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Só quem é bonita e ou quem importa na fila da promoção na Sephora no 2013 GLAAD Media Awards

Abril 22, 2013

Nesse finde aconteceu o 2013 GLAAD Media Awards e como esse ano todas resolveram aparecer nesse que é um dos prêmios mais importantes em apoio a comunidade gay, resolvemos mostrar somente as bonitas da noite. Preparados?

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Charlize Theron esta numa ótima fase, não?

Mãe, talentosa e linda, Charlize tem a altura dos sonhos para encarar perfeitamente um jumpsuit. Höy!

E você percebe que tem um nível avançado de magia quando até mesmo com os cabelos naquela difícil fase do curto bem curto até o apenas curto e depois piorando muito até chegar no médio (prepare-se Charlize) e mesmo assim continua maravileeeandra.

Sem contar o quanto o make é importante e pode se tornar facilmente o seu maior acessório, não? (e nesse caso o bocão foi o seu maior acessório)

Maravileeeandra!

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Charlize que não é boba nem nada e sempre foi muito bem relacionada, não?

Agora me fala de zero à “Romeo + Juliet” contemporâneo, o quanto nós amamos o Leo DiCaprio?

#ALOT e da sua geração, ele é o próximo por quem torcemos para ganhar um Oscar.

Quem sabe com “The Great Gatsby”?

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A gente poderia falar que encontrar a Charlize Theron ao lado da Elle Fanning (que estava de debutante, não?) é tipo uma covardia covarde versão blonde. #HELLYEAH

Não parecem da mesma família?

Sim, eu acho que ela podem interpretar irmãs. De nada, Charlize. (rs)

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O mesmo que dissemos para o Leo vale para a Kirsten Dunst. De zero à “As Virgens Suicidas”, o quanto nós gostamos da Kirsten?

#ALOT, ainda mais quando ela me aparece toda recortada em renda e pelo menos outros dois acabamentos, com esse cabelo fundamento antigo que nós amamos e vamos correr para copiar só para encarar o Metrô das 18h00 horas com mais dignidade.

Höy!

jennifer-lawrence-new-short-hair-at-glaad-media-awards-201303J-Law pode até ter ganhado um Oscar, estar em chamas no novo trailer de “The Hunger Games: Catching Fire” (sério que eu tive coragem de fazer essa piada? Desde já, minhas mais sinceras desculpas a todos vocês, queridos leitores) e ter vencido na vida, mas até agora, ela ainda não conseguiu acertar muito em suas últimas escolhas para red carpet, não?

E esse vestido é mais uma prova dessa teoria, ele que não ajudou em nada o corpão que a gente bem sabe que tem a Jennifer Lawrence (visto que ela encarou um maiô branco como poucas em “Silver Lining Palybook”), ainda mais com esse decote meio assim e essa saia com volume onde normalmente ninguém gostaria que existisse algum volume. Fuén.

#NAOTABOMNAO

drew-barrymore-glaad-media-awards-2013Outra que não foi muito feliz na sua escolha foi a Drew Barrymore, que ainda assim, conseguiu sustentar esse modelo que foi o erro da estampa à modelagem.

#NAOTABOMNAO

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Outra que está em uma ótima fase é a Naya Rivera, não?

Primeiro, AMAMOS quando ela foi parar em NY em Glee e ja chegou colocando a Rachel e seu namorado de plástico no lugar, além de roubar o travesseiro do Kurt, claro, rs.

E segundo que com esse corpo, Naya realmente anda podendo fazer qualquer coisa, porque ela tá magrona, tá gatona e tá gostosa.

Höy!

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Quem consegue olhar para o Matt Bomer e não pensar em um Príncipe Disney?

Höy! (♥)

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Apesar do terno pavoroso, bem achei esse Scott, irmão do Chris Evans, um forte candidato a cobrir a cota de magia dessa família, hein?

Porque está ficando pesado para o Capitão America… (se bem que um shirtless sempre ajuda a nos lembrar o porque daquela respirada profunda e com mais vontade quando ele aparece nessas condições…)

Mesmo assim, por manter uma relação tão bacana com o irmão que é assumidamente gay, achamos que tanto o Chris quanto o Scott merecem a nossa saudação da magia à sedução: Höy!

