Posts Tagged ‘Sonic Youth’

Músicas para o finde Vol.77

Novembro 15, 2012


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Porque feriado longo assim, precisa de uma mixtape. Claro.

 

♥  Bad Blood < Bastille > Sabe aquela música que você AMA, mas vive esquecendo de colocar na mixtape? Então…

♥  Gravity < No Doubt > Essa faz tempo que eu estou querendo ver por aqui. Do novo álbum do No Doubt, a minha preferida. 

♥  Cola < Lana Del Rey > Uma das novas da Lana Del Rey. Gosto do “bom humor” dela, rs

♥  Teenage Riot < Sonic Youth >  Clássico revivido em “The Perks Of Being A Wallflower”. Sempre bom!

♥  Le Temps de l’Amour < Françoise Hardy >  Antiga, linda e meio que tema da história de amor mais foufa dos últimos tempos. Da qual falaremos mais logo logo…

 

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And in that moment, I swear we were infinite

Novembro 9, 2012

Quando assistimos filmes sobre dramas da adolescência, raramente conseguimos fugir de uma série de clichês que a essa altura, já conhecemos muito bem. Quando eles resolvem retratar os populares da turma por exemplo, a história geralmente beira o pastelão preguiçoso, com personagens que muitas vezes não conseguimos nos identificar pessoalmente (por motivos óbvios), mas que identificamos facilmente na multidão a todo momento. O bobalhão comum, a turma do “Yoo Hoo”, todo high school está e sempre esteve repleto deles. Antes de reclamar, lembrem-se: “Viva a diferença” (#SadFace). Os nerds ou os excluídos da turma também sempre foram uma outra vertente dos estereótipos bastante explorada no cinema, sendo retratados por diversas vezes e geralmente de forma bem caricata ou com a simples função de fazer rir, poucas vezes conseguindo transmitir algo próximo do que seria a sensação de se sentir excluído em um período da nossa vida onde tudo ainda está muito confuso, nossas opiniões mudam a todo momento, nossa personalidade ainda está em desenvolvimento, nosso repertório ainda não é muito extenso e talvez ser aceito por um grupo qualquer nessa época seja uma das nossas maiores batalhas, que podem ou não se tornar grandes conquistas, dependendo do desempenho de cada um.

E “The Perks Of Being a Wallflower” consegue ir justamente contra tudo o que já conhecemos sobre o tema e as diversas formas com que ele já nos foi retratado ao longo do tempo, justamente por tratar tudo com uma honestidade importante, de forma direta e absolutamente natural, uma escolha que vem nos agradado bastante no cinema atual (na TV também, vejam o sucesso de Girls por exemplo) fugindo totalmente da maioria dos clichês que ninguém aguenta mais encontrar nesse tipo de história. Dirigido por Stephen Chbosky, que é também o autor do livro homônimo de 1999, em parceria com os mesmos produtores de “Juno”, encontramos no novo longa uma excelente opção de clássico para uma nova geração que está crescendo agora, onde apesar do tema “adolescente”, é impossível não acabar se identificando com o drama e seus personagens repletos de bagagem, mesmo que a nossa adolescência já tenha passado faz algum tempo. Ainda mais se você conseguir se identificar facilmente como um Wallflower. Done (✓)

Um dos grandes méritos dessa história certamente foi o fato do  filme ter sido dirigido e roteirizado pelo autor do livro, algo que acabou emprestando um caráter muito mais pessoal e importante para uma história recheada de assuntos dos mais variados possíveis. Dramas típicos da adolescência como o simples fato de ser ou não aceito pelo grupo, tentar se encaixar e descobrir o seu lugar no mundo, as primeiras experiências no amor ou com as drogas, até assuntos mais sérios e bem mais complexos como o suicídio, abusos de diversos tipos e a depressão. Todos levados a sério, mesmo quando mencionados apenas de passagem, mas sem dar um peso desnecessário para cada um desses assuntos e sem transformar a história em um dramalhão que opta por comover pelo óbvio.

