Posts Tagged ‘Sherlock’

E quem ganhou o Emmy 2014, hein?

Agosto 27, 2014

66th Emmy

Podemos dizer que eles até foram bem honestos com os vencedores esse ano, não?

 

Série Dramática

Breaking Bad

Sério, alguém consegue considerar esse prêmio uma surpresa? Claro que Breaking Bad merecia todo o reconhecimento por sua excelente temporada final e que bom que isso aconteceu. Clap Clap Clap! emmy para todo mundo!  (saudades do tempos de ouro e riqueza da platéia da Oprah)

 

Série Cômica

Modern Family

Mais uma vez. Pior que a série continua boa, mas é sempre tão a mesma coisa. Pior ainda é que temos outras boas séries por aí. Quem sabe no próximo ano eles finalmente ganham alguma concorrência. Mas que foi melhor do que ver o prêmio cair na mão de uma The Big Bang Theory, isso foi…

 

 

Minissérie

Fargo

Só vi o piloto. AMEI. Todos dizem que é muito boa e por enquanto, eu só tenho motivos para acreditar. Vou ver logo…

 

 

Telefilme

The Normal Heart

Nada mais do que merecido. Clap Clap Clap uncle Ryan! A grande surpresa ficou por conta dos atores não terem levado nenhum dos prêmios em sua categorias. Suspeito que eles preferiram valorizar os atores de TV mesmo… #SHADE

 

 

Ator de Série Dramática

Bryan Cranston por Breaking Bad

Clap Clap Clap! Por melhor que qualquer outro dos indicados tenha se saído durante essa temporada, o trabalho do Bryan Cranston merecia ser reconhecido e não só por isso, mas por toda a sua trajetória dentro dele. 

 

 

Ator de Série Cômica

Jim Parsons por The Big Bang Theory

Sono. TLIM! Acho que meu bolo de cenoura ficou pronto. Vou ali preparar a cobertura. Volto já. 

 

 

Ator de Minissérie ou Telefilme

Benedict Cumberbatch por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmente! Uma pena o nosso Cumberbatchman não ter aparecido para receber o prêmio. Uma pena mesmo indeed… Humpf! #CHUTANDOLATAS

 

 

Atriz de Série Dramática

Julianna Margulies por The Good Wife

Sono de novo. Ó, aproveitei para fazer uma cobertura que ó, já ficou até pronta. Vamos decorar?

 

 

Atriz de Série Cômica

Julia Louis-Dreyfus por Veep

Sempre muito boa porém, ainda pouco vista. Tenho curiosidade, mas tenho que superar meu trauma de Seinfeld

 

 

Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story

Jessica é outra que é sempre muito boa, mesmo quando em uma série ruim. Tisc, tisc…

 

 

Ator Coadjuvante em Série Dramática

Aaron Paul por Breaking Bad

 De novo, fiquei mais do que feliz com o prêmio desse cara. Como eu AMO o Aaron Paul, gente! Quero ser amigo, quero ser padrinho dos filhos dele, quero ser companheiro de laboratório e ou do mesmo time no paintball. Sério, #AMOR!

 

Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Martin Freeman por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmene! Um bom Sherlock não funciona se não tiver um Watson tão bom quanto. Outra pena da noite foi ele também não ter ido. E vestido de Hobbit, o que seria mais legal ainda…

 

Ator Coadjuvante em Série Cômica

Ty Burrell por Modern Family

Gosto do Ty mas… preguiça. Hora de cortar o bolo que já deu aquela esfriada. Alguém quer um pedaço?

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Anna Gunn por Breaking Bad

Merecidíssimo. A trajetória dessa personagem foi da insuportável a megabitch sofredora e desesperada, vítima do próprio marido e pesadelo endinheirado em 3, 2, 1. E ela conseguiu segurar muito bem, em todas as etapas. Hazô!

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Allison Janney por Mom

Alguém já viu? É boa mesmo? Alguém aceita outro pedaço de bolo? Acompanha café, leite, ou chá, senhor?

 

Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Kathy Bates por American Horror Story

Um dos poucos papéis ruins que ela já fez na vida foi em The Office, porque o resto, sempre mereceu. 

 

 

Roteiro – Série Dramática

Moira Walley-Beckett por Breaking Bad – Eps. Ozymandias

Clap Clap Clap!

 

 

Roteiro – Série Cômica

Louis C.K. por Louie – Eps. So Did The Fat Lady

Choro com Louis C.K. ganhando prêmio de roteiro. Essa sim é uma comédia que vale muito a pena e que deveria ser muito mais premiada. Um dia eles ainda vão descobrir isso. Espero… 

 

 

Roteiro – Minissérie, Telefilme ou Especial

Steven Moffat por Sherlock – His Last Vow

Clap…………….. Clap………………Clap, lentamente… Se estivesse lá, daria um beijo no Moff igual o Bryan Cranston fez na Julia Louis-Dreyfus. Muah!

 

 

Direção – Série Dramática

Cary Fukunaga por True Detective – Eps. Who Goes There

E não é que descobrimos que além de bom, esse diretor é magia e poderia facilmente entrar para o cast de Sons Of Anarchy? Uma magia de bastidor para ficar de olho, anotem..

 

 

Direção – Série Cômica

Gail Mancuso por Modern Family – Eps. Vegas

Tá, melhor deixar a preguiça de lado e aceitar que depois do bolo, chega a hora de lavar louça. 

 

 

Direção – Minissérie, Telefilme ou Especial

Colin Bucksey por Fargo – Eps. Buridan’s Ass

 

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E a lista do Emmy 2014, hein?

Julho 14, 2014

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É  claro que precisamos comentar a lista com o indicados para o Emmy 2014, que esse ano acontecerá no dia 25 de agosto na America antiga, com transmissão ao vivo por aqui pela Warner. Mas só vamos falar dos prêmios que mais nos interessam (séries e minisséries), porque como todo mundo sabe, essa lista é enorme. E como sempre, nossa torcida leva um coração (♥), nossos desafetos levam uma #CREDINCRUX () e os comentários seguem abaixo de cada categoria. Vamos lá?

