Posts Tagged ‘Stephen Amell’

Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

coachella

Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

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… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

Lupita Paul

… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

nicki-mina

De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

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Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

alexander-skarsgard

O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

ben

Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

batmao

… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

tom-hardy

Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

LOOKING

Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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Se até na neve o seu boy se parecer com qualquer coisa desse tipo, mas tem que ser exatamente desse tipo…

Janeiro 31, 2014

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… você com certeza pode bater no peito e dizer que carrega um boy magia mágica como acessório. Höy!

 

ps: abandonei Arrow… devo voltar pelo menos para o shirtless? #SEMPRETENTADOEEMDUVIDA

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A flechada certeira… quer dizer, não tão certeira assim e meio torta da Season 1 de Arrow

Maio 29, 2013

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Arrow foi uma das novas séries que nos deixou bastante empolgados em relação ao seu piloto durante essa temporada. Muito bem executado, com uma história que a principio parecia ser bem bacana, apesar dela já nos antecipar algumas dificuldades que eles provavelmente ainda iriam encontrar pelo seu caminho, alguns personagens interessantes e uma nova mitologia para conhecermos aos poucos e aprendermos a gostar com o tempo, principalmente para quem não era assim tão familiarizado com a história do personagem da HQ antiga. Isso sem falar da qualidade encontrada nesse primeiro capítulo da história, que impressionou bastante logo de cara.

É claro que a essa altura, como já somos bastante experientes no assunto sobre séries de TV e também no assunto de séries de TV sobre super heróis, ficamos com os três pés atrás (HAHA, sempre sonhei em fazer uma piada baixa sobre tripés por aqui, sorry, mas lidem com isso, rs), com aquele receio natural que nos foi tirado quando perdemos a inocência de acreditar em tudo que eles tentam nos empurrar a força com uma campanha de divulgação massiva, muito bem executada e desde cedo ficamos na desconfiança sobre até quando essa história teria força o suficiente para se sustentar por muito tempo, ou até mesmo se sustentar por pelo menos uma temporada completa.

E Arrow começou muito bem mesmo, com uma sequência de bons episódios em sua estréia (uns seis deles, talvez?), onde aos poucos fomos conhecendo um pouco mais do personagem e ao mesmo tempo fomos nos aprofundando em sua história. O ex playboy abastado, vitima de um destino que mais tarde ele acabou descobrindo ter sido “planejado”, em busca de vingança por todas as perdas que a vida o fez ter que enfrentar nesse meio tempo, além da promessa que ele fez ao próprio pai de honrar seu nome e os motivos que o levaram a sua morte trágica, com um tiro na cabeça em diagonal para baixo, mesmo estando dentro de um bote salva-vidas no meio do mar. #OCAPETAESTADEOLHO

Até então, essa parte da história do Oliver Queen (Stephen Magia Amell, Höy!), apesar de fazer parte da mitologia do herói, já denunciava que talvez a gente acabasse cansando cedo demais dessa rotina do personagem, seguindo a risca um caderno de anotações com nomes que o seu pai queria ver a sete palmos abaixo da terra, sem maiores explicações a não ser a frase de que todos eles “falharam com a cidade”. Sem explicar exatamente o porque de cada uma daquelas pessoas estarem naquela lista (e para isso eles talvez precisassem de um Moleskine muito maior), Oliver, “The Hood” ou “Vigilante” (que eu acho cafonérrimo) como acabou se tornando conhecido o herói da vez, ao seguir a risca o plano sem maiores explicações do pai, parecia ser apenas um executor habilidoso e competente (além de incrivelmente resistente. Höy!), apesar de todas aquelas pessoas não serem exatamente “inocentes” nessa história toda e a gente ir descobrindo aos poucos seus crimes, ao lado do herói.