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Para encerrar, preciso dizer que todo prêmio deveria ter a dobradinha Betty White e Cloris Leachman, que se somadas suas idades, não chega a dar 25 anos, de tão jovens que ambas parecem ser. Sério. (e de nada também, meninas! rs)

 

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Falta o que mesmo para declarar de uma vez por todas a morte do MTV Movie Awards?

Abril 15, 2013

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(R: alguém declarar o horário da morte, como já bem aprendemos em Greysa e coragem)

Mas nem a Rebel Wilson (que descobrimos recentemente que é ótima, mas que ao mesmo tempo não estava no seu melhor dia) conseguiu salvar o MTV Movie Awards 2013 daquela preguiça de sempre e do quase total fracasso. Mais um, porque vamos combinar que não é de hoje que a MTV parece que perdeu a mão em todas as suas premiações. Do começo ao fim, quase nada foi bacana e muitos momentos foram altamente constrangedores (o que foi aquela apresentação do elenco de “Pitch Perfect” completamente desafinada e dura em cena, hein? Ain’t no Glee!), a não ser a Aubrey Plaza subindo colocadíssima no palco fazendo a “Kanye” para cima do Will Ferrell, o “grande comediante” (suspeito que eles tenham levado em consideração a sua altura) homenageado da noite. Pena ela não ter sido mais insistente e ter nos poupado daquele discurso chatinho…

Fora isso, foi tudo mais ou menos como vem sendo todas as premiações do canal que um dia já foi bacana (algo que acabou antes do meio da década de 2000, eu acho), mas que parece que realmente perdeu de vez a fórmula. Poucos nomes que realmente importam na fila da manteiga extra na pipoca do cinema e muita gente desesperada e disposta a fazer de tudo para conseguir manter um público jovem de seguidores. Preguiça, mas é o que temos para esse fim de tarde, por isso vamos comentar mesmo assim, porque o filme até pode ser ruim, mas já que pagamos para assistir…

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Mas a preguiça maior mesmo durante a premiação esteve estampada na cara de quem compareceu por lá, como o Bradley Cooper por exemplo, que só pode ter perdido a aposta para a Jennifer Lawrence de que quem não levasse o Oscar para casa por “Silver Linings Playbook”, teria que comparecer a todas as demais premiações preguiças do universo. Sério, só isso justificaria a sua presença na premiação. (e olha que ele ainda levou um prêmio, hein? E tadinho, até tentou fazer um discurso fundamento, mas tenho certeza que desistiu no meio do caminho pensando: pra quem é que eu estou falando mesmo?)

De qualquer forma, encontrar com o Bradley Cooper e esses olhos azuis da cor dos cupcakes dos Simpsons versão Breaking Bad é sempre uma visão. Höy!

ps: e a MTV, uma canal fundamentalmente de música, perdendo a chance de usar o som do Alabama Shakes durante sua entrada no palco? Achei um desperdício…

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Falando em magia, alguém sabe dizer o que aconteceu com a do Brad Pitt?

Onde foi parar tudo aquilo gente? E o tempo levou mesmo? WOO!

Tenho uma teoria de que os atores aparacem nesse tipo de premiação apenas para repor a dose de “juventude” que eles tentam sugar a todo custo em noite de premiação jovem. Talvez o Brad Pitt tenha aparecido apenas para repor seus hormônios, por isso esperamos que na próxima premiação preguiça ou não, ele apareça mais “The Tree Of Life” e menos “The Curious Case of Benjamin Button”.

Sorry Brad, mas #NAOTABOMNAO (e a tentativa de piada dele durante esse momento foi extremamente constrangedora)

2013 MTV Movie Awards

Mas nem tudo esteve perdido durante o MTV Movie Awards 2013 e olha só quem também esteve por lá para a nossa sorte?

Hermione! Maravileeeandra de vestidinho recortado de ricah, muito provavelmente colocada de cerveja amanteigada, porque agora ela já tem idade para isso então tudo bem, linda e premiada, apenas.