 

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Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Downton Abbey – ITV/PBS

Game of Thrones – HBO

House of Cards – Netflix

Mad Men – AMC

True Detective – HBO

 

Em um ano de final de Breaking Bad, qualquer resultado que não seja para a série vai parecer injusto, mesmo que suas concorrentes tenham sido bem boas. Não consigo nem torcer por outra, sério…

 

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Série Cômica

†  The Big Bang Theory – CBS

♥  Louie – FX

Modern Family – ABC

Orange is the New Black – Netflix

Silicon Valley – HBO

Veep – HBO

 

Girls não está nessa lista e isso já me deixa irritado. Louie é sempre excelente, continua sendo uma das minha comédias preferidas na vida, mas não é para todo mundo. E tenho que reconhecer que Modern Family é superior, por mais idiota que esse comentário possa me fazer parecer. Ainda não vejo Veep, sorry… e Silicon Valey e OITNB estão na minha lista de próxima obrigações televisivas antes da fall season. E cadê The Mindy Project nessa lista, hein?

 

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Minissérie

†  American Horror Story: Coven – FX

Bonnie & Clyde – Lifetime

♥  Fargo – FX

Luther – BBC/BBC America

Treme – HBO

The White Queen – BBC/Starz

 

Até agora, só vi o piloto de Fargo e já estou completamente apaixonado. E qualquer série que tiver o Watson e o Bilbo Baggins em seu elenco, já pode considerar o meu voto como vencido!

 

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Telefilme

Killing Kennedy – National Geographic Channel

Muhammad Ali’s Greatest Fight – HBO

♥  The Normal Heart – HBO

♥  Sherlock: His Last Vow – Episódio de longa duração de série britânica – BBC/PBS

The Trip To Bountiful – Lifetime

 

Não sei porque eles insistem em colocar Sherlock nesse tipo de categoria, mas, não tem como pelo menos torcer pela série. Mas vocês já viram The Normal Heart? Então, fica difícil não torcer pela obra do uncle Ryan também, que é simplesmente sensacional!

 

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Ator de Série Dramática

♥  Bryan Cranston por Breaking Bad – AMC

Jeffe Daniels por The Newsroom – HBO

Jon Hamm por Mad Men – AMC

Woody Harrelson por True Detective – HBO

Matthew McConaughey por True Detective – HBO

Kevin Spacey por House of Cards – Netflix

 

Cranston, sem mais. Ano que vem, espero que o Jon Hamm finalmente seja reconhecido por seu também sempre muito bom, Don Draper. Mas só ano que vem…

 

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Ator de Série Cômica

Don Cheadle por House of Lies – Showtime

♥  Louis CK por Louie – FX

Ricky Gervais por Derek – Channel 4/Netflix

†  Matt LeBlanc por Episodes – Showtime

William H Macy por Shameless – Showtime

Jim Parsons por The Big Bang Theory – CBS

 

Louis CK. só porque ele é ruivo e apresentou o SNL tendo o Sam Smith como convidado musical. Mentira, é porque ele é bom mesmo. 

 

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Ator de Minissérie ou Telefilme

Chiwetel Ejiofor por Dancing on the Edge – BBC/Starz

♥  Martin Freeman por Fargo – FX

Billy Bob Thorton por Fargo – FX

Idris Elba por Luther – BBC/BBC America

♥  Benedict Cumberbatch por Sherlock – BBC/PBS

♥  Mark Ruffalo por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Dividido em três partes covardes. Mas gostaria que o combate fosse mais um duelo entre o Sherlock e o Watson interpretando outro que não o seu já famoso Bilbo. Veremos…

 

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Atriz de Série Dramática

Lizzy Kaplan por Masters of Sex – Showtime

Claire Danes por Homeland – Showtime

Michelle Dockery por Downton Abbey – ITV/PBS

†  Julianna Margulies por The Good Wife – CBS

Kerry Washington por Scandal – ABC

Robin Wright por House of Cards – Netflix

 

Seria uma pena ver a Claire Danes ganhando essa por uma temporada tão meio assim de Homeland. Prefiro que fique entre as outras grandes, Washington e Wright, mas fico bem feliz de ver o nome da Lizzy Kaplan finalmente figurando em uma lista como essa. Mas faltou a órfã, não?

 

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Atriz de Série Cômica

♥  Lena Dunham por Girls – HBO

♥  Edie Falco por Nurse Jackie – Showtime

Julia Louis-Dreyfus por Veep – HBO

Melissa McCarthy por Mike & Molly – CBS

Amy Poehler por Parks and Recreation – NBC

Taylor Schilling por Orange Is the New Black – Netflix

 

Eu tenho um amor de identificação pela Lena Dunham, então não consigo não torcer por ela, seja no Emmy, seja na vida. Edie Falco é sempre excelente em Nurse Jackie, embora a série seja sempre injustiçada figurando em uma lista de comédia. Mas não somos inocentes e sabemos que esse vai de novo para a Louis-Dreyfus. 

 

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Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story – FX

Sarah Paulson por American Horror Story – FX

Helena Bonham Carter por Burton and Taylor – Telefilme – BBC/BBC America

Minnie Driver por Return to Zero – Telefilme – Lifetime

Kristen Wiig por The Spoils of Babylon – IFC

Cicely Tyson por The Trip to Bountiful – Telefilme – Lifetime

 

Grandes nomes, várias queridas e nenhuma delas assistidas por mim. Que vença a melhor. #PHNEUTRO

 

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Ator Coadjuvante em Série Dramática

♥♥ Aaron Paul por Breaking Bad – AMC

Jim Carter por Downton Abbey – ITV/PBS

♥♥ Peter Dinklage por Game of Thrones – HBO

Mandy Patinkin por Homeland – Showtime

Jon Voight por Ray Donovan – Showtime

Josh Charles por The Good Wife – CBS

 

Meu coração fica tão dividido nessa categoria que ele se divide em dois, e dois para cada um dos meus preferidos. Seria possível um empate?