Como personagem principal encontramos Charlie, um típico garoto nerd e bem tímido, que não consegue lidar muito bem com a tarefa de fazer novos amigos, ainda mais enfrentando o drama do primeiro dia de aula no high school, com uma nova turma e sem nenhum amigo por perto para facilitar as coisas. Claro que o seu maior pesadelo se torna realidade quando ele se vê sozinho nessa nova fase de sua vida (embora ele tenha alguns conhecidos, que fingem que não o conhecem), não recebendo uma recepção muito calorosa por parte dos demais alunos da escola, que logo percebem algo de “diferente” no garoto, para seu total desespero. No primeiro dia de aula, além de passar por uma série de constrangimentos, o garoto acabou encontrando seu primeiro amigo no professor de Inglês (interpretado pelo ator Paul Rudd), que mais tarde viria a se tornar uma espécie de mentor para o aluno, alimentando a sua vocação para que ele se tornasse um futuro escritor. Pessoalmente, foi impossível para mim não acabar me identificando com o personagem, principalmente na cena onde ele sabia as respostas para a pergunta do professor em sala de aula, mas faltava coragem para expressar os seus conhecimentos, muito provavelmente para evitar também a manifestação dos seus colegas de sala na sequência. A história da minha vida. (acreditem ou não, me mantive assim até a Faculdade…)

Charlie que é especialmente interpretado pelo ator Logan Lerman (“Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief” ), que consegue emprestar uma doçura importante para o personagem, nele que também é possível observar toda a sua insegurança e repressão apenas no olhar ou na sua postura diante dos momentos onde ele se via cercado pelos demais alunos da escola. Aquela câmera intimista, na cara do personagem enquanto ele caminhava pelos corredores do colégio, também ajudou bastante a transmitir essa sensação de medo e insegurança que todo mundo que não é muito bem recebido, ou que é simplesmente tímido, acaba sentindo em um ambiente que reconheça como hostil.

Claro que como dificilmente alguém consegue sobreviver sozinho por muito tempo e para adquirir novas experiências, muitas vezes é necessário trocá-las com alguém, Charlie acaba conhecendo outros dois personagens que passam a ser o seu ticket de entrada para esse seu ritual de passagem da sua vida. O bacana é que esse encontro acaba se dando pelo esforço do próprio personagem, que ao se identificar com alguns dos underdogs da escola (que ele admira), o próprio acaba tentando um aproximação para não permanecer sozinho, demonstrando uma vontade de mudar o cenário ao seu redor que é bem bacana de ser percebida no personagem. Seus novos amigos são Patrick e Sam (e quem não queria ter um melhor amigo como o Patrick e se apaixonar por uma Sam que atire o primeiro VHS dos Smiths que vocês esqueceu de devolver para um amigo e nunca mais o encontrou. NOW – e sim, esse plot do VHS é pessoal), que o próprio acaba confundindo a princípio com um casal, mas que ele descobre que ambos são apenas bons amigos, além de meio irmãos. Patrick é o gay da turma, do tipo libertário, que não está muito preocupado em como o mundo vai enxergá-lo e vive em defesa da sua verdadeira identidade e acima de tudo, da sua liberdade. Sam é a típica garota dos sonhos, essa ainda mais impossível do que a garota ideal do high school (a loira megabitch e cheerleader preguiça), porque além de linda, ela também é super bacana, sensível e acaba fazendo questão de introduzir Charlie a sua turma, porque identifica no menino a grande dificuldade que era ser ele mesmo naquele momento, ainda mais quando em um instante de ‘colocação involuntária”, ele acaba revelando que teve sim um melhor amigo ao longo da vida e nem sempre foi tão solitário, mas que o mesmo acabou cometendo suicídio.

Patrick é interpretado pelo ator Ezra Miller, que todos nós lembramos pelo seu excelente e inesquecível papel em “We Need To Talk About Kevin”, que nesse caso nem chega a ser uma grande surpresa, pelo talento que nós já conhecemos do ator. Seu personagem além de também ser adorável, acaba crescendo ainda mais através da sua bagagem, que é um dos temas abordados no filme, quando ele se vê em uma situação de bullying provocado pelo ex namorado, o atleta popular da escola que ele mesmo ajudou muito no passado, mas que ao ter o namoro descoberto pelo pai homofóbico, acaba levando uma surra daquelas do próprio pai e de certa forma resolve descontar no parceiro suas próprias frustrações. E foi emocionante a forma como Patrick encarou toda aquele situação de frente, sem usar a sua maior arma naquele momento (que seria simplesmente revelar para a escola inteira que Brad – Johnny Simmons – foi seu namorado), sendo espancado covardemente pelos amigos do ex e salvo por Charlie, que entre todos eles foi o único que teve coragem de resgatar o amigo daquela situação pavorosa, talvez porque ele a entendesse como ninguém.

