Posts Tagged ‘Submarine’

Skins Fire, o trailer

Junho 20, 2013

Trailer do primeiro episódio da sétima e última temporada de Skins, que tem a Effy como personagem principal, o primeiro dos três episódios de encerramento da série, dos quais nós já falamos mais aqui no Guilt sobre os detalhes de sua produção. No trailer do primeiro episódio, encontramos os atores Craig Roberts (do excelente “Submarine”, que eu sonho em ter em DVD) e o Kayvan Novak, da série cancelada injustamente (que vai ganhar remake americano…), a divertidíssima Sirens. Howcoolisthat?

Ansiosos? Estreia por lá no dia 01/07 e a HBO daqui ainda não nos disse se irá exibir a última temporada da série.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Don’t want your picture on my cell phone/ I want you here with me/ I don’t want your memory in my head, no/ I want you here with me

Dezembro 17, 2012

Ainda não consegui me decidir sobre qual é a melhor parte do novo vídeo do The Killers para o single de “Here With Me”

(♥) Se a melhor parte é mesmo o fato dele ter sido mais uma parceria da banda com o diretor Tim Burton

(♥) Se  a melhor parte ficou por ele ter no elenco do vídeo ninguém menos do que a Winona Ryder herself (AMO/somos gêmeos)

(♥) Ou se realmente o que me convenceu sobre o vídeo ser muito especial foi o fato de ter reconhecido o Craig Roberts logo de cara e quase ter caído da cadeira. Sim, ele mesmo, o adorkable Oliver Tate de “Submarine”.

Sem contar o plot do vídeo, seguindo o fundamento de “Lars  And The Real Girl”, só que de uma forma mais Tim Burton de ser, digamos assim, rs

Sério, por qualquer motivo que seja (incluindo a magia do Brandon Flowers ou o som sua banda que nós sempre gostamos), #TEMCOMONAOAMAR?

 

ps: passei um ano inteiro cortando caminho por dentro da FNAC  para ir para a faculdade no passado e todo dia, no exato momento em que eu passava, estava rolando o vídeo de “Read My Mind” em algumas Tvs, sempre na cena em que o Brandon encontra o Elvis asiático. #TODAVEZ! E esse foi o meu ano com o Brandon Flowers. PÁ! (#ENCONTROCOMBRANDON, #365DIASCOMELE)

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The Modern Guilt Awards 2011, a premiação mais aguardada do ano!

Dezembro 31, 2011

Nada é mais tradicional no universo das premiações do que o nosso The Modern Guilt Awards, na-da.

Esse ano em sua 3ª edição, a melhor premiação de todos os tempos vai contar com a apresentação do Ricky Gervais, porque o seu humor é o que mais se aproxima ao humor cretino e ácido do Guilt, por isso, nada melhor do que ele para ser o nosso hostess, não?

E como o The Modern Guilt Awards é uma premiação pouco democrática, recheada de favoritismos, coisas que nós sempre levamos pelo lado pessoal, além de ser completamente parcial,  preparem-se, porque esse ano nós estamos UNFIRAH!

Então prepare o seu tux (meninos e meninas), segure o seu cosmo e vamos mostrar de uma vez por todas para o Oscar, o Tonny, o Emmy, o Grammy e o Golden Globe, como é que se faz uma premiação sensacional.

 

Höy do ano> Ryan Gosling, o boy magia do momento

Já vamos abrir a premiação com o que importa, não é mesmo? Höy!

Depois de dois anos consecutivos da categoria seguir para o nosso representante máximo da magia sueca, chegou a hora de aceitar que temos um novo boy magia e 2011 foi o ano dele: Ryan Gosling. Höy!

O ator figurou inúmeros posts no Guilt durante esse ano, seja com suas caretas foufas e a pose que já ganhou oficialmente o seu nome, seja dando um beijeeenho invejável no diretor do seu filme em Cannes, apartando brigas em plena NY, figurando lindamente ao lado do seu George, ou no que realmente importa, que são as suas atuações deliciosas, como em “Drive”, “Blue Valentine” ou na surpreendente comédia romântica “Crazy, Stupid, Love” e até mesmo no filme que eu assisti tardiamente, “The Notebook”. Ryan conseguiu tomar o posto de boy magia do ano para ele mesmo, provando que é muito mais do que um simples “HÖY” em caixa alta e bold.  Realmente, não teve quem não se rendeu a magia do Ryan Gosling em 2011.

