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O que faltou no red carpet do Oscar 2012?

Fevereiro 27, 2012

Faltou tudo. Faltou emoção, faltou glamour, faltou erros, faltou, faltou, faltou!

O saldo do red carpet no Oscar 2012 pode até ser positivo, porque elas estavam até que adequadas para a noite de premiação, o que já é quase um milagre pensando no histórico de cada uma delas. Mas nada saltou os olhos, nada comoveu e o conjunto todo acabou deixando todo mundo com preguiça. Muita preguiça…

Queremos sofisticação! Queremos erros pavorosos! Queremos material para trabalhar (e se divertir)! Queremos uma razão para viver! (aquele que exagera)

Mas, mesmo com tanta preguiça reunida em alguns metros de carpete vermelho barato, vamos ver quem se deu melhor e quem não foi tão bem assim no Oscar 2012. Só não vale dormir no meio do post, hein?

 

Dona Beiça

Dona Beiça, também conhecida como Angelina Jolie (ou a mãe de todos, rs) me apareceu assim, com essa cara de PÁ no red carpet do Oscar 2012.

Não sabemos o que a Dona Beiça tomou na limousine a caminho da premiação, mas sugerimos que ela continue nesse caminho, que está melhor do que a cara fechada e gélida de sempre.

Será que a Angie antiga está despertando dentro dela e logo logo teremos alguém voltando a colecionar facas e com colares carregando o sangue de quem for da sua família? Go Tomb Raider!

Mas e o vestido?

Um pretinho fundamento, em veludo, bem bacana, se não tivesse essa fenda enorme que sempre imprime uma vulgaridade que ninguém precisa.

By Versace

 

Não faz a estatueta Meryl!

Meryl Streep, deusa musa onipresente em toda e qualquer premiação, sábia que é, apareceu ela mesmo vestida de Oscar.

Esperta neam? Vai que ela saísse com as mãos abanando? rs

O modelón dourado era um Lanvin, que eu achei o colo sensacional, mas deixaria essa barra da saia mais solta e talvez um pouca mais longa. Nesse caso, ouro nunca é demais. (rs)

 

Outro que não se fez de rogado e levou a sua própria estatueta foi…

…o George Arrume uma Namorada Da Sua Idade Pelo Menos Uma Vez E Tente Ser Feliz Clooney,  que levou o seu novo troféu preguiça para a premiação, já sentindo que ele mesmo não levaria nada além de um bom chá de calcinha dourada para casa.

 

Um Alexander McQueen sempre merece por obrigação um cabelo mais fundamento

Viu Jessica Chastain? Não basta ser ruiva, tem que se esforçar.

Vestido lindo, com fundamento, mas imprimiu que vc estava na prova e não no evento final. WOO!

 

Verdes que entregam a idade, ou pelo menos a sua condição

Três tons de verde que no mínimo entregam a idade, ou a sua condição.

O primeiro é o verde poder da noite, escolhido pela atriz Berenice Bejo.

Jovem (detalhe importante), leve, delicado, com cara de antigo, mas moderno ao mesmo tempo, uma delícia de maravileeeandro.

O segundo tom de verde da noite foi escolhido pela nossa queridíssima Glenn Close, a gêmea má da Meryl Streep, rs.

A escolha da Patty Hewes foi meio assim, com essa cor e a cauda, cor essa que eu sempre associo á mulheres mais velhas.

Vai me dizer que vc nunca foi a um casamento com uma madrinha de meia idade vestindo algo da mesma cor?

Por isso, acho que esse tom de verde denúncia a idade, portanto, evitem!

Viola Davis cortou o cabelo e já parece até outra mulher não?

Aliás, se a gente comparar a sua personagem com a sua figura nas últimas premiações do cinema e agora no Oscar 2012, temos 3 mulheres totalmente diferentes. Coisa de atriz boa.

Mas eu não sei, o tecido dessa parte de cima do vestido dela não imprimiu luxo e sofisticação, mesmo ela tendo apostado no pantone Ariel, que eu já disse que sempre funciona (ruivo + verde)

 

Beiges e nudes que insistem em resistir ao tempo

Se é para ir de beige ou nude, tem que ter fundamento, ou a gente não consegue aceitar. Pelo menos não é um bandage dress, o que já é um alívio.

