Posts Tagged ‘Showtime’

Homeland Season 2, o teaser

Agosto 7, 2012

Apesar de Homeland ter roubado na cara dura o meu E invertido e agora fazer questão de evidenciar isso até no seu teaser (vai dizer que vcs não repararam? Será que foi um chupisco homenagem? Tipo “Sociedade, leiam o Guilt“?), estou mais do que ansioso para essa Season 2. Já é 30 de Setembro? Não? E agora, já é?

E o olhão da Claire, hein? WOO!

 

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The Big C + Nurse Jackie, porque é que continuamos assistindo mesmo?

Julho 6, 2012

Quer dizer, eu pelo menos continuo. Ou continuava, dependendo da nova leva de séries que ainda estão para estrear esse ano e que podem roubar fácil o espaço na minha agenda reservada para essas duas, que eu só assisto quando não tenho realmente nada para fazer. Mas eu gosto de The Big C e Nurse Jackie. Gosto tanto a ponto de conseguir admitir que ambas já renderam o suficiente e a essa altura eu não teria ficado chateado se ambas já tivessem sido encerradas, como aconteceu com United States Of Tara (do mesmo canal que as outras duas), essa até semi precocemente. Sinto até que essa é uma sensação para a maioria, ou pelo menos para quem permaneceu até hoje acompanhando essas duas histórias.

Em The Big C durante essa temporada (Season 3) tivemos menos câncer e mais crise. Nem o marido que a gente achou que teria morrido no final da temporada anterior morreu de verdade e agora se tornou um blogueiro (sim, blogayro) que dá lições de autoajuda e palestras motivacionais para quem atingiu o fundo do poço assim como ele. Isso ao lado da Susan Sarandon, que fez uma participação na série só para fazer o Paul se sentir desejado, balançar um pouco o casamento do casal (mais uma vez) e depois correr para abraçar a sua morte em um clichê daqueles bem cara de pau, que nos trouxe de volta o fantasma da vizinha morta faz tempo. Mas no final, acabou rendendo também uma separação para o casal Cathy e Paul.

Na casa que já foi da vizinha morta no passado, tivemos Sean, esse sim sempre muito bom, vivendo novas experiências com o seu novo trabalho como atendente de hotline gay, algo que ele acabou ganhando “de presente” do seu ex dono por engano. Mas vem cá, porque é que o verdadeiro dono da linha não simplesmente pediu a transferência ao contrário de ficar naquela briguinha boba com o personagem para ver quem interpretava melhor o amante virtual atendendo primeiro a ligação, hein? Para ter alguma história, é claro. Sean que até conseguiu render desse plot meio assim, uma relação deliciosa a três, mostrando um lado ainda mais liberal do personagem, mas que é claro que no final das contas não seria tão feliz ou simples assim.

Andrea agora é Ababoo, isso por conta do trauma do seu quase casamento da temporada anterior, onde ela aproveitou o momento para buscar suas raízes africanas. Ainda no plot da religião, temos também o filho mala da Cathy que ninguém aguenta mais, ele que agora virou um completo babaca religioso, apesar de ter idade e motivos aceitáveis para isso e assim, passou a se envolver com aquele tipo de menina que não libera a porta da frente, mas que pelos fundos todo mundo pode entrar (rs). Típico.

Mas ainda no meio disso tudo tivemos a Cathy tentando ser outra pessoa, assumindo uma identidade totalmente diferente, só que apenas para suas visitas a um bar de esquina comandado por um ex presidiário de OZ (rs), onde ela se refugiava para fugir da sua própria realidade. Mas a troco de que mesmo? Sem contar o plot da adoção, que contando com a sua atual condição de saúde e o recente histórico do seu marido, não parecia ser assim tão possível, provável, ou até mesmo sensato.

No final tivemos o casal meio que se separando, Cathy descobrindo que a sua doença voltou, o que a levou fugir novamente, dessa vez em um barco de pescador com o nome “Bola de Fogo”. Sério. Precisava chegar a essa ponto Big C?

Tudo bem que a temporada não chegou a ser tão ruim assim como pode parecer na review (tisc tisc), foi simplesmente boba e sem muito propósito e eu fico imaginando porque arrastar uma série que um dia já foi tão bacana, a troco de apenas isso? Realmente chegamos a um ponto onde mais uma temporada de The Big C só se faz necessária porque ainda não tivemos exatamente uma “conclusão” para essa história, seja ela positiva ou negativa. Mas nada que não pudesse ter sido resolvido durante essa temporada em formato de trilogia e não ter sido arrastada para uma possível próxima (ainda não confirmada), tornando The Big C como o tipo de série que a gente só continua assistindo por ainda manter algum carinho por seus personagens e é só. Mas tudo tem o seu limite. Tudo.