Mesmo tendo nos decepcionado de um certo tempo para cá com suas escolhas meio assim no amor, não tem como negar que foi dele o maior feitiço do Guilt no ano de 2011 e que ele foi quem nos deu mais motivos para gritar Höy durante esse ano todo.

Portanto, vamos lá leitores, todos juntos no 3…1, 2, 3 : Höy!

 

Maravileeeandra do ano> Michelle Williams

O cabelo curto bem curto mais lindo do ano. Sem contar que em 2011, ela usou os melhores looks de red carpet e realmente deixou a concorrência morrendo de inveja com todo o seu fundamento.

Maravileeeandra!

 

Maravileeeandro do ano> Rick Genest

E o zombie boy foi outro que roubou a cena surpreendentemente, fugindo completamente de qualquer esterótipo de beleza e provando que mesmo assim, sem ser nada óbvio, o seu fundamento é sim um dos mais lindos do momento.

Maravileeeandro!

 

Listen Up do ano> Adele, 21

A gente leva um pé na bunda e vai para o shopping gastar o que não deve no cartão de crédito, se joga na buatchy com as amigas ou escreve um post magoado no próprio blog cheio de mensagens subliminares (não que eu faça isso, tisc tisc). No entanto, quando a Adele passa pela mesma situação que é sempre meio assim para todo mundo, ela faz um álbum sensacional como o seu “21”, bem mais maduro do que o seu “19″, muito mais profundo e super magoado, que a gente cansou de ouvir durante 2011, faixa por faixa. Músicas que tocaram em tudo quanto é lugar, fizeram parte das nossas mixtapes do ano, tocaram nas nossas séries preferidas e até cometeram o crime inafiançável de colocar uma das melhores faixas do “21” em uma novela de horário nobre, algo que eu considero imperdoável!

E eu bem acho que parabenizar a Adele pelo seu álbum sensacional é algo que todo mundo já fez apenas ouvindo e amando o seu trabalho, mas o que a gente precisa mesmo fazer agora é agradecer o canalha responsável por toda a mágoa da nossa muse, que se não fosse ele e suas canalhices, talvez nós não tivéssemos tantas músicas deliciosas para nos acompanhar em 2011. Por isso: Thnk U Asshole!

Como o prêmio de álbum do ano é dela sem a menor dúvida, nada melhor do que aproveitar esse momento para o primeiro musical do nosso The Modern Guilt Awards 2011, com a minha versão preferida de “Someone Like You” direto da casa da própria Adele, de quem a gente adoraria se tornar íntimo de Oliveira, a ponto de tomarmos chá das cinco juntos nessa sala, dividindo todas as nossas desilusões no amor, que não são poucas, hein? rs

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Homeland

Tudo bem que eu decidi declarar empate nessa categoria, ou mais ou menos isso.

Realmente a Season 4 de Breaking Bad foi bem sensacional, com toda a série até agora. Continuo achando que o Aaron Paul reinou durante essa Season 4 com o seu Jess que todos nós amamos e não consigo entender como seu trabalho dessa vez não foi reconhecido em nenhuma premiação de séries de tv. E conseguir o feito de aparecer mais que o Bryan Cranston em uma série como Breaking Bad, não é para qualquer um.  Sem contar que a temporada ainda terminou de forma explosiva, literalmente e agora só nos resta esperar pela última temporada de uma das melhores séries de todos os tempos, que encerra definitivamente suas atividades em 2012.

Até que, perto do fim do ano me chega a novata Homeland roubando completamente a cena, com uma Claire Danes enlouquecida, bipolar, competente  e totalmente sem limites, na pele de uma agente da CIA, contracenando com um inimigo terrorirsta tão bem construído, que vc chega ao final da temporada torcendo para ambos os lados, sem ter o menor peso na consciência. Uma temporada tensa, no melhor estilo Breaking Bad de sempre, cheia de surpresas e reviravoltas, além de um final para deixar qualquer um com o coração saltando pela boca de tão tenso que foi.

Por isso a Season 4 de Breaking Bad fica com o prêmio de série dramática do ano, mas Homeland vem no empate quase técnico, como a melhor série dramática porém estreante do ano de 2011.

ps: vale dizer também que Grey’s Anatomy, do alto da suas Season e com altos e baixos por todo esse caminho, recuperou totalemte o fôlego e tem feito uma temporada digna e que merece ser lembrada porque está realmente muito boa. E esse ano ainda tivemos Game Of Thrones, uma série grandiosa, corajosa e também deliciosa.

