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Valentine told me how he feels/ If all the world were under his heels/ Or stumbling through the mall

Julho 18, 2013

Bowie, sua guitarra, um galpão vazio e olhares em close que nos convidam a mergulhar em sua história (que não deve ser pouca), apenas.

Que delícia. Te AMO, Bowie. (♥)

 

ps: vale dizer que em janeiro de 2014, chega ao MIS em SP a exposição “David Bowie Is”. Imperdível! 

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Tem troco para R$0,20?

Junho 19, 2013

É sempre bom ser ouvido, principalmente quando você realmente tem algo importante a dizer e que já não pode mais esperar, apesar dessa ainda não ser exatamente a sensação nesse caso. Até agora a pouco, sentimos que estávamos sendo mais vistos do que ouvidos, mas já é um começo e continuamos a gritar, cada um da sua forma. Alguns nas ruas, outros em redes sociais ajudando a espalhar a informação controlada por uma mídia que ainda acha que a melhor postura é não se posicionar ou que costuma agir de acordo com os próprios interesses. É bom também ver as pessoas se mobilizando por um sentimento em comum, saindo de casa, reclamando, gritando alto que #NAOTABOMNAO para todo mundo ouvir, apesar dos motivos um tanto quanto confusos a princípio, mas que com o tempo foram se transformando em uma coisa muito maior, gerando um grande protesto de insatisfação que ocupou as ruas durantes os últimos dias.

Novamente encabeçados por jovens, que dessa vez resolveram reclamar sobre os preços abusivos de um serviço que não é muito bacana e que inclusive já foi bem pior. Alguns deles nem dependem desse serviço e são donos dos seus próprios meios de transporte, fazendo uso dele com prudência ou não, se preocupando ou não em oferecer uma carona para o vizinho que faz o mesmo caminho para o trabalho, demonstrando ou não uma consciência que seria mais bacana ainda e que a gente também sonha que um dia seja o pensamento da maioria. Mas estiveram todos lá e isso deve sim ter o seu valor. Muitos foram conscientes, reclamando sobre algo que vivenciam no dia a dia de alguma forma, com um pensamento por trás do ato, um histórico que pode ser facilmente confundido com uma ideologia qualquer mas que na verdade, também é muito maior do que qualquer simples linha de pensamento ideológica e talvez por isso tenha ganhado tamanho peso, volume e aderência. Sim, tudo começou através da questão do aumento da tarifa do transporte público que a propósito, na cidade de São Paulo teve o seu aumento entrando em vigor em um domingo, convenientemente o domingo com o maior evento turístico da cidade, que recebe anualmente uma das mais populosas manifestações do nosso país, mesmo sendo ela hoje bem menos politizada e com cada vez mais cara de grande evento, mas que ainda assim, continua sendo de um importância sem tamanho ocupar as ruas da nossa cidade com um grande arco-íris nessa época.  Mas e você, já experimentou andar de ônibus as 18h00 em uma cidade como São Paulo? Não? Pretende fazer sua rota de fuga de carro ou Metrô? Pois saiba que a paciência necessária é praticamente a mesma em todos esses cenários, com a diferença de talvez apenas uma falsa sensação de conforto para quem estiver de carro, porque segurança nenhum de nós podemos garantir que temos. Podemos?

Outros foram apenas porque acompanharam a multidão ou sentiram a necessidade de fazer parte de alguma coisa a medida em que simplesmente receberam um convite em uma rede social qualquer, mesmo sem saber exatamente sobre o que (revelando mais uma vez aquela preguiça de sempre), pessoas que fizeram questão de publicar imediatamente suas inúmeras fotos com filtros coloridos ou qualquer coisa do tipo, para expressar a sua adesão instantânea a causa, mesmo que algumas tenham chegado a ela de forma duvidosa ou no mínimo questionável. Mas isso realmente importa? Seria um sonho se todo protesto ou manifestação fossem formados apenas de militantes extremamente conscientes (mas podemos dizer que temos algumas pessoas bem bacanas a frente desse pensamento no momento, conscientes, bem informados e totalmente pacíficos, não?), mas sabemos que na prática isso dificilmente vai acontecer. Como sabemos também que uma manifestação completamente pacífica é um outro sonho difícil de se conseguir alcançar, onde situações acabam obviamente fugindo do controle quando concentramos um número muito grande de pessoas em um lugar qualquer, sendo também praticamente impossível conter aqueles que resolvem destruir para chamar a atenção, porque também não podemos ignorar que essa postura ainda exista no meio da multidão, mesmo sendo ela composta apenas de uma minoria, que é quando a presença da polícia se faz extremamente necessária, para conter essa pequena mancha que não pode ser a marca de um movimento muito maior que segue totalmente o caminho oposto da agressão, violência ou vandalismo.