Apesar do vestido da Cameron Diaz ter uma saia bem bacana, não imprimiu novidade e só eu tive a sensação que nós já vimos muitas vezes algo parecido por ai?

Acho preguiça, acho sem graça e mais do que tudo, eu acho sinceramente que a Cameron está precisando de um amigo mais sincero ainda para falar para ela parar de colocar tanta coisa nessa cara, ou daqui uns dias ela não consegue mais abrir esses olhos com tanta bochecha. WOO!

By Gucci

Ainda falando em beiges sem gracinha, Kristen Wiig se deu melhor em sua escolha, que embora também seja preguiça, pelo menos tinha essa saia maravileeeandra e que dava até vontade de tocar.

 

Volumão no volumão, NÂO!

Nesse caso, a imagem fala por si só. #NAOTABOMNAO

 

Blowtox? 

Tô dentro, pacotinho! (euri)

Se puxar mais esse cabelo para aumentar o efeito do truque, J-LO vai conseguir o sonho de muitas, que é ter os olhos nas costas. WOO!

 

O que é isso Penelope? Seu vestido de Sweety Sixteen?

Mulheres do universo, não é porque vcs já se tornaram mãe que a magia acabou para vcs, hein?

Cadê o encanto? Cadê a latinidade? Cadê a pomba gira do Almodóvar?

Não aceito Penelope Cruz vestida de debutante. Não aceito.

NOW MOVE!

By Giorgio Armani

 

Eike preguiça…Zzzz

O dia em que a Sandra resolver me aparecer decente e com fundamento, nem que for para ir na padaria, talvez o mundo volte a ter alguma esperança. Cadê a silhueta?

Sabe preguiça? Então…

By Marchesa

 

Brilho de diva antiga, mas faltou alguma coisa…

Achei sensacional o pretinho com esse detalhe nada básico que a Judy Greer escolheu para a noite de premiação.

Imprimiu diva antiga (mas faltou alguma coisa. Uma boa joia, talvez? Ou um cabelo mais decidido se seria com cara de época ou não)

 

Também faltou algo para a Natalie Portman ficar realmente maravileeeandra

Acho que uma faixa na cintura desse vestido iria bem, em outra cor, escura talvez, com brilho. Não sei, mas faltou alguma coisa…

Vida, talvez?

By Dior

 

E a fantasma stalker de American Horror Story, foi convidada para a festa? Confirma esse nome na lista pra mim, produção?

Mas os fantasmas da série não só podiam sair daquela casa pavorosa somente no Halloween?

Fiquei confuso…

Mas com essa postura, parece que ela ainda está no personagem. BOO!

 

Vamos precisar de um tempo para nos acostumar com a saia peplum

As tendências aparecem, mas as vezes demora um pouco para a gente se acostumar com elas.

Geralmente eu acho que isso acontece quando não é uma tendência das bem boas…

Digamos que na Michelle Williams, a saia peplum nem me incomodou tanto assim, mas acho que foi mais o combo da nova tendência + a cor nada comum que acabou contribuindo para o look ficar meio assim…

Mas pensando bem, eu até acho que eu gostei…pelo menos nela, mas não acho que seja um look fácil e nem para qualquer uma.

By Louis Vuitton

 

Porque premiação que é premiação boa, tem que ter alguma corajosa!

E a representante desse ano foi a Emma Stone, que foi com esse vestido pink até que básico, se não fosse por essa gola com o mega laço de lado.

Acho sempre importante quando alguém tem coragem de ser mais ousada, mesmo quando bem discretamente.

Go girl!

 

A noite do branco

Juro que o vestido branco da Milla Jovovich assim parado na imagem do red carpet, não era quase nada se comparado com ele em movimento durante a premiação.

Maravileeeandro! (talvez o melhor da noite)

Rooney Mara foi outra que apostou na cor e se deu mais do que bem.

Em um determinando momento durante a premiação, achei que ela estava a cara da Audrey Hepburn, em uma versão meio futurista, rs.