 

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Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Colin Hanks por Fargo – FX

♥  Martin Freeman por Sherlock – BBC/PBS

Jim Parsons por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Joe Mantello por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Alfred Molina por The Normal Heart – Telefilme – HBO

♥  Matt Bomer por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Freeman concorrendo novamente, e agora pelo seu Watson em Sherlock. E essa foi uma temporada importante para o seu personagem na série, por isso nada mais do que merecido. Gosto muito do Jim Parsons, mas em The Normal Heart, ele conseguiu carregar um pouco do Sheldon e não de uma forma tão positiva assim. Matt Bomer está assustador no mesmo e merece não só por isso, pela entrega, mas porque fez sim um excelente trabalho também!

 

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Ator Coadjuvante em Série Cômica

Andre Braugher por Brooklyn Nine-Nine – Fox

♥  Adam Driver por Girls – HBO

Ty Burrell por Modern Family – ABC

Jesse Tyler Ferguson por Modern Family – ABC

Fred Armisen por Protlandia – IFC

Tony Hale por Veep – HBO

 

Dei um grito de menina fã quando vi o nome do Adam Driver nessa lista. Finalmente! Sei que alguém de Modern Family deve levar, mas ainda assim, podemos fazer uma versão do troféu de jujubas e entregar para o nosso Adam, não?

 

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Ator Convidado em Série Dramática

Paul Giamatti por Downton Abbey – ITV/PBS

Reg E. Cathey por House of Cards – Netflix

♥  Robert Morse por Mad Men – AMC

Beau Bridges por Masters of Sex – Showtime

Joe Morton por Scandal – ABC

Dylan Baker por The Good Wife – CBS

 

Sério, o Paul Giamatti apareceu durante 5 min de toda temporada de Downton Abbey, no máximo. Claro que meu coração vai para o Robert Morse. Claro!

 

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Ator Convidado em Série Cômica

Nathan Lane por Modern Family – ABC

Steve Buscemi por Portlandia – IFC

♥  Jimmy Fallon por Saturday Night Live – NBC

Louis C.K. por Saturday Night Live – NBC

Bob Newhart por The Big Bang Theory – CBS

Gary Cole por Veep – HBO

 

Não acho o Jimmy Fallon um bom ator, mas suas participações no SNL, seu velho conhecido, são sempre excelentes. Louie também foi ótimo por sinal… Queria muito assistir Portlandia, mas não encontro para “comprar”… 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Dramática

♥  Anna Gunn por Breaking Bad – AMC

Maggie Smith por Downton Abbey – ITV/PBS

Joanne Froggatt por Downton Abbey – ITV/PBS

Lena Headey por Game of Thrones – HBO

Christina Hendricks por Mad Men – AMC

Christine Baranski por The Good Wife – CBS

 

Anna Gunn, sem mais e pelo conjunto da obra da sua participação na série. 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Julie Bowen por Modern Family – ABC

Allison Janney por Mom – CBS

Kate Mulgrew por Orange is the New Black – Netflix

Kate McKinnon por Saturday Night Live – NBC

♥  Mayim Bialik por The Big Bang Theory – CBS

Anna Chlumsky por Veep – HBO

 

Gostaria muito que a Mayim tirasse esse prêmio certo das mãos da Julie Bowen, mas está difícil…

 

 

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Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

♥  Frances Conroy por American Horror Story – FX

♥  Kathy Bates por American Horror Story – FX

Angela Bassett por American Horror Story – FX

Allison Tolman por Fargo – FX

Ellen Burstyn por Flowers in the Attic – Telefilme – Lifetime

♥  Julia Roberts por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Bates ou Roberts. Tranquem as duas em uma sala, joguem uma espada e quem sair viva, leva. Mas secretamente, vou torcer para sempre para a Frances Conroy, por meu amor antigo por Six Feet Under

 

Atriz Convidada em Série Dramática

Diane Rigg por Game of Thrones – HBO

Kate Mara por House of Cards – Netflix

Allison Janney por Masters of Sex – Showtime

Kate Burton por Scandal – ABC

Margo Martindale por The Americans – FX

Jane Fonda por The Newsroom – HBO

 

Se eu fosse a Jane Fonda, que tem um cena a cada temporada de The Newsroom, teria vergonha de qualquer indicação por esse papel. Isso só pode ser coisa de algum velho tarado de seus velhos tempos de “Barbarella”. Só pode! rs

 

Atriz Convidada em Série Cômica

Uzo Aduba por Orange is the New Black – Netflix

Laverne Cox por Organe is the New Black – Netflix

Natasha Lyonne por Orange is the New Black – Netflix

Tina Fey por Saturday Night Live – NBC

Melissa McCarthy por Saturday Night Live – NBC

Joan Cusack por Shameless – Shwotime

 

Bacana ver o Netflix sendo levado a sério, não?

 

Elenco de Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Game Of Thrones – HBO

The Good Wife – CBS

House Of Cards – Netflix

True Detective – HBO

Sherlock – BBC/PBS

Treme – HBO

 

Breaking Bad, claro. Acho que GOT vai ser tipo aqueles que são indicados a tudo no Oscar mas que no final, acabam ganhando apenas um ou outro prêmio técnico da noite…

 

Elenco de Série Cômica

Louie – FX

Modern Family – ABC

Nurse Jackie – Showtime

Orange Is The New Black – Netflix

Veep – HBO

 

Modern Family, porque eles tem mesmo o melhor elenco e as vezes não tão bem aproveitado assim até…

 

Elenco de Minissérie ou Telefilme

American Horror Story – FX

Fargo – FX

Sherlock: The Last Vow – BBC/PBS

The Normal Heart – Telefilme – HBO

Treme – HBO

 

Gostaria de ver esse com Sherlock, mas fica difícil concorrer com tantos nomes de peso de Hollywood em TNH. Humpf!

