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The Office escolhendo se despedir da melhor forma possível. That’s what she said!

Maio 25, 2013

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The Office sempre foi aquela série bem constante (inclusive já falamos sobre esse mesmo assunto durante a temporada anterior), queridíssima entre seus fãs, mas que nem sempre foi a mais comentada por todos os cantos ou a mais amada da temporada, exceto quando surgiu e era a grande novidade em meio as comédias e sitcoms que já estavam bem cansados a essa altura daquele formato mais tradicional e com cara de antigo, que parece ter voltado com força (forçada) agora. Mas quem gostava dessa proposta mais simples sobre o cotidiano de uma empresa cujas funções não eram as mais animadoras possíveis, simplesmente gostava e isso parecia ser o suficiente para a série se manter viva.  Ao mesmo tempo, The Office também nunca nos incomodou profundamente (como algumas de suas colegas fizeram, principalmente durante essa temporada 2012/2013) a ponto de nos fazer sentir vontade de pedir demissão daquele trabalho temporário semanal de anos, nem com a saída do Michael Scott, que muitos consideraram ser a sua sentença de morte e que foi sim, bastante sofrida e difícil para todo mundo, mas que nem por isso levou a série a uma morte súbita como muitos apostavam que aconteceria. E por nove temporadas seguidas a série continuou sendo exatamente a mesma, se mantendo em uma constante bem bacana, difícil de se alcançar e isso até o seu final, que não poderia ter sido mais especial.

Muito bem executada, com um elenco excelente, bem difícil de ser reunido (como eles bem lembraram durante documentário que foi exibido por lá antes do final da série e que vale super a pena ser visto) e popularizando o fundamento do mockumentary (que não foi um invenção deles na TV, mas que talvez seja da série originalmente inglesa a sua grande popularidade e influência atualmente), a série conseguiu se manter muito bem por todos esses anos, mesmo não se mantendo perfeita o tempo todo e encontrando seus altos e baixos no meio do caminho, algo bem natural também para todo mundo. Sempre acho importante lembrar que The Office foi uma série que lidou perfeitamente dentro de suas limitações, onde quase tudo de importante dentro da sua história e ou mitologia, acabou acontecendo dentro daquele escritório em um cenário de paredes fixas, limitado, difícil de se realizar uma história que mesmo com um série de limitações físicas por uma questão simples de espaço mesmo, conseguiu atingir a marca de nove temporadas e só por isso talvez eles já mereçam todo o nosso respeito. É claro que também adoramos quando saímos daquele ambiente de trabalho da série e nos deparamos com aqueles personagens com roupas mais casuais e em outras situações, como o memorável (um dos melhores episódios da série) jantar na casa do Michael Scott, ainda durante a quarta temporada e com o seu amor do passado, Jan. Mas basicamente, tudo de importante que já aconteceu dentro da série até hoje, ocorreu exatamente entre as paredes e repartições daquele escritório, que a essa altura conhecemos como se fosse o nosso próprio ambiente de trabalho.

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Com o passar dos anos fomos conhecendo cada vez mais aquelas pessoas, nos familiarizando com suas personalidades e nos aprofundando um pouco mais em suas histórias, mesmo que bem de leve por parte de alguns que apareciam sempre ao fundo, com pouco destaque (principalmente no começo) e assim fomos nos importando cada vez mais com cada um deles e nada mais do que justo que nessa reta final, todos ganhassem a devida atenção, como acabou acontecendo mais perto do fim. Claro que com o passar dos anos a série foi se desgastando também, algo natural para um cenário que poderia ser extremamente limitado para algumas de suas concorrentes do gênero, enfrentando algumas barreiras que eles conseguiram derrubar com a força gigantesca daquele elenco reunido, que sempre foi muito bom, inclusive aqueles que pouco apareceram durante esses anos todos. Certamente o maior exemplo disso talvez tenha sido mesmo a saída do Michael, onde muita gente apostou que seria o fim dessa história, mas ao contrário do que parecia como certo, eles conseguiram se manter apenas com o que tinham, abortando a ideia de trazer nomes de peso para o posto de “melhor chefe do mundo” (que eles até trouxeram, mas apenas para algumas participações) e mostrando que a série apesar de todo o carisma do Michael Scott (e do Steve Carell), não era apenas uma série de um homem só. Sem contar que foi super merecida a escolha final do Andy para assumir esse posto, que desde que ele chegou na série, parecia ser do personagem e de ninguém mais, exceto para a resolução final da série, onde acabamos ganhando um velho novo rosto conhecido para o ocupar o cargo.

Começamos essa Season 9 enfrentando mais uma vez a rotina do escritório, com toda a excentricidade do Andy no comando da Dundler Mifflin, continuando aquele perfil de chefe que pouco se importa com o trabalho e ou não tem muita certeza de quais sãos suas verdadeiras funções naquele ambiente, algo que conhecemos bem desde os tempos do Michael, mas que o Ed Helms conseguiu encontrar muito bem a sua própria identidade dentro daquele mesmo ambiente naquele momento e só funcionou bem porque a história do personagem já existia, algo que seria bem mais difícil no caso de uma contratação de fora, por exemplo. No escritório, as coisas pareciam estar bem tranquilas, apesar do caso do Oscar com o “senador” gay da Angela, uma relação que sempre despertou o ciúmes do Dwight e que de quebra acabou ganhando o Kevin como o único deles que descobriu sem querer  exatamente o que estava acontecendo com seus vizinhos de mesa e para seu total desespero, não podia compartilhar com ninguém a fofoca da vez.

Do lado pessoal de cada um dos personagens, algumas mudanças estavam acontecendo também, como a falência dos pais abastados do Andy, até a herança que o Dwight acabou sendo obrigado a receber junto com seus irmãos (o plot da tia rabugenta foi ótimo também!), que conhecemos em um episódio que acabou não sendo tão bacana como gostaríamos que fosse, nesse que teria sido a sua deixa para o spin-off que o personagem acabaria ganhando, ideia que acabou sendo abortada mais tarde pela própria NBC, por reconhecer que o certo seria mesmo que aquela história se encerrasse por ali. Mas a maior mudança na dinâmica da série acabou acontecendo mesmo com a relação Jim + Pam, com ele começando uma nova empresa de marketing esportivo, longe de Scranton, pela qual ele foi obrigado a ter que trabalhar apenas meio período na Dundler Mifflin e mais tarde teve até que dividir um apartamento com o Darryl na outra cidade por conta do crescimento dos negócios (a briga envolvendo a convivência dos dois dividindo o mesmo teto também foi bem boa) e consequentemente por conta dessas novas tarefas em sua vida, Jim foi deixando sua família ao lado da Pam um pouco mais de lado, algo que percebemos que ela não estava recebendo muito bem, apesar de ser tudo extremamente profissional por parte dele e ela nem precisar se preocupar com outros aspectos bem mais preocupantes que poderiam aparecer com o tempo devido a essa distância, carência, ou qualquer desculpa esfarrapada do tipo.

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Nessa hora, como uma medida desesperada de acabar criando um climão desnecessário porém até que compreensível dentro da relação do casal (por parte dela, apesar da motivação “fraca”), vimos The Office apelando descaradamente ao tentar afastar seu casal principal, provocando algumas brigas entre eles (que nunca apareceram antes) e especialmente colocando a Pam em uma posição que ela que sempre foi tão bacana quanto o Jim, não merecia estar. Se sentindo preterida e minimizada em relação as novas conquistas do marido, Pam acabou dificultando o que já não estava tão fácil assim para o Jim, apesar de “parecer o contrário” (e que apesar de estar longe do dia a dia da família, estava conseguindo manter seus dois empregos, mesmo com ela ficado sobrecarregada com os dois filhos e tudo mais…), e mesmo com eles tentando forçar um lado mais egoísta do Jim que nós não conseguimos enxergar com tanta clareza, nós também não conseguimos comprar essa ideia, afinal, Jim + Pam foram feitos um para o outro e aquele não parecia ser um motivo consistente o bastante, capaz de fazê-los considerar uma separação. (e até na terapia de casal eles foram parar. Sério?)

E foi quando ganhamos o interesse do sonoplasta do documentário pela Pam (a primeira vez na série em que a equipe por trás das câmeras chegou a ser vista), ele que descobrimos ser uma espécie até de amigo do casal por todo esse tempo e nesse momento tudo ficou ainda pior, com ela se vendo no mínimo tentada dentro daquela situação toda, algo que o Jim no passado, quando teve a nova funcionária e substituta da Pam literalmente se jogando no seu quarto de hotel durante uma viagem de trabalho, nem chegou a cogitar como interesse ou possibilidade e por isso, toda essa historia além de forçada, acabou parecendo bem injusta com ambos os personagens. Por sorte, eles meio que abandonaram essa ideia de ter outras pessoas envolvidas com a história do casal e mantiveram esse plot dos desentendimentos entre eles apenas por uma questão geográfica e profissional mesmo. Ufa! No final das contas, ver o  Jim abandonando o emprego do sonhos por conta do seu casamento foi até que bonitinho (peso que eu não gostaria de carregar de ambos os lados), mas não conseguiu superar a injustiça que a Pam o fez ser obrigado a enfrentar ao ter que escolher entre sua vida já pré estabelecida em Scranton ou o novo trabalho cheio de novas possibilidades, que estava crescendo e já gerava lucros importantes, embora ele tenha jurado de pé junto que não foi como ele se sentiu em relação a sua decisão. Ainda bem que no final, eles encontraram um jeito bem bacana de consertar tudo isso (consertar, não apagar…), algo que também foi bem especial e pelo menos somos gratos por eles não terem escolhido ignorar o assunto ou se contentarem apenas com uma resolução mais preguiçosa para essa história de amor que nós gostamos tanto.

E me desculpem, mas apesar de ter entendido a motivação da Pam para todo esse plot mais dramático do casal, eu realmente precisava desabafar em relação a minha total desaprovação dessa parte específica da história, principalmente nessa reta final da série, que além de injusta com ambos os personagens como eu já disse anteriormente, acabou soando também como uma medida desesperada de criar algum suspense e ou expectativa para essa reta final, algo que uma série como The Office já não precisava mais a essa altura e tão pouco com esses personagens. Tudo bem também que durante esse tempo todo, apenas nós conseguimos assistir e perceber o quanto aquela relação parecia perfeita (simples, fácil, o sonho de todo mundo que já experimentou o outro lado na verdade, rs), mas mesmo assim, foi uma pena ver dois personagens que nós gostamos tanto e torcemos mais ainda para ficarem juntos (algo que inclusive até que demorou bastante para acontecer), tendo que enfrentar uma situação tão forçada como aquela.