Por isso ela vai ficar em stand by na minha lista e se aparecer outra coisa mais interessante (cruzando os dedos) eu só volto para ver a conclusão dessa história quando esse momento realmente chegar. Realmente espero que a próxima temporada seja a última e se ela for muito mais objetiva, seria melhor ainda. (quem sabe mais curta, como parece ser tendência atualmente – apesar dessa já ser uma série de temporadas curtas…)

Nurse Jackie teve um ponto positivo a seu favor, que foi o fato da Jackie pela primeira vez se ver obrigada a encarar a rehab, um momento do qual ela até já chegou a rir e correr antes, mas que dessa vez não teria outra saída, uma vez que até o seu marido descobriu sobre o seu vício e o seu mundo de pílulas mil começou a desabar de vez.

E isso acabou contando a seu favor durante sua Season  4, tornando-a mais interessante do que a The Big C por exemplo, ainda mais com o seu mundo desmoronando, com o marido descobrindo sobre o seu caso com o seu colega de trabalho, entrando na justiça para ficar com a guarda das filhas e exigindo até mesmo uma pensão para sustentá-las, Jackie ter que encarar a filha mais velha se tornando uma adolescente chatinha daquelas (sensacional ela pixando o quarto da menina como resposta ao pedido rebelde da filha) além dela finalmente começar a ser perseguida no trabalho. Como se isso não fosse o suficiente para mexer com os nervos da nossa enfermeira preferida (e isso não tem como negar, porque ela é sempre ótima com os pacientes), ela ainda teve que lidar com a nova administração do hospital e ver alguns de seus colegas de trabalho sendo colocados no olho da rua por culpa do seu vício.

Tudo isso foram fatores que acabaram colaborando para que essa história ficasse um pouco mais interessante de se acompanhar, embora a sensação que fique é a de que Nurse Jackie também é uma série que já está passando do seu prazo de validade.

Ok, eu aceito que o momento atual da personagem foi aguardado por todos os fãs da série, mas nessa brincadeira, estamos a caminho de ter que encarar uma quinta temporada, que sinceramente, se tivesse sido melhor aproveitada e bem mais objetiva ao longo desses anos todos, já poderia ter tido começo, meio e fim de forma bem satisfatória. Não basta a memória de uma história que já foi bem boa e que nos convenceu a assistir a série no passado, não basta ela continuar “legalzinha” e a gente ter algum apego por seus personagens. As vezes é necessário reconhecer que chegou a hora de colocar um ponto final nessa história.

Apesar disso, a nova dinâmica da série que chegou através da administração tirana de Mike Cruz (Bobby Cannavale, Höy!), nos trouxe ótimos momentos, como a rebelião dos enfermeiros do hospital para ajudar a Jackie a não ser demitida como alguns de seus colegas de trabalho já haviam sido, em uma sequência de episódios realmente muito bons perto do final da temporada, temos que reconhecer. Aquela cena do season finale então, com o filho do chefe dando entrada no hospital no momento em que ele estava soltando os cachorros para cima da Jackie, no momento ideal para ela (que parece ser uma mulher de muita sorte e isso as vezes irrita um pouco, já até falei sobre esse assunto no passado), foi realmente muito boa e com uma carga emocional super bacana para uma série que já estava alcançando o limite do seu prazo de validade.

Sabe quando dá até aquela animada? Mas o problema são os demais personagens, que ficaram todos muito minimizados, exceto para quem tem alguma história bem ligada a Jackie. Quem se importa com a gravidez da O’Hara? Sério? E com a alma infantil e as vezes até que foufa do Coop, que teve 10 falas durante essa temporada inteira, hein? Sério, quem se importa? Até a Akalitus e o Eddie sendo demitidos do hospital e vagando pela fila do exame demissional foram plots mais interessantes para a reta final dessa temporada.

A única que consegue se sobressair de todos eles é realmente a Zoey, que tem a vantagem de estar bem próxima a Jackie, ainda mais durante essa Season 4, onde ambas passaram a dividir o mesmo teto. O que foi ela terminando o noivado com o motorista da ambulância? Awnnn! Achei foufo. Inclusive, eu acho que a Zoey de Nurse Jackie é um ótimo exemplo (na verdade, o exemplo certo) de idiota totalmente aceitável, do tipo que não chega a nos constranger ou nos insultar e seria ótimo que a Zooey Deschanel de New Girl aprendesse o limite aceitável do bocó meio assim, olhando com bastante atenção para essa personagem. Fica a dica para a sua vida cômica televisiva,  Zooey! (eu pelo menos não volto a assistir New Girl por vc…)

Dito tudo isso, das duas séries do Showtime, Nurse Jackie pelo menos teve uma temporada mais bacana e até mesmo mais interessante, o que até justifica a sua próxima, já confirmada pelo casal devido ao aumento da audiência da série. Mas digamos que nada do que nós vimos durante essa temporada já não poderia ter acontecido antes, hein? E talvez esse seja o maior problema do Showtime em si, que parece ser um canal que não sabe muito bem a hora certa de parar. Beija Dexter, Californication, Weeds.. .ZzZZZ

Agora imaginem que The Big C e Nurse Jackie cheguem a uma Season 8 por exemplo? E eu pergunto: quem aguenta? Alguém realmente acha que duas histórias como essas tem condições de chegar tão longe? Bem fez United States Of Tara, que acabou por cima e ainda conseguiu nos deixar com saudades. Por isso acho melhor reconhecer que tudo precisa de um fim e as vezes é melhor aceitar que esse momento está mais próximo do que conseguimos imaginar. Pense nisso Showtime, pense nisso.

