Posts Tagged ‘Season 8’

Doctor Who Season 8, o trailer

Julho 18, 2014

Trailer da Seasoon 8 de Doctor Who, a primeira com o Peter Capaldi no papel do 12º Doutor, que estreia no dia 23 de agosto.

Animados? Eu prefiro não me manifestar ainda e esperar para ver…

 

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The Time Of The Doctor – a inevitável hora da despedida do nosso 11th Doctor

Janeiro 6, 2014

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Desde sempre, tive consciência de que cedo ou tarde, esse momento chegaria. Aliás, ao me ver completamente apaixonado por Doctor Who desde o seu primeiro episódio (dele e o meu, 5×01 “The Eleventh Hour”), venho dizendo não estar preparado para esse momento que a própria mitologia da série já anunciava como certo. Até que ganhamos à notícia de que esse ano, o Natal tinha tudo para ser mais triste, com o anuncio da regeneração do 11th Doctor, o meu Doutor, Matt Smith, que deixaria o personagem logo após o especial de 50 anos da série, também comemorado recentemente (e lindamente) e isso aconteceria exatamente no já tradicional especial de Natal.

Despedidas são sempre muito tristes, ainda mais de quem ou do que a gente gosta. Logo, sentimos aquele nó na garganta que custa a passar, um frio no coração que parece não ter fim e uma tristeza infinita se confunde na maioria das vezes com lágrimas. Tudo bem que esse sou eu, um ser de alma dramática nível avançado falando (aliás, lendo esse pequeno paragrafo acima me dei conta do meu potencial para escrever novelas mexicanas e ou dramalhões gregos), mas ainda assim, acredito que despedidas nessas condições devam ter um gosto semelhante para todo mundo. E apesar de ter sido anunciado, do episódio em si ter nos trazido aquele gostinho esperado de Natal e de o mesmo ter parecido muito mais uma grande homenagem (e foi) ao adorável 11º Doutor que ganhou vida através do Matt Smith, a todo instante, pelo decorrer do pouco mais de uma hora de sua duração, parecia que a pergunta que ecoava a todo instante (Doctor Who?)  nada mais era do que uma constatação, a de que a qualquer momento dentro daquele período do tempo e espaço, o 11th Doctor teria o seu fim.

Até que ele de fato aconteceu, em uma sequência memorável mas completamente diferente da despedida do 10th Doctor(que também foi memorável, mas de uma forma completamente diferente e também muito especial por outros motivos, como já reconheci aqui), que certamente foi o suficiente para deixar esse Natal com um gostinho entre um misto de azedume e muito mais amargo. Mas antes disso, a despedida começou extremamente doce, com um Doutor falando sozinho, ou melhor, carregando a cabeça de um Cybermen como uma espécie de seu novo co-piloto a bordo da TARDIS (que eu finalmente consegui adquirir recentemente e fiquei feito criança quando o meu pacote finalmente chegou – e chegou na mesma semana do “The Day Of The Doctor” – . E olha que ela é minúscula, mas dizem que é muito maior por dentro, rs), seguindo em direção a casa da Clara para bancar o papel de seu namorado (sério, leiam esse post do BuzzFeed dizendo o porque que o Doutor seria o pior namorado do mundo), fazendo uma adorável visita a sua família, visita essa que havia começado com um Doutor pelado. E sim, eu disse pelado. #TEMCOMONAOAMAR?

Dividindo momentos deliciosos com sua companion da vez, ficou difícil aceitar que aquela notável química entre os dois tinha apenas mais alguns minutos de duração, uma vez que a sua regeneração se aproximava, mas mesmo assim, ambos conseguiram nos divertir com piadas ótimas e várias referencias a série, quase que em um tentativa de nos fazer esquecer o momento de pura tristeza que ainda estávamos a caminho de presenciar. Nessa hora, foi bacana com o típico humor inglês acabou ganhando ainda mais espaço em Doctor Who, com a inesperada (porém já conhecida de todos os fãs da série) assumida do próprio Doutor sobre o fato dele estar usando peruca (algo que ficou notável ao longo do episódio), com espaço para piadas sobre suas orelhas que mais pareciam duas nadadeiras ganhando como resposta um sorriso com cara de maluco de um dos mais adoráveis doutores de todos os tempos. (outro fato inegável)

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Como plot para o especial da vez, ganhamos uma fábula um tanto quanto diferente dos últimos episódios de Natal protagonizados pelo próprio Matt Smith (que tinham aquela clássica linguagem de fábulas, sabe?),  com amarrações importantes em relação ao que vimos no próprio especial de 50 anos da série, que foi quando eles de certa forma, aproveitaram para reescrever uma parte importante dessa história tão querida e de forma bem simples e coerente (na medida do possível e quando eles acharam que não havia ficado bem claro, aproveitaram o momento para fazer piada sobre o assunto), tudo isso acabou ficando bem compreensível ao longo do episódio, mesmo com alguns (me incluindo nesse momento) ainda torcendo o nariz para a “nova contagem” dos doutores.

Ameaçado pelo ressurgimento de Gallifrey (que ainda não apareceu, mas havia voltado para assombrar o Doutor naquela mesma rachadura no Universo que encontramos no primeiro episódio da Season 5), ganhamos um episódio de despedida que na verdade foi uma grande e merecida homenagem a toda a trajetória do 11th Doctor e do próprio Matt Smith, repleto de referências importantes à sua mitologia do começo ao fim. Daleks, Cybermens, Weeping Angels, Silence (achei importante eles reaparecerem nesse final de trajetória do Doutor, porque a história do vilão da vez  – daquela vez – não havia sido explicada completamente, não é mesmo?), entre outras criaturas, todos estiveram presentes nessa despedida, demonstrando claramente a importância do trabalho do Matt Smith a frente do personagem durante esse últimos anos, principalmente ultimamente contando com toda a popularidade da série pelo mundo. Um claro reconhecimento ao seu trabalho e carisma, sem a menor dúvida. Clap Clap Clap!

O bacana foi que além dessas referências e elementos todos que estiveram presentes no episódio, ele foi completamente construído para o tipo de Doutor que foi o 11th, doce, meio goofy, apatralhado, muitas vezes infantil até (de uma forma bacana), que foram detalhes que acabaram deixando essa despedida mais doce e muito mais leve até. Dedicando sua vida a salvar uma cidade chamada Christmas (que para o seu assombro ainda ficava em Trenzalore, que descobrimos recentemente que é onde fica o seu túmulo), observamos o Doutor abdicando mais uma vez de suas vontades e desejos para tentar salvar alguma coisa e obviamente para que isso de fato acontecesse, ele teria que acabar decepcionando alguém, como ele fez com a Clara, mentindo para a mesma por duas vezes ao longo do episódio (fiquei morrendo de pena dela voltando para casa com aquele peru cru e ainda tendo que explicar o sumiço do “namorado para a família”. Imaginem que drama? rs), relembrando algo que a própria River Song (que fez falta nesse momento) já havia nos alertado anteriormente, quando nos disse que o Doutor sempre mente. Ou seja, confirmou!