The Office - Season 9

Em meio a tudo isso, inclusive os tropeços, a rotina de trabalho também continuou sendo uma delícia (sem euforia, mas uma delícia), com episódios dentro de um escritório móvel montado dentro de um ônibus, ou o plot do piolho, que fez com que a Meredith fosse obrigada a raspar a cabeleira ruiva do meio do nada, tudo por conta das suspeitas sobre a epidemia apontarem diretamente para ela devido ao seu histórico meio assim (mesmo com a culpa sendo dos filhos da Pam e do Jim e estando a Pam ciente de tudo isso, rs), além de um excelente episódio de Natal tradicionalmente alemão, seguindo as tradições exóticas e divertidíssimas da família Schrute, é claro. E mesmo em sua última temporada, ales ainda encontraram tempo para introduzir novos personagens, com a chegada dos novos Jim e Dwight, sendo que um deles acabou se tornando o pesadelo do Andy em relação a Erin, que acabou sendo abandonada pelo próprio Andy anteriormente, Andy que ao lado do irmão, precisou tirar férias por conta própria, sem comunicar a empresa, só para resolver essa questão familiar e por isso foi “obrigado” a abandoná-la.

Mas isso tudo o que aconteceu durante essa nona temporada da série, acabou sendo apenas uma ótima distração enquanto caminhávamos para a reta final de The Office, com os seis últimos episódios (2 episódios duplos e um grandão que não se assumiu como duplo na verdade) onde todas as resoluções para essa história começaram a aparecer e todas essas amarrações não poderiam ter sido mais especiais. Tudo começou a ser preparado para o final quando começaram a sair os promos do tal documentário que eles vinham gravando esse tempo todo para a PBS, onde todos eles acabaram ficando extremamente excitados por estarem prestes a aparecer na televisão, mas toda essa excitação acabou durando pouco tempo quando eles se deram conta de que na verdade, podres pessoais envolvendo alguns dos funcionários do escritório e terceiros, estavam prestes a se tornarem públicos e isso poderia se tornar um grande transtorno.

Andy foi quem mais se empolgou com a possibilidade de ficar famoso, embora não tenha reagido muito bem as críticas feitas pelos comentários de quem assistiu ao promo (algumas feitas propositalmente pela Nellie, que praticamente sumiu durante essa reta final, que para quem conhece o trabalho da Catherine Tate, sabe o quanto isso foi um total desperdício), trazendo de volta o seu comportamento bipolar, que acabou lhe rendendo uma “demissão” da Dundler Mifflin, para que ele tivesse mais chances de seguir o seu sonho de se tornar um grande artista, além de um audição vergonhosa em um programa de TV de talentos musicais a capella, que tinha em seu elenco de jurados nomes como o da Santigold, o Sugar Ray antigo (sim, aquele mesmo) e o Clay Aiken. Isso além do Stanley estar preocupadíssimo com a sua mulher podendo descobrir sobre o seu caso de anos com uma amante e a dupla da contabilidade, Oscar e a Angela, estarem envolvidos até o pescoço com o caso do senador gay que inclusive enrolava ambos com outros. Sem contar que foi impagável o B Side da Angela finalmente aparecendo, com ela morando naquele apartamento minúsculo e cercado de seus gatos, se encontrando totalmente desgrenhada e no limbo, sendo obrigada mais tarde (por motivos de ter sido despejada do condomínio) a ir morar com o Oscar e se ver dormindo dentro do seu armário, algo que ele mesmo faz questão de ressaltar a ironia em um dos seus depoimentos. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

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Além de tudo isso, é claro que nós estávamos esperando algo mais para alguns personagens importantes dentro da mitologia da série, a grande recompensa por esses anos todos dentro do escritório e esse momento aguardadíssimo por todos os fãs de The Office acabou acontecendo em um episódio pra lá de especial, com o Dwight se tornando um faixa preta de karatê ao lado do seu novo sensei, trazendo de volta algo que fez parte da série no passado (lembra da luta entre ele e o Michael? E o Jim pegando a Pam no colo e ambos ficando extremamente constrangidos depois? rs) além de trazer o merecidíssmo dia em que o David Wallace resolveu reconhecer que ninguém no mundo seria capaz de comandar a Dundler Mifflin melhor e de forma mais apaixonada e dedicada do que o próprio Dwight. Um momento lindo para a série, que além de tudo teve a participação do Jim, que foi a quem o David recorreu para perguntar sobre a vocação do Dwight para o cargo e que ele sem perder o humor, embora visivelmente emocionado com a recompensa que o seu amigo disfarçado de nemesis estava prestes a finalmente receber, disse que não poderia imaginar alguém mais apaixonado ou perfeito para aquela posição (♥). O mais legal de tudo isso foi ver o Dwight imediatamente reconhecendo a atitude do seu “maior adversário” (talvez pela altura e ou magia, quem sabe? rs) dentro do escritório, oferecendo ao Jim a vaga de “assistente do gerente regional” que ironicamente já foi ocupada por ele mesmo no passado (na era Michael Scott) como forma de piada do escritório.

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Mas as recompensas ainda não haviam chegado ao fim para o Dwight e ele que estava prestes a se casar com a moça da fazenda vizinha com cara de top model alemã, ainda precisava acertar uma parte importante da sua vida, que ainda estava em aberto com a Angela, que desde de sempre nós sempre soubemos que era a sua verdadeira alma gêmea. E a forma como ele acabou reconhecendo que o filho da Angela era realmente seu filho (algo que ele sempre suspeitou) não poderia ter sido mais especial, com ele e a criança olhando encantadoramente da mesma forma para uma “Galactica”, um dos brinquedos que ele fez questão de trazer para o escritório que agora estava em seu comando. Juro que o meu coração nerd fã de ambas as séries quase explodiu de tanta felicidade nesse momento e obviamente que isso tudo acabou resultando em lágrimas e muitas, principalmente quando a Angela aceitou seu pedido de casamento no acostamento da estrada, revelando de quebra que o menino (lindo por sinal) era sim seu filho. CHOREI, feito criança. Confesso. Um momento que certamente deixou todos os fãs da série bastante emocionados, mas que apesar de ter sido absolutamente especial, em nada se comparava com o que estávamos prestes a assistir durante o series finale de The Office, que certamente entrou para uma das minhas preferidas na vida. Sem o menor exagero.

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E o Dwight não foi o único que ganhou resoluções importantes a essa altura na série não e o casal Jim + Pam também  nos garantiu um pouco mais de lágrimas durante esse episódio, com o Jim pedindo a ajuda da equipe do documentário após ouvir as inseguranças da Pam por conta da sua escolha de ficar com ela e a família em Scranton e abandonar o seu sonho profissional (só fiquei decepcionado nessa hora porque imaginei que o Jim escolheria algo do Travis como trilha sonora para o vídeo), em um tentativa de provar para a mulher o quanto ele a amava e o quanto essa história sempre significou para ele, entregando para a mesma um vídeo adorkable com momento lindos da história do casal (desde aquela cochilada dela no ombro dele durante a Season 1, sabe?  ♥), além da narração perfeita para o momento (feita por ele mesmo, mas falando sobre a história do Dwight com a Angela), com  ele finalmente entregando para a Pam aquela declaração de amor que ele escreveu nos primórdios da série, em um dos episódios de Natal onde o personagem comprou uma chaleira verde de presente para a até então apenas colega de trabalho e ao se deparar com a realidade de que a Pam estava de volta com o noivo do passado (também adorei os dois comparecendo no casamento perfeito do ex noivo da Pam durante essa temporada), ele acabou retirando do meio do presente a tal declaração que havia feito para ela naquela época e acho que a gente jamais poderia imaginar que um detalhe tão simples como esse pudesse voltar a tona em um momento tão importante para a história do casal. Sério, por mais que a gente não tenha visto o que estava escrito naquela carta, esse foi certamente um dos momentos mais comoventes da história do casal. E quem sabe a gente não acaba ganhando a revelação do conteúdo da carta nos extras do DVD? Se bem que eu acho que nem precisa… (mas é claro que ficamos curiosos)

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Em seu episódio duplo de despedida, The Office escolheu dar um salto no tempo, mostrando como se encontrava a vida de todos aqueles personagens exatamente um ano após a era Dwight e também após a estréia do documentário, tendo como plot principal o casamento do mesmo com a Angela, que contava com o Jim como best man e uma reunião de personagens importantíssimos para a história, como a participação da Kelly e do Ryan, dos quais a gente sempre morreu de saudade, principalmente daquele relação praticamente doentia de ambos. Além disso, nesse episódio o Jim nos reservava suas últimas pranks para cima do seu antigo “nemesis”, um clássico da mitologia da série de ambos os personagens (que sempre viveram uma das minhas relações preferidas desse cenário), agora rebatizado como “Guten prank” e que foram acontecendo até o momento do casamento.

Com os negócios indo extremamente bem sob o comando do Dwight, algo que já era de se esperar, nesse momento final ainda dentro do escritório, ganhamos algumas resoluções importantes também para a mitologia da série e seus personagens mais secundários, com o Stanley finalmente se aposentando (algo que desde o começo ele falava sobre) e com o Toby e o Kevin sendo demitidos (e ser demitido com um bolo deve ser no mínimo reconfortante, não? Mas só se ele for de chocolate… rs), algo que meio que funcionou como o empurrão que ambos precisavam para fazer algo mais de suas vidas além de permanecer naquele escritório por pura comodidade. Toby se tornando uma espécie de ex agora stalker da Nellie e o Kevin como dono do bar onde foi realizada parte da despedida de solteiro do Dwight (propositalmente por culpa do Jim) foram resoluções ótimas para esse final. (e o que foi o Dwight arrependido, morrendo de saudade do ex funcionário, desenhando o Kevin naquele joguinho? Awnnn!)

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E como todo casamento tradicionalmente acaba pedindo por uma despedida de solteiro, os meninos e as meninas se dividiram nessa hora para aproveitar os últimos momentos da dupla. Elas bem mais comportadas, em casa, mas contratando um stripper para animar a festa, que descobrimos ser ninguém menos do que o filho da Meredith (sério, #TEMCOMONAOAMAR?) que não ficou nada constrangida ao descobrir o filho naquela situação e aproveitou o momento para ensinar alguns de seus truques para o próprio, algo que é claro que deixou todas as demais extremamente constrangidas com aquela família tão disfuncional.