Por esse motivo, considero Nurse Jackie como outra série a qual a gente continua assistindo por apego, mas que já está passando da hora de nos libertarmos. Mas nesse caso, estou até achando que Jackie está em mais vantagem do que a Cathy e talvez essa precise de uma substituta com um pouco mais peso para tirá-la da minha agenda na próxima temporada. Mas tudo é negociável, então não crie confiança dona enfermeira. Shiu!

 

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Não vai cair nessa de novo hein Carrie?

Março 23, 2012

Resista a magia ruiva do Brody, que todas sabem que  esse homem é uma bomba prestes a explodir hein? (rs)

Mas esse post na verdade foi apenas uma desculpa para contar com atraso (sorry) para todos vcs que Homeland volta para a sua Season 2 em 30 de Setembro (mesma data do retorno de Dexter e a sua Season 7, série que já está renovada até a Season 8)

O que sabemos até agora sobre a melhor série nova da temporada passada é que Homeland volta com a sua história sendo contada dois anos depois dos acontecimentos do final da Season 1.

Ansiosos?

The Big C, Season 3 – o trailer

Março 13, 2012

Cathy estará de volta no dia 08/04, isso é claro que na america antiga. Anotem.

Premiere também não é o mesmo que dia de apresentação de patinação no gelo

Janeiro 10, 2012

ensinamos a Merryl Streep que premiere e formatura são coisas bem diferentes e agora chegou a hora de ensinar a Veronica Mars que premiere também não é dia de apresentação de patinação no gelo, que é o que imprimiu esse figurino que ela escolheu para ir a premiere da sua nova série no Showtime, a House Of Lies.

E temos uma outra sugestão para a também conhecida como Kristen Bell, ou aquela que recusou um papel em Lost para fazer Heores (se bem que…), que é a seguinte:

Não gruda que dá coceira. WOO!

O que vc vai assistir no Midseason 2012, hein?

Dezembro 30, 2011

O que, quando e quem sabe onde. Uma agenda com as estreias do Midseason 2012 para facilitar a vida de todo mundo e não deixar ninguém se sentir perdido assim que 2012 começar.

As séries novas estão em destaque e o coração vai para tudo que eu assisto (pq eu tmbm preciso me lembrar, rs):

 

JANEIRO

 

Dia 01/01/12 – (Domingo)

Sherlock

 

Dia 02/01/12 – (Segunda-Feira)

Pretty Little Liars

The Lying Game

Hawaii Five-0

Mike & Molly

Two and a Half Men

How I Met Your Mother

♥ 2 Broke Girls

 

Dia 03/01/12 (Terça-Feira)

Switched At Birth

Work It (ABC – new)

Jane by Design (ABC Family – new)

NCIS

Last Man Standing

NCIS: Los Angeles

♥ Parenthood

Body of Proof

Unforgettable

 

Dia 04/01/12 (Quarta-Feira)

Happy Endings

Revenge

The Middle

Suburgatory

♥ Modern Family

Mobbed

 

Dia 05/01/12 (Quinta-Feira)

 Grey’s Anatomy

Private Practice

The Vampire Diaries

The Secret Circle

 

Dia 06/01/12 (Sexta-Feira)

Nikita

Supernatural

Blue Bloods

A Gifted Man

CSI: NY

Merlin

Portlandia

The Increasingly Poor Decisions of Todd Margaret

Grimm

 

Dia 08/01/12 (Domingo)

House of Lies (SHOWTIME – new)

Californication

Shameless US

The Firm (NBC – new)

The Simpsons

The Cleveland Show

♥ Family Guy

American Dad

Pan Am

♥ Once Upon a Time

Desperate Housewives

The Good Wife

CSI: Miami

 

Dia 09/01/12 (Segunda-Feira)

Castle

 

Dia 11/01/12 (Quarta-Feira)

One Tree Hill

♥ Whitney

Are You There, Chelsea? (NBC – new)

Law & Order: SVU

 

Dia 12/01/12 (Quinta-Feira)

♥ The Big Bang Theory

Rob! (CBS – new)

The Mentalist

Persons of Interest

Up All Night (confirmou e a série ficou com o lugar de Community…Humpf!)

♥ 30 Rock

♥ Parks and Recreation

♥ The Office

The Firme

Bones

 The Finder (FOX – new)

 

Dia 13/01/2012 (Sexta-Feira)

Kitchen Nightmares

♥ Fringe  (Yei!)

