Posts Tagged ‘Scott Speedman’

Continuo te respeitando, Scott Speedman

Dezembro 5, 2013

speedman

Apesar da pose, do figurino e das meias… aliás, que relação conturbada é essa do Scott com o que ele usa nos pés, hein?

speedman 2

Mas tudo bem porque afinal, #TEMCOMONAOAMAR e ou resistir a esse alongamento?

Höy!

(R: não, não tem. Nunca, JAMAIS! ♥ #PLIM)

 

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The Goodwin Games, um jogo que ninguém precisava jogar…

Julho 10, 2013

THE GOODWIN GAMES

#CRUSHES antigas de vez em quando me colocam em algumas enrascadas. E 2013 então, parece mesmo que resolveu me testar com a volta do meu conflito pessoal (entendam o “pessoal” como loucura se preferirem… rs) e antigo preferido, colocando a disputa Ben vs Noel de Felicity novamente na minha vida (com ambos atores de volta a TV, Yei!), trazendo novamente toda aquela antiga indecisão indecisa do passado, a qual acabei enfrentando junto com a própria Felicity (por isso o “pessoal” e também a “loucura”, claro, rs), ela que a propósito, também esteve de volta esse ano em uma nova série.

Mas digamos que nesse conflito interno envolvendo sentimentos adolescentes do passado, inexplicavelmente, quem acabou se dando melhor foi mesmo a Felicity herself, onde pela primeira vez em anos, acabei preferindo ela do que qualquer um dos seus dois pretendentes do passado. Ou seja, alguma coisa de muito errado estava acontecendo. (pensando pelo lado teórico e pessoal da questão porque na prática, a The Americans da Keri Russell foi mais do que muito bem recomendada por aqui). Mas calma, porque até aqui estamos falando apenas do trabalho de todos os envolvidos, rs. Ufa!

Ben ou melhor, o Scott Speedman voltou para a TV com Last Resort, uma série que até que começou muito bem, mas foi logo afundando por completo e acabou submersa, literalmente. Não por sua culpa, porque ele esteve ótimo de uniforme da marinha e plots heroicos (e não é de hoje que eu venho insistindo em como o Scott se tornou um bom ator ao longo dos anos, sempre envolvido em projetos bacanas no cinema, mas de pouco reconhecimento, o que é uma pena…), mas sim pela história do seu novo trabalho, que acabou se perdendo completamente a ponto de não dar nem vontade da gente comentar o falecimento da série que era uma das apostas da ABC para essa Fall Season. Mas agora o Speedman já se recuperou desse naufrágio e foi acolhido novamente pela TV e volta em uma série agora da HBO (ou seja, esperamos que ele seja bem explorado por lá, literalmente. Höy!), em um projeto do uncle Ryan (AKA Ryan Murphy) chamado Open, uma série que promete explorar a sexualidade e os relacionamentos humanos. E nós sabemos que isso o Ryan Murphy sempre soube fazer muito bem e em um canal como a HBO, podemos imaginar até onde ele vai poder chegar com seu novo projeto dentro dessa temática. Veremos…

Já o Noel Crane (Scott Foley)… esse resolveu se arriscar na comédia The Goodwin Games, a qual chegamos até a mostrar com certa empolgação por aqui (sorry, de vez em quando eu sou traído pelo meu próprio coração, eu sei…). Uma história que girava em torno da morte de um pai de família que na intenção de reunir novamente os filhos, resolveu deixar gravado em fitas com sua advogada uma espécie de “caça ao tesouro” da herança da família, disputada a tapa por seus três filhos. Uma ideia que até poderia ter sido bacana, se não fosse pela sua execução totalmente meio assim na série, que diga-se de passagem, é dos mesmos criadores de How I Met Your Mother, os quais e a gente aconselharia que parassem um tempinho para repensar a vida nesse momento. (quer dizer, comecem após o final do post)

E cada um dos tais três filhos carregava uma personalidade bem caricata: o médico noivo e certinho, interpretado logicamente que pelo Scott Foley (Höy!), a aspirante a atriz completamente fútil e desprovida de muito talento (Becki Newton, a Amanda de Uggly Betty, que a gente ainda AMA, mas que ultimamente não vem dando muita sorte em suas escolhas, não?) e o mais insuportável dos irmãos, o exageradamente abobalhado e apatralhado ex presidiário, Jimmy. (T.J Miller, que eu não sei quem foi que o convenceu de que ele é engraçado porque, não neam?)