Do lado dos meninos, com o Jim responsável pelas últimas horas do Dwight ainda como solteiro, tivemos momentos sensacionais, como ele presenteando o amigo com um tiro de bazooka (nada seria mais apropriado para o Dwight), além de presenteá-lo também com uma típica “lap dance” que obviamente o Dwight não conseguiu entender para que servia exatamente (AMO a inocência do Dwight. AMO!). Jim que de quebra ainda incluiu o Mose na brincadeira, que assim como o Dwight, também não entendeu exatamente qual era o espírito da coisa e acabou sequestrando a Angela, que passou horas trancada dentro de um porta-malas.

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Vendo o Jim novamente voltando a ser quem ele era no passado, embarcando em todas as loucuras do novo chefe Dwight no escritório e se importando pouco com o trabalho e mais com a diversão, Pam acabou entendendo de uma vez por todas do que ela acabou privando o marido de alcançar e automaticamente acabou percebendo o quanto foi injusta com ele durante todo esse período meio assim do casal (provocando uma espécie de regressão no Jim), que foi quando ela finalmente decidiu colocar aquela casa linda deles a venda (ela que também já havia ganhado como resolução a conclusão de seus dois murais de arte pela cidade. Sim, 2!) e seguir a vida com o Jim na empresa que ele ajudou a criar no começo da temporada e que a essa altura, já estava sendo bem sucedida, algo que o deixava extremamente frustrado por não fazer mais parte de tudo aquilo, ainda mais com a chegada do Darryl para a despedida da série, ele que se encontrava super bem sucedido devido a sua permanência na tal empresa, algo que apesar de ter sido bacana para o personagem, acabou soando também como uma arrogância desnecessária por parte dele (apesar de honesta), que na verdade sempre foi bem ambicioso e nem sempre conseguiu encontrar as oportunidades que desejava dentro do antigo ambiente de trabalho. Mas foi bem foufo também durante um dos episódios anteriores, ver os demais funcionários da Dundler Mifflin exigindo uma despedida mais adequada do Darryl, que para isso teve que se despedir dançando com cada um deles, em outro momento memorável dessa temporada de despedida.

Antes do casamento, ainda tivemos outro momento excelente para essa reta final, que foi uma espécie de painel que eles todos acabaram participando em comemoração ao sucesso do documentário. Durante o painel, tivemos uma série de pequenos presentes, como o Andy finalmente superando o trauma de ter se tornado uma piada instantânea do Youtube, algo que mais tarde o fez ser reconhecido em Cornell, que acabou se tornando o seu novo ambiente de trabalho perfeito. Ainda nesse cenário, tivemos também uma resolução bastante importante e super foufa para a Erin, que acabou conhecendo no meio da platéia não só a sua mãe (que ela chegou a procurar no passado) como também o seu pai, com quem descobrimos que ela dividia uma série de semelhanças.

Nesse momento, The Office aproveitou também para tocar no assunto sobre o plot da quase separação do casal Jim +Pam, colocando a audiência do painel para fazer uma série de perguntas que provavelmente foram as que mais eles ouviram os fãs da série fazer durante essa tentativa de drama desnecessário na vida do casal durante a Season 9. Pam teve que ouvir algumas coisas não tão bacanas em relação a sua postura (merecidamente. Eu por exemplo, ODIEI aquela cena com ela mandando ele desligar o telefone enquanto ainda estavam fazendo terapia de casal), mas que foram o suficiente para despertá-la em relação a sua parcela de culpa nesse história toda, que foi a motivação que a personagem estava precisando para tomar a tal decisão de abandonar Scranton e consequentemente seu trabalho (outro momento lindo do casal ao lado do Dwight), para seguir o sonho do seu marido, que naquele momento ela finalmente conseguiu entender o quanto isso tudo seria importante para ambos.

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Durante o casamento do Dwight + Angela, que aconteceu ao som de “Sweet Child Of Mine” no violino e com a Angela sendo carregada de cavalinho pela Phyllis, resolvendo um issue antigo delas (de novo, #TEMCOMONAOAMAR?) acabamos ganhando a maior surpresa desse series finale, algo que eles até tentaram esconder de qualquer jeito de todos nós mas que de certa forma, todos os fãs da série já suspeitavam que aconteceria, afinal, merecia. E essa supresa ficou por conta da última prank do Jim com o Dwight, que instantes antes da cerimônia revelou que não poderia mais ser seu best ma por ser bem mais novo (uma piadinha ótima entre os dois atores) e que por esse motivo ele havia trazido alguém especial para cumprir esse papel durante a cerimônia… e é claro que esse alguém seria ninguém menos do que o Michael Scott, que não poderia ficar de fora dessa despedida deliciosa da série, nesse que foi um momento de pura emoção para a amizade dos personagens, com o ambos visivelmente emocionados (inclusive o John Krasinski) e com a excelente line:

 

Dwight: I can’t believe you came!

Michael: That’s what she said.

 

Serei obrigado a confessar novamente que nesse momento, apesar dos inevitáveis spoilers (bem irritantes nesse caso), me encontrei novamente chorando copiosamente com aquele reencontro super especial, que apesar de ter sido uma participação mínima do ator Steve Carell, que ficou meio de lado, respeitosamente, mas quase como se tivesse uma espécie de “mágoa” qualquer no ar por parte do ator e os criadores da série (sorry, mas foi o que eu senti, apesar de entender que o Michael naquele momento era apenas um presente a mais nessa reta final. Algo que eu também suspeito que possa ter sido um pedido do próprio ator…) foi extremamente representativo e importante para a conclusão perfeita dessa história.

Claro que além desse grande momento, tivemos ainda excelentes conclusões para todos os personagens da série, com o Ryan aparecendo como pai solteiro de um bebê, que ele não pensou duas vezes ao intoxicar com nozes (sim, seu filho era alérgico e ele sabia disso, rs), só para conseguir um momento a sós com a Kelly para arriscar o tudo ou nada, abandonando o filho logo em seguida com o até então marido da Kelly, o médico indiano que pediu para chamarem o serviço social para a criança abandonada (sério, #TEMCOMONAOAMAR algo tão politicamente incorreto a essa altura?), que nem precisou disso porque estava diante da Nellie, que sempre sonhou em ter um filho e já estava até na fila de adoção. Sem contar a campanha do Oscar como senador, as piadinhas do quanto sobre os personagens secundários nunca foi mostrado no documentário em todos esses anos de filmagens e o momento de puro carinho com o Stanley e a Phyllis, que eu pelo menos nem estava esperando, mas achei de uma delicadeza fora do comum com personagens menores.

Mas é claro que o cenário perfeito para o encerramento dessa história ainda seria a própria Dundler Mifflin, com todos eles se reunindo na empresa para a inauguração do mural pintado pela Pam no armazém (que ainda ganhou seu último momento na recepção e com o Jim na mesa ao lado… Awnnn!), com uma brincadeira super querida com a produção de The Office, que nessa hora se fundiu com o elenco da série para um foto em frente ao painel (achei ótima a cara deles de “quem é essa gente?”) e que nos preparava para o nosso último momento dentro daquele escritório, ao som de uma performance ótima do Creed (que até então estava vivendo como fugitivo por ser um procurado da polícia desde muito tempo, como sempre desconfiamos) e todos eles se despedindo, deixando o prédio, não sem antes parte deles deixar aquele último depoimento dentro do documentário (todos maravileeeandros!) e a Pam levar o desenho emoldurado que ela mesmo fez e que foi comprado naquela sua exposição onde só o Michael apareceu (outro dos meus momentos preferidos da série) com a despedida mais simples, sútil e ao mesmo tempo mais perfeita que a série poderia nos ter presentado em seu encerramento. Sabe aquele abraço forte de quem vai sentir saudade de verdade? Então…

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Honestamente, em muito tempo eu não via uma comédia encerrar a sua história de forma tão carinhosa, tão respeitosa com a sua mitologia, fãs, personagens e atores, amarrando tudo perfeitamente e fazendo com que a gente se encontrasse em praticamente todos os momentos da sua séries finale, presos em um ciclo delicioso de boas risadas e aquela lágrima carinhosa que a gente não se importou em deixar escorrer naquele momento, junto com um “Awnnn”/aperto no coração (sim, estou completamente emotivo nesse exato momento. O que vocês estão esperando para me abraçar, hein?). Isso sem contar o excelente documentário exibido antes do episódio na America antiga, mostrando um pouco mais dos bastidores da série durante essa reta final, ilustrando lindamente o quanto ela foi importante para todos os envolvidos, inclusive a cidade de Scranton, super agradecida pelo destaque que recebeu em The Office, que lotou um estádio para se despedir de todos eles, inclusive do Steve Carell, que também apareceu para essa despedida e que também foi extremamente carinhoso por parte dele. Um documentário realmente sensacional, que vale a pena procurar para se emocionar um pouquinho mais, além de tentar desesperadamente prolongar essa despedida… (eu assisti logo depois do series finale e me emocionei tudo de novo)

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E dessa forma extremamente carinhosa e um series finales dos mais especiais possíveis, The Office encerrou lindamente a sua história da melhor empresa para se trabalhar no mundo. Sentiremos saudades dessa rotina de trabalho… That’s what she said! (♥ + tears)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Com quem você gostaria de passar o fim do mundo?

Dezembro 21, 2012

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(______________________) para preencher com a escolha de sua preferência.

E quem diria que com o mundo prestar a acabar, ainda sobraria algum tempo para se apaixonar? (♥)

Uma ótima proposta para o momento (e para o oportunismo desse blog que logo no dia de hoje decidiu ser sensacionalista, rs), em uma dramédia bem bacana e estrelada por rostos conhecidos de todos nós. Apesar do tema, “Seeking a Friend for the End of the World” não é um filme triste, apesar de ter seus momentos e a visão da diretora Lorene Scafaria (em sua estreia como diretora) para o longa ter sido a de emprestar um certo tom de ironia para o final dos tempos.

É claro que em meio a uma proposta como essa, de poucos dias restantes para o final inevitável e anunciado do mundo, sem a menor esperança, tudo e todos estariam enfrentando o maior caos. Pessoas tentando realizar todas suas vontades e desejos antes que não houvesse mais tempo para realizá-los, esbanjando sinceridade quando já não havia mais motivos para mentir socialmente e experimentando o que talvez sempre tenham desejado mas antes, sem a certeza de um ponto final determinado para suas histórias, acabava faltando coragem para experimentar ou se arriscar. Tudo muito natural e do jeito que a gente imagina que aconteceria na verdade.