 

Dia 15/01/12 (Domingo)

♥ The 69th Golden Globe Awards

Undercover Boss

♥ Napoleon Dynamite (FOX – new)

 

Dia 16/01/12 (Segunda-Feira)

Being Human

Gossip Girl

♥ Alcatraz (FOX – new)

 

Dia 17/01/2012 (Terça-feira)

90210

Justified

Southland

White Collar

♥ Glee

♥ New Girl

♥ Raising Hope

 

Dia 18/01/12 (Quarta-Feira)

American Idol

Criminal Minds

CSI

Royal Pains

 

Dia 19/01/12 (Quinta–Feira)

Archer

Unsupervised (FX – new)

 

Dia 20/01/12 (Sexta-Feira)

Shark Tank

 

Dia 22/01/12 (Domingo)

Lost Girl

 

Dia 23/01/12 (Segunda-Feira)

House

Hart of Dixie

 

Dia 25/01/12 (Quarta-Feira)

Touch (FOX – preview)

 

Dia 27/01/12 (Sexta-Feira)

Chuck

Spartacus

 

Dia 29/01/12 (Domingo)

Luck (HBO – new)

 

Dia 31/01/12 (Segunda)

Ringer

 

FEVEREIRO

 

Dia 05/02/12 (Domingo)

The Voice (especial)

 

Dia 06/02/12 (Segunda-Feira)

♥ Smash (NBC – new)

The Voice

 

Dia 07/02/12 (Terça-Feira)

The River (ABC – new)

 

Dia 08/02/12 (Quarta-Feira)

Rock Center With Brian Williams

Law & Order: Special Victims Unit

 

Dia 12/02/12 (Domingo)

♥ The Walking Dead (só não sei até quando…)

The Celebrity Appentice

 

MARÇO

 

Dia 04/03/12 (Domingo)

Good Christian Belles (ABC – new)

Harry’s Law

 

Dia 06/03/12 (Terça-Feira)

Breaking In

 

Dia 11/03/12 (Domingo)

Bob’s Burgers

 

Dia 12/03/12 (Terça-Feira)

Fashion Star

 

Dia 15/03/12 (Quinta-Feira)

Missing (ABC – new)

 

Dia 19/03/12 (Segunda-Feira)

Dancing With The Stars

Touch (FOX – new)

Homeland – A melhor série (nova) da temporada

Dezembro 22, 2011

(sério, ainda estou com falta de ar depois dessa season finale de quase 1h30 que foi muito da sensacional, a qual eu acabei de assistir no exato momento em que eu comecei a escrever esse post, porque não consegui me conter de tamanha ansiedade e eu já começo dizendo que isso quase nunca acontece, o que só pode ser um sinal da qualidade da série e se você ainda não assistiu Homeland, ou não chegou ao final da temporada, recomendo que interrompa a sua leitura agora e volte depois que fizer a lição de casa. Depois não diga que eu não avisei…)

Quando Homeland começou, já havia muita conversa sobre a série e uma vaga promessa de que viria coisa boa pela frente. Acabei não dando muita atenção, mas assisti ao episódio piloto logo, que eu até já achei bem bom, mas resolvi deixar a série para depois, para assistir sem pressa nenhuma, com calma, quando tivesse um tempo sobrando, embora encomendasse semanalmente os episódios novos para o meu amigo Paolo, só para garantir.

Isso, até eu achar algum tempo disponível e começar a fazer a minha maratona no que eu descobriria mais tarde ser a série (nova) mais sensacional dessa temporada. Sério, sem brincadeira e longe de qualquer tipo de exagero.

Digo série nova entre parênteses, porque esse ano tivemos outras coisas boas, como a Season 4 de Breaking Bad por exemplo, entre outras séries (como algumas comédias que estão em hiatus nesse momento), então não sei se eu acho justo colocar Homeland como melhor série do ano, sem o parenteses do “nova”.  Mas eu colocaria a série mesmo sendo uma estreante, no mesmo patamar de qualidade de Breaking Bad, ou Damages em sua melhor fase. Pelo menos ela chegou a me provocar a mesma reação que eu já senti no passado assistindo a ambas as outras duas séries.

Homeland começa colocando a agente bipolar da CIA, Carrie Mathison (Claire Danes, que merece todos os prêmios do mundo por sua atuação na série) investigando um possível militar convertido pelo terrorismo e que como principal suspeito, ela tem o sargento dos fuzileiros navais, Nicholas Brody (Damian Lewis), um militar americano mantido em cativeiro por 8 anos, que acaba sendo resgatado depois desse tempo todo pelos soldados americanos, praticamente no mesmo momento em que ela descobre que temos um impostor na jogada. Embora com esse resgate todo mundo passe a ver o cara como um herói, voltando para casa depois de passar anos sendo torturado e não se rendendo ao inimigo, Carrie imagina que talvez ele possa ser o tal “vira casaca” a serviço do terrorismo, uma possibilidade que ela acaba descobrindo através de uma fonte segura local e assim, começa uma investigação por conta própria, ficando de olhos grudados 24 horas por dia no novo herói americano.

Uma série clássica de polícia e ladrão, só que de uma forma muito melhor do que você possa imaginar. Eles se reinventam o tempo todo, quando vc imagina que esta chegando à alguma conclusão, vem um fato qualquer e muda completamente a sua percepção sobre as coisas,  isso contantemente, até que você chega ao final da temporada a ponto de ter um ataque cardíaco de tão tenso que foi aguentar aquela 1h24 minutos de duração episódio, onde tudo poderia acontecer a qualquer momento e que teve uma das melhores resoluções de todos os tempos. Uma plano bem mais simples do que a gente poderia imaginar, mas complexo ao mesmo tempo, ou seja, uma delícia.

