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The Voice Season 4, Finale

Junho 21, 2013

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(Blind Auditions, The Battles, The Knockouts)

Não foi um final feliz, mas também não foi um final exatamente triste. Ou seja, confirmou! A Season 4 do The Voice não poderia ter sido mais morna.

Desde que começou, venho reclamando por aqui em relação a temperatura dessa Season 4 do The Voice, que tinha tudo para ter sido muito mais quente, principalmente se levarmos em consideração as mudanças que acabaram ocorrendo no reality, principalmente por parte da entrada dos novos coaches (que até que conseguiram se colocar muito bem dentro do programa e isso naturalmente), trazendo uma renovação para o mesmo, mas que na verdade, mesmo com todas as novidades essa nova temporada do The Voice poucas vezes conseguiu se manter acima da temperatura constantemente morna. Algo que além do desgaste natural de um reality de sucesso que insiste em permanecer no ar por duas vezes ao ano, muito provavelmente acabou se dando também pelo elenco visivelmente mais fraco de participantes dessa temporada, que demorou demais para que a gente realmente se apegasse a maioria. Com a exceção de um ou outro, como a Michelle Chamuel por exemplo, por quem criamos uma empatia logo de cara e que acabou se tornando uma das finalistas.

Michelle Chamuel, The Swon Brothers e Danielle Bradbery eram os três finalistas da vez, que se apresentaram em dois programas de duas horas de duração cada. Dois deles pelo super bem sucedido #TeamBlake, que é notável que tenha chegado até onde chegou emprestando boa parte do carisma do seu próprio coach Blake Shelton, que transborda simpatia em suas covinhas adoráveis e a atitude de moço semi irresponsável do interior, mas ao mesmo tempo adoravelmente paternal. Ele que defende um nicho de mercado bem específico com a sua country music, algo que poderia inclusive acabar sendo prejudicial para o mesmo por se tratar de um gênero específico, mas que o Blake com a sua aura patriarcal e risada de Papai Noel, conseguiu contornar facilmente, inclusive conseguindo nos fazer achar o seu country até que bacana, isso quando eles não tentam forçar a barra, como na participação daquela dupla de sertanejo universitário bem meio assim que acabou se apresentando durante a finale. Mas além de todo o seu carisma especial e dois competidores do seu time na finale, Blake contava também com o fator de estar fazendo aniversário durante a noite da finale dessa Season 4 e se para o UÓsher valeu apelar ao vivo para os seus seguidores do Twitter e do Instagram em um determinado momento da temporada para pedir votos para a sua Michelle (que nem estava precisando naquele momento, repito), para o Blake também acabou valendo o desejo de um pedido bem especial como presente de aniversário para aquela noite (que ele manteve a classe e o jogo limpo e não fez ao vivo durante o episódio), que caso se concretizasse, seria a sua terceira vitória dentro do programa, a segunda consecutiva e com dois finalistas do seu time permanecendo no programa até essa etapa. #HELLYEAH

The Voice - Season 4

(The Live Playoffs, Live Top 12)

A outra finalista pertencia ao #TeamUÓsher, algo que já contava contra ela mesmo logo de cara, quando descobrimos que UÓsher era o vilão da vez. Sim, não gostamos da postura “militar” do novo coach ao longo da temporada e reclamamos por aqui por diversas vezes. Diversas mesmo. Mas ao mesmo tempo, temos que reconhecer que embora megabitch, com a Michelle ele pelo menos sempre foi bem bacana. É, foi. Apesar de torcer o nariz para a ideia do UÓsher que conhecemos ao longo da temporada sair como o grande vencedor da vez, era praticamente impossível torcer contra a sua candidata para essa finale, que foi uma das poucas por quem nos apaixonamos e torcemos desde o começo dessa Season 4. Michelle não tinha algo mais, tinha exatamente algo menos. Era simples, quase desmontada, aparecia sempre com os cabelos quase que de qualquer jeito, mas ao mesmo tempo era dona de uma carisma e uma humildade linda de se ver dentro e fora do palco, além da sua voz, que embora tenha parecido até que pequena por algumas vezes (quando eu digo isso, eu quero dizer em relação a escolha do repertório, OK?), sempre nos chamou a atenção também. Sem contar que ela parecia a garota possível, aquela que dificilmente chegaria naquele palco se não fosse exatamente através da dinâmica de um reality como o The Voice, que desde sempre priorizou o talento para formar o seu time da vez ao invés de qualquer outra coisa (pelo menos a princípio) e foi bem bacana ver a America antiga comprando a ideia de que Michelle tinha realmente algo de bastante especial para nos mostrar.

Para a reta final da série eles nos prepararam dois grandes episódios de duas horas de duração cada e confesso que mesmo reconhecendo que essa não foi das melhores temporadas do The Voice (que eu inclusive acho a mais fraca até agora), acabamos ganhando dois excelentes episódios para encerrar essa morna Season 4 e tentar aumentar a sua temperatura. E já começamos com uma apresentação dos coaches novamente reunidos ao som de “With a Little Help From My Friends”, que a princípio pareceu meio desencontrada, talvez pelas constantes quebras de apenas uma frase para cada um deles cantar, mas que ao final acabou nos ganhando com as notas longas de todos (inclusive com o Blake dando o sangue nesse momento), os quadris impossíveis da Shakira (sim, ela conseguiu achar um espaço para a presença deles dentro dessa música) e o Blake cantando a line “I need someone to love” e dando aquela cutucada apaixonante no Adam, declarando explicitamente o seu amor pelo colega de cadeira vermelha que a propósito, ele nunca fez muita questão de esconder ter uma #CRUSH daquelas.

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(Live Top 10, Live Top 8)

Concorrendo pelo #TeamBlake, abrimos a reta final da competição com o The Swon Brothers entregando um outro lado da dupla e mais uma vez ao som do Eagles. Uma apresentação mais calma, com “voz de menina”, como bem disse o UÓsher (que disse também ter ficado esperando entrar o terceiro Bee Gees no palco, rs). Como o maior momento da dupla durante a temporada, eles acabaram repetindo a música da apresentação da semana passada, embora eu não ache que esse foi o maior momento da dupla durante essa Season 4, que ao meu ver deveria ter ficado por conta daquele outra apresentação também ao som do Eagles. Mas talvez fosse demais para uma única noite, então tudo bem, pelo menos não foi algo “enraizado” demais. Mais tarde chegava a vez dos irmãos Zach e Colton (acho que é a primeira vez que falamos os verdadeiros nomes deles por aqui) se apresentarem ao lado do coach de três metros de altura mais amado do momento e com uma letra divertidíssima e super cínica por sinal, com eles agora formando um trio, eles nos entregaram uma excelente apresentação. E como o Blake se diverte durante esses momentos, não? É visível na cara dele. E foi bem bacana que com o encontro do Blake com a família da dupla, acabamos descobrindo também as raízes de todo aquele humor dos meninos. Preciso dizer que apesar de não ser o meu estilo preferido, acabei simpatizando com ambos, justamente por conta de todo esse bom humor (até maiô eles aceitaram usar, vai?), muito embora eles representem algo que traduzido para a nossa realidade aqui, já estamos mais do que saturados. Sem contar que todas as apresentações deles menos country e com base no piano e voz foram lindas.

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(Live Top 6, Live Semi Final)

Ainda pelo #TeamBlake tivemos as apresentações da Danielle Bradbery, que eu continuo afirmando categoricamente como todas elas soaram praticamente como a mesma durante a temporada inteira. Ouça e preste atenção… Mas Danielle representa o sonho americano realizado, a menina linda e bem educada, com cara de princesa Disney (e entendam que quando eu digo isso, eu não acho que ela deveria ter sido punida exatamente por isso) e que além de tudo sabe cantar direitinho. E canta sim, bem direitinho, mas eu não acho que suas apresentações não tenham falhas e além disso, digo mais uma vez que além de soar sempre muito parecido a cada semana, pouco vimos ela se arriscar ou mostrar outras vertentes da sua potência vocal. Ao mesmo tempo, precisamos lembrar que Danielle é apenas uma menina que sim, pode até ter muito o que aprender ainda na vida mas nesse exato momento, avaliando apenas o presente, nunca nos convenceu muito sobre o fato de merecer ser uma das finalistas do programa, ainda mais com tantos outros talentos bem mais profissionais do que ela, que inclusive acabaram saindo antes. Mas ela parece ser uma menina bacana e apesar da aparência de Princesa Disney do Country, foi fácil perceber que Danielle era sim uma garota bem especial, pé no chão, tímida até e pouco convencida a respeito do seu talento ou em relação qualquer outra coisa que a vida lhe tenha sido mais generosa (rs), algo que também sempre nos chamou atenção a seu respeito e só por isso nunca chegamos a desaprovar totalmente a sua permanência no programa. Sem contar que ver aquela menina tão jovem, cantando tão bem ao lado do seu coach que mais parecia um pai durante aquele dueto, acabou sendo um momento bem especial para o The Voice, ainda mais com aquela letra que parecia uma declaração de amor, mas um outro tipo de amor e que foi lindo poder perceber mais uma vez o quanto o Blake se entrega para os representantes do seu time e se apega a cada um deles. Posso estar absolutamente enganado, mas aquele tipo de carinho é bem difícil de se fingir, ainda mais para um homem que com aquele tamanho todo ocupa um espaço gigantesco diante da tela. (tenho adorado os takes diretamente da sua cadeira, tipo o mega close que ele ganhou na finale, ou quando a câmera aparece por trás dele e de frente para o palco)

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Agora, pelo #TeamUÓsher, é impossível não reconhecer que a Michelle Chamuel acabou roubando a cena durante esse primeiro programa da final do The Voice. Ela que chegou bem morna repetindo o seu hit ao som da música da Taylor Swift durante a sua primeira apresentação da noite (ninguém mandou escolher uma letra da cara de alface lisa, neam?), mas que logo em seguida acabou roubando a cena de uma vez por todas ao som de “Why” da Annie Lennox, que teve um truque de espelhos super bacana no começo (inclusive o Blake ficou empolgadíssimo a respeito, rs), calando a minha própria boca a respeito de um comentário que eu já estava pronto para fazer sobre uma suposta repetição do que já vimos ela fazendo anteriormente no programa e que não foi o caso dessa vez. #SuckIt Essy! Uma performance linda, onde eu não sei exatamente o que houve, mas pela primeira vez eu consegui ouvir claramente a sua voz sem achar que ela estava menor do que deveria para a música escolhida. E ao final, o seu dueto com o próprio UÓsher ao som de “One” durante o mesmo episódio foi lindíssimo, eu diria até que foi de longe o melhor da noite, apesar de não gostar muito de ter que reconhecer isso única e exclusivamente por conta do próprio coach megabitch, mas que foi sim sensacional. Performance que confirmava que aquela primeira noite da finale realmente havia sido dela e de mais ninguém. Sorry para todos os outros, inclusive o Blake. Sem contar toda a trajetória da Michelle dentro do programa, a história de vida da sua família que conhecemos um pouco mais também durante o episódio (vou ter que reconhecer aqui que apesar de tudo, o UÓsher tem um bom gosto viu? AMEI o brunch, que depois ele chamou de jantar, rs) e ela sempre nos pareceu ser super humilde, grata a tudo o que acabou recebendo do programa, especialmente do seu coach, que pode não ser o nosso preferido (por mim nem voltava, tisc tisc), mas que também não podemos dizer que não tenha sido super bacana com ela.

