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Afundando com o mundo de Don Draper na Season 3 de Mad Men

Julho 21, 2010

Done! Fiz toda a minha lição de casa e terminei de assistir a ma-ra-vi-lho-sa  Season 3 de Mad Men e afirmo com toda a certeza do mundo que a série beira a perfeição!

No começo, lá na primeira temporada fomos apresentados ao mundo incrível da Sterling Cooper, aos personagens daquele escritório repleto de figuras criativas  e começamos a nos apaixonar por Don Draper e todo o mistério que o cercava (e não tem como não se apaixonar por ele, Höy!). Na segunda temporada nos aprofundamos mais na vida desses personagens e passamos a perceber que o buraco é mesmo mais embaixo (rs), mais drama para essa história que já era quase perfeita, mais mistérios e muitas revelações, além de uma fusão que desde o começo não parecia ser nada favorável para a própria Sterling Cooper.  Até que chegamos a terceira temporada e o nível se aproxima ao mais alto possível, fazendo de Mad Men uma série que beira a perfeição. E para isso, é preciso mergulhar no fracasso, na decepção e nas desilusões. O grande (e talvez o maior) segredo da série é efim descoberto e assim, Don Draper assiste a sua vida em sendo inundada aos poucos.

E se Don Draper confiante, excelente profissional e puro carisma já era bom demais, imagine tudo isso + um homem perdendo de vez a sua família, perdendo o chão completamente e se vendo diante de um passado que ele tanto tentou esconder. Conseguiram imaginar? Então, isso é Mad Men chegando muito perto da perfeição. E que delícia poder assistir a uma série como essa hein? Recomendo a todos a experiência

Antes de comentar qualquer coisa, eu preciso dizer que a maior declaração de amor que um profissional pode receber na vida pelo brilhantismo do seu trabalho foi feita em Mad Men. Peggy sempre foi a minha personagem preferida, uma espécie de Don Draper de saias, mas onde toda aquela segurança dele dá lugar a um desconforto total dela, que é o que ela nos passa a todo momento. Alguém que esta tentando se encaixar, tentando ocupar de vez o seu espaço e se esforçando muito para isso.

E quando Draper foi ao apartamento de Peggy, pedir (finalmente!) para que ela o siga em sua nova empreitada, eu tinha certeza que coisa boa estava por vir…só não imaginava que fosse assim tão emocionante neam?

Peggy diz: se eu recusar, vc nunca mais irá falar comigo? (glup)

Draper diz: Não, eu vou passar o resto da minha vida tentando contratar vc!

 

Cho-rei! Pra mim, a série inteira, esses 39 eps brilhantes até agora valeram a pena por essa simples e merecida declaração, fatão! Eu sempre adorei a relação entre os dois e esse momento, pra mim foi um dos pontos mais altos da série ever. Mesmo com todo o drama, com todos os cases de clientes, com toda a vida dupla de Don Draper. Pra mim é claro que a verdadeira história de amor de Mad Men se concentra na relação de Don Draper/Peggy, mas estamos falando aqui de outro tipo de amor, algo superior.

Maravileeeandro esse momento (e como profissional então…invejável!)

O outro tipo de amor, o mais comum e que todo mundo deseja, fica por conta da relação Roger & Joan, que não admitem, mas se amam neam? O cuidado que ele tem com ela, a devoção dela para a empresa, tudo isso para tentar esconder o verdadeiro sentimento que existe entre os dois. Agora me diga: como não se apaixonar por Joan? Linda, delicada, dedicada…uma das mulheres mais lindas da tv atualmente e sem fazer parte de nenhum padrão de beleza óbvio nem nada. Vibrei quando ela quebrou o vaso na cabeça do seu marido em meio a uma discussão. Clap Clap Clap! (sonho em fazer o mesmo um dia, rs). E vibrei mais ainda quando ela se juntou ao time para construir a nova agência (assunto para depois).

Agora vamos ao ponto alto dessa temporada: Betty finalmente descobre a verdadeira história de seu marido  Don Draper, por um descuido de Don, que deixa a chave sua gaveta secreta no bolso do roupão de banho.