E as propostas parecem ser infinitas na série. Eles começam com uma espécie de Big Brother montado ilegalmente na casa do sargento Brody, de onde Carrie observa 24 horas por dia todos os passos do sargento dentro daquela casa e na convivência da sua família. E tudo parece suspeito, tudo parece tão estranho, que você começa a tentar montar esse quebra cabeça para tentar desvendar quem de fato é aquele homem, ou pelo menos tentar entender em quem ele se transformou depois desses últimos oito anos.

Enquanto tudo isso acontece, vamos conhecendo um pouco mais da vida do misterioso sargento Brody, o seu cotidiano em casa, ao lado da sua família, a esposa que acabou tendo um caso com o seu melhor amigo por achar que o seu marido estava morto e também, o dia a dia desse homem tentando recuperar esses oito anos que passou distante, agora ao lados dos seu filhos já crescidos e que ele mal conhece. Um comportamento completamente esquisito, mas totalmente justificável pelos seus oito anos em cativeiro, o que só de imaginar já me deixa sem ar.

Claro que se a série continuasse apenas nessa “vigilância” tudo seria resolvido muito facilmente, mas  logo no quarto episódio (1×04 Semper I) eles resolvem que já não podem mais permanecer apenas nesse jogo de espera e Carrie é obrigada a abandonar o seu projeto de reality show em busca do inimigo. Como plano B, ela resolve arriscar alto e passa a ter um contato direto com Brody, fingindo ser por acaso, buscando ajuda no mesmo centro que ele passa a frequentar para resolver os seus problemas com a questão da readaptação à sua família.

Só que eles começam a fica íntimos demais depois de sair trançando as pernas daquela bar e acabam “se conhecendo melhor” no banco de trás do carro dela, que parece não ter limites quando se trata sobre algo do seu interesse profissional. (o que muita gente pode achar meio assim, mas que é um perfil comum dentro desse meio de espionagem e nós já vimos isso antes)

E o que parece uma aproximação inocente, vai se transformando em algo maior, com Carrie se arriscando em um fim de semana ao lado do inimigo, deixando todo mundo aflito com as consequencia que poderiam vir depois desse encontro. Na cabana da família de Carrie eles começam a se entender, usando aquela linguagem de poucas palavras e muita ação que todo nós já conhecemos bem qual é, rs.

Nesse momento, Homeland acabou demonstrando o porque merece ser considerada uma das melhores séries da temporada (se não a melhor), porque acabou arriscando tudo em um episódio ainda na metade da temporada, que poderia ter funcionado muito bem como um season finale, por exemplo, mas que para nossa surpresa foi utilizado antecipadamente, virando completamente o jogo em questão até então.

Que foi quando por um erro da Carrie no episódio 7 (1×07 The Weekend),  Brody acabou percebendo que ela estava mesmo ali se envolvendo com ele porque desconfiava de algo mais e a partir disso, a história começa a mudar de figura. Os dois se encaram, ele sem se intimidar com o fato de que ela acha que ele pode ser o tal terrorista, enfrenta de cara limpa as perguntas da Carrie, armada (arma que ele achou, mas devolveu para ela em sinal de confiança), enlouquecida, assustada, cheia de dúvidas com o fato dele ter mentido descaradamente no teste do polígrafo, sem provocar nenhuma alteração no resultado, aproveitando a chance de talvez resolver todo aquele mistério ali naquele momento vulnerável, frente a frente com o possível inimigo, mesmo que para isso ela tivesse que arriscar a sua própria vida. Um episódio sensacional!

Aqui, pela primeira vez, podemos ver a história com os olhos do sargento Brody, que antes a gente só conseguia enxergar em alguns flashbacks confusos, sem uma timeline definida. Percebemos então que talvez aquele homem não seja realmente o vilão que estamos procurando, já que a sua versão da história ao lado de Abu Nazir (o grande terrorista pure evil da série) é no mínimo convincente e até justificável.

E assim eles vão brincando com a nossa cabeça, plantando sempre a dúvida de que se o agente Brody seria ou não o terrorista da vez. Confesso que eu achei esse jogo sensacional e embarquei em todas as versões da história. Comecei achando que só poderia ser ele mesmo o tal terrorista, não tinha a menor dúvida disso e sabia que cedo ou tarde ele mostraria a sua cara. Depois fiquei em dúvida, comecei a achar que talvez ele pudesse sim ser inocente, uma vítima e passei a achá-lo um homem “normal”, honesto, algo próximo do herói como ele vinha sendo pintado. Ou seja, fui enganado o tempo todo e mesmo assim aceitei com a maior felicidade desse mundo esse truque, sem me sentir um completo idiota, o que é ainda melhor.

Caminhamos para a reta final da história onde passamos a entender as verdadeiras intenções do sargento Brody e o porque do seu envolvimento com Abu Nazir, momento onde passamos a entender que o instinto de Carrie em relação a essa história fazia todo o sentido desde o começo. De uma forma bastante delicada e com uma cena linda de um momento pavoroso de guerra, eles conseguiram até “humanizar”, se é que a gente pode falar assim, essa ideologia terrorista do vilão da série, mostrando que violentamente, ambos os lados tem a sua culpa. Well done!

