Posts Tagged ‘Sean Penn’

#TEMCOMONAOAMAR o Sean Penn brincando com o filho da Charlize Theron?

Janeiro 31, 2014

Sean a

Não, não tem. (♥)

#FOUFURICES

ps: e o casal não poderia ser mais improvável, não?

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O dia em que a Terra parou e rodopiou 666 vezes no sentido contrário depois de dar 3 pulinhos em slowmotion

Setembro 25, 2013

Madonna

Hoje, nós não temos muito o que falar depois da divulgação da imagem acima, com o reencontro histórico da Madonna com o seu ex ex ex ex ex ex ex ex ex ex ex ex ex ex ex (___________ insira 1378 + ex)  marido, o Sean Penn.

E a palavra do dia é: PERDÃO.

#CÁCARANOCHÃO, #NOCHÃO

 

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13 posts que nós não poderíamos começar 2013 sem ter feito até agora

Janeiro 7, 2013

Antes de começarmos oficialmente o ano de 2013, precisamos comentar o que de mais importante andou acontecendo no mundo enquanto estivemos fora curtindo a vida adoidado por esses dias todos de férias.

Por esse motivo, separei alguns fatos importantíssimos e que com certeza teriam sido posts que vocês todos teriam lido aqui no Guilt durante esse período, caso não estivéssemos longe. (beicinho da Claire Danes)

Então se segura e conta até 13 comigo, comendo 13 Kit Kats (porque lentilha é para os fracos e já que é para trazer sorte para o novo ano, que seja comendo coisa boa neam? Lentilha = EW!), enquanto se auto imagina pulando lindamente 13 nuvens cor de rosa de fim de tarde com por do sol cor de laranja (apenas se auto imagina, porque somos preguiçosos demais para arriscar todos esses saltos ornamentais, rs) que lá vamos nós:

 

1 – Já é Natal de novo? Porque agora eu quero porque quero e quero agora uma árvore de Natal Bloom

orlando-bloom

Não sei onde estávamos saltitando na natureza que não vimos essa espécie raríssima de árvore que certamente seria a atração no Natal de qualquer casa.

Com o adereços certos… hmm mmm. Para colocar no quarto, claro. Höy!

E já que passamos do Natal, quem sabe a gente não descobre pelo menos onde vende dessa semente magia e plantamos a nossa própria árvore, hein?

BLOOM, Orlando. Sempre uma visão e agora também na versão amigo da natureza, rs.

#PLANTEUMAARVOREMAGIAMAGICA

 

2 – Channing Tatum continua apostando na regatinha paga mamilo

channing-tatum

Fato. E temos um mamilo esquerdo (de quem vê) para comprovar.

Não basta atuar de forma porca porém rebolar muito bem (pulei todo “Magic Mike” e fui logo para as cenas de ação nos quadris, confesso), mas tem que se vestir pior ainda. #CREDINCRUZ (sorry, andei lendo muito Chico Bento nessas férias. Mas sério, morro de rir com o Chico Bento. Toda vez)

#NAOTABOMNAO

 

3 – Simon de férias não se faz de rogado ao perceber o tamanho desafiador do instrumento do coleguinha

simon-cowell

#GOODFORYOU, Simon. Chega de ficar fazendo qualquer uma que a gente não consegue nem lembrar o nome como uma noiva quase famosa.

Aceite o desafio do coleguinha e venha para o mundo de uma vez por todas Simon!

 

4 – A prova em imagem de que nem mesmo a Nicki Homenagem herself se aguenta 

nicki-minaj

Aposto que estava tocando no looping qualquer uma de suas músicas e nem ela mesmo aguentou e por isso, cobriu os próprios ouvidos com todos os cachos de peruca sintética desse mundo…

Tá, brincadeirinha, porque eu bem gosto de algumas delas (já dancei, não nego, mas também não preciso que ninguém fique jogando na minha cara. Obrigatô) então, aposto que do outro lado tinha pelo menos três bees gritando em uma só voz “combo todo combinado #NAOTABOMNAO” Nicki!”, mas ela fez a diva toda errada e resolveu nem dar ouvidos para as culegas.