 

Série Animada

Archer – FX

Bob’s Burgers – Fox

Futurama – Fox

South Park – Comedy Central

Teenage Mutant Ninja Turtles: The Manhattan Project – Nickelodeon

 

Série Animada – Curta Duração

Adventure Time – Cartoon Network

Disney Mickey Mouse – Disney Channel

Disney Phineas and Ferb – Disney Channel

Regular Show – Cartoon Network

Robot Chicken – Cartoon Network

 

Adventure Time, porque é o mais maravilindo! rs

 

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Cumberbatman

Junho 30, 2014

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Porque depois de tanto tempo na geladeira, só mesmo o Cumberbatman nas geleiras para nos representar no header da vez, não é mesmo? Höy!

#CUMBERBATMAN

#IMBACK

 

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Sherlock, parte 3

Janeiro 22, 2014

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Quase dois anos de espera (sim, o terceiro episódio da Season 2 foi ao ar em 15/01/12), apenas mais três episódios de uma hora e meia de duração cada e mais uma temporada sensacional de Sherlock. SENSACIONAL! Com a desculpa da agenda concorridíssima de suas duas maiores estrelas (Cumberbatch + Freeman), que agora também parecem que foram finalmente reconhecidos em Hollywood, tivemos uma longa espera para o retorno de uma das melhores séries britânica. Eu diria até que a melhor série indeed no ar hoje, mesmo ficando com os meus dois corações apertados por conta do meu amor incondicional por Doctor Who. Mas podemos dizer que valeu a pena, não esperar, porque essa espera longa demais é sempre uma covardia covarde, mas o fato de aguardarmos tanto tempo para receber de presente três episódios como esses, acaba compensando qualquer coisa. Mas que a gente gostaria que fossem mais (não 22 como na America antiga, mas uns 6 pelo menos?), a gente bem que gostaria.

Para essa temporada, começamos com a notícia velha de que “#SHERLOCKLIVES”. Velha porque para a sua audiência, no final da Season 2, o próprio já havia aparecido e com isso, a dúvida da sua morte já não mais existia e o que a gente gostaria mesmo de saber era como isso foi possível, uma vez que vimos o próprio pulando do telhado de um prédio, de frente com o Dr Watson, para o seu (e nosso) total desespero. Mas restava esclarecer esse pequeno detalhe e nessa hora, ganhamos um episódio cheio de possibilidades, que brincou com a mente de sua audiência mostrando diferentes cenários para o mesmo crime, nos dando algumas opções para o ocorrido, todas muito bem pensadas por sinal, meio exageradas até e algumas com um toque de humor inglês que é sempre bem vindo, como a possibilidade criada por uma de suas fãs (a Ray de My Mad Fat Diary), imaginando uma história de amor entre Sherlock e Moriarty, que foi divertidíssimo e totalmente inesperado. (com direito a uma quase beijo, olha só!)

Mas além desse esclarecimento, restava ao Sherlock a tarefa de enfrentar o grande amor da sua vida (sejamos sinceros, eles se amam, de uma outra forma, mas todo mundo sabe disso), seu amigo e companheiro que havia passado esse tempo todo de luto, Watson, acreditando na morte do parceiro e obviamente, sofrendo e muito por isso. E quando finalmente chegamos ao momento do confronto, novamente recebemos de presente o alívio cômico da série, com uma briga no melhor estilo dramalhão mexicano, com o Sherlock recorrendo ao humor para surpreender o amigo com a notícia de que estava vivo e Watson enlouquecendo, partindo para cima dele por mais de uma vez, em cenários diferentes, em um misto de drama e pastelão muito bem executado, com espaço para diversas piadinhas a respeito da nova tentativa de estilo do próprio Watson, que a essa altura havia adotado um bigode bem do meio assim durante esse período de luto.

Como novidade, ganhamos uma personagem a mais para essa relação já tão conturbada entre os dois, Mary (Amanda Abbington), que havia roubado o coração do Watson, de quem ela estava noiva e Holmes teve que amargar ter perdido esse momento da vida do amigo. Claro que para aguentar um Sherlock presente em boa parte de sua vida por conta da sua relação com Watson, Mary precisava ser uma mulher bem humorada e que tivesse coragem de dizer algumas verdades para o Sherlock que pouca gente teria, além de uma petulância natural em enfrentá-lo de vez em quando, discordando do seu ponto de vista e ou acrescentando detalhes perdidos pelo detetive. Apesar de extremamente doce e de ter uma relação com aparentemente zero problemas com Watson, já nesse primeiro encontro entre os três, quando o detetive fez sua primeira leitura sobre a Mary, uma série de palavras pipocaram na tela e entre elas estava “liar”, que coincidentemente foi o que me chamou a atenção e me fez voltar a cena para ver se eu tinha visto direito. Além disso, um olhar mais demorado e de leve desconfiança do próprio Sherlock em relação a escolhida do seu amigo em um determinado momento chegou a chamar a atenção para quem assim como eu, é mais apegado a esse tipo de detalhe. Mas nada que nos denunciasse qualquer outra coisa. Pelo menos por enquanto.