O pior de tudo é que nós vamos percebendo que tudo vai acontecendo e apenas a Carrie consegue enxergar as coisas como elas realmente são, embora a essa altura ela já esteja completamente apaixonada pelo novo herói americano, o que certamente acaba comprometendo a sua visão sobre o caso. Isso e o fato do sargento Walker se encontrar vivo, começa também a deixar cada vez mais distante a ideia de que o sargento Brody tenha alguma relação com esse possível ataque terrorista que está por vir a qualquer momento. Ou seja, reviravolta atrás de reviravolta. (quando ele apareceu sentado na cadeira da casa do diplomata gay, eu quase cai da minha própria cadeira e eu não estou brincando)

Apesar de parecer que a Carrie caminha sozinha nessa busca, ela tem como braço direito o Saul, que trabalha ao lado dela na investigação toda e é a única pessoa que confia no seu trabalho, mesmo quando ela acaba dando motivos para ele pensar o contrário. Os dois tem uma relação de cumplicidade bem bacana (embora ele não saiba da sua bipolaridade) e ele funciona como uma espécie de mentor dela dentro da CIA. Em um momento da temporada Carrie enxerga no amigo o seu futuro, sozinha, afundada no trabalho e sem ter conseguido ter uma vida completa, algo que ela acaba dizendo em um momento enquanto desabafa com Saul algumas de suas frustrações no trabalho, o que chega a ser um momento bem triste na série, levando em consideração a recém separação dramática de Saul, justamente por conta do seu trabalho.

Até que chegamos ao que pra mim (e acho que para todo mundo), foi o momento mais aguardado da temporada, o show da Claire Danes enfrentando a primeira crise séria de bipolaridade da sua personagem, Carrie. Sério, o que foi aquilo? Todo mundo me falou sobre o episódio 11 (1×11 The Vest), cheguei a ler também em vários lugares sobre a sua atuação primorosa nele, mas quando de fato cheguei a esse momento sensacional da temporada, fiquei de boca aberta com o talento dessa mulher, que vai ter que levar algum prêmio por essa sua atuação, ou será a maior injustiça desse mundo, hein?

Uma Carrie enloquecida, descontrolada, assustando todo mundo que ainda não sabia sobre a sua doença (e até quem sabia), vendo a sua timeline genial da investigação ser destruída sem sequer ser entendida pelos seus superiores, entregando que ela é uma mulher doente, o que certamente a deixará distante da posição que exerce no momento dentro da CIA. Dra-ma! Aquela sequência final, com ela berrando, a música ficando mais alta e a Carrie seguindo completamente descontrolada e tendo que ser contida por todos em sua casa, foi um dos melhores momentos da TV atualmente. Sem a menor dúvida, uma cena para se lembrar por muito tempo.

Isso tudo para chegarmos ao excepcional season finale (1×12 Marine One), um episódio perfeito, do começo ao fim. Brody assumindo de vez a posição de terrorista, gravando inclusive um vídeo onde ele contava as suas verdadeiras intenções, trabalhando em conjunto com o Walker, um sniper de primeira que deixou todo mundo aterrorizado com seus olhões arregalados quando começou a aparecer na série. E essa história toda ainda escondia um plano para o crime perfeito, onde o sniper (Walker) acabaria fornecendo apenas uma isca, um motivo para que todas aquelas pessoas importantes ali presentes, mais o vice presidente e o chefe da segurança nacional fossem colocados no mesmo lugar e na mesma hora, uma banker, para que o sargento Brody tivesse enfim a chance de colocar o seu plano em ação como homem bomba, completando a vingança de Abu Nazir em relação ao seu filho morto, Issa, com o qual o sargento Brody manteve uma relação de afeto (praticamente de pai e filho) por algum tempo, depois que ganhou certos “privilégios” em seu cativeiro.

Fiquei tenso, suando (bem menos que ele é claro), a cada segundo daquela cena, com o sargento Brody caminhando ao lado do vice presidente para finalizar a sua tarefa, uma vingança à covardia do governo americano por ter matado crianças inocentes do lado de lá em um de seus ataques (onde Issa acabou sendo vítima), tudo isso em nome de uma ideologia, que nesse caso não tinha a máscara da religião ou qualquer outra muleta para se apoiar, a não ser a sede de vingança contra a impunidade de quem se diz ser o herói da história.

Vale dizer também que não só nesse momento, mas em toda a temporada, que o ator Damian Lewis também esteve muito bem no papel do misterioso sargento Brody, o que justifica totalmente a sua indicação ao Globo de Ouro e por essa season finale eu passo a torcer ainda mais para que ele leve esse prêmio para casa. (já que o Aaron Paul não está nessa disputa)

E ele tenta uma, duas, sei lá quantas vezes explodir aquele colete (aliás, muito bem pensando como ele conseguiu passar pelo detector de metais hein?), vai ao banheiro, tenta arrumar o que não deu certo no colete, volta para o banker e quando está prestes a detonar a bomba, recebe o telefonema da sua filha, convencida pela Carrie (em mais um de seus sensacionais surtos em busca do que ela acredita) e por todas as estranhezas que ela veio observando em seu pai nos últimos dias de convívio, fazendo ele jurar que voltaria vivo para casa e assim, ele decide que talvez aquele não seja o melhor momento para colocar o seu plano em ação.  Sério, que momento, não?