Legacies

E algo que eu gosto e não gosto ao mesmo tempo nessa fase de construção do herói é exatamente esse sangue frio, onde diferente de muitos outros, matar seus inimigos não parece ser um grande questão em Arrow. Gosto porque acho real e um caminho necessário para quem se dispõe a trabalhar pelo lado heroico da força (considerando as probabilidades da carreira), mas ao mesmo tempo, como vimos o personagem desde sempre fazendo isso sem ter muito “peso na consciência”, ficamos com a sensação de que talvez ele fosse meio que “frio” demais, quase como se não tivesse o menor problema em carregar todas aquelas mortes na ponta certeira de suas flechas. Uma culpa que nós sempre gostamos de encontrar em outros heróis por exemplo, um sentimento que os tornam mais humanos e isso ficou faltando em Arrow, ou pelo menos ficou faltando na forma em como a história foi construída a princípio.  Se pelo menos em um dos primeiros episódios eles já tivessem feito algo do tipo, levantando qualquer tipo de questionamento simplesmente com o herói entrando em conflito com ele mesmo sobre o assunto, tudo já teria se resolvido melhor nesse caso, mesmo que isso tivesse aparecido em um dos flashbacks ainda na ilha.

E esse tipo de detalhe se faz importante porque se a gente parar para pensar, Oliver antes de descobrir a verdade sobre o seu acidente e consequentemente antes da gente passar a conhecer tudo o que aconteceu com ele durante aqueles cinco anos em que esteve na ilha, o personagem era mesmo basicamente alguém que matava (nem todos, mas ainda assim…) uma sequência de nomes aleatórios encontrados na lista do seu pai, que ele acreditava por algum motivo ainda não explicado que ele (o pai), pelo menos teria alguma explicação plausível para tudo aquilo, mesmo que não houvesse mais como ele contar o porque para o filho, a não ser através das coincidências e sinais da própria vida, já que a essa altura ele já se encontrava morto. Algo que soa como recurso fácil e bobo, que precisava de um questionamento maior para pelo menos ser considerado, mesmo que seja algo já pertencente a mitologia do personagem.

Talvez parte da explicação para toda essa “frieza” do personagem tenha sido encontrada quando descobrimos que Oliver se transformou naquele novo homem devido a tudo o que sofreu durante esse tempo todo em que permaneceu desaparecido, preso naquela ilha da tortura. Por lá, conhecemos alguns outros personagens que fizeram parte dessa transformação do herói, como Yao Fei (Byron Mann) e a princípio, mesmo sem entender o que de fato acontecia por lá, até que foi bacana ver o personagem fazer seu laboratório de super-herói ninja sensei da pontaria perfeita depois do trauma do seu acidente de barco. E tudo isso foi bem bacana, tirando a peruca pavorosa usada pelo Stephen Amell nesses flashbacks, mas só funcionou até quando descobrimos que a ilha na verdade escondia alguns outros mistérios (falo isso e penso em Lost, algo que automaticamente me faz bocejar, apesar da nova série não ser exatamente nada sobre isso), como aquela base militar e novos personagens que passamos a conhecer (com certa preguiça) ao longo da história.

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Nessa hora, Arrow começou a se perder, porque nessa jornada do herói, acabamos nos perdendo em uma trama meio assim, onde quase nada foi explicado direito ou de forma realmente convincente, em meio a essa nova safra de flashbacks, com Oliver tendo que se virar para sobreviver a todo custo, tendo menos treinamento e mais ação, no que teria sido a sua “parte prática” nesse estágio da linha “Survivor” de herói, enquanto os inimigos ameaçavam o mundo como mísseis e outras coisas a todo momento. Mas qual a motivação daquilo tudo? Quem, como e porque, nós pouco ficamos sabendo qualquer coisa a respeito, apesar das pistas ou pouco nos interessou no final das contas. Mas dizem que tudo isso faz parte da mitologia antiga do personagem, então deixamos passar, apesar de reconhecer que foi bem menos interessante do que o que aconteceu com ele no começo dos flashbacks na ilha, além de menos confuso também.

E como sempre, do lado da lei, a série contava com o policial clueless (Quentin Lance/Paul Blackthorne), que sempre esteve a um passo de descobrir a verdadeira identidade do “Vigilante”, mas que não deve ter sido uma criança das mais fãs de quebra-cabeças no passado, porque estava bem difícil dele chegar a alguma conclusão a respeito da identidade secreta do herói. Ele que além de tudo era o pai da ex de Oliver e da outra vítima do seu acidente de barco no passado. Sem contar que várias cartas já foram queimadas nesse lado da história, com o Oliver já tendo sido preso como suspeito da verdadeira identidade do herói, além dos acontecimentos da season finale, que de certa forma, a não ser que seja feita uma vista grossa por cima das evidências, será obrigada a reconhecer que já não é mais possível que o policial permaneça tão clueless assim quanto ao caso.