Mas de especial mesmo durante o primeiro episódio da semana além das últimas apresentações de todos eles, o que nós tivemos mesmo foi a participação adorkable da Shakira, que também confirmou uma impressão que sempre tivemos dela, sendo super foufa e segurando a bandeira “Go Okies” para o The Swon Brothers, depois de óculos durante a apresentação da Michelle e finalizando com o seu chapéu de cowboy em homenagem a Danielle. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Não, não tem Shaks (♥) e já estamos morrendo de saudades de toda a sua doçura, sem contar que ela ainda ficou nos devendo uma apresentação fierce daquelas, não? E um outro momento que também foi lindo durante esse mesmo programa, foi a apresentação de “Home” do Edward Sharpe And The Magnetic Zeros (que eu descobri no passado por conta de Rainsing Hope até), dos finalistas do programa que do meio do nada ganharam a participação dos demais participantes de cada um dos quatro times dessa temporada. Um momento pra lá de especial com todos eles se separando em seus respectivos times mais perto do final da apresentação e nos entregando uma deliciosa despedida. Algo que eu preciso dizer também antes de encerrar esse episódio é o quanto o Blake consegue ser bacana sempre, com um ego que parece quase não existir para um artista do seu tamanho, tendo o que dizer de muito bacana não só para o seu time de finalistas, mas também para aquela que naquele momento representava o seu adversário, pouco se importando em valorizar apenas os seus interesses em jogo naquele momento, mas fazendo questão de incluir todo mundo no que de bem bacana ele ainda reservava para dizer para cada um deles, inclusive para quem não fazia parte do seu time. Algo notável dentro de um universo conhecido por seus egos inflamados e alguns altamente inflamáveis, não? As vezes fico com a impressão que naquele seu latte especial tem mesmo é açúcar, tempero, coisas fofinhas, magia e que o Blake na verdade é uma das Meninas Super Poderosas. Suspeito…

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Para o episódio final, esse com a revelação de quem seria o vencedor da Season 4 do The Voice, tivemos mais um episódio bem bacana e esse com 58 participações especiais, entre elas a Christina Aguilera que voltou para casa pela metade, magra tipo wannabe Khaleesi (mas ainda longe de conseguir alcançar a mother of dragons) e de barriga de fora. Vou repetir essa última parte para quem achou que não leu direito: “E DE RABIGA DE FORA”. Acha que foi um milagre divino? E se eu disser que Deus em pessoa também esteve no palco do The Voice? Sim, Cher esteve entre nós durante essa finale, meio medicada e bem meio assim, mas esteve e uma entidade religiosa desse nível nós temos que louvar mesmo quando ela não aparece no seu melhor estado. Mas eu me recuso a falar qualquer outra coisa a respeito de Deus, porque quero um camarote VIP na buatchy do céu então, é melhor deixar pra lá. Foi lindo. Amém! (rs) Mas a boa apresentação dos convidados da noite ficou mesmo para o Bruno Mars e sim, vocês já podem começar a me julgar em 3, 2, 1, porque eu realmente achei e disse isso. Está gravado.

Como apresentações finais dos finalistas dessa Season 4 tivemos algumas parcerias com seus artistas preferidos, além do retorno de alguns rostinhos conhecidos escolhidos por cada um deles para se apresentarem em conjunto, além da apresentação dos grupos de meninos e meninas daqueles que sobraram, rs. E nessa hora, quem acabou se dando melhor novamente foi a Michelle Chamuel, que fez um dueto lindo com o One Republic ao som da excelente “Counting Stars”, que foi sensacional e eu não consigo parar de ouvir nunca mais. Inclusive estou ouvindo agora por isso, deixa acabar o refrão porque eu sempre me empolgo nessa parte, rs.

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Além disso, os momentos mais legais desse final de temporada ficaram mesmo por conta dos vídeos que sempre são clássicos nas finales do The Voice e dessa vez, todos eles foram praticamente protagonizados pelo aniversariante do dia, Blake (♥) Shelton, que mesmo do alto dos seus mais de três metros de altura de pura foufurice country y’all, conseguiu se tornar algo ainda maior e ainda mais foufo. O primeiro foi marcado pela volta do assunto “bromance” entre ele e o Adam, que durante essa temporada ficou abalando com a chegada do novo sabor do programa e se você está achando que estamos falando da Shakira, você está bem enganado, porque o novo interesse do Blake realmente acabou sendo o UÓsher. Com um vídeo delicioso e extremamente bem humorado, eles nos ilustraram perfeitamente o quanto a dinâmica desse famoso bromance da mitologia do The Voice acabou mudando ao longo da temporada, algo que deixou o Adam visivelmente com ciúmes (rs, mas é verdade…), mas ao final do vídeo, ganhamos a declaração do Blake que o seu coração ainda pertence ao Adam, que o retribuiu o gesto com uma sentada no colo do amigo. Sério, não estou brincando e sim, me imagino automaticamente sentando na outra perna do Blake. “I brove you both”. #HELLYEAH

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Tivemos ainda um outro vídeo também super bem humorado, com os três coaches da ala masculina do programa tentando soletrar ou decifrar o significado de algumas palavras em inglês ditas pela Shakira ao longo da temporada e novamente o Blake acabou roubando a cena com o seu bom humor que deve ser exatamente do tamanho que nós imaginamos que ele tenha pessoalmente enquanto gigante. Mas esses dois vídeos não foram nada quando comparados a um outro deles, esse com as “imagens perdidas” das técnicas de coach do Blake, fazendo uma brincadeira super bem humorada e absolutamente debochada com os métodos utilizados pelo seu adversário nessa reta final, UÓsher e foram momentos que eu confesso que me arrancaram gargalhadas incontroláveis. Sério, quando ele apareceu com aquele espelho gigante para a Danielle, eu quase perdi o ar de tanto que eu ri. Por isso eu repito, #TEMCOMONAOAMAR o Blake? NÃO, NÃO TEM (♥ – em caixa alta devido a sua altura)

Até que chegamos ao anúncio dos resultados finais dessa Season 4, que até esse momento pareciam ser bem favoráveis ao UÓsher, mesmo estando o Blake com a maior vantagem no jogo. Em terceiro lugar tivemos o The Swon Brothers, que foi a dupla que conseguiu chegar mais longe no programa e eu confesso que antes deles eu sempre achei a questão das duplas algo bastante difícil de se aceitar no The Voice, algo que eles conseguiram mudar e merecem todo crédito por isso. Mereciam inclusive ter ficado em segundo lugar pelo menos, caso os resultados finais fossem outros. Em segundo lugar e para a nossa total surpresa nessa reta final, tivemos a Michelle Chamuel, infelizmente, que tinha tudo para ganhar essa temporada por todas as razões desse mundo exceto pelo seu coach (a quem eu gostaria de atribuir a derrota. Perdeu porque todo mundo percebeu que você é megabitch, UÓsher…), deixando o primeiro lugar dessa Season 4 do The Voice para a Danielle Bradbery, que obviamente ficou bem nervosa, praticamente sem conseguir acreditar muito em tudo aquilo, sem conseguir inclusive sequer cantar no final (e a mãe dela cantando a letra da música para ver se ela pegava? #TEMCOMONAOAMAR? Aliás, sacanagem colocar a pessoa para cantar nessa hora, não?), o que provou que ela não era uma Princesa Disney e sim humana e abrindo espaço para o nosso gigante de três metros de altura subir novamente ao palco, saindo mais uma vez como o coach vencedor da temporada. Go Blake! Go Blake! #TeamBlake

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É claro que lamentamos o fato da Michelle não ter levado o maior prêmio para casa, algo que seria difícil de aceitar por conta do seu coach megabitch, mas que ao mesmo tempo se tornava algo bem menor a cada semana em relação ao seu carisma e talento. Mas ao mesmo tempo também, além de ter sido super compreensível a vitória da Danielle Bradbery, que representa o tal sonho americano da filha que todo mundo gostaria de ter em casa (inclusive o próprio Blake. E como ela errou o vestido de sweet sixteen na finale, não?) e apesar de ter sido uma escolha óbvia e da gente até ter torcido mais para o The Swon Brothers que também pertencia ao #TeamBlake do que para ela, é quase impossível não acabar feliz de qualquer forma por ver o Blake levando mais essa, por mais cansativo e prejudicial que isso possa ser inclusive para o próprio dentro do programa. Arrisco em dizer que o carisma do Blake acabou se tornando algo que talvez a essa altura já possa ser considerado maior do que qualquer outra coisa dentro do programa e vai ser bem difícil conseguir ganhar qualquer coisa dele, viu? Apesar de entender todo o apelo da Danielle em relação a America antiga e de reconhecer o seu talento (ela que imediatamente já assinou com a gravadora da Taylor Swift, que eu suspeito que ofereceu o contrato só para não deixar que ela se tornasse maior do que a própria Taylor… sabe aquela história de manter o inimigo por perto? Então… mas ela disse também que quer o Blake envolvido no seu trabalho então, veremos o que vai dar), é impossível não desconfiar que essa vitória não tenha chegado apenas como um merecido presente de aniversário para aquele que a gente adoraria que fosse o nosso próprio coach.

E assim encerramos a temporada morna do The Voice, que para fazer justiça a sua temperatura, não poderia ter um final melhor. E apesar de reconhecer que o programa talvez já esteja precisando se renovar de alguma forma e o óbvio a essa altura seria mesmo umas férias forçadas para o Adam e o Blake durante pelo menos uma das próximas temporadas, como ganharam o Cee Lo e a Christina Aguilera (que voltam para a Season 5, mas saem logo em seguida para a volta da Shaks e do UÓsher durante a Season 6), confesso para vocês que esse continua sendo um dos realitys que eu mais gosto de assistir sem perder nada, mesmo quando não é tão bacana assim.

Red red red red red red redneck!

 

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The Voice Season 4, Live Top 6

Junho 10, 2013

The Voice - Season 4

Semaninha difícil essa no The Voice, hein?

