!) e me pareceu ser bem promissora, além do piloto contar com a participação mais do que especial do Ed Helms. Pena que para isso, Mindy tenha que deixar o elenco de The Office.

Mesmo assim, estou AMANDO o desespero do Ryan nos últimos episódios da série, declarando todo o seu amor por Kelly Kapoor , só que tarde demais.

The Mindy Project deverá chegar logo mais na Fall Season, ocupando uma vaga nas noites de terça-feira da FOX.

Animados?

True Blood Season 4 – Precisava deixar para ficar boa nos últimos 5 minutos da temporada?

Setembro 13, 2011

Temporada difícil de engolir essa hein? Salva pelos últimos 5 minutos, que deixaram boas promessas para o começo de uma próxima temporada.

Mas antes disso, a verdade tem que ser dita e essa Season 4 de True Blood foi bem difícil hein?

Histórias pouco interessantes, personagens perdidos vagando entre todos os núcleos e muito personagem secundário ocupando um espaço desnecessário (como as panteras que simplesmente sumiram, de tão importantes que foram), apenas para preencher o tempo dos quase 50 minutos de cada episódio. E tudo isso para que mesmo? Para uma temporada meio assim que poderia ser resumida em pouco mais de 3 episódios talvez…

E dessa vez eu sinto em dizer, mas eles perderam a mão e perderam feio.

Começamos com um primeiro episódio muito, mas muito chato. Tivemos a história das fadas naquele cenário podre, digno de filme antigo e ruim da Sessão da Tarde. E tudo isso teve alguma importância para a trama da série? Zero

Não, não teve e até a Claudine, a fadinha camarada da Sookie acabou morrendo em um momento qualquer por falta de relevância para a série e tudo isso nas mãos do silly Eric.

Aliás, o silly Eric foi um dos pontos altos da temporada, já que não tínhamos muita coisa para nos animar. Foufo, mas no quesito magia, todas preferem o dark Eric, aquele que te leva para o porão e…bom, melhor deixar pra lá. Höy!

A história todas das bruxas foi bem fraca também e nada que não pudesse ser resumido na metade da temporada. Eu pelo menos, jurei que essa história teria um final lá pelo episódio 6 ou 7 e que ai teríamos algo novo para lidar até o final da temporada, quem sabe a volta de igreja, que em algum momento até foi prometido em spoilers. Mas não foi assim, infelizmente e eles preferiram arrastar essa história bem meia boca até o final da temporada, humpf!

Marnie até que foi uma bruxa ok, mesmo com o seu histórico de ex tia do Harry Potter e o conflito interno que deve ter rolado de que em um outro papel, ela não era assim muito a favor de bruxaria, ainda mais do lado negro da força, rs. Mas a questão é que todo aquele drama carregado na história do espírirto da bruxa Antonia Gavilán de Logroño (nome retirado direto de uma novela mexicana bem caliente) não tinha muita conexão com a história central de True Blood, que são os vampiros e por isso também ficou bem chata e cansativa.

Eu sei, eu sei que ela carregava o trauma de ter sido estuprada pelos padres vampiros, mas o que eu quero dizer é que teria funcionado melhor se um dos padres estupradores fosse um personagem relevante na série, um vampiro importante, ou quem sabe ligado de alguma forma com um dos personagens principais. Mas também não foi isso o que aconteceu e desse jeito eu me pegava perguntando a todo tempo: quem se importa com a história dessa mulher? Boring…

Eu diria até que mais do que qualquer outra coisa, a história principal dessa temporada (as bruxas) não colou e foi bem desinteressante. Uma pena, porque eu gostava da idéia…

Agora vamos falar de quem importa, mas nos irrita: Sookie e Bill

Até achei que a Sookie ficou mais legal durante essa temporada, mas isso durou apenas por alguns momentos aleatórios do seu personagem, que me pareceu mais perdido do que o Andy colocado de V. (outro chatôncio)

Mas ela continua uma chata sem tamanho, que só não perde o seu posto para a Tara por ainda restar alguma importância no seu papel e também por ninguém bater a Tara no quesito “putamalainsuportável”. E nesse episódio final, acabei notando algo em relação a Sookie e a sua magia com os homens, que eu acho importante, por isso vou dividir a minha teoria com vcs.