Olha e chora Kristen Stewart, Amanda Seyfried…

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… e falando em Amonda Seyfried, eu gostaria de deixar registrado que essa sua cara de quem preferia estar em qualquer outro lugar no mundo durante a premiação de ontem é exatamente a mesma cara que eu faço quando a vejo em qualquer cinema do mundo, mesmo quando no formato de poster ou assombração. Sério, exatamente essa.

Aliás, honestamente? Nunca vi uma interpretação tão honesta de Amandita. Cheguei a ficar emocionado agora… (de nervoso, claro)

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OK, tenho que reconhecer que foi bem bacana ver o elenco do novo novo Star Trek entrando no palco naquele buraco que parecia ser parte do cenário do filme (o mesmo que vimos inclusive em um dos primeiros posters divulgados). Cool!

Os meninos estavam lindos, alinhados e no fundamento da magia à sedução, mas achei que a Zoe Saldana foi de look viúva derrotada do Bradley Cooper, só para provocar aquele climão. Mas tudo bem, perdoamos porque também já fomos trocados um dia. (nem que tenha sido na fila da entrada na escola, quando quem mesmo chegando primeiro, era empurrado para o final da fila por conta da altura e nunca podia entrar na sala de mãos dadas com a professora, rs #MAGOADECABOCLINHOERÊ)

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E achei uma ousadia o Zachary Quinto (que fez o Spock durante a premiação. Cool) aparecer com a réplica do terno que eu vou usar no meu casamento com _________________ (com quem aceitar, rs, que pode ser inclusive ele mesmo. Se cuida, Jonathan…)

Maravileeeandro

2013 MTV Movie Awards

Antes de começar a transmitir a premiação, a MTV Brasil ficou fazendo uma maratona sensacional de apresentações musicais que nós já vimos no MTV Movie Awards de outros tempos, onde vimos novamente o Yeah Yeah Yeahs naquela apresentação maravileeeandra e inesquecível de “Maps”, ou o Cee Lo e o seu Gnarls Barkley fazendo a épica apresentação de “Crazy” investindo lindamente no fundamento Star Wars. Sem contar o Black Keys tocando com o Dione Depp em uma das edições mais recentes da premiação. Höy!

Até que chegamos aos grandes shows da noite, que foram de uma preguiça ou falta de importância sem tamanho. Aliás, tinha um tamanho e ele era pequenininho, pequenininho. Mas nada foi mais constrangedor do que a apresentação da Selenita Gomes fazendo a indiana cigana naqueles dias, com uma voz sofrida e pequena, que eu consigo superar rapidinho no chuveiro em menos de três notas. Me dê um Re Sol Do maior, menor e mediano, maestro.

Sério, foi constrangedoramente sofrível.

2013 MTV Movie Awards

Tudo bem que era um Louis Vuitton e a gente sabe o quanto custa (cinco potes e 1/2 de moedas de ouro por trás do arco-íris), mas estava simplesinha a nossa adorável Chloe Moretz, não?

Achei que o make, o cabelo e ou os acessórios poderiam ser mais interessantes nesse caso, para deixar o look com mais vida. Algo mais dentro desse fundamento acima, que ela mesmo já se arriscou nesse excelente vídeo/curta de “Our Deal” do Best Coat. (que eu nunca canso de ouvir e fui apresentado pelo meu quase irmão, G., que também acha a Chloe linda, só tem 17 anos e também acha meio nojento esse interesse todos dos meninos tão cedo para cima dela, ele que ultimamente está vivendo o plot que diz que odeia que comentem sobre a sua vida e provavelmente vá odiar essa parte do post caso chegue a ler  – ♥ – PS: e antes que eu me esqueça, sim G., você tinha razão e a Rebel Wilson faz uma ponta em “Bridesmaids”)

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É inacreditável como mesmo de banho tomado, a Ke$ha continua com cara de quem dormiu em uma poça de lama, poeira e wisky, não?

E só eu não sabia que ela foi promovida a nova Bruxa do Leste e não do Oeste, porque apesar de estar rolando na sujeira desde que a conhecemos, ela ainda não conseguiu chegar no tom de verde encardido?

#NAOTABOMNAO

ps: e ela não perde a chance de usar um biquíni, uma hot pants ou uma transparência para nos traumatizar com a visão baixa da sua Ke$hereca, não é mesmo? EW!