 

Euri do ano> Parks And Recreation

A série que começou com o status talvez injusto de “o novo The Office” (embora seja dos mesmos criadores/produtores) vem provando que é realmente uma das melhores comédias no ar atualmente, sem a menor dúvida.

Atualmente em sua Season 4, que ainda não está encerrada, Parks And Recreation vem conseguindo fazer uma constante de episódios sensacionais, sempre muito engraçados e ainda com um toque a mais de foufurice.

Sem contar que aquela cidade de Pawnee é recheada de figuras divertidíssimas e todos os personagens, por menores que sejam, tem os seus momentos pra lá de especiais, com piadas fora do comum.

E a Amy Poehler é a minha comediante do momento, enlouquecida, boba e apaixonante na pele da sua Leslie Knope, por quem eu torço que um dia chegue a posição de Presidente dos EUA!

Fora isso, tivemos uma Season 3 praticamente colada com a atual Season 4, outra temporada tão sensacional quanto essa e por isso, acho que nenhuma outra série me fez rir em tantos episódios praticamente seguidos entre uma temporada e outra como Parks And Recreation.

ps: mesmo tendo escolhido P&R como melhor comédia, vale dizer que Community continua ótima, Modern Family voltou a boa forma e tem feito uma temporada igualmente excelente e Raising Hope continua que é pura foufurice. 

 

Relação de amor do ano> I ♥ Doctor Who

Esse ano eu resolvi fazer algo de diferente…brincadeira, eu resolvi mesmo é deixar a preguiça de lado e fazer uma maratona em uma das séries que eu sempre tive vontade de assistir, mas que sempre acabava deixando para depois.

E essa série era “Doctor Who”, que eu comecei a assistir a partir da Season 5, até o final da Season 6 (que encerrou esse ano) e descobri a minha paixão do momento, em uma espécie de relação de amor a primeira vista.

Sério, nunca fiquei tão apaixonado por uma série como fiquei por Doctor Who e o seu 11° Doctor, interpretado pelo ator Matt Smith (AMO, Höy!), na pele to doutor mais foufo de todos os tempos, a bordo da sua TARDIS, a máquina do tempo mais sensacional ever e na companhia do casal magia dos Ponds, personagens por quem eu também sou completamente apaixonado.

E a nossa relação de amor é tão grande, que eu morro de ciúmes do Doutor, fico todo arrepiado com a música de abertura (que é o toque do meu celular) e acho a série apaixonante, em todos os sentidos. O tipo de série que eu tento viciar todo mundo que eu gosto, fato.

AMO tanto Doctor Who, que já estou até me preparando psicologicamente (com um ano de antecedência pelo menos) para a despedida do 11º Doutor, que por mim, ficaria no seu posto para sempre.

Talvez eu goste tanto do Matt Smith como o Doctor Who porque foi com ele que eu conheci a série. Mas só sei que para mim, ele será para sempre o meu Doctor Who. (só meu, rs)

ps: e gravatas borboletas são muito cool! (piada interna)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de The Walking Dead, humpf…

Todo mundo esperou muito por essa nova temporada de The Walking Dead, mesmo depois daquele final meio assim da temporada anterior, que já poderia ser um sinal do que viria por ai…

Até que a Season 2 começou, lenta, arrastada e foi ficando cada vez mais devagar…

Quase nada de importante aconteceu, ou personagens acabaram se tornando insignificantes ou pouco importantes e eles ainda insistem em fazer episódios com poucos ou nenhum zombie. Humpf!

Assim não dá, não?

Detalhe…a Andrea, a personagem mais odiosa de toda a série, continua viva. Vi-va! Dá para acreditar? (rs)

Mesmo salvando tentando salvar (e quase conseguindo, porque aquele final foi bem bom) essa primeira metade da Season 2 nos últimos 5 minutos, The Walking Dead ainda precisa melhorar e muito, ou muita gente vai acabar abandonando a série, porque está ficando cada vez mais puxado.

 

<Pausa para o comercial>

Que nesse caso é melhor do que o vídeo de “The Edge Of Glory” da própria Lady Gaga, sem a menor dúvida.

Voltando à premiação…(rs)

 

Popcorn do Ano> Não consegui me decidir apenas por um nome. Sorry!