“Não negociamos com terroristas”. OK, não foi exatamente isso que ouvimos dos nossos governantes, mas soa bem parecido com um discurso que não cabe dentro dessa questão, copiado de outras histórias e situações que conhecemos bem apesar de não termos vivido algo parecido em nosso país. É, além de tudo ainda falta originalidade no Brasil. E ao mesmo tempo que não somos terroristas, apesar do terror ter sim aparecido em alguns casos pontuais, tratados muitas vezes com muito mais destaque na imprensa do que a questão maior por trás disso tudo, também não podemos viver aterrorizados por uma organização responsável pela nossa segurança e proteção. Balas de borracha, gás, tudo isso porque? Porque ganhamos um coro pesado, ecoando uma reclamação que estava entalada na garganta de muita gente faz tempo? Da mesma forma com que repudiamos o vandalismo, repudiamos também a agressão gratuita e isso não é de hoje e se puxarmos uma memória recente de uma outra área, vale lembrar que até pouco tempo atrás, o nosso maior herói do cinema nacional (leia-se nosso representando uma maioria e não o todo, como no meu caso) adotava uma postura abusiva bastante semelhante (claro que em um outro cenário e ou contexto) e mesmo assim foi aplaudido por boa parte do país. Uma postura que não deveria valer para ninguém, nem para quem faz parte do lado criminoso dessa história, que nesse se funde com o lado que deveria ser do bem e não conseguimos mais separar exatamente o certo e o errado nesses casos onde aparentemente, está sim tudo errado para todo mundo.

Sem partido, com partido, sem fé, de fé, quando vamos conseguir separar tudo isso? Nas ruas fica difícil, porque aquilo tudo é de todo mundo e fica difícil conseguir fazer com que todos entendam que aquele não é o momento para tentar promover qualquer outra coisa a não ser a ideia e motivação para aquilo tudo.  Isso nós podemos exigir como direito em um outro lugar, com bem menos gente, exigindo um estado laico se comportando como tal de uma vez por todas por parte dos governantes e representantes políticos desse país, enterrando todas essas questões fundamentalistas que nos impedem de avançar em leis importantíssimas para o nosso progresso e desenvolvimento em todo e qualquer sentido. Ao mesmo tempo que estamos vivendo o sonho nas ruas de finalmente avançar em alguma coisa, somos perturbados por um pesadelo que parece não ter fim e volta e meia aparece para nos assombrar novamente, com a aprovação da tal “cura gay”, que tenta nos forçar a retroceder em um pensamento de tamanha ignorância que não deveria sequer ser discutido ou levado em consideração (ou até mesmo permitido), porque vai contra tantas outras coisas que nós  já conquistamos, que só consegue ser mesmo um verdadeiro absurdo constrangedor que ainda sejamos representados por esse tipo de gente dentro da nossa política e que a propósito, está a frente de uma comissão que fala justamente sobre os direitos humanos e  das minorias, o que nos leva a um vexaminoso paradoxo.

Somos de uma geração que eu não gosto de dizer que enfrentou barreiras menores porque barreiras sempre vão existir e precisarão ser derrubadas a qualquer momento, mas que certamente encontrou um mundo com mais possibilidades, onde grandes batalhas já foram enfrentadas em outras épocas para deixar as coisas como encontramos hoje, mas que ao mesmo tempo não é motivo para achar que já conseguimos tudo o que desejamos porque ainda estamos muito longe disso. Bem longe. Ao mesmo tempo somos de uma geração que adora reclamar, mesmo que isso seja feito muitas vezes da comodidade do sofá de nossas casas, usando nossos computadores como escudos, com muitos se sentindo protegidos pelo anonimato da internet, que na maioria das vezes não deixa de ser uma forma covarde de se reclamar. Nunca foi tão bacana ter opinião sobre alguma coisa e todos nós falamos e falamos muito sobre os mais variados assuntos, mas tem muito tempo que muita coisa andava errada por aí e que ninguém fazia nada de mais efetivo do que multiplicar os “shares” e os “likes” que encontramos diariamente e muito provavelmente por esse motivo, um simples movimento contra o aumento abusivo de uma tarifa tenha se tornado algo muito maior.