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O bacana desse primeiro episódio da Season 3 é que fomos muito bem representados pelo fandom do Sherlock na própria série, que inconformados com a sua “morte’, se mobilizaram para imaginar as tais possibilidades para o que de fato pudesse ter acontecido no telhado daquele prédio, com a diferença de que na série, eles foram mais fundo e acabaram sendo os próprios responsáveis pelo caso da vez, em uma tentativa desesperada porém bastante inteligente para despertar a curiosidade do detetive do “mundo dos mortos”

Seguindo com a temporada, ganhamos o episódio mais divertido da série até hoje, ele que foi também responsável pela confirmação de que essa seria a temporada mais bem humorada da série e isso ficou por conta do dia em que o Dr Watson se casou com a Mary e resolveu chamar o Sherlock para ser o seu padrinho. Muito provavelmente em uma tentativa de humanizar um pouco mais o personagem, ganhamos um Sherlock visivelmente mais leve ao longo dessa Season 3, talvez pela culpa de ter forjado sua própria morte e ter permanecido tanto tempo longe do seu amigo (e consequentemente de todos nós). Amigo que ao escolhê-lo como padrinho, acabou assumindo que ele era sim o seu melhor amigo, para total desespero do personagem, que não é tão genial quanto parece quando o assunto são sentimentos de verdade e não um detalhe prático qualquer.

Aqui, ganhamos um Sherlock talvez pela primeira vez se dando conta da importância da sua relação com aquele homem, se sentindo realmente querido por alguém e nesse hora, o mesmo não pensou duas vezes ao assumir o posto de melhor amigo (quer dizer, até pensou duas vezes sim e ficou tão surpreso com o convite que chegou até a tomar um “chá de olho”. Sério), entrevistando severamente alguns dos convidados principais da festa e fazendo um breve levantamento sobre todos eles, com direito a mapa na parede do tipo Homeland e um Sherlock fofíssimo e comportado sentado no chão, dobrando guardanapos no formato do Sydney Opera Hall, confessando que alguns de seus talentos descobertos recentemente (como dobrar guardanapos em formatos exóticos) vieram de suas também recentes excursões a tutoriais no Youtube.

Além de extremamente cômico e de ter assumido o volume de humor da temporada, esse também foi um episódio complexo, com algumas voltas no tempo para antes do casamento e de quebra, a inclusão de um caso sem solução que havia lhes chamado a atenção enquanto Watson tentava fugir de sua noiva e um Sherlock organizador de festas, envolvendo inclusive um personagem do passado do próprio, relembrando mais uma vez os seus tempos de guerra, além também de algumas memórias de casos divertidíssimos da trajetória dessa dupla que não tivemos a chance de acompanhar. E e tudo isso em um cenário lindo, com cara de casamento que a gente adoraria ter sido convidado e até teria comprado presentes bons.

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Mas se esse foi definitivamente o episódio que estabeleceu o humor da série para essa temporada e o assumiu como a sua maior arma nesse momento, ele também foi uma dos mais fofos para a mitologia da série. Do momento já mencionado, com o Sherlock congelado no tempo ao ouvir o convite para ser o padrinho do Watson e consequentemente, que ele era o seu melhor amigo (algo que provavelmente ele nunca imaginou conseguir ser para alguém), ao momento do discurso preparado tragicamente pelo próprio Sherlock, que no final das contas, conseguiu salvá-lo muito bem, entre esses dois momentos, tivemos as melhores declarações de amor entre ambos os personagens, do tipo que consegue te deixar com aquele nó na garganta, mesmo vindo na sequência de uma série de verdades e ofensas ditas pelo Sherlock himself, claro.

É claro também que como Sherlock apesar de ter se assumido um pouco mais como uma séria também cômica, basicamente sobrevive (além de todas as suas qualidades, que não são poucas) do suspense, como resolução para essa primeira e provavelmente única vez do Sherlock como padrinho, ganhamos uma espécie de jogo como “detetive” em pleno casamento, com um Sherlock enlouquecido tentando resolver o crime da vez, eliminando possibilidades e mais uma vez utilizando do recurso da tipografia, que a essa altura, já faz mais do que parte da identidade da série.

Identidade essa que continua sendo fielmente mantida, com todo o fundamento que aprendemos a admirar e reconhecer na série desde suas primeiras temporadas (Season 1 e Season 2), com uma fotografia excelente, recursos tipográficos que nos ajudam a compreender  o que está acontecendo em cena e ou na cabeça do próprio Sherlock (em seu “palácio mental”), além daquele olhar super bacana que eles sempre escolhem para nos ilustrar uma cena. E tudo isso pertencendo muito bem dentro desse universo, sem nos deixar com a impressão de que eles estão apenas se “exibindo”, como é bem possível reconhecer a quilômetros de distância em séries do tipo procedural mais endinheiradas.

Detalhe que nesse episódio, antes de se dar conta que apesar do amor que conseguiu sentir naquele momento, ele continuava sozinho (a cena dele reconhecendo essa fato na pista de dança é linda e a prova de que Sherlock jamais ficaria sozinho em uma pista de dança veio logo depois, com o Cumberbatch dançando animadamente ao lado do Fassbender. Confirmou!), antes de deixar a festa e a sua valsa como presente para os noivos (um detalhe lindíssimo por sinal), tivemos um momento clássico com mais uma vez o Sherlock sendo sincero demais e falando o que não deveria, revelando ao casal que eles além de recém casados, estavam também grávidos e nesse momento, por mais uma vez ganhamos um olhar um tanto quanto demorado demais em relação ao próprio e a Mary, algo que de certa forma me despertou a possibilidade de que ele tivesse enxergado algo mais nela naquele momento. Mas até aqui, tudo isso poderia ter sido apenas uma impressão minha.

