Posts Tagged ‘Season 7’

Sons Of Anarchy, Season 7, o trailer

Agosto 14, 2014

Eita! E eu que não vi a Season 6 ainda, mereço um castigo?

Um path de loser no meu colete? Preciso recuperar esse tempo. PRECISO!

Ansiosos? Estreia na america antiga no dia 09/09, com 90 minutos e provavelmente 99 problemas, rs.

 

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The Time Of The Doctor – a inevitável hora da despedida do nosso 11th Doctor

Janeiro 6, 2014

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Desde sempre, tive consciência de que cedo ou tarde, esse momento chegaria. Aliás, ao me ver completamente apaixonado por Doctor Who desde o seu primeiro episódio (dele e o meu, 5×01 “The Eleventh Hour”), venho dizendo não estar preparado para esse momento que a própria mitologia da série já anunciava como certo. Até que ganhamos à notícia de que esse ano, o Natal tinha tudo para ser mais triste, com o anuncio da regeneração do 11th Doctor, o meu Doutor, Matt Smith, que deixaria o personagem logo após o especial de 50 anos da série, também comemorado recentemente (e lindamente) e isso aconteceria exatamente no já tradicional especial de Natal.

Despedidas são sempre muito tristes, ainda mais de quem ou do que a gente gosta. Logo, sentimos aquele nó na garganta que custa a passar, um frio no coração que parece não ter fim e uma tristeza infinita se confunde na maioria das vezes com lágrimas. Tudo bem que esse sou eu, um ser de alma dramática nível avançado falando (aliás, lendo esse pequeno paragrafo acima me dei conta do meu potencial para escrever novelas mexicanas e ou dramalhões gregos), mas ainda assim, acredito que despedidas nessas condições devam ter um gosto semelhante para todo mundo. E apesar de ter sido anunciado, do episódio em si ter nos trazido aquele gostinho esperado de Natal e de o mesmo ter parecido muito mais uma grande homenagem (e foi) ao adorável 11º Doutor que ganhou vida através do Matt Smith, a todo instante, pelo decorrer do pouco mais de uma hora de sua duração, parecia que a pergunta que ecoava a todo instante (Doctor Who?)  nada mais era do que uma constatação, a de que a qualquer momento dentro daquele período do tempo e espaço, o 11th Doctor teria o seu fim.

Até que ele de fato aconteceu, em uma sequência memorável mas completamente diferente da despedida do 10th Doctor(que também foi memorável, mas de uma forma completamente diferente e também muito especial por outros motivos, como já reconheci aqui), que certamente foi o suficiente para deixar esse Natal com um gostinho entre um misto de azedume e muito mais amargo. Mas antes disso, a despedida começou extremamente doce, com um Doutor falando sozinho, ou melhor, carregando a cabeça de um Cybermen como uma espécie de seu novo co-piloto a bordo da TARDIS (que eu finalmente consegui adquirir recentemente e fiquei feito criança quando o meu pacote finalmente chegou – e chegou na mesma semana do “The Day Of The Doctor” – . E olha que ela é minúscula, mas dizem que é muito maior por dentro, rs), seguindo em direção a casa da Clara para bancar o papel de seu namorado (sério, leiam esse post do BuzzFeed dizendo o porque que o Doutor seria o pior namorado do mundo), fazendo uma adorável visita a sua família, visita essa que havia começado com um Doutor pelado. E sim, eu disse pelado. #TEMCOMONAOAMAR?

Dividindo momentos deliciosos com sua companion da vez, ficou difícil aceitar que aquela notável química entre os dois tinha apenas mais alguns minutos de duração, uma vez que a sua regeneração se aproximava, mas mesmo assim, ambos conseguiram nos divertir com piadas ótimas e várias referencias a série, quase que em um tentativa de nos fazer esquecer o momento de pura tristeza que ainda estávamos a caminho de presenciar. Nessa hora, foi bacana com o típico humor inglês acabou ganhando ainda mais espaço em Doctor Who, com a inesperada (porém já conhecida de todos os fãs da série) assumida do próprio Doutor sobre o fato dele estar usando peruca (algo que ficou notável ao longo do episódio), com espaço para piadas sobre suas orelhas que mais pareciam duas nadadeiras ganhando como resposta um sorriso com cara de maluco de um dos mais adoráveis doutores de todos os tempos. (outro fato inegável)

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Como plot para o especial da vez, ganhamos uma fábula um tanto quanto diferente dos últimos episódios de Natal protagonizados pelo próprio Matt Smith (que tinham aquela clássica linguagem de fábulas, sabe?),  com amarrações importantes em relação ao que vimos no próprio especial de 50 anos da série, que foi quando eles de certa forma, aproveitaram para reescrever uma parte importante dessa história tão querida e de forma bem simples e coerente (na medida do possível e quando eles acharam que não havia ficado bem claro, aproveitaram o momento para fazer piada sobre o assunto), tudo isso acabou ficando bem compreensível ao longo do episódio, mesmo com alguns (me incluindo nesse momento) ainda torcendo o nariz para a “nova contagem” dos doutores.

Ameaçado pelo ressurgimento de Gallifrey (que ainda não apareceu, mas havia voltado para assombrar o Doutor naquela mesma rachadura no Universo que encontramos no primeiro episódio da Season 5), ganhamos um episódio de despedida que na verdade foi uma grande e merecida homenagem a toda a trajetória do 11th Doctor e do próprio Matt Smith, repleto de referências importantes à sua mitologia do começo ao fim. Daleks, Cybermens, Weeping Angels, Silence (achei importante eles reaparecerem nesse final de trajetória do Doutor, porque a história do vilão da vez  – daquela vez – não havia sido explicada completamente, não é mesmo?), entre outras criaturas, todos estiveram presentes nessa despedida, demonstrando claramente a importância do trabalho do Matt Smith a frente do personagem durante esse últimos anos, principalmente ultimamente contando com toda a popularidade da série pelo mundo. Um claro reconhecimento ao seu trabalho e carisma, sem a menor dúvida. Clap Clap Clap!

O bacana foi que além dessas referências e elementos todos que estiveram presentes no episódio, ele foi completamente construído para o tipo de Doutor que foi o 11th, doce, meio goofy, apatralhado, muitas vezes infantil até (de uma forma bacana), que foram detalhes que acabaram deixando essa despedida mais doce e muito mais leve até. Dedicando sua vida a salvar uma cidade chamada Christmas (que para o seu assombro ainda ficava em Trenzalore, que descobrimos recentemente que é onde fica o seu túmulo), observamos o Doutor abdicando mais uma vez de suas vontades e desejos para tentar salvar alguma coisa e obviamente para que isso de fato acontecesse, ele teria que acabar decepcionando alguém, como ele fez com a Clara, mentindo para a mesma por duas vezes ao longo do episódio (fiquei morrendo de pena dela voltando para casa com aquele peru cru e ainda tendo que explicar o sumiço do “namorado para a família”. Imaginem que drama? rs), relembrando algo que a própria River Song (que fez falta nesse momento) já havia nos alertado anteriormente, quando nos disse que o Doutor sempre mente. Ou seja, confirmou!

Ao optar por ajudar aquela cidade, que estava ameaçada por uma guerra que poderia vir a acontecer uma vez que Gallifrey surgisse novamente (e para isso contamos com um outro plot “religioso” sensacional dentro da série), tivemos a oportunidade (mais uma vez, porque de outra forma, isso já havia acontecido com o Doutor do David Tennant) de poder ver um Doutor envelhecido, finalmente demonstrando os sinais do tempo, que para ele sempre pareceu que não surtia muito efeito. Quase que assumindo o posto de “bom velhinho”, meio Geppetto e ainda se mantendo com o Xerife da cidade (relembrando seu velhos tempos na america antiga, talvez), ganhamos um adorável Matt Smith de cabeça branca, bengala, evidenciando os 300 anos que ele havia permanecido naquele lugar, longe de todos, inclusive de sua TARDIS e consequentemente, companion (achei engraçado que ele não ficou amargo dessa vez, passando tanto tempo longe de uma companion, mas talvez isso não tenha acontecido porque companhia não lhe faltava naquele lugar). Ainda falando desse novo cenário, ficou impossível também não relacionar o personagem de Barnable, aquele garotinho que ficou tomando conta da TARDIS durante o mesmo com o Rory e seus tempos antigos de centurião, esperando por sua Amy Pond do lado de fora da Caixa Pandórica. (eu pelo menos fiz essa conexão na mesma hora, ainda mais ao notar todo o ruivismo do ator. Mas talvez esse seja o meu coração saudosista falando mais alto nesse momento…)

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É claro que como esse seria mais um conto de Natal para a série, tudo seria resolvido e haveria de sobrar algum tempo para a parte mais importante dele, que seria exatamente a despedida do Doutor, mas dessa vez, os caminhos foram outros e eles decidiram aproveitar a resolução final do episódio para já provocar o começo da regeneração do (meu) Doutor, algo que ao encontrá-lo de cabeça branca e bem diferente de quando nos encontramos pela primeira vez, ao meu ver, se tivesse de fato acontecido naquele momento, teria sido totalmente injusto com o Matt Smith, por diversos motivos, apesar de tê-lo dançando de bengala no telhado também tenha se tornado um momento inesquecível para o seu icônico Doutor.