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E a surpresa da noite no MTV Movie Awards 2013 ficou por conta da minha pessoal descoberta de que o ex da Miley tem um sotaque e como vocês bem sabem, perco praticamente todos os sentidos e ganho alguns novos quando ouço sotaques…

Sem contar que durante a premiação, ainda teve um close de barba cheia no Liam, que despertou novamente certo interesse. Confesso.

Tudo bem que no seu CV, sempre vai pesar a sua passagem pela Smiley, mas de qualquer forma, quem somos nós para fazer a tão seletiva assim em noite de pouca gente na buatchy escura e depois das 5h00, também conhecida como a hora do desespero na noite?

Höy!

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Eu gostaria que honestamente, sem procurar no IMDB ou qualquer coisa do tipo, alguém me dissesse um filme sensacional de comédia que o Will Ferrell tenha feito para merecer esse prêmio de “genialidade da comédia” na noite de ontem. Sério, alguém?

Eu só me lembro dele ter arruinado o “remake” de “A Feiticeira”, feito que ele realizou ao lado da Nicole Kidman já pós plásticas e de ter feito um personage chato para cacete em The Office. (e como torcemos para que ele não fosse o substituto do Michael, hein?)

Pra mim, a melhor piada desse momento continua sendo a de que até o Tyrion preferiu estar em qualquer outro lugar do que na própria série na noite de ontem e nesse caso achamos que ele pode ficar pelo menos uns 2 meses fazendo cameos em tudo quanto é premiação preguiça da TV, que quando ele voltar para GOT é capaz da série ainda estar exatamente no mesmo lugar. (vai me dizer que GOT não está assim? Seja sincero, leitor…)

Aubrey Plaza

Por isso, achamos que ele mereceu a Aubrey Plaza tentando fazer a “Kanye” durante o seu momento no MTV Movie Awards, ela que estava incontrolável e colocadíssima na platéia. E tem coisa mais honesta do que celebridade que perde a linha no open bar?

Não, não tem. We ♥ April

2013 MTV Movie Awards

2013 MTV Movie Awards

Ginger Alert. Ginger Alert! (começa a tocar um mashup de Bowie nos tempos de Ziggy, Cindy Lauper antiga e Florrancé e sua máquina)

Um dos melhores acontecimentos do MTV Movie Awards 2013 foi a variedade de tons de ruivos magia encontrados entre o Tom Hiddleston e o Eddie Redmayne.

Höy!² (Hiddleston que inclusive estava impossível da magia a sedução e toda hora aparecia na câmera. Pena o seu humor ser tão inglês para aquela platéia. Humpf!)

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Vamos brincar de “gay homossexual, inglês, europeu ou cafuçu desavisado” ou seria ofensivo demais?

OK, não queremos magoar/provocar a ira de ninguém, mas digamos que da esquerda para a direita, eu diria que o código para esse enigma seria 1, 4,1, quase 1, quase 4 e com alguns drinks 1. (nessa ordem)

E a cara de constrangimento do Zac Efron na hora que pediram para ajoelhar? Sei…

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Agora, temos que reconhecer que ninguém conseguiu entender melhor o espírito da premiação do que aquela personagem que não conseguia cantar e ou falar alto em “Pitch Perfect” (sorry, mas estou com 6 dúzia de pão de queijo no forno e não tenho tempo para procurar o nome de toda cretina que aparece na minha frente. Nada pessoal), que foi de chapéu com esse cigarro apagado gigantesco, que era exatamente o que a gente gostaria de ter feito na cara do MTV Movie Awards 2013. #TZZZZZ

Porque não tem como levar a sério qualquer premiação de cinema que tenha como muso o Channing Tatum (que eu não dou 10 anos para assumir a obesidade), não tenha limites para piadas sobre a Lena Dunham (uma tudo bem, mas toda hora?) e ou decida ignorar completamente tudo o que aconteceu recentemente com o casal Robert Pattinson e a Kristen Stewart. É, não tem. #TZZZZZ

 

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Silver Linings Playbook

Fevereiro 19, 2013

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Quando o cinema opta por falar honestamente de coisa séria, que muitas vezes não é levada tão a sério assim como deveria, só que de forma leve e muito bem humorada.