Tola, porque se fosse esperta teria ouvido o conselho e evitado esse combo todo combinado do deos que me livre metalizado. WOO!

#NAOTABOMNAO

ps: será que esse é o ano em que nós vamos finalmente ver a Nicki desmontada e poder gritar também em uma só voz que confirmou e que ela faz  mesmo parte da família nepotismo mais famosa da parte preguiçosa de Hollywood? Aguardando esse dia de graça…

 

5 – Minha Nossa Senhora do Suplemento Alimentar + meu São Força no Supino Inclinado, quem foi que inflou o Sean Penn desse jeito?

Sean Penn

Nessa hora a gente percebe quando falta um coleguinha para gritar do seu lado “Vai estourar… vai estourar…” (cara de #TENSO aguardando o momento do KABOOM!)

Menos GH é mais.

 

6 – Por um 2013 com menos Kristen Stewart. Por favor! (todos subindo as escadarias rolantes dos cinemas de joelho caso a graça seja alcançada)

kristen-stewar

Já que aquela saga demoníaca finalmente acabou, será que podemos ficar pelo menos uns bons 13 anos sem ouvir falar no nome da Kristen Stewart?

Tudo bem, trocamos facilmente até o “ouvir falar” por “não precisar muito ver essa sua cara preguiçosa e desalmada o tempo todo”. Por favor?

Cadê a Ellen DeGeneres (qualquer tipo de associação de personagens fica por sua conta e risco nesse momento, porque isso pode ser apenas uma grande coincidência e não uma insinuação qualquer) e o seu programa super generoso com a platéia para presentar a jovem atriz  com uma viagem all around the world de caminhão zero e com o tanque cheio, hein?

E esse cabelo todo para o lado e ensebado de sempre, até para o ensaio e capa da V Magazine nova, hein? Até quando?

Quer apostar que ela é tão preguiçosa a ponto de só agora que ninguém mais deveria, finalmente criar coragem de se arriscar no undercut?

Preguiça…

#ZzZZZ

 

7 – Todo mundo falando sobre o Justin Bieber e alguns plots recentes e bem meio assim envolvendo o seu nome, mas acabaram se esquecendo de um problema muito maior envolvendo o próprio e suas “propriedades”

justin-bieber

Quer dizer, se fosse maior mesmo ele não teria tanta dificuldade assim de encontrar (#INYOURFACE), mas o que a gente gostaria de alertar é a atual obsessão do jovem cantor com suas partes na região sul.

Reparem que agora, toda hora ele anda levantando essa camiseta para procurar alguma coisa que ele não deve conseguir achar com muita facilidade…

Mamilo esquerdo de quem vê (✓)

Cordão de ouro pedante que imprime bicheiro marrento metido a rapper e ou gente que fala “mó vibe”, “de boa” ou que vai para a “balada” (✓)

Six pack. Well, bem que ele gostaria. (#NOTYET)

Pega vareta contendo apenas uma vareta. (barulho de grilo)

Mas tudo bem Justin, apesar dos seus plots recentes completamente meio assim, oferecemos uma trégua, ainda mais agora…

Justin Bieber

…que você finalmente começou a sair com gente da sua idade. #GOODFORYOU

Acho importante se enturmar com as pessoas certas, ter  o que conversar com os coleguinhas da mesma idade, experiências para dividir, bonecos do Ben 10 para brincar, essas coisas todas. (rs)

 

8 – Desculpa qualquer coisa para todas as outras…

helen-mirren

Mas ninguém com essa idade ganhou uma estrela na calçada da fama e sustentou tão lindamente a pose mesmo nesse momento dramático e constrangedor para qualquer ser humano no meio do chão, a não ser a maravileeeandra da Helen Mirren. Clap Clap Clap!