O mais legal é que esse momento é anunciado, mas de uma forma que nos deixa aflito diante da tv, onde a chave esquecida no bolso do roupão se faz presente em diversos momentos do ep, mas só no final é que ela (Betty) percebe que finalmente poderá descobrir o que Don esconde naquela gaveta. Bravo!

E como em uma gaveta tão pequena poderia esconder tamanho segredo neam? É claro que ela apostava em algo mais para um affair ou coisa do tipo, mas eu dúvido que em sua cabeça de dona de casa dos 60’s em algum momento passou a possibilidade de Draper não ser quem ele realmente diz que era. Drama!

Um passo a frente para Betty, que já vinha infeliz no seu casamento desde o começo e que sempre teve desejos escondidos bem lá no fundo, para que finalmente ela tivesse coragem de viver a vida que ela gostaria de viver. E com isso, é anunciado o divórcio do casal Draper. Dra-ma!

Agora é a vez do casal dar um show de interpretação, fatão! E os dois mereciam esse momento, para quebrar o encanto de quem  assim como eu fica diante da tela assistindo Mad Men hipnotizado pela beleza indiscutível do casal. Chegou a hora de mostrar serviço e quando a carga dramática chega com peso na vida do casal, é hora de brilhar e mostrar o que é ser ator de verdade. Clap Clap Clap duplo.

Ponto alto para Jon Hamm e January Jones, que de tão bonitos podem ser facilmente confundidos e não levados a sério por tanta beleza. Um belo: suck it, para a crítica, rs

Ela definitivamente mereceu a sua indicação ao Emmy desse ano, sem dúvidas. Sua participação na série foi maior e Betty perdeu um pouco daquele ar de menina mimada e ganhou um tom mais de preocupação e desilusão. A cena em que ela coloca Draper contra a parede, com a caixa de memórias do seu passado como Dick,  foi algo brilhante. Uma cena emocionada, do começo ao fim e o pior é que não tem torcida nessa hora, é quase impossível escolher um lado. Vc entende toda a fúria de uma mulher que passou o seu casamento inteiro sendo enganada a respeito da verdadeira identidade do seu marido. Mas tmbm entende o que fez Draper levar essa vida de mentiras, ou seja, não tem como torcer para um ou para o outro nessa discussão.

Agora Jon Hamm tmbm aproveitou o momento para justificar a sua indicação ao Emmy desse ano, como qualquer outro prêmio ao qual ele tenha sido indicado. A fisionomia dele foi desabando ao longo do episódio da revelação de seu passado, assim como o seu corpo foi perdendo a noção de espaço, ele ficou literalmente sem direção. E tudo isso tão dignamente, que eu me emocionei pencas. E ele tendo que encarar o seu passado doloroso de frente,  entregando toda a verdade para a Betty foi de tirar o chapéu viu? Bravo!

E a hora de contar para os filhos hein? So sad…

Outro grande momento é quando ele descobre o affair de Betty (que de Santa nunca teve nada) e tira ela da cama com um braço só. Höy!

E eu só espero que ele não fique com a professora hein? Chatônica…Zzzz

Ao final disso tudo, tivemos um Don Draper começando a aceitar o fato de que a sua família já não existe mais, não como foi um dia e aceitando (como o homem bem educado que sempre foi) o seu doloroso e inevitável divórcio. Bye bye american dream…

Mas nem só de grandes dramas é construída a história de Mad Men. Uma cena, em que um dos funcionário é atropelado por um carrinho de jardinagem em meio ao expediente do escritório, com sangue voando para todos os lados foi outro dos bons momentos dessa temporada, demonstrando mais uma vez  que o nível de humor da série tmbm é refinado.

E tentaram humanizar um pouco mais o Pete nessa temporada hein? E o que foi aquela cena com ele e a esposa ahazando na coreô na festa da firma? Rolei!

Só não entendi o pq que a grande revelação do final da Season 2, quando Peggy disse para o Pete sobre o bebê dele que ela teve foi completamente ignorado nessa temporada hein? Fiquei esperando por esse momento e nada…

Ainda tivemos a viagem do casal Draper para a Itália, a convite do Conrad Hilton, onde o casal se divertiu entre penteados exóticos ala bonequeeenha de luxo, até a jogos sexuais que os casais adoram fazer neam?