“Silver Linings Playbook” é um filme genial porque é bem simples e opta por falar de um assunto honestamente, encontrando uma sensibilidade importante para algo tão delicado e ao mesmo tempo tão instável. Aborda temas até pouco tempo ignorados, confundidos com um comportamento apenas inadequado, mais de um tipo deles por sinal, só que tudo isso de forma bem simples, sem carregar demais no drama, apesar dele estar presente a todo tempo em cena. Apesar da abordagem leve, o filme não é um deboche e retrata muito bem o quanto é difícil lidar com algumas doenças que carregamos sabe-se lá o porque. (embora sempre tenha um porque para cada uma delas)

Ninguém quer ter que lavar as mãos constantemente apenas porque é extremamente higiênico, ou precisar alinhar tudo na sua vida apenas porque é metódico demais e ou não gosta das coisas fora do lugar. O mesmo vale para aqueles que mudam de humor em uma simples respirada, indo de um extremo ao outro, ou para aqueles que trocam por sexo (ou outras drogas) suas mais profundas frustrações e ou incompreendimentos. Todas essas pessoas estão doentes (não gosto muito de dizer ou ouvir que “são” doentes por exemplo, por isso prefiro dizer que “estão”) e precisam de ajuda. Agora, difícil é imaginar que essa ajuda acabe acontecendo da reunião deles todos como uma grande terapia em grupo involuntária, mesmo sem se assumir como tal.

Bradley Cooper (reforçando que estou de olho nele desde Alias antigo, Höy!) realmente merece o destaque que acabou recebendo pelo seu personagem no longa, transtornado mas sem se perder no olhar ou em trejeitos caricatas, Pat é dono de uma bipolaridade que acabou encontrando o seu pico mais perigoso através do trauma que acabou sofrendo quando chegou em casa e pegou a mulher com outro homem e o espancou quase que até a morte, em um ataque de fúria incontrolável que pelo menos ele até que teve grandes motivos para ter (o que não justifica o que ele fez, mas explica, embora ele não precisasse ser bipolar para esse tipo de reação). Um detalhe importante no seu personagem também é a sua falta de freios, que ele não tem mesmo, tocando imediatamente no assunto que lhe foi pedido para não tocar no minuto anterior e uma sinceridade importante para o carisma do personagem. Fico feliz que o nível da magia do Bradley Cooper  não tenha atrapalhado o seu merecido reconhecimento nesse caso, algo que nós sabemos que ainda acontece. (e seria uma verdadeira covardia não reconhecê-lo por esse trabalho)

Sem contar que ele tem uma doçura também amparada no lado romântico da história, com a sua devoção a ex esposa, aquela que ele pegou no chuveiro recebendo um tratamento especial de outro homem, a qual o abandonou de vez após o seu surto, vendeu a casa e inclusive pediu uma ordem de restrição contra o mesmo e ainda assim, Pat acha que o seu plano de vida é colocar tudo no lugar, mente, corpo e reconquistar a mulher amada. Uma doçura que na verdade esconde uma obsessão pela ex que ele acabou nutrindo mesmo depois de tudo, muito provavelmente por não ter ouvido a sua justificativa para o que acabou acontecendo com o seu casamento e por aquela relação, apesar de tudo, não ter tido uma conclusão. (conclusões/resoluções que são sempre importantes para todo mundo)

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E é uma delícia acompanhar seus pais sem saber muito bem como controlar o filho, apostando em uma recuperação que eles estão vendo de perto que claramente ainda não aconteceu. Sem contar os vizinhos, ex colegas de trabalho e seus próprios amigos, a grande maioria deles, morrendo de medo do temperamento explosivo do moço, agora conhecido de todos. Comportamento explosivo que a propósito, aconteceu apenas naquela ocasião segundo ele, que foi o seu único grande surto e que ainda acabou lhe trazendo algumas outras complicações, como delírios e coisas do tipo. Acho sensacional no longa por exemplo, é o detalhe da música do seu casamento hoje ser motivadora do seu descontrole, um detalhe super simples, mas sensacional, inclusive para demonstrar a dificuldade do personagem em conseguir distinguir a realidade com o que acontece na sua imaginação. Por esse motivo, Pat acabou passando alguns meses em uma clínica de tratamento, onde ele acabou aprendendo um coisinha ou outra a respeito da sua condição, como o fato de que os medicamentos, apesar de funcionarem como um alívio quase que imediato, traziam também uma série de efeitos que ele conseguia perceber que não eram muito saudáveis ou agradáveis para a sua vida, pensando a longo prazo. (ainda mais pensando que para a maioria dos casos de pessoas diagnosticadas com esse tipo de problema, a medicação acaba se tornando algo necessário para o resto da vida)