Ao optar por ajudar aquela cidade, que estava ameaçada por uma guerra que poderia vir a acontecer uma vez que Gallifrey surgisse novamente (e para isso contamos com um outro plot “religioso” sensacional dentro da série), tivemos a oportunidade (mais uma vez, porque de outra forma, isso já havia acontecido com o Doutor do David Tennant) de poder ver um Doutor envelhecido, finalmente demonstrando os sinais do tempo, que para ele sempre pareceu que não surtia muito efeito. Quase que assumindo o posto de “bom velhinho”, meio Geppetto e ainda se mantendo com o Xerife da cidade (relembrando seu velhos tempos na america antiga, talvez), ganhamos um adorável Matt Smith de cabeça branca, bengala, evidenciando os 300 anos que ele havia permanecido naquele lugar, longe de todos, inclusive de sua TARDIS e consequentemente, companion (achei engraçado que ele não ficou amargo dessa vez, passando tanto tempo longe de uma companion, mas talvez isso não tenha acontecido porque companhia não lhe faltava naquele lugar). Ainda falando desse novo cenário, ficou impossível também não relacionar o personagem de Barnable, aquele garotinho que ficou tomando conta da TARDIS durante o mesmo com o Rory e seus tempos antigos de centurião, esperando por sua Amy Pond do lado de fora da Caixa Pandórica. (eu pelo menos fiz essa conexão na mesma hora, ainda mais ao notar todo o ruivismo do ator. Mas talvez esse seja o meu coração saudosista falando mais alto nesse momento…)

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É claro que como esse seria mais um conto de Natal para a série, tudo seria resolvido e haveria de sobrar algum tempo para a parte mais importante dele, que seria exatamente a despedida do Doutor, mas dessa vez, os caminhos foram outros e eles decidiram aproveitar a resolução final do episódio para já provocar o começo da regeneração do (meu) Doutor, algo que ao encontrá-lo de cabeça branca e bem diferente de quando nos encontramos pela primeira vez, ao meu ver, se tivesse de fato acontecido naquele momento, teria sido totalmente injusto com o Matt Smith, por diversos motivos, apesar de tê-lo dançando de bengala no telhado também tenha se tornado um momento inesquecível para o seu icônico Doutor.

Me lembro de já estar completamente rendido as lágrimas já lá pelos 30 minutos do episódio e cada referência (tipo “Don’t Blink” ou a “dança da girafa bêbada” – a mesma do casamento dos Pons -, ou quando ele ficou gritando com as crianças “Cool is not cool!”, rs) e ou cada aparição de um ícone importante da mitologia desse que é o meu Doutor assumidamente preferido, mesmo antes de ter conhecidos os anteriores, já era motivo para me deixar completamente emocionado. Mas nada poderia se comparar com a sequência final do episódio, que diferente ao que aconteceu com o 10th Doctor (que tem uma sequência final lindíssima e recheada de momentos importantíssimos), foi muito mais simples e pontual, mas nem por isso foi menos especial. Mas não foi mesmo. Aliás, vale ressaltar o quanto o roteiro do episódio fez questão de ressaltar a importância do 11º Doutor, dizendo que naquele momento (em um link com a história do próprio episódio), aquele homem havia se tornado lenda e a essa altura era amado por todos, algo que de certa forma, não deixa de ser verdade, não é mesmo?

Apesar da regeneração já ter começado no alto daquele lugar, ao entrar na TARDIS e encontrar peças de suas roupas espalhadas por todos os lados além de alguns icones do seu surgimento como 11th Doutor, juntos com a Clara nos desesperamos ao imaginar que a qualquer momento poderíamos dar de cara com um novo Doutor, mas com uma sequência dos pés a cabeça, nos encontramos aliviados ao ainda nos depararmos com o nosso 11th novamente, lindo com o seu cabelo invejável (mesmo sendo peruca), se preparando para seus últimos momentos como “o seu próprio Doutor”.

Uma despedia para despedaçar qualquer coração por cada palavra dita pelo ator Matt Smith, que naquela hora já não dizia mais nada como o 11th e sim como ele mesmo, dizendo que nunca iria conseguir se esquecer do tempo em que foi o Doutor, tornando ainda mais difícil essa já tão sofrida despedida. Nessa hora ele até ganhou uma olhada direto para a câmera, como se estivesse falando diretamente com cada um de nós, se despedindo lindamente desse personagem que ele conseguiu desenvolver tão bem (personagem que sempre foi o maior trunfo da série), ele que certamente encontrou dificuldades ao substituir o não menos carismático 10th Doctor do David Tennat e que naquele momento, junto com a sua bow tie, deixava um de seus dois corações dentro daquela TARDIS. Sério, essa sequência, por mais simples que tenha sido do que o 10º Doutor do David Tennant se despedindo de todos aqueles que foram importantes durante a sua jornada enquanto o personagem, foi de uma sinceridade absurda, do tipo que sendo fã da série e sobretudo do 11th Doctor, ficou bem díficil conter as lágrimas.

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Ainda em seus últimos momentos na pele do Doutor, ganhamos uma participação super foufa da pequena Amy Pond (interpretada por outra atriz, por motivos óbvios do passar do anos para uma criança) correndo por dentro da TARDIS, a primeira (e mais importante) pessoa que aquele Doutor havia encontrado em sua trajetória. Nessa hora, era impossível não lamentar a ausência da própria Amy Pond, que deveria estar presente em um momento tão importante como esse. Até que, nos minutos finais do episódio, uma câmera mudou de posição e uma mão foi vista descendo as escadarias da TARDIS e nesse momento, ganhamos o que talvez tenha sido o maior carinho para os fãs da série, especialmente para os fãs do 11th Doctor, com a Amy Pond entrando em cena para se despedir do seu maltrapilho, dividindo um carinho no rosto de uma doçura sem tamanho, libertando o nosso 11th Doctor para finalmente aceitar a sua regeneração, sem se arrastar muito mais depois desse momento importantíssimo para ambos, onde rapidamente acabamos surpreendidos pelo 12th Doctor, Peter Capaldi, assumindo definitivamente o posto do novo Doutor (ele que já havia aparecido apenas com seus grandes olhos durante o especial de 50 anos da série) e ainda em fase de adaptação ao seus novos rins, rs.

Juro que antes disso, depois da aparição surpresa (mas que a gente já esperava, é claro) da Amy Pond no episódio, meu player ficou preso nos minutos finais do mesmo, com o Matt Smith ainda repetindo ininterruptamente suas últimas palavras, algo que eu acabei aceitando com uma interferência cósmica do meu assumido desejo de que ele continuasse no papel do meu Doutor preferido. Sério, isso aconteceu de verdade, eu juro. (♥ + ♥)

Após enxugar as lágrimas e tentar me recompor desse momento que eu confesso que foi dificílimo na minha longa relação com séries de TV e seus personagens, ao relembrar os momentos desse especial de Natal com gosto amargo de despedida, antes de escrever essa review, foi impossível não reconhecer que apesar de extremamente dolorosa, essa despedida do Doutor do Matt Smith não poderia ter sido diferente, em nenhum aspecto. Algumas pessoas acharam o episódio complicado de se acompanhar e outras podem ter achado essa despedia menor ao que vimos da regeneração anterior, mas a verdade é que ela provavelmente tenha sido escrita como uma grande homenagem ao 11th Doctor e pensando por esse lado, não tem como não reconhecer que eles conseguiram atingir em cheio esse objetivo.

E se você achou pouco o que assistimos no Natal desse ano, a BBC liberou esse vídeo aqui, que tem os bastidores dessa despedida e é humanamente impossível não acabar se emocionando novamente, principalmente ao presenciar a reação do ator Matt Smith lendo suas últimas palavras durante a leitura do script do episódio de Natal, se confundindo exatamente com a mesma emoção que encontramos na voz e no olhar do ator durante a cena em si, algo que apesar de triste, nos deixa completamente satisfeitos por uma papel de tamanha grandeza ter caído nas mãos de um homem que parece ser tão adorável e absolutamente carismático com o seu personagem.