Me lembro de já estar completamente rendido as lágrimas já lá pelos 30 minutos do episódio e cada referência (tipo “Don’t Blink” ou a “dança da girafa bêbada” – a mesma do casamento dos Pons -, ou quando ele ficou gritando com as crianças “Cool is not cool!”, rs) e ou cada aparição de um ícone importante da mitologia desse que é o meu Doutor assumidamente preferido, mesmo antes de ter conhecidos os anteriores, já era motivo para me deixar completamente emocionado. Mas nada poderia se comparar com a sequência final do episódio, que diferente ao que aconteceu com o 10th Doctor (que tem uma sequência final lindíssima e recheada de momentos importantíssimos), foi muito mais simples e pontual, mas nem por isso foi menos especial. Mas não foi mesmo. Aliás, vale ressaltar o quanto o roteiro do episódio fez questão de ressaltar a importância do 11º Doutor, dizendo que naquele momento (em um link com a história do próprio episódio), aquele homem havia se tornado lenda e a essa altura era amado por todos, algo que de certa forma, não deixa de ser verdade, não é mesmo?

Apesar da regeneração já ter começado no alto daquele lugar, ao entrar na TARDIS e encontrar peças de suas roupas espalhadas por todos os lados além de alguns icones do seu surgimento como 11th Doutor, juntos com a Clara nos desesperamos ao imaginar que a qualquer momento poderíamos dar de cara com um novo Doutor, mas com uma sequência dos pés a cabeça, nos encontramos aliviados ao ainda nos depararmos com o nosso 11th novamente, lindo com o seu cabelo invejável (mesmo sendo peruca), se preparando para seus últimos momentos como “o seu próprio Doutor”.

Uma despedia para despedaçar qualquer coração por cada palavra dita pelo ator Matt Smith, que naquela hora já não dizia mais nada como o 11th e sim como ele mesmo, dizendo que nunca iria conseguir se esquecer do tempo em que foi o Doutor, tornando ainda mais difícil essa já tão sofrida despedida. Nessa hora ele até ganhou uma olhada direto para a câmera, como se estivesse falando diretamente com cada um de nós, se despedindo lindamente desse personagem que ele conseguiu desenvolver tão bem (personagem que sempre foi o maior trunfo da série), ele que certamente encontrou dificuldades ao substituir o não menos carismático 10th Doctor do David Tennat e que naquele momento, junto com a sua bow tie, deixava um de seus dois corações dentro daquela TARDIS. Sério, essa sequência, por mais simples que tenha sido do que o 10º Doutor do David Tennant se despedindo de todos aqueles que foram importantes durante a sua jornada enquanto o personagem, foi de uma sinceridade absurda, do tipo que sendo fã da série e sobretudo do 11th Doctor, ficou bem díficil conter as lágrimas.

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Ainda em seus últimos momentos na pele do Doutor, ganhamos uma participação super foufa da pequena Amy Pond (interpretada por outra atriz, por motivos óbvios do passar do anos para uma criança) correndo por dentro da TARDIS, a primeira (e mais importante) pessoa que aquele Doutor havia encontrado em sua trajetória. Nessa hora, era impossível não lamentar a ausência da própria Amy Pond, que deveria estar presente em um momento tão importante como esse. Até que, nos minutos finais do episódio, uma câmera mudou de posição e uma mão foi vista descendo as escadarias da TARDIS e nesse momento, ganhamos o que talvez tenha sido o maior carinho para os fãs da série, especialmente para os fãs do 11th Doctor, com a Amy Pond entrando em cena para se despedir do seu maltrapilho, dividindo um carinho no rosto de uma doçura sem tamanho, libertando o nosso 11th Doctor para finalmente aceitar a sua regeneração, sem se arrastar muito mais depois desse momento importantíssimo para ambos, onde rapidamente acabamos surpreendidos pelo 12th Doctor, Peter Capaldi, assumindo definitivamente o posto do novo Doutor (ele que já havia aparecido apenas com seus grandes olhos durante o especial de 50 anos da série) e ainda em fase de adaptação ao seus novos rins, rs.

Juro que antes disso, depois da aparição surpresa (mas que a gente já esperava, é claro) da Amy Pond no episódio, meu player ficou preso nos minutos finais do mesmo, com o Matt Smith ainda repetindo ininterruptamente suas últimas palavras, algo que eu acabei aceitando com uma interferência cósmica do meu assumido desejo de que ele continuasse no papel do meu Doutor preferido. Sério, isso aconteceu de verdade, eu juro. (♥ + ♥)

Após enxugar as lágrimas e tentar me recompor desse momento que eu confesso que foi dificílimo na minha longa relação com séries de TV e seus personagens, ao relembrar os momentos desse especial de Natal com gosto amargo de despedida, antes de escrever essa review, foi impossível não reconhecer que apesar de extremamente dolorosa, essa despedida do Doutor do Matt Smith não poderia ter sido diferente, em nenhum aspecto. Algumas pessoas acharam o episódio complicado de se acompanhar e outras podem ter achado essa despedia menor ao que vimos da regeneração anterior, mas a verdade é que ela provavelmente tenha sido escrita como uma grande homenagem ao 11th Doctor e pensando por esse lado, não tem como não reconhecer que eles conseguiram atingir em cheio esse objetivo.

E se você achou pouco o que assistimos no Natal desse ano, a BBC liberou esse vídeo aqui, que tem os bastidores dessa despedida e é humanamente impossível não acabar se emocionando novamente, principalmente ao presenciar a reação do ator Matt Smith lendo suas últimas palavras durante a leitura do script do episódio de Natal, se confundindo exatamente com a mesma emoção que encontramos na voz e no olhar do ator durante a cena em si, algo que apesar de triste, nos deixa completamente satisfeitos por uma papel de tamanha grandeza ter caído nas mãos de um homem que parece ser tão adorável e absolutamente carismático com o seu personagem.

Do 11th Doutor nos despedimos com lágrimas e já sustentando o peso de uma saudade absurda, repetindo um feito que eu já reconheci que também aconteceu comigo quando experimentei a despedida do David Tennant e até mesmo do Christopher Eccleston (esse segundo menos, porque também passamos menos tempo em sua companhia) com seus respectivos Doutores, mas dessa vez foi realmente muito mais especial, algo que eu preciso reconhecer em nome do meu Doutor preferido entre todos eles. E para o 12th Doutor, boa sorte! Nos encontramos em breve. E para o meu Doutor, obrigado!

Geronimo!

 

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Fire + Pure + Rise = a despedida de Skins

Outubro 28, 2013

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Desde que surgiu, Skins conseguiu facilmente se firmar como uma das melhores séries ever do gênero adolescente, sem a menor dúvida. Até quando não foi tão boa assim (e isso todo mundo sabe que aconteceu durante a sua segunda geração, com as sofríveis Seasons 3 e 4), Skins conseguiu manter pelo menos o seu fundamento, que sempre foi o melhor da série inglesa indeed.

Adolescentes com cara de adolescentes de verdade, imperfeitos (sem dentes altamente clareados e peles impecáveis), cheios de dúvidas e fazendo as escolhas mais erradas possíveis ao longo dessa fase de suas vidas, impulsividade, irresponsabilidade, insanidade, de tudo vimos um pouco ao longa dessas 6 primeiras temporadas da série, que dividiram o seu elenco em um total de três gerações (uma a cada duas temporadas). É claro que desde então, morremos de saudade da primeira geração, que sem dúvida foi a mais bacana de todas (além de ter nos revelado alguns nomes como o Nicholas Hoult – que a gente já conhecia de criança – e o Dev Patel), tanto pela novidade (e realmente parecia algo novo na TV, apesar do formato e da temática) quanto pelo todo, que realmente foi o mais acertado de todas elas.

Mas deixando qualquer reclamação ou mágoa do passado de lado (assim como não engolimos as Season 3 e 4 da série originalmente inglesa, engolimos menos ainda a tentativa vergonhosa de remake versão americana da MTV. EW!), chegamos a reta final da série, com a promessa de 3 episódios para sua Season 7, Fire, Pure e Rise (cada um deles divididos em duas partes) como proposta de encerramento para o universo de Skins. Neles nos deparamos com alguns personagens conhecidos de todos nós anos depois: Cassie, da primeira geração, e coincidentemente ou não, Effy e Cook, da segunda geração, aquela que não engolimos muito bem até hoje (apesar desses dois terem sido ótimos. Mas ele do que ela, mas amamos Effy 4 ever). Apesar do medo de reencontrá-los e ter a possibilidade de encontrar coisa bacana da mitologia de cada um deles sendo destruído gratuitamente com essa nova história, encaramos com boas esperanças esse ponto final que tinha tudo para ser algo bem bacana se encarado da forma correta,  mas confiando em tudo que eles já fizeram até aqui (e por eles eu quero dizer Jamie Brittain e Bryan Elsley), a ideia parecia ser uma ótima maneira de encerrar uma série adolescente como essa, mostrando o amadurecimento e as consequências na vida de seus personagens, anos após acompanharmos o dia a dia nada regrado e completamente livre de cada um deles, ou pelo meno de 3 partes deles todos.