Sookie realmente só tem essa influência toda sobre os boys magia da série por conta do seu sangue mágico, porque não venha me dizer que ela tem outros atributos que justifiquem isso, porque eu sei que ela não tem. E a prova disso foi dada através do Sam Merlotte (quem diria que ele ainda teria alguma importância), que sempre foi apaixonado por ela de verdade e isso apareceu claramente durante as primeiras temporadas da série, mas que com o tempo, acabou percebendo que não valeria a pena e pulou fora, sabiamente. O que prova a minha teoria de que se não fosse o sangue mágico que corre em suas veias saltadas e o seu cheiro magia, todo e qualquer vampiro daquela cidade e talvez do mundo inteiro, conseguiria entender sem fazer muito esforço, que ela não é uma mulher assim tão irresistível. Em todos os sentidos, fikdik.

Já o Bill, se tornou o maior cretino de todos. Canastrão, eles até hoje tentam dar esse ar meio dúbio para ele, tentando forçar que a gente acredite que “agora sim ele é do mal”, pura bobagem. Bill é um vampiro coxinha e todo mundo sabe disso. Matou a Rainha, agora matou a política chefona da liga…e cadê um CSI dos vampiros para investigar essas mortes todas hein? Sem contar que, para quem sempre defendeu o bem e as fadas, ele anda bastante violento, não?

Queremos Bill na prisão na próxima temporada, trancado em OZ e virando noiva vampira na cadeia. Embora eu adore ver ele coberto de sangue e ache também que quem corre o risco de ir parar na cadeia depois desse season finale é a Sookie.

Fico até com pena do Stephen Moyer como ator, que a essa altura já perdeu (e eu acredito que não tenha mais volta) o posto de personagem principal na série. Que puxa!

Sem contar que nada foi mais chato no episódio final do que o pé na bunda duplo que a Sookie aproveitou para dar nos seus dois vampiros magia e ao mesmo tempo. Aposto que ela só fez isso, porque já tinha um possível trelelê engatado com o Alcide. Bitch! Mas ainda bem que a cena foi salva pelo lado canalha do Eric, que nunca nos decepciona e sempre solta um olhar de vilão canastrão canalha, rs, a não ser quando ele briga com a Pam por conta da bagina mágica e isso todas desaprovam. Espero que a Pam volte com sangue nos olhos para vingar o seu maker.

E True Blood é do Eric desde que ele apareceu sentado no trono na Season 1 e todo mundo sentiu isso naquele momento. Puro mérito do Alexander Skarsgard, que embora tenha uma magia impossível de se ignorar (Höy!), já provou também a essa altura que é um ator capaz de encarar as diversas camadas de um personagem. Mesmo com sua fase silly, ele continuou ótimo e de suas  mãos e presas aconteceram as mortes mais legais da temporada. O que foi ele tomando sangue direto do coração como se fosse um suco Kapo, na maior naturalidade, hein? E o que foi a cena da sequência final, com ele cortando várias cabeças de uma só vez em questão de segundos? Höy!

Por isso eu encabeço a campanha: King Eric!

Realmente a temporada inteira foi tão chata, que eu não senti nem muita vontade de comentar. Um dos piores episódios até agora foi aquele com todos eles correndo perdidos no meio da floresta, aguardando a lua cheia. Sério, precisava gastar um episódio inteiro com aquilo? Sinto que esses roteiristas estavam com preguiça…

E essa preguiça também me contagiou e foi quando eu percebi que a temporada estava bem meio assim. Sabe quando passa tolamente aquele ansiedade de assistir o episódio novo da semana, que vc acaba deixando para depois, bem depois e depois de tudo que vc tem para assistir na semana? Então, pra mim, do sexto episódio em diante foi assim, perdi completamente a esperança. PÁ!