Do 11th Doutor nos despedimos com lágrimas e já sustentando o peso de uma saudade absurda, repetindo um feito que eu já reconheci que também aconteceu comigo quando experimentei a despedida do David Tennant e até mesmo do Christopher Eccleston (esse segundo menos, porque também passamos menos tempo em sua companhia) com seus respectivos Doutores, mas dessa vez foi realmente muito mais especial, algo que eu preciso reconhecer em nome do meu Doutor preferido entre todos eles. E para o 12th Doutor, boa sorte! Nos encontramos em breve. E para o meu Doutor, obrigado!

Geronimo!

 

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12th

Agosto 5, 2013

Peter-Capaldi

E o 12th Doctor é Peter Capaldi, 55 anos, escocês (algo que deve ter doído fundo no Craig Ferguson por ele não ter sido o escocês escolhido da vez, rs), se diz fã de Doctor Who desde os 9 (desde quando ele disse sonhar com esse papel), já participou de Torchwood, é mais conhecido pelo seu papel em The Thick Of It (comédia elogiadíssima por sinal, que é do mesmo criador de Veep e inclusive as duas séries são meio que “primas”) e inclusive já havia participado de um episódio da quarta temporada de Doctor Who, aquele com a Pompéia, onde encontramos também com a Karen Gillan.

Um excelente ator e ao mesmo tempo, uma considerável mudança para Doctor Who, aproximando-a novamente da série antiga, da qual a mesma já havia se distanciado bastante. E um bom momento para isso acontecer agora com a comemoração de 50 anos da série, não?

Mas agora só nos resta esperar e nos preparar para a despedida mais dolorosa dentro da série, pelo menos para mim e essa entrevista abaixo do Matt Smith no mesmo programa que fez o anúncio do seu substituto, já nos deixa um certo gostinho de como será difícil essa despedida de logo mais… (glupt)

Acho bom os presentes de Natal essa ano serem todos muito generosos porque, caso contrário, não tem rabanada certa para me animar essa ano….

ps: seja bem vindo e boa sorte, Capaldi! Desconsidere todas as piadas referentes a sua idade e use como sua primeira line pós regeneração, algo do tipo “agora eu sou velho!”,  já para começar a tirar de letra toda essa bobagem, rs

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E nesse domingo, finalmente conheceremos o novo Doutor… ou Doutora…

Agosto 2, 2013

Rumores e mais rumores, nomes e mais nomes, possibilidades e mais possibilidades (inclusive a de ganharmos uma mulher no lugar do Doutor e a maior sacanagem desse mundo seria essa mulher não ser a Catherine Tate). Mas é isso aí, a BBC resolveu acabar com a nossa curiosidade e no próximo domingo, vai anunciar em um programa especial chamado Doctor Who Live: The Next Doctor, a identidade do novo doutor. (ou seja, um passo enorme a frente para a despedida do meu doutor. Humpf!)

Alguma palpite para quem deveria ser o 12?

 

ps: notaram que eu ando sumido? Então, talvez tenha sido convocado… tanto que a escolha do outfit de hoje foi até temática e se alguém encontrar com outro alguém por aí com a tee da série mais sensacional desse mundo, esse sou eu. 

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It’s Always Sunny In Philadelphia – quanto mais maluca, adorkable e ensolarada, melhor

Fevereiro 1, 2013

S8

Apesar de pouco conhecida por aqui, It’s Always Sunny In Philadelphia continua sendo uma das minhas comédias preferidas atualmente, mesmo 8 temporadas depois.

E está na cara que alguma coisa mágica acontece pelos lados da Philadelphia, pelo menos na parte em que a série se encontra, porque mesmo depois de tanto tempo, IASIP continua afiadíssima, cretina e adorável. Crédito que certamente parte fica por conta de suas histórias absurdas e todas capazes de te fazer rolar do sofá de tanto rir e a outra parte fica por conta do elenco, que realmente é bem especial e funciona perfeitamente bem juntos.

Difícil acreditar que uma comédia do absurdo com IASIP tenha uma vida já tão longa na TV, mas talvez esse seja o seu grande trunfo. Sua história, apesar de plots recorrentes da sua mitologia, é também pouco linear e não segue uma estrutura comum, onde acompanhamos a “evolução” daqueles personagens por exemplo, embora eles todos continuem evoluindo a seu modo. (para o seu pior enquanto pessoas, claro, rs)

E talvez seja exatamente essa liberdade do fato deles conseguirem fazer humor sobre tudo, ou melhor, sobre o nada, que tenha garantido uma vida tão longa assim para essa comédia, que novamente eu repito, mesmo tendo encerrado recentemente a sua Season 8 e já tenha uma nona temporada garantida pelo seu canal, a série ainda parece ter fôlego para aguentar muito mais.

E a gangue esteve ainda mais incontrolável durante essa temporada, seguindo aquela velha fórmula do “somos um grupo, lutamos juntos mais é cada um por si, bi-a-tch”. Aliás, gosto muito das variações que eles acabam tentando entre eles mesmos, movimentando as “duplas” para que todos garantam o seu lugar ao sol da Philadelphia, mas nenhuma delas é melhor do que a dupla Charlie + Frank. Fato.

Primeiro que eles continuam vivendo um sonho (na verdade, uma pesadelo para a maioria das pessoas), morando em um apartamento minúsculo e dormindo juntos em um sofá cama xexelento. E segundo porque quando esses dois se juntam, podemos esperar qualquer coisa menos limites. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Durante essa Season 8 eles circularam em cenários divertidíssimos, tocando em todas as feridas daquele jeito que eles conhecem muito bem e sempre com um bom humor totalmente baseado no politicamente incorreto. Avô nazista que deixou uma herança para a dupla Dee + Dennis no formato de um quadro com a pintura de um cachorro e isso, em uma quarto cercado de sopa velha que o Charlie não se fez de rogado ao experimentá-las, claro (EW!), o casamento dos McPoyles (figuras recorrentes e divertidíssimas da série), que mais parecia o cenário de um apocalipse zombie no meio da história e a invenção de uma mentira sustentada até o final sobre o câncer da mãe do Charlie, foram apenas algumas das situações mais absurdas que encontramos durante essa temporada.

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Assistindo episódios como esses, totalmente sem limites, eu sempre chego a conclusão de que por aqui, uma série como IASIP jamais sairia do papel, tamanha a imbecilidade que andamos importando por aí (além de desenvolver a nossa própria) de um comportamento pautado no politicamente correto extremamente exagerado. E assistir a série é mais ou menos como se você entrasse em um portal e fosse parar em um pedaço da Philalelphia onde tudo é permitido, inclusive organizar esquemas com a doença em estado terminal inexistente da própria mãe. E o mais bacana é que eles encaram tudo isso com a maior naturalidade desse mundo, como se realmente acreditassem que estão seguindo o caminho certo, mesmo tendo consciência de que eles sempre estão no caminho errado, que logicamente, é onde eles se sentem mais confortáveis.

Outro detalhe que eu sempre gostei bastante na série se encontra nesse nível de competição gigantesco que acontece entre eles mesmos, onde uma não vê a hora de se dar bem, só para poder jogar na cara do outro o quanto ele conseguiu ir adiante. Apesar dessa eterna disputa dentro do grupo (que por sinal, sempre foi uma delícia), parece também que eles sempre tiveram consciência de que estão presos voluntariamente uns aos outros, porque é exatamente onde eles gostariam de estar.