Esse ano eu acabei assistindo tanta coisa boa, que eu não consegui chegar a nenhuma conclusão quanto ao melhor do ano. Mesmo assim fiquei com bastante orgulho de mim mesmo, que perdi pouco tempo com coisas tolas durante 2011 e acabei fazendo ótimas escolhas no cinema.

Por isso, separei 3 filmes, que foram os que mais me deixaram emocionado (por motivos diferentes) em 2011:

 

Tree Of Life

Porque eu amei a narrativa de “Tree Of Life”, a forma como a história nos foi contada e aquele banho de imagens sensacionais e inspiradoras das quais a gente não vai se esquecer tão cedo, mesmo achando que o longa poderia ser mais curto. Um filme extremamente sensível, que me deixou com os olhos cheios, em todos os sentidos.

 

Midnight In Paris

Porque uma viagem aos anos 20, guiada pelo Woody Allen e em meio a figurões das artes e da literatura antiga, não é para qualquer um. Sem contar que “Midnight In Paris” é um filme leve, divertido e sensacional, em todos os sentidos e que mesmo assim ainda vai te fazer pensar, o que é sempre bom.

 

Submarine

Porque eu achei “Submarine” um dos filmes mais deliciosos que eu assisti durante esse ano, mesmo com o IMDB dizendo que o longa é de 2010, humpf!

Uma história foufa sobre o primeiro amor de um garoto, com trilha do Alex Turner do Arctic Monkeys e um perfume de Amélie Poulain. E qualquer semelhança entre o meu personagem na vida real e o Oliver Tate é mera coincidência, rs.

E vamos aproveitar o assunto, para mais um momento musical da nossa premiação, agora com um clipe direto do filme “Submarine”, com “It’s Hard To Get Around The Wind”, que faz parte da trilha do filme.

ps: mas esse ano, ainda tivemos delícias deliciosas como “Beginners”, “Like Crazy”, “Melancolia”, “Drive”, nos despedimos do Harry Potter, além de “Last Night”, que eu também AMEI e “Blue Valentine”, que também é do ano passado, mas nós só vimos esse ano, humpf!. Isso sem contar as nossas deliciosas voltas de bicicleta ao lado do Cyril ultimamente e o fato de fecharmos o ano muito bem acompanhados do delicioso novo filme do Almodóvar.

 

Foufurices do ano> Kingston + Zuma +Violet + Seraphina +Archie + Abel

Sempre eles não? E esse ano, tivemos duas novas aquisições de foufurices, com a entrada do Archie e do Abel para essa turma dos nossos querideeenhos.

Todos eles estão crescendo e todos estão ficando cada vez mais foufos.

E enquanto eles vão crescendo, nós vamos torcendo para que quando chegar a nossa hora, que os nossos babys sejam tão foufos quanto todos eles juntos.

 

Da série de casais que nós amamos do ano> Kate Moss & Jamie Hince

Não bastava eles serem o casal magia que são, mas eles ainda tinham que fazer o casamento mais recheado de fundamento dos últimos anos, neam?

Confesso que mesmo sendo o casamento dos sonhos de qualquer um, eu fiquei muito mais feliz pela Kate do que com inveja (mesmo da boa), rs.

Tipo covardia!

O que nos traz a mais um dos momentos musicais da nossa premiação, com o The Kills e a sua deliciosa “Baby Says”

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano>  Velorbis, as bicicletas dinamarquesas poder + tudo da Rodarte

Porque não teve nada que eu mais desejasse durante esse ano do que uma bicicleta dinamarquesa dessas do tipo poder e na cor cyan (que eu também aceitaria em vermelho, só para constar para os representantes da marca no Brasil, rs). Humpf!

Outro desejo de consumo que me atormentou o ano todo foi essa coleção sensacional para meninos da Rodarte. Totalmente Maravileeeandra!

 

Capa do ano> Harry Potter para a Entertainment Weekly

E não teve melhor capa nesse ano de 2011 do que a capa foufa da Entertainment Weekly com o Daniel Radcliffe no começo de tudo.

(Suck it Vogue!)