Sem mais, a não ser: tá magrona, tá gatona e tá gostosa Hellen!

ps: ela que interpretará a minha avó no filme sobre a minha vida. Mãe da minha mãe, que obviamente será vivida lindamente pela Meryl Streep. (e sim, haverá um plot sobre uma possível adoção que ficará no ar, já que não somos nada semelhantes, rs)

 

9 – Chace Crawford, você por aqui? Matthew Morrison, você também por aqui? Outra vez? De novo juntos porém separados? Significa?

chace-crawford

Chace Crawford, o objeto cênico mais magia de Gossip Girl (sério, não duvido nada se a sua presença em cena não fosse conferida como um objeto pelo responsável pela continuidade da série), resolveu passar o reveilão (sempre tem alguém na família que fala “reveilão” vai?) na Austrália. Nada demais, não é mesmo? Até aqui, cada um com o seu canguru.

Mas advinha só quem assim em todo o universo e na maior coincidência desse mundo, algo que entre eles vem acontecendo com certa frequência e que nós já bem percebemos, também esteve por lá?

chace-crawford-matthew-morrison-

Ele, Matthew Morrison, o professor mais wannabe Justin Timberlake do universo e que deveria ser investigado pelo comitê disciplinar da sua escola devido as fortes semelhanças da sua atual namorada e uma de suas ex alunas… (mas sério, essa semelhança me assusta por vários motivos diferentes. Seria essa uma irmã de Santana ainda desconhecida em Glee? Aliás, falando na série, vocês viram que nasceu o filho do uncle Ryan? #SOCUTE!)

Mas eles não são os únicos e também fazem parte desse mesmo grupo de pessoas que estão sempre no mesmo lugar e ao mesmo tempo, o ex NSYNC JC Chasez, de quem nós nunca tivemos motivo algum para desconfiar (tisc tisc, ainda mais porque o falsete mais fino era do Justin e ao que tudo indica, ele não significa, infelizmente – escorre uma single tear de diamante- ou seja, nada quer dizer coisa alguma, rs) e um ator da série já morta e enterrada Desperate Housewives. (o filho gay de uma delas)

E digamos que se esse fosse um jogo de ligar casais, os resultados poderiam ser bem surpreendentes (dependendo do seu grau de ingenuidade) ou mais óbvios do que qualquer coisa.

 

10 – Kim Kardashian está grávida e por favor, alguém me abraça porque eu não estou conseguindo nem pensar no que eu mais quero ver primeiro nessa história

-kim-kardashian

E as opções são:

A) o closet gestante que desde já apostamos que será totalmente meio assim. Como esse seu outfit todo errado com ela já carregando o/a little Kanye… #NAOTABOMNAO

B) o limite para esse quadril. Queremos ver até onde ele conseguirá se expandir e se o céu é realmente o limite para tanta retaguarda.

Sério, alguém me ajuda porque eu não estou conseguindo me decidir…

 

11 –  Nada poderia ser mais foufo para começar o ano a não ser…

 Naomi Watts

… a Naomi Watts e o seu filho fazendo as unhas juntos. E o que é esse Samuel todo comportatinho no salão?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem. (♥)

 

12 – OK, uma outra coisa também pode ter sido uma das coisas mais foufas para se começar o ano

james-lafferty

E ela tem nome, James Lafferty (de quem nós quase ou nunca falamos por aqui, mas que também sempre foi uma visão, daquele tipo que melhorou e muito com o tempo), que em minha homenagem (só pode ter sido, porque todo mundo sabe que essa é uma das minhas várias identidades, porém, a oficial para essa época do ano) se vestiu de Rudolph.

Sério, também #TEMCOMONAOAMAR?

Não, também não tem. (♥)

ps: só eu não sabia que essa Eve Hewson, a namorada do James é filha do Bono do U2? E agora que eu descobri esse fato, só fico imaginando se algum dia o James pediu para o sogro cantar a excelente música de abertura de One Tree Hill no almoço de domingo… Será? 