No longa, seu pais, que são figuras importantes nesse período de readequação, são figuras adoráveis e personagens também excelentes. Uma mãe extremamente protetora e clueless em relação a doença do filho (Jacki Weaver) e um pai que também compartilha de um problema sério com seu nível de TOC avançadíssimo (interpretado pelo sempre excelente Robert De Niro), como podemos perceber ao longo do filme. Embora sem ter muita noção do que fazer dentro daquele cenário para colocar o filho de volta no comando da sua vida, ambos não medem esforços para cuidar de Pat e tentam de tudo, como todos os bons pais que conhecemos (porque conhecemos alguns bem ruins também que não se dariam a esse tipo de trabalho), apesar de muitas vezes não conseguirem entender o que estava se passando naquela cabeça que oscilava tanto e tão rapidamente e nem sempre reagindo da melhor forma aos surtos do filho por um motivo qualquer, como quando ele não conseguia achar o vídeo do seu casamento e acabou acordando a vizinhança inteira, além de ter acabado em uma confusão de corpo a corpo dentro da sua própria casa que poderia ter se tornado algo mais sério e com quem ele jamais gostaria que tivesse acontecido.

De acordo com a lógica do próprio personagem, tudo estava caminhando bem em sua vida apesar de todos esses “pequenos problemas”, até que a tão deliciosa quanto personagem da atriz Jennifer Lawrence, passou a cruzar o seu caminho e atrapalhar suas corridas diárias pela vizinhança. Uma personagem fantástica, no mesmo nível do personagem dele, acho bem justo dizer, também com um equilíbrio ótimo entre a sua “loucura” e sanidade, que apensar de não aparentar muito, ela tinha sim e muita. Ela é Tiffany, uma mulher que também acabou passando por um trauma ainda cedo na sua vida, com a morte trágica e acidental do marido, algo que ela não conseguiu assimilar muito bem e acabou compensando fazendo sexo com estranhos, por pura distração. (e no filme tudo é justificado brilhantemente, muito melhor do que qualquer detalhe maior que eu possa descrever por aqui)

E os encontros dos dois são todos sensacionais, uma delícia deliciosa no melhor sentido. Ambos visivelmente desequilibrados, tentando se convencer que ainda estão em um relacionamento estável carregando orgulhosamente suas respectivas alianças, só que por motivos diferentes. De cara, ela já oferece o seu corpo como forma de compensar aquilo que ela não sabe muito bem o que é e ele, é claro que repudia imediatamente, reforçando que é um homem casado e que uma aventura como aquela não faz parte do seu plano para um casamento feliz, repudiando qualquer tipo de traição e a tratando a todo tempo como uma doente pior do que ele. Apesar de saber que tem uma doença, Pat tem também algo que pode ser confundido facilmente com uma presunção (ainda mais contando com a sua total falta de freios) em achar que ele consegue entender o que está acontecendo com ele mesmo e as demais pessoas que dividem problemas semelhantes não, algo que em certo ponto ele justifica ser uma forma de se defender e não se colocar em uma posição “irrecuperável” aos olhos da ex mulher que ele está querendo reconquistar.

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Conversas francas sobre o uso de remédios conhecidos de todos nós e seus efeitos não muito agradáveis em nosso corpo quando usados apenas por necessidade e principalmente quando constantes, uma conversa franca com ela se abrindo sobre o fato de ter sido demitida por ter feito sexo com todos da empresa, inclusive as mulheres, algo que obviamente deixa ele interessado pelo lado sexual da coisa (meninos…), embora até isso ele tenha medo de admitir para não decepcionar a ex mulher evidenciando mais um característica do seu comportamento que ela sempre repudiou. Todos momentos excelentes, com uma química absurda entre os dois atores e que servem muito bem para nos situar em relação a história e estado de cada um deles, além de ser puro entretenimento. Sem contar a trilha sonora do filme, muito bem escolhida e que merece uma atenção toda especial porque é bem boa.