No meio disso tudo temos ele, Dodge (Steve Carrell), um homem comum recém abandonado pela mulher, que tem uma história de amor antiga ainda pendente e que ironicamente, trabalha como vendedor de seguros de vida. Em seu trabalho, o caos também já havia se instaurado, com poucas pessoas restantes fazendo questão de continuar com suas vidas corretinha e rotineiras até o final, algumas com um pouco mais autocontrole, outras menos, mas todos tentando seguir em frente para ver o que de fato aconteceria no fim. Em casa, sozinho, Dodge tem apenas a companhia da empregada  estrangeira com quem ele não consegue se comunicar muito bem, ela que também faz questão de tentar manter a sua rotina, talvez de forma inconsciente, por não entender muito bem o que estava acontecendo. (achei até que eles abortaram essa segunda ideia para não soar politicamente incorreto demais… o que eu achei bom até)

Enquanto o clima de caos piorava, Dodge acabou encontrando com uma vizinha que ele pouco (ou nada) conhecia, ela que estava passando por uma situação daquelas com o ex namorado (para a minha surpresa, interpretado barbudamente por aquele que é sempre uma visão, Adam Brody. Höy!), com quem ela já não conseguia se entender mais. E para que permanecer em uma relação que já não a levaria a nada, ainda mais nessas circunstâncias? Apenas para ter companhia? Claro que não. (talvez esse não seja o final do mundo, mas você que estiver em uma relação parecida, aproveite para seguir esse exemplo)

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Ela é Penny (Keira Knightley), uma alma no mínimo confusa, mas digamos que de bom coração (rs) e que além de tudo escondia uma patologia revelada em um sono profundo onde nada e nem ninguém conseguia fazê-la despertar facilmente. Durante o pouco tempo que eles passam juntos se conhecendo, ele acaba descobrindo que Penny havia ficado com a sua correspondência por um bom tempo e em meio a diversas cartas, havia uma bem especial, escrita por aquela com quem ele dividiu a sua história de amor ainda pendente mencionada anteriormente, com ela dizendo ter descoberto que Dodge seria o homem da sua vida e que gostaria de ter uma segunda chance com ele.

Movida pela culpa (sempre ela), Penny acaba embarcando numa expedição ao lado de Dodge e um cachorro que ele acaba herdando de um covarde qualquer que resolve abandoná-lo em meio ao caos, fazendo companhia para ele que estava em busca de pelo menos uma última chance com aquela que ele achava ser a mulher da sua vida.

Com isso ganhamos a jornada desses dois personagens em busca de um bom momento para o fim do mundo, ele tentando encontrar o amor da sua vida e ela tentando se redimir da culpa de talvez ter dificultado esse encontro. Além do que, Penny era inglesa e como já não haviam voos para outros países, ela não poderia mais terminar os seus dias ao lado da própria família, algo que para sua sorte, acabou ganhando uma nova esperança com o Dodge prometendo levá-la aproveitando a mesma viagem até alguém que ele conhecia e que possuía uma avião, algo que poderia ser a solução dos seus problemas. Claro que durante essa jornada, ambos acabam se metendo em diversas situações divertidíssimas, como a visita a aquele restaurante movido pelo positivismo, onde todos são seus amigos (rs, e uma dessas pessoas é a Britta de Community), até a passagem pelo abrigo de um grupo de malucos (incluindo um ex dela) que acham que serão capazes de sobrevier e reocupar o mundo após o seu fim.

Todas essas situações apesar de bem divertidas, elas todas tem sempre um fundo triste, seja por um motivo ou por outro. Meu momento preferido ficou por conta da carona que ambos acabaram ganhando de uma maluco que na verdade havia pago por um serviço de matadores de aluguel, para retirar a própria vida e acabar de vez com aquela agonia de esperar até o fim do mundo (interpretado pelo William Petersen, que todo mundo conhece de CSI). Aliás, aquele mural do começo do filme com os mais diversos tipos de serviços pregados naquele quadro, foi outro detalhe que eu achei divertidíssimo no longa.

Talvez o filme tenha realmente essa função de mostrar o quanto todo mundo enlouqueceria caso o fim de tudo realmente fosse anunciado (bem que tentaram, neam 2012?), algo que eles conseguem cumprir muito bem, mostrando o quão bizarro o comportamento humano acabaria ficando caso isso fosse uma verdade. Ilustrando alguns desses tipos de comportamento temos diversos rostos conhecidos de todos nós, especialmente do mundo das série como a Connie Britton (Nashville, AHS), Rob Corddry (Childrens Hospital), Melanie Lynskey (Two And A Half Men), todos em participações excelentes e bem divertidas, diga-se de passagem.

2

A dupla Carell e Knightley também acabou funcionando muito bem, o que não chega a ser exatamente nenhuma surpresa, não só pelo talento indiscutível dos dois atores, como também pelo fato de ambos já terem sido vistos em papéis bem parecidos como esses, algo que eu até acho que nesse caso acabou prejudicando de certa forma o longa. Afinal, todo mundo sabe que o Steve Carell interpreta um ótimo loser corretinho e engraçado, assim como a Keira faz muito bem a aventureira estrangeira meio maluca e que não enxerga barreiras em seu caminho.

Claro que nesse tempo que ambos personagens acabaram passando juntos, ambos acabaram se vendo apaixonados um pelo outro e a forma como essa relação acabou sendo construída, certamente foi um dos pontos altos do filme. Um envolvimento natural, trazido pela convivência e pelo pouco em comum que ambos dividiam, que no final das contas acabou se tornando algo muito maior ao que ambos poderiam imaginar que aconteceria. Algo que aproxima bastante essa história de amor da realidade, tornando tudo bem possível e compreensível, apesar das circunstâncias e do pouco tempo. E o filme tem uma trilha sonora ótima também, muito provavelmente toda influenciada pela coleção de discos da própria Penny no longa.

Apesar de ter achado bem bonitinha a história de amor entre os dois, o filme ganhou mais peso para mim quando passamos a conhecer um pouco mais da história do Dodge e o daddy issue que ele carregava, que descobrimos mais próximo do final ser aquele que ele disse que conhecia e que tinha um avião para levá-la para passar o fim do mundo ao lado da sua família em Londres. Um breve momento entre os dois, pai e filho, reconhecendo sua parcela de culpa nessa história toda e resolvendo acertar os ponteiros, uma vez que já não havia mais tempo e nem porque de continuar com toda aquela mágoa entre os dois. Um momento lindo, sem ser clichê demais, algo que eu considero bastante importante para a dignidade de qualquer drama.

Perto do final do filme, ganhamos uma resolução super foufa para o final inevitável e já anunciado desde o começo dele para aquele casal que acabou surgindo dessa história em meio ao caos, mesmo sendo ele nada esperançoso para quem costuma sempre torcer para um final feliz mais óbvio, o que não é o meu caso e apesar dos acontecimentos, essa história não poderia ter ganhado um final mais feliz. Aos mais esperançosos, espero que esse detalhe não tenha impedido a compreensão de que apesar de ter um fim, aqueles dois viveram sua história de amor como ela poderia ser vivida naquele momento e só isso deve ser o suficiente para quem está prestes a perder tudo, o que nesse caso, para complicar ainda mais seria toda mundo. (rs)

Um filme bem bonitinho, com uma proposta leve e extremamente bem humorada para um final inevitável, apesar do clima de caos. Para assistir imaginando com quem você gostaria de estar no final dos tempos…

 

ps: para quem ousou pensar em preencher a lacuna acima com algo do tipo “Ryan Gosling”, nem adianta tentar porque ao que tudo indica, ele já vai estar ocupado, em um outro (my own) fim do mundo bem pessoal… sorry, but i’m not sorry! rs

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Seeking a Friend for the End of the World, o trailer

Fevereiro 24, 2012

Só porque eu AMO o Steve Carell da depressão e a Keira Knightley possuída e com cara de maluca, rs.

O mais engraçado na ideia do filme, é ver a reação das pessoas tentando manter tudo normal e em ordem, inclusive as sextas feiras casuais (euri), mesmo com o fim do mundo anunciado.

Momento gossip: o filme é da diretora Lorene Scafaria, ex do Adam Brody (Höy!) e apontada como nova senhora Ashton Kutcher (o que prova que apesar de ter um tipo – xóvem – ela não tem lá assim muito critério, neam?)

ps: detesto ouvir o Luciano Huck dizendo “Ashton Kutcher”.

ps2:eu também quero um beijo da Britta! (sempre achei ela muito mais linda, além de funcionar muito melhor como casal para o Jeff em Community, pena ela ter perdido tanto espaço para os “gêmeos superdesenvolvidos” da Annie)

Crazy, Stupid, Stupid, Stupid, Love

Dezembro 9, 2011

Juro que se não fosse o elenco sensacional de “Crazy, Stupid, Love” eu não teria dado a mínima para o filme e provavelmente não teria nem assistido, o que seria uma pena, porque eu estaria perdendo um filme surpreendentemente muito bom.

Muito bom falando de diversão, de comédia, de atuações dignas e um roteiro que por incrível que pareça acabou me surpreendendo, mesmo tratando-se de uma comédia romântica.

Não sei quanto a vcs, mas eu que estou acostumado a assistir outros tipos de filmes e sempre acabo descobrindo alguma coisa do destino final da história, dessa vez me encontrei sendo surpreendido com o desenrolar da trama, que nem é nada de muito extraordinário, mas que na minha cabeça sequer chegou a passar aquele caminho como resolução final de tudo. Sim, fui surpreendido por um filme de comédia romântica, vcs acreditam? rs

Mas também, com um elenco como esse, eu já tinha uma leve desconfiança de que o filme seria mesmo muito bom. Steve Carell, Julianne Moore, Emma Stone e ele, Ryan Gosling. Höy! Todo esses nomes juntos, dificilmente assinariam um contrato para um roteiro tolo qualquer.

A trama da história gira em torno do divórcio do casal principal, Cal e Emily, personagens de Steve Carell e Julianne Morre, casados há mais de 25 anos, com filhos, uma casa linda no subúrbio, empregos bacanas e tudo mais. E esse divórcio já começa com um Steve Carell enlouquecido pulando do carro em movimento, ou melhor, ele sequer tem força para pular do carro, simplesmente depois da notícia de que sua mulher quer a separação e que ela o traiu com um colega de trabalho e com isso vindo diretamente da boca dela, ele simplesmente abre a porta do carro e deixa o seu corpo cair para fora com o carro ainda em movimento. Um desespero cômico delicioso!

E podem dizer o que quiser do ator, mas eu acho o Steve Carell um dos melhores comediantes do momento e já disse isso antes. Pelo menos, ele tem o tipo do humor que eu gosto, algo que eu classifico como “o humor da depressão”, rs. E a sua performance no filme esta deliciosa vivendo um homem de meia idade que se vê sozinho do dia para noite, tendo que recomeçar a sua vida amorosa do zero, ou melhor do um, porque a sua esposa acabou sendo a sua única parceira ever (dra-ma da geração antiga). E pior, sem a menor experiência sobre como sobreviver no mundo dos solteiros, totalmente leigo e despreparado, o que é sempre bem complicado e Sex And The City já nos ensinou isso no passado. Mas todo esse drama de ter que encarar essa nova fase da sua vida  acaba quando entra em cena, ele, Jacob, ou melhor…Ryan Gosling! (Höy!)