Pela primeira vez em muito tempo voltamos as ruas para reclamar e isso é o mais bacana dessa mobilização toda que estamos observando acontecer não só em São Paulo, mas em outros estados e capitais também. Só ficamos com a sensação de que ainda faltou encontrar um foco principal em toda essa questão, para que ela não acabe perdida ou termine não sem sentido, mas com muitos sentidos diferentes e assim, qualquer mudança ou conquista que venha acontecer por conta de todos esses atos não acabe completamente diluída no meio de tudo o que ainda precisa mudar e que nós sabemos que é muita coisa. “Não são os R$ 0,20” dizem alguns, mas foram sim exatamente esses R$ 0,20 que acabaram mobilizando milhares, que fez muita gente sair de casa, mesmo que a reclamação tenha ganhado novos pesos e um novo discurso ao longo de sua trajetória. Um discurso que também pode ser bem perigoso, por isso devemos tomar cuidado com todas as questões envolvidas e pensar. As vezes é bacana ouvir o que aquela pessoa que você admira tem a dizer a respeito de um assunto qualquer, mas cuidado para não se deixar se influenciado facilmente deixando a maioria pensar por você e nada como pensar com a própria cabeça para descobrir a que lado dessa história você pertence. Está ruim mesmo? Mas o que está ruim de verdade? Tudo está ruim? Fato é que faz tempo que não está bom e nós só demoramos para despertar e redescobrir a nossa força enquanto povo vivendo dentro de uma jovem democracia e talvez por isso as reclamações hoje sejam tantas, que fica difícil até nomear uma manifestação como essa apenas por uma motivo qualquer, como aconteceu no passado, inclusive em nossa história recente.

Sempre senti como se São Paulo fosse a extensão do quintal da minha casa. É por onde eu circulo, onde eu trabalho, onde eu gasto a maior parte do meu dinheiro, onde eu cumpro e exerço os meus direitos e por incrível que pareça, foi onde eu me senti verdadeiramente livre pela primeira vez na vida enquanto um cidadão comum. Por isso fico envergonhado que uma das maiores cidades do mundo seja a mais resistente nessa questão envolvendo o aumento das tarifas do transporte público, com outras tantas evitando o problema de forma bem mais simples, algumas inclusive antes de ganhar o próprio povo fechando suas ruas, exigindo por mudanças. E a vergonha maior nesse caso é ver que a nossa cidade ainda é comandada por um governo que prefere adotar a postura da repressão a base da violência, autoritário, que não parece nada aberto a discutir novas propostas, apesar de todos eles praticarem exatamente o discurso oposto em suas campanhas políticas, quando ainda na fase da teoria da pré eleição. Uma repressão que acabou sendo o fator determinante para as proporções que todo o problema acabou ganhando a essa altura nas ruas, mas que também não vale como desculpa para uma reação violenta por nenhuma das partes. No começo da noite de hoje recebemos a informação de que finalmente o governo e a prefeitura de São Paulo resolveram recuar em relação ao aumento das tarifas do transporte público, assim como em outros lugares, com os nossos dois maiores representantes já prometendo que “a cidade será afetada de outra forma” por conta disso, mas ao mesmo tempo dizendo que da próxima vez, vão tomar mais cuidado e nos informar do porque de qualquer aumento. Sei… agora, explicar o porque de tanto dinheiro público usado em áreas que nunca foram a nossa prioridade, tantos privilégios dos políticos brasileiros em suas posições e ou nos esclarecer sobre as contas super faturadas de sempre, ninguém ainda pensou em nos explicar, não é mesmo? E essa parte do texto vale para qualquer cidade do território nacional.