 

<Pausa para mais um comercial>

Que dessa vez te desafia hein Kyle Minogue? Vc acha mesmo que sabe dançar? (tisc tisc…sou ótimo no Kinect…tisc tisc)

Só sei que depois desse vídeo, toda vez que eu vou na Starbucks e faço o meu pedido,  eu dou o meu nome como Kylie Minogue, ou Princesa Beyoncé, e se algum dia vcs ouvirem eles chamando por um desses dois nomes, saibam que eu estarei por perto, rs.

 

Catwalk do ano> o desfile da Louis Vuitton que deixou todo mundo emocionado

Simples, clean e maravileeeaandro!

 

Eu sou ricah do ano> A moda e o seu bom humor

Porque não tem nada mais cafona do que marca sem humor que continua apostando na postura esnobe, em um momento que todas sabem que todo mundo esta quebrado, não é mesmo?

Reforçando esse conceito, esse ano tivemos a Lanvin, com o Alber Elbaz ensaiando uma coreô bem animada em uma das campanhas da marca poder

Uma Marion Cotillard enlouquecida pelas bolsas da Dior

E a Donatella provando que além de tudo ela é muito bem humorada, mas na casa dela manda ela hein? rs

 

Uncategorized do ano> R.I.P Amy Winehouse

Sabe aqueles momentos que vc se encontra sem palavras.

Um dia triste, mas não como outro qualquer…

E agora vamos a mais uma apresentação do nosso The Modern Guilt Awards 2011, onde dessa vez ficamos com a Lana Del Rey e a a sua “Video Games”, outra das nossas músicas preferidas durante esse ano de 2011.

 

Prontofalei do ano> Easy A+

Que foi o dia em que eu me tornei um jovem pós-graduado e mostrei um pouco do meu own fundamento para vcs (como se eu já não fizesse isso todo dia neam? rs), o que não deve ser interessante para muita gente, mas importa pra mim, rs.

 

Post com o título mais cretino e que eu mais AMEI desse ano> Grifinoria, Corvinal, Sonserina ou Lufa-Lufa

Juro que as vezes eu fico com vergonha de mim mesmo, rs. (mas logo passa e eu morro de rir)

 

Xoxo do ano> A propaganda nova da Coca-Cola

Porque a propaganda pode ser linda, mas todo mundo sabe de onde veio esse fundamento.

E agora mais uma apresentação, de outro hit aqui no Guilt em 2011, que foi “Call It What You Want It” do Foster The People, que todas amam!

 

Trucão do ano> Vem para o mundo Adam Levine!

Porque o que a gente não é capaz de aguentar nessa vida por uma chance na capa da Vogue ou para tentar descobrir o segredo de Victoria, hein?

 

Toda cagada do ano> Katy Perry no VMA 2011

Porque falar da Riwanna já ficou até chato e com a Vanessa Hudgens ninguém se importa e só por isso, o prêmio de toda cagada desse ano de 2011 vai para a Katy Perry.

E não teve quem não tenha ficado constrangido por ela dutante o VMA 2011, onde a nossa Katy resolveu fazer a Lady Gaga (quando nem a Lady Gaga fez questão de fazer a Lady Gaga) apostando em várias trocas de figurino de gosto completamente duvidoso e sem personalidade alguma.

Ainda falando desse ano, ela foi ficando cada vez mais pavorosa, com cabelos exóticos e outfits medonhos.

E o prêmio de toda cagada do ano também vai para a Katy Perry com todo o merecimento do mundo, porque além de tudo ela ainda carrega por ai o acessório mais horroroso dos últimos tempos, que é esse aqui ó:

BOO! 

Tem acessório mais pavoroso do que um boy magia negra?

E como última apresentação nessa 3º edição do The Modern Guilt Awards, para a nossa despedida, ficamos com o pai e a filha mais adorável de 2011, cantando um dos nossos mantras durante esse ano que foi “Home” do Edward Sharp And The Magnetic Zeros.

E assim (para quem resistiu bravamente e não dormiu no meio da nossa premiação, algo que eu não admitiria e expulsaria gentilmente da minha festa jogando um cosmo na cara, rs), depois desse nosso flashback pelo ano de 2011, terminamos mais um The Modern Guilt Awards. Mas fica, que em 2012 tem mais! Smacks!!!

ps: e obrigado a todos os leitores do Guilt pela companhia em 2011 hein? AMEI!

Submarine – Será que eu ainda vou me importar quando tiver 38 anos?