Maravileeeandra!

Outra tendência que ficou bem em evidência durante a noite do Oscar de ontem, são os vestidos com mangas longas que algumas delas resolveram investir no fundamento.

Como esse, também em branco, da atriz Shailene Woodley, que foi outra das que apostaram certeiramente na cor.

Maravileeeandra!

Agora vamos ao branco polêmico da noite?

…o Tom Ford da Gwyneth Paltrow. Até que eu achei bem bonito e com certeza a dúvida maior é a capa.

Que nem me incomoda muito (acho uma bela capa até. Me empresta Gwen? Para eu completar a minha fantasia de Super Essy? rs), mas acho que o problema é que o combo cabelo + rosto + o look, estão todos na mesma direção e de novo, sinto a sensação de que faltou alguma coisa…

 

E em um mundo cada vez mais em falta de boys magia, eis que surge uma esperança, que de quebra ainda vem com sotaque francês: Jean Dujardin. Höy!

Brad Pitt e Geoge Clooney estão naquela situação dfícil que a gente já conhece, Tom Cruise não dá,  e o Ryan Gosling não deu o ar da sua graça, com toda razão, depois de ter sido ignorado por dois anos seguidos na premiação.

Mas com uma magia do tamanho de um Jean Dujardin, que além do sotaque francês, vem também com cara de galã + o combo talento (que levou o prêmio de melhor ator), a gente até começa a ter mais esperança por um mundo com mais magia.Höy!

E nada melhor do que terminar um post com um red carpet preguiça como esse, com alguma esperança por um mundo melhor, ou pelo menos, com mais magia!

ps: mas que faltou alguma coisa esse ano no red carpet do Oscar, isso faltou. Quem sabe elas compensam em 2013? TO-MA-RA! Porque se vier mais preguiça que isso, não sobra uma alma fashionista acordada em noite de premiação.

The Descendants

Fevereiro 10, 2012

Clooney e suas mulheres havaianas. Um filme bacana sobre pessoas, gostosinho até, mas que não é motivo para tanto barulho, por isso é bom já ir avisando logo de cara.

Uma história simples, com um roteiro bem alinhado e um protagonista cheio de carisma. Parece que essa é a receita para se fazer um bom filme, pelo menos aos olhos dos prêmios de cinema de ultimamente, que tendem a premiar quem faz melhor o seu “olá querida” em Hollywood, ou o mais popular dentro da categoria, deixando um pouco de lado a novidade ou o fundamento. Nada muito diferente da escola antiga e suas eleições para o grêmio estudantil, por exemplo. (rs)

“The Descendants” é um bom exemplo disso. Com uma história simples, envolvendo uma drama familiar e aquele climão de dramédia que nós gostamos, o filme se desenvolve muito bem, mas sem nenhuma grande surpresa, apenas uma traição que é revelada logo no começo do filme e é o pontapé inicial para o início da jornada dos personagens. Um trabalho do diretor Alexander Payne, que nós conhecemos de “Sideways”.

Como cenário, temos o Hawaii como plano de fundo, o que por si só já é uma grande covardia. Mas um Hawaii diferente dessa vez, nublado, um tanto quanto escuro, de nuvens carregadas até. Não o tempo todo mas, pela própria abertura do filme já é possível ver um outro lado do Hawaii que nós não costumamos ver no cinema ou na TV, com os nativos cada vez mais pobres enquanto suas terras são vendidas a preços absurdos, impraticáveis por eles, transformando o lugar em uma colônia de férias para turistas endinheirados e afastando cada vez mais quem realmente nasceu e foi criado por lá.

Um problema real da região, já explorado também em Hawaii Five-O (pelo menos nos 2 ou 3 episódios que eu assisti, eles abordaram essa temática, inclusive em um com a participação Prince Charming de Once Upon a Time) e dessa vez tendo como seu defensor o George Clooney e o seu personagem Matt King.