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Até que partimos para o grande final dessa temporada, que apesar de ter nos apresentado um novo vilão (Magnussen), sem ter nos demonstrado exatamente qual era a sua magnitude, tivemos uma perfeita amarração entre as histórias dos outros dois episódios, que de alguma forma, estavam todas atreladas para o desenrolar dessa terceira temporada da série inglesa. Um episódio absolutamente sensacional para uma temporada que havia começado pela morte ficticia do prório Sherlock e que voltava para o seu encerramento nos propondo o personagem de fato enfrentando algo bem próximo da morte de forma real, nos fazendo passar boa parte dele dentro do seu próprio palácio mental, onde descobrimos até a sua zona de conforto, que atendia pelo nome de barba ruiva . (Confirmou! Sherlock é dos nossos)

Sim, nele e corajosamente bem antes da sua metade, tivemos Holmes enfrentando a morte de perto, ao ser baleado no peito por ninguém menos do que a própria Mary do seu Watson, ela que também tinha alguma relação mal resolvida com o vilão da vez que parecia saber de tudo por uma espécie de Google Glass (mas que na verdade, não era exatamente isso), para a surpresa de todos, mas acho que podemos afirmar nesse momento que ninguém ficou mais surpreso do que o próprio Sherlock nesse caso. (eu pelo menos matei na hora em que eles mencionaram o perfume. E que propaganda hein? Dior, Chanel, Prada…)

E mais uma vez, foi lindo ver como a relação desses dois personagens principais é baseada na lealdade (palavra importantíssima na minha own vida ultimamente… tisc tisc), com a Mary ameaçando o Sherlock em relação a ele revelar para o Watson que ela havia atirado no mesmo e ele imediatamente arquitetando uma instalação artística com direito a projeções gigantescas e alguns truques para arrancar a sua confissão diante do agora marido Watson, para o total desespero da personagem.

Nesse hora, eu só não gostei muito dos mind games envolvendo a parcela de culpa do Watson por sempre escolher “o errado” para se aproximar em sua vida, tão pouco a questão daqueles petelecos todos na cara envolvendo o vilão da vez na cena final. Achei que para o personagem, esse detalhe não coube tão perfeitamente, algo que caberia muito melhor para alguém com um nível de arrogância tão avançado quanto o Sherlock, por exemplo. Mas ainda assim, temos que aceitar que de vez em quando, a gente é quem realmente atraí esse tipo de coisa para nossas vidas, infelizmente, algo que todos nós sabemos que é uma verdade e talvez por isso deixamos passar na série.

Apesar de ter desmascarado a Mary, não ficou claro suas verdadeiras intenções naquele momento em relação ao crime, tão pouco o que o tal Magnussen sabia a seu respeito a ponto de colocá-la naquela posição de assassina. Algo que a própria resolveu tentar esclarecer mais tarde, deixando um pen drive com o próprio Watson, contendo a sua verdeira identidade e história. E novamente, apesar também de ter encontrado algumas falhas nessa relação de amor, onde acabou ficando muito mais claro o grau de envolvimento do Watson com essa relação, quando ele resolveu jogar o pen drive no fogo e esquecer o passado da futura mãe de sua filha (sim, a chance maior segundo ele mesmo é que seja menina) do que em relação a própria Mary e o seu envolvimento com o atual marido. Mas ainda assim, foi bem bonitinho o Sherlock promovendo uma excursão no natal  até a casa dos seus pais (que haviam aparecido em um outro momento da temporada), na tentativa de demonstrar para o casal em crise do momento um outro tipo de relação que eles poderiam se inspirar em ter e tudo isso com direito a um Mycroft amargo de companhia e odiando o natal, além do novo protegê do próprio Sherlock, um viciado que ele acabou conhecendo na “cracolândia”, onde o personagem passou a viver por uns tempos logo depois do casamento do seu melhor amigo (fazendo uma piada ótima em relação ao seu vício em drogas, que estava um tanto quanto adormecido), e talvez esse detalhe tenha nos dado uma pista de que ele não estava se sujeitando a drogas naquele lugar apenas pelo caso da vez e sim para tentar se livrar da dor de ter perdido o homem da sua vida, não? rs

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Mycroft também apareceu em momentos importantes ao longo dessa Season 3, dentro do tal “palácio mental” do Sherlock, dando dicas importantes em relação ao seu comportamento e além disso, dividiu também um momento super fofo com o irmão, com ambos tentando esconder da mãe o fato de que estavam fumando do lado de fora da casa e o próprio Sherlock tentando incriminá-lo na maior cara de pau, como duas pessoas absolutamente comuns (que é bom lembrar de vez em quando que eles são). Outro ponto de extrema doçura ao longo da nova temporada aconteceu quando acabamos dando de cara com a memória do Sherlock criança, revelando um pouco mais da fragilidade do personagem, assim como aquela cena fortíssima (e linda) que encerrou o episódio, com ele criança se rendendo em meio a todos aqueles homens armados.

Em termos de crítica, podemos dizer que a atenção dada ao lado cômico da série não foi a mesma para a questão do suspense, que apesar de também ter sido muito bem executada como sempre, acabou ficando um tanto quanto mais fraca em relação as grandes resoluções (as maiores delas, tipo o caso da Mary e o que fazer com um vilão como o Magnussen), que foram um pouco mais óbvias ao longo dessa temporada. Não sei se foi a saudade da série e o longo tempo que tivemos que aguardar para o seu retorno, mas digamos que dessa vez, as pistas deixadas ao longo dos episódios foram mais óbvias ou pelo menos mais fáceis de se perceber. Será que é porque a essa altura, já estamos muito mais bem treinados?

Dessa vez, não tivemos uma grande revelação e ou grande plot dramático para encerrar a temporada e sim um Sherlock assumindo o posto de vilão para se afirmar como o grande herói da vez. E tudo isso baseado no sentimento que ele tem em relação ao melhor amigo Watson, que agora se estende para a sua “executora”. Uma resolução sentimental, que ainda nos trouxe uma despedida linda e novamente muito bem humorada entre os dois melhores amigos, com direito a um Sherlock tentando a qualquer custo que o amigo batizasse seu filho com o seu nome, inclusive se fosse uma garota. Mas essa despedida ainda trazia um gostinho muito mais amargo, com o detetive seguindo para uma espécie de exílio, onde segundo o próprio irmão database Mycroft, ele não duraria muito.