Não sei se porque boa parte dos meus candidatos preferidos dessa Season 4 já foram eliminados, alguns inclusive inexplicavelmente, mas nenhuma semana foi tão custosa quanto essa das apresentações do Top 6. Se a temporada até aqui estava bem morna, uma reclamação recorrente ao longo da mesma, nessa semana eles realmente esfriaram de vez, tanto que a eliminação foi super óbvia, quase preguiçosa e totalmente previsível. Sem contar que foi quase desanimadora, com o anúncio de que dessa vez, apenas um deles seguiria para casa, talvez pelo susto que acabaram tomando na semana passada, quando duas das maiores e melhores vozes dessa Season 4 do The Voice acabaram se despedindo. Mas não deveriam ter pensando nisso antes?

E de certa forma, bastava fazer as contas para se ter uma ideia do que poderia acabar acontecendo essa semana, já que os números eram Shaks, Adummy e UÓsher com apenas 1 representante em cada um de seus times e o Blake com uma larga vantagem além dos seus três metros de altura (Höy!), com 3 participantes ainda sobrevivendo em seu time, retendo metade do atual elenco da temporada e a transformando praticamente em um semi mini festival country. Claro que a essa altura não há regras em relação as eliminações a não ser o apelo popular de cada um deles (e a ajudinha de alguns coaches nas redes sociais, como vimos o UÓsher fazendo covardemente recentemente), mas estava mais do que na cara que o #TeamBlake tinha grandes chances de não permanecer o mesmo por mais uma semana consecutiva.

Essa semana também eles tiveram a chance de se apresentar duas vezes no palco, sendo uma delas a partir de uma escolha própria de repertório e a outra obedecendo a escolha de seus coaches. Nesse caminho, com o time do Blake assumidamente country, tivemos uma tomada do palco pelo seguimento, que acabou reinando durante essa semana e talvez por isso tenha sido tudo tão meio assim (justifico aqui a minha falta de conhecimento e ou interesse no assunto). Mas não foi só isso e acho importante que os outros coaches se atenham mais aos detalhes porque dessa vez, tomando um espaço que havia sido do Adam durante a temporada anterior, Blake veio apostando tudo na teatricalidade do seu time, com performances grandiosas e cenários de longe muito mais elaborados do que qualquer um dos demais concorrentes e essa diferença entre eles, além do número muito maior de performances por conta de um time com mais integrantes (o seu time foi responsável por seis delas por exemplo, fora aquelas em grupo ou em dupla que sempre acabam acontecendo) ficou visível a diferença e o cuidado que todas elas acabaram recebendo a mais por parte do Blake do que os outros participantes receberem de seus respectivos coaches. Será que existe cota?

Como sobrevivente do #TeamUÓsher tivemos a Michelle Chamuel nos entregando uma dos grandes hits do Keane, mas apesar de ainda se identificar como uma artista indie (algo que nunca me pareceu muito justo porque não foi como conhecemos a candidata ao longo da temporada), Michelle não conseguiu convencer se arriscando dentro desse tipo de repertório. A voz permaneceu pequena, contida, com um vibrato estranho (pra mim) em determinados momentos e uma dramaticidade que não convenceu, apesar de ter sido aplaudida e muito até, provando que o carisma é realmente muito importante nessas horas. Algo que se repetiu durante sua segunda apresentação da noite, essa bem mais dentro do que ela tem proposto ao longo da temporada, dessa vez ao som de Taylor Swift, que nos agraciou com a sua presença e carisma de uma alface lisa durante os ensaios. ZzZZZ. Mas essa foi uma apresentação bem superior a primeira, mais solta e dentro do que imaginamos Michelle fazendo dentro da sua carreira, o qual ela deveria assumir mais ao invés de tentar ser vendida como uma artista indie, que parece ter mais a ver com a sua personalidade do que com a sua música.

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Adam veio magoado essa semana, mas tentou se conter depois da sua declaração “super polêmica” dizendo que odiava a America antiga pelos resultados que afetaram o seu time durante a semana anterior (e quem não odiou, incluindo a própria America antiga nessa questão, hein?). Mas foi bacana vê-los não levando nada daquilo a sério, ao contrário da imprensa, que só falou disso depois do acontecido, algo que eu cheguei até a considerar que talvez acabasse o prejudicando de alguma forma. Mas Amber Carrington, a única sobrevivente do #TeamAdam a essa altura (a última escolha dele para o seu time no começo da temporada e pela qual nenhum dos outros se interessou no passado, tisc tisc), também é dona de um talento inegável, mesmo que a princípio ela não tenha nos convencido tanto assim do que seria capaz de mostrar. Apesar do seu grande momento ao som de Adele durante o episódio anterior, Amber foi prejudicada pelo repertório, bem meio assim, apesar de ter sido lindo o Adam escolhendo algo do Skid Row para que ela se apresentasse durante essa semana. Duas apresentações fracas diante do poder que havia aparecido no seu momento anterior naquele palco, mas muito bem executadas e OK, apesar do figurino pavoroso da sua segunda performance da noite. (#CREDINCRUZ)

Shaks parece que vem criando realmente a nova Sasha Fierce, porque a sua Sasha Allen tem estado #UNFIRAH naquele palco. Cantando Aretha, de amarelo, Sasha esteve linda, com aquela voz poderosa de sempre, nos hipnotizando com o seu talento que de vez em quando chega a assustar em meio ao seus berros durante suas performances, que sim, assustam, mas não irritam, muito pelo contrário. Na sequência, foi a vez dela mostrar realmente a que veio e talvez quem ela sonha em ser um dia, com uma performance extremamente sexy para o #TeamShakira, com direito a uma despida no palco, botas pretas até as coxas (Blake ficou animadíssimo e só eu acho que toda vez que a Sasha canta qualquer coisa mais assim, o UÓsher fica tentando esconder uma provavel ereção? Shaks também, mas essa não se importa em mostrar, rs) e uma letra cheia de rancor, que todos nós gostamos de cantar nos imaginando exatamente naquelas condições (ela cantando para o Adam no final foi ótimo e as provocações do Carson com ele a respeito da Sasha já ter sido do seu time também, rs). Eu pelo menos confesso da minha parte que sim, rs. #HELLYEAH

No #TeamBlake tivemos as performances mais bem trabalhadas da noite, com cenários sensacionais e super bem produzidos, mas que ao mesmo tempo acabaram deixando a desejar em seu repertório e força. Holly Tucker voltou acreditando que ela tinha uma personalidade mais forte do que aparenta ter e alguém realmente precisava avisá-la que se essa personalidade realmente existe dentro dela, anda tão escondida que até agora não conseguimos encontrar. Danielle Bradbery já nos provou que é exatamente aquilo, uma menina de 15 ou 16 anos que sabe cantar direitinho, mas só aprendeu a cantar de um único jeito, sem explorar novas nuances ou diferentes vertentes com a sua voz, algo que é visível que ela ainda precise de mais experiência para adquirir com o tempo e por isso também foi bem chatinha durante essa semana, apesar de aparentemente ser a nova queridinha da America, desde que apareceu pela primeira vez no programa e talvez inclusive seja uma das possíveis finalistas. Se cuida Taylor Swift! Já o The Swon Brothers essa semana fizeram uma excursão para o interior do interior e estiveram praticamente regionais em suas performances, que apesar de muito bem executadas (aquele Salloon da primeira delas foi ótimo) como sempre, também não chegou a empolgar ou nos impressionar como eles fizeram quando se arriscaram ao som de Eagles um dia desses. Mas para ser justo, quando em “trio”, contando com a participação da Holly durante o episódio da terça, eles estiveram todos bem melhores. E como se o #TeamBlake já não estivesse super completo e praticamente dominando essa etapa da nova temporada, ainda tivemos o retorno da Cassadee Pope, vencedora da Season 3 (ela que teve o Blake como seu coach) para o palco do The Voice, cantando seu primeiro single. Boa sorte, Cassadee! (e o Blake pedindo votos para ela foi ótimo também!)

E com performances bem meio assim, se a gente já não contasse que o #TeamBlake acabaria sendo obviamente o time prejudicado da vez, talvez a gente até ficasse em dúvida sobre quem deveria ser eliminado durante essa semana, exceto pela Michelle e a Sasha, que definitivamente tiveram seus momentos de destaque essa semana (algo que vem se repetindo com frequência, apesar daquela performance completamente meio assim das duas como dupla ao som de Madonna antiga durante o segundo episódio da semana), mas a vaga para uma excursão para o olho da rua dessa vez acabou sobrando para a Holly Tucker, que apesar de super talentosa e dedicada, realmente deixava e muito a desejar em termos de carisma e nunca conseguiu nos convencer do contrário. Sorry Holly! Para ser bem justo, essa foi a eliminação que deveria ter acontecido durante a semana anterior, com apenas um deles saindo e esse um sendo a Holly…

Agora restam apenas 5 e algo me diz que essa semana talvez um deles acabe sem ninguém em seu time. Veremos…

 

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The Voice Season 4, Live Top 8

Junho 3, 2013

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OMFG! O que aconteceu essa semana com o The Voice, minha gente? Se esses não foram os dois melhores episódios dessa Season 4, pelo menos eles certamente foram os mais surpreendentes. E injustos também. #HELLYEAH

Nossas reclamações a respeito de uma temporada morna praticamente desapareceram e dessa vez não pelo drama do ar condicionado de um dia desses e sim por tudo o que acabou acontecendo no programa. Além de performances verdadeiramente boas e um resultado praticamente inacreditável, essa semana no The Voice tivemos também o atraque entre o Carson e o UÓsher, que nos rendeu boas risadas e acho que podemos dizer que o Carson nunca esteve tão solto naquele palco.

Sim, Carson estava UNFIRAH chamando o UÓsher de “Urkel”, que devolveu a provocação chamando o Carson de “Jimmy Neutron” e a partir dessa briga de meninos de 10 anos no intervalo do colégio nasceu uma batalha que parece que não teve fim, com o Carson perguntando ao vivo se estava tudo bem entre eles depois do acontecido e o UÓsher, que novamente veio vestido para a guerra e naquele momento certamente estava pensando em pelo menos 245 formas de silenciar o adversário só como o olhar por ter trazido o assunto de volta a tona, disse que só reagiu porque ele começou e o Carson respondeu dizendo que ele terminou e o UÓsher praticamente finalizou dizendo que quando o Carson quiser, ele está pronto. Só faltou bater no peito, tirar os brincos e os apliques do cabelo e dizer “cai dentro!”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e começar a gritar “Briga! Briga! Briga!” igual nas reprises intermináveis dos filmes da Sessão da Tarde?