Matt é uma homem de meia idade, que tem uma fortuna para ser resgatada a qualquer momento, devido a uma herança de terras que a sua família possuí naquela região, mas que se recusa a viver disso, se afundando cada vez mais no trabalho como advogado para tentar prover para a sua família. O que ele acaba conseguindo realizar com sucesso, com a sua casa grande com piscina e as filhas sendo bem educadas (o que ele pelo menos imagina que esteja acontecendo), mas isso as custas de deixar de lado o acompanhamento do dia a dia da sua família.

Obviamente que com isso, ele acaba perdendo o crescimento de suas filhas, vai se afastando dos amigos e seus inúmeros primos apresentados ao longo do filme, que só se encontram de vez em quando para decidir o que vão fazer com o fundo familiar e a tal herança, e até mesmo a praia ele confessa não ter usado muito nos últimos anos, mesmo morando em um lugar com aquela vista mais do que convidativa.

Essa sua ausência fez com que a sua mulher acabe tendo um caso (aquela velha e boa desculpa de sempre…) e o filme praticamente gira em torno dessa traição, que a filha mais velha descobriu sem querer e que por isso, resolveu se afastar da mãe. Mas um detalhe acaba deixando essa história mais dramática, que é o fato da mulher ter sofrido um acidente e estar em estado de coma já por algum tempo, onde mais tarde descobrimos que ela não tem chances de sobreviver e eles precisam respeitar a sua decisão de não continuar ligada aos aparelhos e esse acaba sendo outro dos problemas que eles acabam tendo que enfrentar durante a história.

Se encontrando nesse momento crítico, ele resolve então juntar as filhas para se despedir da sua mãe, mas não antes de conhecer pelo menos quem foi o homem com quem a mulher o traiu, isso depois de ser convencido e motivado pela própria filha mais velha.

O problema é que toda essa sua ausência em casa, fez com que esse homem não tenha a menor ideia de como lidar com as duas filhas, que são ótimas por sinal. Scottie (Amara Miller), a mais nova das duas, é uma pré adolescente boca suja, cheia de personalidade e uma obsessão por ter seios maiores (euri) e a mais velha, Alexandra (Shailene Woodley), magoada pela traição da mãe, nada conformada com a posição do pai diante da situação revelada por ela, um típico comportamento de adolescente que de quebra, ainda vem acompanhada do seu namorado Sid (Nick Krause), um adolescente daquele tipo que não tem muita coisa na cabeça, mas que mesmo que estupidamente, acaba surpreendendo em um certo momento do filme.

E essa relação entre eles é bem especial e com certeza é por isso que o personagem principal do George Clooney acaba ganhando ainda mais força. A dobradinha entre ele e a filha mais velha por exemplo, é mais do que excelente e a química ente os dois foi perfeita. Mas eu destacaria até muito mais o talento da atriz Shailene Woodley, do que a prórpia atuação do ator veterano, que de certa forma não chega a surpreendente, além de nós já termos o visto em algum papel semelhante ao longo de sua carreira.

Entre eles estão os diálogos mais deliciosos do filme, super sinceros e diretor, além de outras situações como o confronto do pai junto com o namorado da filha, ou a outra filha menor, falando naturalmente para o pai que a sua melhor amiga adora assistir filmes adultos e que de vez em quando até chama uns meninos na casa dela, só para ver se acontece alguma reação na região Sul deles (rs). Momentos pra lá de divertidos e de extrema sinceridade, como também quando Matt vai confrontar a melhor amiga da sua esposa na própria casa dela, na frente do seu marido (também amigo do casal) e acaba soltando umas verdades excelentes sobre essa relação de amizade das duas.

Quando chega o momento do confronto com o amante de sua mulher, Brian Speer (Matthew Lillard) que ele descobre ser um corretor de imóveis e ainda por cima estar ligado as vendas das terras de sua família, o filme fica mais divertido, com pai e filha infernizando a cabeça do amante, dentro da sua própria casa e com a sua família presente no local, podendo descobrir tudo a qualquer momento.

O diálogo entre os dois é sensacional, de uma sinceridade absurda. Matt quer detalhes, quer saber como e porque a mulher o traiu e logo vem a decepção ao perceber que o amante não era grande coisa e talvez a sua mulher tenha mesmo o traido apenas pela sua ausência (sempre uma muleta, mas que em alguns casos, até acaba servindo mesmo como desculpa, mesmo a gente achando meio assim), uma culpa que depois disso ele acaba carregando muito bem até.