Agora, algo que sempre incomodou na série, desde o começo, foi a relação de amor do Oliver com a Laurel (Katie Cassidy), que devido ao seu histórico, não teria o menor motivo para continuar existindo. Imaginem um cenário onde seu namorado meio canastrão do tipo ex playboy inconsequente e irresponsável, acabou dando aquela saidinha sem compromisso com a sua irmã (sim, a sua IRMÃ!), ou seja, uma dupla traição nesse caso e essa mesma irmã traidora acabou sendo morta durante a tal “escapadinha” em um acidente de barco ao lado do seu até então namorado de anos. Sério, que amor é esse capaz de perdoar e esquecer uma história tão pavorosa como essa?

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Por isso, a relação de Oliver e Laurel acabou perdendo completamente a força e ficamos bem mais interessados em suas novas conquistas, como a outra heroína badass que acabou não tendo um final tão feliz assim (algo que eu achei uma pena), ou a policial que ele já conhecia do passado. Por esse motivo também, passamos a torcer muito mais para a relação da Laurel com o melhor amigo do Oliver, Tommy (Colin Donnell), que parecia ser alguém bem melhor para ela tentar uma relação daqui para frente. Sabe quando você sente que não há mais motivo para insistir em uma relação completamente furada? Então, talvez Laurel esteja precisando de uma amiga para receber esse tipo de conselho. Agora, a pergunta que não quer calar é: Laurel tem ou não um excelente plano de seguro em sua casa, hein? Porque quantas vezes aquele apartamento foi destruído e remontado como se nada tivesse acontecido? Sei…

Em casa, desde cedo conseguimos reconhecer que esse não era o melhor cenário para o personagem. Tirando a ambiguidade da mãe e a irmã chatinha de tudo desde os tempos de The O.C, Oliver pouco tinha o que desenvolver dentro daquele núcleo, além do que ainda faltava para ele descobrir em relação as ligações da sua família com todo o resto de sua história. O barco do acidente mantido guardado em segredo por todo esse tempo, o padrasto que acabou sendo sequestrado e que repareceu mais para o final da temporada, que até agora ainda não disse a que veio e a mãe sempre envolvida com os dois lados da história, foram elos que pouco foram explorados durante essa Season 1 e que até poderiam ter rendido um pouco mais se tivessem sido tratados de uma outra forma. Pelo menos sua mãe acabou ganhando uma resolução no final das contas, apesar das explicações e justificativas para os acontecimentos. Para a irmã chatinha, além do plot do estágio com a ex namorada dele (ZzZZZ), sobrou uma historinha ainda bem capenga com o boy magia do crime (Colton Haynes) agora aspirante a herói. Se estivéssemos em Gotham, certeza que o personagem (o boy magia da irmã) seria o Robin, mas como aqui o assunto é Sterling City…

E o melhor da série realmente se manteve durante as cenas e sequências de ação, todas muito bem executadas, super bem produzidas e bem bacanas de se assistir. Isso e as inúmeras sequências do Oliver se exercitando em seu QG nos porões de sua boate, que sempre nos renderam no mínimo uma sequência de alguns minutos de suspiros mais profundos e ou animados no repeat (Höy!). Isso sem contar a produção inteira da série, que era um medo que a gente matinha em relação ao quanto da qualidade do piloto que eles iriam conseguir manter no decorrer da temporada e que no final das contas eles conseguiram manter perfeitamente até a season finale. Parabéns, CW!

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Nesse cenário, o herói acabou ganhando bons reforços ao lado do seu cão de guarda, Diggle (David Ramsey) e a Felicity (Emily Bett Rickards), a nerd da equipe de TI que na verdade foi o alívio cômico perfeito para a série. Gosto que Felicity apesar de nerd e super dedicada à suas tarefas, também não é assim alguém tão fechada em seu próprio mundo, como era de se esperar de um estereotipo que estamos acostumados a encontrar em cenários semelhantes e além de lines bem humoradas sobre qualquer situação, de vez em quando ainda sobrava um suspiro para a personagem soltar aliviada, depois de apreciar de perto a vista do chefe shirtless escalando correntes ou barras de ferro de forma invejavelmente mágica. Bem que essa modalidade poderia se tornar realidade nas academias por aqui, não?