Mas eu realmente gostaria de ver esse tipo de manifestação nascendo com mais frequência, por outros tantos motivos que acontecem o tempo todo diante dos nossos olhos e que até um dia desses, pouco se fazia a respeito. Também não acho que vale aceitar a reclamação da população depois de muito custo e acabar ganhando o que perderam de outro lado (impostos, tarifas, tributos), que é o que sabemos que teria acontecido mais cedo se o nosso atual governo não tivesse um ego maior do que as quantias de dinheiro desviadas ao longo da nossa história diretamente dos cofres públicos e não se achassem os donos do poder e da razão. De qualquer forma, acho que conseguimos provar dessa vez que não somos uma geração de preguiçosos e que tão pouco esse é o país do futebol e seria bem bacana se no ano que vem, todas essas pessoas que saíram para manifestar a sua insatisfação por todos esses motivos de vergonha para o nosso país desde sempre, não estivessem com os olhos grudados em uma TV comemorando qualquer tipo de vitória, ou aplaudindo novamente o Capitão Nascimento da vez. Isso entre outras várias coisas e posturas que devemos adotar para que as nossas reclamações sejam levadas a sério, como merecem ser. A partir desse momento não adianta mais adotar uma postura indiferente a todas as questões políticas e quem sabe agora que redescobrimos a força dessa união por uma causa em comum, não tenhamos encontrado de novo a coragem que nos estava faltando para enfrentar de frente todas essas questões, huh? Muita coisa precisa mudar, precisamos sentir que estamos sendo ouvidos e aqueles que estão sendo apenas vistos são eles, que devem sim permanecer vigiados de perto por todos nós. Quase tudo precisa mudar por aqui e se essa primeira mudança tenha que ser esses tais R$0,20 que assim seja. Que esse seja apenas o começo e não o fim.

459

Janeiro 25, 2013

#SP

459 anos e ainda tá magrona, tá gatona e tá gostosa, hein Sã Paula? AMO!

(♥)

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Custava me ligar, James? Francamente…

Novembro 14, 2012

Sim, estou falando com você mesmo, Daniel Desario…

Passo anos e anos indo na Lôca, principalmente na época da faculdade, quando a minha amizade com a Rainha de Copas era forte (saudades) e depois de um longo hiatus (bem longo), quem é que me resolve aparecer por lá? James Franco. Sim, ele mesmo. OK, tempo para todos nós darmos as mãos e… CATAPLOFT! (por sinal, ótima escolha James, #RAÍZES)

Sim, ele que esteve aqui em Sã Paula para a inauguração da Gucci, resolveu dar uma passadinha por lá no finde e nem para me ligar… Imperdoável!

Tinha de um tudo para conversar com ele no meio daquela caverna. Tudo sobre Freaks And Geeks, claro. Höy!

E por falar em James Franco, acaba de sair o novo vídeo do R.E.M (R.I.P) para a faixa “Blue”, dirigido por ele himself.

#IDONTGIVEADAMNABOUTMYREPUTATION

 

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E ai, foram ver o Boone?

Junho 1, 2012

Iam Somerhalder que já veio com essa cara leeeandra pronta de fábrica neam? Höy!

BEST olhar apertadinho de galã ever!

#BOONE

Diz que a Oscar em Sã Paula parou hein?

Mas o que eu quero saber mesmo é o seguinte: alguém perguntou se ele torcia por uma final feliz para o seu personagem em Lost, ao lado do Locke? E o que de fato acontecia entre os dois naquele matagal?

ps: brincadeirinha Boone. Höy!

Foster The People, Höy!

Abril 9, 2012

05 de Abril, fim de tarde tranquilo, véspera de feriado. Nada demais acontecendo, preguiça, Zzzz…até que, surge um convite de última hora em formato de janela do MSN piscando em laranja, trazendo a seguinte pergunta: “vamos ao show do Foster The People?”

1 hora, foi exatamente esse o tempo que eu tive para me arrumar depois de ter aceito o convite (Thnks C.) e partir para o show de uma das bandas que eu mais estava a fim de ver (das que eu não tinha visto ainda), que iria tocar no Lollapalooza do finde, (festival que ficou sem a minha presença, rs) mas  que antes faria um show extra no Cine Joia, aqui em São Paulo naquela noite.

Cine Joia que eu já queria ter conhecido faz tempo, mas que fiz o meu début naquela noite. Casa pequena, com um passado sensacional, perfeita para shows de bandas fundamento ainda não tão conhecidas do grande público, com projeções sensacionais, quase mágicas, além de uma decoração maravileeeandra, com vários detalhes no formato de diamante, inclusive o palco e a pista. #TEMCOMONAOAMAR? (que casa linda, hein Facundo? Mais uma…Clap Clap Clap!)