A violência também se faz presente no filme através do comportamento que Charlie observa dentro da própria casa ao ver a irmã em um relacionamento abusivo com o namorado (irmã que é interpretada pela Nina Dobrev de Vampire Diaries e seus pais são os atores Dylan McDermott e a Kate Walsh, que quase não aparecem no filme porque esse não era o foco). Dizem que no livro a situação se aprofunda bem mais nessa história envolvendo a sua irmã, algo que no filme acabou não acontecendo. Falando um pouco sobre as diferenças do filme com o livro, no papel a obra é composta de cartas que Charlie escrevia para um amigo anônimo (que poderia ser ele mesmo no futuro, ou o tal amigo que acabou se suicidando), algo que no filme acabou sendo substituído pela narração do personagem principal, dando voz as principais quotes do livro, como o título dessa review que eu AMO, por exemplo. Algo que eu até acho que poderia ter sido mais presente no filme (algo como em  “Submarine”, sabe?), mas que também não chega a prejudicar o longa, de tão especial que ele acabou sendo.

Outro grande destaque acabou fincando por conta da participação da Emma Watson (I ♥ Hermione) no papel da também adorável Sam, que não é por acaso que acabou se tornando a grande “crush” do Charlie dentro da história. Ela que também carrega muito bem a bagagem do seu personagem, que já havia sido muito diferente no passado, quando fazia parte do grupo dos populares, mas que um dia decidiu que aquela não era a pessoa que ela gostaria de ser e aqueles também não eram exatamente as pessoas com quem ela gostaria de estar, apesar de manter uma certa queda pelas pessoas erradas e que nunca a tratam da melhor forma em todos os seus relacionamentos (talvez porque os caras bacanas nunca a convidem para sair…). Sem sotaque e com um doçura que também não é nenhuma novidade para ninguém, Emma surpreende ao aparecer sexy a seu modo (lindamente, por sinal), enquanto interpretava o seu papel ao lado do Patrick na versão toda especial do grupo para “The Rocky Horror Picture Show”. Em uma certa altura do filme, até o próprio Charlie acaba fazendo parte da peça, algo que ao observar toda a timidez que o personagem carrega ao longo do filme, dá para imaginar que deve ter sido um passo gigantesco para aquele garoto. Go boy!

Os demais personagens também são todos bem bacanas e todos eles, mesmo os menores, tem a sua bagagem para carregar dentro dessa história, algo que eu achei notável, principalmente pela forma simples e eficaz como elas todas foram abordadas. Tem a menina rica que rouba por esporte, o namorado que vive colocado, a namorada que tenta passar uma imagem de badass, mas que na verdade é carente e absolutamente grudenta e os caras mais velhos que não tratam as namoradas mais novas muito bem e preferem apenas se aproveitar daquela situação de “superioridade”. E todas essas histórias, por menores que elas sejam, tem total relevância com a temática do filme, mostrando para o Charlie e também para quem possa se encontrar em uma situação semelhante, que ele não está sozinho naquele mar de inseguranças e que todo mundo tem os seus problemas, com a diferença de que alguns conseguem apenas lidar com eles mais facilmente, ou simplesmente aprenderam a camuflá-los melhor.

E é uma verdadeira delícia ver a trajetória do personagem durante aquele ano da sua vida, que acabou sendo surpreendente e totalmente diferente do que ele imaginava que seria. Tudo que acabou acontecendo com ele e com seus amigos, acabou sendo importantíssimo para o que aconteceu na sequência, uma vez que novamente o personagem estava prestes a se encontrar sozinho novamente, já que seus amigos estavam se formando no colégio, partindo para a faculdade e ele estava apenas no primeiro ano. Mas antes de entrar nessa parte, eu preciso dizer que tudo fica ainda mais especial com a trilha do filme (que é a mesma mencionada no livro), ao som dos Smiths (que figuram nos posteres dos quartos deles todos. Morrissey, eu te amo! Sério. Um dia vou casar ao som de “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want”, com ou sem você, rs – por favor, não roubem a minha ideia. Originalidade é importante. Encontrar a fiancé também, rs), New Order, Sonic Youth  e “Hero” do David Bowie, que tem um papel importantíssimo dentro da trama (e na vida de todo mundo que é legal, claro!). Ou seja, uma trilha imperdível, tipo uma reunião com o dream team tocando no nosso quarto. (sempre imaginei as minhas bandas preferidas tocando dentro do meu quarto, comigo assistindo tudo de pijama, sentado na cama, rs)

Outro detalhe importante em “The Perks Of Being A Wallflower” é que ele é ambientado na década de 90, onde as coisas eram bastante diferentes de hoje em dia, ainda mais para um garoto introvertido como Charlie, que nos dias de hoje poderia muito bem se esconder facilmente atrás do seu computador ou de um gadget qualquer e dificilmente acabaria ganhando as experiências que ele adquiriu naquele que pode ter sido o grande ano da sua vida. Saiam de casa, crianças. Saiam!