Mas assim fica fácil para um ator se sobressair, não?. Clooney acaba quase que contracenando apenas com o núcleo jovem da trama, que tem mais destaque do que qualquer um dos outros atores veteranos que interpretam os seus milhares de primos ao longo da história e com isso, não tem como não evidenciar o seu trabalho de ator com muito mais experiência do que aqueles três jovens juntos. Por isso eu considero até uma injustiça a sua indicação para o Oscar e espero que ele não vença por esse papel, porque ele é um ator bem melhor do que isso e ainda vai ter a sua chance de interpretar um grande papel nos cinemas, certamente.

Tudo bem que nesse caso ele estava vivendo um homem que foi trocado, pouco vaidoso, andando de bermuda e chinelo pelas ruas do Hawaii, correndo como um homem de meia idade correria, descabelado, desmoronando em lágrimas em um certo momento, mas mesmo assim, não tem como esquecer que ele é o George Clooney e quando é necessário, ele comparece com a sua parcela de galã, como na cena do beijo roubado da mulher do tal amante, sem a menor explicação para a pobre coitada do porque de tudo aquilo.

Bacana também o personagem ter mantido a sua postura diante da mulher traidora e moribunda até o fim da sua vida, algo difícil de considerar em uma hora como essas, quando vc descobre que foi traído (isso eu preciso trabalhar em mim, porque o meu sarcasmo sempre acaba falando mais alto…). Mas nesse caso, Matt aceitou a sua parcela de culpa nesse final do casamento entre os dois e preferiu poupar as demais pessoas da verdadeira identidade da sua mulher (ou pelos menos esse lado negro da força dela), em sinal de respeito e talvez por ter entendido que aquela relação estivesse mesmo meio assim por culpa dos dois.

Outro momento que eu achei bem bacana, foi a cena em que a notícia da morte inevitável da mãe é dada para a filha menor do casal, onde não há diálogos, apenas uma música ao fundo e a dramaticidade da cena acaba falando mais alto do que qualquer outro tipo de comunicação. Só achei que eles abusaram muito da trilha de músicas típicas do Hawaii, daquele tipo com o ukelele que a gente conhece bem (muito ukelele e voz, sabe?). Em um certo momento, acaba ficando bem chato e até parecendo que a mesma música está sendo tocada em looping.

Falando um pouco da direção, só eu fiquei bem constrangido com aquele momento de transição de uma cena para a outra por trás da cabeça do George Clooney? Achei bem meio assim, do tipo totalmente desnecessária. Mas isso é apenas um detalhe para quem gosta de reparar nesse tipo de coisa.

O final da história caminha pelo óbvio, do que se espera para uma situação na qual se encontra aquela família, mesmo se tratando de um funeral atípico. Senti falta também de um encerramento para o issue da questão da família, achei que ficaram devendo essa.

A verdade é que o plot do filme está mesmo centrado na relação dessa família, onde um fato trágico e marcante na vida daquelas pessoas, acabou se tornando algo que os deixou mais próximos do que nunca no final, apesar das diferenças e do personagem principal achar que falhou como pai, ainda há tempo para tentar “consertar” isso, mesmo porque, agora é só com ele mesmo.

Um filme bacana, como vários outros que nós já vimos, sem grandes surpresas ou nada a mais, apenas mais um filme bacana.

SAG Awards 2012 – Prontos para mais um red carpet preguiça?

Janeiro 30, 2012

Que temporada é essa minha gente? Um prêmio atrás do outro.

É tanto red carpet, que a gente acaba ficando até meio assim de comentar. Mas vamos lá, força amigués, porque esse está de doer os olhos.

Que a Santa Chanel do bom gosto nos ilumine nessa hora e nos dê paciência. Amém!

Olha, não sabia que já estava a venda o bobble head da Angelina Jolie. Euquero! (rs)

Eu já disse que a Angelina Jolie tem que viver uma bruxa da Disney, porque a cara pronta para isso ela já tem, não?