E alguém precisa dizer que o UÓsher jogou super baixo essa semana, não? Tendo apenas um candidata em seu time, o coach megabitch da vez não se fez de rogado e apelou ao vivo para os seus seguidores do Instagram e do Twitter votarem na Michelle Chamuel, que nem precisava disso porque fez uma performance excelente, o equivalente ao seu momento “True Colors” de outro dia, só que bem mais vibrante e de forma mais trabalhada (muito bem trabalhada por sinal). Foi horrível e é claro que como as mídias sociais tem um poder gigantesco nessas horas, Michelle acabou sendo salva, o que injustamente e principalmente depois de acompanhar as eliminações do programa, nos fazem questionar se ela foi salva (a primeira da noite inclusive) por seu talento mesmo ou pelo poder que UÓsher pode exercer a seu favor nesse tipo de mídia. Resultados como esses nós sempre vimos acontecer em votações abertas ao público, mas que em me lembre, eles todos até já chegaram a pedir para a “America” de forma geral, para salvar seus candidatos, mas não me lembro de nenhum dos coaches apelar desse jeito como o #UÓsher fez. Shame on you UÓsher, shame on you!

Se o UÓsher acabou apelando para o lado sujo e injusto desse tipo de competição, Shaks veio essa semana depositando todas as suas esperanças na sua única candidata, a talentosíssima Sasha Allen, que a cada semana tem sido uma delícia de se acompanhar no programa, além de contar com o apoio de todo o carisma da sua coach, que a cada novo episódio parece ser mais querida. Ela que infelizmente essa semana acabou cantando um dos hits do UÓsher, que não merecia a homenagem, mas que pelo menos bastou para a sua permanência no programa. E na hora em que o Carson anunciou o seu nome como uma das finalistas do Top 6 para essa semana, nenhuma reação nesse mundo poderia ter sido mais legal do que a da Shakira, que não sabia nem o que fazer com tudo o que ela estava sentindo naquele momento e o cabelo quase encrespou de novo, tamanha emoção. Sério, ela rezando visivelmente aflita e depois pulando da cadeira como se tivesse recebido uma entidade do Pula Pirata, foi simplesmente SENSACIONAL! Clap Clap Clap Shaks, queremos vê-la na final com a sua Sasha. (acho tão bonitinho quando ela chama sua candidata assim)

Michelle+Chamuel+Danielle+Bradbery+Voice+Season+rLYLkKkgJYUx

Blake abriu a semana com uma performance do seu novo single e foi um ótimo momento também. Não sei, sou suspeito para falar porque eu gosto do Blake desde sempre e de graça, mas ele no palco, mesmo quase imóvel e mandando um rap (tinha visto ele fazer o mesmo naquele prêmio country de outro dia) mexe com a gente, se não for pelo orgulho & carinho que sentimos por ele, deve ser mesmo pela magia dos seus 3 metros de altura country. Höy! Sorry Miranda… Em seu time, tivemos novamente uma série de excelentes performances e essa semana o #TeamBlake veio apostando tudo na cenografia, que foi realmente excelente para todos eles. E falando em casamento perfeito entre a música e o cenário, o que foi a apresentação do The Swon Brothers ao som de Eagles? Não sei se por conta dessa ter sido uma das poucas do repertório do #TeamBlake que eu já conhecia, mas achei tudo maravileeeandro durante aquela apresentação, que pra mim foi a melhor da dupla até aqui. Dupla que é difícil de admitir porque parece com uma série de outras coisas que nós já vimos e ouvimos por aí (inclusive por aqui, no Brasil), mas temos que reconhecer que é bem boa sim, apesar dessa não ser a nossa preferência. Só achei que a Holly veio muito Sarah Simmons essa semana e aquela Danielle precisa cantar urgentemente alguma coisa que a tire desse nicho teenager da fazenda de sempre. De qualquer forma, com performances bem bacanas e gostosas de ser ver, o #TeamBlake permaneceu intacto, com seus três integrantes seguindo para o Top 6. Y’all!

Adam, pobre Adam. A medida em que eu vou observando o Adam no The Voice, vou achando cada vez mais que nós dois temos inúmeras semelhanças no tipo de humor e sensibilidade. Me liga Adam, precisamos fortalecer essa amizade, ok? #BROSBEFOREVOICES. Mas essa semana, as coisas não estiveram nada boas para o #TeamAdam e isso infelizmente, porque suas três candidatas fizeram excelentes performances durante o programa da segunda, certamente estando todas elas entre as melhores da noite. É, mas parece que a America antiga andou discordando e nada foi mais honesto do que ao ver o seu time sobrando quase por completo na eliminação da última terça, Adam ter soltado um “I hate this country”, que foi mais ou menos o que todos nós sentimos naquele momento (e espero que a America antiga supere esse desabafo dele e não comece com certa implicância). Aposto inclusive que ele deve acusar o UÓsher pelos resultados desse episódio. Pelo menos eu acho que ele deveria…

Em seu time, Judith Hill veio profissional de tudo, com um repertório meio assim, fato, com base eletrônica e soul, que funcionou melhor para ela só na parte mais “soul” mesmo. Ainda assim, ela fez uma apresentação excelente, com cara de profissional mesmo, como se fosse uma das artistas convidadas para o episódio da semana e não uma participante. Mas alguma coisa em seu discurso já anunciava que aquele risco a essa altura realmente custaria a sua permanência no programa, algo que infelizmente se concretizou mais tarde no programa seguinte, na dupla eliminação mais injusta da temporada até agora. Depois tivemos a Sarah Simmons, fazendo uma apresentação maravilhosa ao som do mega hit do Gotye “Somebody That I Used To Know”, com uma cenário lindo e toda a potência da sua voz, que consegue ser totalmente delicada e absolutamente poderosa ao mesmo tempo, como eu não canso de repetir por aqui. Mas novamente de forma inexplicável, Sarah também acabou sendo eliminada, deixando o #TeamAdam apenas com a Amber Carrington, que ao longo do programa tem nos mostrado o seu valor, mas que definitivamente não seria em quem a gente apostaria como finalista desse time (lembrando da sua audição, a gente realmente não apostaria). Apesar da mágoa de ver duas de nossas candidatas mais queridas abandonando a competição tão cedo, é preciso reconhecer que a Amber cantando “Skyfall” da Adelle foi de arrepiar, em uma execução perfeita do começo ao fim que merece todo o nosso respeito e reconhecimento. Clap Clap Clap!

Acho importante dizer que no episódio da terça, aquele com as eliminações e que por esse motivo (além de ser mais curto) quase sempre tende a ser mais chatinho, tivemos excelentes performances no formato de duetos, com algumas duplas improváveis como a Judith Hill + Michelle Chamuel ou a Sasha Allen + The Swon Brothers, que foram excelentes também quando junto no palco.

Assim, encerramos a semana bem tristes, com apenas 6 candidatos seguindo nessa Season 4 do The Voice: Michelle Chamuel, que poderia ter passado por essa semana de forma mais honesta e isso não por culpa dela (blame UÓsher), Sasha Allen, que a gente vibrou junto com a Shakira por ter permanecido (e duvido que alguém tenha ganhado na empolgação daquele momento, rs), Amber Carrington, a última peça do #TeamAdam que fe por merecer a sua vaga depois dessa belíssima performance da semana e o #TeamBlake permanecendo intacto pela terceira semana consecutiva, com o The Swon Brothers (os únicos meninos da competição), Danielle Bradberry (que se sair o Blake chora e depois infarta) e a Holly Tucker, que eu fico morrendo de pena porque toda vez fica entre as últimas aguardando os resultados e que eu achei bem bonitinho o detalhe que o Blake chegou a mencionar durante o episódio da segunda, sobre o fato dela permanecer estudando, mesmo estando no programa.

Só não aceitamos perder mais um diva na próxima semana. Isso NUNCA, JAMAIS!

 

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The Voice Season 4, Live Top 10

Maio 27, 2013

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Mais uma semana de apresentações ao vivo no The Voice e mais uma semana onde dois candidatos de qualquer um dos times fazem suas malas e seguem o rumo da porta da derrota. É, a competição já se aproxima do final e essa semana foi a vez do Top 10 apostar tudo em suas performances, tentando desesperadamente a permanência no programa.

Os destaques dessa semana que deveriam ter ficado por conta das apresentações de Shakira e UÓsher ao lado de seus respectivos times, acabou sendo prejudicado pelos acontecimentos em Oklahoma com a passagem daquele tornado pavoroso e por esse motivo, de forma bastante respeitosa até, tivemos apresentações bem mais contidas no segundo programa da semana, que estava em um clima mais triste devido a tudo o que aconteceu no dia anterior. De qualquer forma, ganhamos uma apresentação linda do casal Blake e Miranda Lambert, interpretando aquela música que a gente sabe o quanto significa para o Blake (uma música especial que ele fez para o irmão que morreu anos atrás) e que foi cantada praticamente inteira pela Miranda, com o marido visivelmente emocionado ao lado, acompanhando apenas no violão aquela homenagem simples à cidade de Oklahoma.

Mas tirando a parte triste da semana, novamente tivemos algumas boas performances durante esses dois novos episódios e mais uma vez, nossas apostas de que essa talvez se torne muito em breve uma temporada apenas feminina do The Voice só tem se confirmado, tanto pelo resultado quanto pela força do programa, que dessa vez está praticamente acumulada apenas no lado feminino. Além disso, tivemos também a volta dos co-coaches da temporada que passaram bem batido exceto pelo Cee Lo, que nós AMAMOS rever mais uma vez, claro.

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O #TeamAdam, ainda com as mesmas três candidatas da semana passada, vem se confirmando como o (meu) preferido da temporada, com as vozes femininas mais sensacionais dessa Season 4 do The Voice. Exceto por uma delas, que ainda figura no #TeamShakira, mas que já foi do Adam no passado (seu maior arrependimento, certamente). Novamente as três fizeram excelentes performances, sólidas, fortes e vibrantes. Sarah Simmons resolveu colocar seu lado rocker para fora e veio bem mais sexy do que “fada” essa semana, com uma potencia assustadora e digna da sua permanência no programa. Judith Hill fez algo que ela estava relutando para fazer, que seria uma “homenagem” ao MJ, devido ao seu histórico com o rei do pop e todos os acontecimentos que todos nós já sabemos bem a essa altura. Mas o Adam é inteligente e escolheu a música certa para que Judith fizesse sua homenagem, sem soar como qualquer outra coisa a não ser algo bem bacana. Outra que vem surpreendendo é a Amber Carrington, que não fica para trás no seu time e corresponde a todas as expectativas, mesmo com um repertório mais preguiça e sua alma country rejeitada pelo Blake (nesse que talvez seja o grande arrependimento do Blake nessa temporada, que não chegou nem a cogitar escolher a candidata…). E nessa semana, tivemos uma repetição do que aconteceu na semana passada, com o #TeamAdam permanecendo intacto novamente, continuando com suas três grandes potências.