Sinceramente? Um dos melhores finais de temporada ever. Fazia bastante tempo que eu pelo menos não ficava tão aflito, grudado na minha cadeira laranja esperando para que toda aquela aflição acabasse logo, mas curtindo cada segundo dessa tortura, rs.

Para o agente Brody (que realmente era o vilão, para quem ainda estiver se perguntando) sobrou a tarefa de convencer o terrorista Abu Nazir que mesmo depois de não ter conseguido seguir com o plano de vingança, por problemas técnicos (e familiares) ele ainda tinha algum valor, por conta da sua influência política a essa altura como herói nacional e por ter passe livre no governo americano, o que acaba nos levando para o plot da Season 2, que já foi confirmada faz tempo pelo Showtime, para a nossa alegria. (até o Obama chegou a declarar por esse dias que Homeland é uma das suas séries preferidas do momento)

Enquanto isso, encerrando essa temporada primorosa, do outro lado da história temos Carrie, a única que conseguiu chegar a entender exatamente tudo aquilo que estava acontecendo, mesmo com toda a sua loucura e descontrole, só que a essa altura, afastada do serviço secreto, provavelmente sem poder ter acesso novamente as informações top secrets por conta da sua doença, se sentindo traída pelo homem que ela chegou a amar e acreditar (lembrando que ela não sabe ainda que o Brody era exatamente quem ela sempre achou que ele fosse), seguindo para a clínica para tentar um tratamento de choque, colocando em risco a sua memória, acreditando que nesse momento ela não tem mais nada a perder mesmo, uma vez que por essa história toda ela acabou perdendo tudo. Até que naquela contagem regressiva dos segundos finais do episódio, enquanto ela estava sendo anestesiada para começar o seu tratamento, Carrie acabou se lembrando de algo importante que liga o motivo do crime combinado entre Brody e o Abu Nazir (adorava ela falando Abu Nazir na série) á aquele período nebuloso em amarelo da sua timeline e só nos resta agora torcer para que essa parte da sua memória não seja perdida por completo para a próxima temporada. UOW!

Só sei que eu terminei de assistir Homeland e bati palmas, de pé até. Que série sensacional, não?

Uma ideia simples até, tratando um assunto com um vilão comum, fácil de ser odiado,  só que de forma bem diferente ao que estamos acostumados a ver por ai, com um roteiro fora do comum, capaz de te deixar completamente em dúvida o tempo todo sobre o desenrolar da história, que para a nossa sorte é muito bem amarrada e no final tudo faz muito sentido, a ponto de me fazer terminar esse ano de 2011 com uma maratona (digo isso pq eu corri para chegar a acompanhar o ep final com todo mundo da america antiga)  que me deixou completamente satisfeito, do começo ao fim. O que eu recomendo para cada um de vocês que não tenha assistido Homeland ainda. Aproveita esse fim de ano, que eu tenho certeza que você não vai se arrepender. GARANTO!

Mas antes de terminar o meu post, preciso fazer uma denúncia séria que os meus anos como agente duplo da inteligência inglesa (rs) não me deixam passar batido: eles copiaram ou não o fundamento do meu “E” invertido no logo da série do logo do Guilt, hein? Exijo explicações senhorita Carrie Mathison, fiz uma timeline gigante aqui na parede do meu quarto e na parte do magenta, tudo me leva a crer que sim hein? rs

 

ps: como a série foi tão excelente, eu digo que tudo bem vocês terem emprestado o meu fundamento para o logo de vocês. Sem ressentimentos. (mas: Confirmou!)

Cathy cruzando a linha de chegada na Season 2 de The Big C

Outubro 6, 2011

E foi uma temporada esperançosa essa Season 2 de The Big C, hein?

Tivemos Cathy tentando novos tratamentos, ficando feliz em ver suas unhas caindo (efeito positivo do tratamento), virando treinadora do time de natação e ainda de quebra, ganhando um melhor amigo gay, maratonista e foufo mil, que também atende como Hugh Dancy. Höy!

Estava na cara desde o princípio que o personagem de Dancy  tinha chegado na série com os dias contados. Se para essa temporada tivemos Cathy ganhando alguma esperança de ser curada e com isso mais tempo para suas aventuras e descobertas, por outro lado, precisávamos de um outro parâmetro, de alguém para mostrar que as coisas não funcionam do mesmo jeito para todo mundo.

Mas antes da despedida emocionada e ainda com direito a um tapa na cara como último suspiro do seu personagem, Lee (Hugh Dancy) teve bons momentos com Cathy e teve tempo suficiente para fazer com que ela veja o mundo de uma forma diferente depois da sua passagem na sua vida, que é o que ela vem tentando desde que descobriu a doença.