Agora, o que essa imagem acabou nos revelando mesmo é que além do talento natural para ser um bruxa evil da Disney, ela também tem vocação para encarar um Sci-Fi, fazendo papel de alienígena. WOO!

Vai me dizer que vc nunca assistiu nenhum filme com um alien cabeçudo e com os bracinhos fininhos assim?

Falando no universo Disney, o que acontece com essas meninas que tem complexo de princesa de contos de fadas hein Kaley Cuoco?

Penny, Penny, Penny (sorry, mas eu também tenho toque, rs)

E as gêmeas Glenn Close e Meryl Streep, hein? Tipo Ruth e Raquel, rs

Nesse caso, Meryl levou a pior, porque eu sempre acho que ela usa tecido demais e quase sempre imprime que esta usando a mesma roupa em cores diferentes. Sabe aquela canga de seda que vc pode amarrar de 1001 formas e que toda hora no verão, tem um cara fazendo a demonstração em programas preguiça da Tv? Então…

Já a Gleen Cruella Patty Hewes Close levou a melhor com o seu look de sogra pure evil que não aprova a união do seu filho único e faz questão de ficar de cara amarrada durante toda a cerimônia.

Agora eu sinto muito em dizer, mas a Emma Stone e a Michelle Williams me decepcionaram na noite de ontém, hein? Fom forom fom fom.

Emma foi de Alexander  McQueen, o que sempre é um ponto a favor para qualquer um, só que eu repensaria o vestido, mas manteria a clutch com orgulho.

E a Michelle não segurou esse Valentino neam?

Talvez porque ele não seja dos melhores e eu detesto esse tipo de barra na saia.

Vamos falar de fendas?

Então, eu não gosto de fendas e quem acompanha o Guilt já sabe disso.

Acho sempre meio preguiça e quase sempre acaba imprimindo uma vulgaridade desnecessária, ainda mais se for assim super profunda, como essa fenda da  Lea Michele, que se fosse ainda mais profundo, cruzaria os países baixos e chegaria facilmente até a testa, onde acabaria sendo confundida com a cicatriz do Harry Potter.

O mesmo vale para a Emily Blunt, que foi com uma fenda um pouco mais comportada, mas que não precisava disso. Ainda mais ela, que já foi secretária/assistente do Diabo, já foi rainha e de quebra, ainda carrega um tipo de acessório dos mais invejáveis ever.

Acessório esse que é o John Krasinski, é claro. E vcs viram?

Nessa imagem que a fenda do vestido nem aparece, ele parece ser bem mais bonito do que ele realmente é.

John Krasinski = Jim = Perfect Match = HÖY! (fórmula do boy magia, que é bom decorar para o vestibular da vida, rs. Ps: mas existem variações dessa fórmula, rs)

Já que falamos do Jim, temos um recado para a sua mulher, a Pam: Abre o olho, que aquela sua substituta anda bem de olho no seu boy magia em The Office,  hein? Estamos de olho…

Na verdade, alguém poderia dizer para a Jenna Fisher que essa cabelinho cacheado de época não dá, hein?

E a Jessica Chastain, hein?

Tão linda, tão ruiva, tão talentosa e tão preguiçosa, não?

Custava se esforçar mais?

Tudo bem que esse azul do vestido dela é delicioso neam? Mas só isso não é o suficiente.

Zzzz

Se a Kristen Wiig tivesse amigos sinceros, certamente um deles teria avisado que não se deve usar frente única com colar do tipo coleira neam?

Querida Dianna Agron, eu ainda não consegui me decidir se eu tenho mais preguiça do seu vestido ou da sua personagem em Glee.

Zzzz

Agora vamos falar de volumes?

Dessa vez, diferente do que sempre acontece,  o volume saiu dos quadris ou das saias do tipo sereia e subiu para o peito.

Não sei porque, mas eu acho que a Natalie Portman não esta mais na sua melhor fase.

Acho a cor triste, acho que não combinou com ela e não acho poder. Eu evitaria.