Caminhando em slow motion com o seu terno vinho muito bem cortado, Jacob chega para roubar a cena e passa a ser voluntariamente uma espécie de tutor do personagem de Steve Carell, uma espécie de guia para a sua sobrevivência no mundo cruel dos solteiros, que ele parece dominar como ninguém. O que é quase uma covardia, porque ele esta incrivelmente ainda mais sedutor no filme, se é que isso é possível quando o assunto é Ryan Gosling, mesmo fazendo o canalha e usando sapatos meio caramelo (que eu detesto!), aquele tipo que ninguém deve investir muito, mas se for por uma noite apenas (ou algumas noites, tipo umas 21225485 noites), porque não?

E o serviço é completo, com direito a stylist e tudo mais. Aliás, ele se saiu um excelente fashionista, meio malvado e cruel, como todo mundo acha que nós somos, rs. E não fale a palavra “ponta de estoque” para ele, ou vc pode acabar sozinho no meio do shopping, fikdik. E se na hora de pagar a conta vc tirar do bolso aquela carteira antiga com velcro, aguente firme as consequências. (rs)

Com algumas voltas no shopping, salão de beleza e horas na academia,  Jacob acaba finalizando o seu projeto com o tempo, transformando Cal em uma versão mais velha dele mesmo. Se bem que, no fundo, Cal jamais seria capaz de se tonar algo igual ao seu mestre, porque ele carrega uma bagagem sonhadora e romântica demais, construída durante todos esses anos, algo que seria difícil de se eliminar do dia para a noite.

Mas na verdade, o nível de canalha do Jacob nem é dos piores e eu nem sei se podemos classificá-lo assim…

O personagem, por mais que use de técnicas cretinas para garantir a sua diversão na noite, me pareceu quase sincero, onde ele pouco ilude suas presas (porque segundo ele, vc deve falar pouco de vc e mostrar mais interesse no outro, ouvir mais do que falar, fikdik) e mesmo que acabe conseguindo o que ele quer, a coisa toda acaba funcionando bem para os dois lados, ou vc resistiria a um “Let’s get out here” vindo de um Ryan Gosling? Du-vi-do! Acho que ninguém no mundo resistiria e outro dia eu quase morri de rir com um comentário no Youtube em um dos videos do ator,  de um homem que se dizia do tipo macho alplha, assumindo que até ele ficava balançado com o Ryan Gosling.

E foi ótimo quando a personagem da Emma Stone no filme,  Hannah, acabou tratando o Jacob (que morava em uma casa maravileeeandra, diga-se de passagem!) como um objeto, que era exatamente o papel em que ele se colocava naquele momento, dizendo “tira a camisa para a gente conversar”, impedindo ele de colocá-la novamente para não bloquear a visão do que todas acham que seria o paraíso (rs, Höy!), e dizendo enquanto tocava o 36 pack do Ryan Gosling “nossa, parece Photoshop”. Rolei! Tem reação mais sincera do que essa?

O que também é importante dizer é que toda essa fase canalha do personagem tem data de validade e acaba quando ele conhece a garota ideal, Hannah, que é aquele tipo de garota que tira sarro das manias dele e que esta disposta a ouvir o que ele tem a dizer, tática que ele mesmo usava revelando a carência das mulheres com quem ele se relacionava e que no final das contas, acabou sendo também o seu fraco. (e que talvez seja o fraco de todo mundo)

Agora, uma coisa eu vou ter que falar. Esta na hora da Julianne Moore parar de interpretar a mulher de meia idade infeliz no casamento e que acaba sendo infiel e ficando cheia de culpa depois neam?

Gente, ela é linda, ruiva, talentosa, mas eu me preocupo com o fato de alguém com tamanha magia acabar sempre rotulada como a mulher infiel em crise de meia idade na grande maioria dos seus papeis mais recentes. Poxa vida neam Julianne? Vc merece mais do que isso e eu no se caso começaria a recusar alguns roteiros, fikdik.

Além dos personagens principais, temos coadjuvantes deliciosos também, como a babá dos filhos do casal, uma adolescente que é apaixonada pelo pai da família e que por sua vez, é a grande paixão do filho do casal, que é 4 anos mais novo do que ela e que a faz passar por diversas sais justas ao longo do filme por ter um perfil romântico e sonhador, bem diferente da grande maioria dos adolescentes da sua idade e bem parecido com o seu pai.

Achei bem foufo quando Cal invade a casa da família a noite, só para cuidar do seu jardim antigo. Howcuteisthat?

Tudo bem que eu achei que o seu personagem foi bem bunda mole, porque ele é quem foi traído e mesmo assim acabou aceitando a sua parcela de culpa nessa história, pelo fato de ter “relaxado demais” ao longo dos anos, o que acaba acontecendo com a maioria dos casais, ou pelo menos é uma desculpa/reclamação comum. Mas o que me incomodou mesmo foi ela fazendo a vítima quando descobriu que ele andou saindo com outras mulheres, inclusive a professora do filho deles (que deixa a trama mais engraçada ainda), mesmo isso tendo acontecido depois do término da relação dos dois. Nesse caso, achei que ela foi bem cretina…

E o mais legal da filme é que todas essas histórias de amor “problemáticas” acabam se encontrando no final, de uma forma sensacional e provando que esse mundo é mesmo muito menor do que a gente imagina. E foi nesse momento que eu me peguei surpreso. Não vou dar muitos detalhes para não estragar a surpresa para quem ainda não assistiu “Crazy, Stupid, Love”, mas eu me senti um idiota por não ter pensando em nenhum momento naquela resolução, mesmo com todos os sinais e toda aquela “semelhança” gritando na minha cara o tempo todo. Talvez eu tenha sido tolo, distraído, mas senti que foi um shock value bem bacana.

Comédia boa, do tipo que a gente já viu algo parecido, mas não tão parecido assim. E tem o Steve Carell (que é o engraçadão e assim como o Jacob afirma no filme, acho que ele tem jeito, rs. Höy!), a Julianne Moore (Höy!), a Emma Stone (Höy!) e o Ryan Gosling (HÖY!), juntos. E preparem-se para o momento em que eles estão todos juntos em cena, porque é muita magia reunida para se concentrar em qualquer coisa nesse mundo, além de outros momentos dramáticos do filme, como mostra a imagem acima. CATAPLOFT!

Tipo covardia.

Crazy Stupid Mother F**ker Love

Julho 5, 2011

Achei bem promissor esse elenco…

Ainda mais com o Ryan Gosling fazendo par com a Emma Stone. Sem contar o Steve Carell + Julianne Moore (Höy!)

E quem nunca fez nada estúpido, ou nunca enlouqueceu por amor que atire o primeiro cd da coletânia de Love Songs, rs

Ansioso mil!

MTV Movie Awards 2011, a premiação mais preguiça e previsível do cinema (Zzzz)

Junho 6, 2011

Ontém rolou o aguardadíssimo MTV Movie Awards 2011 (Zzzz, mas já foi aguardado por mim no passado antigo, quando era legal), o prêmio que desde que a saga “Twilight” surgiu (e não termina nunca mais, humpf), todas saben quem vai levar todos os prêmios da noite neam?

Vivo para o dia em que a franquia leve algum prêmio e alguém faça o Kanye West, ou quem sabe a platéia comece a levantar indignada, abandonando a premiação. SO-NHO com esse dia!

Tirando a menina do “Kick-Ass”, que levou 2 prêmios, incluindo o prêmio mais legal ever que é o de “fodona do ano”, super merecido, o resto dos prêmios todos foram para o filme “Twilight, os vampiros da depressão” como vcs podem ver na lista do final do post, para quem aguentar acordado até lá, rs

Mas do que a gente gosta mesmo em premiações é o red carpet neam? Pq todas amam falar de “modas”, euri

Então vamos dar uma olhada no show de horrores de ontém e ver quem nos deu motivo para gargalhar?

 

Porpetone da noite

E o mundo que tinha celebrado essa aposentadoria, teve que suspender a festa com o retorno inflado da atriz Amanda Bites (a lot), quer dizer, Bynes.

A aposentadoria foi pra que hein minha filha? Para começar uma nova vida como vendedora de hot dog e acabar comendo o carrinho todo? Dafcuk?

Mas ela que deve frequentar a escola XL-Tina Aguilera, que acha que gordinha tem que se enfiar em um bandage dress que “todas afinam” (NOT!), até que tentou bancar a esperta colocando esse sapato pavoroso de franjas, para tentar chamar a atenção para outra parte do seu corpo que não todo o resto inflado.

Funciona por 5 segundos, até vc voltar para a cara e PÁ!

 

Camarão Diaz

Vamos dizer a verdade? A gente sabe que a Cameron acabou de terminar o namoro de duas semanas (brinks, tem mais tempo, mas euri) com o seu boy magia e todas choram, mas não deu para segurar o choro na festa? Que cara inchada é essa?

Posso falar? Corpeeenho de 33, cara de 55, prontofalei

O gargula da idade chegou e grudou no ombro da Cameron, não tem jeito…

#NAOTABOMNAO

 

Animal print mudérno

 

Pq festa jovem e do rock (Zzzz) todas elas querem parecer modernas neam?

E nada melhor do que um bom animal print, para fazer a gostosa mudérna.

Rosie Huntington foi com a melhor estampa, mas acabou apelando demais para a sensualidade e imprimiu travestismo. O que todas adoram quando proposital, mas não era o caso.

Já a Reese fez a gostosa comportada e combinou o look com um sapato bege preguiça. Um vermelho nesse caso teria feito toda a diferença. Cherry, fikdik

E vcs sabem que todas elas resolvem aparecer em festa jovem que é para roubar a juventude da platéia neam?

Nunca olhe direto nos olhos delas, fikdik

 

Permuta da azeitona

Há quem aposte que essa ai, em troca de uma boa permuta para se manter na midia com um namoro no truque, acaba levando por contrato apenas 1 azeitona por dia, que é para manter o corpeeenho.

Selenytta Who?

 

E não tem Lea T certa meoamor

Todo mundo querendo saber da trasnformação da Lea T, quando Maria Gadu Beaver esta cada dia mais feminina? Não entendo…

Já ganhou o primeiro par de brincos e dizem que daqui uns anos, quando a fama acabar, é possível que ela ganhe seu primeiro sutiã, fikdik

 

Liquidação Balmain, 80% Off

E o MTV Movie Awards serviu para o que mesmo?