E foi muito bacana ver que a série conseguiu nos entregar uma conclusão muito respeitosa e bacana em relação aos personagens em questão, com o passado de cada um deles ainda os assombrando de alguma forma, nos mostrando um presente bem real para cada uma de suas histórias, sem renegar suas origens. Sem muitas surpresas também (tirando o cenário atual da Effy, acho que os outros dois estavam exatamente onde a gente imaginava que estariam) e trazendo de volta pontos importantes da mitologia dos três personagens escolhidos para colocar para a sua temporada final, Skins encerrou a sua história mostrando o quanto uma série adolescente pode sim amadurecer de forma natural e honesta e realmente foi uma  verdadeira delicia nos despedir de algo tão bacana dessa forma, com o sentimento de que a vida segue para todo mundo e não há como ficar preso no passado (até há, mas nunca é muito saudável), por isso precisamos seguir em frente, de uma forma ou de outra e aceitar as conclusões de algumas etapas de nossas vidas, mesmo que elas não sejam exatamente como a gente imaginou que seria, quando ainda adolly.

Para facilitar a nossa vida, a partir desse ponto da review, vamos falar de cada um dos episódios separadamente:

 

 

Fire

(7×01 + 7×02)

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De todos eles, a maior surpresa talvez tenha sido encontrar a Effy (Kaya Scodelario) em um cenário como o mercado financeiro, encarando uma carreira corporativa em grande parte dominada por engravatados que parecem ser exatamente o oposto dela e de todos que a cercavam até então. Longe do colocón e da loucura de antes, Effy parecia estar seguindo em frente e com sucesso (inclusive, sem muita culpa pelos acontecimentos do passado, embora ela continue com aquele olhar meio distante e de vez em quando até triste), já que de cara, percebemos que ela estava no controle de sua atual situação. Trabalhando, pagando contas, com um cotidiano bem comum, Effy estava de volta bem diferente de como nos despedimos da personagem no passado, quando ela demonstrava ainda estar cheia de dúvidas e com a sua mente em um lugar ainda bastante obscuro. Amparada em sua história encontramos também com Naomi (Lily Loveless), velha conhecida de quem acompanhou a série (até hoje acho ela e a sua namorada o segundo casal lez pior da TV, que só consegue perder para o Calzona de Greysa), ela que dividia o apartamento com a Effy em Londres e nesse momento, ganhamos um ótimo comparativo entre a evolução de ambas as personagens que pertenceram a uma mesma geração.

Enquanto Effy estava seguindo em frente, conseguindo ficar no controle da situação, Naomi ainda permanecia perdida no limbo dos resquícios de sua adolescência, presa em algo muito semelhante ao que já conhecemos de sua história, inclusive a ex namorada Emily (Kathryn Prescott) e a relação meio assim do casal. Para ela, além da tentativa de ser uma comediante de stand up, sobrou o plot da doença, com a descoberta de um câncer em estágio avançado e a tarefa de finalmente ter que encarar a realidade e pelo menos encontrar coragem para contar para a namorada qual era a sua atual condição. Apesar dessa ter sido uma história bem menor dentro de Fire, tivemos ótimas conclusões também dentro desse cenário, mesmo com ele não sendo nada otimista e isso incluiu o fato de Naomi finalmente conseguir fazer algum sucesso no mundo da comédia fazendo piada sobre a própria doença e sua atual condição, trazendo para o episódio aquele alívio cômico típico inglês que nós gostamos tanto e que em qualquer outro cenário, poderia não ser muito bem vindo.

Mas o centro das atenções nesse momento realmente era a Effy, que estava se dando bem no mercado financeiro recebendo uma ajudinha do concorrente,  Dom (Craig Roberts do excelente “Submarine”), que apaixonado pela garota de grandes olhos azuis, lhe passava algumas informações importantes em relação a manipulação do mercado de ações. Basicamente como se estivesse “colando” na escola apenas para se dar bem (naquele momento) e se livrar do problema, Effy parecia não ver nenhum problema no que estava fazendo, até que algumas coisas começaram a fugir do seu controle e o seu rostinho bonito acabou não sendo mais o suficiente para driblar a situação que estava prestes a ficar séria de verdade, inclusive para o Dom, a quem ela manipulava sim a seu favor, mas não chegava a ser má ou qualquer coisa do tipo, apesar da primeira vez completamente traumatizante dos dois.

Em meio a tudo isso, Effy revelando um lado mais inconsequente e muito mais parecido com as raízes que conhecemos tão bem da personagem, acabou tendo um caso com o chefe (e quem resistiria ao Kayvan Novak, hein?) e no trabalho, a irmã do Tony acabou sendo beneficiada, obviamente. É claro que tudo isso acabou gerando comentários no bebedouro da empresa, assim como acabou causando a mágoa de uma mulher que no passado, já havia estado exatamente no mesmo lugar que Effy, com quem por uma ironia enorme do destino (e essas coisas acontecem de verdade, acreditem), elas viriam a se reencontrar para a conclusão desse excelente episódio.

Novamente em uma relacionamento meio assim (como foram todos os demais relacionamentos dela que conhecemos), Effy se viu perdendo o controle da situação quando percebeu que o chefe não estava se importando muito com tudo que poderia acontecer com ela e a partir disso, a própria resolveu assumir de volta o controle da situação, aceitando a sua parcela de culpa nessa história e livrando a cara de quem ela podia livrar naquele momento. Claro que ainda contamos como o elemento da vingança, que nessa hora provou mais uma vez que uma mulher ferida nunca devem ser provocada (e por mulheres eu quero dizer  qualquer pessoa que pareça ser vingativa, tipo eu mesmo, rs #WARNING) e além disso, tivemos uma ótima lição do quanto ainda pode existir uma relação bacana entre mulheres e o quanto elas podem se ajudar unindo forças e não indo contra umas as outras apenas por um corpo mais em dia e ou um cabelo mais arrumadinho.

Como final da sua história, tivemos Effy seguindo para a cadeia para cumprir a sua pena e mesmo assim, tivemos certeza que com aquele 1/2 sorriso no olhar, Effy conseguirá sair dessa mais uma vez e o tempo que ela passará reclusa talvez seja exatamente o remédio que ela estivesse precisando naquele momento.  Boa sorte, Effy! #TooPrettyForPrison

 

 

Pure

(7×03 + 7×04)

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E quem é que não estava morrendo de saudades da Cassie, hum? (♥)

De volta apenas dois vezes viajando por aí, encontramos Cassie (Hannah Murray) ainda vivendo em um universo bastante particular, quase que poético e um tanto quanto semelhante ao que já conhecemos da personagem. Mesmo com a sua rotina de trabalho em um café e a preocupação com o pai e irmão vivendo longe dela e visivelmente traumatizados pela morte recente da mãe, Cassie parecia ser exatamente a mesma pessoa, exceto pela sua distanciação de substâncias que a faziam embarcar para outro lugar. Mas convenhamos que com aquela cabeça, Cassie nunca precisou muito de qualquer tipo de recurso para embarcar para outro lugar qualquer, não é mesmo?

Trabalhando para pagar as contas e vivendo em uma espécie de cortiço distante do centro de Londres, encontramos a personagem tentando lidar com a solidão e isso ficou bem claro quando escutamos a própria explicando para a vizinha que havia terminado seu último relacionamento porque sabia que se tivesse continuado, ele não teria fim, visivelmente falando sobre o Syd, que foi atrás dela em NY no final da Season 2, ou nós apenas assumimos esse detalhe como um fato porque sempre imaginamos os dois como o casal perfeito dentro do universo de Skins. Lidem com isso. Alguns relacionamentos quando não evoluem ou te prendem a algo por muito tempo, precisam mesmo de um tipo de ponto final desses e esse tipo de coisa nós só conseguimos enxergar quando amadurecemos, ou seja, mais um sinal de que Cassie apesar de ainda muito familiar, não era exatamente a mesma pessoa de quando a conhecemos no passado.

Em meio a sua história, além da morte da mãe e das consequências em sua família tentando lidar com a nova situação, descobrimos ainda alguns pontos importantes para a construção da personagem, como a relação meio assim com a própria mãe e a sua tentativa de suicídio em um verão qualquer.

Nesse novo cenário, apesar de sempre aparecer sozinha, percebemos que Cassie estava sendo observada de longe, algo que descobrimos mais tarde tratar-se de uma espécie de stalker meio creep mas totalmente foufo, que estava mais perto do que a gente poderia imaginar e que de quebra, ainda tinha dotes artísticos sensacionais. Ele era Jakob (Olly Alexander), ajudante de cozinha que dividia o expediente com Cassie no café, um garoto que tinha três empregos, ainda estava pagando a câmera que usava para fotografá-la de longe e que ainda bem cedo em sua vida, acabou se dando conta que ele provavelmente seria virgem para sempre. Estranho, mas foufo, vai? Apesar de assustador, ele mantinha um site com as fotos que tirava de longe da própria Cassie, que ele fazia questão de manter no anonimato, mas que de tamanho sucesso, uma hora acabou sendo reconhecida por uma das frequentadoras do café onde ela trabalhava, para a sua total surpresa e desconforto.

Obviamente que ela acabou surtando com toda aquela situação, mas a pureza da Cassie acabou falando mais alto e ela acabou enxergando no Jakob algo muito semelhante ao que ela carregava com ela mesmo e a partir disso, ambos passaram a se relacionar e ficou cada vez mais claro que para uma tentativa de novo namorado, apesar de qualquer estranheza, o Jakob parecia ser o boy poeticamente ideal para Cassie.