Como quando eles resolvem arrumar um esquema vivendo como lixeiros em um bairro nobre da cidade, recolhendo o lixo de limosine, oferecendo um serviço “diferenciado” (sério, odeio essa palavra) para seus moradores. Ideia que nos trouxe mais um momento musical para a série, que são sempre sensacionais, além de um final com todos eles completamente cobertos de lixos e uma Dee de cosplay de latina em defesa da classe dos lixeiros locais. Ainda baseado na sabotagem, tivemos outro excelente momento com a gangue inconformada que pela primeira vez na vida, Dee e Charlie estavam conseguindo se dar bem no amor, cada um com o seu par, que além de tudo eram irmãos, onde é claro também que eles fizeram de tudo para tentar destruir qualquer tipo de felicidade que não fosse um benefício para o grupo inteiro e no mesmo nível. E sim, por aqui, esse nível de egoismo é muito bem aceito, rs.

Outro momento excelente da temporada, foi o dia em que a waitress, que na verdade é o grande amor da vida do Charlie (e sua mulher na vida real), acabou colocando um ponto final na sua mania de stalkear a pobre coitada, algo que ele acabou acatando para provar o quanto ela era importante para ele, mas que ela nem imaginava a diferença que essa perseguição fazia no seu dia a dia. Sério, tive um ataque de riso quando a pobre coitada apareceu como uma viciada em metanfetamina, vivendo sem os cuidados que ela nem imaginava que o Charlie tinha com ela, como colocar vitaminas no seu shampoo e coisas do tipo, para que ela estivesse sempre linda para ele observar mesmo que de longe e sabendo que ela não gosta dele. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou querer um stalker como esse?

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Até na terapia eles todos foram parar durante essa temporada e é claro que acabaram deixando a própria terapeuta muito pior do que qualquer um deles, ainda mais com um Charlie tirando do bolso pombos mortos com a maior naturalidade desse mundo (gente, escrever esse tipo de coisa me faz perceber o quão absurda é essa série, rs) e o Dennis tirando do seu bolso seu arquivo pessoal de análise de cada um dos membros da gangue. E tudo isso só porque nenhum deles queria lavar a louça. Exatamente só por isso. Sério.

Mas os meus episódios preferidos dessa temporada, acabaram aparecendo perto do final, com uma sequência divertidíssima antes da season finale. O primeiro deles ficou por conta daquele em que a Dee se viu completamente viciada em um game online, onde com a ajuda do Charlie eles acabaram virando uma lenda, criando um verdadeiro império dentro do próprio game, transformando o jogo em negócio de forma hilária. Sério, o Charlie Day estava impossível durante esse episódio e ele tratando a Dee como o provedor arrogante que acha que tudo compra e que não tem tempo para perder com bobagens foi simplesmente sensacional. Sem contar que nessa brincadeira, eles todos ganharam seus avatares dentro do próprio jogo, que eram adorkables. Realmente, um episódio pra lá de especial, talvez um dos melhores de toda a série até hoje!

O segundo ficou para o episódio seguinte, com todos eles se encontrando por acaso em um restaurante mais arrumadinho da cidade e é claro que eles não se conformaram com o fato de não terem sido escolhidos como companhia uns dos outros, morrendo de ciúmes e escolhendo a provocação como arma para enfrentar aquele momento e é claro que acabou sobrando para todo mundo que estava em volta deles todos, como sempre.

E exatamente em situações extremamente simples como essa, It’s Always Sunny in Philadelphia encontra os seus melhores momentos, nos trazendo um tipo de humor cada vez mais raro em um mundo pedante e cheio de compromissos com o parecer correto vindo sempre muito antes do ser correto.

Por isso continuamos AMANDO IASIP e achamos que essa é uma série que merece uma vida longa e próspera, mesmo estando tanto tempo exposta ao sol.

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Como destruir uma temporada quase perfeita usando apenas um season finale bem trágico. Estrelando: Shonda Rhimes

Maio 21, 2012

Cá estava eu, pronto para distribuir elogios lindos de belíssimos para a Season 8 de Grey’s Anatomy. Uma temporada que até então estava sendo bem sensacional, principalmente em sua primeira metade, com uma série de episódios que nos mostravam o porque de Grey’s Anatomy ser a única sobrevivente com alguma dignidade das suas séries contemporâneas (Lost, Desperate Housewives…), entregando uma temporada que também nos mostrava toda a vontade de Grey’s de se manter em pé enquanto veterana, pronta para a batalha. Mesmo depois de tantas baixas e algumas temporadas meio assim.

Estava pronto para dizer o quanto Shonda Rhimes conseguiu voltar a me emocionar durante essa Season 8, com todo o drama em relação a guarda da Zola e aquela narração perfeita da própria Grey voltando para casa sem o maior amor da sua vida. Eu pelo menos sempre gosto dos textos da narração da série, mas esse realmente foi muito especial, do tipo que nós vamos nos lembrar por muito tempo. Chorei, chorei e chorei compulsivamente. Voltei, assisti só aquele final pelo menos mais umas duas vezes, de tão sensacional que eu achei (além de me perder em meio a legenda por conta das lágrimas. Awnnnn!). Até Zola voltar de brinde no disk pizza, que ainda bem que não demorou tanto tempo assim para acontecer e todo nós ficarmos como os nossos corações cheios de amor novamente. (♥)

Ai teve a Dra Yang, nos emocionando mais do que nunca com todo o plot da morte do marido da sua mentora pelas suas próprias mãos, em um procedimento corriqueiro para ela que se acha a melhor das melhores (e ao que tudo indica, ela é mesmo! rs), tudo isso as cegas, tratando o presunto do Henry como apenas mais um, até ela ficar sabendo quem de fato ele era e ter aquela reação desesperadora, que nós nem precisamos do audio para compreender o nível do drama daquele momento, que também foi um dos pontos mais altos da temporada. Com isso, aparecia até uma salvação para a Teddy, que com o luto até se tornou uma pessoa mais interessante. Pelo menos no começo, porque depois ela voltou a ser a mesma chata de sempre, principalmente pensando na sua relação com o Owen, o qual ela culpava injustamente pela morte do seu marido. Mas tudo bem, respeitamos a sua dor e aceitamos com alegria a sua demissão ao final na temporada.

Yang ainda passou por várias durante essa temporada e como se o drama de ter “matado” o marido da sua chefe/mentora não fosse o suficiente, ela ainda teve que lidar com os olhares de desejo da Sarah Connor para cima do seu homem, que mais tarde revelou que a traiu, mas não com a Terminator. Ufa! Logo o Owen, um homem ruivo que resistiu a guerra (rs), caindo nesse tipo de tentação sempre tão estúpida. Vai entender. Mas tudo bem também, porque com isso ganhamos uma discussão sensacional entre Cristina e o Owen, do tipo D.R daquelas bem boas sabe? E melhor ainda foi quando a Yang conseguiu perceber a tempo o quanto ela estava colocando de lado todos os outros plots da sua vida, apenas por uma situação, apenas por um homem. Algo que obviamente não valeria a pena e que bom que ela conseguiu perceber isso. Tudo bem que ele poderia ser o homem da sua vida, mas ela também é a mulher da sua vida e nesse empate, Owen acabou perdendo alguém que segundo o próprio, ele só queria magoar.