Ahhhh, e como foi injusta a demissão do Salvatore hein? Algo me diz que ele vai ter que se resolver e quem sabe entrar no novo escritório de salto alto (minha profecia hein?), rs

O fato histórico dessa vez ficou por conta do discurso emocionado de Martin Luther King e a morte trágica do presidente Kennedy, dois fatos que mudaram e muito o comportamento principalemente dos americanos  e foram muito bem retratados em Mad Men, provocando novamente as mais diversas reações.

Agora para fechar com chave de ouro essa Season 3 tivemos os sócios da Sterling Cooper, devidamente demitidos da empresa (euri) e juntamente com o grupo de funcionários escolhido por eles, roubando a antiga agência, material, cases, contas, tudo! E tudo isso para começar do zero, um novo escritório, o nascimento da Sterling Cooper Draper Pryce, que promete ser um excelente gancho para a Season 4.

Começar de novo, tornar o novo empreendimento em uma nova história de sucesso, uma vida nova para Don Draper. É, parece que eles vão ter bastante trabalho pela frente hein? E com isso eu só tenho a dizer: e que venha logo a Season 4!

Apenas uma observação: escolhi essas imagens da Vanity Fair (nem todas são, mas…) para ilustrar esse post porque eu fico encantado com a beleza de Mad Men, em  todos os sentidos. Com o cuidado que a série é contruída e mais ainda pq eu fico realmente “hipopotizado” com o casal Draper. Höy! Sorry pelas marcas d’água, mas tem gente cafonona que ainda utiliza desse recurso, humpf!

Novas revelações, Sterling Cooper a venda e um pouco do sol da California para a Season 2 de Mad Men

Julho 14, 2010

O clima de uma NY antiga continua no ar, com todo o seu charme e elegância dos 60’s. Agora eles fumam menos, bebem mais e estão se adaptando as mudanças da vida moderna, aprendendo a lutar pelos seus ideais, progredindo.

Assim começa a Season 2 de Mad Men e a essa altura o meu amor e vício pela série só tem aumentado. Tudo é tão bem feito, tão impecável que da até gosto de ver. A verdade é que a série parece um filme, dividido em 13 volumes.

Novamente devorei os 13 eps dessa temporada rapidamente, ficava ansioso e curioso ao final de cada ep, querendo saber o que ainda estava para acontecer e gostando cada vez mais dos rumos que a história estava seguindo. Gosto tanto quando uma série dramática me leva a toda essa ansiedade, amo essa sensação. E dessa vez tivemos mais dramas reais fazendo o plano de fundo para essa história, como a explosão da guerra e a morte da Marilyn Monroe, que disperta as mais diferentes reações em cada personagem.

A Sterling Cooper continua se firmando com uma das melhores agências de NY, conquistando novas contas, cada vez mais criativos e compententes. Tendo que lidar com o cruel mercado de $$$ bilhões de zilhões e muitos interesses, vc percebe que a agência esta crescendo. Ao decorrer da história vamos percebendo que os interesses e olhares pra cima da Sterling Cooper não parecem dos melhores, o que nos deixa um fikdik do que ainda estará por vir, provavelmente na próxima temporada e após a fusão.

O figurino da série tmbm ganha um update para essa temporada. Entram mais estampas, cores mais vibrantes e fortes, menos sóbrias.  Os decotes mostram um pouco mais, o corte dos vestidos é mais próximo do corpo, mais ajustado, valorizando mais a silhueta da mulher. E o que são aqueles cabelos Brasil?

A medida que a história vai crescendo, vamos percebendo que como todo mundo, cada personagem da série tem os seus próprios problemas, o que deixa cada um deles mais humano e mais interessante, onde todos tem o seu momento na temporada. O homem que passa a dormir no escritório porque a mulher grávida descobriu que ele ficou com outra mulher, divórcios, tentativas frustrantes de engravidar, o preconceito em torno da adoção, homossexuais assumidos aparecendo pela primeira vez na série, a religião, discriminação racial, homens mais velhos com mulheres mais novas e fusões. Tudo isso aparece nessa Season 2 e faz a história ganhar ainda mais força.

Se na primeira temporada fomos apresentados a esses personagens adoráveis, agora chegou a hora de conhecer um pouco mais da história de cada um deles. E o que eu tenho achado uma delícia tmbm  é o fato de acompanhar a vida do pessoal do escritório fora dele. Acho digno!

