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Asylum Of The Daleks

Setembro 5, 2012

Excelente retorno esse com primeiro episódio da Season 7 de Doctor Who, não?

Um episódio completíssimo, com tudo que nós sempre AMAMOS na série (7×01 Asylum Of The Daleks). Com cara de épico, o episódio já começou com o Doutor sendo capturado em meio a uma emboscada planejada pelos próprios Daleks, seus maiores inimigos que de quebra, ainda capturaram os Ponds, eles que para a nossa total surpresa, não estavam vivendo mais sua melhor fase enquanto casal, a ponto de estarem encarando o divórcio. E essa foi apenas a primeira surpresa do episódio de estreia.

A segunda ficou por conta dos próprios Daleks que dessa vez, ao contrário do que esperávamos, estavam precisando da ajuda do Doutor para assim continuar com o próprio Asylum, que era para onde eles mandavam todos os Daleks que deram defeito ao longo o tempo. Mas bacana mesmo foram as explicações carregadas na vilanice, com os próprios assumindo descaradamente que não suportariam simplesmente “extinguir” tanto ódio conforme a sugestão do próprio Doutor, o que eles até reconheceram ser um dos fatores que eles acham que justifica o fato deles nunca terem conseguido finalizar de vez o seu “Predador”, apelido carinhoso que nós descobrimos ser como eles o chamam “internamente”, rs. Isso e o fato do Doutor ser muito melhor do que qualquer um deles, claro. Suckers! (quase morri quando ao final do episódio, o Doutor saiu de sua TARDIS gritando “Suckers” para os próprios Daleks. #TEMCOMONAOAMAR)

Mas a terceira e maior surpresa ainda estava por vir, com a primeira aparição daquela que a gente sabe que virá a ser a nova companion do Doutor, assim que nos despedirmos dos Ponds daqui mais quatro episódios (glupt). Seu nome é Oswin Oswald (tipo trava língua e eu ainda acho que ela deve ser rebatizada como “Carmen”) ou “Souffle Girl” que foi como o Doutor já a apelidou. Ela que embarcou na expedição “Alaska”, que não deu muito certo e que por isso acabou ficando presa e sozinha por mais de um ano. Sim, um ano. E se Amy Pond esperou por 14 anos, o que seria esperar apenas por 1 ano, não é verdade? (rs)

Oswin é linda e já tem aquele ar de companion destemida e desbocada, do tipo que a gente AMA. Sua dinâmica com o Doutor, apesar deles terem se falado apenas a distância por boa parte do episódio, já foi bem excelente e ficou bem claro que ele já ficou todo encantado com a genialidade da garota, que passou um ano inteiro enfrentando os Daleks sozinha e fazendo suflês (Dr que como boa parte dos homens, parece que foi conquistado pelo estômago, rs). Mas onde é que ela arrumava o leite para fazer seus suflês? …

Uma pergunta que o Doutor chegou a fazer por duas vezes durante o episódio e que seria a chave para a grande surpresa do episódio. Oswin na verdade, havia sido “transformada” em um Dalek e foi assim que o Doutor a viu pela primeira vez, acorrentada e no formato do seu maior inimigo de todos os tempos. Bem bacana vai? (apesar do próprio poster liberado pela BBC1 já entregar bastante o que estaria para acontecer no episódio)

E com essa primeira aparição da nova companion e de tal forma, minha cabeça quase explodiu de tantos pensamentos sobre como poderia ser a história desses dois enquanto dupla. Nesse caso, cheguei a conclusão que embora eu não seja nada fã da tensão sexual Doctor vs Companion dentro da série (já cansei de dizer isso), acho até que nesse caso seria o melhor caminho para a construção da história desses dois. Primeiro que o Doutor já está muito tempo sozinho (considerando a Rose como seu último “amor” ou pelo menos “interesse”, vai…) e segundo que seria sensacional tê-lo em conflito encontrando-se apaixonado por um Dalek. Imaginem?

Mas por enquanto ainda não sabemos como vai ser o futuro da história da Souffle Girl e do seu Chin Man (apelido que ela deu para ele poro conta do seu queixão, rs). E apesar desse ter sido apenas o primeiro encontro dos dois e a gente não ter muita ideia de como isso será resolvido daqui para frente, Oswin acabou dando um presente inesquecível para o Doutor, que foi apagá-lo da memória dos Daleks (ela é meio hacker), que não se lembram mais quem ele é ao final do episódio. Cool Cool Cool. Doctor Whom? (rs)

E como se o episódio não tivesse sido excelente o suficiente, com cenas lindas da Amy delirando com Daleks como pessoas e uma bailarina ruiva criança super foufa dançando lindamente ao som de uma trilha sonora encantadora, além do Doutor passando por um corredor cercado dos Daleks que já o enfrentaram ao longo do tempo, ainda tivemos um ótimo desfecho para o divórcio dos Ponds, em uma cena linda e super emocionada, com o Rory jogando na cara dela que ele sempre foi quem amou mais dentro da relação dos dois (em um plot de perigo que envolvia o amor e que não poderia ter sido mais foufo) e Amy Pond ficando extremamente ofendida e explicando o porque dela ter aberto mão da história dos dois daquela forma.

Na verdade, Amy estava magoada porque devido as circunstâncias do passado, ela não pode mais ter filhos e sabendo o quanto o Rory gostaria de ser pai (e ele já não é? rs), ela não achava justo prendê-lo naquela relação. E toda essa resolução do plot dos dois se deu por meio da interferência do Doutor, claro, que percebeu que algo estava errado entre o casal logo no começo do episódio e em um determinado momento do mesmo chegou até a questionar o que ele poderia fazer para melhorar aquela situação.

E quem foi que disse que o Doutor não pode resolver todos os problemas com a mesma facilidade que ele arruma sua bow tie? (chorei uma single tear igual a Amy no momento dessa cena, que foi muito especial! Aliás, Amy que já consegue interpretar o Doutor como ninguém, não?)

Com um episódio sensacional como esse, começamos da melhor forma possível a sétima temporada de uma das nossas séries mais queridas do momento. Clap Clap Clap!

E no próximo sábado teremos dinossauros dentro de uma nave espacial. Howcoolisthat? (e tem também a Rainha Nefertiti. Cool!)

Sei que eu não costumo fazer reviews por episódio durante as temporadas de quase nenhuma série, mas como Amy Pond é e sempre vai ser a minha companion (sorry, mas ele foi a minha primeira, então…), acho justo que ela ganhe o seu arco de pelo menos cinco reviews aqui no Guilt até o momento da sua despedida, rs

Geronimo!

 

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