Para se ter uma idéia de quanta peguiça rolou durante essa temporada toda, podemos afirmar que aconteceu mais coisas na cabeça do Lafayette, literalmente, com os seus vários novos penteados a cada episódio, do que em qualquer outro momento dessa Season 4. Talvez eles tenham pensado que já que eles pagaram toda a equipe para trabalhar por uma temporada inteira, vamos pelo menos aproveitar os serviços e fazer a cabeleireira caprichar no tererê neam? Euri

Também tenho que ser justo comigo mesmo e dizer que o Sam esteve ótimo enquanto o seu irmão incorporado no seu próprio corpo. Achei bem bom, mas foi só e talvez eu não tenha prestado atenção em mais nada que ele tenha dito durante todo o resto da Season 4. Zzzz

Preciso dizer também que o Lafayette não precisava dessa função de assassino do próprio namorado hein? É, não precisava…

E o Alcide, hein? Qual a sua importância? Qual a sua relevância, além da magia? E que a verdade seja dita: que lobinho corno mais carente é esse?

Difícil de acreditar, porque um homem daquele tamanho e com aquela magia, jamais seria tão tolo assim. Será que ele nunca se olhou no espelho? Ou a questão não é a magia e sim a varinha? Hein? Fikadúvida…

Vou dizer também que eu torci o nariz para a relação Jason vs Jessica e boa parte disso por conta do meu amor pelo Hoyt (que teve o seu momento merecido de vendetta nesse final, mas que com isso parece que a história acabou para ele, não?). Mas quer saber? Perdeu Hoyt. Tenho que admitir que a Jessica e o Jason são perfeitos juntos, super bem resolvidos e até mesmo parecidos, por incrível que pareça e vai demorar muito pra gente esquecer qualquer cena com esses dois juntos. Höy!

E que covardia a Jessica me aparecer maravileeeandra e ruiva, montade de chapeuzinho vermelho no episódio final hein? Holly Mother F**ker! HÖY!

Jessica provou que é a vampira com mais potencial por ali hein? Vampira pau na mesa (sorry, não resisti). Senti que naquele momento de total honestidade entre ela e o Jason, nunca mais o cd da Taylor Swift ou o livro de Twilight vai fazer algum sentido para ela, que já não é mais a mesma garota tola do passado. You go girl!

True Blood se perdeu tanto durante essa temporada, que até a cena entre Sookie e o fantasma da sua avó não conseguiu me emocionar. E eu rolei de rir com a line do Eric na sequência. #TEMCOMONAOAMAR?

A proposito, já que esta evidente que eles estão bem magoados com a história do sucesso atual dos zombies, morrendo de ciumes na verdade, eles perderam a chance de ouro de introduzir esses personagens naquele momentos dos mortos se levantando do cemitério, hein? To-los, eu teria aproveitado o momento perfeito, nem que fosse para fazer piada…

E um Halloween vinha sendo prometido para essa temporada, mas eu estava esperando algo mais, ainda mais porque o climão de dia das bruxas seria perfeito na série. Eu sei que as histórias precisavam de um fim, eu sei que tudo que foi contado até agora precisava fazer algum sentido (oi), mas custava fazer direito? Até as séries de comédia fazem episódios de Halloween bem mais interessantes. Basta assistir um reprise qualquer de Friends por exemplo, fikdik.

Eu poderia dizer que foi uma temporada inteira perdida (e na verdade eu já disse), se não fossem os últimos 5 minutos, que chegaram a me animar de novo, só que certamente tarde demais.