Enquanto isso a gente tinha todo o resto acontecendo no hospital. Karev sendo o Karev, afastando todo mundo de perto dele para tentar manter aquela postura de badass que ele insiste em forçar, mas que todo mundo já percebeu que ele não passa de um ursinho carinhoso da pediatria (♥), tomando inclusive voltas e mais voltas do próprio (ex) Chief, que seja para ensinar alguma coisa ou apenas para roubar um procedimento que ele adoraria colocar em prática ele mesmo, aproveitava toda a experiência dos seus cabelos brancos para continuar comandando o hospital, mesmo esse já não sendo mais o seu cargo faz tempo. Ele que ainda ganhou a doença da sua mulher, Adele, atingindo um estágio (rápido demais até) que já não permitia mais que eles mantivessem a mesma relação de homem e mulher de antigamente. Triste.

Até nos esportes eles se arriscaram durante essa temporada e tiveram que engolir o gosto da derrota é claro, ou vc imaginou que algum desses Doutores tenha sido destaque nas aulas de educação física? Seriously? (tirando o Mark e o Owen, vai…) E até um plot de Doctor Who eles conseguiram encaixar de forma genial na série. Agora me fala se essa temporada não tinha mesmo de tudo para ser sensacional?

Eu só não estava aceitando muito bem essa “birra” que me parecia que a Shonda tinha criado em relação ao personagem da Dr Bailey, que quase fez apenas figuração durante toda essa temporada, sempre envolvida em algo menos relevante, até ela usar um fio dental para pedir o namorado em casamento, o que também não teve muita relevância assim. No episódio que contou com a participação da menina de Switched At Birth (anteriormente filha do Luke em Gilmore Girls) por exemplo, pela reação dela ao presenciar o  caso da menina que passou anos em cativeiro sendo torturada e a abusada, eu até cheguei a desconfiar que sobraria para ela algum trauma do passado ainda a ser revelado, o que acabou nem acontecendo e só foi mesmo o combustível para ela surtar daquele jeito ao não encontrar o filho na saída da creche durante o mesmo episódio. Drama que durou 2 minutos e logo ele estava de volta. Mas foi só isso mesmo…Humpf!

Outro que permaneceu muito tempo em segundo plano foi o Derek, ele que durante algum tempo foi conhecido como McDreamy e que hoje em dia está muito mais para McPesadelo, do que qualquer outra coisa. O problema nesse caso foi pior ainda, porque antes ele tivesse permanecido como um ignorado pela Shonda durante toda essa Season 8, do que ter aparecido como o cara chatíssimo que ele foi se transformando ao longo do tempo, principalmente ainda no começo da temporada, quando o plot da adoção era o drama da vez para o casal Merder. Eu sinceramente estava até sentindo que uma morte para o seu personagem pudesse estar a caminho, uma vez que o próprio ator andou enrolando para renovar o seu contrato, se dizendo cansado da TV e tudo mais. Dizem até que o fatídico season finale dessa temporada foi gravado sob essas condições, com aquele grupo de doutores ainda sem terem seus contratos renovados e por isso teria sido usado aquele recurso da tragédia em um nível assustador e talvez até irrecuperável. Mas ainda chegaremos lá…

Quem também foi mantida na sombra foi a própria Mini Grey que sem o seu Mark, acabou ficando meio que de lado. Nem consigo me lembrar de quando ela e o Avery começaram ou terminaram a sua relação, para se ter uma ideia da sua importância. E ela ainda acabou sendo usada para substituir a Grey durante o período em que ela e o marido não estavam mais se entendendo, o que não adiantou muito também porque como eu já disse, quem foi o Derek durante toda essa temporada?

Enquanto tudo isso acontecia, os avulsos permaneciam apenas avulsos: Arizona, Callie, Mark, Avery e Kepner, essa última ocupando o posto mais alto dos avulsos insuportáveis. Eu até gosto da Callie e acho ela enquanto profisional uma mulher bem sensacional (e gostei muito que ela tomou um sacode com um erro médico primitivo), mas aí tem o plot de romance dela com a Arizona, que eu acho meio que desnecessário para o tamanho do destaque que ele acaba ganhando dentro da trama. Chato. Já o Mark… ele sempre foi aquele ator meio canastrão mesmo e até aquela cena com ele fazendo um revival do seu clássico momento saindo do chuveiro apenas de toalha no episódio com a realidade alternativa (que de bom, só teve a Yang de chapinha), já não convencia mais (e como ele emagreceu, não?). Mas aí tinha também o bromance dele com o Avery, esse sim um ponto que eu acho que ele conseguiram acertar para ambos os personagens. Mas e a Kepner, hein?

Nunca consegui aceitar muito bem a Kepner, de verdade e acho que a maior burrada da série até então (antes desse season finale…) foi a recontratação dela. Sério, que mulherzinha mais chata, Aff! E nós que imaginamos que o problema dela seria fácil de resolver com uma boa noite de trabalho em outras áreas (if you know what i mean), acabamos ainda tendo que lidar com todo aquele mimimi descabido (para o momento) do episódio final, naquela tentativa de plot cristão que eu tenho certeza que a Shonda só incluiu em Grey’s Anatomy por inveja de Glee, rs. Ahhh, faça me o favor!

Adorei que além dela ter sido reprovada, não ser mais pura aos olhos de Deus (…) e não conseguir vaga em nenhum outro hospital para trabalhar, ela ainda acabou sendo demitida pelo Owen, simplesmente por não ser a melhor para a vaga. Tem melhor pé na bunda do que esse? Que não valeu nem uma morte para a Kepner na série, que a gente sabe que é como eles adoram se despedir de seus personagens meio assim? Já vai tarde… (se ela acabar não saindo, que pelo menos receba o plot de um coma profundo por toda a Season 9, até a sua morte. Amém!)

Tudo estava tão lindo, a temporada estava tão perfeita que a promessa de um season finale “chocante” segundo a própria Shonda Rhimes em seu Twitter, já nem me assustava mais. A essa altura, o que poderia acontecer de pior que fosse capaz de estragar uma temporada tão boa quanto estava sendo essa Season 8 de Grey’s Anatomy? Nem a reprise do episódio de Valentine’s Day (que eu detestei) apresentada como finale, poderia ser capaz de estragar essa delícia. Nem um novo episódio musical, rs.

Até que o impossível aconteceu, para o nosso total desespero e isso já com aqueles segundos finais do episódio anterior (8×23 Migration) onde começamos a sentir o gostinho amargo do que estaria por vir como proposta de encerramento para essa temporada. Depois ainda teve o promo, que me fez passar uma semana inteira tentando digerir aquela proposta trágica toda, que já logo de cara me parecia ser totalmente descabida. Até que chegamos ao momento do play do último episódio dessa Season 8, um momento que uma vez começado, não teria mas volta. Talvez nunca mais até … (a não ser que a resposta quanto ao episódio acabe sendo tão negativa, que a Shonda acabe utilizando o recurso do sonho/pesadelo, o que apesar de bem sem vergonha, eu até aceitaria de coração aberto como alternativa para esquecer esse maldito 8×24 Flight. Sério)

E a pergunta que ecoava na minha cabeça desde o promo era a seguinte: Precisava mesmo disso?