Até que no último momento, fomos surpreendidos com uma imagem que ecoava em todas as TVs da terra da rainha, com alguém importante perguntando se estávamos com saudades. Alguém que era ninguém menos do que o próprio Moriarty, a princípio apenas como uma espécie de GIF animado, mas quem aguardou até o final dos créditos como bem fez questão de lembrar o locutor, pode conferir a sua versão em carne e osso. Agora não me perguntem como é que eles vão conseguir explicar como Moriarty não morreu (e a gente sabe que eles vão conseguir), porque isso nós só saberemos durante a próxima temporada da série, que já faz tempo que tem feito por merecer cair no gosto do público, hein?

E eu sinceramente não consigo acreditar em como é que uma série com todas as qualidades de Sherlock, consegue passar tão batido em toda e qualquer premiação de TV fora da terra da rainha. Suspeito que esse mistério nem o próprio Sherlock consiga explicar. Mas que merecia ser reconhecida também por isso, merecia…

 

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Começando o ano com endereço certo: 221B

Dezembro 5, 2013

S3S30

01 de Janeiro, dia da volta de Sherlock para sua aguardadíssima Season 3, com anos de atraso.

Dia 01 na terra da rainha e dia 19 na america antiga. Animados, ansiosos e ou cancelando todos os eventos da virada?

#TOMANDOANSIOLITICOSCOMCHAMPAGNE

 

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Sherlock Season 3, o trailer (#SherlockLives)

Novembro 25, 2013

Embora a gente não tenha a confirmação da BBC One (e os ingleses costumavam exibir a série antes da maioria dos outros países), a BBC America já está anunciando a aguardadíssima (e atrasadíssima) Season 3 de Sherlock para o dia 19 de janeiro.

Ansiosos?

 

ps:como vamos aguentar tanta dose de amor assim juntos com Raymundo e Sherlock juntos em um mesmo cenário?

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Sherlock Season 3, o teaser

Agosto 12, 2013

A grande sacanagem é que a Season 3 (por falar nisso, por aqui acabou de sair um box com as duas temporadas anteriores, com um precinho bem bom e que pode ficar bem melhor daqui algum tempo, viu?) da sensacional série inglesa (infinitamente superior a suas versões cinematográficas) só chega em 2014. Dois mil e fucking quatorze. Sério, não gosto nem de dizer isso.

Ansiosos ou em coma pela espera? (R: em coma, vítima da ansiedade pela longa espera)

 

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Dates, o promo

Junho 6, 2013

Nova dramédia do Channel 4 que segue mais ou menos a mesma premissa de True Love (com a diferença de que essa era mais dramática e a nova proposta parece ser mais focada na comédia mesmo), com a apresentação de uma nova história com novos personagens a cada episódio, onde de vez em quando eles acabam se cruzando por um motivo qualquer, independente de suas histórias.

De Bryan Elsley (Skins), a o plot  central da trama gira em torno de primeiros encontros em um restaurante em comum e a gente bem sabe que primeiros encontros são sempre aquele drama dramático do que fazer, como agir, sobre o que conversar e o principal: o que usar? (sorry a empatia imediata, rs) Por isso achamos que pode ser uma boa opção para essa summer season… (além da questão de ser uma série inglesa, curtinha e no promo tocar Lykke Li – sim, somos desses que levam esse tipo de detalhe em consideração)

Animados? O bacana é que Dates conta com alguns rostos conhecidos de todos nós, como o excelente Andrew Scott, da sensacional Sherlock. (simplesmente o melhor Moriarty EVER)

Estréia na terra da Rainha no próximo dia 10.

 

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O novo Hannibal

Maio 3, 2013

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Sinceramente, eu não consigo imaginar uma outra forma para que Hannibal Lecter tivesse chegado a TV. Até consigo imaginá-lo chegando seguindo um fundamento meio preguiça como The Following, ou optando por uma linha mais Dexter, seguindo uma narrativa de acordo com a cabeça do personagem, nos fazendo pensar como o assassino da vez, até cair em um procedural bem convencional e muitas vezes monótono (antes de acabar de forma deprimente como a série do serial killer de Miami…). Mas honestamente eu não consigo me imaginar preso a Hannibal se não fosse exatamente pela forma que o Bryan Fuller escolheu para nos contar essa já conhecida história.

A começar pelo seu olhar, que é bem específico, sofisticado e dono de uma beleza e estética esquisita (linda por sinal), quase como se tudo fosse um belíssimo pesadelo. Kitsch de vez em quando, principalmente nos momentos em que embarcamos na mente do Will Graham por exemplo, que devido a toda a sua empatia com os demais, consegue pensar exatamente como o assassino (uma boa diferença do que estamos acostumados a ver em Dexter por exemplo), nos transportando automaticamente por meio de uma revisita ao cenário do crime até a mente do assassino em questão. O pêndulo cruza a tela, as imagens ganham um outro tratamento, tudo fica mais amarelado, quente (gosto muito quando ele caminha ao contrário nesses momentos), fazendo um contraste lindo com o universo mais frio e sombrio da série que prevalece em todo o resto, desde o dia a dia dos personagens até as cenas dos crimes (todas sensacionalmente sensacionais!), essas sempre em um tom azulado e com bem menos vida.

Quem conhece o trabalho do criador da nova série desde os tempos de Pushing Daisies (que eu morro de saudades e revejo de vez em quando um ou outro episódio em DVD), consegue entender perfeitamente o que eu quero dizer. Apesar de Hannibal seguir uma outra linha, bem menos saturada ou recheada de excessos (embora eles também apareçam dentro da série quase sempre) é possível facilmente reconhecer a assinatura do seu criador em meio a cada um dos detalhes que encontramos agora em Hannibal, que não são poucos (o figurino do próprio é um deles, que diga-se de passagem, também é bem sensacional) e são todos extremamente bem cuidados, além de lindos de serem vistos, resultando em uma estética bem particular para a nova série.