Em meio a plots completamente meio assim envolvendo as charadas e jogos que o patriarca da família deixou além das pendências da vida pessoal de cada um deles, a série vendida como uma comédia não conseguiu render nem 1/2 risada sequer. Sério, nem de cantinho de boca sabe, que é o que a gente faz quando entende aquela referência? (embora o humor de referência também não seja  o caso da série, que está mais para um pastelão bobo mesmo)

Todos eles são extremamente caricatas, semi infantis e parecem apatralhados demais para o meu gosto. E olha que nem cheguei a assistir a Season única inteira, porque esse nível de paciência ou desamor comigo mesmo eu ainda não possuo. Mas de todos eles, além do próprio pai que aparece em vídeo com piadinhas de humor antigo que não funcionam mais hoje em dia (embora em um dos episódios ele tenha aparecido em carne e osso e eu nem tenha me interessado em saber porque) nada chega a ser mais irritante do que próprio Jimmy, que é do tipo de personagem que poderia ser considerado com o gêmeo perdido da Jess da Zoey Deschanel em New Girl, de tão insuportável, sem graça e completamente fora do tom que ele consegue ser.

E chega a ser triste ver dois atores como o Scott e a Becki sendo desperdiçados em uma série desse tipo (leia-se desse tipo como o tipo que não chega a ofender apenas porque não é capaz de nos causar qualquer tipo de reação), que já nasceu morta, tanto que durou apenas 7 episódios, apenas para preencher os buracos da programação da FOX.  Embora tenha visto um ou outro episódio apenas em consideração a minha #CRUSH antiga com o Scott (tisc tisc… Last Resort eu vi inteira, o que mais uma vez deixa bem claro a minha opção nessa eterna disputa… tisc tisc), acabei assistindo também ao series finale, que além de um shirtless depilado do Scott Foley, não nos trouxe nenhuma resolução final para a série, que mesmo que tenha sido abandonada na maior cara de pau no meio do caminho, merecia pelo menos ter ganhando uma intenção de conclusão, nem que fosse apenas uma ideia além do que um simples “eu sinto sua falta, papi…humpf!” que foi o que aconteceu, algo que eu considero totalmente desrespeitoso com quem se dispôs a assistir a série até o seu curto final.

Como consolo, vale a pena lembrar que pelo menos não ficaremos sem o Scott Foley na TV por muito tempo também (ele que andou fazendo pontas em Cougar Town, Greysa – onde queria ser médico e talvez tenha realizado esse desejo em The Godowin Games – e True Blood, onde não dá para acreditar até hoje no porque dele não ter sido explorado como todos os demais atores magia da série. Sacanagem! PS: será que foi a cara de bom moço?), ele que acabou de ser promovido como personagem regular em Scandal da Shonda Rhimes (que deve adorá-lo, não? e #TEMCOMONAOAMAR Noel Crane? rs), série que a propósito, eu gostaria muito que alguém conseguisse me convencer a assistir. E quem quiser se arriscar nesse plot do convencimento, agora é a hora, já que não tem quase nada na minha watchlist no momento, além de algumas maratonas que por enquanto eu ainda não vou dizer quais são…

Alguém?

 

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Look 4 Today

Fevereiro 14, 2013

scott speedman

Pq apesar das nossas novas ou não tão novas #CRUSHES assim, não podemos nos esquecer das antigas. Höy!

Happy Valentine’s Day, Scott Speedman. (♥)

#WALKOFBOYMAGIA

 

ps: não disse que hoje eles todos estavam aparecendo por aqui? Um explicação: magia, amor e lombo canadense, rs

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Cancelou! Last Resort, 666 Park Avenue e Partners

Novembro 21, 2012

Sim, todas devidamente canceladas. Humpf!

Last Resort, que eu estava achando ótima apesar de um pouco confusa quando o assunto envolvia sua parte política fora da ilha e juro que toda essa minha boa vontade com a série nem era só porque  ela tinha o Scott Speedman como um dos protagonistas (tá, boa parte até que poderia ser. Speedman= Höy = ♥) e sim porque eu estava realmente começando a me envolver com a sua trama e seus personagens. Mas pelo menos nesse caso, a série contará com os seus 13 episódios encomendados para a  primeira e agora única temporada, o que ajudará a pelo menos concluir de certa forma a trama para quem estava acompanhando a série (algo que eu espero que aconteça, mas que também deve dar um certo desânimo em todo mundo envolvido na sua produção…) que diga-se de passagem, acabou de estrear por aqui no AXN. E segundo a ABC, o mesmo acontecerá com 666 Park Avenue, essa que também foi uma das estreias dessa fall season, mas que eu resolvi ignorar logo de cara. (Confirmou!)