Para deixar pistas de que a Balmain esta fazendo uma queima de estoque hein?

No quesito poder, a Leighton Meester levou a melhor e roubou o brilho já tão apagado da Kristen Stewart, porque todas sabem que quanto mais bordado, brilho e pedrarias, maior é o poder ou pelo menos o prestígio na assessoria da Balmain, neam?

Até que enfim deu uma dentro hein Blair?

E nem adianta a Kristen grudar no boy magia, para tentar roubar algum carisma…

…pq nós também já cansamos dele, o Zé Vampir da depressão. Zzzz

 

Novo Tio Charlie, pode cuspir as batatas…

O que aconteceu com o Ashton? Alguém avisa que ele pode cuspir o caramelo do Du, Dudu e Edu (euri)

Já sei, ele tentou competir com os balloons da Nicki Minaj, só pode ser…

#NAOTABOMNAO

 

http://www.piadavelha.com

Too soon?

Eu AMO o Justin, acho os cds dele sensacionais, também acho ele um bom ator e meosonho é aprender a dançar como ele (e com ele).

Mas eu não consigo perdoa-lo por não ter assumido aquela história do peitcheeenho da Janet Jackson no Super Ball de 2004. E agora na Milla Kunis pode neam? Zzzz (mas nada que a gente não possa negociar hein JT?)

E hoje em dia ainda temos a Lady Gaga sambando todo dia na cara da sociedade com um “X” de fita isolante em cada peito. Euri!

Convida ela para se apresentar no Super Ball, convida vai? Quero ver se vcs são boludos mesmo, rs

 

http://www.piadamaisvelhaainda.com

Alguém ainda acha engraçado?

Na minha época ou a mascara que era verde, ou ele vestia um spandex verde cheio de pontos de interrogação. Bons tempos…

E eu juro pela Santa Cher que se algum dia o Jim Carrey cruzar o meu caminho, eu vou pedir de volta o dinheiro do meu ingresso para ver  “The Number 23” no cinema.

Vc me deve R$14 reais, Jim Carrey…

 

Magias desperdiçadas pela preguiça…Zzzz

As duas deveriam ter pensando mais antes de sair de casa, hein?

Achei muita preguiça essa falta de fundamento (mas a bolseeenha verde é maravileeeandra!)

 

Boy magia negra

É com enorme pesar que eu venho anunciar que o seu tempo de boy magia terminou hein Chris Evans? Queéqueaconteceu com o Tocha?

#NAOTABOMNAO

Agora esse Kellan Lutz , eu tenho certeza que é a reencarnação do Zacarias. Ui Didi! (não sei porque mas acho os dois praticamente gêmeos, rs)

 

Confirmou: estamos em falta de boy magia

Sim, temos cada vez menos motivo para gritar “Höy!”, humpf…

Não esta fácil minha gente, não esta fácil!

Só de pensar que no passado, a gente tinha o Johnny Depp, o Brad Pitt, o Jude Law e até o Keanu Reeves em suas melhores fases. Bons tempos!

Até que me chega a vez desses próximos três, para dar uma aliviada…

I ♥ Steve Carell. Höy!

I ♥ Emma Stone. Höy!

I ♥ Ryan Gosling. HÖY!

 

Vilão queridão 

Eu sei, eu sei que a gente odeia ele em Harry Potter

Mas eu amo esse casting. Sinto que eles foram meus colegas de classe, rs

 

Tapas na cara da sociedade. PÁ!

Elle Fanning, maravileeeandra em flores by Dolce & Gabbana. PÁ!

Emma Stone de volta a sua magia ruiva nesse Bottega Veneta poder. PÁ!

E a Brooklyn Decker, linda e dourada. Höy!

 

Agora, se vc resistiu até aqui e ainda não caiu no sono depois desse post enorme com essa premiação preguiça, segue a lista dos vencedores da noite.

Melhor Ator – Robert Pattinson, em “Eclipse” (Zzzz)

Melhor Atriz – Kristen Stewart, em “Eclipse” (Zzzz)

Melhor cena de cair o queixo – Justin Bieber, em “Never say Never” (Zzzz)

Melhor ator durão – Chloë Grace Moretz, de “Kick-ass” (Yei!)

Melhor revelação –  Chloë Grace Moretz, de “Kick-ass” (Yei!)

Melhor cena de luta – Robert Pattinson vs. Bryce Dallas Howard e Xavier Samuel, em “Eclipse” (Zzzz)

Melhor Frase de um Filme – Alexys Nycole Sanchez, em Gente Grande, pela frase “Eu quero ficar bêbada de chocolate” (Zzzz)

Melhor Vilão – Tom Felton, em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1 ” (Yei!)

Melhor Performance Cômica – Emma Stone, em “Easy A” (Yei!)

Melhor Filme – “Eclipse” (Zzz, apnéia profunda)

Dunder Mifflin, a melhor empresa para se trabalhar no mundo (That’s what she said!)

Maio 27, 2011

The Office é aquele tipo de comédia que vc se reconhece logo de cara. Porque por mais absurdas que possam parecer todas aquelas situações que acontecem o tempo todo na Dunder Mifflin, a melhor empresa para se trabalhar no mundo e não tem Facebook, Google, Apple ou IBM certa, vc logo percebe que já passou por algo parecido no seu emprego, ou em algum momento da vida teve algum colega de trabalho que certamente poderia ser um daqueles funcionários.

Com a saída do Steve Carell do elenco eu me senti na obrigação de assistir a série, que eu costumava ver de vez em quando, apenas reprises ou eps aleatórios, mas nunca havia acompanhado. Tenho que reconhecer que depois dessa maratona delicosa das sete temporadas chefiadas por Michael Scott, tudo fez mais sentido para mim e acabei aproveitando bem melhor as piadas e referências. Ou seja, apesar de ter episódios excelentes, The Office não é bem uma coméida para se assistir de vez em quando, um ep solto aqui e ali, como Modern Family por exemplo, que vc nem precisa acompanhar muito a série para aproveitar as piadas.

Michael, que se auto-intitula o melhor chefe do mundo (rs), tinha tudo para ser a pessoa mais odiada da face da terra. Sem muito filtro para nada, o cara é de uma sinceridade absurda, do tipo que mesmo quando quer defender alguém ou algum ponto de vista, acaba sempre se expressando da pior maneira possível, magoando alguém e deixando todos a sua volta em situações constrangedoras e totalmente desconfortáveis. Mas a beleza do personagem esta exatamente nesse atos involuntários, impensados, que apesar de grosseiros, são quase infantis, completamente inocentes e por isso perdoáveis. Michael parece uma criança grande, ainda a ser educada (nesse caso talvez eternamente, rs). E outro fator que colabora e muito para que de odiável nº1 ele se transforme ao longo do tempo, agora merecidamente e reconhecidamente como o melhor chefe do mundo, é sem dúvidas o carisma e principalmente o talento do Steve Carell, que é um dos meus comediantes preferidos do momento. Well done!

E o personagem ainda tem aquele perfil loser que nós amamos, do tipo que é enganado quando esta apaixonado e mesmo assim continua amando loucamente (mesmo pq ele não faz idéia de que esta sendo enganado), que se contenta com pouco e que quase sempre banca o tolo. Na verdade, Michael só quer agradar, ser amado, e ai eu me pergunto: #TEMCOMONAOAMAR?

No escritório ele se relaciona mal com todo mundo, sempre revelando o que cada um talvez gostaria de esconder, sempre trazendo o assunto para a sala de reuniões, para discutir com os demais funcionários da empresa. Completamente sem noção, ele acaba transformando cada uma das suas intermináveis reuniões em um show a parte e que acabam se tornando um dos pontos altos da série.

E as suas imitações/personagens hein? Sempre divertidíssimas, caricatas e a maioria das imitações são sempre muito distante da realidade e hilárias.

Falando um pouco das relações escritório, quatro delas acabaram me chamando a atenção:

 Michael vs Dwight


Dwight é o puxa saco da turma, metódico, lunático e que sonha ser o braço direito do chefe. Michael até reconhece o cara como o seu número dois, mais o grude é tanto que nem ele aguenta, mesmo Michael sendo a pessoa que mais precisa ser amada nesse mundo. Talvez por isso ele desfaça tanto do seu melhor amigo no trabalho, pq o que ele gosta mesmo é do desafio de conquistar, algo que com Dwight ele nem precisou fazer esforço e por isso perdeu a graça (tí-pi-co). Mesmo assim, a amizade entre os dois é deliciosa e rende várias piadas sensacionais.

AMO o episódio que Michael tenta sobreviver na selva e Dwight fica escondido no meio do mato, só para garantir que o amigo se saia bem em sua empreitada, mesmo correndo risco de morte (rs). Outro episódio sensacional é aquele em que os dois pensam em pular do prédio para ensinar uma lição sobre suicídio para os funcionários da empresa e como teste usam melancias que terminam espatifadas no chão, é claro. Euri

Fora isso, ainda temos a relação Dwight e Angela, que é divertidissima! Torço pela estranha relação dos dois, mesmo após o cancelamento do contrato de 5 noites aleatórias que o casal mantinha em segredo. (rs)

E o senador que é o novo par de Angela na série é o pai da Claire de Heroes, mas mesmo assim não teve destaque nenhum na série até agora. Que puxa!

E qualquer episódio que tenha a participação da fazenda das beterrabas Schrutes são sensacionais tmbm.

Michale vs Pam


Aqui o negócio é amor, mas um amor de pai e filha. Pam é a secretária do escritório, que acaba ganhando o peso de se tornar a babá de Michael por todos esses anos. Sempre disponível, tentando resolver suas trapalhadas, os dois construiram uma relação deliciosa durante esses anos, de muita cumplicidade e de pura foufurice.

Quando Michael decide deixar a empresa e seguir em carreira solo, criando sua própria empresa no ramo de papéis, eu senti que ela tinha obrigação de acompanha-lo. E não deu outra, Pam não conseguiu abandonar o chefe nessa hora e acabou vivendo um inferno maior ainda trabalhando naquele cubículo ao lado de Michael e do Ryan (e o que é o amor gay do Michael pelo Ryan hein? rs). Se bem que, eles bem se divertiam com o lançamentos dos cheeses puffs neam? Euri

Um dos episódios mais foufos entre os dois é quando Pam participa de uma exposição de artes pela primeira vez e leva os seu desenhos, ainda bastante amadores e nada muito elaborado em comparação com a concorrência, e Michael é o único do escritório que comparece no evento, visivelmente orgulhoso de sua “pupila” e ainda compra um de seus desenhos, que ele leva para decorar o escritório. Howcuteisthat?