Bill e Eric se rebelando e matando todo mundo, o vampirão que é a cara do Ronaldo Esper que finalmente parece que fugiu do cimento, o reverendo que agora também é vampiro chegando na casa do Jason e Sookie virando uma assassina, tudo isso nos últimos 5 minutos de uma season finale é muita sacanagem. Eu trocaria fácil tudo o que vimos até agora por esses cinco minutos finais e se vc ainda não assistiu a temporada, recomendo que faça algo do tipo, que vc não vai perder nada.

E nada vai me tirar a satisfação de ter visto a Tara tomando aquele tiro na cabeça, mesmo que não tenha ficado assim tão claro (fiquei confuso com aquela pirueta, rs). Acho que deve ter sido algo semelhante a final de copa do mundo (para quem se importa) pra mim, mesmo sabendo do risco enorme de ser apenas um truque dramático e bem sem vergonha de season finale. Mas só a ideia da possibilidade da sua morte já me anima…

Mas como em True Blood tudo pode acontecer, se aquele tiro tiver sido de raspão e aquela mulher movimentar um fio de cabelo nos braços da Sookie assim que a próxima temporada começar, eu juro pelo Eric derretido em um pote de geleia nórdico que vou eu mesmo para Bon Temps terminar esse serviço.

Aproveito para iniciar uma campanha para que eles não ressuscitem o personagem. Que ela descanse em paz na terra dos pés juntos para sempre e não volte nem como fantasma. Amém!

Para finalizar, vamos engolir essa mágoa de piadas recorrentes sobre o sucesso atual dos zombies pelo mundo e tentar fazer uma próxima temporada mais decente, hein True Blood? Porque esta ficando difícil…

Fica o meu pedido Allan Ball.

ps: e o Scott Foley que apareceu no final, mas só disse oi, foi ali e nem apareceu de novo, hein? Sacanagem…Höy!

ps2: antes que eu me esqueça, a pergunta que não quer calar da temporada é: o Bill estava ou não de peruca durante toda essa Season 4, hein?

Todas prontas para a volta de True Blood no domingo? Talvez esse resumão das 3 primeiras temporadas ajude…

Junho 22, 2011

E não é que rolou a premiere da Season 4 de True Blood que lá na america antiga começa no próximo domingo?

Por aqui,  na HBO Brasil a estréia será no dia 10/07 as 21h00. Todas progamando o Tivo, NOW!

Já contei que a fofoca do dia é que talvez o Scott Foley entre para o elenco, mas a gossip pesada da vez é que o Jason vai se descobrir mais feliz do que nunca durante essa temporada hein? Alguém mais suspeitava que iriamos encontrar o Jason do outro lado do arco-íris?

O que eu mais gosto em True Blood é que o Allan Ball realiza todas as suas fantasias descaradamente com todo o elenco masculino e nem confiança! (euri)

Mas a pergunta é: quem será o seu par? Será que tem algo relacionado com a entrada do Scott Foley na série? Se for isso: CATAPLOFT!

Mas vamos falar logo de quem realmente importa?

Ele, o vampiro magia que glamouriza geral (mas eu continuo forte na campanha por um novo corte de cabelo para ele): Eric Northman. Höy!

#TEMCOMONAOAMAR?

Em um universo paralelo (rs), Alexander Skarsgard pergunta: Desculpa, eu sou sueco, será que vc pode soletrar “Essy” pra mim? Seria demais eu desenhar um coração ao lado do seu nome, assinar como seu maker e finalizar com um “Höy”? Vc se importa?

Nesse mesmo universo paralelo, Essy diz: E.S.S.Y e logo em seguida…CATAPLOFT! (euri)

E segundo o próprio Eric, eles estão sempre mais do que felizes em nos servir no Fangtasia…

Todos fangbangers choram sangue! Höy! (alguém mais reparou no Godric duranrte o teaser? UOW!)

Agora se vc esta meio perdido, não fez lição de casa antes da volta da Season 4 e graças aos bons drink do dia a dia não lembra mais do que de importante já aconteceu na série, talvez esse video aqui possa ajudar.