AMEI o episódio do Thanskgiving, com a briga dos dois na mesa de jantar e no final, Cathy coberta de sangue da morte do peru (euri). Mas um dos episódio mais comoventes da temporada foi aquele com os pais sendo contra uma mulher com câncer se tornar a treinadora do time de natação de suas filhas. Um preconceito horroroso, que por incrível que pareça, também existe. Humpf…

Andrea como sempre brilhou na temporada, com sua auto estima elevada em níveis altíssimos, ela até descolou um namorado. Tudo bem que ele estava interessado no green card e esse foi o motivo maior da sua aproximação, mas gosto do jeito que ela encara a vida e as suas lines são as mais divertidas e que deveriam servir como exemplo de comportamento para várias garotas que eu ou vc conhece.

E o destaque maior da temporada ficou mesmo para o Oliver Platt na pele do Paul, o marido e companheiro de Cathy. Acho sensacional a relação entre o casal, de uma sinceridade absurda. Paul começou a temporada como um total freak, controlando todos os passos do tratamento da sua mulher, para que ela tivesse maiores chances de cura. Depois perdeu o emprego e teve que aceitar uma vaga como vendedor de uma loja de eletrônicos, apenas para garantir o seguro médico da sua mulher. E nesse meio tempo ele ainda fez uma excursão de sucesso no universo dos gay bears, onde ele reinou (rs), virou facilitador para o crime e de quebra, terminou a temporada cheirando cocaína direto do chão coberto de neve. #TEMCOMONAOAMAR?

Como se não fosse o suficiente, ainda tivemos a sua mulher descobrindo sobre a volta do seu vício antigos dos 90’s, sem grandes dramas e já querendo saber se aquilo era algo que ela deveria se preocupar ou não. Tem forma mais prática de se lidar com uma situação como essas? E essa praticidade de lidar com problemas sempre foi um dos pontos altos de The Big C.

Claro que mesmo com toda a carga dramática da série, que carrega esse “C” enorme, tivemos momentos hilários envolvendo “chatos”, médicos bem dotados, Sean fugitivo e virando Deus dos sem tento, além de um funeral antecipado da própria Cathy. E a temporada também foi importante para a despedida da personagem da Cynthia Nixon, que mais chata seria impossível.

Agora, chegando ao episódio final, achei tudo muito morno, até os minutos finais com o Paul invadindo a festa da firma do plano de saúde, jogando umas verdades na cara da atendente bitch e enquanto isso, sua mulher insistia e sofria para terminar a sua maratona de corrida.

O promo do episódio já anunciava fortes emoções, mas acho que todo mundo estava esperando que algo acontecesse com a Cathy, devido ao estágio avançado da sua doença e tudo mais. Mas quando o Paul saiu do escritório com a mão no peito, e na linha de chegada da maratona Cathy avistava de longe todas as pessoas importantes na sua vida ultimamente, tive a sensação de que o Paul não conseguiria chegar até lá.

E foi emocionante ver o Lee, a Marlene, todos aparecendo naquele momento importante da vida da Cathy, e ao mesmo tempo foi de partir o coração ver ela enxergando o marido ao lado dos seus amigos que já fizeram a passagem e ouvir o filho do casal dizer que foi uma pena o Paul não ter conseguido chegar até lá. (glupt)

Juro que eu fiquei super triste com a possível despedida do companheiro de vida da Cathy. Mas pode ser que eles ainda tentem ressuscitá-lo, quem sabe?

Nessa hora, por mais que as pessoas impliquem com The Big C, por mais que elas critiquem que para uma pessoa em estado avançado câncer, Cathy anda bem demais, eu duvido que não exista quem não tenha ficado emocionado com esse momento da linha de chegada do season finale da série.

E fica cada vez mais evidente que será bem difícil Cathy escapar dessa, mas também fica cada vez mais claro que talvez o importante seja mesmo recuperar o tempo perdido quando vc ainda tinha tempo de sobra para perder…

ps: e o doutor antigo que resolveu aparecer? Volta ou não volta para Season 3, hein?

Mais um modelão para se evitar…

Agosto 5, 2011

Claire Danes não foi muito feliz na escolha do seu modelão Reed Krakoff para promover a sua nova série Homeland, na festa do Showtime hein?

Talvez o problema seja esse cruzamento do tecido, baixo demais. Quem sabe se fosse marcado no alto da cintura hein?

Mas na verdade eu não gostei do fundamento todo, inclusive esse make que não favoreceu…(seja BFF do seu maquiador e escolha um que não seja cafona, fikdik)

#NAOTABOMNAO

Ass: Essy, o modelista (rs)

E enquanto isso, estou adorando a participação do seu boy magia Hugh Dancy (Höy!) em The Big C, mesmo sentindo que o seu personagem foi construído para morrer no final, humpf!

Um Dexter “religioso” para a Season 6?

Julho 26, 2011

Martelo é a nova Machete?

Ao som de “Personal Jesus” parece que Dexter vai mesmo enfrentar a igreja nessa Season 6 hein?

E por um acaso nesse trailer eu vi o Almirante Adama de Battlestar Galactica?

Sim, ele estará na Season 6 de Dexter como o Professor Gellar.

Ansioso mil!


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