Partners parece mesmo que não terá a mesma sorte, infelizmente. Não se sabe ao certo quantos episódios já foram produzidos e até agora foram exibidos apenas seis deles, que enfrentaram índices bem baixos de audiência , sendo que a CBS inclusive já retirou a série da sua grade de programação. Uma comédia que eu vou acabar sentindo falta, confesso, porque apesar de alguns exageros nas atuações aqui e ali (principalmente por conta do Louis, que apesar de caricata e super exagerado na maior parte do tempo, conseguia ser também o melhor personagem da série) e algumas piadas bem sem gracinha (morri de vergonha dos “trocadilhos” da secretária no último episódio, por exemplo), a série até que vinha conseguindo me fazer rir a cada novo episódio e o Superman me parecia que tinha encontrado o papel perfeito para a sua vida. Nesse caso, achei que faltou tempo para o criadores de Will & Grace acertarem a mão no tom da comédia (algo que eles até já estavam conseguindo), já que todos do elenco estavam funcionando bem juntos. Humpf!

Tristes?

 

ps: por favor Scott Speedman, não fique mais 10 anos longe da TV (e nem resolva ficar morando aí no Hawaii). A não ser que essa distância da TV seja continuar fazendo os filmes indies (alguns bem bons) que vc estava fazendo e até que me surpreendendo. Obrigado!

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A boa surpresa que encontramos submersa com Last Resort

Outubro 18, 2012

Quando Last Resort foi anunciada como estreia para essa Fall Season, algumas coisas me intrigavam. Primeiro que a sua premissa me parecia um tanto quanto confusa, quase tola quando apenas lida no papel (na verdade, na tela do computador, rs) e segundo que eu só conseguia pensar no que teria levado o Scott Speedman a aceitar fazer o seu retorno na TV depois de 10 amos e em um projeto como esse. Sim, eu tenho uma #CRUSH antiga por ele e quem acompanha o blog já sabe disso (“cubro” o Coachella só para encontrá-lo todos os anos, rs), então superem essa informação. Logo ele que vinha fazendo apenas filmes indies ultimamente, mas sempre envolvido em propostas como algum fundamento, em ótimas escolhas por sinal, seja pela qualidade de suas histórias ou até mesmo pelo elenco. Logo, comecei a achar que ele não arriscaria esse retorno a TV por uma coisa qualquer e talvez algo de bom estivesse a caminho… (SIM, eu confio em que eu gosto, rs)

Prometi que por motivos óbvios da magia + #CRUSH antiga, é claro que eu acabaria assistindo Last Resort, mesmo que a série fosse um submarino capenga pronto para afundar a qualquer momento em uma partida já perdida de Batalha Naval. Claro também que como eu não tenho a mesma agenda dos tempos do Ben Covington de Felicity (Höy para sempre!), tive que adiar esse meu reencontro com o Speedman para agora (que dessa vez interpreta o XO Sam Kendal, a segunda maior autoridade dentro do submarino), algumas semanas após a sua premiere. Mas não é que me peguei completamente surpreso com a premiere de Last Resort?

Tudo bem que lá no passado, lendo a sinopse da série, tudo parecia ser bem meio assim e eu não consegui me empolgar com nada, mas quando tudo aquilo foi colocado em prática em seu excelente episódio piloto, pude perceber que essa provavelmente seria uma das séries entre as novatas que possuía todos os atributos para prender a minha atenção pelos motivos certos e não apenas por uma #CRUSH antiga qualquer (rs). Uma história bem bacana, intrigante, que mesmo que pareça meio confusa a princípio (e no começo do piloto parece mesmo), tem tudo para nos trazer uma proposta bem boa para essa temporada.

Um submarino nuclear, comandado pelo capitão Marcus Chaplin (Andre Braugher) com uma tripulação de 150 pessoas (embora só tenhamos visto umas 20 delas, no máximo), que certo dia em meio a uma festinha “da firma” ao som de “La Bamba” (que o Speedman não dançou, so, good for you!), recebe ordens para atacar o Paquistão com um míssil daqueles. Claro que uma ordem como essa não surgiria do meio do nada e ao ligar a TV para ver se eles perderam alguma coisa durante as últimas horas que pudesse justificar o ataque e encontrar uma programação normal, inclusive passando Hannah Montana (sim, essa megabitch nos persegue até nas profundezas do oceano) eles passam a questionar o governo sobre a tal tarefa, que a princípio eles se recusam a cumprir sem uma confirmação das maiores autoridades no assunto. Tudo isso apenas por precaução, para evitar o caos em meio a uma situação que eles não conseguiam entender seu porque, mas de forma civilizada, apenas aguardando uma justificativa para o ataque.