Agosto 26, 2011

Um representante masculino a altura para ser o novo Amélie Poulain. Ok, talvez possa soar como exagero a minha comparação, mas pelo menos essa foi a sensação que eu tive ao assistir “Submarine”, filme que eu encarei pela primeira vez,  sem grandes expectativas, inclusive sem saber do que se tratava, mas que logo percebi que talvez estivesse diante do novo “Le fabuleux destin d’Amélie Poulain”

Isso talvez porque a forma com que o filme é contada lembra muito a linguagem usada na história de Amelie. A direção de Richard Ayoade em “Submarine” também vem recheada de pequenos detalhes da história que parecem ser aleatórios, mas que de uma certa forma vão se completando e ajudando a construir a trama principal do filme, rico em enquadramentos de detalhes e um personagem que poderia ser muito bem a versão masculina de Amélie.

E ele é Oliver Tate (Craig Roberts),  um garoto incomum que gosta de se imaginar em uma realidade paralela e que de longe não é o garoto mais popular da escola. Obviamente que como todas as pessoas que não são reconhecidas facilmente como “pessoas comuns”, Oliver sofre inúmeras perseguições na escola e acaba vivendo quase que realmente em outro universo dentro da sua imaginação. Até que ele descobre o amor pela primeira vez e com isso, começa a perceber melhor o mundo em que vive, descobrindo novos sentimentos e experimentando melhor a vida.

A minha percepção quanto ao filme e a comparação com Amélie Poulain, que é um dos meus filmes preferidos na vida, não é negativa não, muito pelo contrário. Acho que ambos filmes marcam uma nova linguagem do cinema, recheado de propostas novas e uma vontade de fugir do óbvio, um francês e outro inglês. Clap Clap Clap para ambos, que apesar de ter um perfume parecido, são completamente diferentes.

Os enquadramentos do filme são perfeitos, com um olhar de arte delicioso e que remete ao passado. Pra mim, o filme pareceu atemporal, sem uma época definida. E mesmo coms os inúmeros objetos vintages e com ar retrô em cena compondo os cenários deliciosos do filme, a sensação que vc tem é a de que vc esta assistindo algo realmente moderno, fazendo assim um contraste primoroso entre o velho e o novo. Cool!

O filme se divide em alguns capítulos, muito bem construídos por sinal, que aproveitam para revelar as descobertas de Oliver através dos personagens que nos são apresentados em cada capítulo, como o seu grande amor Jordana Bevan (Yasmin Paige), que é a garota moderna da escola do tipo misteriosa, aquela que todo mundo imagina quem ela realmente é. Até o suposto amante da sua mãe, o vizinho esquisito Graham Purvis (Paddy Considine), que é uma fi-gu-ra.

E esses capítulos são perfeitamente amarrados a história, ajudando a construir o atual momento na vida daquele garoto.

O personagem de Oliver Tate é delicioso. Tem aquela alma sombria que a gente tanto gosta e que o figurino escuro ajuda a carregar no seu tom dramático. Oliver pode não ser o garoto mais popular do colégio e nem estar cercado de amigos, mas certamente é a pessoa mais interessante daquela escola. Um perfil que reforça a minha teoria de que os tímidos, também conhecidos como nerds, ou os “underdogs” (TGP feelings) são sempre os mais interessantes.

Até em um momento no começo do filme, onde ele sai do seus estereotipo de quem sofre bullying e passa a fazer parte do outro lado da história, só para agradar a garota por quem ele esta apaixonado, é um momento bem foufo apesar de tudo, mesmo com ele agindo como um total idiota só para se enturmar e tentar parecer legal (o que é sempre um erro, fikdik, mas quem nunca?). Algo do qual ele se arrepende logo em seguida e volta a merecer de novo o nosso carinho com a sua atitude pra lá de foufa em relação a sua vítima daquele momento vergonhoso. Foi cretino, mas pelo menos se arrependeu e logo, algo que eu considero importante para deixar o personagem ainda mais perto do que poderia ser real.