Química inclusive que é notável em todas as cenas que eles dividem lindamente, mesmo quando no nível máximo da loucura de cada um deles (leia-se “loucura” pensando em algo bom nesse momento), o que nos faz perceber que realmente algo de muito especial aconteceu dessa troca. Não é atoa que por esses dias, ambos confirmaram que vão realizar o seu terceiro trabalho juntos, tamanho envolvimento que eles acabaram encontrando um com o outro. E OK, que fique bem claro que estamos falando de um outro tipo de envolvimento, muito mais difícil de se encontrar do que qualquer outra coisa que vocês estejam pensando nesse momento.

Desse encontro, além de outras coisas surge um pacto, com Tiffany aceitando prontamente burlar a lei para entregar uma carta que Pat escreveu para a ex esposa (a qual tem uma relação próxima com sua família), isso com a condição de que ele seja seu parceiro de dança em uma competição local, que era o grande sonho dela (e talvez ela não conseguisse devido a sua condição, que só servia para atrair os aproveitadores da região e por isso, Pat acabou sendo o seu parceiro ideal). Nesse momento, a relação dos dois começa a se aprofundar e é possível perceber que através daquele contato com a dança, ambos passaram a desenvolver sentimentos um pelo outro, embora o Pat relute para admitir o fato.

Antes disso, fica bem claro que apesar de estar enfrentando essa barra, de não ter mais nada na vida a não ser o objetivo de correr, entrar em forma e recuperar a ex, a qual ele inclusive se dispõe a ler todos os livros que ela enquanto professora recomendava para seus alunos (detalhe que eu achei super foufo e ele bravo as hell com o Hemingway foi divertidíssimo), que Pat é uma boa pessoa e apesar da sua falta de filtro e condição emocional, ele consegue muito bem colocar a cabeça no lugar quando se importa com alguma coisa e isso nós percebemos quando ele a defende lindamente de alguém que só queria aproveitar da sua fama na vizinhança. E a defende da forma adequada, sem apelar para o seu lado mais violento ou elevar demais a sua indignação com a situação, optando por apenas dizer a coisa certa e da forma mais sensata possível.

Durante os ensaios, é possível perceber também que ele acaba se envolvendo pela forma como Pat se posiciona quando recebe a visita do amigo Danny (Chris Tucker), que aproveita para tirar aquela casquinha da lindíssima da J-Law é claro, que é uma das poucas mulheres no mundo que consegue segurar dignamente um look inteiro em lycra branco. Ela, Madonna e as meninas do Abba, apenas (rs). Apesar do seu instinto protetor, fica evidente que naquele momento, Pat não estava apenas protegendo a moça de se tornar novamente vítima do seu próprio distúrbio e sim de acabar vendo algo que ele começou a gostar tanto, acabar nas mãos de outra pessoa.

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Perto do final do filme, ele acaba envolvido em uma confusão em um jogo que claramente seu personagem não estava pronto para encarar sozinho, mesmo tendo encontrado por lá o seu próprio terapeuta e não ter sido o grande responsável por aquela situação toda que acabou fugindo totalmente do controle de todos os envolvidos. Mesmo assim, ele acaba novamente pagando a conta, muito provavelmente por ser a figura mais fácil de se culpar (algo que devemos tomar cuidado, sempre), que é quando ganhamos o maravilhoso confronto Jennifer Lawrence vs Robert De Niro, em uma cena ótima e de igual para igual, além de super divertida e com interferências também ótimas do Bradley Cooper ao fundo. Como conclusão, ganhamos um plot da grande aposta da família, que também não era das mais equilibradas (tirando a mãe, tadinha), mas a sua forma, estava tentando ajudar o filho a sair daquela situação apostando, literalmente, todas as suas fichas em uma superstição envolvendo um jogo e o desempenho da dupla no tal concurso de dança.