Mas como precisamos de algum tipo de confusão, é claro que a relação dos dois acabou se complicando principalmente porque ela ainda envolvia um terceiro personagem, também funcionário do mesmo café onde ambos trabalhavam. Isso e o fato do trabalho do Jakob ter sido o ponto de partida para a descoberta da Cassie pelo mundo da moda, ela que passou a fazer alguns trabalhos como modelo por conta disso e Jakob por ter aquela alma antiga de artista, não achava que ela tinha o direito de de expor dessa forma. Vai entender… (nessa hora achei ele bem machista até e aposto que a Cassie pensou a mesma coisa. Meninos…)

Mas na verdade, toda essa história envolvendo o garoto e a personagem, acabou sendo apenas uma espécie de “ponte” para a redescoberta da própria Cassie, que acabou se sentindo vista novamente e havia deixado de ser apenas um fantasma que andava pela multidão. Além disso, todo o seu envolvimento afetivo acabou de certa forma provando para ela mesmo, o quando ela já estava pronta para seguir em frente também nessa área da sua vida, podendo se aventurar novamente na procura de um novo amor afinal, por maior que ele tenha sido, quem foi que disse que só temos direito a encontrá-lo uma vez na vida, não é mesmo? (que isso seja verdade, que isso seja verdade… #CRUZANDOOSDEDOS)

Apesar de tudo isso, a conclusão de sua história realmente foi outra e talvez tenha sido a mais bonita de todas elas. exatamente como a personagem sempre fez por merecer. Para Cassie, restava entender que ela já não tinha mais tempo para embarcar dentro do seu próprio universo (exceto quando com seus fones de ouvido e a música alta, claro), que foi quando ela acabou descobrindo que naquele momento, ela precisava colocar os pés no chão e se estabelecer como a força da sua família, ganhando a tarefa de cuidar do irmão menor que estava sendo negligenciado pelo pai, que naquele momento partia para uma viagem em busca de se encontrar e lidar de uma vez por todas com o luto em relação a perda da mulher. Um final sútil, delicado e bem pé no chão, que nos deixou com a sensação que seja lá o que for que aconteça desse ponto em diante, Cassie ficará bem, temos certeza disso!. You go girl!

 

 

Rise

(7×05 + 7×06)

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Cook, Höy! James Cook ( Jack O’Connell) sempre foi o nosso amor bandido em Skins, mesmo sabendo que ele não valia meia libra esterlina. Buscando na memória um pouco da sua participação na série antiga, vale a pena começar esse review lembrando que do fiasco das Seasons 3 e 4, seus episódios conseguiram ser o que elas tiveram de melhor naquela época. Fato.

Ao contrário do estágio de evolução que encontramos nas história das duas personagens anteriores, Cook foi quem menos conseguiu se distanciar do universo ao qual sempre pertenceu. Ainda envolvido com drogas e agora trabalhando como uma espécie de “mula”, sem ter onde morar e passando dias e noites no próprio carro, evidenciando que nem nesse ramo ele conseguiu evoluir mesmo anos depois, encontramos o personagem encarando as consequência de suas escolhas completamente meio assim do passado, além do peso de algo que provavelmente irá assombrá-lo para o resto de sua vida, De todos eles, é totalmente justificável que seu personagem seja quem mais perdeu dentro desse cenário e muito além disso, é totalmente compreensível que a culpa que o atormentava fosse muito maior do que a da Effy, por exemplo, com quem ele dividia parte do seu passado trágico. (só achei meio estranho essa questão sequer ter passado pela cabeça dela ao longo do seu episódio)

Com uma morte nas costas, a sensação era a de que o personagem havia permanecido exatamente no mesmo lugar apenas para se punir de alguma forma, já que não era possível voltar atrás no que fez e tão pouco esquecer o ocorrido assim tão facilmente. Algo como se ele tivesse mergulhado ainda mais dentro do mesmo universo, apenas por acreditar que chegando onde ele chegou, já não havia mais para onde correr. Fim da linha.

Vivendo como uma espécie de fugitivo, nos reencontramos com o personagem tentando sobreviver ao seu modo, trabalhando para o lado negro da força e tentando seguir adiante como um fantasma dele mesmo. Mulheres, drogas, apesar de tudo isso ainda ser presente na sua vida (e foi bem bacana ver que fisicamente, sua relação com as drogas também já não era mais a mesma), a sensação era a de que nada daquilo fazia mais sentindo para o personagem como no passado e talvez por isso ele até tenha optado agora por uma relação mais estável, apesar de não ter demonstrado muita força quando testado pela dopplelganger da Effy (eu achei a cara dela!), que por um acaso, também era bem maluca e além de tudo isso, era apenas a namorada do chefe traficante da vez.

Apesar do triângulo amoroso, sua história acabou ganhando força novamente quando Cook teve que enfrentar a morte de perto mais uma vez, mesmo que a principio, ele não tivesse alguma relação tão direta com o acontecido (mas de certa forma, ele tinha). Nessa hora, percebemos o quanto o personagem havia ficado marcado por seu passado semelhante de anos atrás e o quanto ele havia tentando incessantemente fugir da culpa que o perseguia por todos esse tempo.

Preciso dizer que de todas as histórias, para a minha total surpresa, essa me pareceu a mais fraca de todas elas (juro que para qual eu mantinha as maiores expectativas), apesar da honestidade e de sua conclusão também ter sido bastante satisfatória. Talvez eu tenha ficado com essa sensação por minha #CRUSH no personagem falar mais alto do que qualquer outra coisa. Mas digamos que foi sim, um tanto quanto decepcionante, apesar de não ter deixado de gostar do seu episódio.

Em meio a um clima de terror, nos despedimos do personagem mais uma vez tentando fugir da realidade, até ter que encarar de frente uma mente muito mais doentia novamente. Naquele momento, apesar de ainda não conseguir controlar seus impulsos muito bem e quase acabar manipulado pela garota da vez, ao perceber que mais uma vez o seu descontrole acabou fazendo uma nova vítima, Cook chegou a conclusão que não havia mais para onde correr e chegava a hora de encarar as consequências dos seus atos para quem sabe assim, conseguir por um ponto final em toda aquela culpa que ele sentia.

Para o personagem, seu final pode até não ser sido compensatório e ou não ter nos deixado nenhuma esperança de que daquele ponto ele conseguiria se reerguer, mas o que ficou claro mesmo foi que naquele momento, Cook conseguiu se libertar do peso que carregou em liberdade por todo esse tempo e finalmente chegava a hora de parar de vez e lidar com a consequências de tudo aquilo que ele já havia feito. I’m fucking Cook! (engraçado como ele e a Effy acabaram tendo uma conclusão com cenários semelhantes, não?)

 

Sem um final extremamente feliz e ou muito fora da realidade, com ambos os pés fincados no chão, Skins realmente acabou se despedindo da melhor forma possível, mantendo todo o seu fundamento até o final, fazendo uma série de TV através de um novo olhar (algo que eles mantiveram inclusive nessa sequência final(, sempre com aqueles figurinos invejáveis e uma trilha sonora sensacional (prestem atenção no título das músicas de cada um dos três episódios finais e me digam se não foi perfeitamente perfeito?), nos mostrando que não é preciso exatamente de um final feliz para que a gente se encontre completamente satisfeitos com os resultados e na verdade é preciso apenas encarar a realidade e talvez o mais importante seja realmente amadurecer, como a série nos provou que conseguiu fazer lindamente. Para guardar na prateleira especial (i wish, mas não vende por aqui) e mostrar para as gerações futuras.

R.I.P Skins

ps: jamais esqueceremos aquela primeira festa com direito a cortina de macarrão. (♥)

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Skins Fire, o trailer

Junho 20, 2013

Trailer do primeiro episódio da sétima e última temporada de Skins, que tem a Effy como personagem principal, o primeiro dos três episódios de encerramento da série, dos quais nós já falamos mais aqui no Guilt sobre os detalhes de sua produção. No trailer do primeiro episódio, encontramos os atores Craig Roberts (do excelente “Submarine”, que eu sonho em ter em DVD) e o Kayvan Novak, da série cancelada injustamente (que vai ganhar remake americano…), a divertidíssima Sirens. Howcoolisthat?

Ansiosos? Estreia por lá no dia 01/07 e a HBO daqui ainda não nos disse se irá exibir a última temporada da série.

 

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Skins Season 7, o promo + algumas informações

Junho 4, 2013

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Primeiro promo/teaser/trailer da Season 7 de Skins (que é apenas a melhor série adolescente dos últimos tempos) que finalmente está chegando com data prevista para a sua estreia em 01 de julho.  YEI!

Com apenas 3 episódios, a temporada de conclusão de Skins será centrada em apenas três personagens , Cassie, Effy e Cook (contando com pequenas participações de alguns outros personagens conhecidos, como a Naomi e a Emily, que parece que vão se reunir também com personagens introduzidos durante a sexta temporada) e suas histórias serão divididas em duas partes com 1 hora de duração cada (2 horas por episódio), acompanhando a vida de cada um desses personagens, anos após o que já assistimos na série no decorrer de suas três gerações.