Não conseguia pensar em um lugar mais perfeito para o meu encontro com o Foster The People, além de me pegar imaginando uma série de outras bandas que eu adoraria ver tocando naquele diamante, como o The Kills, a Lykke Li, o Civil Wars, o Two Door Cinema Club, o The Vaccines (que confirmou e toca lá no próximo dia 18. Yei!), só para dizer alguns nomes da lista de pelo menos umas 50 bandas que eu poderia facilmente listar nesse momento e que eu adoraria ver em um espaço como aquele. Aliás, vale a pena ficar de olho grudado na agenda do Cine Joia, PARA SEMPRE!

Até que com os primeiros acordes de “Houdini” eles entraram no palco. Banda animada, público animado + emocionado + extremamente feliz, um início que já entregava o quanto aquela noite poderia ser perfeita.

E sabe quando vc vai a um show com poucas expectativas, apesar da ansiedade e da vontade de ver uma banda que vc gosta tocando ao vivo, e acaba se surpreendendo completamente?

Então, assim foi o show do Foster The People naquela noite. Imaginei que como o cd é cheio de synths e mil coisas, que a apresentação ao vivo poderia acabar sendo prejudicada de alguma forma, algo que até já observamos com o MGMT se apresentando ao vivo por aqui no passado, por exemplo (repetindo o feito no finde). Mas totalmente ao contrário disso, o Foster The People para a minha total surpresa, conseguiu soar ainda melhor ao vivo, sem ficar devendo em nada para a proposta do seu fundamento, tocando todas as faixas do seu sensacional “Torches”, álbum que eu mais do que já havia super recomendado para todos vcs, queridos leitores antigos do Guilt.

Além da banda ser super competente ao vivo, entregando um show perfeitinho e super animado, os meninos são todos maravileeeandros, sério. Höy! (em especial o Cubbie, o baixista magia! Höy!) Maravileeeandros! E a energia do Mark Foster nos vocais da banda é bem animadora, onde eu me senti até menos estranho dançando na pista, vendo ele fazendo o mesmo no palco, animadíssimo, rs. Mark que inclusive deu um mosh no meio da platéia, na direção que eu estava, mas que para a minha falta de sorte, só me sobraram alguns empurrões dos seguranças afoitos na intenção de salvá-lo de ser devorado pela multidão que o cercava (muitas meninas super animadas e enlouquecidas à beira do palco). Mark que parece ser mesmo adorável, um foufo e eu só conseguia pensar naquele momento que ele deveria ser um dos meus melhores amigos, rs.

Todas as faixas foram sensacionais ao vivo e super especiais, além de muito bem executadas. Até mesmo o encore com a nova “Ruby”, essa mais calma e bem diferente até do que já cansamos de ouvir do “Torches”.

“Call It What You Want”,  ” Pumped Up Kicks”,  “Helena Beat” obviamente que foram sensacionais e animaram todos naquela noite, que provavelmente já estavam até aguardando por esses momentos (eu aguardava muito “Call It What You Want”) mas até as mais calmas também funcionaram muito bem, como a adorável “Miss You” por exemplo, que foi bem emocionante até, com vocais super foufos do próprio Mark Foster. Lindo também estava o coro do público que parecia estar super feliz com a apresentação da banda e que foi até elogiado pelo próprio vocalista por várias vezes, visivelmente impressionado com a energia especial do público de SP naquela noite. Até uma das minhas faixas preferidas do álbum “Torches”, a também calminha “I Would Do Anything For You”, que eu imaginava que só eu amasse (rs), foi acompanhada pela voz daquelas pessoas que certamente ficaram tão impressionadas quanto eu com a qualidade da banda ao vivo, além de toda a animação que eles conseguiram trasmitir no palco.

Sinceramente falando, eu que já tenho alguma experiência em shows das minha bandas preferidas desde algum tempo, sejam eles em festivais, estádios ou casas fechadas, presenciei naquela noite um dos melhores deles e digo isso sem ter a menor dúvida. Além do que, acabou sendo uma experiência nova para mim, com um show em uma casa bem menor, sei lá, com umas 1500 pessoas, vai? Palco baixinho, uma proximidade absurda entre o público e a banda. Cool Cool Cool!