Mas além da justificativa meio assim para o plano de vingança de Arrow, outro ponto bastante fraco dessa primeira temporada foi a questão dos vilões da série, que não tiveram nenhuma força durante essa Season 1. Pouco vimos deles em ação para acreditar na força dos personagens (mesmo com participações de atores que nós gostamos, como o Seth Gabel, de Fringe fazendo uma espécie de “Joker”, bem acima do tom para a sua importância para a trama), com o herói facilmente conseguindo se livrar de cada um deles, exceto pelo maior vilão da temporada, que na verdade era uma espécie de B Side das próprias habilidades do ‘The Hood”, o poderoso Malcolm Merlyn (John Barrowman, que vai virar apresentador de TV em um reality musical com famosos chamado Sing your face off, da ABC), que além de manter uma relação estreita com a própria família Queen, ainda era o pai do seu melhor amigo, Tommy.

Para o final da temporada, tivemos a revelação do grande plano maligno de Malcolm, que planejava explodir Glades, uma parte mais pobre da cidade, mas a troco do que mesmo? E foi nessa hora que a história acabou dando mais uma escorregada, essa bem feia, com a justificativa para o plano maligno da vez estar no fato de ninguém ter ajudado sua mulher que foi ferida em Glades no passado, algo que acabou a levando a morte e se tornou o grande motivo de toda essa raiva contida no vilão cheio da grana da vez. Sério, alguém comprou esse argumento? Mas nem o filho.

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Claro que no final das contas, Oliver sairia como o grande herói da história em sua calça de couro apertada afinal, essa é a sua história (rs), conseguindo livrar todas as pessoas com quem ele se importava das consequências do caos que se instaurava na cidade no momento em que o vilão colocou seu plano em ação. Mas é claro também que esse caminho não poderia ser tão fácil assim e em um bom series finale para a sua primeira temporada, Arrow acabou nos entregando mais uma vítima possivelmente fatal para a história, com o herói encontrando seu amigo Tommy, muito provavelmente encarando seus últimos minutos de vida, mas com tempo o suficiente para reconhecer que esteve errado esse tempo todo em relação a percepção e verdadeiras intenções do amigo, o herói do momento.

Encontrando Sterling City em um verdadeiro caos e conseguindo deter apenas parte dos planos do vilão da vez, Arrow encerrou essa sua primeira temporada até que muito bem, apesar de todos os deslizes e fraquezas que encontramos nesse história ao longo de toda essa Season 1, que começou muito bem, mas foi visivelmente perdendo a força a medida em que a história foi avançando e se aprofundando “rasamente”, nos fazendo sentir cada vez mais preguiça na expectativa de ter que aguardar por seus novos episódios, seja pelos argumentos todos bastante questionáveis encontrados nessa primeira parte da história ou até mesmo pela mesmice que por boa parte da temporada se tornou a missão do ato heroico de Oliver Queen.

Por esse motivo, apesar de reconhecer o mérito da CW em conseguir nos entregar um produto até que bem bacana, confesso que não consigo encontrar motivação o suficiente para voltar a assistir a série durante a sua próxima temporada, já confirmada tem algum tempo e isso mesmo com as promessas de novos vilões da HQ aparecendo e um possível encontro do herói com o Lanterna Verde, que foi o que andou saindo na imprensa nos últimos dias como novidades certas para a próxima temporada. Pra mim, Arrow conseguiu provar o seu valor durante essa Season 1, mostrando não ser o suficiente para alguns, mas também não nos fazendo não conseguir entender o porque de muita gente sentir vontade de continuar acompanhando a série, da qual prefiro me despedir agora, antes que ela se torne uma decepção muito maior, apenas por precaução e ou preguiça.

 

ps: de nada pela sequência de imagens inspiradoras, rs. Höy!

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Seria o Oliver Queen antigo o novo Ken da Barbie?

Março 26, 2013

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Confirmou! Com essa peruca (e a essa altura a gente já sabe que perucas não são o forte de Arrow e até aqui, perto do final da Season 1, ainda nos resta descobrir se a série realmente tem algum forte para pelo menos nos dar alguma vontade de continuar…) está a cara dos novos bonecos do Ken, aqueles que agora tem cabelo de verdade e são todos pavorosamente pavorosos e mais femininos do que qualquer Ken antigo com echarpe, não?