A partir disso, aparentemente o governo da America antiga não fica muito feliz ao ver a “insubordinação” da tripulação do submarino e resolve atirar um míssil contra eles. Isso mesmo, contra eles mesmo, jogando contra o próprio time nesse caso, algo que eles conseguem se safar, mesmo derramando algum sangue e a partir disso, a situação começa a mudar de figura, onde eles resolvem ocupar uma ilha perto de onde o submarino se encontrava e com a ajuda de dois agentes da OTAN, passam a travar uma batalha contra as autoridades do seu próprio pais, que chegou a mentir e declarar que não foram os culpados pelo míssil contra sua seus próprios militares (inclusive já dados como mortos diante de seus familiares) e sim o inimigo.

Vejam bem, na verdade tudo na série parece ser bem mais complexo do que essa minha introdução acima e ainda não entendemos muito bem o porque disso tudo, principalmente de onde partiram as ordens, tanto a de atingir o inimigo pela primeira vez, quanto a de disparar contra o próprio time e algumas atitudes suspeitas já apareceram ao longo desse piloto (inclusive no começo dele), mas mesmo com o pouco de informação que recebemos dentro desse piloto que tem um texto super alinhado, bem direto e sem deixar a história complexa demais para ser entendida, já deu para perceber que a história parece ser bem boa e tem tudo para ser desenvolvida de uma forma bem bacana daqui para a frente, caso eles consigam manter o mesmo ritmo animador do próprio piloto.

Sem contar que por tratar-se de um piloto, com um considerável volume de histórias, diferentes núcleos e personagens (e o XO do Scott Speedman é ótimo e super onipresente no piloto, principalmente no começo dele. Höy!), já é possível identificar os personagens e começar a entender a motivação de todos eles dentro daquela trama. Alguns mais, outros menos, mas todo mundo teve o seu lugar de destaque já nesse primeiro episódio, onde depois daquele vídeo sensacional do capitão Chaplin encarando a câmera sozinho e exigindo respostas do seu próprio governo ao final do episódio, é praticamente impossível não passar a torcer por aquelas pessoas.

Claro que não querendo supervalorizar nada a partir de um piloto e deixando a minha #CRUSH antiga no ator principal totalmente de lado (mais ou menos neam?), digamos que Last Resort pareceu percorrer um bom caminho dentro da sua proposta de thriller de ação, mantendo a tensão necessária para o que se espera do gênero, o tipo de série que desperta a nossa curiosidade a respeito de tudo que a envolve, além de uma ótima qualidade da sua produção, algo que foi possível de se notar já por esse piloto e as cenas dentro da “sala de comando” (não sei o nome certo) do submarino, me lembraram muito a correria de Battlestar Galactica e até mesmo de Star Trek, claro que considerando suas devidas proporções e sem hiperventilar, rs. (sempre gosto dessas cenas onde é tudo truque, a gente não entende absolutamente nada daquela linguagem utilizada, mas acredita em tudo)

Um sinal claro de que de Last Resort merece sim a nossa atenção daqui para frente e eu já não vejo a hora de colocar os outros 2 (três com o que saí hoje) episódios já disponíveis em dia, para ver se tudo permanece tão bacana quanto me pareceu ser esse piloto. Assistam, já falei que além de parecer ser bem boa, a nova serie tem o Scott Speedman? (♥)

 

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A magia mágica do Scott Speedman para a Elle Man Canada. Höy!

Outubro 8, 2012

E quem não poderia ficar olhando para essa imagem para o resto do dia que atire o primeiro box antigo de Felicity, NOW! (box que eu adoraria ter por sinal, então se alguém resolver jogar, pode mirar em mim, rs)

Só antes de escrever esse post, eu já perdi uma meia hora completamente hipnotizado pela magia mágica do Scott Speedman nessa capa da Elle Man Canada. Höy!