Peggy continua sendo de longe a minha personagem mulher preferida da série. Cada vez mais profissional ela ganha merecidamente cada vez mais espaço, só não pense que tudo isso vem de graça ou facilmente porque não é bem assim não viu? Ela tem que se impor o tempo todo e mostrar que apesar de usar saias, ela é tão competente quanto os demais vestindo calças  na sala de reunião. Fora a indignação dela por ter que se encaixar dentro de certos padrões e o desconforto constante que a personagem nos demonstra em quase toda cena. Uma excelente atriz por sinal!

E eu que estava morrendo de curiosidade em saber o que aconteceu com o bebê que ela nem sabia que estava esperando e que nasceu no último ep da Season 1, fiquei de cara ao ver que o bebê estava sendo criado por sua família. A princípio eu tinha achado que elas (mãe e filhas) tinham achado melhor assim, mas depois descobrimos que o assunto é bem mais complexo do que isso.

E eu achei emocionante quando o Don Draper apareceu em um flashback da Peggy, quando ela ainda estava no hospital. E com toda a sua experiência de fingir ser quem ele não é, acaba aconselhando sabiamente Peggy a seguir o que o hospital estava sugerindo naquele momento. Foi ai que descobrimos que Peggy alegou problemas mentais (que foi o que o hospital achou na verdade…), uma espécie de bloqueio em relação ao bebê e por isso, sua família é quem cuida do bebê enquanto ela segue em frente em busca do sucesso de sua carreira. Uma decisão polêmica, ainda mais para a época, mas que foi tratada dignamente. E nem a religião consegue atrapalhar a visão de Peggy sobre o mundo e os acontecimentos, mostrando que ela realmente tem uma cabeça muito diferente e mais moderna do que maioria das pessoas daquela época.

Don e Peggy a essa altura, estão mais envolvidos do que nunca, mas a relação entre eles é de uma grande amizade e confiança. Peggy cobre Don, Don cobre Peggy, sem querer saber demais, sem grandes questionamentos, apenas uma grande amizade que os dois alimentam e que só vem crescendo ao longo dessas duas temporadas. Nem imagino um climão qualquer entre eles, a relação aqui é pura e simples, uma relação de grandes amigos. Inclusive, eu vejo Peggy como substituta de Draper, caso ele se aposente um dia (euri).

Gostei demais do ep onde um dos funcionários mais velhos da empresa faz xixi nas calças (literalmente) sem perceber, antes de uma reunião importante, o que acaba chegando aos ouvidos dos chefes (por pura maldade e interesse de Duck e Pete, bitches!) o que os leva a pensar em uma aposentadoria para o tal funcionário. Tudo foi tratado tão dignamente, com direito a jantar e clima de máfia, com  até senha para entrar em um cassino secreto. Lindo o diálogo entre eles, tentando dar alguma perspectiva a aquele senhor que estava prevendo o final de sua carreira como profissional, mostrando o seu valor para a empresa e tudo isso sem esquecer o humor. Brilhante! Algo raro de se ver hoje em dia em qualquer empresa, fatão!

E a Peggy pedindo para ocupar a sala de que um dia foi do outro funcionário (o homem mais velho que fez xixi nas calças) foi de muita coragem neam? Passando a frente até dos “machos” do escritório. E agora, Peggy, de cabelo novo e amiga do gay da turma que a levou para um show do Bob Dylan, tem sua sala ao lado do seu mentor, Don Draper. Howcoolisthat?

E quem diria que Peggy, que aparentemente seria a mais “certeeenha” do escritório, seria a mais descolada e corajosa da turma hein? O que só prova a minha teoria que um dia o mundo será dos nerds (euri, e comemorei, Yei!)

Mas brilhante mesmo nessa temporada inteira foi uma cena que vale a pena ser lembrada forever: Pete Campbell trancado na sala fazendo o exame para ver se esta tudo bem com os seus espermatozóides e na sequência, Roger Sterling jogando uma espécie de ping pong com aquelas raquetes que tem a bola ligada por um elástico e que fazem um certo barulho característico que pode ser encaixado perfeitamente com o que estava acontecendo na saleeenha de exame da cena anterior (hmm mmm). Rolei neam? Achei sensacional! Um humor tolo porém refinado.  Clap Clap Clap!