No #TeamBlake a coisa também continua bem boa, apesar do repertório e das nossas reclamações de sempre de um universo country que eles não conseguem fugir nunca. Estou gostando que desde a semana passada, os The Swons Brothers passaram a se arriscar mais, onde ambos da dupla tem ganhado seu espaço durante as apresentações e isso vocalmente falando. Holly Tucker veio gospel essa semana, deixando transparecer um lado dela que a gente ainda não conhecia, mas já imagina como o cenário perfeito para ela, por todos os motivos desse mundo. Sem contar a coincidência dela cantar uma música com aquela mensagem naquele momento. #MEDO. Agora, é fato que desde cedo na competição, Blake só tem olhos para a sua pequena Danielle Bradbery, que como ele mesmo disse, é o seu Justin Bieber e ou a sua aposentadoria do mundo da música. Ela que mais uma vez foi ótima, mas ainda assim não foi a melhor e quando comparada com as demais candidatas mais experientes dessa Season 4, fica visível e notável que ela ainda tem muito a aprender. Mas eu não duvido nada que a nova princesa Disney acabe saindo a vencedora dessa temporada e se isso de fato acontecer, Blake já pode mesmo considerar uma aposentadoria e viver dos lucros que essa menina provavelmente ainda vai lhe render. Repetindo o feito da semana passada e do #TeamAdam, Blake também permaneceu com o mesmo time, com seus três competidores ainda em jogo para a próxima fase.

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E a Shakira, veio ou não veio de Mufasa essa semana no The Voice, hein (#CREDINCRUZ)? #TeamShakira que para essa semana tinha apenas dois competidores ainda, Sasha Allen e Khris Thomas. Sasha que é uma das nossas divas da competição e essa semana veio mais atualizada, pop e com um figurino ótimo, nos entregando uma apresentação bem bacana, sem muitos exageros e com cara de coisa nova boa. Para o Khris, além do talento indiscutível, a falta de carisma acabou finalmente pesando (até que enfim!), apesar da sua performance para essa semana ter sido muito mais solta e até “feliz”. Mas não foi o suficiente e assim ele acabou saindo da competição, deixando Shaks apenas na companhia de Sasha, com quem a gente espera que pelo menos ela chegue até a final. E sim, o UÓsher foi péssimo com ela de novo, mas essa semana ele não esteve sozinho, apesar do Adam, que também acabou entrando na briga, não ter feito a maldita com o megabitch da vez.

No #TeamUósher, tivemos uma semana bem difícil. Digo isso porque aproveitando o talento do Josiah Hawley, UÓsher andou pegando pesado na escolha de repertório do ex modelo construtor (sim ele nos revelou esse plot do seu passado e a Christina Milian não perdeu a chance de cantá-lo ao vivo. Sim, aquela megabitch fez isso… bitch) selecionando mais uma música bem difícil de se manter ao vivo, com “Clocks” do Coldplay, que Josiah até que conseguiu carregar bem, mas como se trata de uma música cheia de nuances, suas chances de que a America antiga o entendesse realmente pareciam mínimas, tanto que ele acabou sendo o eliminado da vez do #TeamUÓsher, que agora, apesar do carisma gigantesco da Michelle Chamuel, acabou se tornando o mais fraco entre os quatro. Michelle que cantou Pink, super dentro da sua zona de conforto e mesmo assim eu ainda sinto como se a voz dela fosse pequena demais para a competição, mesmo adorando a personagem/pessoa.

E assim ficamos com apenas oito candidatos para essa semana, que esperamos que nos reserve boas surpresas e que a America antiga não esteja surda e resolva nos surpreender de forma negativa dessa vez, ainda mais se aproximando cada vez mais da finale. Veremos…

 

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The Voice Season 4, Live Top 12

Maio 20, 2013

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This is it! Chegamos àquele ponto do The Voice onde não tem coach certo que ainda consiga salvar seus protegidos das injustiças cometidas pela votação aberta da America antiga, que é aquela fase da competição onde todos eles (e nós também) ficam dependendo exclusivamente do voto popular e nessa hora, sabemos que nem sempre as coisas costumam ser muito justas e de vez em quando o carisma e ou o apelo com seu público, acaba falando mais alto do que qualquer outra coisa.

Com a competição literalmente esquentando pela primeira vez durante toda essa Season 4, isso devido a um pandraz no ar condicionado dos estúdios que o Carson fez questão de ressaltar durante todo o primeiro episódio da semana, com piadinhas ótimas em relação a pequena falha técnica (tirou até o terno e colocou os brações peludos e tattoos de chiclete de fora), que a propósito, foi motivo para o UÓsher tentar nos distrair com seus brações super definidos também. E digamos que ele até que conseguiu. Höy! Mas voltando ao Carson, é preciso dizer que em muito tempo, ele não parecia estar tão solto e perdeu um pouco daquele ar robótico que ele sempre fica, principalmente durantes as lives, provavelmente por conta do ponto eletrônico que deve ficar infernizando o pobre coitado por questões técnicas de tempo e coisas do tipo. Acho até que a NBC deveria considerar uma sabotagem proposital nesse ar de vez em quando. Quem sabe o Adam não se anima até para um shirtless, hein? (rs)

Mas ao que diz respeito sobre a competição, tivemos bons momentos durante essa nova semana, mas eu continuo insistindo que nada se compara com o que vimos e ouvimos durante a Season 3. E essa culpa (além da pressa) eu credito ao elenco de candidatos da vez, que são visivelmente menos preparados do que os da temporada anterior e se vocês são do tipo que prestam atenção nos pequenos detalhes, já devem ter percebido que durante essa temporada, quase sempre eles se encontram meio que perdidos no palco, cometendo uma série de erros bobos que a gente não estava acostumado a ver na competição com tanta frequência. (se bem que na apresentação ao lado do seu time, sobrou um errinho até mesmo para o próprio Adam, ou pensa que a gente não percebeu a sua entrada precipitada no gritinho fino de menino adolly tardio ainda enfrentando a puberdade? Hein, Adam Lavínia  – que é como nos tratamos. SIM, agora somos íntimos a esse ponto)

Vedo foi o primeiro a se apresentar e fez vergonha no seu “forte”, que são as coreôs, apresentando um versão de “Rock With You” do MJ extremamente afetada e caricata, isso mesmo tendo um coreógrafo como reforço convocado pelo próprio UÓsher para o seu time. Foi horrível e obviamente seria algo que afetaria o seu julgamento dentro da competição. Ainda falando do #TeamUÓsher, tivemos também uma apresentação mais intimista do Josiah Hawley, que fez o intimista também no figurino, aparecendo de jeans e camiseta branca, apenas e mesmo assim divou lindamente (algo bem fácil no caso dele, Höy!), não só pela aparência e sim e mais uma vez pelo seu talento. Michelle Chamuel veio com mais força durante essa semana em sua performance, só que ficou faltando força na voz, que ficou pequena para a música, apesar da sua performance ter sido boa também. Mas foi baixo e a música soava como se estivesse pedindo mais do que ela poderia entregar naquele momento. Mas Michelle conta com o fator carisma e identificação com o público, então sabemos que seus deslizes não representam um risco muito grande, pelo menos por enquanto. E como o UÓsher repete suas lines, não? NÃO UÓsher, a America não vai comprar seu bordões ou frases de efeito, que by the way, não são tão geniais assim. A não ser que aqueles brações de fora apareçam com mais frequência e a gente não consiga pensar direito… rs

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Novamente, as performances mais difíceis da noite foram as do #TeamBlake e entendam, eu AMO o coach de mais de três metros de altura e alma de irmão mais velho, mas fica difícil conseguir torcer para o seu time com aquele repertório tão fechado, específico e acima de qualquer outra coisa, country. Humpf! Tudo é muito específico no seu time e embora as performances dos seus três candidatos tenham sido bem boas, por uma questão de gosto pessoal talvez, eu não consigo me apegar muito a nenhum deles nesse caso. De qualquer fora, entre a Holly Tucker,  Danielle Bradbery e os The Swon Brothers, Bradbery foi quem menos entregou durante essa semana, mas isso nós também sabemos que talvez nunca chegue a ser um problema sério para a nova queridinha da America antiga (e do Blake). Mas essa semana, quem realmente me surpreendeu foram os The Swon Brothers, que fizeram uma apresentação lindíssima com voz, violão e piano, dando uma maior chance para ambos da dupla conseguirem mostrar o seu potencial e isso pela primeira vez durante a temporada. Mas, apesar de ser bem difícil aguentar um #TeamBlake inteiro country, preciso reconhecer que se o Blake algum dia me ligar dizendo “Awoohoo, play something country” daquela forma, eu provavelmente possa mudar de ideia no mesmo instante sobre qualquer coisa a respeito da vida na fazenda, além de imediatamente começar a tocar algo country. Höy! (rs)

No #TeamShakira, sentimos desde a sua escolha de repertório para o Garrett Gardner ao som de “I Want It That Way” dos Backstreet Boys, que talvez a música o acabasse prejudicando. Sasha Allen apareceu com toda a sua força durante essa semana, mas apelou demais para a teatricalidade, que acabou deixando a sua performance exagerada demais, apesar de ter sido mais uma entrega precisa da sua voz que é uma das melhores da temporada, sem dúvida. Aliás, gostaria de deixar registrado desde já que nada me surpreenderia se nessa reta final, a competição acabasse completamente feminina, porque a força das mulheres durante essa Season 4 do The Voice está realmente engolindo os meninos. Khris Thomas apresentou um clássico do The Jackson 5 e eu achei que ele desandou, por diversas vezes. Nada muito vergonhoso, mas faltou um pouco mais de afinação além de carisma, que na verdade sempre lhe faltou. E mais uma vez ficou visível o quanto o #TeamShakira fez a Aguilera durante essa temporada, sendo desde o começo o mais fraco de todos e os resultados acabaram nos comprovando exatamente isso. E minha querida Shaks, que figurino era aquele? Parecia uma homenagem para a Xuxa antiga no Carnaval antecipado de 2014. Ew!

Já o Adam, toda a minha implicância com ele realmente sumiu depois de acompanhar o The Voice como eu deveria ter feito desde o começo (as Season 1 e 2 eu acabei acompanhando na preguiça, pulando algumas coisas) e hoje eu realmente o acho um dos mais inteligentes (e extremamente sensível) dentro do programa. Tanto que o seu time tem realmente algo de diferente durante essa temporada e eu diria até que nele estão as mais profissionais da competição. Três mulheres com três grandes vozes, cada uma dentro do seu próprio fundamento e todas excelentes. Judith Hill veio de voz e piano, linda, com um cabelo que a gente adoraria ter igual para copiar (rs), divona como sempre. Sarah Simmons tem uma voz inexplicável, doce e extremamente forte em uma mesma frase e a Amber Carrington é a grande carta country que o Adam apostou certo quando a escolheu durante as blinds. Mais um motivo para acreditar que o Adam além de um ótimo coach, é também bem inteligente e consegue enxergar e pensar adiante. Ah, e ele é magia tatuada também. Höy!