Uma tragédia nesse nível, colocando seis personagens importantes para a história (sendo pelo menos quatro deles bem queridos) naquela situação lamentável, realmente me pareceu um exagero do começo ao fim. É, respondendo a pergunta que ecoava na minha cabeça desde a semana anterior, realmente não precisava disso. Não precisava mesmo. Mas eu juro que mesmo achando que tudo aquilo já tivesse uma cara de UM GRANDE ERRO desde o começo, eu permaneci acreditando que talvez a Shonda (que a partir desse episódio talvez nunca mais consiga ser a mesma para mim, sem exagero…) tivesse uma saída brilhante para aquilo tudo. Ainda mais depois dessa temporada quase perfeita, onde ela voltou a nos emocionar como antes, com casos bacanas, plots e mais plots do coração, uma trilha perfeita para o momento certo, nos fazendo lembrar dos bons tempos de Grey’s antigo até. Mas para a minha própria infelicidade, eu não estava errado e Shonda realmente havia perdido completamente a mão nessa season finale, que eu preferia que não tivesse existido e fiquei até aguardando uma parte dois, com 44 minutos de uma tela em preto, dizendo que tudo aquilo não passou de um grande pesadelo.

Tudo foi tão descabido, tão exagerado e o texto chegou a ser tão medíocre em diversos momentos, que a minha relação com esse episódio foi a pior das possíveis. Nem quando Grey’s Anatomy resolveu encerrar a temporada anterior com uma DR, fugindo totalmente do esperado, eu cheguei a ficar tão decepcionado. Quase não conseguia me lembrar do quanto essa Season 8 havia sido boa até agora, depois dessa desgraça exagerada e e totalmente descabida. Acho até que com esse finale pavoroso, a Shonda Rhimes conseguiu enterrar todo um trabalho de outros 23 episódios, que estava sendo feito muito bem novamente. Uma pena…

E com tantos personagens avulsos (dois deles pelos menos estavam no avião e poderiam ter sido as vítimas da vez), tinha que sobrar logo para a nossa queridíssima Lexie Grey? (R.I.P)

Quase não consegui acreditar naquela cena extremamente triste (e muito bem feita por sinal, pelo menos isso…) dela se despedindo do Mark, completamente ciente de que não teria a menor chance de sobreviver e ele revelando que também a amava, desde sempre. Realmente, foi um momento muito bom, apesar da perda (sim, ela morreu, Humpf!), onde eu até consegui aceitar o Mark melhor enquanto personagem e até mesmo como ator. Pena isso não ter durado muito e minutos depois ele ter uma das lines mais clichês ever, passando também por um momento entre a vida e a morte e dizendo para a Arizona (que ninguém sabe o porque de ainda estar viva até hoje) que iria ficar bem, que a Lexie o estava esperando do outro lado… Ahhhh, faça me o favor Shonda, vc já foi bem melhor do que isso! E bota melhor nisso. Sabe quando alguém atinge o limbo abaixo do fundo do poço? Então…

Tudo bem que essa é uma line típica para um momento como esses, mas não para médicos acidentados que são capazes de dar o seu próprio diagnóstico e sugerir uma opção de tratamento, mesmo quando estão sendo esmagados pelo peso dos destroços de um avião (como aconteceu com a Lexie) e muito menos para um Mark Sloan da vida, neam? Achei sofrível, tanto o momento, quanto mais ainda esse texto da sequência, que não poderia ser pior ou mais preguiçoso. Só não cai em um estado de sono profundo de tamanha raiva que eu estava sentindo naquele momento.

Aliás, o texto desse episódio final foi um dos piores da série, em todos os sentido e ocasiões, exceto pela despedida entre a Lexie e o Mark. Como por exemplo, outro momento que me irritou muito, foram as lines do plot Cristão entre a Kepner e o Avery ainda no hospital, ganhando destaque nessa reta final do caos, momento que eu até já mencionei anteriormente. Kepner que nada justifica não ter ganhado um ticket só de ida para aquela viagem para o inferno que acabou se transformando aquele voo. Quer mais um exemplo? O que foi desnecessário a line da Meredith em um momento de total desespero, falando do meio do nada que a Cristina continua sendo a sua “pessoa” mesmo com ela não sendo mais o correspondente para a amiga? Sério? O que foi aquilo? Ainda mais naquele momento, levando em consideração que ela estava a procura do marido que tinha voado para longe no acidente e sendo que Meredith, além de tudo isso, ainda poderia nunca mais ver a própria filha! Sério, eu fiquei com uma vergonha sem tamanho em todos esses momentos. Fora isso, o que foi cretina a reação da Arizona, primeiro obedecendo um cala boca da Cristina em meio ao apocalipse e depois, rindo da ironia de estar com uma fratura exposta? E o que foi completamente injusto até o piloto sobreviver e não a Lexie?

A única parte que eu achei aceitável dessa finale foi o desempenho prático da Yang diante daquela situação toda. Nessa hora, agradecemos o coração gelado de Dr Yang. Que mulher sensacional, não? Ela e a Grey foram até meio que como o Batman & Robin nessa finale, trabalhando juntas para que a tragédia não se tornasse algo ainda pior. E nada foi mais sincero do que a line da própria Yang ao dizer ainda no começo do episódio que depois disso tudo, ela só poderia mesmo é querer sair do Seatle Grace Mercy Death, o mais rápido possível assim que tudo isso se resolvesse. E quem não faria o mesmo? E como se recuperar de uma tragédia daquelas, ainda mais depois de ter passado por tudo aquilo que aquelas mesmas pessoas já passaram na série?

Arizona por exemplo, mal se recuperou de um acidente de carro e já caiu de um avião. O mesmo vale para Cristina, Derek e Meredith, que quase levaram uma bala no meio de suas fuças, entre todas as outras situações meio assim que eles já enfrentaram e agora também já podem acrescentar uma queda de avião em seus resumés. Sério, como lidar com isso tudo? E o pior, como eu disse quando comentei sobre o promo, como aceitar embarcar em um voo recheado apenas com aquelas pessoas que só atraem esse tipo de situação? Conhecendo o histórico daqueles personagens, eu jamais entraria naquele voo. JAMAIS! (rs)

Sério, eu não estava conseguindo entender o porque de tudo aquilo e na verdade, permaneço na mesma até agora. Tudo bem que não é de hoje que a gente sabe que a Shonda adora um final trágico e nós além de já termos total consciência disso, também passamos a adorar esses plots todos. Mas tudo tem um limite, não é mesmo? Pois bem, Grey’s Anatomy acaba de alcançar o seu. Seriamente falando.

Nesses oito anos de série, eles já tiveram pacientes bombas, já quase foram mortos um zilhão de bilhões de vezes, já passaram por barras de terem colegas de trabalho enfrentando um doença meio assim, ou sendo atropelados por um ônibus do meio do nada, ou até mesmo recebendo uma descarga elétrica daquelas vinda diretamente do céu, assim como já encararam até um maluco atirador dentro daquele hospital. Agora, acumular a tudo isso um acidente aereo e todo o trauma que ele deve agregar para um sobrevivente, mesmo que esse sobrevivente seja uma médico, que acima de qualquer coisa é também um simples pessoa, certamente ultrapassou qualquer limite do bom senso, do bom gosto e até mesmo um certo nível de credibilidade para a história.

Afinal, quais a chances de tudo isso acontecer apenas com um determinado grupo de pessoas? Ainda quando esses plots trágicos envolvem algum tipo de paciente maluco, ou situação inusitada, tudo bem, porque essas coisas devem acontecer mesmo em um hospital daquele porte. Agora, colocar o azar perseguindo apenas aquele grupo de pessoas constantemente, já é um pouco demais. “Premonição” demais para mim. Haja tratamento para recuperar a cabeça daqueles pés frios dessa maré de azar interminável, hein? Xocotô!