Um video que resume de uma forma bem divertida e em apenas 5 min, tudo o que vc deve saber sobre as três primeiras temporadas de True Blood.

Ansioso mil!

Sabe quem pode ser um possível novo boy magia em True Blood?

Junho 21, 2011

Scott Foley! Höy!

Quem não ama o Scott Foley?

Tmbm conhecido como Noel Crane (Felicity), ou o marido da Ted, personagem mais inútil de Grey’s (ela), ou ainda, o irmão assassino e rancoroso da Sidney em Scream 3 (juro que eu não lembrava que era ele e um dia desses peguei o filme passando na tv e quase cai de costas no chão)

Mas diz que os planos do Allan Ball para ele é de um personagem que só deve entrar no final da Season 4, mas que será de grande importância para a história, principalmente quando a Season 5 for confirmada (e é claro que vai ser neam?)

O papel seria o de Patrick, um antigo amigo militar do Terry, mas é só o que sabemos até aqui…humpf!

Ansioso mil!

Seatle Grace Mercy Death – O episódio musical de Grey’s Anatomy

Abril 4, 2011

Ok, já vou começar reconhecendo que eu estava esperando bem mais do episódio (7×18 Song Beneath The Song)  e  que no final das contas foi meio assim…cafona neam? Mas todo musical tem um pezinho na cafonice e por isso vamos deixar passar esse detalhe, pelo menos por enquanto.

O episódio começou bem, com a música tema (já esquecida) a capela, algo totalmente inesperado por mim…

Mas eu fiquei confuso em vários momentos, tentando entender se no final das contas eu tinha adorado ou odiado o ep. Hmm mmm

E mesmo tendo gostado e até cantando junto em alguns momentos, eu devo confessar que eu não gostei muito do ep não. Sorry Shonda!

Achei que eles não conseguiram resolver muito bem a questão musical com o drama todo do episódio, algo que talvez funcionasse melhor em um formato de comédia, como o histórico episódio musical de Scrubs por exemplo. Mas também não deve ser nada facil tentar fazer algo novo em termos de musical em uma série com a dinâmica de Gey’s Anatomy.

Por outro lado, na Braodway por exemplo, temos diversos musicais dramáticos e a coisa funciona bem então, talvez essa não seja a melhor desculpa para o episódio musical de Grey’s  não ter rolado para mim.

E é claro que eu entendi exatamente o propósito, do ep ser tratado com um evento a parte da série, algo pontual e especial. Mas ainda assim insisto: não deu!

Eu também creditaria esse “erro” do episódio para o trio de protagonistas, que tem a pior história de todas no momento atual em que a série se encontra (e talvez de sempre). Alguém ainda suporta o casal lez? Eu sempre achei que a Torres merecia algo melhor, mas a essa altura eu já acho que as duas personagens se encontram no mesmo nível de chatice, por isso se completam e talvez fosse um bom momento para risca-las do quadro de cirurgiões.

Talvez também se o musical tivesse sido deixado para depois, como no momento de decisão para o novo chefe da residência por exemplo, tendo como personagens principais o trio de protagonistas que merecia esse tipo de atenção especial (Karev, Yang e Grey), ai sim eu acho que teria funcionado melhor. Eu diria que se precipitaram, ou pelo menos, usaram as pessoas erradas, fikdik

Também não gostei muito do setlist, achei fraco. Com alguns hits que marcaram a história de Grey’s e outras musiqueeenhas que eu trocaria. E faltou Evil do Interpol, hein? Será que a Shonda ouve as minhas mixtapes? rs

Gostei de ver a Dra Adisson de volta ao Seatle Grace e gostei tmbm que de quebra eles ainda deixaram o Noel (Scott Foley) cantar. Cool! Mas que deve ser um saco interpretar um paciente desses que duram muito tempo em Grey’s Anatomy e permancem o tempo todo na cama,  isso deve, humpf! Queremos a magia do Noel  mais explorada poxa vida! Höy! (não consigo chama-lo por seu verdadeiro nome, para mim ele sempre vai ser o Noel de Felicity, rs)

Hunt, eu tenho certeza que na sua juventude ruiva vc interpretou o Gaston em uma montagem do musical A Bela e a Fera por ai. Euri. E a cena do balcão da cozinha hein? Quemnunca? Höy!