Boa parte do mérito de Hannibal inclusive deve ser dada a sua direção de arte, que é fora do comum e de vez em quando me faz lembrar muito algo que sempre chamou a atenção de todos em Sherlock, mas tudo pensado de uma outra forma, sem parecer cópia e com um nível de originalidade absurdo, apesar de qualquer semelhança. Todas as cenas de crime, do modo como as encontramos ou quando são reconstruídas pela mente do Will, todas elas são de uma beleza impossível de ser ignorada, uma beleza que ao mesmo tempo que distraí (aquele lugar cheio de chifres ou o corpo daquela mulher preso a um deles, aquela plantação de cogumelos, o assassino que transformava as vítimas em “anjos”), consegue também seguir exatamente o mesmo ritmo da história e talvez por isso tudo case tão bem dentro da série. (que conta também com uma edição bem bacana)

História que também é muito bem contada, com um mergulho profundo principalmente na cabeça do Will Graham (só dele, pelo menos por enquanto), que na verdade consegue pensar exatamente como o outro e por isso se torna brilhante naquilo que faz. Apesar de parecer um caminho fácil a ser percorrido (principalmente pensando como resolução, algo que eu cheguei a reclamar pelo que vi de The Following, só que de uma outra maneira), a todo momento eles fazem questão de mostrar o quanto o personagem se incomoda com tudo aquilo e o quanto ele sofre por ser daquela forma, ilustrando lindamente quem é o personagem hoje e quem ele poderia se tornar facilmente caso perdesse o controle.

Sem contar que o personagem acaba roubando a cena, aparecendo inclusive muito mais do que o próprio Hannibal (Mads Mikkelsen), que é o seu terapeuta e circula meio que por trás da produção que leva o seu nome. E esse é um mérito que é preciso ser dado ao Hugh Dancy (que nós AMAMOS faz tempo, Höy!), que sempre foi um excelente ator e que encontrou no papel do Will Graham a chance de fazer algo bem parecido com o que a sua esposa Claire Danes faz lindamente em Homeland, claro que de acordo com as devidas proporções. (mas eu realmente acho ele tão bom quanto e fico imaginando esse casal em casa, passando o texto. Algo que merecia ser gravado e virar uma série de TV, que mesmo sem existir nós já sabemos que seria bem melhor do que boa parte do que anda acontecendo na TV atualmente, rs #HELLYEAH)

Hannibal - Season 1

O piloto é basicamente divido em duas etapas de 20 minutos, a primeira onde somos apresentado ao Will e passamos a conhecê-lo e entender como funciona a sua mente esquisita e brilhante e na segunda metade, quando Hannibal finalmente é introduzido à história, que é quando ganhamos apenas algumas nuances do seu caráter, mas sempre de forma elegante, sem perder a compostura e até agora, exceto por um momento, ainda não vimos nada sobre o personagem em cena, agindo com suas próprias vítimas ou qualquer coisa do tipo (a não ser em termos de uma leve pressão psicológica) e isso eu confesso que faz falta, nem que fosse mostrado em pequenos flashes ou algo do tipo. De qualquer forma, todas as cenas dele cozinhando em casa e ou servindo alguém com um de seus pratos super elaborados, são todas ótimas e de revirar qualquer estômago gourmet.

Talvez esse inclusive seja o único ponto fraco da série até aqui, que devido ao total clima de procedural, com um novo assassino a cada semana e tudo mais, acha que é bem mais interessante cozinhar o personagem lentamente (respeitando a história original, claro) do que já ir entregando a sua cabeça em uma bandeja de prata (pensando em longevidade  é sim bem mais interessante. Agora, pensando em criar alguma empatia com o personagem, é preciso que isso apareça em algum momento também, além do mesmo figurar apenas como um manipulador por trás do divã). Apesar disso, do alto do quinto episódio, tudo ainda continua bastante interessante. Agora, até quando isso pode continuar interessante, isso já é uma outra questão, porque apesar de estar sempre por perto, a série não se trata exclusivamente do Hannibal ou da sua mente e a narrativa segue uma outra linha, com casos isolados que normalmente não tem muita ou nenhum relação com o famoso personagem, algo que com o tempo pode se tornar bastante cansativo (para quem gosta de procedural não) ou provavelmente acabe diminuindo o personagem aos poucos. (isso sem contar o carisma e magia do próprio Hugh Dancy como seu oponente…)

A não ser por esse (por enquanto ainda pequeno) detalhe, Hannibal é uma grande produção da NBC, que tem feito um trabalho excelente com a série (surpreendentemente) e por enquanto só tem do que se orgulhar, em todos os sentidos. Um elenco sensacional (que ainda tem o Laurence Fishburne, fazendo o que ele sabe fazer. Sorry Morpheus!), uma história conhecida de um personagem de sucesso (que eu tenho que confessar que quando criança, morria de medo e devido a esse trauma antigo, nem sou dos mais conhecedores sobre a sua mitologia), tudo isso obviamente tem colaborado e bastante para o sucesso de Hannibal na TV, mas a série não seria metade disso se não fosse pelo olhar do Bryan Fuller, que com toda a sua estranheza consegue deixar esse cenário ainda mais sedutor a atraente.

Até agora foram exibidos 5 episódios (sendo que pulamos um deles por conta do pavoroso atentado em Bonston) e ainda não se sabe sobre uma possível renovação da série (que andam dizendo ser difícil e eu não consigo entender o porque a não ser pelo custo de uma produção como essa…), que apesar de ainda ser bem cedo, já é possível torcer para que aconteça, se não por sua qualidade, pelo desejo já revelado do Bryan Fuller de trazer o David Bowie para uma participação na série, vivendo o tio do Hannibal caso ela seja renovada para uma Season 2. Imaginem só?

E olha que procedural nunca foi o meu forte, mas toda essa nova visão para essa história já conhecida (além do fator “encontro semanal com o Hugh Dancy”) tem me deixado bastante curioso e ansioso por seus novos episódios a cada semana.

Veremos…

 

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Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

tv

Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

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Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

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O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

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Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

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Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

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Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

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E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

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Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

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