Partindo para o final do filme, que por sinal, é bastante angustiante, em meio a todas as experiências desses adolescentes, somos surpreendidos por alguns flashes de memória de Charlie, com pequenas frações da sua infância, nos quais observamos um pouco da sua relação com a tia Helen (Melanie Lynskey de Two and a Half Men), personagem que descobrimos ter morrido em um acidente de carro, o que aparentemente parecem memórias inocentes com certo um ar de saudosismo e doçura, mas que ao se tornarem cada vez mais frequentes e seguidas de alguns desmaios do personagem ao longo do filme, acabamos descobrindo que a situação nesse caso, assim como os traumas todos da vida daquele personagem, eram todos muito mais profundos e bem mais graves do que a gente poderia imaginar até então. Um peso a mais para a história que talvez nem fosse necessário, mas que ao mesmo tempo não transmite a sensação de apelo ou qualquer coisa do tipo e mais uma vez figura mais como um capítulo a mais dentro dessa história contada com tamanha honestidade e até mesmo com bastante delicadeza, algo difícil de se equilibrar. Todo mundo tem uma história triste para contar e essa era a do Charlie. Humpf!

Apesar do clima não ser dos melhores perto do final do filme e a sensação nesse momento realmente não ser das mais bacanas e esse eu acho que é um mérito para o diretor, que conseguiu nos deixar com uma sensação parecida com a da mente do personagem naquele momento, que se encontrava em conflito ao começar a identificar o que suas memórias do passado traziam para completar a sua história presente, algo que acaba nos deixando com o coração ainda mais apertado ao imaginar as possibilidades para aquele personagem que aprendemos a AMAR (e nos identificar) em tão pouco tempo, mas mesmo assim, o saldo final do filme embora essa avalanche de emoções de última hora, é sim bastante positivo, mostrando que existe sim um caminho para tudo desde que você não decida ignorar os fatos. Vai ser doloroso? Vai. Pode demorar? Pode. Não vai ser fácil? Não, não vai. Mas se você tentar, tem mais chances de conseguir passar por isso tudo, carregando apenas um cicatriz aqui e ali com orgulho pela lembrança da forma com que você conseguiu passar por esse pedaço da sua própria história, que nadam mais é do que apenas um pedaço dela.

“The Perks Of Being a Wallflower” é um filme realmente muito especial, com um elenco perfeito. Um novo clássico para ocupar a nossa prateleira especial, ao lado do livro, que não só merece ser comprado, como merece também ganhar uma dedicatória escrita por nós mesmos, do tipo “Para o futuro Eu”. (♥)

 

ps: apesar da alma indie, AMO/Sou Charlie cantando Air Supply no seu quarto, rs (e eu acho “As Vantagens de Ser Invisível” um dos melhores títulos adaptados para o português)

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Dossiê Planeta Terra 2009

Novembro 10, 2009

BFFFD

Não sei se foi porque eu tinha muita vontade de ir a um festival em um parque de diversões que eu amay o Planeta Terra desse ano. Achei ótima a locação, o parque funcionando durante as apresentações, o serviço okayam, sem tumulto e nem a chuva que caiu durante parte da noite conseguiu tombar com o evento que foi ótimo. Me diverti pencas nos brinquedos que praticamente não havia fila nenhuma e dava pra vc ir zilhões de bilhões de vzs. Pelo menos eu fui, rs! O parque estava todo iluminado, com a praça de alimentação funcionando, muitos bares espalhados pelos dois lados do parque além do estacionamento onde rolava o palco principal. Muita gente bonita, todos os hipsters de SP estavam lá. Foi divertido ir na montanha russa com o pessoal da moda de SP, eu pelo menos achei bem digno! Ex Vjs que parecem não conhecer o tempo e nunca envelhecerem como a Sabrina (dos tempos do Disk MTV, Top 10), Gastão (amor de adolescente da minha ameeega) e o Edgard que eu tive que fazer a tiete pq não é sempre que o cara aparece assim do seu lado no meio do nada neam? Ele e a Marina Person são os meus símbolos para a MTV aqui no Brasil, fatão! A nova geração tmbm estava lá…mas nem confiança pq hj os tempos são outros! Sorry! Fora que foi uma delícia dançar em frente ao Castelo dos Horrores, com música boa, maçã do amor e algodão doce cor de rosa neam? Eu achei chic, achei digno e achei delícia.