Ken

#NAOTABOMNAO

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I do declare: todo mundo deveria sair exatamente assim em qualquer foto 3/4

Março 11, 2013

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Exatamente assim. Será que vale recortar a magia do Stephen Amell para colar nas imagens do nosso próprio documento e ou dar aquele truque sacando o fake i-D da bolsa e dizer na cara do guarda no momento da conferência “Sorry, devo ter pego o do meu namorado sem querer hoje de manhã, no escuro, em meio a todas as nossas roupas jogadas no chão, entre as boas e as que se encontravam rasgadas depois de uma noite de treinamento pesado de arco e flecha. E mais flecha do que arco, diga-se de passagem seu guarda. HAHA”. Será?

Höy!

 

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Não basta ser boy magia, tem que voar também. Höy!

Fevereiro 28, 2013

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Vejo o Arrow voando desse jeito e só consigo pensar em gritar “PARKOUR” ridiculamente enquanto dou uma 1/2 cambalhota torta no chão. Sério. (isso e Höy!)

A propósito, a série deu uma boa caída desde a sua estreia. Talvez o formato dele sempre atrás de um dos nomes da lista interminável do seu pai já tenha cansado bastante, mas parece que eles já perceberam isso e os últimos episódios ganharam outras possibilidades. De qualquer forma, tirando o Oliver se exercitando, que é sempre uma visão do que a gente preferia ver na academia do que muita lycra atochada, meias brancas por cima de tudo esticadas até meio da perna e ou boys magia inflável medindo seus músculos do truque, Arrow anda bem da chatinha.

Veremos…

 

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People’s Choice Awards, uma premiação que a gente não respeita os indicados, as escolhas e nem consegue se importar muito com o red carpet

Janeiro 11, 2013

Por esse motivo, temos bem pouco ou quase nada o que comentar sobre a premiação, a não ser dar aquele bocejo preguiçoso e  inspirador para quem estiver do lado e dizer que:

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Jogando um pouco de vermelho e branco nesse look até que OK da Katy Perry, ela estaria pronta para a Oktoberfest. Sério, estaria prontíssima.

Substituindo o preto por verde e continuando a salpicar um pouco de vermelho e branco, eu diria que ela ficaria a cara de voluntária da comunidade na festa da Achiropita. Cadê minha fogazza, hein? (tenho um pé em cada uma das comunidades, portanto, posso falar. E na verdade, me sinto como um cidadão do mundo, portanto, posso falar de todos na verdade, rs)

Preguiça ao som de “Wide Awake”, só que bem baixinho, quase impossível de ouvir… (rs)

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Morena Baccarin nunca jamais deveria ter apostado em um jumpsuit. Ainda mais um que visivelmente não está no seu número.

Tão pouco deveria ter feito esse cabelo. #WÓ

E ela só conseguiria ficar pior do que isso, caso tivesse ido a festa acompanhada da sua filha que ninguém aguenta mais em Homeland. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

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Lea Michelle continua tentando, tentando muito, demais… e nós continuamos achando ela toda meio assim. TO-DA.

Ainda mais nesse combo todo combinado em SOL menor, que certamente demonstra no mínimo uma fraqueza em seu caráter e ou pura preguiça.

Para ficar pior, só se ela tivesse cantado no People’s Choice Awards. E cantado um dueto com o Kurt… (que eu AMO, mas vamos combinar que só sobra o doce para os dois em Glee, hein? Momentos impossíveis de não se bocejar e ou cair em sono profundo, dar uma olhada nos emails, alimentar o cachorro, montar 1/2 cidade inteira de LEGO, adiantar as coisas no Minecraft…)

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Como a Chloe Moretz cresceu, não?

Não a ponto de justificar toda a animação dos meninos em torno do seu nome (não consigo lidar com toda essa excitação nesse caso, simplesmente não consigo), mas ela cresceu. Fato. Em todos os sentidos.

Acertou no look, na cor, na referência. Só precisa acertar o make Casper e arrumar um sapato do seu número. Mas ela está na categoria daquelas que ainda tem tempo de vida para errar e se arriscar bastante.