No segundo episódio da semana, esse com o ar condicionado já consertado (segundo o Carson, então o que explicaria o Thicke se derretendo daquela forma no palco? Sério, durante a sua apresentação, parecia que ele tinha tomado um banho de cachoeira, estando ele 158 + ensopado do que o Blake durante o seu duéte com a Shakira na semana anterior. O detalhe é que durante a sua performance, só ele acabou molhado, porque o Pharrell que também estava no palco, continuou normal de tudo. Sei…),  além das apresentações dos sobreviventes do #TeamAdam + #TeamBlake ao lado de seus coaches, tivemos as temidas eliminações da noite, que podemos dizer que dessa vez foram até que bem justas, apesar de ter nos deixado apreensivos até o final. Naquele momento, cheguei a ficar com bastante pena da Shakira, que por pouco não ficou apenas com um dos integrantes do seu time, (do UÓsher eu não fiquei), mas que no final das contas acabou sobrando menos um para cada um dos novos coaches, com as despedidas do Vedo e do Garrett Gardner, que foram os eliminados da vez, que dessa forma, deixaram os times do Adam e do Blake exatamente da mesma forma, com os mesmos três participantes de antes.

E essa foi a nossa semana no The Voice porém, como novidade da vez, perto do finde foi confirmado que a Aguilera e o Cee Lo realmente voltam para a Season 5 do programa, mas, Shaks e UÓsher estarão de volta para a Season 6. Animados?

 

ps: só eu continuo achando que o Adam e o UÓsher ainda vão se atracar? Reparem nos dois, por favor e me digam, vai ou não vai sair uma briga a qualquer momento? E OK, apesar de bem mais mirradinho, vamos todos apostar no Adam, tá? Combinado então. Blake, nos dê cobertura…

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The Voice Season 4, The Live Playoffs (1ª Semana)

Maio 14, 2013

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As lives no The Voice são o sonho de todos os participantes do programa desde o começo. Todos sonham em chegar nessa fase porque é quando a identidade de cada um deles vai se estabelecendo enquanto artistas, com todos se apresentando com performances mais bem produzidas (e a produção do programa é sempre bem boa, mesmo quando tudo é mais simples) e ao vivo, o que por outro lado também não dá chance para erros gritantes, principalmente no que se diz respeito a voz de cada um dos candidatos, porque um escorregão aqui ou ali no palco nós até que perdoamos (Holly quase caiu um dia desses e os irmãos Swon fizeram a pêssega que eu bem reparei… E como aquele gordinho é uma diva, não? Já estou adorando ele e para passar a AMAR é um passo… rs), mas aquela desafinada meio assim nós ou a America antiga não deixa passar assim tão fácil, a não ser que o carisma do candidato ou a sua história dentro do programa até esse ponto seja maior do que qualquer coisa. Quer dizer, de vez em quando eles até deixam passar sim… (tisc tisc, Vedo, Kris Thomas, tisc tisc)

Mas ao mesmo tempo em que vivem esse sonho, todos eles passam também a experimentar um pouquinho do pesadelo de todo artista, uma vez que nessa fase ao vivo do The Voice, o público é quem vota para quem eles acham que deve permanecer no programa, deixando para os coaches a difícil tarefa de poder salvar apenas 1 integrante de cada time e assim, a cada semana nos despedimos de um candidato de cada um dos quatro times. Humpf! (mas só para alguns…)

Como primeiro programa ao vivo da temporada tivemos a dobradinha #TeamAdam + #TeamUÓsher, com uma rodada de apresentações ao vivo bem boa (inclusive com ótimas escolhas de repertório), exceto pelo duéte dos dois coaches, que foi uma vergonha no sentido de que parecia que ambos estavam cantando por acaso no mesmo momento, mas sem nenhuma interação ou cumplicidade e ou vontade de disfarçar que muito provavelmente exista um problema entre eles. Foi awkward, não foi? É, foi… #BRINGABRIGABRIGA

A essa altura, já deu para notar que de longe, o Adam tem o time com as vozes mais poderosas dessa Season 4, um time repleto de meninas, cada uma com um estilo diferente porém, todas ótimas e super potentes. Com apresentações animadoras, ficou bem difícil escolher quem deixaria o programa nesse caso. Apesar disso, era meio que previsível que a Caroline Glaser estava prejudicada naquele lugar (algo que ela mesmo percebeu e chegou a mencionar), não por ser menos talentosa e sim por pertencer a uma outra vertente que não funciona a base de gritos e uma gigantesca presença de palco, como a Judith Hill por exemplo, que apesar de ter entregue uma performance daquelas, não foi a melhor de todas durante essa primeira semana ao vivo. Sorry, Judith! Do #TeamAdam, a melhor performance ficou por conta da Sarah Simmons, que normalmente tem uma voz doce e tranquila quando falando (as vezes eu acho ela docemente forçada, como eu acho todo mundo que tem esse perfil de fada, #MyBad), do tipo de gente que fala tão baixo que nunca conseguimos entender nada do que está falando, mas quando no palco, sua voz se transforma e ganha potência máxima. De todas elas, ficou visível também que ao ver os resultados da votação aberta para o público, Adam ficou surpreso ao ter a Amber Carrington salva pela audiência (merecidamente, porque ela cantou muito melhor que a Rihanna uma de suas músicas, apesar dela não ser uma das minhas preferidas do seu time), algo que o fez ter que deixar partir a adorável Caroline Glaser, deixando o seu time com Amber Carrington + Judith Hill e Sarah Simmons, que seguem pelo #TeamAdam.

Preciso dizer que durante essa semana, o UÓsher até que me surpreendeu de forma positiva com suas técnicas como coach da vez. Claro que ele deve ter percebido que a sua imagem ficou meio abalada devido a sua forma de tratar quem faz parte do seu time e fez algo propositalmente para tentar “consertar” essa nova imagem que ganhamos dele depois da sua participação no The Voice durante essa Season 4. Mas não é que colou? Colou, mas nem tanto assim também, porque UÓsher continuou com o seu treinamento militar e levou seu time para suar a camisa na disputa das vagas disponíveis da vez. Josiah Hawley fez o impossível com “Starlight” do Muse (que deve ser super difícil de ser cantada ao vivo, inclusive pelo próprio Muse, rs) e divou lindamente como qualquer olhada dele para a câmera tem divado desde o começo do programa e muito provavelmente da sua vida. Höy! E foi uma opção arriscada não foi? Por isso nem me surpreendi muito quando ele ficou entre os dois últimos, aguardando a decisão final do seu coach. Mas quem roubou mesmo a cena dessa vez foi a Michelle Chamuel, que com uma apresentação super contida e diferente de tudo o que ela havia feito até então, apenas com voz e piano, conseguiu deixar todo mundo emocionado ao som de “True Colors”. Sem contar que ela é puro carisma, não é mesmo? No final das contas acabou sobrando para Cáthia (eliminada do time), que não conseguiu segurar muito bem uma Whitney, mas que ao mesmo tempo eu não sei se chegou a ser pior do que o Vedo (salvo pelo público), que permaneceu no #TeamUÓsher, ao lado da Michelle e do Josiah, que foi salvo pelo UÓsher no último momento.

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No segundo programa, confesso que tivemos uma caída em tudo, muito provavelmente porque tivemos que aguentar um #TeamBlake apenas com cantores country, o que acabou deixando o episódio com essa cara e para quem não gosta muito do gênero, é fato que esse detalhe deve ter pesado bastante (e pesou). Apesar do gênero, Blake tem um time ótimo, mesmo que a gente não consiga reconhecer 90% de tudo o que eles cantam a cada semana. E já deu para perceber que o Blake tem seus preferidos, não? Danielle Bradbery por exemplo, ele não deixa escapar tão cedo, assim como a dupla The Swon Brothers, que o Blake vem carregando como a dupla que mais chegou longe dentro da competição desde então. Até hoje, não consigo chegar a uma conclusão a respeito de duplas no programa, mas tudo bem. Holly Tucker apesar de ótima, realmente precisa trabalhar um pouco mais da sua confiança, um pouco querendo dizer muito na verdade, porque ela tem aquela personalidade que se acha muito menor do que é, do tipo que quando sempre, acaba cansando. Mas quem deixou o programa essa semana do #TeamBlake foi o excelente Justin Rivers, que havia sido bem prejudicado durante essa Season 4 até então por conta da edição (algo que eles reconheceram durante um dos episódios) e acabou sendo eliminado, deixando o seu time com Holly Tucker + Danielle Bradbery + The Swon Brothers. Mas com esse peso country todo, seria bem bacana se o Blake começasse a pensar em versões ou pelo menos ampliar os horizontes do seu time.

Agora, precisamos dizer que o Blake estava impossível durante essa semana, não? O que será que tinha naquele Starbucks para a gente pedir também quando for fazer uma visita? A apresentação em dupla dele com a Shaks foi ótima por sinal, com muito mais entrosamento e até mesmo carinho entre os dois, algo que não conseguimos enxergar nem com lentes de aumento na apresentação Adam vs Usher. Agora, o Blake suando pencas, se desmanchando em suor durante a execução de uma música que nem exigia muito de suas habilidades vocais, foi no mínimo preocupante. Shaks estava “mate”, Blake estava “verniz”, rs. Tanto que durante os resultados, Blake voltou super calmo, fazendo a pêssega, porque obviamente deve ter escutado alguma coisa de alguém, nem que esse alguém tenha sido apenas a Miranda…

Shakira continua sendo aquela foufa e ficou nítido que entre todos eles, ela foi a quem mais sofreu na hora de decidir quem seguiria ou não no seu time (isso porque o Adam e o Blake já devem estar super acostumados e o UÓsher parece ter um coração feito de água gelada, rs). Com escolhas de repertório grandiosas, Shaks mais uma vez mostrou que não estava para brincadeira, apesar do seu time ter um potencial um tanto quanto mais fraco do que os demais, exceto por um deles. Apesar das apresentações até que bem corretinhas, seu time também não chegou a empolgar muito, a não ser pela performance da Sasha Allen, seu maior trunfo dentro da competição e ela que talvez seja nesse momento a minha grande favorita para essa Season 4. Com uma apresentação extremamente sexy mas sem apelar ou carregar nos exageros, Sasha divou e nos entregou a melhor performance da semana (de novo) e estava na cara que ela estaria entre aqueles que o público salvaria. No momento final, acabou sobrando para a Karina Iglesias, apesar da sua performance também ter sido bem boa. Assim, o #TeamShakira acabou com o Khris Thomas, que eu já acho que está fazendo hora extra no programa, Garrett Gardner e Sasha Allen.