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Copacabana Club só deu para pegar o final do show pq foi quando eu cheguei no festival, mas pelo menos deu pra dançar os hits mais conhecidos da banda, que vestiam figurino fundamento do pessoal do B.Luxo. Ahazô! Achei belo!

dsds

Primal Scream foi divertideeenho mas não empolgou. Muita colocação? Loucureeenhas? Não sei, só sei que foi meio assim neam? Mas eu dancei mesmo assim e nem confiança. Achei okayam. E perdi parte do show brincando igual a uma criança no Playcenter, só percebi que já estava rolando enquanto estava no looping de uma das montanhas russa. Aliás, adorei a idéia de deixar o brinquedos mais legais funcionando durante os show, foi bem diverteeedo, sem fila e com cara de show na Europa. Ponto para a organização! Eu pelo menos me diverti pencas!

FGFGFD

Sonic Youth é sempre Sonic Youth neam? O show foi meio que sem grandes hits, mais no fundamento do álbum mais recente mesmo. Só que as guitarras, o som da banda eu diria que é impossível de se confundir. E Kim Gordon? Linda, lôra, tah magrona, tah gatona e tah gostosa e continua sendo uma das minhas musas do rock. E eu me pergunto: Hey Joni, when will all these dreams come true? Foi o show imperdível da noite, fato!

ff

cd

llk

ddsd

Iggy fez alôka neam? Só consegui assistir o começo e o final do show dele…tudo porque o Ting Tings começou quase no mesmo horário e ai já viu neam? Mas deu pra ver o começo do show com um dos monstros vivos do rock e o final, com direito a bundeeenha do Iggy e tudo mais. Euri e quero ser ameeego do Iggy, me liga tah?

PATRICK WOLF

Patrick Wolf foi loucurinhas neam? Uma versão menino de Lady Gaga no quesito figurino pelo menos e menino talentoso viu? Toca vários instrumentos e me fez dançar um pouco, mas foi bom ouvi-lo do alto dos brinquedos do parque tmbm. Achei chic!

TING

O show do Ting Tings foi incrível tmbm, super dançante, pra divertir mesmo. Claro que tocaram o seu álbum praticamente inteiro e todos os hits é claro, mas foi um show curto eu diria. Deu vontade de mais! E me lembrou muito o CSS, achei o mesmo fundamento. Mas achei digno e me diverti pencas. When nothing makes you feel good, then nothing makes you feel good.

bv

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O set do N.A.S.A foi absurdo e certamente um dos pontos altos da noite. Com uma batida incrível os DJs colocaram o Playcenter para dançar e muito ao som de muita música eletrônica com fundamento rock e hip hop, com samplers conhecidos e que todos nós por algum motivos temos uma relação afetiva com eles. A video art do show foi uma atração a parte. Quase chorei com o little MJ ainda na época dos Jacksons 5, mas foi quase. Eu chorei mesmo e literalmente com a imagem do Kurt Cobain, gigante no centro do telão e um sampler de “Smells Like Teen Spirit”, com um dos rifles de guitarra mais conhecidos do mundo do rock. Chorei como criança, me emocionei pencas e me senti como tal, grunge e aos 13 novamente. Lindo! E como se tudo isso não fosse o suficiente, a presença tímida de Spike Jonze (sim, ele estava lá, eu não disse pra vcs?) no cantinho do palco, fazendo alguns takes da performance e da platéia e sendo obrigado a ouvir o meu griteeenho irritante de “I Love U Spike”, que ele retribui com um sorriso mais tímido ainda e um pequeno aceno. Quase morri! Mas eu tinha que me declarar para ele neam? Afinal, era o Spike Jonze C@r@lho! O homem que fez o brilhante “Being John Malcovich”, além de ter feito o recentemente lançado “Where The Wild Things Are” pra mim é claro, eu sei que foi. E esse foi o meu encontro com Spike Jonze, que eu vou contar um dia para os meus netos, ahhhhhh vô!

No final do show dos caras, todo mundo foi para o palco, técnicos de som, luz, organizadores e Sipke Jonze pulando e dançando ao som do excelente set dos Djs mais incríveis do momento, prontofalei!. E eu amo o Jégonza tmbm, só pra registrar!

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ps: Edgard, eu tin amo! Adoro o seu circo, a sua caragem ou whatever e acho que o horário do Altas Horas deveria ser seu, prontofalei!

O saldo da noite foi superpositivo ainda mais pra mim que nem iria no show e meio que ganhei o convite em cima da hora de uma super querida da minha sala da pós que fez a phina pra mim. LOVE quando eu não crio muitas expectativas e acabo me surpreendendo? Música boa, diversão…LOVE! Achei a locação perfeita, fácil de chegar pra todo mundo, fikdik ae para os próximos festivais hein?

E se no ano que vem rolar de novo e no mesmo lugar eu estarei lá! Guilt recomenda!

E tragam o Kings Of Leon pel’ amour!


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