E a entrevista está sensacional! AMO ele assumindo que é todo moody, que não tinha certeza se queria mesmo ser ator até “Adoration” e sobre o fato dele gostar de ficar sozinho de vez em quando, principalmente depois de passar a semana inteira cercado de gente no estúdio. Sério, #TEMCOMONAOAMAR tamanha sinceridade? (Perfect Match)

(♥)

ps: e no Jimmy Fallon da semana passada, em uma entrevista super curta e com perguntas tolas do Jimmy, tive a surpresa de descobrir que o Speedman já trabalhou com o Ryan Gosling em um passado distante, na série Goosebumps. Howmagicisthat? (mas na época, só o Speedman já aparentava a sua magia. Sorry, Ryan)

ps2: até que enfim uma capa para a magia mágica do Speedman, hein? Mas ainda quero vê-lo na GQ… quem sabe agora com o sucesso de Last Resort, hein? (que eu ainda não vi e já informo que estou devendo)

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#CRUSH antiga

Agosto 3, 2012

Fazer o que se nós somos movidos a big crushes… (eu falando por todos meus leitores, claro)

E sozinho a magia mágica dele volta a aparecer por aqui, de frente…

… e de perfil. Höy!

Tenha um bom dia Scott Speedman. (toda vez que eu falo Scott Speedman agora eu penso em Scott Scotsman de 30 Rock, rs)

(♥)

ps: só eu vou ver Last Resort por motivos mais do que óbvios e antigos de pura felicidade em blonde ambition?

 

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Last Resort, o trailer e a covardia

Maio 18, 2012

A covarida fica por conta do Scott Speedman batendo continência (euri/perfect match) de uniforme, o que no caso do militarismo nem me apetece muito, mas vcs sabem que a minha relação de amor com o Speedman é verdadeira e antiga (rs), portanto, nada mais justo do que o uso do recurso da caixa alta para a nossa saudação a seguir: HÖY!

Ele que agota atende pelo nome de Sam Kendal em Last Resort, série nova da ABC para a Fall Season, que tem assinatura dos criadores de The Shield e deverá estrear nas noites de quinta, durante a Fall Season 2012/2013. O plot da série é meio complexo, se passa em um futuro próximo e tem vários detalhes, mas acho que o trailer explica direitinho do que se trata.

E não vai ter jeito, sério, com o Speedman no elenco, eu vou ter que assistir de qualquer jeito. Höy!

Citizen Gangster, o trailer

Abril 19, 2012

Trailer do novo filme do Scott Speedman (Höy!), na pele de um dos mais famosos criminosos canadenses de todos os tempos, que eu achei até bem bom, viu?

boy magia mágica #1 + bandido antigo com cara de maluco que usa make para cometer os seus crimes + a minha canadian fever de ultimamente + ♥ = tenho que ver!

ps: realmente acho que ele se tornou um ator bem interessante ao longo do tempo. Assistiram “Barney’s Version“? Bem bom…

Höy! (♥)

Janeiro 2, 2012

Ano novo, layout novo. E como eu estava me devendo um Scott Speedman, que até hoje e de uma forma inexplicável ainda não havia aparecido no Guilt, aqui está. Höy!

Todas sabem que eu sou um stalker antigo do Speedman, desde os tempos de Felicity até o atual momento da sua carreira, com filmes mais indies e o seu talento se revelando cada vez mais.

Tenho gostado bastante das suas escolhas nada óbvias no cinema de uns anos pra cá e acho que ele é um daqueles atores injustiçados, que não tem todo o destaque que merecia, mas que ao mesmo tempo, aos poucos, vem mostrando que é verdadeiramente talentoso, além de um boy magia.

AMO tmbm que ele vai todo ano ao Coachella, relaxado, como um qualquer, com um boy magia tem que ser. Aliás, se eu pudesse escolher apenas um nome em Hollywood, agora vcs já sabem qual seria…(Perfect Perfect Match!)

Tudo bem que a gente fica magoado quando ele também escolhe uma companhia meio assim…mas é a vida e ninguém é perfeito.

E eu acho sensacional a sinceridade e honestidade do ator (e como ele é adorável!) em todas as suas entrevistas e fico revoltado em ver como ele recebe sempre uma conversinha mole de quase todas as repórteres. Humpf!

Por isso ficamos com o seu sorriso foufo para o mês de Janeiro de 2012 aqui no Guilt. (que dizem que é o seu sorriso quando ele acaba lendo as bobagens que eu escrevo a seu respeito aqui blog. I wish. Dizem…rs)

#TEMCOMONAOAMAR?


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