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Um abraço para se dispensar e um outro para se acreditar em Sundance

Janeiro 27, 2014

Para se dispensar temos abraço do Dan Stevens, que é do tipo que vai te olhar de forma doce indeed e te fazer acreditar em toda magia do bom moço de Downton, mas no momento em que você se encontrar completamente apaixonada, ele desparece, desiste e ou sofre um acidente de carro e deixa todo mundo com o coração dividido entre a raiva e o luto. Típico boy magia negra indeed.

E para se acredita temos o Zach Braff, que apesar dos #CRAZYEYES, vai para sempre ser o nosso J.D., terá para sempre em seu resume a delícia que ele mesmo criou em “Garden State” e além de tudo consegue nos fazer ficar ansiosos pelo seu novo projeto “Wish I Was Here”.  Ou seja, o típico boy magia mágica, que nos conquista pelo conjunto. #PLIM

(♥)

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#TEMCOMONAOAMAR o Zach Braff?

Novembro 25, 2013

zach-braff

Não, não tem, por vários motivos desde Scrubs (alguém lembra do musical? Um dos meus episódios musicais preferidos EVER!) e o seu especialíssimo “Garden State” e agora também podemos colocar na lista que não tem como amá-lo mais ainda depois dessa photobomb de pura foufurice em um álbum de casamento.

Sério, quem é que não queria ser essa noiva, agora? (♥) #PLIM!

 

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Se não fosse por todo o caminho de tijolos amarelos, o James Franco e a Michelle Willians, eu veria “Oz: The Great and Powerful” só por ele:

Março 7, 2013

Zach Braff

Zach Braff (Höy!), que nesse preludio da Disney (com cara de Alice) faz o assistente e também a voz do macaco que acompanha o mágico. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (e essa luz verde nele meio Bruxa do Oeste?)

E sim, eu stalkeio o Zach no Twitter (ele, o JT, o John Krasinski, o Mayer Hawthorne, o Russel Tovey, a Lena Dunhan, a Mindy Kaling…) e espero um dia conversar por horas com ele a respeito do seu excelente “Garden State” e essa conversa tem que ser no formato do musical de Scrubs. Sim, sou desses.

Com direção de Sam Raimi (sim, aquele da trilogia de Spider-Man), “Oz: The Great And Powerful” estreia amanhã nos cinemas.

Ansiosos?

 

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Seatle Grace Mercy Death – O episódio musical de Grey’s Anatomy

Abril 4, 2011

Ok, já vou começar reconhecendo que eu estava esperando bem mais do episódio (7×18 Song Beneath The Song)  e  que no final das contas foi meio assim…cafona neam? Mas todo musical tem um pezinho na cafonice e por isso vamos deixar passar esse detalhe, pelo menos por enquanto.

O episódio começou bem, com a música tema (já esquecida) a capela, algo totalmente inesperado por mim…

Mas eu fiquei confuso em vários momentos, tentando entender se no final das contas eu tinha adorado ou odiado o ep. Hmm mmm

E mesmo tendo gostado e até cantando junto em alguns momentos, eu devo confessar que eu não gostei muito do ep não. Sorry Shonda!

Achei que eles não conseguiram resolver muito bem a questão musical com o drama todo do episódio, algo que talvez funcionasse melhor em um formato de comédia, como o histórico episódio musical de Scrubs por exemplo. Mas também não deve ser nada facil tentar fazer algo novo em termos de musical em uma série com a dinâmica de Gey’s Anatomy.

Por outro lado, na Braodway por exemplo, temos diversos musicais dramáticos e a coisa funciona bem então, talvez essa não seja a melhor desculpa para o episódio musical de Grey’s  não ter rolado para mim.

E é claro que eu entendi exatamente o propósito, do ep ser tratado com um evento a parte da série, algo pontual e especial. Mas ainda assim insisto: não deu!

Eu também creditaria esse “erro” do episódio para o trio de protagonistas, que tem a pior história de todas no momento atual em que a série se encontra (e talvez de sempre). Alguém ainda suporta o casal lez? Eu sempre achei que a Torres merecia algo melhor, mas a essa altura eu já acho que as duas personagens se encontram no mesmo nível de chatice, por isso se completam e talvez fosse um bom momento para risca-las do quadro de cirurgiões.