AMO tmbm Michael tentando não destruir o casamento dela com o Jim, AMO Pam enlouquecida pisando no fogo quando eles vão para “a praia”, AMO Pam mais enlouquecida ainda  quando ela descobre que o seu chefe esta tendo uma caso com sua mãe e AMO mais ainda ele todo magoado por não ter sido escolhido para ser o padrinho da filha do casal. Cute!

E eu que já tinha visto o episódio da despedida de Michael, assisti de novo e fiquei ainda mais emocionado com a Pam correndo na última hora para se despedir do chefe. Awnnn…Pura foufurice!

Muito mais do que merecido aquele final para os dois, fatão!

Jim vs Dwight


Tem coisa mais divertida do que dois inimigos que vivem aprontando pegadinhas um com outro no ambiente de trabalho? Bom, quando bem humorado e com brincadeira tolas desse jeito é realmente bem divertido. Imagina vc chegar para trabalhar e encontrar todas as suas coisas dentro de uma gelatina gigante e amarela?

Howcoolisthat? Meosonho agora é aprontar uma dessas com alguém…

Essa rivalidade entre os Jim e Dwight rendem vários momentos divertidíssimos para a série, talvez porque pareça um pouco algo como briga entre irmãos. Jim já aprontou várias com Dwight ao longo do tempo, mas a melhor de todas foi a revanche de Dwight com a guerra de bolas de neve. Sério, o que foi a surra de bolas de neve que ele deu no Jim, que acabou nocauteado no chão, com direito a nariz sangrando e tudo mais, hein? O final desse episódio também é sensacional, com o pesadelo do Jim se tornando realidade, com todos aqueles bonecos de neve esperando a sua saída do escritório e ele enlouquecido destruindo todos, na esperança de encontrar o Dwight dentro de algum deles, ainda com a camisa com marca de sangue e morrendo de medo, usando até a Pam como escudo. Rolei!

AMO tmbm a mesa toda embrulhada em papel de presente que o Jim faz para o Dwight, assim como o episódio da Megadesk, rs. AMO Jim fingindo ser vampiro no sensacional episódio do morcego no escritório (que tem a melhor resolução ever!). AMO tmbm quando Dwight salva a vida do Jim (ou melhor, salva a sua cara linda de levar uns sopapos do ex noivo da Pam), onde depois o Jim fica pensando em diversas maneiras de retribuir o favor. Das idéias que ele teve como retribuição ao favor, a caixa de acrílico para o bobble head do Dwignt foi a mais foufa ever! Cute!

Jim & Pam


Ai ai, que casal mais foufo não? Eu bem acho que desde Ross and Rachel, Seth And Summer, Lorelai and Luke, eu nunca mais tinha torcido tanto para um casal ficar junto dentro de qualquer outra série.

Durante as primeiras temporadas, os dois são apenas amigos, mas não se desgrudam, mesmo Pam estando noiva da outro funcionário do escritório. Cada passada do Jim pela mesa da recepção, cada plano dos dois para atormentar a vida do Dwight ou cada olhar cruzado ou não entre os dois, merece um suspiro de tamanha foufurice. Ai ai!

Aliás, o que é o Jim? Eu diria: PERFECT MATCH (rs)! Foufo, inteligente, educado, bem humorado, que de quebra ainda ouve Travis e que também atende pelo nome de John Krasinski. Precisa de mais alguma coisa? Höy!

Jim é o boy magia do escritório e a gente até deixa o Ryan achar que ele é o bonitão do pedaço, por pena (rs). Voltando a falar da despedida do Michael Scott, a cena entre ele e o Jim combinando o almoço para o dia seguinte, que os dois sabiam que não aconteceria, foi uma das cenas mais emocionantes da tv, sem nenhum grande apelo ou carga dramática excessiva, apenas dois grandes amigos se despedindo depois desse tempo todo trabalhando juntos. Chorei litros, confesso!

Sem contar que as olhadinhas dele para a câmera são as minhas (e de todas, rs) preferidas ever. #TEMCOMONAOAMAR?

Fiquei com o coração partido quando ele foi para a outra filial, para ficar distante da Pam, que estava prestes a se casar. Ainda bem que no final deu tudo certo e nessa ainda ganhamos Andy de brinde, que é outro dos meus preferidos atualmente.

Quando ele voltou de NY após desistir do novo cargo e a Pam estava dando o depoimento, no hora em que ele entra na sala do meio do nada e marca o primeiro encontro do casal, em um momento totalmente inesperado,  eu acho que fiquei com os olhos mais cheios de lágrimas do que a própria Pam. Serião! Howcuteisthat?

Um dos casais mais foufos ever da tv, sem muito drama barato e muita, mas muita magia e foufurice. AMO o casamento dos dois e a cena onde ele corta a gravata antes de entrar na igreja como prova de amor é uma das minhas preferidas. #TEMCOMONAOAMAR? AMO tmbm ele com os olhos cheios de lágrimas quando o casal descobre que estão grávidos e AMO ele pegando o bebê errado para ela amamentar no hospital. Euri!

Sinceramente, o casal mais foufo ever. Tipo o meu ideal, fikdik, rs.

Depois de algumas temporadas, quem também ganha a sua alma gêmea é o próprio Michal Scott. Trata-se da adorável Holly, que é ele na versão loira e de saia e que acaba sendo usada como a desculpa perfeita para a sua saída da série.

E o pedido de casamento dele para ela dentro do escritório, a luz de velas e com a participação de todos os funcionários foi uma dos mais foufos pedidos de casamento ever, com direito a referência de Star Wars e tudo mais e ao mesmo tempo um dos menos recomendados para uma empresa que vende papel neam? Fikdik, rs

É claro que depois dessas 7 temporadas eu AMO todos os outros personagem do escritório e poderia relaciona-los fácil com vários colegas de trabalho que eu já tive. Quem não conhece um Stanley? Um Toby? Uma Kelly (a indiana mais americana de todos os tempos, rs? Ou um Ryan, hein?

Aliás, morro de pena do Toby e do modo com ele foi tratado pelo Michael durante todo esse tempo (o que rende ótimas piadadas tmbm),  pelo fato de que o Michael diz não confiar em ninguém do RH (euri). Tadinho…

De todos eles, o meu preferido atualmente é mesmo o Andy, que é outro loser foufo e que desde que chegou para a série tinha aquele ar meio de irmão gêmeo do Michael Scott (e talvez seja o mais indicado para ser o seu substituto, no caso de optarem por alguém do escritório, fikdik). E os momentos musicais dele no escritório são sempre divertidos mil. O que foi aquele episódio com o musical do Sweeney Todd? Rolei!

The Office é mesmo uma comédia muito boa, com episódios nivelados, uniformes, sempre muito bons, apesar de algumas pessoas considerarem que o nível da série tenha caído após a Season 4, o que não é a minha opinião. Até agora eu não assisti nenhum que eu não tenha gostado muito e entre todos, o meu episódio preferido nem acontece dentro do escritório, vcs acreditam?

O meu preferido é sem dúvidas o ep com o jantar apenas para casais na casa do Michael (4×09), quando ele ainda estava morando com a Jan, que foi o seu primeiro grande amor na série. Sério, eu acho que euri o episódio inteiro, a ponto de ficar com lágrimas nos olhos (assisti uma 3 vzs até, rs). Não sei nem qual a minha parte preferida do ep: o banquinho cama do Michael (sério, acho que eu voltei umas 37 vzs essa cena, rs)? A tv de plasma minúscula pendurada na parede (sério mesmo, ka ke ki ko ku)? Dwight chegando com sua própria salada de beterrabas sem ter sido convidado e acompahado de uma estranha? Jan dançando ao som do single do estagiário magia (That one nigth, one night, rs)? Ou Michael trazendo o luminoso da garota da cerveja para a sala de jantar (que ele deu para o Ryan em sua despedida), capaz de cegar qualquer um? Sinceramente, o melhor episódio da série!

Outro dos meus preferidos é o do jogo de basquete, ainda na primeira temporada, do pessoal do escritório contra o pessoal do depósito. Novamente me encontei rindo até chorar com o Stanley batendo a bola de basquete como uma garota de 8 anos na aula de educação física e o Michael indignado com a situação. Rolei!

Agora a cena que mais me fez rir de todos os episódios da série, foi uma sequência de abertura (5×13) na qual o Dwight tenta aplicar um treinamento de choque em seus colegas de trabalho para uma situação de incêndio e o terror toma conta do escritório, com todos correndo desesperadamente de um lado por outro, apavorados e destruindo tudo, com medo de morrer naquele lugar. Falando bem sério, tive que correr para o banheiro depois dessa sequência ou eu iria fazer xixi nas calças de tanto que eu quase morri de dar risada. A sequência da abertura do ep 7×01 tmbm é muito da sensacional com um momento delicioso de lip sync e entre alguns outros eps que eu rolei de tanto rir, esta aquele com as Olimpíadas no escritório, organizada pelo casal Pam e Jim (meu primeiro emprego foi em uma empresa que logo passou por uma reforma para aumentar o seu tamanho e nós usavamos o galpão vazio destinado para a tal reforma, para apostar altas corridas com cadeiras de escritório,  entre varias outras provas, rs), que também é muito divertida, com todas aquelas provas absurdas e o final com direito a pódio e tudo mais hein?

Obviamente que dentro dessas 7 temporadas até agora, encontramos vários episódios sensacionais. Possivelmente eu já devo ter esquecido de vários pq a minha memória não é lá o meu forte, mas entre alguns que eu consigo listar esta aquele em que todos tem que perder peso, tem aquele outro com a corrida no quarteirão, que é super divertido também. AMO o episódio do casamento da Phyllis que o Michael acaba expulso (rs), também AMO aquele em que todos falam o que pensam do Michael. AMO AMO AMO quando eles vão para a praia para disputar a vaga de novo chefe, AMO quando o Michael declara a falência da empresa, rolei de rir quando o Michael foi demitido e a segurança teve que retira-lo do prédio e AMO também quando ele é recontratado. O “date Mike” é genial também e me divertiu pencas, assim como aquele com o Natal e a disputa entre Michael e Phyllis pelo papel do Papai Noel. E não tem como negar que o episódio da Season 7, onde finalmente nos foi mostrado o filme finalizado do agente Michael Scarn, foi um dos mais divertidos ever da história da série.