E ela está começando agora, é talentosa e conseguimos enxergar um futuro bem bacana para ela, que foi bem mais esperta e pelo menos não fez a Lea Michelle, colocando uma outra cor no sapato.

Por esse motivo, ela vai ganhar uma estrelinha de boa aluna, só que em formato de coração (♥)

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AMO a Emma Watson para sempre (até que ela me prove o contrário com um feitiço bem do errado), gosto do look, acho que ela aposta bem no look curto que dá uma valorizada além de alongar o seu corpo pequeno e baixinho, mas digamos que a Herminone talvez não tenha aprendido direito a magia do make + do cabelo do bem, porque com essa cara e com esse cabelo, #NAOTABOMNAO

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Jennifer Aniston já poderia estar apostando mais em roupas um pouco mais adequadas ao seu status e idade, apesar dela ter esse corpinho invejável, conservado no sofá do Central Perk até hoje.

Mas acho que já passou da hora também dela parar de se contentar com pouco. Você fez Friends, ghol, uma das melhores comédias de todos os tempos e em um papel que todo mundo AMAVA. Está na hora de sentir vergonha de aceitar um prêmio cujo representante masculino foi o Adam Sandler, que mesmo sem pesquisar ou ter muita certeza, achamos que você já deve ter feito uma de suas trophy wifes e ou pretendentes em qualquer um de seus filmes preguiçosos. Se não fez, vai fazer, ou já esteve nessa lista de casting e talvez não tenham acertado apenas os valores, que isso nós sabemos que ela valoriza.

Menos comédia romântica e mais papéis interessantes, mesmo cômicos…

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Alguém poderia ter avisado o Castle que gravatorra estampada com terno todo preto é look de tio deslocadão tentando se enturmar na festa de formatura da sobrinha mais nova repetente.

#NAOTABOMNAO

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Só eu achei que a Naomi Watts estava indo para a festa errada?

Até agora, ainda estou achando que ela errou o dia do Globo de Ouro e ou do Oscar. Só pode!

Tadinha… e fez até o cabelo para ir na buatchy moderna… humpf!

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Alguém sabe dizer se a Olivia Munn foi atropelada por um caminhão de vodka batida com whisky e três dedos de veneno e para disfarçar e não perder a festinha, ela entrou em um culto e roubou o look da primeira irmã que passou na sua frente?

O que aconteceu com essa cara, Olivia? Ou melhor, quantas doses de vodka e ou botox de ultima hora bateram aí, hein?

Meninos meninos mesmo. Escolham melhor suas representantes da magia, caso contrário, não vamos poder respeitá-los e respeitá-las também…

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Alguém tem alguma dúvida que com essa cara quadrada, o Stephen Amell só pode ser do tipo que consegue manter a magia até na foto do RG e ou do passaporte?

Se essa premiação fosse minha, (lembrando que eu tenho a minha own premiação), primeiro que eu já mudaria o nome dela para algo mais interessante do tipo Super Nany People’s Sophie’s Choice Awards (rs, mas sério e a estatueta teria o formato da Meryl Streep) e segundo que obviamente ele teria sido um dos apresentadores na lista da magia, só que o envelope estaria no alto de uma parede de barras do tipo daquela que ele usa magicamente em Arrow e para subir, seria obrigatório um look mais confortável, ou seja, shirtless e talvez on commando, claro. (rs)

Höy!

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Toda vez que eu me deparo com o Jensen Ackles, eu penso que ele teria sido um bom motivo para que eu tivesse coragem de encarar Supernatural

Mas somente se a série fosse Supernatural mesmo, com a coisa toda levada bem a sério, do tipo que investe no Supernaturismo de raíz, rs.

Höy!

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Eddie Redmayne, minha nova #CRUSH do momento e que é sempre uma visão e que não é do tipo de boy magia muito fácil de encontrar, mesmo em uma terra premiada e encantada qualquer devido ao seu nível de ruivismo, sempre muito bem vindo por aqui, como todo mundo já sabe. #BRAVE

Höy!

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Se Deos fosse uma mulher justa ou pelo menos de saia justa (hoje estou nível Zorra Total meets SNL Brasil meets aquele tio chatônico e piadista que todo mundo tem. Aff…), dessa proximidade entre o Boone (que nesse caso é o Ian Somerhalder) e o Matt Bomer (que nesse caso é ele mesmo) nasceria uma série de novas crianças de todos os sexos, em número suficiente para repopular toda a China, metade do Canadá e 3/4 da Suíça.