 

13 – Jennifer Aniston exibindo a  magia da sua superação para o mundo. Suck it!

jennifer-aniston

De todos os shirtless desse começo de ano, ninguém superou o boy magia Justin Theroux da Jennifer Aniston, ela que também esteve com tudo em dia durante essas férias do casal e não fez feio em, Cabo. Sorry, mas ninguém! (Kimmel e Krasinski que estavam de férias juntos com o casal e com suas respectivas senhouras, nem se atreveram, rs. Um infelizmente em nome do Krasinski. Höy!)

E se aquela lá não estiver ocupada visitando um lugar qualquer do mundo, a procura de papinha orgânica e ou fraldas descartáveis biodegradáveis e 100% naturais fabricadas artesanalmente, temos certeza que ela deve ter olhado para o lado (que já foi bem melhor, apesar de continuar também em dia) e deve ter entendido o recado. Suck it!

 

Ufa! Vocês nem imaginam como é boa a sensação de colocar para fora tudo o que eu gostaria de ter dito durante esse começo de ano, rs. E de importante, acho que foi só isso que perdemos durante esse período em que ficamos distantes. (mais uma vez, beicinho da Claire Danes)

E agora podemos dizer que é oficial: estamos de volta! YEI! (♥)

 

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Combo talento

Janeiro 16, 2012

Muito talento reunido, não?

E esse Leo hein? Sempre muito bem acompanhado. Höy!

The Tree Of Life, um filme para encher os olhos

Novembro 4, 2011

Sensibilidade ao extremo. “The Tree Of Life” chega a ser quase um sonho, de tão especial e sensível que parece. Um filme que traz uma novidade, um frescor que a gente já estava precisando. Sabe aquele respiro para um olhar diferente, algo que nos encantasse inventando uma espécie de nova fórmula?

Na verdade, o filme chega a ser puxado nos seus primeiros 30 minutos, com uma sequência bem longa de imagens aleatórias da natureza por exemplo, quase sem nenhum diálogo e até animais exóticos aparecendo na tela, como já havia sido anunciado quando começou a se falar sobre o longa. Mas tudo isso é feito de uma forma especial, com uma compilação de imagens tão linda, que mesmo que a princípio vc considere puxado, essas imagens belíssimas acabam te deixando hipnotizando. Por isso vale a pena insistir. (eu até acharia que o filme poderia ser até mais curto em pelo menos uns 20 minutos, se não fosse o resultado final de como esse tempo foi gasto)

O filme conta a história de uma família típica americana. Um pai trabalhador (Brad Pitt), extremamente rígido, dono de uma certa ambição, que sonha em ter uma vida melhor para a sua família e para isso parece treinar os filhos para o sucesso, não admitindo que eles tenham suas próprias ambições ou vontades. A mãe (Jessica Chastain) é mais submissa diante do marido opressor, parecendo estar tensa o tempo todo com o clima de controle geral instalado em sua casa por conta das manias do seu marido porém, em seus momentos sozinha com seus filhos, ela se mostra estar entregue a aquele amor incondicional do qual os meninos parecem ser tão carentes. Os filhos são três adoráveis meninos, um mais lindo do que o outro, mas que obviamente sofrem com toda essa pressão exercida pelas rígidas regras do seu pai que mais parece um ditador do que qualquer outra coisa.

Um deles, Jack, o filho mais velho e consequentemente quem mais sofre e não concorda com as atitudes do pai, que é interpretado na fase adulta pelo ator Sean Penn e o filme é basicamente baseado em suas memórias de infância ao lado da sua família.

A história de “The Tree Of Life” também é marcada por uma tragédia anunciada logo no começo do filme, com a perda de um dos filhos do casal (o filho do meio, que é a cara do Brad Pitt), o que é claro que também acaba abalando as estruturas daquela família de forma irreversível, mesmo que durante a maior parte do filme a história contada seja de quando a família ainda estava completa.