O novo promo já é bem sensacional e tem muito do fundamento que a série apesar dos altos e baixos sempre conseguiu manter. (e eles são todos bem bacanas ó: Season 1 – inesquecível!, Season 2 – sendo esse o mais sensacional de todos! -, Season 3, Season 4, Season 5, Season 6)

Cada um dos novos episódios já recebeu o seu título e segue abaixo uma ideia do que já sabemos da sinopse de cada um deles, na ordem em que serão exibidos:

 

Skins Fire, episódio centrado na Effty (Kaya Scodelario)

Effy está trabalhando como recepcionista do London Hedge Fund, meio sem perspectiva de vida e naquelas (apesar do trabalho não ter nada a ver com o que já conhecemos da personagem). Mantendo um caso com o chefe abastado, ela vai acabar descobrindo algumas informações importantes sobre o mercado financeiro, além de descobrir também que o seu chefe anda levando vantagem de forna desonesta nos negócios. Dividindo apartamento com Naomi (Lily Loveless, conhecida também da segunda geração) e vivendo essa nova fase da sua história, Effy sofrendo toda essa pressão entre o trabalho e o seu novo relacionamento, não vai conseguir conseguir encontrar os freios para parar de arruinar a própria vida (e já vimos que ela é bem boa em self destruction), isso até que uma tragédia acaba acontecendo. Dramático, não? E que tragédia seria essa? (acho que esse tem tudo para ser o episódio “Requiem For a Dream” dessa despedida de Skins. Veremos…)

 

Skins Pure, episódio centrado na Cassie (Hannah Murray, atualmente em GOT e que a gente adoraria ver em Doctor Who)

Cassie parece estar se sentindo a garota invisível, vagando por Londres, sempre solitária, tentando encontrar algum sentido para a sua vida. Até que do nada ela percebe que um estranho a está seguindo. Nesse momento, Cassie acaba se voltando para o desconhecido, se envolvendo em uma amizade de solidão para ambas as partes, que talvez não consiga resistir muito bem quando fora do seu universo particular e exposta para o mundo. (nessa caso, acho que ganharemos um episódio “Girl, Interrupted” + “Lars And The Real Girl” de Skins. Lembrando que essas sãos apenas as minhas impressões sobre as sinopses…)

 

Skins Rise, episódio centrado no Cook (Jack O’Conell)

Anos depois, Cook continua a sua vidinha bandida e de caráter duvidoso de sempre, agora transportando drogas para os “necessitados” em Manchester. Isso até que o seu chefe do crime acaba pedindo como favor que ele acompanhe sua namorada na tarefa de encontrar uma casa e obviamente ele não consegue se controlar (típico) e acaba envolvido com a mesma, claro. A partir disso, sua vida passa a se voltar para uma série de acontecimentos que sempre marcaram a trajetória do personagem, em meio a muita violência e selvageria (acho os episódios dele os melhores da segunda geração), até que Cook se vê dentro de um confronto com o seu próprio passado violento. O que será hein? Adoraria ver o seu irmão mais novo de volta, agora em seu lugar e ele apavorado com a situação… (esse eu acho que tem tudo para se tornar o episódio “Trainspotting”, só que dirigido pelo David Fincher com uma alma um pouco mais Tarantino, de Skins. Veremos…)

 

Ansiosos? (cotando os dias para 1º de julho. #HELLYEAH)

 

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Run you clever boy and remember – A segunda metade da Season 7 de Doctor Who e o começo de uma triste despedida…

Junho 1, 2013

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E depois de uma longa espera desde o especial de Natal de 2012 (esperar pelo que a gente realmente gosta, sempre deixa a sensação de que a espera foi muito maior, não?), finalmente continuamos a acompanhar Season 7 de Doctor Who, mas a sensação era a de que estávamos acompanhando uma nova temporada. Nova companion, nova TARDIS (pelo menos o seu interior), novo figurino (preferia o antigo…) e até uma nova abertura nós ganhamos para essa nova fase da temporada e com todas essas mudanças, não dava mesmo para sentir como se fosse a mesma coisa. Pelo menos não exatamente.

Talvez pelo sentimento de luto que ainda estava no ar pela despedida dos Ponds (glupt!), que marcou a primeira parte dessa Season 7 ou até mesmo pelo grande volume de novidades que acabamos encontrando nessa nova fase da série, essa sensação de estar acompanhando algo novo tenha sido intensificada, mas de qualquer forma, comparando suas duas metades, preciso admitir que eu ainda prefiro a primeira e não só pelo fator óbvio dela conter os últimos momentos da minha companion preferida de todos os tempos (na verdade, eu faria um time ruivo de companions, com Amy + Donna, que nós sabemos que seria uma afronta para o Doutor, que sempre sonhou ser ruivo, rs), mas também porque ela me pareceu melhor em todos os sentidos. Um pouco mais grandiosa (pensando em sua produção mesmo), com histórias mais interessantes e até mesmo divertidas, mesmo seguindo essa nova linha de Doctor Who com histórias mais “independentes”, muito mais bem cuidada também (alguns efeitos dos primeiros episódios dessa volta foram vergonhosos), isso sem contar o carisma dos personagens que a gente já conhecia de outras duas temporadas anteriores e que é sempre custoso de se desapegar.

Mas confesso que com a nova companion, Clara (Jenna-Louise Coleman), sendo um mistério desde a sua primeira aparição, ainda como a “souffle girl”, que foi como a conhecemos no excelente episódio que abriu a sétima temporada (7×01 Asylum Of The Daleks), realmente foi um recurso inteligente para fazer com que a gente se interessasse pela nova personagem logo de cara, ainda mais a encontrando pela primeira vez habitando um corpo odioso de um Dalek, que nos fez inclusive imaginar algumas teorias a seu respeito. Depois disso passamos um tempo sem vê-la, até que a reencontramos na Londres vitoriana no último Especial de Natal da série (7×06 The Snowmen, que contou como o sexto episódio da temporada), em um outro tempo, com outra função, algo que não só havia deixado todos nós bastante curiosos a seu respeito, assim como o Doutor, que mesmo sendo uma das mentes mais brilhantes do universo, não conseguia desvendar o segredo de Clara, para seu total desespero. Um recurso que parece ser uma das tendências do momento, a revelação de um grande mistério, onde várias séries da temporada tem apostado bastante nesse recurso até antigo da TV e do cinema e em alguns casos, bem preguiçosamente diga-se de passagem (porque algumas séries dependem apenas disso e é óbvio que a nossa curiosidade acaba nos prendendo a elas apenas por esse motivo também), mas não é o que encontramos no cenário de uma série como Doctor Who, que tem uma mitologia muito maior do que qualquer segredo misteriosamente misterioso do momento.

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No início dessa segunda metade da Season 7 da série inglesa prestes a se tornar uma cinquentona, depois de já termos nos despedido covardemente e aos prantos do Ponds (sim, eu sou passional mesmo) e já termos também esbarrado por pelo menos duas vezes com a Clara dentro do universo da série, voltamos a Londres dos dias atuais, onde o Doutor ainda precisava encontrar Clara e tentar descobrir o seu segredo. Doutor que para a nossa surpresa a princípio apareceu como um monge, com aquele senso de humor delicioso de sempre, mas que logo bateu a porta da Clara tentando descobrir mais sobre a garota impossível, em um novo primeiro encontro bem foufo. (apesar de que, vai ficar difícil para qualquer companion superar o primeiro encontro da Amy Pond com o Doutor. É, vai…)

Confesso que esse primeiro episódio não é dos meus preferidos (7×07 The Bells of St. John, não sei porque até agora a maioria dos sites numerou os episódios errados…), mesmo porque, um plot muito semelhante ao das pessoas sendo sugadas via Wi-Fi nós já vimos acontecer de forma parecida anteriormente na série, mas perdoamos, porque além desse ser o o nosso reencontro com o Doutor depois de uma longa espera, principalmente agora que a BBC resolveu manter uma agenda mais “americanizada” e não mais tão rigorosamente pontual como a inglesa (para nosso desespero), ainda contávamos com toda a curiosidade de finalmente descobrir quem seria a Clara. E esse acabou sendo o plot central de toda essa nova fase da temporada, com o segredo sobre a garota impossível sendo mantido até o final, algo que mesmo prometendo uma sequência de episódios mais soltos e com pouca ou nenhuma ligação entre si (os tais episódios mais independentes), mais ou menos como acontecia no começo da nova série (na Season 1 de 2005 por exemplo), acabou se tornando o nosso ponto em comum ao longo da temporada e me agrada muito perceber que apesar dessa vontade de tentar “algo novo” (de novo) na série, eles tenham mantido esse detalhe da continuidade, como se a gente tivesse pelo menos a sensação de saber para qual direção a temporada estava nos apontando naquele momento.

Um recurso que apesar de ter funcionado bem, mantendo pelo menos essa constante dentro da nova proposta da série, também poderia ter sido melhor aproveitado, uma vez que até a resolução final, poucas pistas nós recebemos em relação a identidade da Clara e isso eles poderiam ter resolvido de um outro jeito. Mas de qualquer forma é preciso reconhecer que a atriz Jenna-Louise Coleman se saiu muito bem na tarefa de substituir uma das companions mais queridas pelos fás da série (da qual a gente gostava até do seu companion na vida, Rory), enfrentando uma tarefa que não seria nada fácil, mas que com o seu carisma e perfil do personagem (que tem aquele lado mais “petulante” e “insolente” que a própria Amy tinha, não vamos negar), ela conseguiu até que se sair muito bem. Gosto também de sentir que eles não optaram por fazer o Doutor rejeitá-la, como vimos acontecer tão injustamente com a Freema Agyeman no passado – que se encontrou em The Carrie Diaries. You go girl! -, quando sua personagem veio a substituir a Rose, a primeira companion da série de 2005. Tudo bem que nesse caso temos uma série de outros fatores a se levar em consideração, como os sentimentos do Doutor em relação a Rose, mas essa abordagem nunca me pareceu justa com a personagem de Agyeman, que nesse quesito acabou sim sendo bem prejudicada. (mas acho a sua resolução enquanto companion e mulher simplesmente excelente!)