Outra cena muito bem cuidada é quando Don Draper e Pete Campbell estão a caminho da Califórnia e observamos ao final do ep, Don olhando pela janela do avião onde a luz dourada do sol da Califórnia vai tomando conta lentamente do seu rosto. Tão sutíl, tão bonito. Coisa digna de uma ótima direção de arte e fotografia. Coisa phina, Clap Clap Clap!

E o casal Don e Betty esta em crise. Betty descobriu que o seu marido estava tendo um caso com a mulher (mais velha!) de um ator/comediante contratado para fazer um comercial para um dos clientes do escritório. O que leva a relação do casal para outro nível, onde o drama toma conta da casa dos Drapers. Separados sem que ninguém saiba, Don vai viver em um hotel da cidade enquanto Betty tenta entender o que pode ter levado o marido a cometer essa traição. E isso tudo pq ela só descobriu uma de suas traições neam? Shame on you Draper!

Pausa: adoro a filha do casal preparando drinks para os convidados/pais como uma profissional. Experimentando wisky e fumando escondida. Algo que diz que se a série for longe ainda (e tomara que sim!) essa menina será trouble. E como eles estão crescendo, a menina que é a mais velha vai entendo mais do que esta acontecendo em sua casa e ai ganhamos mais drama é claro (rs)

E a relação da Betty com o filho da vizinha hein? Tah na cara que o moleque esta apaixonado por ela e que ela leva isso numa boa, como uma grande amizade (porque aquele moleque é tão maduro quanto o Mandy de Modern Family neam?). Mas eu não sei, sinto que isso ainda vai render…

Don tmbm escreveu uma carta simples porém maravileeeandra para a mulher hein? Achei tão sincera…

É claro que no final das contas, eles acabam se reconciliando, mesmo com o maior climão no ar e tmbm porque Betty esta grávida. Mas antes disso, mesmo já sabendo de sua condição, Betty sai para experimentar o gosto da traição mais de perto e acaba ficando com um estranho em um bar, que é ninguém menos do que o Awesome de Chuck. Não poderia ser outro melhor neam? Höy!

Antes disso (da reconciliação) Don Draper aproveita a sua viagem para a California e mergulha um pouco mais no seu passasdo. Descobrimos que o verdadeiro Don Draper era casado e que a sua mulher (até então a viúva do Draper verdadeiro) reaparece e descobre, para a surpresa de Don,  que alguém esteve se passando por seu marido. Ele não esconde o que vinha fazendo e acaba abrindo o jogo para a até então desconhecida, que vira uma amiga dele, compreendendo toda aquela situação. E com isso ficamos sabendo que ela é a única pessoa que conhece a história do nosso Don Draper (o atual) de verdade, onde essa mulher mantém uma relação de família com Draper, que assumiu a sua vida e vem bancando financeiramete a viúva por todos esses anos. E isso só me deixou ainda mais apaixonado por ele. Whataman!

E  o Salvatore completamente apaixonado pelo colega de trabalho hein? Aposto que nessa Season 3 ele desencalha, rs

E no final da temporada tivemos vários báfus: Don Draper finalmente volta da Califórnia e descobre que a Sterling Cooper foi vendida enquanto ele cuidava do seu passado e agora parece que as coisas vão mudar no escritório (eu sabia que aquele Duck era meio assim viu?) e Peggy, após ter Pete ao seus pés se declarando para ela, revela que ela teve um filho dele e que optou por não viver essa relação e deu o bebê para adoção. Dra-ma! E eu fiquei tenso, sentado na ponta da cadeira dizendo: Não conta! Não conta! Não conta! – mas ela acabou contando e agora vamos esperar para ver qual será a reação do Pete neam?

Com isso, eu vou logo começar a Season 3 para saber onde é que vamos parar com essa história maravilhosa e tão bem contada que é Mad Men. See U!

Ahhhh, e a trilha continua bem báfu, encaixando perfeitamente com o clima/mensagem do episódio. Digna! Paolo Torrento esta procurando pra mim, rs

ps: e repito> Puta série boa hein?


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