Agora, Calie desaparecendo no final em um efeito podre e respondendo com um “Sim” a proposta de casamento pré acidente, foi a o fim pra mim. Tipo clichê do clichê…Zzzz

É, o saldo final do ep não foi muito positivo mesmo e eu acabei não gostando do episódio, sorry! Mas valeu a tentativa, valeu pela inovação e principalmente, valeu por Grey’s ser uma série corajosa e que se arrisca em sair fora de sua zona de conforto, mesmo que o resultado não tenha sido assim tão brilhante…

E eu bem que fique esperando um momento musical meeeesmo, com direito a várias extras fazendo coreôs absurdas ao fundo, com aquela câmera que vai subindo e pega o quadro geral, lá na entrada do Seatle Grace, onde fica a plataforma, com todos envolvidos e cantando “Don’st Stop Believing” ,rs. Mas não, não tivemos nada grandioso, humpf!

Para finalizar, para mim, o melhor momento do ep além da Dra Bailey dançando com o seu enfermeiro magia nos corredores do hospital, foi a line pra lá de sincera do Karev em uma conversa com a Meredith e a Christina, do tipo, não esperem um final feliz para mim, como a minha nova vitima também trabalha aqui no Setale Grace Mercy Death, com certeza ela vai acabar enlouquecendo, ou tendo câncer, ou levando um tiro, ou sendo atropelada por um caminhnão. Sério? Tem line mais sincera do que essa? Me senti lendo os gibis da turma da Mônica, naquele tipo de história que o personagem conversa com o roteirista, sabe? Euri

Tem como não amar o Dr Karev? Dos 3 remanescentes, certamente ele vem se demonstrando como o melhor ever, que a propósito esta morando em seu trailler, no estacionamento do hospital, só para ser o escolhido como novo chefe da residência, howcoolisthat?. Go Karev!

ps: agora sério, precisava o carro do casal ter batido em um “caminhão”? Seriously? Tipo piada pronta, rs

E o Scott Foley em Grey’s Anatomy hein? ♥

Dezembro 6, 2010

Noel! Awnnnnnnn! ♥

Faz tempo que saiu a notícia que o Scott Foley, eternamente no meu coração como Noel de Felicity iria fazer uma participaçán em Grey’s Anatomy como um possível par para a Dra Teddy e na semana passada, ele fez a sua primeira aparição na série, foufo mil, com  aquele olhar antigo do Noel sabe? Awwwwwwnnnnnn!

Detalhe que ele é um paciente lutando contra a morte, endividado por conta da sua doença  e sem seguro de saúde, ao qual a Dra Teddy propôs em casamento, só para ele poder usar o seguro dela? Tipo o novo golpe do green card, rs. E isso significa que ele deve ficar por um tempo na série e talvez até seja o novo Denny Duquette (mas que ele não tenha aquele final trágico neam? Mas disso eu du-vi-do)

E quem não se lembra do Noel de Felicity, por favor pare agora de ler o Guilt e vá já assistir as 4 temporadas de uma das minas séries preferidas ever! NOW!

Para quem já tiver assistido a série eu recomendo esse post aqui, com a minha declaração de amor a Felicity (não para ela propriamente, mas…)

Sempre entendi perfeitamente a dúvida eterna da Felicity entre o Noel e o Ben,  e sempre amei o Noel, que tmbm era um designer. Mas confesso que no final, eu tmbm teria escolhido o Ben (Scott Speedman, Höy!), que era bem mais complicado, mas que tmbm era mais boy magia neam. Höy!


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