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Nessa segunda metade da temporada, já vimos que o Doutor ficou bastante recluso depois das despedida dos Ponds, que foi o que acompanhamos durante o especial de Natal da série, com o personagem se isolando entre as nuvens e de vez em quando até o pegamos usando os óculos de leitura que a própria Amy sempre usava, como um sinal claro da saudade que ele deve certamente sentir falta da personagem, mas ainda assim, ele recebeu a Clara muito bem em sua TARDIS (sem ficar mencionando o passado com o 10th fazia constantemente, tisc tisc…), com o convite irrecusável de sempre de viajar entre o tempo e espaço, que obviamente ninguém recusaria. (eu espero até hoje uma caixa azul surgir no meu jardim. Se eu tivesse um jardim, é claro, rs. Tenho vasos com plantas, serve? Sinta-se livre para destruí-los quando quiser, Doutor. Tudo em nome de um convite, claro)

Seguimos a temporada explorando o universo, chegando a um lugar onde se acreditava que ele tivesse sido criado, em mais um daqueles episódios da série onde nos deparamos com diversas criaturas bisonhas que nós amamos. Esse que também não foi dos meus episódios preferidos da temporada (7×08 The Rings of Akhaten), que além do plot da menina rainha e aquele coral, na verdade valeu mais por uma espécie de fábula que encontramos no início do mesmo episódio, com a Clara nos contando como foi que seus pais se conheceram no passado, tudo por uma simples coincidência envolvendo uma folha vagando no ar, que foi uma momento bem bacana para a série, do tipo que tricota sozinho um cachecol e luvas para o próprio coração.

Na sequência seguimos para um submarino soviético (será que eles reaproveitaram os cenários de Last Resort? rs), com Doctor Who trazendo a tona um plot também bastante recorrente do momento (7×09 Cold War), com a guerra fria (que andamos acompanhando lindamente em The Americans) também aparecendo na série inglesa, aproveitando para fazer aquela “mea culpa” americana que estamos encontrando com frequência no momento. Episódio esse que ainda nos trouxe um outro bom momento, com um de seus personagens arriscando uma das letras do Duran Duran. (ele que só eu acho que ficou bem interessado no Doutor? rs)

E a Season 7 só começou a ficar mais animada mesmo quando o assunto foram os fantasmas, em um plot meio “Ghostbusters”, quando o Doutor ao lado da sua nova companion encararam uma aventura atrás de um fantasma preso em um universo de bolso (7×10 Hide). Nessa hora, não teve como não lembrar da saudosa Fringe e o Walter seguindo para a sua verão do universo de bolso, com o Doutor inclusive usando as cores azul e vermelho para ilustrar o seu plano de ação. OK, tá certo que tudo pode ter sido uma grande coincidência (já mencionei algumas outras entre as duas séries por aqui, mas até então, sempre seguindo o caminho contrário, tendo qualquer uma delas primeiro aparecido em Doctor Who e depois em Fringe), mas não há como não suspeitar que talvez tudo não tenha passado de uma referência a série americana, uma vez que a BBC agora parece estar se empenhando um pouco mais nessa conquista da America antiga. Episódio esse que nos trouxe um elemento a mais, com Doctor Who se arriscando muito bem dentro de um território mais pertencente ao terror do que a própria fantasia (apesar de ter continuado fantasioso como sempre), nos entregando um Doutor correndo sem rumo em uma floresta para deixar os cabelos de qual um em pé.

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Exceto por esse último episódio mais assombroso da série, essa foi realmente a parte mais morna dessa segunda metade da temporada, que a essa altura já estava precisando desesperadamente de mais animação. Que foi quando ganhamos o meu episódio dos sonhos (algumas pessoas até lembraram dos meus comentários por aqui sobre esse sonho e chegaram a me avisar sobre a sua realização. Thnks!), do qual eu já havia falado em um dos meus outros textos sobre a série desse ser um dos meus maiores sonhos dentro da mitologia de Doctor Who, que foi quando ganhamos uma deliciosa excursão por dentro da TARDIS (7×11 Journey to the Centre of the TARDIS), que foi exatamente quando a série voltou a me ganhar novamente durante essa Season 7. E é claro que eu acho que esse episódio foi feito para mim (se até Fringe fez um episódio para mim em sua reta final… #Guilt), por isso desde já agradeço Moffat pelo feito! (rs, só falta aquele convite que não chega nunca. Topo companion, novo Doutor e ou figuração. Topo até ficar bem ruivo para o 12th, daqui alguns bons anos, claro, porque quero o Matt Smith exatamente onde ele está ainda por muitos anos. #AMEM – sim, esse texto foi escrito antes de qualquer notícia, por isso resolvi deixá-lo dessa forma)

Um episódio delicioso, onde embarcamos em uma mini excursão por dentro da TARDIS, onde devido a sua grandiosidade (além de outras coisas importantes que aprendemos sobre a sua mitologia nesse episódio) não seria possível que fosse mais completo. E ter a Clara explorando aqueles inúmeros corredores foi ótimo, assim como foi bem especial vê-la encontrando o berço do Doutor (que já vimos anteriormente ele presentear a Amy como o berço oficial da sua filha, Melody Pond AKA River) até que passamos pela piscina gigantesca e chegamos até a biblioteca. Mas espera aê, não tinha uma piscina dentro da biblioteca? Sim, claro que eu reparei nesse detalhe e fiquei esperando ansiosamente por esse momento, que não aconteceu (humpf!). Procurando a respeito por aí, encontrei uma teoria de que apesar deles terem dito isso na série, dizem que na verdade a intenção foi dizer que a piscina foi parar na biblioteca apenas por conta da queda da TARDIS  (sei… mas OK, pode ter sido tudo uma questão simples de interpretação mesmo), algo que eu não cheguei a imaginar na época e já tinha inclusive comprado o conceito de decoração, rs . Detalhes a parte, o importante mesmo é que durante esse episódio fomos presenteados com uma das bibliotecas mais lindas do universo, um verdadeiro sonho. Sério! Além do excelente tour pelo interior da TARDIS, o episódio também nos trouxe de volta a discussão a respeito da Clara, do porque que a própria “máquina do tempo” a rejeitava e um Doutor enfurecido, quase perdendo a paciência apenas por não conseguir desvendar o segredo da garota impossível, que mais um vez, foi a responsável pelo resgate do plot dramático da vez e talvez essa tenha sido uma das pistas a respeito da sua história.

A partir desse momento, ganhamos uma leva de excelentes episódios novamente e já era de se esperar, uma vez que até essa altura da temporada após o retorno, tudo estava bem morno mesmo. Dando continuidade a temporada, visitamos Yorkshire em 1893 e nos deparamos com a pavorosa cidade de Sweetville (7×12 The Crimson Horror), que por trás de toda a sua perfeição escondia um plot secreto de na verdade tentar descaradamente acabar com o imperfeito ao seu redor. Nesse episódio, encontramos um Doutor impossível e praticamente disfarçado de “Hellboy”, usando apenas seus trajes de baixo de inverno, vivendo como o monstrinho de estimação da herdeira do lugar. Acho que vale dizer também que o Matt Smith esteve em sua melhor forma ao longo dessa temporada (na verdade ele só vem crescendo dentro do papel, por isso seria uma pena ter que nos despedir tão cedo) e esse episódio foi um exemplo perfeito disso. Cheio de trejeitos e toda aquela loucura adorável, o 11th Doctor esteve impossível ao longo de toda essa temporada, nos conquistando cada vez mais com o seu enorme carisma e alma de criança, que é mais ou menos como eu o enxergo. Não sei porque, mas sempre achei o Doutor do Matt Smith o mais infantil de todos eles (contando os três últimos). E digo mais infantil no sentido de inocente mesmo  e todos os seus trejeitos, caras e bocas, sempre reforçaram essa minha impressão. Gosto da forma como ele fica extremamente excitado de vez em quando (ele baixando a sonic screwdriver durante um desses episódios foi ótimo, rs) e ao mesmo tempo consegue ficar extremamente tímido quando o assunto são os seus sentimentos, como quando a Clara o provoca dizendo que ele parece ser do tipo que só namoraria alguém que a mãe (referindo-se a TARDIS) aprovasse. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

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Como os vilões conhecidos sempre precisam retornar a série e pelo fato dos Daleks estarem de folga da sua eterna briga com o Doutor (por conta da Clara, inclusive), dessa vez nos deparamos com os Cybermens reaparecendo em um cenário que parecia ser um grande parque de diversões (7×13 Nightmare in Silver), para onde o Doutor acabou levando as crianças que a Clara tomava conta na Londres atual. Apesar do episódio ter sido muito bem feito, ele não chegou a empolgar muito, talvez pelo fato do episódio anterior ter terminado com o cliffhanger das crianças descobrindo a relação da Clara com o Doutor e na sequência isso sequer ter aparecido de forma mais adequada. Tudo bem que tratavam-se de crianças, que dentro de uma máquina do tempo e se deparando com todas aquelas possibilidades, a última coisa que elas iriam questionar naquele momento seria qualquer coisa em relação a isso, mas ainda assim, crianças são sempre tão curiosas e ter deixado esse detalhe passar sem uma explicação mínima pelo menos, foi meio preguiçoso vai? Enfim…

Até que chegamos ao episódio que encerraria a Season 7, ele que já nos trazia a maior mitologia da série em seu próprio título, anunciado como “The Name Of The Doctor” (7×14). Detalhe que no episódio onde conhecemos um pouco mais o interior da TARDIS, vimos que a Clara acabou descobrindo em um de seus livros qual seria o verdadeiro nome do Doutor, algo que desconfiamos que até poderia ter alguma relação com o plot da vez. Mas não, o episódio prometia nos trazer sim, o nome do Doutor, seu maior segredo desde sempre, revelado de uma outra forma e para isso, seria necessário uma visita até Trenzalore, que foi quando descobrimos que se tratava do lugar onde ele foi enterrado após a sua morte e como ele mesmo chegou a mencionar ao longo do episódio, um homem nunca deveria visitar o próprio túmulo. (glupt!)