Bacana ver o Brad Pitt muito bem em um papel detestável, de um homem que certamente a gente não associaria a sua imagem. Aquele tipo de pai que não presta atenção nos filhos, que não é capaz de fazer um elogio qualquer para a sua família, do tipo que não parece estar muito interessado na individualidade de cada um deles, contanto que todos se comportem ao seu modo, seguindo as suas regras. O típico pai que para quem nunca nada vai estar bom o bastante, figura bem comum por ai, tanto na versão pai, como na versão mãe.

É claro que esse tipo de comportamento opressor acaba despertando a rebeldia dos personagens, principalmente de Jack (Sean Penn/Hunter McCracken), o filho mais velho, que é quem mais discorda com a forma que seu pai encara a vida, principalmente por vê-lo fazendo tudo aquilo que ele não aceita e reprova que os outros façam.

O filme levanta uma série de questionamentos em relação ao comportamento dos pais rígidos demais diante dos filhos e suas consequências. Outros questionamentos até religiosos, quando ocorre a morte do filho do casal, quando a mãe começa a questionar Deus em relação ao acontecido, uma atitude comum para quem perde alguém importante. Mas tudo isso é feito de uma forma brilhante, nada óbvia apesar de comum, com sussurros tomando o lugar dos diálogos, como se estivéssemos ouvindo o que se passava na cabeça daquelas pessoas a medida em que as imagens nos são mostradas e a história vai sendo contada. Algo que eu não me lembro de ter visto no cinema anteriormente, não com uma linguagem de tamanha delicadeza como essa. (se bem que, pensando bem, o diretor já tinha ensaiado um pouco dessa linguagem com “The New World”)

E essa compilação de imagens é parte fundamental do filme, que se não fosse a sua primorosa edição, seria bem difícil de fazer algum sentido. Tudo é muito bem colocado, todas as imagens de certa forma são relacionadas as situações em que os personagens do longa se encontram, ou até mesmo aos seus sentimentos naquele determinado ponto da história. Sabe quando a gente entra naqueles sites recheados de imagens sensacionais para buscar algum tipo de inspiração, para enriquecer o nosso próprio repertório ou apenas para confortar o olhar? Então, no filme funciona mais ou menos como essa experiência, só que nesse caso muito mais rica, porque essas imagens estão em movimento e assim vão ganhando vida e vão até mesmo se transformando, o que nos leva a uma experiência bem mais completa e totalmente diferente do que estamos acostumados.

Quando um dos filhos morre por exemplo, temos uma sequência de imagens da natureza em movimento do fundo do mar, o movimento das ondas filmadas de baixo para cima, até algo que me pareceu ser imagens do despertar de um vulcão, misturada com imagens do espaço (entre algumas outras quase impossíveis de serem decifradas e nem por isso impossíveis de serem admiradas), que podem parecer até aleatórias, mas que podem também significar a jornada daquele personagem, nesse caso a mãe que é quem esta em foco nesse momento do filme por exemplo, mostrando os diferentes estados por onde aquela mulher teve que passar até se econtrar naquele momento de tristeza profunda, que deve ser certamente a representação do sentimento em imagens do que significaria a perda de um filho para uma mãe. Maravileeeandro!

Mas é o tipo de filme que vc tem que ver, fica até difícil explicar a grandeza que essas imagens representam para a cena e como elas vão enriquecer ainda mais o seu olhar. Tenho certeza que as mais variadas interpretações devem ocorrer dependendo da sensibilidade de quem esta assistindo e isso é delicioso, porque gera uma série de outras histórias, quem sabe até mais interessantes do que a sua própria interpretação.

Voltando a falar das memórias dos personagens, que é o que vai dando forma a história e ao filme, é quase impossível não se emocionar lembrando da sua própria vida conforme o longa vai se passando. Cheiros, cores, texturas, experiências que algumas vezes a gente só teve uma vez na vida, mas que acabaram nos marcando por um motivo qualquer e ficaram na nossa memória. E o filme é montado exatamente dessa forma, em detalhes sutis que acabam formando o repertório pessoal de cada um.