Chegando a essa reta final da Season 8, eu espero que eu tenha sido claro o suficiente para expressar o quanto eu ODIEI (sim, em caixa alta & bold) essa season finale, que para mim só serviu para passar um rasteira nessa temporada inteira, que tinha tudo para terminar de forma sensacional, mas que com esse final totalmente desnecessário, acabou fazendo com que a gente conseguisse até esquecer toda a trajetória que nos trouxe a esse ponto trágico que uma história tão boa como essa não merecia.

Grey’s Anatomy a essa altura, realmente não merecia, não precisava e nem estava carente desse tipo de emoção. Errou feio Shonda, mas feio mesmo…

E por esse final pavoroso, essa Season 8 inteira de Grey’s Anatomy vai para o nosso cantinho do “Think Again”, repensar o que eles fizeram com a gente nesse final de temporada totalmente meio assim…

ps: por isso eu não ficaria nada irritado se tudo aquilo não tivesse passado de um pesadelo…

Ainda não sei como reagir a sua proposta de season finale, Shonda…

Maio 14, 2012

Fico pensando se com uma temporada tão sensacional como estava sendo essa Season 8 de Grey’s Anatomy até agora, se eles realmente precisavam de um acidente como esse para a season finale?

Confesso que achei meio descabido a princípio e logo ao final do ep, eu já torcia o meu nariz… (acho a proposta em si muito exagerada demais)

Mas convenhamos que esses médicos do Seatle Grace não são as pessoas de maior sorte nesse mundo neam?

Logo, colocar vários deles no mesmo voo, já poderia ser considerado como um grande risco, rs (eu é que não viajaria com a Grey do meu lado, que essa mulher só atrai coisa ruim neam? Xocotô!)

Pior é que aquele final do episódio dessa semana (8×23 Migration), teria sido tão perfeito! Super simbólico, com o Hunt apagando os nomees do Karev, da Grey e do Karev do quadro de quem provavelmente estaria deixando o hospital. Até esse momento, eu estava adorando…

ps: e é inevitável ver esse acidente e não lembrar de Lost, uma série que não me traz muitas boas lembranças…

ps2: já vou avisando que eu não aceito a morte da Lexie. Mark ou Arizona eu não ligo, sinceramente e uma pena o Avery não estar nesse voo também, rs. Mas se fosse apostar em alguém, apostaria na cabeça da Arizona, que não deixou o Karev viajar e isso já pode ter sido um sinal. Tem sempre aquele que troca de lugar bem na véspera de um acidente neam? Clássico.

Trair e flertar, é só começar (pelo menos segundo Grey’s Anatomy)

Abril 15, 2012

Tem mais ou menos umas duas semanas, que o assunto em Grey’s Anatomy foi o ato de flertar (8×17 One Step Too Far), que segundo eles, nós realizamos diariamente, de uma forma ou de outra, pautando esse ato com uma característica do ser humano.

Na época, o assunto me incomodou bastante, por vários motivos que eu considerei meio assim. Cheguei até a escrever algo a respeito, mas que obviamente eu esqueci de publicar. Mas aqui está o meu pensamento perdido a respeito do assunto naquele momento:

Flertar ou não flertar?

O episódio dessa semana em Grey’s Anatomy me levou a pensar seriamente sobre o assunto: flertar ou não flertar?

Passamos a vida tentando nos relacionar uns com os outros, tentando ser profissionais, nos tornarmos pessoas bacanas e quem sabe um dia, ser alguém legal para outro alguém.

Em nosso dia a dia, acabamos nos deparando em algumas situações onde flertamos descaradamente, ou recebemos algo do tipo, fato. Flerte, simpatia,  gentileza, tudo facilmente confundível, até que você se permita dar o passado adiante, que é o que diferencia o flerte das demais opções,  o que pode ser um grande perigo dependendo da sua atual situação.

Sempre me senti estranho quando o assunto se torna realidade no trabalho, por exemplo, onde nunca sei com reagir. Na verdade, sei bem como reagir e no lá no fundo, acabo sempre decepcionado quando um elogio ou uma gentileza vem acompanhado de segundas, terceiras ou quartas intenções.

Mas vejam bem, como qualquer outra pessoa, é claro que gosto de ser admirado, mas com a intenção mais honesta possível, mesmo que seja para algo que dure menos do que o tempo que eu utilizo para me arrumar antes de sair de casa para um encontro por exemplo, rs.

Eu sei que pode parecer meio ridículo, além de entregar claramente a minha dificuldade em me relacionar, entregando o porque do meu atual status (rs), mas sempre acabo perdendo o interesse quase que totalmente quando alguém escolhe se aproximar dessa forma, ainda mais quando envolve qualquer assunto ligado ao lado profissional. (sejamos honestos e reconheçamos que de vez em quando, a oferta pode ser irresistível, por isso meu lema é: mantenha o fundamento, mas nunca deixe de ser inteligente e avalie muito bem as oportunidades, porque elas podem nunca mais aparecer! rs)

A gente sabe que é uma tática comum, que as pessoas não precisam ser super criativas o tempo todo  e se utilizam dessa opção comum para facilitar as coisas em uma tentativa qualquer de aproximação, agindo quase que por extinto (o que justifica Grey’s afirmar que essa é uma característica do ser humano), repetindo exemplos que elas viram da certo por ai. Mas seria bacana se isso tudo não envolvesse elogios vazios e sentimentos disfarçados. Estou errado?

É bem possível que sim, mas enquanto eu trabalho esse meu own issue, sigo pensando que esse flerte do dia a dia poderia ser bem mais prático. Está interessado? Diga, sem rodeios, ou muletas. E elogie quanto tiver que elogiar, principalmente quando a sua intenção for no mínimo honesta.

Existem pessoas que não precisam desse tipo de elogio para se animar. Talvez eu seja uma delas, rs.

E o que na série começou como um flerte nesse episódio, terminou com a declaração do Owen de que ele havia traido a Cristina e com a discussão sobre o assunto no episódio dessa semana (8×19 Support System).

Logo ele, um homem tão sério, que sempre se mostrou apaixonado e que já segurou várias ao lado dela, um personagem que pelos menos nos dava alguma esperança. Humpf! (leia-se homem como qualquer outro gênero, e esse texto aplica-se a toda e qualquer tipo de relação amorosa)

Tudo bem que ele usou a velha justificativa do casal estar em crise, de que foi apenas sexo e blah blah blah. Depois tivemos a Cristina jogando o cereal na cara dele (Go Girl!), mais tarde sem conseguir sair da cama, chorando pelos cantos na tentativa de entender o que aconteceu com eles para que a relação chegasse a essa ponto. E logo ela, uma mulher tão profissional, dura com os seus próprios sentimentos, se entregando daquela forma a um assunto do coração. Parece mesmo que Cristina falhou na tentativa de construir um novo coração… (uma metáfora lindíssima que eles utilizaram no episódio anterior a esse)

Talvez, para uma mente brilhante para a medicina como a de Yang, ela tenha chegado a conclusão dos fatos um tanto quanto tarde demais, porque estava meio que na cara o porque do Owen ter feito tudo aquilo e essa é uma resposta para uma teoria que pode servir para todo mundo: quem traí e conta, só quer magoar. Não existe outra opção. Ou melhor, até existe, mas os cenários não são dos melhores…

Se o seu boy magia te traiu mas quer terminar, ele te conta, na tentativa de magoá-la o suficiente para quem sabe assim vc assinar a sua carta de liberdade, que ele não teve coragem de exigir por ele mesmo. E nesse cenário, ele ganha o status na nossa lista de “boy magia negra nebulosa”, um tipo que não vale a pena, por isso, deixe ele ir…

Há também a opção de que ele te traiu e está se sentindo super culpado (tadinho my ass) e quer continuar com vc, mas precisa se sentir melhor com ele mesmo te contando sobre o que vez, só para se sentir menos culpado e em paz com a sua consciência de bom homem honesto. E nesse outro cenário, ele ganha em nossa lista o status de “boy magia negra nebulosa do tipo covarde”, o que pode ser pior ainda e muito provavelmente também não valha a pena insistir, ainda que a honestidade seja um valor nobre que nós ainda valorizamos muito.