Um episódio que apesar de contar com algumas falhas em relação principalmente a sua resolução (algumas fáceis demais, quase que muito convenientes para a história) e isso nós precisamos lembrar antes de dizer que foi tudo maravilhoso, foi mais do que um episódio de encerramento da temporada e acabou chegando como uma espécie primeiro presente para todos os fãs da série em comemoração aos 50 anos de Doctor Who de logo mais. Nele, além do título que já aguaçava a curiosidade de todos os seu fãs, havia também uma promessa que se anunciava desde o seu começo de que finalmente iriamos descobrir quem ou o que de fato era a Clara, algo que ainda ecoava na nossa imaginação, mas que até então não havia encontrado nenhuma explicação.

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E já começamos o episódio com a Clara circulando entre os outros doutores (sim, os clássicos! E não me perguntem como isso foi feito porque eu me recuso a criticar os efeitos especiais nesse momento) e descobrimos que ela na verdade esteve presente na vida de cada um deles, sempre tentando despertar a sua atenção, mas que o 11th foi um dos únicos que a conseguiu ouvir. Mas como isso? Bem, para ajudar a contar essa história, contamos também com outros personagens recorrentes dessa nova fase da série, que na verdade foram aqueles que deram asilo para o Doutor durante o seu período nebuloso pós Ponds, Strax, Madame Vastra e sua amada Jenny Flint (AMO o Strax muito provavelmente confuso com a relação das duas, chamando a Jenny de menino o tempo todo, rs), que ganharam também o reforço de ninguém menos do que ela, River Song, a esposa do Doutor, que finalmente voltava para a série. (só fiquei com muita pena que ela e o Doutor nem tiveram um momento daqueles para lembrar da família antiga, humpf! Mas de qualquer forma, fomos compensados…)

Assim embarcamos até o túmulo do Doutor, que não poderia ser outro a não ser a própria TARDIS, só que em uma versão gigantesca, o maior dos monumentos daquele cemitério. Em meio a um plano do vilão da vez, o Dr Simeon (o mesmo do episódio de Natal, quando reencontramos a Clara), fomos atraídos para dentro do túmulo do próprio, com a River interagindo apenas com a Clara e os demais personagens, por se tratar daquela River da qual nós conhecemos o seu destino ainda no episódio da biblioteca, ainda com o 10th Doctor do David Tennant. Nessa hora, quando estávamos prestes a descobrir o nome do Doutor (que na verdade todo mundo já desconfiava que seria algo que não aconteceria por motivos óbvios), ganhamos aquele tal recurso fácil que eu mencionei anteriormente, com a River sussurrando o seu nome para que o túmulo pudesse se abrir e a gente não precisasse ficar sabendo o seu maior segredo (sendo que nem vimos esse momento, por isso a preguiça maior…), que a essa altura, apenas ela e a Clara dizem saber. Aliás, o encontro entre as duas personagens foi ótimo nesse episódio e acabou nos rendendo alguns diálogos deliciosos de puro ciúmes que sempre acontecem quando as mulheres do Doutor se encontram.

Em seu túmulo encontramos uma “cicatriz” em forma de DNA (e não um corpo, esqueleto ou cinzas, rs), com um luz forte que na verdade reunia toda a sua timeline, que para um Time Lord, a gente não consegue sequer imaginar a sua proporção e foi bem bonita a forma com que eles através do próprio Doutor, nos introduziram àquele conceito. Claro que eu não vou ficar aqui agora explicando todas as resoluções do episódio, mas foi no momento em que a Clara se deparou com o Doutor sofrendo com o paradoxo da sua vida diante dos seus olhos e dois corações, que descobrimos quem era a garota impossível, que para salvá-lo daquela situação, precisou se jogar na tal “cicatriz” dele através do universo (que nós sabemos que é um herói que carrega uma série de culpas, por isso a “cicatriz”), que foi a forma como ela acabou sendo dividida em diversas versões, se tornando um eco na vida do Doutor e por isso ele a encontrava em diversos momentos como presenciamos ao longo da temporada, com ela tendo sempre a missão de tentar salvá-lo de alguma coisa, algumas vezes perdendo até a própria vida.

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E por esse motivo vimos Clara circulando nos cenários antigos da série, em meio aos demais Doutores, porque na verdade, ela sempre esteve ali (algo que foi bem bacana, apesar dos efeitos e de ser quase a mesma desculpa para a presença da River ainda na série. E sim, eu disse “quase”, que fique bem claro) e com o detalhe de que quando o Doutor roubou a sua TARDIS, Clara foi inclusive a responsável pela sua escolha por essa TARDIS, que viria a se tornar sua maior companheira ao longo da vida. Uma resolução super foufa e surpreendente até, apesar de qualquer semelhança com a história da River ou qualquer falha que o episódio tenha nos apresentado.

Aliás, antes da descoberta da identidade da Clara, tivemos um outro momento extremamente emocionante para a série, com o Doutor finalmente enxergando a River durante o episódio (que estava em um outro plano e não podia ser vista), dizendo que na verdade ele sempre a viu e ouviu depois dos acontecimentos todos entre eles, mas nunca teve coragem de admitir ou responder por medo do quanto poderia doer esse reencontro. Sério, apesar do beijo (é gente, teve um beijo), tenho que confessar que a essa altura do episódio eu já estava completamente entregue as lágrimas, achando tudo absolutamente foufo e carinhoso com todos os personagens. River que se despediu lembrando que ela estava “conectada” a Clara, anunciando mais um dos seus famosos “spoilers!” que na verdade não foi nada mais do que uma porta aberta que eles aproveitaram para deixar para o personagem retornar algum dia a série.

Com tudo resolvido e mantendo o mistério sobre o seu nome, restava ao Doutor a missão de resgatar Clara, que depois de ter invadido sua timeline, acabou presa dentro do fluxo temporal dele, em meio a silhuetas de todos os doutores correndo de uma lado para outro, até que o seu Doutor a encontrasse (e o recurso da folha nesse momento também não poderia ter sido mais delicado ou especial), para tirá-la de lá. Nesse momento, uma outra silhueta aparecia ao fundo, com um homem de costas, pelo qual Clara ficou interessada por não reconhecer, uma ver que descobrimos que ela conheceu todos os 11 Doutores até agora, que foi quando o Doutor apavorado e confuso, disse que aquele foi quem o traiu (?), que foi quem quebrou a promessa em relação ao nome que todos eles resolveram usar (??), completando dizendo que aquele era o seu segredo (???) e quando achamos que o episódio se encerraria por aí, o tal homem misterioso ganhou voz, dizendo que não teve escolha e aos poucos foi virando para a câmera sendo, onde nos deparamos com o ator John Hurt (antes disso eu só conseguia pensar no Leonard Nimoy ou no Ian McKellen), sendo anunciado como The Doctor. BOOM! (créditos finais)

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Sério, naquele momento eu quase tive um ataque cardíaco, pesando qualquer coisa a respeito. Na verdade eu entrei em um surto semi psicótico, onde não conseguia chegar a nenhuma conclusão em relação ao plot da vez e sobre qual seria esse segredo. Que é algo que eles prometeram revelar ao final do episódio, no especial de 50 anos de Doctor Who, no dia 23/11, que a gente já sabe que é quando temos um compromisso certo no tempo e espaço, ou talvez seja o momento ideal para sumir do próprio tempo e espaço, isso para quem quiser evitar algum spoiler antes de assisti-lo, a respeito das surpresas que o mesmo deverá nos trazer. (além da presença da Billie Piper e do David Tennant, que já foram anunciados faz tempo como presenças garantidas no especial que marca o encontro entre os dois Doutores)

E da melhor forma possível (entendam que isso foi escrito antes do que vem no parágrafo abaix0), nos despedimos da Season 7 de Doctor Who, que pensando na temporada como um todo, chegou a ser bastante completa, apesar de demonstrar certa fraqueza em alguns momentos, como eu disse anteriormente me referindo principalmente aos primeiros episódios dessa segunda fase, mas que ao mesmo tempo talvez seja a temporada que mais tenha nos despertado a curiosidade, além de ter nos entregue emoções bem variadas, com a despedida dos Ponds, as novidades com a chegada da Clara, todo o mistério sobre a sua identidade e esse final de temporada que não poderia ter sido mais especial ou enigmático, elevando ao máximo as expectativas para a grande comemoração do dia 23 de novembro, com o especial de 50 anos da série.