Lindo o momento em que pai e filho estão no carro, a caminho do jogo que acabou virando uma grande confusão, onde Pat acaba reconhecendo que ele é exatamente igual ao pai (que é figura não grata no estádio devido a uma grande confusão que ele acabou provocando por lá no passado), exceto pelo TOC, que ele acha que é coisa de gente maluca (#TEMCOMONAOAMAR?), assim como a revelação de que a mãe era quem dava as coordenadas da localização do filho em suas corridas diárias para Tiffany, facilitando os encontros “casuais” do casal.

Casal que não poderia ser mais improvável (ou adorkable) devido as condições atuais de cada um deles, mas que ao mesmo tempo passou a funcionar perfeitamente para que ambos tivessem alguma chance de sair daquela situação. Eles que além de lindos juntos (total redundância, porque vamos combinar que unir esses dois na tela do cimema é praticamente uma covardia covarde do tipo imperdoável). E como eu sempre digo, nem sempre a melhor escolha é a escolha mais óbvia. Pensem nisso…

E a apresentação de dança dos dois é excelente. Como se segurar e não ter vontade de voar da cadeira da mesma forma que eles em cena, quando do meio do nada começa a tocar “Fell in love with a girl” do The White Stripes (R.I.P)? Tive que me controlar e se tivesse 35% a mais de coragem, ou 5% a mais de loucura, teria arriscado uma performance naquela sala, naquele exato momento. (rs. Mas fiz depois, em casa, claro!)

O final é extremamente simples e feliz, para nossa sorte (ainda bem que não se inspiraram em Hemingway nessa hora e esse era o meu grande medo para a conclusão do filme) com Pat resolvendo ao pé do ouvido o seu issue com a ex esposa, encontro que todos eles temiam mas que aconteceu de forma civilizada no final da competição de dança, seguindo o conselho do pai e indo atrás da Tiffany, que estava arrasada pelo fato da ex mulher dele ter aparecido na última hora, mas que acabou ganhando a sua própria carta, escrita (e narrada) por Pat, que nós apostamos que foi 1000000 de vezes melhor do que qualquer coisa que ele tenha escrito para a sua ex. (bitch)

E realmente é tudo muito simples no longa, que depende basicamente de uma boa história e de excelentes interpretações de seus atores. Bradley e Jennifer excelentes, ele encarando uma câmera intimista lindamente e ela encantando a todos com a sua postura de badass porém fofa, também implorando por ajuda. Mas sabe aquele filme inexplicável, onde não é possível reconhecer claramente o que, mas é possível sentir que algo de muito especial aconteceu ali, naquele momento? Então,  esse é “Silver Linings Playbook”, um filme leve, despretensioso e sensacional que o diretor David O. Russell acabou fazendo adaptando lindamente o livro de  Matthew Quick, na tentativa de entender melhor o seu próprio filho, também diagnosticado como bipolar. Detalhe que com certeza deve ter colaborado para que esse trabalho tenha se tornado tão especial. (♥)

Um filme encorajador sem ser pedante, que te faz querer voltar para casa e pelo menos tentar encarar um mundo onde nem tudo precisa estar alinhado o tempo todo. (e aquele detalhe da sequência final, com os controles remotos do pai desalinhados pela primeira vez, pode ter sido bem simples, mas pode ter sido também um despertar importante para alguns…)

 

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Porque nunca é uma Bradley Cooper na fila do açougue vegetariano?

Janeiro 16, 2013

Cooper

Aposto que é o que todas estão se perguntando exatamente isso agora…depois de dar aquele suspiro profundo, claro.

Höy!

 

ps: apesar que eu prefiro ele com menos cabelo e mais loiro. Pensando bem, pela concorrência na fila do açougue vegetariano, onde todo mundo anda aceitando qualquer tipo de promoção da maminha ao chuchu, prefiro ele como uma possibilidade certa. PÁ! (rs)

ps2: e temos a versão baguete francesa também, que é sempre uma audição!

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Silver Linings Playbook, o trailer

Junho 29, 2012

Filminho novo que tem o Bradley magia que fala francês Cooper de casal probleminha com a Jennifer Lawrence.

Me pareceu bem divertido. E tem o De Niro.

Animou?

 

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