Aprenda a lidar com a culpa, seu covarde! Traiu mas quer continuar? Bico calado. Ca-la-do. É sempre a melhor opção. Porque magoar alguém que vc tenha qualquer intenção de seguir adiante? Para se sentir menos culpado? Para tentar ser honesto pelo menos uma vez, já que antes vc não foi capaz? Zzzz

Nesse caso, a honestidade de “dizer a verdade” realmente só vai servir para que a outra pessoa chegue exatamente a conclusão que a Yang finalmente chegou ao final do episódio, de que o Owen só queria magoá-la, o que pode ser muito pior do que apenas uma simples traição.

Sendo assim, o meu conselho é que se vc traiu mas reconheceu o erro e pretende manter o seu relacionamento, seja desonesto (infelizmente, esse parece ser o melhor caminho nesse hipótese)! Algo que para vc pode não ser tão difícil assim para vc, segundo os seu histórico recente.

E reze, para aquela que vc nem se lembra mais o nome, não resolver aparecer do meio do nada, quando vc achar que a sua vida já está resolvida. E viva com a culpa da sua own burrada. WOO!

Todo mundo AMANDO ainda mais o Jim

Fevereiro 25, 2012

Não é de hoje que nós amamos o Jim em The Office e isso vai muito além do fato dele ser interpretado pelo John Krasinski. Höy!

Jim Halpert tem humor, é foufo na medida certa e além de tudo é um cara apaixonado. A história de amor entre ele e a Pam é sem dúvidas uma das mais foufas da tv e quando eles finalmente ficaram juntos, todos nós nos sentimos realizados, afinal era o Jim e a Pam. (♥)

Desde então, essa relação entre os personagens sempre foi a mesma, sem grandes dramas, brigas, ou qualquer coisa do tipo, apenas duas pessoas comuns que nasceram para ficar juntas e até começaram uma família. Sempre encarei a relação desses dois como o tipo de relação ideal, duas pessoas que se amam, se comunicam maravilhosamente bem e dividem coisas em comum. Amar é entender e se divertir com o que o outro tem a dizer. E a partir disso, passei a encarar essa relação como algo imaculado, intocável, que não deveria ser mexido nunca.

Até que recentemente em The Office, tivemos a entrada de um dos piores personagens ever, da ficção e da vida real, personagem esse que passei a chamar gentilmente de megabitch. Sim, MEGABITCH, anotem, pode ser útil.

Sim, aquele tipo de pessoa (pode ser homem ou mulher) que não se importa com a vida do seu target, se ele está feliz e muito bem casado é só um detalhe, porque a única coisa que ela consegue enxergar é um grande pedaço de carne, ou uma salada bem colorida de 3 folhas, no caso de tratar-se de uma megabitch vegetariana.

Cheguei até a alertar a Pam em algum momento aqui no Guilt, sobre os olhares famintos da megabitch para o seu homem e não deu outra, no episódio dessa semana (8×16 After Hours), ela finalmente colocou as manguinhas de fora e se atirou, literalmente, pra cima do Jim, sem o menor pudor e sem culpa.

Mesmo tomado por um ódio enorme pela megabitch que triplicou nesse exato momento, a reação do Jim ao perceber o assédio foi a melhor possível (um sonho na verdade) e conseguiu até acabar com todo o ódio no meu coração nesse momento. Totalmente desconfortável com aquela situação, escorregando pelo pé da cama, tentando demonstrar para as outras pessoas de que não era exatamente aquilo que elas poderiam estar pensando e buscando uma alternativa para se livrar de vez daquele percevejo que atendia pelo nome de megabitch.

Tudo bem que estamos falando de uma comédia, onde tudo é exagerado propositalmente para fazer graça, mas eu pergunto: tem reação mais honesta e foufa do que essa?

Jim, que sempre foi um foufo e educado, falou sério quando se viu encurralado, não sem antes aproveitar para fazer uma piada final com a tal megabitch e para isso, como seu aliado, nada melhor do que a excelente parceria que ele sempre formou com o Dwight. Clap Clap Clap Jim, é assim que se faz!

Normalmente eu sentiria pena de uma personagem tão escrota (e tão possível na vida real) como essa megabitch, por ser tão degradante e ainda assim, representar uma boa parcela da sociedade das pessoas escrotas, mas como ela resolveu mexer com o meu casal preferido da Tv, eu só tenho uma coisa a dizer:

MEGABITCH, GO!

Esperamos que esse plot não chegue a abalar a relação do casal JAP, ou J&P, e caso a Pam precise de ideias para uma possível e necessária vingança, estamos ai, super dispostos e com a mente mais do que criativa para esse tipo de coisa. (Call me!)

ps: e nós não achamos que eram percevejos naquele quarto de hotel e sim “chato”, rs

ps2: morri de rir com o plot da traição envolvendo o Darryl e os seus ….., e o Ryan e a Erin estão deliciosos juntos também.

Beijo House!

Fevereiro 9, 2012

Já vai tarde. WOO! (tá, eu sei que alguém por aqui deve gostar da série então, aqui vão também os meus pêsames…)

House acaba de ser cancelada em sua Season 8 (que continuará tendo os seus 22 episódios já encomendados), que será definitivamente a última para o Dr mais mal educado da história dos hospitais todos (tirando um que dormiu no meio da minha consulta. Sim, ele dormiu! E um outro que me atendeu um dia desses, que tinha cara de bicheiro e ainda estava com aquela camisa aberta com corrente grossa de ouro pendurada no pescoço + too much perfume).

Ou seja, a FOX está tomando grandes decisões hein? Medo do que deverá acontecer com Fringe

O meu problema com House é que eu acho ele bom demais (exageradamente), a ponto de ser irritante e arrogante e eu odiaria ser atendido por ele, por exemplo. Prefiro um dos residentes do Seatle Grace, que apesar da pouca experiência e de todo o resto, são mais bem educados e quem sabe o meu plot de doença na série não acaba ganhando um arco de 8 episódios (TGP), com direito a trilha linda e o texto da Shonda, neam? (euri)

E também tirando Louie, eu não consigo ver muita graça em uma série de um homem só, com muitos coadjuvantes preguiça…Zzzz

Fora isso, não é de hoje que os próprios fãs da série estão reclamando de que ela já não é mais a mesmo e pode até parecer triste, mas alguém precisa ter coragem de cancelar essas séries que acabam sendo arrastadas por tempo demais.

E quais as próximas? Sugestões? (Dexter, How I Met Your Mother, The Walking Dead, Californication – que foi renovada. Dafuck – e talvez até True Blood deva considerar o fim, hein? Hmm mmm)


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