Senti também que naquele momento durante o show do Foster The People, o meu complexo de Seth Cohen acabou sendo até que preenchido muito bem naquela noite, com um show bem parecido com aqueles que aconteciam em The O.C, para quem conseguir se lembrar da série antiga.

Realmente um show sensacional, do começo ao fim, daqueles que vc recomenda para todo mundo sem medo de errar. Não senti calor (apesar do look em camadas, rs), não reclamei do som, apenas dancei, cantei e pulei o tempo todo, animado e super feliz com aquele fim de noite que eu nem estava esperando (…). Dizem que eles repetiram o feito no Lollapalooza, mas dizem também que nós ganhamos uma faixa a mais no Cine Joia naquela quinta-feira mais do que especial, então…Suck it!

Enfim, agora só nos resta torcer para que a gente tenha a chance de ver mais shows sensacionais como esse em uma casa tão bacana como o Cine Joia e que o Foster The People tenha um futuro tão sensacional quanto foi esse seu show excelente naquela noite, que realmente confirmou e foi mesmo uma noite perfeita!

Live Long And Prosper, Foster The Peolple! (♥)

ps: as imagens acima não são minhas, porque eu não tenho muita coordenação para isso no meio da multidão, além de preferir assistir aos shows com os meus próprios olhos e não pelas lentes do meu telefone (bronca para quem fica o tempo todo com os braços levantados no meio da platéia. E olha que eu sou alto, hein?). Mas espero que os seus autores não fiquem bravos ou fiquem ofendidos porque eu apliquei um pouco mais de magia em todas elas. (mesmo assim, sorry!)

E ai, foram ver o príncipe no finde?

Março 12, 2012

E antes que alguma princesa me responda que foi sim encontrar com o seu príncipe no Capão Redondo (saudosos anos de ouro da TV brasileira, só que ao contrário e de ponta-cabeça), é claro que eu estou me referindo ao meu, o seu e o nosso príncipe Harry, neam? Höy!

Mas já posso começar com uma bronca daquelas?

São Paula, vamos ser menos cafona?

Precisava botar o representante real da magia ruiva chegando numa carruagem que mais parecia uma carroça mais arrumadinha? (e pra que carruagem?)

E para completar, precisava botar a Fernanda Motta e a Oh Gloria Maria na carruagem seguinte?

Como o Guilt é contra o bullying, não vamos postar essa imagem constrangedora…

Mas que príncipe andando a cavalo é uma covardia, isso é. Höy!

ps: achei uma passagem bem simpática, vcs não?

Only if for a night

Janeiro 26, 2012

Não, eu não fui ver a Florence. Humpf!

Mas fui levar o meu primo quase irmão mais novo e adolly até lá no meio da tarde, ele que escolheu o show da Florence And The Machine para ser o seu primeiro show ever e voltou ainda mais apaixonado por Florence, achando ela ainda mais linda e mágica, tudo isso  com os olhos brilhando, como eu já fiquei um dia, quando fui ao meu primeiro show fundamento. (e fico sempre na verdade, rs)

Posso dizer que eu fiquei morrendo de orgulho?

(♥)

ps: só para demonstrar que o fundamento faz parte da família. #PRIDE

E ai, foram ver o Muse no finde?

Abril 11, 2011

Diz que a Kate Hudson gravidíssima, deu bem umas voltas no Jardáns, neam?

Mas fiquei sabendo que o Muse foi uó e só tocou 8 músicas, humpf!

Eu se tivesse ido, teria ficado bem puto…

E a pergunta que não quer cala é: alguém jogou um pacotão de Bono no palco do U2? Euri

ps: não joguem nunca nada no palco pq eu acho podre!

O triste fim do Cine Belas Artes (R.I.P)

Março 18, 2011

Não adiantou, só conseguimos prolongar um pouco mais o seu funcionamento, mas na noite de ontém tivemos as portas do Cine Belas Artes definitivamente fechadas. That’s all folks!

Triste mil!

Cada dia mais somos empurrados para assistir comédia romântica bocó, com atores mediócres, dubladas, em 3D do truque, no Shopping que é para gastar mais, a R$30,00. Humpf!

Penso em fazer um cinema na minha casa um dia, com projeções no prédio sabe? Será que eu consigo autorizaçán? rs

R.I.P Cine Belas Artes


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