Detalhes das luminárias, sombras, as mãos e pés dos garotos explorando o ambiente, os personagens se tocando, a relação próxima e de carinho e confiança dos irmãos brincando e aprontando um com os outros, descobrindo um pouco da vida por eles mesmos, se aventurando na vizinhança com outras crianças e formando assim o caráter de cada um deles como indivíduo.

Tenho a sensação por exemplo que como o filme foi praticamente todo contado sob a visão do personagem do Sean Penn (Jack),  seria completamente diferente se fosse contado sob a visão de qualquer um dos outros personagens, porque cada um enxerga a vida de uma forma muito particular.

As cenas mais lindas do filme estão nos momentos de transição desses meninos, de quando Jack ainda era um bebê, o único filho da família, e a medida em que os seus irmãos vão chegando para fazer parte da sua vida e como todos eles foram crescendo juntos e se tornando pessoas diferentes. E com isso podemos ver suas memórias antigas de um período da vida que a gente quase não consegue se lembrar muito bem, a não ser por fotos ou vídeos.

Eu por exemplo, tenho uma memória da sensação de gelado que eu sentia quando a minha mãe me levava ao médico para ser pesado ainda quando criança. Um dia fomos a esse mesmo hospital, dessa vez eu já adulto,  e ao ficar de frente com a sala onde eu sempre tinha consulta, acabei me lembrando na hora dessa mesma sensação, da qual eu não gostava, e perguntei para a minha mãe até quando eu fui pesado daquela forma, naquelas balanças antigas  e ela me disse que só enquanto eu ainda era bebê e que depois disso, eu passei a ser pesado na balança comum, como as demais crianças. Na hora, achei quase impossível que eu tivesse essa lembrança de quando eu ainda era um bebê, mas  “The Tree Of Life” acabou me provando que é possível sim que eu me lembre disso até hoje, porque não?

Outro momento delicioso do filme é quando o pai sai de viagem e a casa fica liberada para os filhos poderem enfim se divertir com a sua mãe, que só nessa hora perde toda aquela postura da dona de casa perfeita e se arrisca a correr descalça pelo jardim, em um dos raros momentos de descontração e liberdade ao lado das crianças, virando a verdadeira heroína dentro daquela família. O clima que sempre é tão pesado quando o pai esta presente, chega a ficar tão leve na casa, que os meninos conseguem ver sua mãe flutuando no jardim, como se estivesse voando. Cool!

E sabe aquele filme onde tudo parece estar perfeito? A atuação dos atores é tão boa e parece ser tão natural que parece mesmo que estamos vendo o álbum de memórias daquela família. Até a atuação dos três garotos é surpreendentemente natural, algo raro no cinema ou na tv para o universo infantil. E sejamos justos ao reconhecer o talento do novato ator Hunter McCracken, que fez um excelente trabalho com o seu jovem Jack, sempre com um olhar de tristeza profunda e revolta ao mesmo tempo, repetido pelo ator Sean Penn interpretando o mesmo personagem em sua vida adulta. Um talento que merece seguir adiante. Clap Clap Clap!

O filme levanta uma série de outras questões que todos nós nos pegamos pensando em algum momento da nossa vida. A culpa por não ter demonstrado que amava o quanto vc realmente amava aquela pessoa, o fato da gente nem sempre ser tão legal com quem a gente realmente se importa e o quanto a gente sente falta dos momentos mais simples que passamos com alguém, principalmente quando não podemos mais repeti-los. Mas eu tenho uma teoria de que quando a gente realmente ama alguém, ainda mais alguém da sua própria família, talvez não seja realmente tão necessário externar isso com palavras o tempo todo e são esses momentos que vc passou ao lado da pessoa e que foram importantes para a sua vida, que vc vai fazer questão de se lembrar para sempre e que vão marcar a sua história de amor com aquela pessoa, mesmo que a palavra “amor” nunca seja dita.