Se ela existe mesmo, isso seria o mais justo de se acontecer nesse caso ou no caso de qualquer proximidade entre outras magias equivalentes. #AMEM

Höy!²

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AMO The Hunger Games, beijo para todos da Capitol, AMO o elenco (R.I.P Rue), exceto pelo Liam e sua atual companhia e ou gênio, que tudo indica que é difícil e pouco sábio, mas:

1) Jennifer Lawrence estava com o cabelo errado no look certo. Uma referência mais diva na era disco teria ficado sensacional nesse caso, já que o look todo antigo, que também ficaria bom nesse outfit, acabaria pesando demais nesse tipo de premiação também e ela poderia acabar fazendo a amiga deslocada da Naomi Watts.

2) Peeta, sapato marrom nesse tom é nunca jamais, nem nos nossos pais. Anota ae para nunca mais esquecer.

3) Liam estava com o terno certo, amei a cor, mas não está com cara de “Formandos 2012”? Bem achei…

4) Acho imperdoável que a dupla não tenha ido com a roupa pegando fogo e o Liam levado sua própria moita natural e um pedaço de pão amanhecido para dividir com ela nos intervalos. Imperdoável!

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Para encerrar, preciso dizer que eu não consigo aceitar e ou levar a sério uma premiação onde a Taylor Cara de Alface Swift consegue estar entre as mais lindas da noite. Tudo bem que quem realmente importa na fila do mercado 24 horas não foi, mas mesmo assim,  não consigo, é demais para mim.

E nada me tira da cabeça que em outras vidas, essa cara de alface já foi Medusa. Tenho quase certeza disso…

 

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Por favor Arrow, não fica fornecendo material assim tão de graça, vai?

Novembro 8, 2012

Porque nossa imaginação acaba indo longe nessas horas…

Por exemplo, eu poderia começar dizendo:

” 58, 78, 24, 69, 84… go go go go… Touchdown!” (sorry, esse é o meu máximo em referência esportiva e possivelmente deve estar errado, rs)

Ou eu poderia bem imaginar um cenário com um mocinho em perigo, nas mãos de um vilão que certamente estaria na lista deixada pelo seu pai e um herói surgindo das sombras com sua flecha a postos, pronta para protegê-lo de qualquer perigo, recém saído do seu treinamento na barra, suado… (Höy!, rs). Tudo isso ao som de “Luxury” da Azealia Banks… (e o roteiro continua, agora de uma forma bem óbvia, rs)

Portanto, por favor Stephen Amell, assim tão fácil, não neam?

 

ps: também poderíamos fazer piadinhas escatológicas devido a imagem, mas preferimos nos concentrar na magia, claro!

ps2: Arrow continua bem lega e agora é uma clara mistura de Batman+ Dexter, por enquanto no bom sentido…

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Stephen Amell, a nossa #GREENCRUSH do momento + novidades sobre Arrow

Outubro 23, 2012

Esse Stephen Amell  tem aquele tipo de beleza que praticamente ninguém consegue ignorar, sabe? Höy!

E cada vez que o novo herói resolve se exercitar na sua série, rola uma comoção geral. Sabe nível alto de magia? Então…

E a novidade é que Arrow teve a sua Season 1 completa já garantida pela CW e até agora bem merecidamente, porque eu estou achando a série ótima. (apesar de que, só tivemos dois eps exibidos e a série estreou ontem no Warner por aqui)

#MAGIAHEROICA

 

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A flechada aparentemente certeira de Arrow

Outubro 15, 2012

Arrow era uma das estreias dessa fall season para a qual nós criamos nossas maiores expectativas devido ao volume e o bom material da sua divulgação intensiva. Apesar disso, nossa experiência em relação a séries do gênero nos deixava com um certo pé atrás em relação a nova série do momento ser ou não algo bacana. Mas não é que a julgar pelo piloto, Arrow parece ser bem boa?

Sim, a nova série da CW teve uma estreia grandiosa em todos os sentidos. Uma grande produção, muito bem cuidada por sinal e mais do que isso até, a série conseguiu demonstrar com esse piloto de que pelo menos parece estar repleta de boas intenções e com vontade de fazer a coisa certa, o que por si só já é um ótimo sinal.