E apesar de ter sido uma semana animada e maior com o programa extra da quarta com os resultados, preciso dizer que quase todas as performances em grupo, com todas as vozes reunidas, acabaram ficando bem meio assim. A que abriu o 4×16 então… #CREDINCRUZ! E esse tipo de coisa não costumava acontecer anteriormente no The Voice, hein? #OCAPETAESTÁDEOLHO

De qualquer forma, a semana valeu pelo retorno do Cee Lo Green, que se apresentou no episódio com o anúncio dos resultados e o Carson (Carson que anda se aventurando demais no fundamento cabelón, não?) e  fez exatamente o que a gente gostaria de fazer se encontrasse com o Cee Lo em qualquer lugar. (♥)

Além disso, acabaram de anunciar que é certo que a Xtina volta para o The Voice na próxima temporada (ela que já teve até o seu contrato assinado) e o Cee Lo estaria bem próximo de assinar o contrato com a NBCecê para tambem oficializar o seu retorno. Animados?

E agora restam apenas 12, 3 deles para cada time. É o que temos para essa semana…

 

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The Voice Season 4, The Knockouts

Maio 6, 2013

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A fase “The Knockouts” no The Voice é conhecida por se tratar exatamente do momento em que os participantes do programa se encontram naquele famoso tudo ou nada, prestes a avançar na competição ou experimentar o gosto suado e provavelmente recheado de perdigotos da lona daquele ringue. (EW! Mas é verdade)

E tudo se resolveu em dois míseros programas, que em dupla nos revelaram quem seriam os participantes dos times Adam + Shakira e depois Blake + UÓsher. Sem muitas surpresas e com um time bastante reduzido, com apenas 4 representantes em cada um deles, seguimos adiante com a competição que eu continuo insistindo que além de parecer estar sendo feitas as pressas (ainda mais contando com esse número reduzido de participantes), continua morna e quase que esfriando, onde nem o descontrole e o nível elevadíssimo de megabitch o UÓsher estão conseguindo salvar essa Season 4.

O Adam já começou a “The Knockouts” destruindo os nossos corações, tirando sem piedade (quer dizer, a gente até sentiu que ele ficou em dúvida) a excelente dupla Midas Whale da competição, apesar da performance do melhor dueto que já apareceu no programa ter merecido perder a batalhas (lamento dizer isso mas foi fraca). Digo “apesar” porque mesmo com esse detalhe infeliz da escolha de repertório para o momento (infeliz nesse caso, porque um dos atrativos dessa fase do programa sempre foi a escolha própria de cada um dos participantes) assim como a sua execução, por representar algo realmente novo no programa e também contando com toda a trajetória da dupla até esse ponto do The Voice, é claro que a gente preferia ver a dupla seguindo adiante do que mais uma cantora folk pop country que escolhe uma música da Avril Lavigne mais batida do que o Starbucks de baunilha & caramelo do Adam. Depois disso ele até que tentou se redimir escolhendo a cantora indie que ele roubou do Blake durante a fase anterior (Caroline Glaser), mas suas duas últimas batalhas da noite não poderiam ter sido mais óbvias. Óbvias porém justas, resultando em um #TeamAdam totalmente feminino a caminho das apresentações ao vivo de logo mais. Continuo achando um dos melhores times da temporada, com as vozes mais poderosas, mas super pé no chão e quase chato se não fosse por um ou dois nomes de quatro. (Amber Carrington/country cafona + Caroline Glaser/indie assustada  + Judith Hill/DIVONA + Sarah Simmons/Adele da floresta encantada)

Shakira também acabou sendo bem previsível em suas escolhas e talvez as grandes surpresas do seu time tenham ficado por conta das duplas que ela escolheu para cada uma de suas batalhas. Mas Shakira foi justa (como no caso Khris Thomas vs Mary Miranda), apesar de ter deixado transparecer o seu favoritismo escolhendo o Garrett Gardner ao invés da Tanya (e todo mundo sabe o quanto o The Voice tende a valorizar essas histórias de superação), apesar também de ter gostado bastante do que Shaks conseguiu fazer com a voz do Garrett, escondendo aqueles berros ásperos muitas vezes irritantes e que nesse caso soavam como um total exagero. Depois disso ela fez a sua batalha latina e acabou escolhendo aquela que tinha mais energia (Karina Iglesias) naquele momento, encerrando a noite com a batalha que completou a destruição do meu coração durante esse episódio, com as excelentes Sasha Allen e Shawna P., ambas fazendo muito por merecer, embora a performance da Shawna não ter sido muito boa, o que acabou lhe custando a última vaga do #TeamShakira, que dessa forma, acabou bem misto com 2 meninos e duas meninas, o que também acabou deixando o seu time bem equilibrado em termos de energia e carisma. (Khris Thomas/Ain’t No Whitney e falta carisma e ou vida +  Garrett Gardner/garoto pastilhas Valda + Karina Iglesias/Fuerza Bruta + Sasha Allen/DIVONA)

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No episódio seguinte, chegava a hora do Blake brincar com o nosso coração, tendo como primeira briga da noite a batalha Justin Bieber vs Miley Cyrus. Nessa hora, pela primeira vez tivemos a chance de ver uma apresentação completa do Justin Rivers (que cantou Miley… e como ele é a cara da Dave de Happy Endings, não?), que é realmente excelente e fez por merecer a sua vaga para as apresentações ao vivo, principalmente por aquela sua última nota que não acabava mais. Na sequência, o melhor da apresentação da segunda batalha do seu time ficou por conta de todos eles (os coaches) indo contra a opinião do UÓsher em relação a versão de “Sweet Dreams” do Luke Edgemon (que eu nem sabia, mas já participou de Glee como um dos Warblers). Sério, foi lindo e eu fiquei esperando o UÓsher levantar da sua cadeira em uma voadora giratória só. Mas ele se conteve. Pelo menos por enquanto (humpf). Mas nessa hora o Blake acabou fazendo algo que ele sempre faz, que é se comprometer com quem ele escolheu primeiro, apesar daquela Holly Tucker ter uma voz que é um sonho (um sonho country, mas um sonho). Na última batalha da noite, apesar da dupla de irmãos onde o gordinho consegue ser mais metido do que o magrinho que poderia ser o magia do grupo (magia cafona, que fique bem claro), Grace Askew, que deixou todo mundo encantado durante as blind auditions, acabou perdendo pela escolha de repertório, que não foi nada boa para essa hora. De forma bem óbvia, como todo o seu time até aqui, o #TeamBlake acabou ficando com 4 artistas country, que apesar de ser a sua especialidade, deixou o seu time meio chatinho e com menos possibilidades. Mesmo assim, são quatro grandes vozes. Segmentadas, mas são. (Justin Rivers/ou Dave The Happy Endings + Holly Tucker/que é aquela que o carisma ainda precisa alcançar a voz+ Danielle Bradbery/A Princesa Disney da ediçãoThe Swon Brothers/os sertanejos universitários preguiça da vez na America antiga)

Discordando com as opiniões alheia a todo momento, implicando com os comentários dos outros times, UÓsher continuou sendo aquela megabitch que nos foi apresentada durante a fase anterior do programa. Como já disse anteriormente, talvez por isso as performances do seu time tenham sido todas bem mais chatinhas e “controladas” como bem lembrou o Blake em determinado momento do episódio. Mas ele mostrou que está atento não só com as vozes, mas sim com as apresentações, com o nível de carisma e também com o apelo de cada candidato (algo que pode ser bem importante para a nova fase do programa, que depende da votação do público), com certeza. Por isso a escolha do Josiah Hawley não foi nenhuma surpresa, assim como a da Michelle Chamuell (amei o Blake dizendo que parecia que alguém tinha dito que ela havia acabado de ganhar na loteria antes de entrar no palco e ele já tinha comprado tanto a ideia, que já estava pensando até no que eles iriam comprar juntos, rs), que com um carisma gigantesco acabou levando a melhor contra a sua oponente ex modelo dona de uma atitude esnobe, Audrey Karrasch (que não deveria ter passado nem das blind auditions) e que foi responsável por uma das maiores vergonhas do programa até agora, com a sua voz que quase sumiu durante a apresentação de “How To Love” (que eu confesso que AMO!), com o Blake não se contendo e olhando na mesma hora para a cara do UÓsher, que com suas narinas mega abertas (que nós já aprendemos que é um sinal de que ele não está gostando de alguma coisa) demonstrava claramente todo o seu constrangimento naquele momento. E a maior surpresa do seu time ficou pela derrota do Ryan Innes (entre os homens, ele era o meu preferido), que cantou “I Dont Want To Be” (que a gente AMA da abertura de One Tree Hill), mas que foi completamente meio assim e acabou lhe custando a sua vaga que já era dada como certa por todos, que acabou ficando com a Cáthia (ZzZZZ), que naquele momento e só naquele momento, foi bem superior. Dessa forma, o #TeamUÓsher acabou sendo o grupo realmente mais diversificado de todos eles. Não são os melhores em cada uma de suas categorias, mas mesmo assim, surpresas podem acontecer. (Josiah Hawley/Höy! + Michelle Chamuell/aquela que se perder pode ser contratada como elenco de TBBT + Vedo/Ou Ne-yo + Cáthia/CáthiazZZZ

E assim encerramos mais uma fase dessa quarta temporada do The Voice e essa semana, quando começam as apresentações ao vivo, teremos não dois mas três episódios dessa delícia. Será que vamos resistir? …

 

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The Voice Season 4, The Battles

Abril 30, 2013

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E na Season 4 do The Voice, chegamos naquela fase onde os coaches espertamente acabam se livrando de seus participantes meio assim, porque na verdade, sabemos que as “The Battles” sempre existiram no programa exatamente para isso (entre dois candidatos do mesmo time, eliminar aquele que cada um dos coaches considera o mais fraco), #HELLYEAH. E chegamos rápido, já que essa nova temporada conta com um número menor de participantes e por esse motivo tivemos apenas 4 episódios dessa nova fase.

Não sei se por pura implicância minha com os participantes da vez ou porque essa temporada parece ter sido mesmo feita as pressas, mas dessa vez tivemos bem poucos momentos de grandes disputas ou apresentações memoráveis e a temporada até agora continua meio morna. Ainda assim tivemos boas batalhas, mas poucas realmente chegaram a empolgar, nos reservando inclusive apenas uma ou duas surpresas. Nesse caso, a nova etapa do programa acabou servindo mesmo para deixar escapar um pouco mais sobre quem são os nossos novos coaches, Usher e Shakira, já que o Adam e o Blake nós já conhecemos (nos apaixonamos) e não é de hoje.