Talvez também se o musical tivesse sido deixado para depois, como no momento de decisão para o novo chefe da residência por exemplo, tendo como personagens principais o trio de protagonistas que merecia esse tipo de atenção especial (Karev, Yang e Grey), ai sim eu acho que teria funcionado melhor. Eu diria que se precipitaram, ou pelo menos, usaram as pessoas erradas, fikdik

Também não gostei muito do setlist, achei fraco. Com alguns hits que marcaram a história de Grey’s e outras musiqueeenhas que eu trocaria. E faltou Evil do Interpol, hein? Será que a Shonda ouve as minhas mixtapes? rs

Gostei de ver a Dra Adisson de volta ao Seatle Grace e gostei tmbm que de quebra eles ainda deixaram o Noel (Scott Foley) cantar. Cool! Mas que deve ser um saco interpretar um paciente desses que duram muito tempo em Grey’s Anatomy e permancem o tempo todo na cama,  isso deve, humpf! Queremos a magia do Noel  mais explorada poxa vida! Höy! (não consigo chama-lo por seu verdadeiro nome, para mim ele sempre vai ser o Noel de Felicity, rs)

Hunt, eu tenho certeza que na sua juventude ruiva vc interpretou o Gaston em uma montagem do musical A Bela e a Fera por ai. Euri. E a cena do balcão da cozinha hein? Quemnunca? Höy!

Agora, Calie desaparecendo no final em um efeito podre e respondendo com um “Sim” a proposta de casamento pré acidente, foi a o fim pra mim. Tipo clichê do clichê…Zzzz

É, o saldo final do ep não foi muito positivo mesmo e eu acabei não gostando do episódio, sorry! Mas valeu a tentativa, valeu pela inovação e principalmente, valeu por Grey’s ser uma série corajosa e que se arrisca em sair fora de sua zona de conforto, mesmo que o resultado não tenha sido assim tão brilhante…

E eu bem que fique esperando um momento musical meeeesmo, com direito a várias extras fazendo coreôs absurdas ao fundo, com aquela câmera que vai subindo e pega o quadro geral, lá na entrada do Seatle Grace, onde fica a plataforma, com todos envolvidos e cantando “Don’st Stop Believing” ,rs. Mas não, não tivemos nada grandioso, humpf!

Para finalizar, para mim, o melhor momento do ep além da Dra Bailey dançando com o seu enfermeiro magia nos corredores do hospital, foi a line pra lá de sincera do Karev em uma conversa com a Meredith e a Christina, do tipo, não esperem um final feliz para mim, como a minha nova vitima também trabalha aqui no Setale Grace Mercy Death, com certeza ela vai acabar enlouquecendo, ou tendo câncer, ou levando um tiro, ou sendo atropelada por um caminhnão. Sério? Tem line mais sincera do que essa? Me senti lendo os gibis da turma da Mônica, naquele tipo de história que o personagem conversa com o roteirista, sabe? Euri

Tem como não amar o Dr Karev? Dos 3 remanescentes, certamente ele vem se demonstrando como o melhor ever, que a propósito esta morando em seu trailler, no estacionamento do hospital, só para ser o escolhido como novo chefe da residência, howcoolisthat?. Go Karev!

ps: agora sério, precisava o carro do casal ter batido em um “caminhão”? Seriously? Tipo piada pronta, rs

E por falar em amor…

Abril 27, 2010

Eu amooo o Zach Braff, fatão! Hoy!

ps: nem precisa agradecer seu foufo, rs

Posters minimalistas das nossas séries preferidas

Fevereiro 23, 2010

O trabalho incrível é do artista Albert Exergian, mas é claro que várias séries das nossas preferidas ficarm de fora do portifólio do arttista

Mas quem quiser dar uma olhada no trabalho completo dessa série de posters minimalista “Iconic Tv” é só sijogar no link (e dah até para comprar viu?)

http://www.blanka.co.uk/Art/Exergian/Iconic_TV/


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