Para o final, ficam as informações mais tristes em relação ao futuro da série (respira fundo, Essy). Essa semana, a BBC anunciou a renovação nada surpreendente de Doctor Who para a sua Season 8 em 2014, sendo que eles ainda haviam deixado em aberto as suspeitas sobre a permanência do ator Matt Smith como o nosso adorkable e queridíssimo 11th Doctor. Uma permanência que inclusive por aqui vocês chegaram a me ver comentando por diversas vezes a respeito das minhas suspeitas de que o especial de Natal de 2013 talvez pudesse ser mesmo a despedida do ator Matt Smith a frente do personagem, algo que foi confirmado quase agora (glupt), enquanto eu ainda estava editando esse post antes de sua publicação aqui no Guilt (confirmou!), com a declaração oficial de que o Matt Smith realmente deixará a série após o especial de Natal desse ano, que vai contar com a sua regeneração para 12th Doutor, que por enquanto ainda permanece em segredo em relação a sua identidade.

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Uma notícia que não poderia ser mais triste para os fãs do ator e do 11th Doctor (que todo mundo sabe que é o meu Doutor e eu venho me preparando para essa momento desde o nosso primeiro encontro, lá no jardim da Amy Pond e confesso que foi bem sofrido ler a notícia nesse momento) mas que ao mesmo tempo chegou com essa declaração linda do ator, que está disponível no site oficial da série na BBC, para quem quiser conferir todas as informações com mais detalhes:

 

Doctor Who has been the most brilliant experience for me as an actor and a bloke, and that largely is down to the cast, crew and fans of the show. I’m incredibly grateful to all the cast and crew who work tirelessly every day, to realise all the elements of the show and deliver Doctor Who to the audience. Many of them have become good friends and I’m incredibly proud of what we have achieved over the last four years.

Having Steven Moffat as show runner write such varied, funny, mind bending and brilliant scripts has been one of the greatest and most rewarding challenges of my career. It’s been a privilege and a treat to work with Steven, he’s a good friend and will continue to shape a brilliant world for the Doctor.

The fans of Doctor Who around the world are unlike any other; they dress up, shout louder, know more about the history of the show (and speculate more about the future of the show) in a way that I’ve never seen before, your dedication is truly remarkable. Thank you so very much for supporting my incarnation of the Time Lord, number Eleven, who I might add is not done yet, I’m back for the 50th anniversary and the Christmas special!

It’s been an honour to play this part, to follow the legacy of brilliant actors, and helm the TARDIS for a spell with ‘the ginger, the nose and the impossible one’. But when ya gotta go, ya gotta go and Trenzalore calls. Thank you guys. Matt.”

 

E assim, agora mais tristes do que nunca, começamos oficialmente a nos preparar a grande despedida, contando com apenas mais 2 episódios na companhia do nosso 11th Doctor, com o especial de 50 anos da série e o especial de Natal desse ano (ambos episódios que mereciam um Confidential, não?), para os quais certamente eu já vou começar a estocar caixinhas e mais caixinhas de Kleeex, porque não vai ser fácil essa nova experiência de ter que me despedir do meu Doutor. (tears)

Aproveitando algo que eu li nessa mesma declaração a respeito da notícia, pedindo licença e utilizando uma line escrita sabiamente pelo próprio Moffat em seu texto sobre o assunto, eu não consigo pensar em um forma mais foufa de começar essa despedida do Matt Smith como o 11th, pelo menos por enquanto, a não ser repetindo as seguintes palavras:

 

Steven Moffat –  Thank you Matt – bow ties were never cooler.

 

Realmente as bow ties nunca foram tão sensacionais e muito provavelmente serão inesquecíveis para todos nós!  (tears = ♥ + ♥)

ps: para quem se animar para uma maratona  de Doctor Who, se interessar mais pela série ou quiser relembrar alguma coisa, temos posts bem especiais para cada uma das demais temporadas também: Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5  Season 6 e a primeira parte da Season 7.

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10th + 11th

Abril 2, 2013

Tennat + Smith

Alguém quer dizer alguma coisa ou a gente pode só ficar olhando e imaginando o que vai ser esse encontro do David Tennant (10th) e o Matt Smith (11th) no especial de 50 anos de Doctor Who? (e a imagem acima é da leitura do roteiro do especial que começou a ser gravado essa semana)

#TEMCOMONAOAMAR e desejar ter dois corações como eles nesse exato momento para dividir e acumular tanto amor?

Não, não tem. (♥ + ♥)

 

ps: segundo a Clara no episódio do último sábado, o capítulo 11 é bem melhor e apesar de dividir o meu amor com o 10, tenho que confessar que o 11 também é o meu preferido. 

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David Tennant e Biilie Piper de volta para o especial de 50 anos de Doctor Who. Yei!

Abril 1, 2013

VzCPO

Confirmou e ambos estarão de volta para o especial de 50 anos da série que vai ao ar em novembro desse ano. Apesar de ainda não se saber muito sobre o mesmo, #TEMCOMONAOAMAR a notícia?

A respeito das notícias recentes de que o Matt Smith estaria pronto para dizer adeus ao seu (meu) adorável Doutor, a BBC andou desconversando, dizendo que o ator teria contrato até 2014, algo que o garantiria até a Season 8 da série, mas ao mesmo tempo, o Steven Moffat pediu para deixar em segredo o nome do último episódio dessa sétima temporada, o que de certa forma fomenta ainda mais as nossas suspeitas em relação a esse adeus, que ao que tudo indica, deveria acontecer após o especial de 50 anos, no que seria o especial de Natal desse ano….

Agora, falando a respeito da volta de Doctor Who para a segunda metade de sua Season 7, achei o novo episódio meio assim (The Bells of Saint John). Morno. A história da Clara ainda parece um mistério misterioso demais para o pouco apego que temos pelo menos por enquanto com a personagem, os efeitos foram bem meio assim (aquela meia cabeça foi ridícula), sem contar que a história em si estava com cara de requentada (só eu fiquei com a sensação de que essa parecia uma história das Season 1, 2, 3 ou 4, só que com o Doutor errado?. E quem realmente acabou salvando o episódio foi o Matt Smith, com toda a loucura e doçura do seu adorkable 11th Doctor. Para uma reintrodução da personagem da nova companion, que aparece agora em seu terceiro cenário, ficou faltando alguma coisa.

De qualquer forma, é sempre bom matar a saudade do nosso doutor preferido, mesmo quando o episódio acaba não sendo tão bom assim.

 

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Doctor Who: The Bells of Saint John, a prequel

Março 25, 2013

Prequel do próximo episódio de Doctor Who, que retorna no próximo sábado para a continuação da Season 7. (odiando essas divisões de temporadas que andam acontecendo ultimamente)

Nele temos o Doutor encontrando a própria Clara ainda criança, visivelmente triste por a ter perdido por duas vezes, mas ganhando alguma esperança da pequena garota de que no final, tudo daria certo. Sem contar que #TEMCOMONAOAMAR e ao mesmo tempo não morrer de pena, encontrar com o Doutor visivelmente triste daquele jeito no balanço?

Não, não tem. (♥)²

Aproveitando que estamos falando sobre o assunto, nos últimos dias, os boatos de que o Matt Smith estaria pronto para se despedir do 11th Doctor começaram a ficar mais fortes na imprensa inglesa, principalmente devido a uma matéria publicada no The Sun, dando a informação como certa, muito embora a BBC1 continue afirmando que ele está muito satisfeito com o seu papel e que não tem a intenção de deixar a série, algo que o mesmo já chegou a dizer por várias vezes. Mas não é de hoje que suspeitamos que após as comemorações de 50 anos da série inglesa vão acontecer logo mais, isso de fato aconteceria (eu mesmo cheguei a dizer sobre as minhas suspeitas aqui no Guilt por diversas vezes, anunciando inclusive que eu não estou pronto para esse momento…) e muito disso também pelo fato do ator estar encerrando um ciclo de três temporadas na pele do personagem, algo semelhante ao que aconteceu com o David Tennant e o seu 10th Doctor.

O próprio Matt Smith andou dizendo que vai fazer o novo filme do Ryan Gosling (que Ryan irá dirigir), assim que encerrar as gravações dos especiais da grande e merecida comemoração que a série deverá ganhar esse ano, algo que ele afirmou recentemente no The Jonathan Ross Show que encerra com o especial de Natal desse ano, algo que nos fez suspeitar de que a data provavelmente será quando nos despediremos do atual Doutor. (ou seja, o meu Natal esse ano vai ser sofrido)

Agora, outra notícia que andou circulando recentemente é a de que além do ator, o Steven Moffat também estaria considerando sair da série inglesa, onde segundo a EW, ele mesmo disse não se ver apegado a um só projeto por muito tempo. Ou seja, será que teremos essas duas grandes perdas em Doctor Who ainda esse ano? (e se isso se confirmar, essa Season 7 será a maior temporada de perdas da série de 2005 até agora, não? Triste mil…)

Veremos…

 

ps: e para quem está com saudades da Karen Gillan acabou de entrar como personagem regular para o elenco de NTSF: SD: SUV (sim, esse é o nome da série)

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Doctor Who no The Times + em dose dupla para a Entertainment Weekly

Março 21, 2013

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Maravileeeandra essa capa com o Matt Smith e a atriz Jenna-Louise Coleman para o  suplemento do The Times, não?

Além da capa, o momento ainda acabou rendendo esse vídeo divertidíssimo, com ambos nos bastidores do ensaio…

Além disso, Doctor Who também está capa da Entertainment Weekly e em dose dupla durante essa semana. (♥ + ♥)

E apesar de gostar mais da que ele está acompanhado da Clara, sua nova companion, #TEMCOMONAOAMAR essa cameo super bem humorada do Cybermen?

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Cover-EW-1252-DR-WHO

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