Alem de tudo isso, de toda a novidade e esse olhar sensível que “The Tree Of Life” nos empresta sobre a vida dessa família, o filme ainda conta com uma direção primorosa do diretor Terrence Malick (direção e roteiro), que faz questão de experimentar sempre, com muitas cenas com a camêra filmando de baixo para cima e que nos presenteia com aqueles takes sensacionais das sombras dos meninos refletindo no chão enquanto eles brincam na rua, ou a silhueta da mãe marcada atrás do lençol pendurado no varal. Closes por ângulos espetaculares de coisas ou situações das mais simples possíveis, para deixar qualquer pessoa que gosta de detalhes completamente enlouquecida e totalmente inspirada com tantas possibilidades novas.

“The Tree Of Life” além de tudo deve ser um daqueles filmes que vai marcar a história do cinema e que certamente vai servir de referência para o futuro. Eu por exemplo já me sinto transformado depois de assisti-lo, como se eu realmente estivesse vendo algo novo, o que eu considero uma experiência deliciosa, ainda mais depois de tanto tempo vendo mais do mesmo. Confesso que eu fiquei profundamente tocado com tudo no filme, desde a trilha, a história e à forma como ela é contada e tudo vai se encaixando perfeitamente, com um primoroso trabalho de edição que não deve ter sido nada fácil e merece todo o seu reconhecimento (Clap Clap Clap), como também o trabalho da direção de arte, que foi tão delicado, simples e rico ao mesmo tempo. Assim como a nova proposta de linguagem cinematográfica  e esse banho de imagens que me deixaram quase sem ar de tão impressinando e emocionado que eu acabei ficando em diversos momentos ao longo do filme. Mais uma vez, em caixa alta e bold: CLAP CLAP CLAP!

Eu poderia dizer que a minha experiência ao assistir ao filme foi quase a de um transe, como se eu tivesse mergulhado dentro das minhas próprias memórias ao mesmo tempo em que era bombardeado com todas aquelas sequências de imagens simples e maravileeeandras que eu talvez não me esqueça nunca, além de me emocionar uma história extremamente sensível.

O final é quase poético, mas consegue manter a dignidade de toda essa sensibilidade ao extremo do filme, e fecha muito bem o ciclo de todos os personagens, mesmo que esse caminho tenha sido uma finalização um pouco mais simples do que se esperava vindo de uma obra bem inovadora como essa.

O tipo de filme que tem que ver, comprar o DVD Duplo e separar um espaço especial na prateleira, ao lado dos filmes da sua vida.

Scarlett Johansson & Sean Penn, uma casal que exala felicidade…

Junho 6, 2011

NOT!

Cacura também se preocupa com o corpão, tsá?

Abril 6, 2011

Diz que é tudo culpa da Scarlett Johansson, que quer deixar o Sean Penn com o corpão do Ryan Reynolds.

Diz que tem que ter oblíquo, rs.

The Tree Of Life, o trailer

Dezembro 16, 2010

Filme novo com cara de antigo, com a versão 50’s do  Brad Pitt (Höy!) e de quebra o Sean Penn interpretando o seu filho no futuro? Tipo, imperdível! Mas só em 2011, humpf!

E que fotografia delicada, não? Fiquei até emocionado com tanta delicadeza…

By Terrence Malick (diretor de “O Novo Mundo”, que é um filme poético neam?)

Ansioso mil!

Rolei…

Agosto 24, 2010

Antes que as mais desesperadas se descontrolem, é claro que trata-se de um personagem neam?

Mesmo assim, euri

Milk!

Agosto 16, 2010

Ora ora ora, olha só quem chegou direto para a minha prateleira mais do que especial?

Harvey Milk Penn!

Seja bem vindo!


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