Mas pode ficar pior, como no caso desse volumão do vestido da Sofia Vergara. Ai minha família! (quote, rs)

Porque neam?

Já pensou se um passarinho pousar ali, achando que é uma daquelas fontes em formato de concha?

Ou pior, já pensou se alguém confunde com depósito de bateria ou de pilha velha?

Eu vejo uma humilhação desnecessária, por isso também evitaria.

Agora, por incrível que pareça, eu achei que de todos esses volumes no peito, o que funcionou melhor, surpreendentemente foi o da Amber Riley, que eu achei bem bom, sem preguiça nenhuma.

Gosto de quem se arrisca bem e achei que ficou um volume interessante no conjunto todo.

Só eu acho que a  Rose Byrne ficou careca?

Desde que ela decidiu se tornar uma fashionista, eu tenho uma preguiça dobrada dela, apesar de continuar amando Damages e sonhar com o dia em que Patty Hewes vai dançar o Futterwacken no túmulo da Ellen, embora elas não sejam inimigas na série (não exatamente…)

Anna Wintour já pensa em processar e a Edna Moda diz que não aceita a cópia barata e irá tomar as devidas providências.

E foi só a gente elogiar a Tilda, para ela se render a preguiça do nude que não é muito bem um nude preguiça.

Achei que faltou vida, faltou poder. Humpf!

Agora, uma que se redimiu direitinho depois do seu look desastre no Golden Globes, essa foi a Kelly Osbourne, hein?

Apareceu linda, mesmo combinando a cor do vestido com a cor do cabelo.

Ouvi vários fashionistas dizendo que amaram a cor do cabelo pavoroso dela, mas desculpa, pra mim, continua imprimindo cabelo de Barbie velha. Fato.

E eu disse velha e não antiga, o que é uma grande diferença.

Aproveitando a leva de looks mais claros, achei que a Viola Davis estava sensacional com esse branco e dourado hein?

Look de ricah premiada da noite. Clap Clap Clap!

E a Kyra Sedgwick que me apareceu bonita na premiação?

Conta pra gente onde vende esse suco gummy da juventude que vc andou tomando hein Kyra?

Porque todas sabem que essa não é a sua verdadeira cara. (rs)

Agora chegou a hora da cor da noite: o preto.

Quem esteve maravileeeandra no red carpet do SAG Awards 2012, escolheu um pretinho nada básico para chamar de seu.

Como a Jayma Mays, a Ashlee Simpson e a lindíssima Amber Heard, que escolheram três modelos bem diferentes e bem dos sensacionais.

E agora que estamos chegando ao final, vamos ver os três (na verdade 4) melhores looks da noite.

 

3 – Shailene Woodley

Maravileeeandra com essa estampa floral e esse vermelho que salta desse fundo azul do vestido.

By L’Wren Scott

 

2 – Emilia Clarke

Tá pensando que ser mulher de Karl Drogo é coisa pouca?

Não é não viu? E a Emilia Clarke, o peitinho mais bem pago do momento em  Game Of Thrones foi com esses Chanel bicolor sensacional!

Maravileeeandra!

 

1- Tina Fey (+ Jane Krakowski)

E quem diria que a Tina Fey seria o nosso primeiro lugar, hein? Aposto que ela está aos prantos lá no Rockefeller Center.

Na verdade, esse primeiro lugar vale mais como um incentivo, para dizer que ela anda no caminho certo com esse seu Versace vintage e poder.

E também  amamos a dobradinha de 30 Rock! (embora o Antonio Berardi da Jane Krakowski, seja melgor do que o da Tina)

E esse foi o SAG Awards 2012. Mas eu não poderia encerrar esse post sem dedicar todo o amor do Guilt para:

Betty White, que ainda levou o prêmio de melhor atriz em comédia. MUSE! Clap Clap Clap!

E também para a dobradinha Bryan Cranston e Aaron Paul , que é sempre sensacional, não?

Estou achando que o Aaron está mais gordinho e mais bonitinho do que nunca e que o Bryan Cranston é tipo outra pessoa com cabelo e sem a caracterização do Mr White, hein?

Sabe talento? Então…2 ótimos exemplos.


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