O pantone do filme é maravileeeandro tmbm. Como eles aproveitam aquele clima frio, quase sempre nublado e com algum ponto de luz aqui ou ali, as cores do filme circulam dentro do azul e o amarelo, em un constraste inspirador. E o vermelho aparece como ponto de luz nesse caso, em algum detalhe no figurino ou em algum objeto de cena, assim como foi o azul para o filme de Amelie, ou seja, mais uma boa semelhança. Confirmou! (e sim, eu gosto de detalhes. Blame o meu tipo de DDA)

O texto tmbm é bem direto, sem enrolações e sincero. Em que outro filme vc se lembra de ver uma mãe (Sally Hawkins) assumindo que traiu sim o pai (Noah Taylor), na cara do filho e ainda diante do próprio pai (mas sem o menor drama por ambas as partes), na maior naturalidade desse mundo  e ainda com detalhes, dizendo que foi apenas um “handjob” e nada mais, hein? (euri)

Os personagens do filme são todos dramáticos, mas sem grandes exageros, onde essa carga dramática fica mais por conta da postura ou da entonação. E cada um deles parece que carrega um certo peso no olhar, demonstrando que todos no fundo tem problemas. Seja o pai depressivo, a mãe infeliz no casamento ou a namorada, que esta passando por um momento difícil por conta da doença de sua mãe. Mesmo nos momentos de alegria no filme, como os dois jovens apaixonados em cenários lindos, a alegria não parece exgerada e só um meio sorriso ou aquele olhar foufo basta para vc entender que eles estão sim felizes, apesar de tudo. Uma honestidade que eu também acho importante para dar uma maior credibilidade para a história.

Toda aquela empolgação de personagens alegres gratuitamente no longa (que estamos todos tão acostumados a ver por ai) ficam por conta dos “vilões” da história, como o vizinho esquisito ou o garoto mais esquisito ainda, que é o rei do bullying no colégio. Totais idiotas, e isso fica bem claro.

Os dramas que Oliver Tate  carrega durante o filme são todos típicos da adolescência: o primeiro beijo, a primeira vez, a pressão dos amigos, a relação difícil com a família durante essa fase, que é inevitavelmente quando vc começa a perceber melhor a realidade a sua volta (humpf…). Tudo o que poderia cair facilmente em momentos recheados  clichês, mas que fogem completamente do que se espera e por isso levam o filme a esse nível tão alto, a ponto de poder ser comparado com Amélie (pelo menos por mim, é claro).

E todas as resoluções para os problemas ou situações em que Oliver  esta passando são apresentadas com uma doçura absurda, construindo o típico personagem que não tem como vc não se apaixonar ou se identificar (em alguns casos) logo de cara.

Entre os meus momentos preferidos no filme, estão as sequência em que Oliver e Jordana caminham pelas ruas, apaixonados e sempre começando um princípio de incêndio (e o que foi aquele primeiro beijo documentado com Polaroids, hein?)  e tmbm quando eles se separam e Oliver passa a entender o que é sofrer (pela primeira vez) por amor. Será que eu ainda vou me importar quando tiver 38 anos? Essa é a pergunta que Oliver faz aos seus pais, ao passar pela sua primeira desilusão amorosa causada por um erro seu e que eles respondem honestamente que “sim”. Howcuteisthat?

E esses momentos ganharam um importância ainda maior no meu coração porque eles tem como fundo a trilha sonora do filme que é deliciosa, além de ser assinada pelo Alex Turner (Arctic Monkeys) que eu recomendo que todos vcs ouçam imediatamente, pq é relamente especial, muito especial. Melancólica, doce e que ajuda a construir as imagens do filme como uma espécie de videoclipe dentro do próprio longa, em cenas lindas de serem vistas que vão acompanhar o seu subconsciente por um bom tempo. (AMO “Stuck On The Puzzle”, “Hiding Tonight” e “It’s Hard To Get Around The Wind”, que se tornaram trilha para a minha semana. AMO)

Imagens poéticas, como quando assistimos o garoto deitado em sua cama e vendo o seu mundo desabar, literalmente e terminando em um mar de lágrimas, outra vez literalmete. Maravileeeandro!

E sinceramente? Um dos filmes mais doce, sincero, moderno e honesto que eu já assisti em toda a minha vida e que para a minha total surpresa, tem em sua produção o nome do Ben Stiller (que até aparece no filme, mas tem que prestar bastante atenção hein?), algo totalmente inesperado, pelo menos por mim.

Curto, típico filme que vc termina de assistir e já quer logo assistir de novo. Me identifiquei do começo ao fim…

Com certeza, assim que for lançado por aqui em DVD, vai ganhar o seu merecido espaço na minha prateleira especial, ao lado de ninguém menos do que a própria Amélie. Companhia perfeita hein Oliver?

I ♥ Oliver Tate

ps:sim Oliver, vc com certeza ainda irá se importar…


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