E a graça de The Office esta exatamente nessa habilidade que os caras tem de transformar em piada uma situação comum e possível em qualquer ambiente de trabalho (embora algumas outras sejam bem absurdas). Por várias vezes eu me reconheci em cada um daqueles personagens. Já fui o Jim, na maioria dos meus empregos (e acho que sou até hoje) e já fui o Michael também, com direito a tarde do sorvete e Café Disco (rs).

Depois dessas 7 temporadas, me despedi com ainda mais pena do sensacional Michael Scott, que certamente vai deixar muitas saudades. Não tem como não dizer que pelo menos 60% da série era do Steve Carell e os outros 40% do contraponto que todos os outros personagens faziam com ele. Não sei quem será o novo substituto de melhor chefe do mundo (cargo bem difícil tmbm hein?), mas estou gostando da solução que eles buscaram para essa procura do novo chefe até o final da temporada, inclusive com o “o novo final” da  abertura para cada candidato. Cool!

Agora sinceramente, eu não consigo imaginar a série durando por muito mais tempo depois dessa despedida. Sei que é triste afirmar isso, mas eu bem acho, embora a solução do momento pareça ser bacana, com a caça ao novo Michael Scott. Mas eu não sei muito bem até quando o interesse das pessoas que assistem a série vai continuar seguindo essa dinâmica das várias participações que eles vem prometendo. É, não sei…

Se fosse para apostar em alguém do escritório, eu apostaria no Andy como substituto, muito embora ter visto o Dwight no poder tenha sido genial (e o Moses comemorando no telefone? Euri)! Agora, também acharia bem bacana se fosse alguém de fora.

No aguardado ep final tivemos alguns candidatos ao cargo e várias participações especiais (fiquei com preguiça da participação minúscula do Jim Carey, Zzzz) e confesso que fiquei desapontado com o espaço pequeno das participações durante o ep, que foi inclusive maior do que de costume, mas acabou ficando meio assim. Eu pelo menos esperava mais, bem mais e acho até que o episódio funcionou melhor durante os momentos em que os convidados não participaram e tínhamos em cena apenas o pessoal do escritório mesmo. Mas parece mesmo que vamos ter que aguardar o começo da Season 8 para descobrir quem irá ocupar a vaga mais disputada do momento.

E o Steve Martin merecia ganhar uma participaçán de tanto que já foi mencionado por Michael Scott durante esses anos todos, hein? Fikdik

Para recompensar a minha maratona tardia da série, acho provável que eu compre os boxes para coloca-los na prateleira especial e rever mil. O que eu recomendo a todos (ainda mais pq estão sempre em promoção, fikdik)

That’s what she said!

Goodbye Michael Scott/Welcome Michael Scott

Maio 6, 2011

Na semana passada, o chefe mais carismático de todos os tempos, o sensacional Michael Scott deixou o seu escritório. A despedida foi ótima, com direito a distribuição dos seus brinquedos, pertences e tudo mais. Ainda assim, achei o episódio anterior mais foufo, com aquela música que eu mostrei aqui no Guilt para vcs.

O pior de tudo, é que o Michael Scott tinha tudo para ser uma das pessoas mais odiosas ever, devido a sua personalidade pra lá de exótica, mas em meio a todos os seus furos e situações constrangedoras que ele sempre esta metido, vc não consegue odiar o personagem, nem fazendo muita força. E muito disso, graças ao talento do Steve Carell, que esteve excelente por todos esses anos.

Como eu tinha uma dívida com a série e fiquei todo emocionado com a despedida, resolvi colocar The Office em dia e já estou na Season 4. Obviamente eu vou escrever sobre assim que eu terminar, mas não preciso nem esperar até lá para dizer que a série é recomendadíssima neam?

E eu jamais perdoaria a Pam, se ela não tivesse aparecido na última hora no aeroporto, para se despedir do chefe mais legal do mundo!

E pode deixar que se algum dia esse documentário for ao ar, alguém te avisa tsá?

Remember to call, ok Michael Scott?

Abril 25, 2011

E eu que tenho anos de experiência assistindo séries de TV, acho que nunca vi uma despedida tão foufa. Awnnn!

Tudo bem que esse é só um ensaio (7×21) , pq a despedida definitiva ainda esta para acontecer, em um episódio especial com 50 min de duração, pq Michael Scott merece neam?

Dizem que vai ter pencas de participações de vários comediantes  como Ray Romano de Everbody Loves Raymond, James Spader  de Justiça Sem Limites, Catherine Tate de Doctor Who, Will Arnett de  Arrested Development e Ricky Gervais, criador e astro da versão inglesa de The Office e ainda entre eles, até o Jim Carey aparece na lista, tsá?

Fiquei bem emocionado com a suas 9.986.000 horas de trabalho viu?

Pois é Michael Scott, vai ser difícil para c@%@&*#!

Não, eu não assisto apenas filmes “cults”

Janeiro 21, 2011

Primeiro que eu acho a palavra “cult” tão antiga…

Anyway, para provar para vcs que eu também faço escolhas duvidosas quando não estou afim de pensar muito, sintam o drama de outras coisas que eu também vejo, mas que não me orgulho nem um pouco e talvez nem devesse contar para ninguém, rs:

 

The Switch (que por aqui, ganhou o título sem vergonha de “Coincidências no Amor”, Zzzz)


Jennifer Aniston parece estar mesmo se especializando em comédias românticas, não? Preguiça…

Já o Jason Bateman eu acho um disperdício nesse tipo de papel, prontofalei. Mas alguém tem que sustentar as crianças neam? rs

“The Switch” é um filme bobinho sobre uma mulher de 40, bem sucedida no trabalho e com a vida amorosa bem atrasada, que resolve engravidar por ela mesmo (fikdik Jen…). Do outro lado, o atual melhor amigo que esconde uma paixão mal resolvida do passado, que não concorda com a idéia da produção independente da melhor amiga e acaba “por acidente” se envolvendo na questão.

O melhor do filme é o garoto Sebastian (Thomas Robinson),  resultado dessa experiência independente, que é sensacional e poderia facilmente ser meu filho. Colecionador de porta retratos com as fotos originais de quando eles são vendidos (euri), com  várias manias esquisitas e preocupado com questões ambientais…howcuteisthat? Tudo isso do alto dos seus 5 ou 6 anos, tsá? Foufo mil!

No elenco, ainda temos o Patrick Wilson (Höy) e a Juliett Lewis (que eu não sei muito bem o porque aceitaram esses papéis…$$$catching!)

É claro que como toda comédia romântica, ela reune uma serie de clichês que todos nós já estamos mais do que acostumados a ver por ai. Mas tudo bem também porque comédia romântica com grandes astros de Hollywood é sempre a mesma coisa e isso não é novidade para ninguém.

Para assistir naquela noite que vc chega cansado do trabalho e não esta afim de pensar muito ou nem um pouco…

 

Dinner for Schmucks (esse ganhou o título mais fiel de “Jantar para Idiotas”)


Primeiro de tudo eu gostaria de dizer uma coisa para o Steve Carell: vc é melhor do que isso!

E o mesmo vale para o Paul Rudd.

“Dinner for Schmucks” começa com uma abertura linda, com ratos foufos trabalhados na taxidermia, em cenários sensacionais e o som dos Beatles. Lembra o Stuart Little até…

O que até engana, mas depois o filme escorrega o tempo todo em piadas com pouca graça e muita comédia corporal. Pelo menos o humor do Steve Carell não é careteiro, o que eu já acho um alívio.

O fundamento é um grupo de engravatados bunda mole que gosta de se reunir de vez em quando para dar risada daqueles que eles mesmo consideram como “looosers” e o pior de tudo é que eles fazem isso na cara deles. Mas é claro que sem ter a coragem de assumir isso e usando o tal jantar como disfarce. Ou seja, um bullying gratuito (como toda forma de bullying) e tolo.

Não sei o que anda acontecendo com os grandes nomes da comédia atualmente, mas tenho um palpite que eles topam esses tipos de papéis para garantir uma conta um pouco mais gorda. Porque a verdade tem que ser dita de que público para esse tipo de filme existe, fatão!

Lucy Punch é a mais engraçada do filme, na pele de uma stalker enlouqueida (Darla), mas aparece pouco…

Recomendo para quem estiver de procurando um novo corte de cabelo, ficar bem de olho no fundamento da atriz Stephanie Szostak (Julie) e esquecer  todo o resto. (rs)

 

Going The Distance (com o título mais óbvio possível por aqui de “Amor a Distância”)


“Going The Distance” traz a Drew Barrymore acreditando na sua atual relação, rs (sorry Drew)

Essa comédia romântica é ainda mais recheada de clichês, como ele arrependido de última hora, correndo no aeroporto para impedir que a sua amada faça a viagem. Zzzz

O pior de tudo é que o filme tem o elenco mais promissor do que os outros dois, onde além da Drew, temos o Charlie Day (o meu preferido do momento) e o Jason Sudeikis como coadjuvantes. Ambos, vivendo papéis que eles já viveram anteriormente e talvez por isso não ocorra nenhuma surpressa em suas atuações. Além da impagável Christina Applelgate no papel da irmã maluca por limpeza da personagem da Drew. Mesmo com todo esse elenco de novos comediantes, o filme não decola, prontofalei.

Gostei um pouco mais da honestidade com que o filme retrata um relação a distância, inclusive financeiramente falando. Excelente mesmo e inspiradora é a animação que rola durante os créditos iniciais do filme hein?  Cool!

Mas faltou um pouco dessa honestidade quando eles colocaram a Drew Barrymore vinvendo uma estagiária de 30 anos (e isso eu até que achei legal, falando um pouco da crise que anda rolando por lá) que ganha pouco, trabalha também como garçonete para ganhar um extra e que mesmo assim veste roupas carérrimas, que me pareceram ser do próprio acervo pessoal da Drew. Sério, nenhuma estagiária de 30 anos teria dinheiro o suficiente para comprar um Balmain, ou um Lanvin…não mesmo.

Para mim, ficou evidente que para o figurino, Drew usou as suas próprias roupas ou pelo menos os seus próprios recursos para consegui-las (Alô, assessoria? Estava precisando de umas coiseeenhas…).

Vale a pena dizer que a trilha nesse caso é bem boa, o que prova que Drew gosta mesmo de música.

Recomendo esse  como laboratório para todo mundo que quer ser uma namorada (o) mais legal e menos pé no saco, para se espelhar na Erin (Drew), que é a mais cool das cools (rd),  fikdik.

 

E esses três exemplos acima eu uso para provar que nem só de boas escolhas vive o homem (que nesse caso sou eu mesmo, rs). De vez em quando um blogueiro cult (lá vem a palavra flopada de novo) precisa de um respiro, nem que seja para falar mal depois, rs


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