Shaks apesar de parecer bem perfeccionista e bastante dedicada quanto ao assunto, manteve uma relação bacana com o seu time, tendo a colaboração do Joel Madden (que é um dos coaches do The Voice Australia) nessa tarefa de treinar de perto seus competidores em duplas nessa etapa. Com um time visivelmente mais fraco, poucos foram aqueles que conseguiram se destacar do seu lado (achei inclusive um exagero os elogios em relação a performance bem mediana do Luke Edgemon contra a sua rival e escolhida por Shaks no final das contas, Monique Abbadie), como a boa briga que foi Brandon Roush vs Shawna P., com ela a gente já sabendo ser excelente e apenas confirmando uma primeira impressão (acho ela tão Mamma Gemma em SOA em uma versão Woodstock e por isso, AMO!) e ele surpreendendo todo mundo ao som de Janis Joplin (minha música preferida dela = ♥), com o Brandon fazendo parecer bem injusto ele não ter sido salvo por alguém, mas o grande momento do #TeamShakira durante as batalhas acabou sendo “super favorecido” pela edição do programa, que tentou desesperadamente criar um climão de tensão entre ela e sua batalha latina que encerraria essa fase do The Voice (Cáthia – que me lembra a irmã da Ugly Betty – vs Mary Miranda, que me lembra a Selenita e isso não é um ponto a seu favor), mas que na verdade não passava de um caso clássico de uma puxa saco querendo se garantir de outra forma, mesmo com ela (Cáthia, que só não dançou porque o Usher ainda precisava preencher o seu time porque acabou sobrando como coach, o que de certa forma pode significar que ela não se deu tão bem assim sendo agora do seu time…) tendo um talento bem superior ao da sua concorrente. (Mary)

Já o Usher… esse acabou até sendo rebatizado (por mim) como UÓsher, já que durante as batalhas ele resolveu revelar a sua verdadeira face, nos entregando arcos dignos de um vilão odioso daqueles. A sós com seu time, UÓsher parecia liderar um grupo pronto para ir para a guerra (talvez por isso ele até tenha investido em uma estampa militar para o momento) e não de uma forma bacana (e lá existe guerra bacana?), colaborando muito pouco para o desenvolvimento do seu time e trabalhando na base do medo e da tortura psicológica, além da sua arrogância e de toda a sua cretinice quando no comando. O detalhe nesse caso é que essa nunca foi a proposta do The Voice, que costuma tratar sempre muito bem seus competidores (pelo menos é o que sempre pareceu), exaltando seus talentos e nunca fazendo pouco caso de nenhum eles . É, isso pelo menos em frente as câmeras. (dizem inclusive que ele é certo que só fica durante essa temporada , já a Shaks tem possibilidade de permanecer no programa por mais uma temporada. É o que dizem…)

Dizendo que no #TeamUsher o mais importante era convencê-lo a votar a seu favor e que naquela hora, talento nenhum seria maior do que a sua decisão final, UÓsher acabou se comportando como o típico filho que acaba herdando a empresa da família e que devido a sua arrogância e falta de preparo, consegue destruir o que os outros construíram em questão de pouco tempo. Dessa forma, foi possível perceber o arrependimento da escolha por parte do seu time, assim como também para a maioria dos artistas que acabaram sendo “roubados” por outros coaches, que nunca escolhiam UÓsher como seu novo coach quando havia qualquer tipo de disputa entre eles, muito provavelmente porque as paredes tem ouvidos.

Em seu time,que teve a colaboração do Pharell Williams (em um estilo completamente diferente ao dele), tivemos pelo menos dois grandes momentos de atraque, um com a dupla de boys magias (Jeff Lewis vs Josiah Hawley = Höy!), tudo por conta de uma risadinha fora do lugar do Jeff que acabou lhe custando a cabeça ao pisar naquele palco (alguém tinha alguma dúvida de quem ele eliminaria naquela hora? R: NÃO) e o outro entre duas meninas (Jess Kellner vs Taylor Beckham), apenas porque uma delas não interagiu com a cara de psicopata do UÓsher que naquele momento, fazia cara de descaso e tentava de forma escrota instigar o lado mais competitivo de ambas, invadindo o palco para aterrorizar a mais fraca delas (Taylor), que já vivia com lágrimas nos olhos naturalmente e que naquele momento parecia estar mais assustada e travada (por conta dele e de sua abordagem, claro. O que foi ele só dando um high five na outra menina?) do que qualquer outra coisa. Talvez por isso as apresentações do #TeamUÓsher tenham sido as mais chatinhas.

Tanto que mesmo sem merecer muito, a pobre coitada da Taylor Beckham acabou sendo salva pelo Blake, muito provavelmente por dó e por pena ao ter percebido as atrocidades cometidas por seu colega de trabalho da cadeira ao lado (o Adam mencionou em algum momento que eles assistem a parte dos ensaios durante o programa…). Sério, tenho certeza que o Blake já deve até ter dado entrada nos papéis da adoção daquela garota depois de tudo aquilo (e foi um momento mega foufo e eu acharia sensacional se o Blake fosse longe com ela. #HELLYEAH). Dessa forma negativa e completamente meio assim, UÓsher passou a se destacar mais durante essa Season 4 do The Voice, que a gente não tem muita certeza se ele chegou a assistir as demais temporada, mas que nunca foi nada parecido com a sua forma de agir com o seu time e sempre esteve mais para uma competição bem humorada entre irmãos. O que foi ele criticando inclusive a escolha da música da Shakira pela Shakira? (sendo que todos eles já fizeram isso em outras edições) E depois de ver UÓsher no programa, é possível até conseguir entender o que se tornou o Justin Bieber com o passar do tempo e muito provavelmente o porque dessa mudança drástica (quem é o seu mentor?) em seu comportamento, além da idade e dos bolsos cada vez mais cheios, é claro. De qualquer forma, é dele uma das minhas vozes preferidas dessa edição. (Ryan Innes)

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Entre o Adam e o Blake tudo continua da mesma forma, com ambos divando com maestria no programa. Adam ao lado da Hillary Scott do Lady Antebellum (ZzZZ), que mais parece a Sadie de Awkward (sorry, but i’m not sorry) e Blake na companhia da Sheryl Crow, que temos que reconhecer que só pelas cameos dela soltando a voz, nasceu para fazer o que faz (em um dos ensaios ela cantou apenas uma frase e eu quase morri de inveja do seu pitch perfect. Sério, estou tentando até agora alcançar aquela nota, só para não desapontar o Blake, rs).

Com a diferença de que o Blake esse ano vem se arriscando menos, permanecendo preso ao seu próprio gênero, algo que ele havia fugido bastante durante a temporada anterior e eu só consigo pensar se isso não tem alguma coisa a ver com ameaças vindas diretamente  da máfia das botas de couro… de qualquer forma torcemos por ele, porque é impossível não gostar de um cara de três metros de altura, que  é uma mistura de pai com irmão mais velho, que tem a cara de pau de pedir seriamente para uma de suas candidatas arrumar a postura (e só eu senti uma provocação para o UÓsher nesse momento?) e logo depois morrer de rir dizendo que obviamente ele estava brincando e que ela poderia relaxar. #TEMCOMONAOAMAR? Só acho injusto que até agora, embora eles estejam pintando um dos seus participantes como um dos maiores artistas country da temporada, a gente não tenha ganhado a chance de ver qualquer uma de suas performances completas, que sempre acabam sendo retiradas da edição. (Justin Rivers, que é a cara do Dave de Happy Endings, que por sinal, anda com episódios sensacionais de umas três ou quatro semanas para cá…) #OCAPETAESTÁDEOLHO

Já o Adam parece estar mais esperto nessa temporada, arriscando tudo para ganhar, preenchendo o seu time com certa diversidade de vozes e estilos. Continuo apostando nesse como o melhor time de todos eles (aquela batalha da Judith Hill vs Karina Iglesias foi sensacional e ambas acabaram sendo recompensadas de certa forma) mesmo que os outros tenham também alguns bons candidatos. Também do seu time aconteceram algumas boas surpresas, como a batalha Amber Carrington vs Sasha Allen, com a surpreendente vitória da Amber, que não parecia ser a favorita e outro momento foi a disputa entre a dupla Midas Whale vs Patrick Dood, que deu pena de ver o Patrick seguindo para casa sem receber uma segunda chance.  Só não consegui entender até agora o porque dele ter ignorado completamente a adorável Jessica Childress (que merecia ter sido salva por qualquer um e acabou se tornando uma das maiores injustiças dessa temporada) e ter gasto o seu steal daquela forma, salvando o Vedo, que era bem do mediano e não representava nada de novo ou excepcional. Humpf!

Mas tudo bem, vamos ver o que vai acontecer nessa próxima fase que começou ontem com “The Knockout Rounds” e vamos ver como o UÓsher vai se comportar quando perceber que a America antiga talvez não aprove nenhum de seus candidatos apenas por ele ser um completo imbecil. Veremos…

 

ps: a NBC sempre com problemas com o Youtube acabou não autorizando a exibição de algumas performances (com melhor qualidade) por aqui portanto, é o que temos…

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Cafonona, com C maiúsculo!

Janeiro 30, 2012

Alguém vai ter coragem de defender a Shaks?

Tudo bem que o vestidinho é até que foufo e na pessoa certa poderia até imprimir fundamento, mas e esse cabelo de madrinha de lado casamento cafona/padrão SBT?

Como aceitar?

Como eu sei que tem sempre um fã mais animado que vai aproveitar o post para me xingar muito e aliviar a tensão causada por ouvir a voz pavorosa e também cafona da Shakira por mil años, eu deixo uma segunda imagem, que essa eu duvido alguém ter coragem de ousar defender:

WOO! Quero ver ser alguém vai ter algum argumento válido contra esse nível absurdo de cafonice.

Lembrando que para respostas, estoy aqui, quieréndote!

#CAFONONA!

Look assessora com e sem preguiça

Outubro 10, 2011

Shaks já começou o seu novo trabalho na Casa Branca, investindo no look preguiça de assessora do Obama hein? Previsível…

Vamos considerar parar de tentar cantar e investir no diploma? Que o look preguiça de assessora ela já tem neam?

E a vantagem é que como assessora, ninguém precisa ouvi-la cantando, e nem fazendo aquelas danças exóticas pavorosas. Tem coisa mais cafona?

Tem, mas ela é certamente uma forte concorrente na categoria…

E mais preguiça ainda foi o Obama, que assumiu que ficou intimidado com a presença da Lady Gaga. #BUNDAMOLÃO

Entre um básico preguiça, e um básico fundamento, advinha só qual todas preferem?

E nem confiança!

ps: será que a comunidade latina é mais atuante do que as guéis? E se contar as guéis latinas? Hmm…

#REELEIÇÃO


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