Tudo bem que a série conta com um herói que não é dos mais populares e esse detalhe apesar de soar como uma certa desvantagem, pode também se considerado como um ponto a seu favor, onde a cada episódio vamos fazendo novas descobertas em relação a sua mitologia e assim, vamos conhecendo e descobrindo o personagem aos poucos. Ao contrário do que acontece quando o assunto são os heróis mais populares e nesse caso eu vou ter que citar Smallville, onde era impossível não acabar se irritando uma vez ou outra por conta de suas adaptações, muitas vezes absurdas em relação a mitologia de um personagem tão popular com o Superman. Mas isso também é coisa de fã chato de HQ que se prende a esse tipo de detalhe e não consegue entender que uma adaptação requer alguns ajustes, ainda mais quando retirada do papel e trazida para a TV. (tudo bem que eu também acho que de vez em quando esses ajustes passam dos limites)

Além de uma história bacana, a série ainda conta com uma aparente vontade de tentar fazer algo novo dentro de um gênero já tão visto e conhecido, pelo menos em sua linguagem, já que nesse caso, não é possível fugir tanto assim do óbvio e isso ficou evidente nas cenas de ação do personagens, todas extremamente muito bem executadas, com uma roupagem mais moderna (e parkour parece mesmo ser  a nova “arte marcial” do momento) e bonitas de se ver, mesmo quando irreais demais, quando o herói aparece ileso a um vilão disparando tiros de metralhadora como se não houvesse amanhã e a poucos metros de distância. Outra cena que animou essa premiere foi a fase de transformação do herói, com aquela sequência de exercícios físicos que com certeza dependeram bastante da dedicação do ator Stephen Armell. Höy!

Falando nele, confesso que a princípio eu até cheguei a ficar surpreso quando seu nome foi divulgado como protagonista da série, uma vez que o pouco do seu trabalho que eu havia visto em Hung não tinha me surpreendido tanto assim a ponto de encará-lo como um protagonista (além do recalque do papel não ter ficado com o Justin Hartley- Höy! -, que já o havia interpretado em Smallville) apesar da magia, claro, o que talvez signifique que ele foi pouco aproveitado na série da HBO do passado (apesar de muito bem explorado visualmente, Höy de novo!). Mas não é que o ator foi uma boa surpresa no papel do herói da vez?

Sem ignorar o fato de que ele tem magia suficiente para hipnotizar qualquer um de nós por muito mais do que 40 minutos semanais, seu desempenho foi bem bacana nesse piloto, desde as cenas de ação (achei tão reais aqueles saltos dele) até o drama envolvendo todo o trauma do seu acidente (muito bem executado por sinal, exceto pela peruca, que vamos combinar que nunca funciona muito bem) e a sua identidade antes de tudo isso, que era completamente diferente do homem que ele se tornou após o trauma.

Fiquei realmente impressionado com a qualidade da série, apesar da CW já ter um histórico considerável dentro desse nicho. Pelo menos nesse piloto tudo pareceu grandioso, digno de uma produção como essa, ainda mais considerando que estamos contando a história de um super-herói abastadíssimo, o que não poderia ser diferente e o dinheiro e a riqueza precisaria aparecer de qualquer jeito.

O piloto ainda contou com uma excelente introdução a mitologia do personagem, sem parecer pedante ou ficar chato demais, além de nos trazer uma excelente carga dramática para a história, com o envolvimento dos demais personagens nela, deixando alguns ganchos interessantes para serem explorados no decorrer da temporada.

Mas é claro que a essa altura, escolado como já estamos por conta de diversas produções anteriores (Heroes, The Cape e a própria Smallville), temos grandes preocupações sobre até onde a história pode ter fôlego para prosseguir ou quanto dessa qualidade do piloto (que realmente impressiona) eles vão conseguir manter daqui para a frente, mas nessa hora eu acho que é importante deixar esse trauma de experiências passadas de lado e focarmos apenas nessa novo proposta, que a princípio pareceu ser bem boa e digna da nossa atenção.

Realmente fiquei bem surpreso com esse piloto e já me vejo assistindo a temporada inteira daqui para frente e espero que até o final, eu continue gostando bastante como gostei do piloto.

 

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